Foi em maio de 2013 que testei o New Fiesta na mesma configuração mecânica que este Titanium Plus: o motor Sigma de 1,6 litro e câmbio robotizado de dupla embreagem, então e até bem recentemente chamado de PowerShift. Hoje, após melhorias, a Ford se valeu do eufemismo para rebatizá-lo “sequencial de seis velocidades” .

Carro macio, rápido e veloz. Tem tudo para agradar um auetoentusiasta.

Entre as mudanças no câmbio, além das de ordem mecânica que o livraram de alguns problemas como o insistente vazamento de óleo lubrificante para as embreagens, houve sensível melhora na programação, que já era boa e ficou melhor. Eu diria que o modo Drive ficou mais “calmo” nas trocas — embora com acoplamento das embreagens mais positivo — o que favorece conforto e economia, e o modo Sport está uma perfeição para o dirigir rápido, principalmente para quando se deseja subir ou descer uma serra sinuosa em ritmo mais forte.

Apesar da última versão do New Fiesta datar de 2013, este Ford continua atraente

Na descida ele percebe a inclinação e dependendo da intensidade da frenagem ele reduz uma ou mais marchas. Por exemplo, com freada mediana ele reduz o suficiente para que se faça a curva com freio-motor mediano. Com freada forte, no momento certo ele reduz mais marchas e a curva é feita com giro bem alto, algo como 5.000 rpm ou mais, com forte freio-motor, e não solta a marcha, segura-a durante toda a curva e só a sobe após a aceleração mais forte subsequente.  Como se vê, ele entende e automaticamente acompanha o ritmo imposto, seja o modo calmo, o mediano ou o rápido de verdade. Muito bom.

Com essa eficiência as trocas manuais são praticamente dispensáveis. Para serem feitas continua o sistema de tecla bidirecional no pomo da alavanca de câmbio (para cima sobe marcha, para baixo, reduz), o suficiente para selecionar a marcha desejada, por exemplo, para obter freio-motor;  não há borboletas no volante para essa finalidade, e não fazem falta.

Nas reduções pela tecla, mesmo em Drive, há aceleração interina automática que chega a mais de 5.500 rpm, para trocas sem tranco, perfeitas. Por sinal, acelerando a pleno as marchas sempre sobem quando a rotação atinge 6.500 rpm — exatamente a de potência máxima — , seja em Drive, Sport ou as marchas terem sido selecionadas manualmente. No modelo que testei em 2013 essas mudanças ocorriam a 6.200 rpm. A impressão é que ele está “andando” mais, acelerando mais, e isso é real, já que ganhou potência com essas 300 rpm a mais. Só agora é que o motor pode, de fato, produzir sua potência máxima de 125/128 cv, o que não acontecia antes (125/130 cv a 6.500 rpm). Ele está bem rápido. Não se passa vontade com ele.

Detalhes da alavanca de câmbio, tecla de trocas manuais no lado esquerdo da manopla; tomadas USB e e de energia; bastante porta-objetos

Mais importante, por ser um câmbio de dupla embreagem as trocas são bem mais rápidas do que qualquer robotizado  monoembreagem. Comporta-se quase como um bom e moderno epicíclico, com a vantagem de não aumentar o consumo quando comparado a um câmbio manual, coisa que ainda ocorre com os epicíclicos, mesmo que de maneira discreta.  E, naturalmente, tem creeping, o avanço lento ao tirar o pé do freio.

Sua 6ª e última marcha está correta – nem curta nem longa demais – para o conjunto. A 120 km/h reais o motor está a 3.140 rpm. E ele viaja silencioso. O carro em geral está nitidamente melhor nesse aspecto que o antigo. Entre os da categoria é o que me parece de rodar mais macio. E nem por isso é mole. Na verdade, é uma referência quanto a comportamento, pois é bom de curva, seja de baixa ou de alta, seja em piso ruim ou bom, bastante neutro. A direção eletroassistida é muito precisa.

Para os, como eu, apreciadores do irmão maior Focus, eis aí um “mini-Focus”, que, como ele, consegue ter um ótimo comportamento esportivo sem sacrificar o conforto a bordo. É um bom estradeiro, muito agradável. Ao fim de uma viagem desce-se dele inteiro.

A Ford não divulga dados de desempenho, mas a estimativa é que faça o 0 a 100 km/h em torno dos 11 segundos e atinja máxima de 190 km/h (estimada) em 5ª, a 6.150 rpm. O Cx é 0,33, razoável para um hatchback, e o peso, 1.178 kg, o que resulta na relação peso-potência de 9,4/9,2 kg/cv.

O alcance das marchas a 6.500 rpm é 44 km/h em 1ª, 71 em 2ª, 108 em 3ª, 153 em 4ª e 190 km/h (estimado) em 5ª.

Bom motor Sigma 1,6-l entrega 125/128 cv a 6.500 rpm, e é suave, silencioso e econômico; sua concepção é moderna, faltando-lhe apenas injeção direta

É bem econômico. Na estrada é fácil obter acima de 15 km/l (o carro estava com gasolina), mesmo rodando a 120 km/h reais. Em trecho de 110 km/h fez 17,5 km/l. Na cidade é comum mais de 10 km/l. O consumo oficial Inmetro/PBVE é 11,2/7,8 km/l na cidade e 14,9/10,3 km/l, na estrada. Com esses números, o tanque de 51,6 litros lhe dá grande autonomia, mais de 750/500 quilômetros.

A suspensão é McPherson na frente e eixo de torção atrás. Freios, a disco ventilado na dianteira e a tambor, na traseira. Os pneus são 195/50R16. Todo o sistema é simples e bem calibrado. Há controle de estabilidade e tração, o primeiro bem pouco invasivo, na dose certa. É daqueles carros  em que a canção do imortal Tom Jobim, “Se todos fossem iguais a você…”, nos vem à mente ao dirigi-lo.

Braço de suspensão dianteira exatamente na horizontal indica geometria correta e é uma das razões do bom comportamento deste Fiesta

O volante ajustável em altura e distância, num amplo campo, é relativamente pequeno e tem boa pega, especialmente para os polegares. A direção eletroassistida é rápida e mostra perfeita indexação à velocidade, para “peso” ideal do volante em qualquer condição. O banco do motorista tem ajuste de altura e bastante curso frente/trás e por isso logo se acha a posição ideal de dirigir; os cintos dianteiros contam com ajuste de altura de ancoragem nas colunas.

Ar-condicionado automático; detalhe da tecla bidirecional de acionamento manual do câmbio

A única coisa que ainda incomoda é o console central que, duro e invasivo, tem uma quina meticulosamente colocada para ficar roçando no osso do joelho. Ao ler a avaliação do Carlos Meccia no evento de lançamento desse New Fiesta no Campo de Provas da Ford, em Tatuí, SP (leia mais detalhes desse New Fiesta), me confortou saber que o mesmo acontece com ele. Pensei que era só comigo, já que achava inconcebível que ninguém da Ford o tivesse notado.

No banco traseiro o espaço para as pernas é restrito, porém o banco é anatômico, confortável. Se os da frente tiverem um pouco de consideração e levarem seus bancos um pouco à frente, os de trás terão razoável conforto. Digo isso porque há casos de se ter espaço de sobra e mesmo assim faltar conforto.

A capacidade do porta-malas está na média da categoria, 281 litros. Para facilitar a configuração de passageiros e bagagem o encosto do banco traseiro é dividido 60:40.

Mochila do laptop, internet e um micro-ondas: tudo o que um homem moderno precisa cabe no porta-malas

O carro, felizmente, não aderiu à moda dos “altinhos”. Não é alto de carroceria (1.464 mm) nem teve sua suspensão erguida. A visibilidade geral é boa. Tem câmera de ré para ajudar em manobras, porém a ausência dela não aflige ninguém que não esteja com torcicolo, pois o carro é pequeno e prático. Além do mais tem sensores sonoros de distância. Os mostradores são de fácil leitura e os comandos são práticos e intuitivos, descomplicados. Faz mais de século que a Ford faz carro e agrada saber que não se deixa levar por modismos.

Navegador em tela tátil; tem toca-CD, algo fora de moda, porém ainda útil

 

MOTORES PARECIDOS

O que causa estranheza é a Ford ter três motores dentro de uma mesma faixa de cilindrada, potência e finalidade, e todos os três bons motores, com alta potência específica, elásticos, modernos e econômicos. São este Sigma aspirado de 1,6-l (125/128 cv), o EcoBoost turbo de 1,0 litro (125 cv) e o novo 1,5-l tricilindro de 130/137 cv do novo EcoSport de todas as versões menos a Titanium. Está sobrando motor aí. Dirigi o EcoSport com o tricilindro e preferi este 4-cilindros de 1,6-l por ser mais suave e silencioso, e não “descobri” no 1,5-l maior potência, elasticidade ou significativo menor consumo.

Este Sigma 1,6-l daria bem conta de todos esses modelos. Tanto é que ainda é o escolhido para equipar o Focus de entrada, um carro mais pesado, em que leves modificações já elevaram sua potência para 131/135 cv a 6.500 rpm e torque para 16,2 m·kgf a 3.000 rpm e 16,7 m·kgf a 5.250 rpm. No Focus, que já testei, ele se mostrou ligeiro e econômico, além de suave. Já no New Fiesta ele entrega 125/128 cv a 6.500 rpm e 15,8 m·kgf a 4.250 rpm/16 m·kgf a 5.000 rpm.

 

Outras novidades são reforços na estrutura para aumentar a proteção em impactos laterais e recalibração de amortecedores com objetivo de aumentar o conforto. Tem sete bolsas infláveis, sistema inercial de destravamento automático das portas no pós-impacto, coluna de direção e pedais deformáveis, engates Isofix para dois bancos infantis, acendimento automático das luzes de alerta após frenagem de emergência, apoio de cabeça para todos os ocupantes, e cintos de segurança dianteiros com pré-tensionadores.

Farol  de duas parábolas com desenho bem-elaborado ilumina bem

O sistema de conectividade multimídia SYNC3, com tela tátil de 6,5 polegadas, é compatível com Apple CarPlay e Android Auto e há duas entradas USB.  Conta também com sistema de reconhecimento de voz, nova interface gráfica e recebimento de ligações e mensagens de SMS. O SYNC3 dispõe também da Assistência de Emergência, que faz uma ligação automática ao serviço de urgência, Samu, através de um celular conectado, caso o acidente ocasione o acionamento das bolsas infláveis ou o corte da bomba de combustível.

Detalhe do desenho da traseira

O preço do Titanium Plus testado, que é a versão mais completa, é R$ 75.190, mas o New Fiesta de entrada, o SE Style 1.6, custando R$ 59.590 (R$ 18.600 a menos), com câmbio manual, já vem equipado o bastante e também é uma boa pedida, pois tem o mesmo e exemplar comportamento. Veja todos os preços na matéria do dia do anúncio do lançamento.

Apesar do espaço para os passageiros do banco traseiro não ser adequado, admitido pela própria Ford, o Novo Fiesta 2018 mantém elevada atratividade, especialmente para quem faz do dirigir uma manifestação do autoentusiasmo.

AK

FICHA TÉCNICA NEW FIESTA TITANIUM PLUS AT 2018
MOTOR
Denominação Ford Sigma 1.6 16V TiVCT Flex
Tipo 4 cilindros em linha, transversal, bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas, correia dentada, variador de fase na admissão e escapamento, coletor de admissão variável, 4 válvulas por cilindro
Diâmetro e curso (mm) 79 x 81,4
Cilindrada (cm³) 1.597
Taxa de compressão (:1) 12
Potência (cv/rpm, G/A) 125/128/6.500
Torque máximo (m·kgf/rpm, G/A) 15,8/5.000/16/4.250
Rotação máxima (rpm) 6.720
Formação de mistura Injeção eletrônica sequencial no duto
TRANSMISSÃO
Câmbio Transeixo com câmbio robotizado de 6 marchas + ré,  dupla embreagem, trocas de marchas sequenciais, tração dianteira
Relações das marchas (:1) 1ª 3,917; 2ª 2,429; 3ª 1,436; 4ª 1,021; 5ª 0,867; 6ª 0,702; ré 3,507
Relações de diferencial 1ª, 2ª, 5ª e 6ª: 4,105 – 3ª, 4ª e ré: 4,588
SUSPENSÃO
Dianteira Independente, McPherson, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
Traseira Eixo de torção, mola helicoidal e amortecedor pressurizado
DIREÇÃO
Tipo Pinhão e cremalheira, eletroassistida indexada à velocidade
Relação de direção (:1) 14,3
Diâmetro mínimo de curva (m) 10,1
FREIOS
Dianteiros (Ø mm) Disco ventilado/n.d.
Traseiros (Ø mm) Tambor/n.d.
Controle ABS (obrigatório), distribuição eletrônica das forças de frenagem e assistência à frenagem
RODAS E PNEUS
Rodas Alumínio, 6,5Jx16
Pneus 195/50R16H
CONSTRUÇÃO
Tipo Monobloco em aço, hatchback 4-portas, cinco lugares, subchassi dianteiro
AERODINÂMICA
Coeficiente de arrasto 0,35 (est)
Área frontal calculada (m²) 2,01
Área frontal corrigida (m²) 0.703
DIMENSÕES (mm)
Comprimento 3.969
Largura (sem/com espelhos) 1.722/1.976
Altura 1.464
Distância entre eixos 2.489
CAPACIDADES (L)
Porta-malas 281
Tanque de combustível 51,9
PESOS (kg)
Em ordem de marcha 1.178
Carga útil 377
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h (s, G/A) n.d./11 (est)
Velocidade máxima (km/h, G/A) n.d./190 (est)
CONSUMO INMETRO/PBEV
Cidade (G/A, km/l) 11,2/7,8
Estrada (G/A, km/l) 14,9/10,3
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 última marcha (km/h) 38,2
rpm a 120 km/h em 6ª 3.140
rpm à veloc. máxima em 5ª 6.150
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  • ussantos

    Como ex-dono de um Fiesta RoCam, digo que os dois pontos que incomodam nesse novo Fiesta é o painel e o espaço interno apertado.

    • Eskarmory .

      Sacrificaram o espaço em prol do desenho matador…

  • Paulo Júnior

    Acho este carro lindo, gostoso de dirigir, mas não gostei nada da forma como foi colocada esta central. Parece adaptada. Achei horrível. Outra crítica é o espaço traseiro típico de subcompactos (Mobi e Kwid, acho menor até que o up), mas como não tenho filhos, seria um candidato. Mas esse carro merecia a atualização que sofreu na Europa. Preço de Polo Highline em um carro de projeto defasado complica… A briga com Argo, HB20 e Polo fica muito ruim pro Fiesta. E esse câmbio finaliza o “não entendo”. A própria Ford substituiu ele no Ecosport e manteve no Fiesta…

    • Davi Reis

      No mundo ideal o Powershift é bem melhor que o automático do EcoSport, o problema é confiar na Ford depois de afirmarem tantas vezes que o problema estava resolvido.

    • Thales Sobral

      Rapaz, chamar o projeto desse carro de “defasado” é sacanagem. Se puder elencar os motivos que o levam a ser “defasado” eu gostaria de saber…

      • Eu também, Thales.

        • AMB

          Arnaldo Keller, os consumos obtidos no teste foram com ar condicionado ligado o tempo todo?
          Desde já agradeço.

          • AMB, sim, com ar ligado.

          • AMB

            Arnaldo, obrigado pela resposta.
            Então, 17,5 km/l a 110 km/h é excelente.
            Não lembro de nenhum carro 1,6 automático que faça isso.

          • AMB, essa é uma das vantagens do câmbio robotizado. O consumo é praticamente o mesmo de um com câmbio manual, e quando este manual é bem dirigido.
            E tem mais, se nossa gasolina fosse só gasolina mesmo, faria mais de 20 km/l.

      • Eduardo Edu

        Agora entendo por que temos tantos carros defasados à venda. Porque tem quem não se importe com isso. Se ele foi atualizado na Europa, o que nós temos aqui? Perto do Polo, que tem um projeto extremamente atualizado e alinhado com o europeu, é muita vontade para querer levar o Fiesta.

        • Eduardo Edu, desde 2014 não havia Polo à venda e havia o Fiesta. Lembre-se também que muitos são fiéis à marca de que gostam.

        • AMB

          O Polo brasileiro não é exatamente igual ao Europeu, lá ele tem 7 air bags aqui somente 4, entre outros itens.
          Os Polos 1.0 e 1.6, não tem nem como opcional: retrovisores elétricos, faróis de neblina, direção com ajuste em profundidade, para ficar em alguns.
          Acredito que todos os carros desse segmento tenham as suas qualidades, uns em alguns pontos, outros em outros pontos.
          Há produto para todos os gostos e preferências.
          Eu ficaria satisfeito com Argo, Polo ou Fiesta, sem qualquer preconceito.

          • Marcio

            Eu já acho o desenho do nosso 208 mais bonito que o já bonito Fiesta. E outro dia estava olhando a rua da janela do escritório e vi um C3 com aquele para-brisa panorâmico, de cima me pareceu muito chique! Com tantas opções nesse segmento, me espanta que a conversa sempre caia em Argo x Polo. Me parece que na mente do consumidor VW x Fiat é mais forte que Fla-Flu, mesmo com a GM liderando o mercado.

          • AMB

            Concordo, de fato o 208 é muito bonito. O que não curti foi a PSA retirar as barras laterais das portas, isso para mim foi um grande erro. Também fazem falta controle de tração e de estabilidade e o assistente em rampa. Poderia também ter mais air bags, só dois nessa categoria é pouco. Enfim, um carro bacana mas que precisa evoluir em segurança. Obs.: sei que o 208 THP é mais equipado, mas ele é pouco representativo em vendas na linha 208.

          • Rinno Di Jenno

            O povo vive dizendo que quer carro em sintonia com a Europa, mas na hora de comprar, nem lembra que Peugeot existe. Eu tenho um Fiesta, mas o 208 é uma das poucas opções à altura.

        • Rinno Di Jenno

          O Europeu usa o mesmo “projeto”, se você preferir, usa a mesma plataforma…

      • Paulo Júnior

        Ok.
        Se observarmos o conceito de defasagem, veremos que se trata de algo em atraso, descompasso. A partir do momento em que existe uma geração sendo vendida, como na Europa, este modelo está sim defasado.
        Levando em consideração o preço, bem como a categoria que está brigando, também está defasado, exceto na motorização. Hoje, por R$ 75.000,00, ele briga com Polo Highline e Argo HGT, e, principalmente em espaço, qualidade de montagem e acabamento, está sim defasado.
        Agora estar defasado não significa ser ruim, longe disso, é excelente. São situações BEM diferentes, e, tirando os problemas do câmbio e falta de confiança na marca após os problemas destes câmbios, apesar de eu acreditar que, de fato, tenham sido solucionados, é um excelente carro.

        • Paulo Júnior, por isso digo que defasagem é mera referência.

      • Rinno Di Jenno

        Concordo Thales, o novo modelo europeu usa o mesmo projeto, aliás, é quase exagero chamá-lo de geração nova. Geração nova mesmo foi a transição do BE91 para o MK6 (com lanternas traseiras na coluna), ou desta para a atual que temos aqui.

    • Douglas

      Paulo, parece que pegaram aqueles televisores antigos de 5 polegadas e colocaram em cima do painel.
      https://http2.mlstatic.com/tv-5-polegadas-com-radio-am-fm-marca-sunkyong-D_NQ_NP_888067-MLB26188557162_102017-O.jpg

    • Sandro Carlos Oziel Rodrigues

      Amigo poderia me dizer porque o projeto desse carro é desfasado? Rodo semanalmente com o meu New Fiesta quase 1000km em estrada e o carro é perfeito. Em quase 90000 km só apresentou manutenção básica de qualquer carro. É rápido, seguro, faz muita curva em alta velocidade, excelente acabamento interno ( o meu é o mexicano que é vendido nos EUA e Canadá) , controles de todo tipo, desenho atualissimo que fazem os outros hatchs envelhecerem ao lado dele, a direção é precisa, sendo leve em manobras em baixa velocidade e com peso correto em altas velocidades. Sinceramente é um projeto muitíssimo atual e moderno. Peca somente ao meu ver a falta da injeção direta de combustível!

  • Diogo

    Esse é o carro para comprar a versão 2017, com bons descontos e financiamento taxa zero. A versão 2018 não vale o preço cobrado. E nem o 2017, a preços de tabela. As atualizações sofridas pelo Fiesta não valem o preço cobrado a mais.

    • Francisco

      Não mesmo. Como assim R$ 61.090 pelo SEL??? Cadê aquele custo x benefício de quando foi nacionalizado???
      Minha tia está interessada em um, mas o preço afasta. Até o custo x benefício do FIT DX tá melhor.

      • Diogo

        Aí é que está o segredo da coisa. Nessa xepa dos modelos 2017, consegue-se bons descontos. Troquei o 1,5 SE 2014 que eu tinha por um 1,6 SEL 0-km 2017 há dois meses, por R$ 56.000, já com pintura metálica. O Fiesta, a preço de tabela, é caro.

      • Francisco, quem quer Fit compra Fit. Quem quer Fiesta compra Fiesta.

  • carloscomp

    Uma vez, na Ford, entrei neste carro e me sentir realmente apertado ali dentro, foi o carro que me passou a sensação de ser o menor que eu entrei.

    • Mineirim

      Mesma coisa comigo. Em 2011 fui numa concessionária Ford para comprar o Focus. O Fiesta havia sido lançado naquela época. Por uns 5 minutos fiquei em dúvida sobre qual carro comprar. Entrei no carro e não tive mais dúvida…

    • Thales Sobral

      Sinto isso em todos os Ford atuais, Fiesta mais apertado que os rivais (inclusive, o Ka é mais espaçoso…), Focus mais apertado que Corolla e Civic, e Fusion com espaço similar ao Corolla.

  • Davi Reis

    Arnaldo, uma observação: no site da Ford consta que o Fiesta ainda tem o controle de tração (o que chamam de Advance Track, controles de estabilidade e tração).

    Sobre o carro: o Fiesta sempre foi ótimo, mas acho que a Ford seria mais feliz se tivesse se baseado mais na remodelação do EcoSport, que melhorou consideravelmente o carro. Também acho estranho a versão topo de linha abandonar o Ecoboost e voltar para o Sigma 1,6.

    • Felipe S. Rangel

      Tenho um e realmente tem controle de tração. Dirigibilidade ímpar.

    • Davi, já corrigi o texto, obrigado. Testei o carro e não senti intervenção do controle de tração.

    • Francisco

      Também fui conferir essa do controle de tração.
      Achei uma infelicidade sem tamanho o aumento dos preços sem alterações que expliquem o porquê. Podiam ter dado uma melhorada no acabamento e deixado apenas do SEL para cima, com preços menores, com certeza venderia melhor

  • Lauro Agrizzi

    O Carro tem um desenho acima da média dos concorrentes. Realmente muito bonito.Porém peca no espaço e o preço totalmente fora da realidade do segmento.
    Vai ser morto por Argo e Polo.

  • Nilson

    Acho o Fiesta muito desejável, pelo desenho, motor (o Sigma é realmente bom) e comportamento ao dirigir. Mas não arriscaria qualquer versão com o famigerado “câmbio sequencial”, mesmo tendo sido revisado e melhorado.

    • Renato

      Motor e comportamento de dirigir sempre foram referências nos modelos globais da Ford.
      Pela minha experiência estradeira, depois do Uno com escada no teto, o Fiesta fica em 2º lugar no ranking das “faroladas” na faixa da esquerda para os inadvertidos de plantão.

  • luciano ferreira lima

    Adoro a traseira desse carro, me lembra o rosto do apocalipse. Seria para avisar do tipo: Nem tente! https://uploads.disquscdn.com/images/006b9be8d6a5b640f7757e2012ccae199a6606a378671ab5402714b9787f2e22.jpg

    • Felipe S. Rangel

      realmente… rss

  • Zigfrietz Tazogh

    Esse facelift não valoriza em nada o design do carro.

  • CorsarioViajante

    Pessoal, as miniaturas das fotos para mim aparecem muito compactadas, ruins de ver, muito pixeladas. Quando abre a foto fica normal, com boa qualidade, mas acho que no processo de criar a miniatura alguma configuração está fazendo perder muita qualidade. Alguém mais notou isso?

  • Thales Sobral

    Arnaldo, o Fiesta Powershift perdeu o controle de tração? Não que necessite muito, mas o meu é um Titanium Powershift 13/14 e tem controle de tração.
    Será que a Ford pode “atualizar” o meu câmbio pra funcionar como esse daí? Esses 300 rpm seriam interessantes.

  • Alexandre

    Ele continua a ter controle de tração.

  • João César Martins

    Arnaldo, o Ford New Fiesta Titanium está sim equipado com Controle Eletrônico de Estabilidade e Tração (AdvanceTrac®). Tenho um modelo 2016 e posso afirmar. Há possibilidade de desativar o controle de tração através dos menus do Sync, mas não de desativar o de estabilidade.

  • CorsarioViajante

    Um carro muito legal! Eu descartei pois tenho filha e preciso de um pouco mais de espaço que ele oferece.
    Mas se fosse comprar um Fiesta, como não mudaram o câmbio e mesmo o interior mudou pouco, acho que ia na versão antiga que ainda acho um desenho muito mais bonito.
    Mas impressionante como este câmbio ajuda no consumo!

  • Wagner Fernandes

    Foi um carro onde coloquei como opção, porém o espaço interno matou a vontade de comprá-lo. Um carro que me surpreendeu foi o Toyota Etios, com bom valor de revenda e um espaço interno ótimo.

  • Francisco

    Pensa num carro lindão!!!
    Mas o que fizeram com aquele custo x benefício de 2014/2015? À época pagava-se menos de R$ 60.000,00 pelo Titanium PowerShift, que hoje está pela bagatela de quase R$76.000,00.
    Custava melhorar o acabamento na reestilização, como foi feito no Ecosport?
    Se tem Ka, por que não matar o SE com rodas de ferro? Deixa do SEL para cima, com acabamento melhor para preservar a imagem de premium.
    Quanto ao SIgma/ EcoBoost/ Dragon: não seria mais barato que trazer o Dragon meter uma injeção Direta no Sigma? Já é um motor potente e econômico sem ela…

    • AMB

      Me parece que o Dragon é um motor estratégico, pois ele é base do 1.5 turbo de 3 cilindros que vai rodar no Fiesta ST na Europa e também no Focus 2019.
      O Dragon será feito na planta de motores da Ford de Taubaté.
      Ao que tudo indica, além dos avanços na engenharia divulgados pela Ford, o Dragon tem menores emissões que o Sigma e por isso poderá atender por mais anos as reduções de emissões exigidas pelo governo.

  • Christian, o banco abaixa bastante e o assento fica próximo ao assoalho. Se é esse o problema, volte a experimentar.

  • Eduardo, não me pareceu ter menos potência que o declarado. Não, mesmo.

  • Badanha, achei a 6a exata.

  • Breno, ele perde em espaço no banco traseiro e só. Vou corrigir a ficha, obrigado.

  • AMB

    Robertom, concordo com você.
    Não sei como o único hatch da categoria com 7 airbags, câmbio de dupla embreagem ágil e eficiente, motor forte e econômico e todo o pacote de segurança de primeira linha, pode ser defasado.
    Por isso gosto de ler os testes daqui, o pessoal é qualificado.

  • Thiago Teixeira

    Arnaldo Keller, o carro tem creeping. Com pé no freio em D ele “quer andar”?

    • Thiago, tem creeping, porém, parado e com o pé no freio, ou com o freio de estacionamento puxado, a embreagem é desacoplada. Ela só vem a acoplar ao tirarmos o pé do freio ou soltarmos o freio de estacionamento.

  • Eduardo Edu, a Ford é a primeira a admiti-lo. É fato conhecido e já contado aqui no AE.

  • AMB

    Bernert, eu tenho quase a sua altura e não tenho problema no Fiesta. As vezes o tipo físico conta mais, por exemplo alguém magro e alguém mais pesado, um sujeito pode ter 1,90 m e ser magro (uns 75 kg) ou pode ser outro sujeito de mesma altura e 100 kg, o segundo terá mais dificuldades num carro como o Fiesta. Obs.: não estou dizendo que é o seu caso, que fique claro.

  • Jivago Bottenberg

    Andei com um desses, não sei o ano mas gostei do carro.
    Pena a Ford ter meio que queimado o câmbio no mercado antes de achar uma solução.
    Na unidade que andei, não senti trancos, nem as passagens de marcha.

  • D.JUNIOR

    Como ex-dono de um Titanium PowerShift, digo que o antigo já era muito bom, e igualmente econômico na estrada (mas no uso urbano, ele maltratava um pouco o bolso deste que vos escreve hehehe). Mas como é uma evolução do 2015 que tive, a curiosidade de confirmar as melhorias é grande, não minto. E por essas fotos mais normais ele nem ficou tão feio, embora a tela do rádio continue desproporcional em relação ao restante do desenho interno. E caso tenha vídeo já pronto, o coloque no ar, para mostrar que nao se deve ter medo de um carro apenas por causa do passado um tanto nebuloso (infelizmente), caso deste Fiesta.

  • Fat Jack, a Ford trabalhou sério nas correções. Pessoalmente dou meu crédito a eles.

  • Legal, Henrique! Você, pelo visto, é um dos que, como eu, precisam de um carro que tenha esse dom de nos dar prazer. O Fiesta tem esse dom, seja lá com qual motor. Obrigado e aproveite!

  • Alexandre, mas o Standard Vanguard era mais largo do que comprido… (rsrsrs)

  • Diogo

    Desculpe, mas esse carro no dinamômetro deu mais de 140 cv, carros turbo e mais leves sofrem para andar com ele em baixa e ficam bem para trás em alta.

    • Diogo, só acredito em motores terem mais potência que o declarado medindo-o num dinamômetro de bancada aferido. Tudo o mais é lorota.

  • Diogo, é o Polo está mais para Gol… tem cada uma neste ciberespaço que é de doer!

    • Douglas

      Bob, talvez ele tenha visto apenas o Polo MPI ou MSI e não o Highline.
      Achei o MPI/MSI bem pobre, falta até ajuste de altura do volante, já o Highline me agradou bastante.

    • Vinicius_Franco

      O brasileiro leva em conta apenas a aparência. Comentando sobre o Polo com um colega de trabalho, ele disse que nunca compraria um carro de R$ 70 mil com traseira de Gol. Isso ajuda a explicar a estratégia publicitária da Volkswagen que apelida o Polo de “mini-Golf”. É difícil fazer o consumidor comum entender que o Gol e o Polo são carros bem distintos.

  • Diogo, é, ele realmente é uma autoridade em automóvel… Está vendo só o que dá ler lixo?

    • Diogo

      Tá certo então, o Polo nem parece o Gol, impossível confundir os dois, são carros completamente diferentes!
      Abraço!

      • Diogo, pelo visto chegamos a um acordo. Ótimo.

    • Marcio

      Fui levar meu carro na revisão e tinha um Polo sendo entregue. Pode querer jogar pedra em mim, mas quando bati o olho pensei no Gol e não no Golf. Para mim não é um demérito, canso de escutar que meu carro não passa de um Voyajão, mas quando saio do semáforo com o DSG em S é óbvio que não é…

      • Marcio, sabe por que você escuta que seu carro não passa de um Voiajão? É que brasileiro entende muito e é apaixonado por carro…

      • Rafael

        Estou doido com um “Voyajao” 2.0 Tsi. Se for dar ouvido para o que os outros falam, você desiste de ter carro… não, espera, “não ter carro é coisa de pobre”.

        Eu já tive carro de “mulher”, “tiozao”, “mico”, “boy” e hoje “mae levar filho na escola” ou “Unão”. Se eu comprar uma Farrari F40, terei “lixo de rico”, Se comprar uma La Ferrari, serei “modinha”.

        • CorsarioViajante

          Perfeito!

  • Douglas

    Fui ver o carro e achei o interior muito pobre, pior que de muito carro popular.
    O que revolta é que o Fiesta europeu dessa mesma geração tem o interior muito melhor, nem parece o mesmo carro. Custava deixar o interior do Fiesta brasileiro igual ao europeu?
    http://4.bp.blogspot.com/-rF6isRKZ4mw/UQUm8phaaAI/AAAAAAAAO9k/WSo_niPt4zw/s1600/cockpit+automovel+ford+fiesta+2014+interior+caixa+automatica.jpg

    • AMB

      Douglas, essa foto é do interior do New Fiesta mexicano que é vendido nos EUA.
      O europeu mundou muito, é outro painel e interior.

    • agent008

      Nesta foto só vejo outra cor na metade inferior do painel e talvez alguns detalhes pontuais. O desenho do painel é o mesmo.

  • AMB

    Uma sexta muito longa pode ser boa para declives e pistas planas (até uma determinada velocidade, porém), contudo em rodovias com altos e baixos (como as nossas), uma sexta muito longa, toda hora, seria trocada pela quinta ou quarta nas subidas, e isso faria o carro talvez gastar mais. O Fiesta Ecoboost tem uma sexta de 0,633:1 (com a mesma relação do diferencial da 1.6), isso porque ele tem mais torque em baixa e consegue manter sem trocas num aclive não tão íngrime. Perceba que o Arnaldo Keller conseguiu no 1.6 17,5 km/l a 110 km/h com ar ligado, isso é bem raro nessa categoria, honestamente não lembro de nenhum 1.6 aspirado e automático que consiga isso.

    • AMB, nas subidas típicas de autoestrada reduzir para a penúltima marcha não acarreta aumento de consumo, pela troca em si, se esta for marcha de potência. É como se fosse um carro de n marchas. O esquema de marcha E é para velocidade estabilizada no plano. O grande problema é a maioria das pessoas não entender essa questão e, pior, ao reduzir para ultrapassar desce uma marcha, quando se deve descer duas (de 5ª para 3ª). Como comentário, eu estava assistindo a 500 Milhas de Indianápolis deste ano e notei com os pilotos alternavam entre 6ª e 5ª nas grandes retas em função da direção e intensidade do vento. É mais ou menos o que acontece quando um carro tem câmbio n+E.

  • Rinno Di Jenno

    E qual carro você comprou?

  • Rinno Di Jenno

    Tanto o Ka 1.5 quanto o Fiesta 1.6 passaram no dinamômetro da FullPower e demonstraram ter mais potência do que o declarado. Tem até vídeo no Youtube

    • Rinno, foi no dinamômetro de rolo. Quero ver num de bancada, motor fora do carro.

  • Rinno, sempre tem. Como esse resultado que você contou.

    • Rinno Di Jenno

      Bob, a Ford ainda não respondeu sua pergunta sobre rigidez do Fiesta?

      • Rinno, não, nem com o Carlos Meccia, que foi de lá 40 anos, perguntando aos ex-colegas. Você, os leitores e eu ficaremos sem a informação.

  • AMB, o AE não tece comparações. Política editorial.

  • AMB, já disse inúmeras vezes, mas não custa repetir: o consumo do nosso carro é o que queremos que seja.

    • Breno Tanure

      Senti isso na pele ao longo do ano. Nos primeiros meses, cheguei a fazer consumo de 8 km/l , até 7 km/l com gasolina na cidade. Após uma boa reeducação de como dirigir economicamente, minha média atual nas mesmas condições de combustível e de trajeto está em 11.2 km/l (inclusive mais próxima da obtida pelo Inmetro do que a última que lhe relatei no mês passado, Bob). Espero obter um dia os 13.5 km/l que vi um motorista de Uber fazer.

    • AMB

      Aí discordamos.
      Há um limite natural dos produtos em condições de uso normais.
      Se eu rodar a 120 km/h na Bandeirantes, nunca vou fazer 25 km/l com o meu carro, mesmo que eu queira. Mesmo que eu rodasse a 90 km/h.
      Mas respeito a sua forma de entender a questão.

  • Paulo Júnior, certamente que testaremos, estamos aguardando o carro.

  • FocusMan, você precisa dar um pulo a Betim e conhecer a manufatura atual de lá.

  • FocusMan, aqui no AE se diz câmbio robotizado de duas embreagens para diferenciar de câmbio robotizado monoembreagem. O ‘robotizado’, você sabe, refere-se ao acionamento dos garfos das luvas sincrônicas por meio de atuadores eletro-hidráulicos ou elétricos em vez do movimento de uma alavanca. Qualquer desses câmbios citados pode existir sem a função de trocas automáticas, daí preferirmos robotizado a automatizado.

  • FocusMan, afirmação estranha essa sua, deixou de ter motivos para existir.

  • Davi Reis

    Concordo que seria o ideal, mas acho que a questão não é só essa. Donos ruins existem aos montes, e as caixas automatizadas de outras marcas, sejam de dupla embreagem ou não, não encararam a mesma quantidade de problemas do Powershift. Por isso não acho justo creditar os problemas apenas ao estilo de direção do proprietário.

  • Badanha, sua opinião está aqui e clara. A minha está no texto e continua igual. Tudo bem.

  • Magno, então quer dizer que nos dupla-embreagem as luvas de engate se movimentam por telepatia, não há robôs movimentando-as?

  • Rinno Di Jenno

    Também acho, aliás, Golf, Fiesta, Escort/Focus, Civic, Corolla, 911, Classe E, Astra/Kadett, Série 3 e 5, são carros mundiais, globais, convicentes e amados desde sempre. São lendas.

    • Rinno, não se esqueça do Fusca.

  • Rinno Di Jenno

    Aí sim, cresceu no meu conceito 😀

  • Rinno, me refiro ao Fusca Tipo 1, motor traseiro arrefecido a ar.

  • Thales, defasagem aí é apenas em relação ao europeu. No resto você mais do que certo. Esse tipo de reclamação é apenas complexo de vira-lata.

  • Fiz exatamente isso, Thales.

  • Bem observado, Thales. Essa é uma das razões da 6a estar certa.

  • Thales, há automáticos e automáticos. A coisa varia.

  • Rinno, certo, você concorda, mas com o quê, pode explicar? Incluir o 356 nas gerações do 911?

  • FocusMan, e olhe que geração 6 para a 7 o entre-eixos aumentou 6 cm, de 2,58 para 2,64 metros.

  • Rinno, é um fato só na sua cabecinha. Como você pode dizer uma bobagem dessas?

  • Eduardo Edu, a VW está errada? Que eu saiba ninguém é obrigado a compra nada.

    • Eduardo Edu

      Não sei, apenas gosto de vanguarda.

      • Eduardo Edu, é o que digo, cada um é livre para escolher o carro que quiser. A VW tem um carro de 2003 e outro de 2017.

  • Comentarista

    EcoSport novo não usa PowerShift, de duas embreagens. É um automático convencional com conversor. Por isso você está sentindo ele “bom”.

  • FocusMan

    O Ka e o Fiesta são basicamente o mesmo carro. Digamos que ambos são interpretações diferentes do Mazda 2 mas basicamente os 3 são bem parecidos. O Fiesta brasileiro é algo mais refinado em termos de materiais? Muito pouco e quando chegar o Ka remodelado ao mercado a minha afirmação fará mais sentido. O Ka é um pouco pior em dirigibilidade que o Fiesta por ter ponto H mais elevado e suspensão com maior altura de rodagem. A direção tem relação mais alta (mais lenta), porém é mais leve que a do Fiesta. Entretanto apesar das características voltadas para o fun to drive no Fiesta, para 80 ou mais porcento dos consumidores, o Ka é um produto melhor. Abs

  • Rafa2810

    Um belo carro, mas que peca um pouco no espaço interno e no preço (para ser competitivo, ouso dizer que deveria custar algo a menos que as novas referências da categoria!

    Numa comparação direta, vejo ele mais brigando com 208 e C3 (perdendo em espaço para o Citroën) e um pouco atrás de Argo e Polo, porém sem dever grande coisa!

  • agent008

    Ford, sei que é difícil, que nem nós como consumidores nem o ambiente instável para investimento em nosso País não estimulamos, mas quem sabe poderias fortalecer este belo modelo fabricando e vendendo aqui sua versão ST ou então (melhor ainda) RS? A Renault teve coragem e vitaminou a imagem de seu Sandero, que convivia com um infundado preconceito de ser inferior, “carro romeno”, até que o RS veio mostrar os dentes e silenciar estas críticas. Entusiastas do Brasil todo, e de países vizinhos no Mercosul, que se beneficiariam desta produção nacional do ST/RS, agradecem!

  • AMB, para que transformar um motor tão acertado num gersonflex? É tão bom um motor a gasolina apenas. Quanto mais esse, de 9 cv mais que o do novo Polo 1,0 TSI Highline!

  • AMB, não é que funcionem mal, mas considero o motor flex anômalo, só fez elevar o preço dos carros e é totalmente desnecessário. Como disse Shakespeare, “Too much ado about nothing”. Responda: conhece algum proprietário de veículo com motor Diesel preocupado por ele não ser flex? E nos EUA nem se fala mais em flex. O assunto morreu.

    • AMB

      Para mim o flex é útil porque abasteço com o combustível mais adequado para o meu bolso dependendo dos valores. Além disso, posso optar entre a melhor performance com etanol e a maior autonomia com gasolina, por exemplo. Essa é a minha opinião, mas respeito as demais.

      • AMB, bolso, depende do preço relativo do álcool e da gasolina. De um modo geral, hoje o custo/km resultante, o que realmente interessa, está muito próximo com álcool e gasolina. Performance maior com álcool depende do carro. Mas o carro flex tem, de fato, um grande vantagem: se o frentista colocar combustível diferente do solicitado não precisa esvaziar o tanque como antes…

  • Marcelo Conte

    AMB realmente é por aí mesmo, meu trajeto de rodovia mais frequente é Jundiaí-Sorocaba já consegui algumas vezes 17 km/l com gasolina andando na velocidade permitida e bons 12 km/l com álcool. Acho números muito bons considerando a cilindrada.

  • Marcelo Conte

    Valeu AMB! Trato bem ele (Focus) sim. Estou muito satisfeito com o carro. Excelente 2018 para você e família.

  • Luciano Gonzalez

    Eu conheço toda a planta da Gestamp de Taubaté, de onde saem boa parte das peças hot Stamping para Fiesta e Ka.
    Um abraço e feliz 2018

  • Luciano Gonzalez

    Ops, corrigindo: de onde saem diversos itens estampados em geral para Fiesta e Ka.
    De carroceria e plataforma eu conheço um pouquinho.
    Um abraço

  • Luciano Gonzalez

    Você tem razão em partes FocusMan, teoricamente você utilizando um aço comum com uma maior espessura você chega nos mesmos resultados, porém aumenta bem o peso do veículo, na contramão da engenharia moderna de hoje.
    Verificamos bem a diferença construtiva entre Ka e Fiesta nos testes de impacto onde o Fiesta vai muito bem e o Ka nem tanto.
    O Ka está para o Fiesta tal qual o Gol está para o Polo.
    Um abraço

  • Ferrari

    Faltou-me coragem para comprar este carro por causa do câmbio PowerShift. Mas ele era a minha escolha.
    Ainda o admiro muito.