O novo topo da linha EcoSport é o Storm aqui no Brasil. Sua grade frontal ostenta a inscrição no mesmo estilo dos modelos Raptor americanos, a picape F-150 e agora a partir de janeiro, a Ranger.

O Storm é visualmente baseado na versão SES vendida nos Estados Unidos (fabricado na Índia), tem as peças na cor cobre alaranjado no interior e as mesmas rodas daquele, de 17 polegadas de diâmetro e desenho muito bom formado por cinco hexágonos, similar às utilizadas no Focus ST. Mas o carro nacional — fabricado em Camaçari, Bahia — tem itens visuais além do carro americano, como faixas decorativas nas laterais e no capô, molduras plásticas bem largas nas caixas de roda, apliques de cor prata metálico nas capas de para-choques dianteiro e traseiro,  estepe do lado de fora e não tem a parte central dos bancos em tecido com faixas também laranja-cobre, como é no americano. Aqui é de couro  nas áreas de maior atrito com o corpo no assento e encosto, e material sintético nas bordas, além da inscrição Storm em baixo relevo. Outra diferença é o forro de teto, em cor clara nos EUA, mas preto no nosso Storm.

O principal diferenciador mecânico do Storm é, sem dúvida, a tração nas quatro rodas. É a mesma que era utilizada no Freestyle até 2017, chamada de 4WD (four-wheel drive),  sigla mundialmente usada quando o veículo tem quatro rodas motrizes, geralmente temporárias (quando permanentes a tração é chamada all-wheel drive, AWD).

No EcoSport tudo foi projetado para que continue sendo um carro de tração dianteira, e conforme a condição, as rodas de trás comecem a tracionar. Para isso, a árvore de transmissão, ou simplesmente cardã, está sempre recebendo rotação, e existe uma embreagem multidisco montada junto do eixo traseiro. Explicação detalhada está na matéria de lançamento, feita pelo Carlos Meccia há alguns dias. Clique aqui para entender melhor. O acoplamento demora cerca de 1 décimo de segundo depois que sensores detectam que ela é necessária. A força varia infinitamente, de zero até 50% nas rodas traseiras.

Não há caixa de redução de marchas como em jipes e picapes mais pesados e para uso mais extremo em piso solto e de fortes rampas, e como antes o 4WD tinha câmbio manual e agora é só automático, a primeira marcha é bem curta para ajudar em rampas pronunciadas.

O que não combina de forma alguma com uma capacidade de uso fora de estrada é a escolha de pneus de asfalto série 50. Os ombros são muito baixos para permitir que um motorista consciente dos perigos de pedras e erosões force situações que possam danificá-los. Não tive problema desse tipo andando na terra, mas não se pode esquecer disso quando o pavimento é primitivo. Seria melhor que um perfil mais alto de pneu fosse aplicado ao Storm, ficaria melhor também visualmente, principalmente porque as molduras nas bordas das caixas de roda são bastante largas, e fazem o pneu encolher visualmente.

Da forma como está, tem estabilidade ótima em asfalto, sendo também seguro em pisos soltos, devido ao conjunto de tração e dos pneus de altíssima qualidade, Michelin Primacy 3. O EcoSport é sempre ótimo de dirigir, e o Storm não foge à regra.

Mas o mais interessante está no manual do proprietário, onde as informações e recomendações sobre a tração nas quatro rodas estão descritas. É dito que o EcoSport não é um veículo para ser usado fora de estrada, podendo ser utilizado em caminhos não asfaltados que não tenham inclinações nem obstáculos muito grandes.

Minha sugestão então é muito simples. Se o 4WD é para aumentar a capacidade de tração e segurança do carro, o sistema deveria ser montado também em um Fiesta — modelo do qual o EcoSport deriva, e tem muitas peças estruturais de carroceria em comum, além de mecânicas e eletricidade — e teríamos uma versão esportiva daquele ótimo carro, algo que a Ford deve aos entusiastas da marca desde o fim do Focus XR e dos Ka XR e Action, versões que duraram muito pouco no mercado. Um Fiesta 4WD e esse motor 2-litros seria espetacular, mas um câmbio manual seria perfeito. Melhor que isso, só se o Focus RS viesse ao Brasil, para que finalmente os brasileiros pudessem ter a chance de conhecer o topo da linha Focus. Mas vou parar com devaneios.

Voltemos ao EcoSport Storm, fruto de pesquisas de mercado que mostraram que um EcoSport com tração nas quatro rodas e visual diferente era desejável, algo em que acreditamos tranquilamente, devido ao tamanho dessa fatia de mercado e à numerosa concorrência.

O ângulo de entrada do EcoSport, que já é bom, ficou ainda melhor na versão Storm (23,6°), facilitando a transposição de lombadas e outros obstáculos, combinada com a altura livre do solo de 200 mm. O ângulo de saída conserva a mesma medida da versão 4×2 (27,6°). Bom para valetas, lombadas e entradas de garagens, além de erosões de estradas de terra.

Por baixo do carro, nota-se que falta uma proteção para motor e câmbio. O filtro de óleo, compressor do ar-condicionado e duas mangueiras deste sistema estão bem baixos, e podem ser danificados se a parte inferior tocar alguma pedra, por exemplo.

O carro é 20 mm mais largo sem os espelhos (1.785 mm). Essa largura maior se deve ao posicionamento das rodas com off-set diferente — de 32,5 mm caso alguém tenha interesse em colocá-las em outro carro — mais para fora da carroceria (10 mm), mudança que foi acompanhada pelas molduras dos para-lamas.

A suspensão traseira, como no 4WD Freestyle anterior, usa sistema independente multibraço no lugar do eixo de torção do EcoSport de tração dianteira, já que a mais simples e barata não seria facilmente compatível com duas semiárvores trabalhando junto dela. Há barra estabilizadora também atrás. As molas passam a ser progressivas, com curva de funcionamento diferente para movimentos curtos e longos (lembrem-se das molas traseiras “barril” do Monza) e a dianteira ganhou 17 mm em curso. Como ocorre sempre com marcas respeitáveis, e feito magistralmente pela Ford, essas alterações requereram calibração de suspensão num todo, e o conjunto diminuiu as vibrações em 37% no volante nas baixas frequências e 19% nas altas. No banco do motorista, são 18% menos vibrações que no 4WD anterior.

Passando com as rodas sobre a tinta que demarca a borda do asfalto de algumas rodovias, e que está sendo feita com uma ranhura que provoca um ruído alto para acordar motoristas sonolentos, não é quase possível perceber vibração no volante. Nota dez.

Ao se dirigir nota-se que não é conversa de Marketing, mas trabalho bem-feito mesmo. É um dos carros mais confortáveis em pisos ruins que já experimentei, sendo muito pouco molestado por remendos em sequência que estão na rua ao lado de casa, e que servem como um de meus pontos de comparação de comportamento quando testo qualquer carro. Todos que andaram no carro, seja dirigindo ou como passageiros, disseram gostar muito do conforto, e apreciaram estar no Storm.

Além disso, a estabilidade em curvas é notável, ajudada pelas rodas traseiras também com “vida”, não sendo apenas puxadas pelas dianteiras.

 

Interior

Por dentro, as molduras em um laranja cobre também são as mesmas do modelo SES americano, mas acima do porta-luvas permanecem na cor preta, para não poluir demais o visual.

O carro nacional também não usa o revestimento dos bancos com tecido decorado com listras laranja na parte central, como o americano. Aqui, apenas as costuras são coloridas, uma decisão que deixa os mais afeitos a coisas diferentes um pouco decepcionados. O interior poderia ser mais alegre se fosse como o carro vendido no setor mais avançado do continente americano.

Para aumentar ainda mais essa sobriedade, o forro de teto tem a inacreditável ausência de cor, ou seja, é preto, bem como a moldura onde estão o porta-óculos,  as luzes internas e o comando do teto solar, tudo difícil de enxergar pela cor preta. Pode melhorar aqui, sem dúvida. Pode ser opinião pessoal, mas fica menos agradável que um forro claro, e diminui visualmente o espaço interno. O mais interessante foi um amigo que é fã absoluto de forros de teto pretos dizer que não ficou bom nesse carro.

Ao menos o Storm vem com teto solar, que abre totalmente ou apenas bascula, e tem cobertura fechada para impedir a entrada de sol. Lembro com saudades da cobertura do teto solar do Escort XR3 (tive dois deles) com aberturas para ventilação. Podia-se bascular o vidro e deixar a cobertura fechada, e mesmo assim, tinha-se passagem de ar, muito bom quando não se precisa ou não se quer ligar o ar-condicionado. Isso não é possível no EcoSport. É necessário correr a cobertura um pouco, abrindo uma fresta para permitir a passagem do ar, e isso permite que o sol entre.

 

Mecânica

Com o motor 2-litros Duratec Direct Flex, de injeção direta, o Storm ficou 28 cv mais potente que o antigo 4WD e ganhou 15% em torque: passou de 141/147 cv e 19/19,7 m·kgf para 170/176 cv e 20,6/22,5 m·kgf. A caixa automática 6F35, diferente das versões de 1,5 litro, pode ser comandada manualmente pelas borboletas no volante.

Para segurar o carro, freios a disco ventilados na frente e traseiros a tambor, com o obrigatório ABS e o EBA, iniciais, em inglês, de assistente de frenagem de emergência, que aumenta a pressão no sistema hidráulico acima de uma certa força aplicada pelo pé. Interessante a escolha por tambor atrás, em um carro topo de linha, mas não há nenhum problema e nem falta potência de frenagem.

Há um importante aviso na tampa do tanque e no manual. Utilizar um tanque de gasolina aditivada a cada 3 meses ou 5 mil km, para manter o sistema limpo. Depois de sete anos usando apenas gasolina aditivada, e de vez em quando álcool em um carro flex, posso dizer que é uma ótima recomendação, já que nunca precisei fazer limpeza de injetores em mais de 80 mil quilômetros. Apenas trocas de filtro, claro.

Não há sistema de injeção de gasolina para partida a frio para o caso de o veículo estar abastecido com álcool. O aquecimento deste é feito na galeria junto dos injetores, e se estiver muito frio, de 14 ºC para menos, uma luz-espia pede para se aguardar alguns segundos antes de apertar o botão de partida.

A chave de partida é eletrônica, não sendo preciso usar chave física nem para abrir as portas, nem para ligar o motor. Basta estar com ela no bolso o tempo todo, o que é ótimo sob todos os aspectos. As portas também podem ser travadas apenas tocando de leve um ponto ranhurado da maçaneta, estando com a chave próxima, como no bolso. Muito bom também.

A central multimídia SYNC 3 conta com tela de imagem muito nítida de 8 polegadas e recursos avançados e úteis. Além de conectividade rápida e fácil com Apple CarPlay e Android Auto, inclui comandos de voz para áudio, telefone e navegação com mapas do Brasil, item este que está desaparecido de muitos carros até mesmo mais caros. Que a Ford continue assim.

Já o computador de bordo, com tela no centro do quadro de instrumentos, tem dezenas de funções. É possível ver a distribuição de força para as quatro rodas em um gráfico simples mas bem preciso, pois mostra até um mínimo de força sendo passado às rodas dianteiras com o carro parado em Drive, quando se tem que segurá-lo com o freio devido ao creeping, o avanço lento sem acelerar. Também há regulagens de temporizadores de luzes internas e externas, informação de pressão dos pneus, e uma ótima capacidade de informar problemas, como bateria com pouca tensão, pressão de combustível baixa, potência reduzida se o motor aquecer demais, aviso de câmbio em fase de aquecimento para climas frios, aviso de câmbio muito quente em caso de abuso, aviso de parada imediata para o câmbio esfriar, aviso de água no combustível, entre muitos outros. Realmente bom saber que o carro pode cuidar de si, avisando os motoristas mais despreocupados se houver problemas.

A câmera de ré ajuda nas manobras, mas o estepe não é visível na imagem, e pode-se encostar em algum lugar. É preciso um pouco de treino para evitar uma esbarrada, prestando atenção na marcação em vermelho que aparece na tela. Esta permite que não se encoste o estepe em nada, mas é preciso obedecê-la cegamente.

Os faróis baixos de xenônio e altos de lâmpadas incandescentes são muito potentes, e os baixos tem uma distribuição de luz incrível, iluminando a pista, as laterais, como calçadas, de ambos os lados, mas com uma área que evita o ofuscamento de quem vem em sentido contrário. Arrisco dizer que seja um dos melhores que já experimentei

O controle de estabilidade pode ser desligado por botão no console, ajudando o motorista em caso de algum tipo de piso solto em que pode ser preciso patinar as rodas para evitar encalhes.

A capa do estepe, estilizada e feita em plástico de boa qualidade, vem parcialmente na cor do carro. Não é fácil de ser removida, o que colabora para evitar ação rápida de larápios, e as duas travas metálicas incluem furos para se colocar cadeados.

Sobre o gasto de combustível, rodei apenas com gasolina, e os números foram bastante variados, como ocorre com qualquer carro quando se passa por situações bem diversas.

Em estradas de velocidade mais elevada, 110 ou 120 km/h, andando com o pé bem educado e tentando gastar pouco, consegui 13,9 km/l em trecho de pouco mais de 30 km, com ar-condicionado ligado e temperatura externa acima de 30 °C. Já medindo em um trecho mais longo, de quase 80 km, a média caiu para 11,5 km/l, incluindo paradas para pedágio.

Em rodovia de maior movimento e quase nenhuma distância plana, 11 km/l em 30 km medidos.

Nas ruas congestionadas e com semáforos em excesso, o pior número foi de 4,6 km/l, melhorando para 8,5 km/l em trânsito leve e poucos semáforos, e ótimos 7,8 km/l em via expressa com muito anda e para. Todas medições com ar-condicionado ligado.

O Storm chama atenção nas ruas. Seu visual não é para quem quer passar despercebido. Muitos poderão achar exagerados os enfeites, mas o fato é que se a intenção foi atrair olhares, o objetivo foi atingido. Foi bom utilizar  conceito do nome da versão na grade em tamanho grande, como foi criado para o F-150 Raptor.

O EcoSport continua sendo muito agradável de dirigir, e com esse motor de 2 litros faz bonito quando se precisa de aceleração. O melhor mesmo é o conforto de rodagem e a estabilidade, bem como o isolamento acústico, com a mínima passagem de vibrações aos ocupantes, melhor até do que em carros muito mais caros, um ponto a ser exaltado pela Ford.

Assista o vídeo:

JJ

FICHA TÉCNICA FORD ECOSPORT STORM 2,0 4WD 2019
MOTOR
Denominação 2,0 Duratec Direct Flex
Tipo 4 cil. em linha, transversal, bloco de ferro fundido e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas, corrente, 4 válvulas por cilindro
Diâmetro e curso (mm) 87,5 x 83,1
Cilindrada (cm³) 1.999
Taxa de compressão (:1) 12
Comprimento da biela (mm) 146,25
Relação r/l 0,284
Potência máxima (cv/rpm, G/A) 170/176/6.500
Torque máximo (m·kgf/rpm, G/A) 20,6/22,5/4.500
Rotação de corte (rpm) 6.850
Formação de mistura Injeção direta
TRANSMISSÃO
Rodas motrizes Nas quatro rodas, sob demanda, normal dianteiras
Câmbio Automático epicíclico, 6 marchas à frente e uma à ré
Relações das marchas (:1) 1ª 4,584; 2ª 2,964; 3ª 1,912; 4ª 1,446; 5ª 1.000; 6ª 0,746; ré 2,943
Relação de diferencial (:1) 3,510
SUSPENSÃO
Dianteira Independente, McPherson, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
Traseira Independente, multibraço, mola helicoidal e amortecedor pressurizado
DIREÇÃO
Tipo Pinhão e cremalheira, eletroassistida, indexada à velocidade
Relação de direção n.d.
Número de voltas entre batentes 2,6
Diâmetro mínimo de curva (m) 10,6
FREIOS
Dianteiros (Ø mm) Disco ventilado/n.d.
Traseiros (Ø mm) Tambor/n.d.
Controle ABS (obrigatório), distribuição eletrônica das forças de frenagem e assistente à frenagem
RODAS E PNEUS
Rodas Alumínio, 7Jx17
Pneus 205/50R17W (Michelin Primacy 3)
CONSTRUÇÃO
Tipo Monobloco em aço, suve 4-portas, cinco lugares, subchassi dianteiro
AERODINÂMICA
Coeficiente de arrasto (Cx) 0,35
Área frontal calculada (m²) 2,39
Área frontal corrigida (m²) 0,83
DIMENSÕES (mm)
Comprimento incluído o estepe 4.357
Largura (sem/com espelhos) 1.785/2.057
Altura 1.693
Distância entre eixos 2.519
Altura livre do solo 200
CAPACIDADES (L)
Porta-malas 362 (1.178 com banco traseiro rebatido)
Tanque de combustível 52
PESOS (kg)
Em ordem de marcha 1.469
Bruto total 1.845
Carga útil 376
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h, s G/A) n.d./9,5
Velocidade máxima (km/h, G/A) 180, limitada
CONSUMO DE COMBUSTÍVEL INMETRO/PBVE
Cidade (km/l, G/A) 8,8/6,1
Estrada (km/l, G/A 12/8,3
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 última marcha (6ª, km/h) 44,5
rpm a 120 km/h em 6ª 2.700
rpm à vel. máxima em 5ª 5.420

 

EQUIPAMENTOS FORD ECOSPORT STORM 2,0 4WD 2019
TECNOLOGIA
Alto-falantes (9)
AppLink
Assistência de emergência
Câmera de ré
Chave com sensor de presença: acesso inteligente e partida sem chave
Comandos de voz para funções de áudio, telefone e navegador
Computador de bordo
Conectividade Car Play e Android Auto
Conexão Bluetooth
Controlador automático de velocidade de cruzeiro
Controle ativo da grade do radiador
Controles de áudio no volante
Entrada USB
Espelho retrovisor interno eletrocrômico
Leitura e envio de mensagens SMS
Limpador de para-brisa com temporizador e velocidade variável
Navegador
Rádio AM/FM
Sensor crepuscular
Sensor de chuva
Sony Premium Sound
Sync3
Tela de LCD de 4,2 pol. configurável no painel de instrumentos
Tela de LCD de 8 pol. tátil no painel central
SEGURANÇA
Abertura e fechamento global de portas, vidros e teto solar
Abertura elétrica da portinhola do bocal de abastecimento de combustível
Acendimento automático do pisca-alerta após frenagem de emergência
Alarme antifurto volumétrico
Alerta de manutenção programada por tempo e/ou quilometragem
Assistente de frenagem de emergência
Assistente de partida em rampas
Aviso de cintos dianteiros não atados
Bolsa infláveis frontais (obrigatórias), laterais, de cortina e de joelhos para o motorista (total sete)
Cintos de segurança dianteiros com ajuste de altura de ancoragem
Cintos de segurança traseiros de três pontos para todos os ocupantes
Controle de estabilidade anticapotagem
Controle de estabilidade e tração AdvanceTrac
Engates Isofix para dois bancos infantis com fixação superior
Faróis de neblina
Faróis de xenônio com máscara negra
Freios ABS (obrigatório) e distribuição eletrônica das forças de frenagem
Imobilizador de motor (sistema PATS da Ford)
Luz de acompanhamento do deixar veículo (pelo faróis)
Monitoramento da pressão dos pneus
My Key (chave programável com funções de segurança)
Repetidoras de setas nos espelhos
Retrovisores externos asféricos (com dois raios de curvatura)
Retrovisores externos com ajuste elétrico
Sensor de estacionamento traseiro
Trava elétrica nas portas
Trava para crianças nas portas traseiras
Travamento automático das portas ao atingir 15 km/h
Travamento dos vidros traseiros pelo motorista
INTERIOR
Acionamento elétrico dos vidros um-toque para abrir e fechar
Ajusta lombar do banco do motorista
Ajuste de altura do banco do motorista
Ajuste de altura e distância do volante de direção
Apoios de cabeça dianteiros e traseiros com regulagem de altura
Aquecedor
Ar-condicionado automático e digital
Aviso da faróis ligados
Aviso de portas entreabertas
Bancos revestidos em couro preto Ebony
Bolsa porta-revistas no dorso do banco do passageiro
Console central com porta-objetos
Console de teto com porta-óculos
Descansa-braço integrado ao console central
Desembaçador do vidro traseiro
Encosto do banco traseiro bipartido e rebatível
Ganchos para sacolas no porta-malas
Iluminação no porta-luvas e porta-malas
Luz de cortesia
Luz de leitura
Para-sóis com espelho
Porta-malas com fechadura elétrica
Sobretapetes de borracha
Tomada 12 V
Volante de direção revestido em couro
EXTERIOR
Aplique preto nas colunas das portas
Capa do estepe rígida
Carcaça dos retrovisores externos em cinza (cinza Dark London)
Estrado (rack) de teto com barras transversais
Faróis com acabamento cromado e escurecido internamente
Ganchos para reboque dianteiro e traseiro
Grade do radiador personalizada Storm (carbon black)
Kit Storm (aplique frontal/traseiro e adesivos frontais e laterais
Lanternas traseiras fumês
Limpador e lavador do vidro traseiro
Luzes de rodagem diurna (DRL) em LED
Maçanetas externas em cinza (cinza Dark London)
Moldura do farol de neblina em preto
Para-choques na cor do veículo
Teto solar elétrico

Agradecimento
Jun Centro Automotivo, posto credenciado Bosch, pelo empréstimo do elevador para as fotos. Telefone: (11) 3742-4031

 

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