No último rali de regularidade de Interlagos em 16 de dezembro último, prova promovida pelo Jan Balder, tivemos o prazer de conhecer pessoalmente o nosso leitor Rodrigo que participou da prova de regularidade com seu Chevrolet Opala cupê 4100.

Nessa oportunidade ele nos contou sobre o seu outro carro, um Reliant Robin, que ele tem na Inglaterra, onde mora. Mas além de nos falar sobre o seu carro, ele fez um relato de como o teste do Ferrari F40 feito pelo Bob Sharp para a Quatro Rodas, há pouco mais de 25 anos, foi importante para ele.

Como ele nos enviou a história através de um vídeo, resolvemos manter o formato original, contada por ele mesmo. E quem quiser saber como anda o Robin, mais abaixo há um outro vídeo do Rodrigo rodando com seu “brinquedo” de três rodas. Há também mais vídeos no canal AutoClandestinos, feito pelo Rodrigo.

Bob, o leitor Rodrigo e seu Opala

AE/PK

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  • Foi legal mesmo! Obridado por compartilhar a história! Muito bacana saber que tem um Reliant Robin rodando por aí! Nunca imaginei algo assim. Por favor não faça o que o Clarkson fez há tempos lá no Top Gear! O Clarkson é engraçado, mas trata muito mal os carros.

    • Programador Maldito

      Pelamordedeus! Me dá dor no coração cada vez que vejo eles destruindo um carro!!!

    • Marcelo Conte

      Gostei do formato do carro do leitor em vídeo.

  • Wendel Cerutti

    Eu tenho a Quatro Rodas com esse teste.

  • Programador Maldito

    Eu também!!!

  • Marcelo Conte

    Muito legal, Rodrigo. Assim como você tenho essa admiração pelo Bob Sharp devido a sua história no automobilismo e jornalismo. Me recordo das várias reportagens assinadas por ele, bem como sua maneira precisa e agradável de escrever. Também é especial para mim quando tenho a oportunidade, mesmo que virtual de conversar com o Bob Sharp. Também tive a felicidade de conhecê-lo pessoalmente no Torneio do Jan em dezembro/2016 e registrar o momento com uma foto. Realmente é uma pessoa incrível e humana, assim como todos os amigos do AE que eu tive a oportunidade de conhecer como o Paulo Keller, Alexander Gromow e o Wagner Gonzalez.

  • Heloi, [:-)

    • Heloi De Souza Freitas

      Tmj Bob, *_*

  • Ronaldo, eu indo a Fortaleza lhe procuro. Escrevo-lhe antes.

    • Aguardo ansiosamente, Bob! E eu indo a São Paulo, se tudo correr bem, em abril para uma feira de tecnologia, lhe aviso também.

      • Ótimo, Ronaldo, que você venha mesmo.

  • Caro Rodrigo, emociona ver como trata com respeito e carinho o meu, o nosso, amigo Bob. É curioso como essa edição da F40 foi marcante. Todos se lembram dela. Escolheram o sujeito certo para pilotar e escrever sobre o maior ícone da época. Outro não faria melhor, nem uma coisa nem outra. Agora, sobre esse seu Reliant, Confiante, o ronco dele está certo? É para ser assim mesmo, ou ele está precisando de um acerto? Me pareceu que estava com excesso. Esqueceu o afogador puxado? Quanto ao Top Gear, é só um programa humorístico que usa os carros como escada, só isso. Não é para ser levado a sério. Se o encararmos assim, é bom. Eu gostaria bastante se você desse uma certada nesse motor do Reliant e depois gravasse um vídeo com ele afinadinho e esticando a fundo essas marchas. E não precisa forçar nas curvas, por favor, que não quero te botar em encrenca. Parabéns!

    • Programador Maldito

      Olá, Arnaldo, o Robin realmente não está 100%. Porém aqui na Inglaterra a hora do mecânico é tão cara como hora de médico e advogado. Infelizmente vou continuar rodando assim mesmo, pois pelo menos está funcionando. Quem sabe daqui uns 4 anos, quando ele completar 30, eu não faça uma grande besteira…

      • Velas novas, colocar o motor no ponto e afinar a carburação,.Só isso. Se a grande besteira não incluir a venda desse carro legal, tudo bem. Adorei ele. O duro é escapar dos buracos. Uma das 3, pega.

        • Programador Maldito

          Isso é outro detalhe curioso do carro. Ele é um “scanner” de buraco. Nao dá pra “engolir” o buraco entre as rodas. Outro problema é que o meio das faixas de rolamento geralmente é um asfalto ruim e sujo de óleo, prejudicando a frenagem. Andar com esse carro é realmente uma experiencia.

    • Basil Sandhurst

      Arnaldo, infelizmente o Top Gear (e seu sucessor o GranTour) até na veia cômica estão errando com um estrelismo excessivo.
      Uma pena.
      Imagina se o canal do AE contasse com com pelo menos 15% daquele orçamento? O que não sairia de material bacana?
      Abs

  • Também acho muita apelação. Mas os caras também fazem cada coisa bacana! Como o primo disse no comentário dele é um programa humorístico que se apoia na nossa paixão.

    • Mr. Car

      Não rola, Keller, não consigo engolir aqueles sujeitos, de forma alguma. E ainda por cima sou passional, quando não gosto, não gosto mesmo, he, he!
      Abraço.

  • Matheus Ulisses P.

    Não há como não se lembrar do Mr. Bean, apareceram Robin em vários episódios.
    Deve ser uma delícia de dirigir esse carrinho, ainda mais sendo inglês. Amo carrinhos clássicos e excêntricos como esse!

  • Diplo86

    Emocionante sua história, Rodrigo. Só quem viveu aquela época entende o quanto ansiávamos pela chegada de nossas revistas favoritas. E como viajávamos com as reportagens. Eu particularmente gostava muito da Duas Rodas e dos textos do Josias Silveira e Gabriel Marazzi. Até hoje lembro de muitas reportagens marcantes, como a da CBX750 ou da VMAX1200, em que o Josias testou sem capacete (pois não podia deixar a gente sem aquela reportagem).
    Desejo muito sucesso para você e que possa continuar realizando os sonhos da adolescência com os automóveis.
    E parabéns ao Bob Sharp por todo seu legado e por continuar nos autoentusiasmando.

  • Programador Maldito

    Opa, mostra as fotos sim.

  • Braulio Stafora

    O AutoClandestinos é genial! Divirto-me muito com ele, e obviamente, aprendo muita coisa também. Quanto ao Robin, parece-me que para capotar precisa acionar os freios com alguma força durante uma curva. Mais do que provar que esse efeito de transferência de inércia existe, o vídeo do Clarkson deixou a impressão de um carro absurdamente sólido: capotou umas dez vezes, e sobreviveu com menos danos que alguns outros modelos tomariam em uma batidinha de estacionamento.
    Olhando para a estrutura do carro e pensando que ela teria que lidar com menos de um quarto da energia cinética de um carro atual, acho até que é mais fácil ele se sair bem num crash-test que acertar os 40% da área frontal… https://uploads.disquscdn.com/images/53e90bfc96f23ed5b3323d1d63c17eef6c7bae25c4d9bb6d7985de4a6a11d1f9.jpg

  • Fernando Bento Chaves Santana

    O Robin é um carrinho muito carismático. Gosto bastante.
    Tem identidade única. É facilmente reconhecido mesmo por quem não seja autoentusiasta. É um dos três modelos que são sinônimos de veículos de três rodas – os outros dois são o Morgan Three Wheeler e o Piaggio Ape.

    Atualmente os produtos nostálgicos são muito apelativos junto ao mercado e me espanta o fato de até hoje nenhuma empresa se interessar por fazer uma releitura do carrinho. Pois é um produto que detém uma imagem muito forte e positiva – um ícone nacional britânico e da industria automobilística. Um novo Robin com tecnologia atual poderia ser um carro interessante para os grandes metrópoles.

  • Heloi, igualmente. Estamos planejando um evento AE. Avisaremos.