Neto de Emerson divide carro e Dale Coyne com canadense Zachary de Melo

O brasileiro Pietro Fittipaldi foi confirmado em sete das 17 etapas da temporada 2018 da IndyCar, incluindo a segunda prova da temporada, em Phoenix, e a prova mais importante da categoria, a 500 Milhas de Indianápolis. Com a confirmação de Fittipaldi serão quatro brasileiros disputando a famosa prova: os outros três são Hélio Castro Neves, Tony Kanaan e Matheus Leist, que estreia este ano na categoria. O neto de Emerson Fittipaldi e o canadense Zachary de Melo irão dividir o Dallara-Honda de número 19 durante o campeonato e a definição de quem vai correr quando e onde deverá ser anunciada em breve. Neste fim de semana Pietro participa de treinos livres em Avondale, no estado Arizona.

Pietro desembarca na categoria de monopostos mais importante dos EUA graças ao apoio da Telmex, grupo liderado por Carlos Slim, o magnata mexicano das comunicações, e que há anos está ligado ao brasileiro. O suporte vem  através da Claro, que no Brasil também opera as marcas Embratel e Net. Na temporada de 2017 o brasileiro conquistou o título da F-3.5 V-8 (antiga especialidade topo da Word Series Renault), programa que foi interrompido em razão da marca francesa concentrar seus esforços e recursos na sua volta à F-1. Para ser campeão, o brasileiro venceu seis provas e largou 10 vezes na pole position.

Zachary de Melo e Pietro Fittipaldi, os pilotos de Dale Coyne na F-Indy (Indycar)

Zachary de Melo é tricampeão canadense de kart e vem de duas temporadas na F-Indy Lights. Em 2016 correu pela equipe Junco’s Racing e em 2017, pela equipe Carlin, quando terminou a temporada em quinto lugar e venceu a etapa de Road Atlanta. Prestes a completar 20 anos, no dia 20 de abril, disputou a etapa final da F-Indy no ano passado: a bordo de um Dallara-Honda da equipe Rahal Letterman Lanigan, terminou a prova de Sonoma em 170 lugar. O americano Dale Coyne tentou a carreira de piloto antes de se transformar em “coach” e, posteriormente, dono de equipe; na temporada de 1986 ele chegou a competir com um chassi de sua própria construção, que após um ano de resultados pífios foi substituído por um March M86C. Mesmo assim seus resultados não melhoraram e ele optou por se concentrar na função de dirigente.

WG

 

 

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