Quando a JAC começou a operar no país em 2011, começando pelo hatchback J3, já era estudada a criação de um carro de acordo com os gostos nacionais. Pensado inicialmente para ser um hatchback com foco no bom espaço interno para o brasileiro cuja  estatura média vem aumentando sem parar nas últimas décadas, precisaria também ter bom porta-malas.

Tudo isso foi claramente explicado por Sérgio Habib, presidente da empresa no Brasil com ampla experiência nesse mercado, quando de seus constantes contatos com o desenvolvimento de produto da JAC na China.

Definido como deveria ser a arquitetura geral do T4 (projeto A30), que com o T5, T6 e T8 completaria a família T, o modelo teve que passar  a T40 por já existir o Troller de mesma designação. Foi levado mais para o lado de SUV compacto em razão da popularização desse tipo de carro no mercado, e com isso a altura livre do solo foi estabelecida em 180 mm. Na verdade a classificação mais realista é a de um crossover, cruzamento de suve com hatch.

Visualmente chama a atenção, e vimos alguns comentários positivos de pessoas que conhecemos, mostrando que o carro passa a ser uma opção a ser considerada por muitos. O novo logotipo da JAC, que estreou no T40, é muito melhor do que a antiga estrela de cinco pontas que remetia ao Pentastar da Chrysler. Tem forma ovalada em vez de circular, com as três letras em grafismo moderno, que agrada bastante.

Os cinco anos do regime Inovar-Auto (termina neste 31 de dezembro), com a imposição de cotas e a (ilegal, segundo a normas da Organização Mundial de Comércio) sobretaxa de importação disfarçada de 30 pontos porcentuais do Imposto sobre Produtos Industrializados adicionais, prejudicaram a JAC e outras empresas importadoras, com quedas significativas nas vendas — 60% no caso da JAC —, com isso alterando os planos da fábrica a ser feita aqui, onde o T40 seria justamente o primeiro produto. Para não ficar com o programa parado devido às estranhas decisões do governo do Brasil, a JAC acabou lançando o modelo antes na China, em agosto de 2015, com a designação S2.

Agora, dois anos após o lançamento chinês, o JAC T40 chega ao mercado brasileiro, importado mas trazendo a  promessa de inaugurar a fábrica da JAC no Brasil prevista para ficar pronta em meados de 2019. A aposta no T40 é grande, já que a marca espera comercializar 300 unidades ao mês do modelo, que ganhará o reforço da versão com câmbio automático CVT a partir de 2018 — manual de cinco marchas, por enquanto.

Ao apreciar o T40 parado e depois dirigindo-o, fica clara a atividade cada vez mais normal a  indústria avaliar carros concorrentes para se definir como será o que se quer fabricar. Por isso o JAC T40, um hatch cinco-portas com suspensão levemente elevada, tem comportamento similar ao da maioria dos carros dessa categoria, . Tudo parece e funciona corretamente, resultado de uma padronização de carros semelhantes mundo afora.

Por exemplo, a direção é eletroassistida, solução adotada praticamente no mundo todo. É extremamente leve  em manobras e na condução na cidade, mas a regressão da assistência poderia ser algo maior em velocidades de viagem, como o Bob já observara ao dirigi-lo no lançamento. O pouco peso do volante nessa condição está acima do agradável. Mas não é nada que não possa ser facilmente corrigido na fábrica.

No espaço e conforto, as soluções foram ótimas. Para quatro adultos, muito boa acomodação. Um quinto no centro do banco traseiro fica justo, apertado só se for alguém acima de 1,70 m de altura e com pernas longas. Para o comprimento de apenas 4.135 mm o porta-malas de 450 litros é bom, ainda mais se considerando o estepe em roda de aço, com pneu de mesma medida dos demais, dentro dele.

Os equipamentos são bastante presentes no T40, e vidros espelhos e travas elétricas são de série, bem como regulagem elétrica de altura dos faróis, faróis de neblina e linha de LEDs que atuam como luzes de rodagem diurna (DRL), evitando precisando acender faróis na estrada durante o dia (e multas ao não fazê-l0), banco do motorista com regulagem de altura, indicador de alerta de pressão baixa dos pneus, indicador de cintos do motorista e passageiro desatados por luzes-espias individuais, câmera de bordo para filmar o caminho à frente, luz no porta-malas (mas não no porta-luvas),  porta-objetos em todas as portas, tomadas de energia no console, sistema multimídia no painel, cinto de três pontos e apoio de cabeça também para o passageiro central traseiro, e engates Isofix para dois bancos infantis.

O painel de instrumentos é bem fixado, sem vibrações, tem boa cor e textura, almofada acolchoada na parte frontal que se estende também do lado esquerdo, enriquecendo o interior. Os bancos seguram bem nas curvas, apesar do assento um pouco curto, e são revestidos com dois tecidos diferentes que não esquentam demais quem senta neles. O forro de teto é claro, ampliando a impressão de espaço, e o único ponto importante a melhorar é o encosto do banco traseiro, inteiriço, que deveria ser dividido para maior versatilidade de uso de passageiros e carga combinados.

Os instrumentos são simples, como mostra o computador de bordo, calculando médias mas não mostrando a autonomia. Conta com marcador de temperatura por barras retangulares, do mesmo modo que a quantidade de combustível.

O motor é o 1,5 litro VVT 16V com nome Green Jet na caixa do filtro de ar e na tampa de válvulas em plástico, com bloco e cabeçote de alumínio, potência a torque de 125/127 cv a 6.000 rpm e 15,5/15,7 m·kgf a 4.000 rpm. É um duplo-comando acionado por corrente com variador de fase na admissão, injeção no duto e bobinas individuais. O coletor de admissão é de plástico. Tem componentes da Bosch e da Delphi, dois grandes fornecedores da indústria mundial e nacional, o que garante que a manutenção não é de outro mundo.

O motor de 1.499 cm³ é suficientemente elástico,  nada excepcional. Determinadas retomadas que se imagina possíveis sem redução de marcha requerem baixar uma. Nada que incomode realmente, dado o comando de câmbio a cabo muito bom e a baixa carga do pedal de embreagem. Para quem prefere  deixar a alavanca quieta o câmbio CVT a caminho resolverá plenamente.

O acesso aos componentes no cofre é fácil, sem grandes obstáculos para se colocar as mãos e ferramentas em cada um deles. O compressor de ar-condicionado, por exemplo, está bem baixo, sendo de fácil acesso com o carro levantado. Não há protetor de cárter e câmbio, julgado desnecessário pelo fabricante devido à altura livre do solo.

A suspensão é “universal” e simples: McPherson na frente e eixo de torção atrás, com definição das constantes de molas e da carga dos amortecedores para evitar desconforto nos remendos e ondulações no asfalto de São Paulo e outras cidades. Freios são a disco nas quatro rodas (com pinças vermelhas) que funcionam muito bem e não mostraram fading nem mesmo abusando deles em serra e nas entradas de curvas na Estrada dos Romeiros. São dotados da assistência à frenagem que eleva a pressão hidráulica ao se frear forte; de distribuição eletrônica de forças de frenagem, que estabiliza o carro em caso de alguma roda ter menos aderência, trabalhando em conjunto com o antibloqueio obrigatório por lei.

Parte da boa estabilidade vêm dos pneus Wanli Harmonic H220, medida 205/55R16W, que drenam bastante água em chuva forte, tornando a condução tranquila mesmo nessa condição, ajudado pelos controles de tração e estabilidade, que podem ser desligados. Fiz isso diversas vezes em algumas condições que permitiam algumas brincadeiras, e o carro permanece com ótima facilidade de controle e estabilidade. Veja no vídeo.

Na estrada com v/1000 de 36,9 km/h, 3.250 rpm a 120 km/h. Nessa velocidade há pouca invasão de ruído do motor e nenhuma de vento na cabine. Há vedação dupla nas portas, com guarnição nestas e outra na carroceria. Os espelhos externos, grandes, não geram ruídos de vento. Único ponto a reclamar deles é o desenho, com uma ponta que aumenta bastante a sua largura, preocupando quando motos passam perto e incomodando em vagas apertadas junto de paredes, como da garagem de casa. Se fossem de borda com desenho mais próximo de uma linha vertical seria melhor.

A velocidade máxima é em 5ª, a 5.250 rpm, 750 rpm abaixo da rotação de potência máxima. O motor corta limpo, sem os trancos causados pelo sobe e desce de rotação,  a 6.400 rpm. Os números divulgados pela JAC são aceleração 0-100 km/h em 9,8 segundos e velocidade máxima de 191 km/h — com álcool, números com gasolina não informados.

Rodei mais de 700 km com o T40, e foi bastante agradável pelo conforto, sossego ao passar em pisos ruins, facilidade de manobra e boa visibilidade usando bastante os espelhos externos . Quem prefere usar menos os espelhos e virar muito a cabeça para olhar o tráfego na direita vai reclamar da coluna C (traseira) bem larga, que tem uma minijanela que deve ser a menor do mundo em um carro, ajudando pouco na visibilidade. Serve mais como entrada de luz.

O consumo foi bom, para compensar o pequeno tanque de apenas 42 litros. Alguns usos e números obtidos, sempre com gasolina:

• rodovia dos Imigrantes, descendo para o litoral, desde o planalto até chegar na cota mínima, 18,5 km/l.
• rodovia Rio-Santos, pista simples, atravancado por carros mais lentos e depois fazendo algumas ultrapassagens com redução de marcha e pé no fundo, 15 km/l.
• cidade, com vias expressas e trânsito bem lento, quase congestionado, 12,9 km/l.
• cidade, ruas e avenidas, lento, 11 km/l.
• autoestrada, Castelo Branco, entre 13,3 e 15,5 km/l, andando no fluxo, sem passar de 120 km/h.

A JAC informa consumo padrão Inmetro de 8,5/7,7 km/l na cidade e 12,5/11,4 km/l na estrada, mas que podem ser bem diferentes de acordo com o uso de cada pessoa e o local por onde se trafega.

A versão avaliada é a de topo, com o Pack 3 de opcionais, sistema multimídia sem navegador, câmera frontal e de ré, com preço público sugerido de R$ 58.990. O teto preto custa mais R$ 1.990 e é feito por envelopamento.

Um bom carro, o T40, cumprindo todas as missões que eu precisei efetuar. Desceu e subiu serra cheio e com porta-malas lotado, me divertiu nos Romeiros, me levou em autoestrada com conforto e ótimo ar-condicionado e fez absolutamente tranquilo os caminhos cotidianos com trânsito lento e motoristas que proporcionam sustos constantes. Seus comandos levíssimos agradam à maioria das pessoas, e tornam o dirigir bem suave todo o tempo.

E isso tudo sem o desprazer de ter sacos de lixo nas janelas laterais dianteiras que a JAC instala em todos os vidros menos o para-brisa. Pedimos que fossem removidos os laterais dianteiros antes de buscar o carro, o que a JAC, pelo seu gerente de imprensa Eduardo Pincigher, prontamente nos atendeu.

Assista o vídeo:

JJ

FICHA TÉCNICA JAC T40
MOTOR
Nome / código 1,5 VVT Green Jet / HFC4EB2.3E1
Tipo Quatro cilindros em linha, transversal, bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas, corrente, variador da fase na admissão, 16V, flex
Diâmetro x curso (mm) 75 x 84,8
Cilindrada (cm³) 1.499
Formação de mistura Injeção no duto
Potência (cv/rpm) (G//A) 125/6.000 // 127/6.000
Torque (m·kgf/rpm) (G//A) 15,5/4.000 // 15,7 m·kgf/4.000
Taxa de compressão (:1) 10
Comprimento da biela (mm) 135,7
Relação r/l 0,312
TRANSMISSÃO
Câmbio Transeixo manual, cinco marchas com comando por alavanca, tração dianteira
Relações das marchas (:1) 1ª 3,769, 2ª 2,053, 3ª 1,393, 4ª 1,031, 5ª 0,778, Rè 3,25
Relação do diferencial (:1) 4,056
SUSPENSÃO
Dianteira Independente, McPherson, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora, em subchassi
Traseira Eixo de torção, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizador integrada ao eixo
DIREÇÃO
Tpo Caixa de pinhão e cremalheira, assistência elétrica indexada à velocidade
Diâmetro mínimo de curva n.d.
FREIOS
Dianteiros A disco ventilado
Traseiros A disco
Controle ABS, EBD e auxílio à frenagem
RODAS E PNEUS
Rodas Alumínio, 6Jx16
Pneus 205/55R16VW, inclusive estepe
CONSTRUÇÃO
Tipo Monobloco em aço, hatchback, 4 portas, 5 lugares
DIMENSÕES  (mm)
Comprimento 4.135
Largura (sem/com espelhos) 1.750 / n.d.
Altura 1.568
Distância entre eixos 2.490
Altura livre do solo 180
AERODINÂMICA
Coeficiente aerodinâmico n.d
Área frontal 2,19 m² (calculada)
PESO
Em ordem de marcha (kg) 1.155
Carga útil n.d
CAPACIDADES
Tanque de combustível 42 litros
Porta-malas 450 litros
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 máxima (km/h) 36,9
Rotação a 120 km/h em 6ª 3.250
DESEMPENHO (COM ÁLCOOL)
Velocidade máxima (km/h) 191
Aceleração 0-100 km/h (s) 9,8

Equipamentos

EQUIPAMENTOS JAC T40
Acionamento elétrico dos vidros dianteiros e traseiros
Acionamento uma-varrida do limpador da para-brisa
Ajuste elétrico dos retrovisores externos
Ajuste de altura do banco do motorista
Alarme antifurto
Alças de teto (3)
Apoio de cabeça (3) para no banco traseiro
Ar-condicionado
Assistente de partida em aclive
Banco traseiro  rebatível
Bancos revestidos em tecido
Barras de teto longitudinais
Câmera de ré
Cintos de 3 pontos retráteis p/ os passageiros do banco traseiro
Cintos dianteiros com pré-tensionador
Computador de bordo com hodômetro parcial,  consumo médio e marcha engatada
Controle automático de velocidade com comando no volante
Controle de estabilidade e tração desligável
Desembaçador traseiro
Faróis de neblina
Iluminação do porta-malas
Lavador e limpador traseiro, com temporizador
Luz traseira de neblina
Luz de rodagem diurna (DRL) por LEDs
Luzes de leitura dianteiras
Monitor de pressão dos pneus
Para-sóis com espelho e iluminação
Porta-óculos
Porta-revistas no encosto dos bancos dianteiros
Regulagem de altura do facho dos faróis de lâmpadas halógenas
Repetidoras das setas nos espelhos
Sensor de estacionamento traseiro
Sistema multimídia Foxconn com conexão HDMI, Bluetooth, MP3, USB, SD card e função Mirror Link em tela tátil de 8 pol.
Terceira luz de freio
Sobretapetes
Tomada 12 V, USB e AUX
Travas elétricas com controle remoto, travamento a 15 km/h
Vidro do para-brisa com faixa degradê
Volante com comandos multifunção
Volante revestido em couro

 

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  • Roberto Neves

    Saber-me-ia muito bem esse JAC. Grato, Juvenal!

  • VeeDub

    Bobinas individuais com Direct ignition, coisa que somente agora nosso motores tradicionais estão começando a utilizar. Diga-se EA111, E.TorQ, GM Família 1, Fire, etc. e isto ainda porque estão sendo forçadas pelo pelo Inovar-Auto sob penas milionárias.

    • VeeDub, não é de agora não. E ninguém foi forçado a nada. É a própria evolução.

    • Daniel

      A Renault usa essa tecnologia no K4M 1,6 16V desde a década passada.

  • Nilson

    Talvez seja esse o carro com o desenho mais acertado já vendido pela JAC no Brasil e, pela descrição do Juvenal, muito capaz. Mas precisavam tantos cromados, dentro e fora?

  • VeeDub, onde viu que comando da embreagem é a cabo? Não viu o vídeo, em que Juvenal mostra o cilindro-escravo do comando hidráulico da embreagem?

  • gilberto, baseado em que você afirma isso? Dirigiu o carro?

  • Carlos Torres

    Excelente avaliação, Juvenal. Se possível, gostaria de ter nas avaliações a largura dos veículos de espelho a espelho. Como as fábricas nem sempre fornecem, seria pedir muito a medição desta. Pelo menos para mim é informação de vital importância.
    Muito obrigado e parabéns.

    • Roberto Neves

      Para mim a dimensão crítica é o comprimento, pois minha vaga no condomínio é curtinha. Cabe exatamente meu Grand Siena, com a traseira colada na parede. Aliás, acabo de verificar que o T40 é 155 milímetros menor que o Grand Siena!

  • Fat Jack, “não compro porque desvaloriza, desvaloriza porque poucos compram”. Olha o Gérson fazendo estrago aí!

  • André K, faltou o segundo ‘não’ mesmo, já foi acrescentado.

  • Ah, bom, outras publicações… está explicado.

    • Roberto Neves

      Acabo de ler matéria sobre o JAC T40 noutra publicação. De fato, enquanto o AE revela seus pontos muito positivos, a ponto de eu ter me interessado muito pelo carro, a outra publicação realça os pontos negativos, como “suas dimensões acanhadas não lhe permitem brigar com os concorrentes como Nissan Kicks e outros” (cito de memória, apesar das aspas) e “não tem ainda teste de impacto”. De fato, cada um vê o que deseja. Eu continuo me baseando no que leio aqui.

  • VeeDub, a frase toda é: “Determinadas retomadas que se imagina possíveis sem redução de marcha requerem baixar uma. Nada que incomode realmente, dado o comando de câmbio a cabo muito bom e a baixa carga do pedal de embreagem.” Se você entendeu que comando a cabo citado é da embreagem, sinto muito.

  • Leonardo Bastos

    https://uploads.disquscdn.com/images/c7eecf26167417ae4fe6303aa59b45efc4b4b1cb6bf5fe4c0a6a639115e8cc8e.jpg Tem sim, Davi. No EA-111 1,0 com denominação TEC são bobinas individuais. E isso em 2013.

  • VeeDub

    Sim, correto, eu quis dizer que nem ele nem E.torQ, Família 1, Fire, usam.

  • Renato Mendes Afonso

    Lendo esse trecho recortado que você colocou, o que eu entendo é que:

    1 – O comando (a cabo) do câmbio é muito bom,

    2 – A carga do pedal de embreagem é baixa.

    Ele não fala sobre o tipo de comando da embreagem, apenas o resultado.

  • Juvenal Jorge

    Rodrigo,
    obrigado.

  • É impressionante como os chineses melhoraram nos últimos dez anos. É só comparar aquele traste ambulante do Effa M100, um dos piores carros já fabricados (e o único na história do Longa Duração da Quatro Rodas que teve seu teste encerrado antecipadamente por falta de segurança), e este JAC T40. A evolução é simplesmente inacreditável.

    Já imagino daqui a alguns anos acontecer na China o que aconteceu no resto do mundo, a miríade de fabricantes hoje existente lá ir se aglutinando, sobrando três ou quatro fabricantes com qualidade melhor e se expandindo para o resto do mundo. Tenho certeza que a JAC estará entre eles.

  • Eduardo Alvim

    Excelentes texto e video! Estava aguardando por essa matéria, valeu esperar!

  • André Scudeller

    Possuo um J2, ele me fez ter a mente mais aberta e passar a ignorar comentários preconceituosos de qualquer marca. Me fez lembrar de um vídeo do Arnaldo numa subida com um J3, mostrando que o motor não era ruim e mesmo assim postaram comentários desmerecendo ele. Depois disso só leio comentários em sites como esse, até o Best Cars já não dá mais.

  • Renato Mendes Afonso

    Você só explicou o que eu coloquei, só que com mais palavras.

  • Racer

    Pra completar, falta só o mercado pegar confiança no pós venda e principalmente na disponibilização de peças de reposição. Ele, como produto, ficou muito atraente.