O Chevrolet Tracker era conhecido por aqui por vir da Argentina até 2009. Na realidade era um Suzuki Gran Vitara renomeado Chevrolet Tracker, e o motor era a gasolina ou Diesel. Isso porque GM chegou a ter participação de 20% na Suzuki Motor Corporation, mas em 2006 vendeu a maior parte de suas ações da fabricante japonesa, a participação caiu para 3%, até que dois anos depois zerou-a. O Tracker atual é outro carro, é o Chevrolet Trax nos Estados Unidos, derivado do Sonic, e foi lançado em 2013.

Esse ângulo é o melhor do Tracker; lanternas traseiras são a LED

É produzido no México e começou a se importado naquele mesmo ano em versões LT e LTZ. O motor era o 1,8 Ecotec flex de 140/144 cv e 17,8/18,9 m·kgf. No ano passado, como ano-modelo 2017, a motorização mudou para o Ecotec 1,4 turbo flex de 150/153 cv e 24/24,5 m·kgf, o mesmo do Cruze. O Josias Silveira andou nele no começo do ano em Detroit.

Continuam disponíveis duas versões apenas, mas em vez de LT e LTZ agora é LT (R$ 85.890) e Premier (R$ 96.790), em cinco cores: a vermelho Glory do carro testado, que não tem acréscimo de preço; a branco Summit, sólida, acresce R$ 650, e as três metálicas — preto Ouro Negro, cinza Graphite e prata Switchblade — saem por R$ 1.500.

É o segundo Chevrolet comercializado no Brasil com a designação de versão Premier. O primeiro foi o Equinox, lançado em 19 de outubro (leia), enquanto o Tracker 2018 chegou no dia 31.

Neste ano-modelo 2018 foram-lhe adicionados controle de estabilidade e tração, alertas de colisão frontal e saída de faixa, assistente de partida em rampa, repetidoras de setas nos espelho, e nova opção de cor, a citada vermelho Glory.

Com o pacote 1SF, de R$ 3.200, que traz bolsas infláveis laterais e de cortina além das obrigatória frontais, alerta de colisão frontal e alerta de mudança de faixa, o Tracker Premier chega a R$ 99.990. Já o LT tem apenas como opcional as mesmas cores e a preços das do Premier, e vai a R$ 87.390.

A lista de equipamentos de série é bem extensa e vale a pena vê-la adiante. Num estratégia de marketing interessante, a versão LT inclui uma longa lista de itens de  série que normalmente seriam opcionais, reunidos sob o código 1SB, só que sem custo. Isso dá à GM margem de manobra para uma eventual versão mais barata.

Mas, num resumo,  o Tracker Premier traz:

Faróis dianteiros tipo projetor com luz de rodagem diurna (DLR) em LED, lanternas traseiras de LED, sensor de estacionamento traseiro, regulagem de altura dos faróis, banco do motorista com regulagem elétrica lombar e descansa-braço, banco dianteiro do passageiro com encosto rebatível e gaveta sob o assento, descansa-braço traseiro com porta-copos, acesso e partida sem chave, porta-óculos, para-sóis com espelho e iluminação, sobretapetes em carpete, volante com revestimento premium, rodas de 18 polegadas, e teto solar elétrico.

A luz de rodagem diurna apaga-se enquanto a seta do lado respectivo está ligada, como pode ser visto no vídeo no momento em cheguei à “Maison blanche”.

O ar-condicionado é comum, não é automático, mas cumpre bem seu papel. O que falta é a saída de climatização para o espaço traseiro.

O Tracker tem dimensões contidas, como o comprimento de 4.258 mm, entre-eixos de 2.555 mm, largura de 1.776 mm , largura de 1.776 mm/2.035 mm (sem/com espelhos), e altura 1.678 mm. É bem espaçoso internamente, inclusive em largura dos bancos. O espaço para pernas é bom, em especial considerando a distância entre eixos relativamente modesta.

Bom espaço para pernas no “eu atrás de mim”)

O porta-malas tem volume apenas aceitável para um veículo desse tipo, 306 litros, e o espaço para bagagem sobe para 735 litros com os encostos dos bancos divididos 60:40 rebatidos.

Seu porte o torna jeitoso para o trânsito urbano, embora o diâmetro mínimo de curva de 11,2 metros pudesse ser alguns centímetros menor. As rodas bem grandes, de 18 polegadas, com os pneus 215/55R18H, formam um conjunto que limita um pouco o ângulo de esterçamento. O bom volante de 370 mm de diâmetro, com controles de velocidade e áudio/telefone, comanda a caixa de direção com assistência elétrica de relação 17,2:1. Não das mais rápidas, porém é adequada, e são 3,15 voltas entre batentes.

A assistência é indexada à velocidade e proporciona o peso sempre correto desde manobras a rodovia trafegando rápido. É um destaque do Tracker.

A distância mínima do solo de 162 mm lhe dá boa capacidade para enfrentar a vasta população de lombadas e valetes do nosso solo.

O motor flex turbo de 1.398,6 cm³ é bem integrado ao Tracker. Com 150 cv a 5.600 rpm e 153 cv a 5.200 rpm, e 24 m·kgf a 2.100 rpm e 24,5 m.kgf a 2.100 rpm, movimenta com facilidade o veículo de 1.413 kg (relação peso-potência 9,42/9,23 kg/cv). A GM informa que 90% do torque máximo ocorre já a 1.500 rpm. As características conhecidas dos motores turbo atuais, muita potência em baixas rotações, respondem pela aceleração 0-100 km/h em 9,4 segundos e o levam a 198 km/h (números da fabricante para veículo abastecido com álcool; a unidade testada estava com gasolina).

Uma “arte” do fotógrafo de plantão, o nosso Juvenal Jorge…

O motor pode-se dizer ser estado da arte, com bloco e cabeçote de alumínio, coletor de escapamento integrado ao cabeçote duplo comando de válvulas de acionamento por corrente com variador de fase em ambos, quatro válvulas por cilindro, e injeção direta. Sua relação entre raio da manivela (do virabrequim) e comprimento da biela (relação r/l) é 0,31, e mostra funcionamento livre de aspereza. É muito agradável senti-lo girar alto.

O motor Ecotec 1,4-litro é o estado da arte em motor a combustão; pintura do cofre como deve ser, igual à externa

O câmbio automático epicíclico GF6-2 de seis marchas tem funcionamento irrepreensível dentro de um uso normal, o de não se achar que se está pilotando um F-1, ou seja, permite trocas manuais sequenciais mas não para “esportividade”. O comando por tecla bidirecional na manopla não tem essa finalidade, mas escolher marchas para determinadas situações, como obter freio-motor por meio de marcha mais baixa.

O estol do conversor é a baixas 2.000 rpm, evidência da pujante potência a baixos giros. E o bloqueio do conversor de torque já ocorre em primeira. A lógica de trocas é adequada, o câmbio não fica “caçando marcha” mesmo em Drive nas subidas. Nas trocas manuais há a passagem automática para a marcha superior automática quando o motor atinge 6.000~6.100 rpm.

A v/1000 em sexta é 54,5 km/h, que se traduz em velocidade real de 120 km/h com o motor a 2.200 rpm. Ajuda no conter o consumo em viagens, já que formato e dimensões da carroceria não o favorece nessa questão. Os números oficiais são 10,6/7,3 km/l na cidade e 11,7/8,2 km/l na estrada. Rodando em São Paulo sem grandes congestionamentos o computador de bordo informou  10 km/l, e na rodovia Castello Branco, entre a capital e Araçariguama, de onde sai a Estrada dos Romeiros, cheguei a ver 12,2 km/l. A GM não informou o Cx, que estimo ser em torno de 0,35, mas a grande área frontal, 2,38 m², joga contra.

Há um de elegância discreta no Tracker

Como no Cruze e no Equinox, há a função desliga/liga (start/stop) o motor nas paradas breves, típicas de semáforos, que não pode ser desligada, o que considero inadmissível. Todavia, dá para “enganar o patrulhamento” se 1) a parada final do veículo for muito suave; 2) parado e o motor desligar, aliviar a pressão no pedal de freio; 3) o câmbio estiver no modo Manual. Mas após 2 minutos o motor volta a funcionar automaticamente e, digno de nota, o silêncio  do acionamento do motor de partida e a rapidez da sua entrada em funcionamento são superlativos, denotando trabalho meticuloso nessa parte.

O começo da escala do conta-giros não é o tradicional 0, 1, 2, etc, mas Off e 1, e entre esses dois pontos os dizeres ‘auto stop’.

As suspensões são McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira, bastante equilibradas na relação conforto de marcha-comportamento em curva. O Tracker está mais para automóvel que para suve ou crossover. O rodar é bastante agradável. Combinada com os pneus 215/5518H Continental ContiProContact (mexicanos), o comportamento em curva dá tranquilidade, nada de saída de frente excessiva, nada movimentos parasitas.

O eixo de torção tem construção que já vi em outros Chevrolet, braços de ferro fundido  unidos por solda à viga de torção, tudo com aspecto bem robusto.

O robusto eixo de torção, vendo-se a união dos braços com a viga por solda

Os freios, disco/tambor, atuam bem e mostram potência adequada para o desempenho e peso do Tracker. A modulação é perfeita.

A conectividade do Tracker

Um dos destaques do Tracker é sua alta conectividade. Ele vem equipado com sistema multimídia MyLink com tela capacitiva de 7″ e compatibilidade com Apple CarPlay e Android Auto, que permitem projetar o smartphone do usuário diretamente na tela do carro. Além da função de telefonia, é possível interagir com determinados aplicativos através da tela do veículo ou pelo sistema de comando de voz a fim de evitar distrações.

Entre os aplicativos compatíveis estão os de música, como Spotify, de mensagens de texto, como o WhatsApp, e de navegação, como o Waze e Google Maps. A compatibilidade depende do modelo do telefone e do seu sistema operacional.

O Tracker soma ainda a tecnologia OnStar. Por meio dela, pode-se comandar diversas funções do veículo por meio do smartphone, ter acesso a serviços de segurança, concierge, emergência e navegação. O modelo oferece ainda o Diagnóstico Avançado, que permite ao usuário fazer uma verificação dos principais sistemas do veículo de maneira remota.

O Diagnóstico Avançado OnStar realiza um check-up básico do veículo com um simples toque de botão. Quando detectada qualquer anomalia, uma mensagem é enviada para o smartphone do usuário. O cliente poderá entrar em contato com o Centro de Atendimento OnStar para mais informações ou agendar os serviços na Concessionária diretamente pelo App ou pelo portal web.

Em casos extremos, o usuário pode ser convidado a levar imediatamente o veículo à oficina para evitar consequências de proporções mais graves e onerosas.

O OnStar é um sistema de telemática avançado que oferece ao motorista mais de 20 serviços de emergência, segurança, navegação, diagnóstico, concierge e conectividade.

Outra comodidade é que, pressionando o botão da esquerda do OnStar, o usuário consegue acionar, por comando de voz, serviços como os alertas de velocidade, movimento e o de valet, chamar o serviço de assistência mecânica ou ainda iniciar a navegação de algum destino cadastrado no aplicativo.

Pressionando o botão azul do OnStar, o motorista é conectado a uma central com atendimento humano que oferece serviços como pesquisas rápidas na internet e reservas de restaurantes, hotéis, salão de beleza, consultas médicas, entre outros. Pode-se igualmente acionar o botão vermelho de emergência para solicitar assistência mecânica, elétrica ou médica em casos de necessidade.

A comunicação entre os ocupantes e o atendente do Centro de Atendimento ocorre por meio de uma linha celular exclusiva do veículo, que transmite a conversa pelos alto-falantes e microfones do sistema mãos-livres do carro. Portanto, o motorista não precisa utilizar seu celular para falar com a central.

O OnStar também é capaz de detectar quando o automóvel está sendo furtado ou envolveu-se em um acidente que resultou na deflagração das bolsas infláveis. Isso porque os sensores espalhados pela carroceria identificam situações de anormalidade e alertam o Centro de Atendimento. Profissionais capacitados então fazem a análise da situação e solicitam, se necessário, auxílio das autoridades competentes ou mesmo contatam serviços públicos de emergência em casos de acidentes ou necessidade médica.

O OnStar também permite que o usuário comande funções do veículo por meio de um aplicativo para smartphone, como o travamento das portas.

Pelo aplicativo ainda é possível programar para receber notificações quando o veículo inicia uma nova movimentação, saber qual é a sua localização atual e ainda pedir para ser avisado quando o velocímetro ultrapassar velocidade predeterminada, recursos úteis principalmente quando o veículo é cedido a terceiros.

O aplicativo é compatível com os sistemas Android e IOS e pode ser baixado na Play Store e na Apple Store.

No Tracker, a GM oferece como cortesia o serviço OnStar plano Exclusive — com todas as funções disponíveis, sendo que o cliente poderá desfrutar dos serviços por um período de experiência determinado. O processo de habilitação pode ser iniciado na concessionária. Na sequência, o cliente recebe um e-mail para finalizar seu cadastro e dar seu aval para a ativação.

 

O leitor ou leitora do AE sabe que minhas preferências automobilísticas são hatchbacks, sedãs e peruas, mas nem por isso me furto de apreciar produtos de outros tipos quando reúnem qualidades de rodagem, desempenho e conforto, caso deste Chevrolet. Mas  o Tracker bem poderia ter saída de climatização para os ocupantes do banco traseiro, como eu disse acima, e também, claro, faixa degradê no para-brisa. Se até Celta Super tinha…

BS

Assista ao vídeo:

 

FICHA TÉCNICA NOVO CHEVROLET TRACKER PREMIER 2018
MOTOR
Designação Ecotec 1.4L Turbo LE2
Descrição  4-cil. em linha, transversal, turbo com interresfriador, bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas com variador de fase na admissão e escapamento, corrente, 4 válvulas por cilindro
Cilindrada (cm³) 1.398
Diâmetro e curso (mm) 74 x 81,3
Taxa de compressão (:1) 10
Potência máxima (cv/rpm) (G/A) 150/5.600 / 153/5.200
Torque máximo (m·kgf/rpm) (G/A) 24/2.100 / 24,5/2.000
Formação de mistura Injeção direta
Comprimento da biela (mm) 129,25
Relação r/l 0,31
Limite de rotação (rpm) 6.500
SISTEMA ELÉTRICO
Bateria tipo AGM (V/A·h) 12/80
Alternador (A) 130
TRANSMISSÃO
Câmbio Automático epicíclico de 6 marchas, tração dianteira
Relações da marchas (:1) 1ª 4,449; 2ª 2,908; 3ª 1,893; 4ª 1,446; 5ª 1,00; 6ª 0,742; ré 2,871
Relação de diferencial (:1) 3,14
SUSPENSÃO
Dianteira Independente, McPherson, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora, com subchassi
Traseira Eixo de torção, mola helicoidal e amortecedor pressurizado
DIREÇÃO
Tipo Pinhão e cremalheira, eletroassistida indexada à velocidade
Relação de direção (:1) 17,2
Voltas entre batentes 3,15
Diâmetro mínimo de curva (m) 11,2
FREIOS
Dianteiros, tipo (Ø mm) Disco ventilado,300
Traseiros, tipo (Ø mm) Tambor/268
Controle ABS (obrigatório) e EBD
RODAS E PNEUS
Rodas Alumínio, 7Jx18
Pneus P215/55R18H (Continental mexicanos)
AERODINÂMICA
Coeficiente aerodinâmico (Cx) 0,35 (estimado)
Área frontal (calculada) (m²) 2,38
Área frontal corrigida, estimada (m²) 0,833
CONSTRUÇÃO
Carroceria Monobloco em aço, suve, 4 portas, 5 lugares
CAPACIDADES (L)
Porta-malas 306/735 com banco traseiro rebatido
Tanque de combustível 53
PESOS (kg)
Em ordem de marcha 1.413
Carga útil 416
DIMENSÕES (mm)
Comprimento 4.258
Largura sem/com espelhos 1.776/2.035
Altura 1.678
Distância entre eixos 2.555
Distância mínima do solo 162
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h (s) 9,4 (com álcool)
Velocidade máxima (km/h) 198 (com álcool)
CONSUMO DE COMBUSTÍVEL INMETRO/PBVE
Cidade (km/l) (G/A) 10,6 / 7,3
Estrada (km/l) (G/A) 11,7 / 8,2
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em 6ª (km/h) 54,5
Rotação a 120 km/h, em 6ª (rpm) 2.200
Rotação à vel. máxima, em 5ª (rpm) 4.900

 

EQUIPAMENTOS DO TRACKER PREMIER 2018
SEGURANÇA
Ajuste elétrico de altura dos fachos dos faróis
Ajuste do volante de direção em altura e distância
Alarme antifurto
Alerta de colisão frontal (OPCIONAL)
Alerta de movimentação traseira ao dar ré
Alerta de ponto cego
Alerta sonoro de cinto dianteiro desatado
Assistência à frenagem
Assistente de permanência na faixa (0PCIONAL)
Barras anti-invasivas nas portas
Bolsas infláveis frontais (obrigatórias) e laterais
Bolsas infláveis laterais e de cortina (OPCIONAL)
Câmera de ré
Cintos de três pontos para todos os ocupantes
Cintos dianteiros com pré-tensionador
Controle de estabilidade e tração desligável
Desembaçador elétrico do vidro traseiro
Engates Isofix para dois bancos infantis
Faróis de neblina
Faróis tipo projetor
Freios com distribuição eletrônica das forças de frenagem
Imobilizador de motor
Indicador de distância do veículo à frente
Luz de rodagem diurna (fileira de LEDs)
Luz traseira de neblina
Protetor de cárter
Repetidoras de seta nos espelhos
Terceira luz de freio
Trava para crianças nas portas traseiras
APARÊNCIA
Alavanca do freio de estacionamento com detalhe cromado
Alça de teto dianteira lado passageiro
Alças de teto traseiras com gancho para cabide
Estrado (rack) de teto
Friso cromado na parte superior das portas
Friso cromado na porta de carga
Grade dianteira integrada ao para-choque com detalhes cromados
Lanternas traseiras em LED
Maçanetas externas na cor do veículo com detalhe cromado
Maçanetas internas cromadas
Rodas de alumínio de 18″
CONFORTO E COMODIDADE
Acionamento elétrico um-toque dos vidros das portas com antiesmagamento e fechamento/abertura automática pela chave
Ajuste de altura dos cintos dianteiros
Ajuste elétrico dos espelhos externos
Alerta sonoro de faróis ligados
Ar-condicionado
Assistente de partida em aclive
Câmbio automático epicíclico de 6 marchas com trocas manuais por tecla na manopla da alavanca seletora
Chave eletrônica
Cobertura do porta-malas
Comandos do OnStar no multimídia
Computador de bordo com dois modos: Informações de viagem: velocidade instantânea, odômetro parcial para duas viagens, autonomia, consumo instantâneo, consumo médio e velocidade média; e Informações do veículo: vida útil do óleo restante em porcentagem
Console central com quatro porta-copos
Controle de velocidade de cruzeiro com comando no volante
Descansa-braço para motorista
Descansa-braço traseiro com dois porta-copos
Desliga/liga motor (start-stop) permanente
Detalhes de maçaneta e grade cromados
Direção eletroassistida indexada à velocidade
Easy entry – Abertura das portas e alarme antifurto através de sensor de aproximação na chave
Espelho interno eletrocrômico
Espelhos externos com rebatimento elétrico
Faróis dianteiros tipo projetor
Grade dianteira integrada ao para-choque c/detalhes cromados
Iluminação do porta-malas
Luz de aproximação e afastamento
OnStar
Para-sóis com espelho e iluminação
Partida assistida por botão com chave presencial
Porta-objetos sob o assento do banco do passageiro dianteiro
Porta-óculos no console de teto
Porta-revistas na parte traseira dos encostos dos bancos dianteiros
Reostato da iluminação dos instrumentos
Retrovisores externos com aquecimento
Sensor crepuscular
Sensor de chuva
Sensor de estacionamento traseiro
Sobretapetes de carpete
Termômetro do ar externo
Teto solar elétrico inclinante/deslizante com cortina rígida
Trava elétrica das portas com acionamento na chave
Travamento elétrico da portinhola do tanque junto com as portas
Volante de direção com revestimento premium
Volante de direção multifuncional
BANCOS
Banco do motorista com regulagem de altura e distância
Banco do motorista com regulagem lombar elétrica
Banco do passageiro dianteiro rebatível
Banco traseiro bipartido e rebatível
Bancos com revestimento premium
Encosto de cabeça do banco traseiro para 3 passageiros
Encosto de cabeça dos bancos dianteiros com ajuste de altura
ENTRETENIMENTO
Antena de teto traseira
Chevrolet MyLink, com tela LCD tátil de 7″, integração com smartphones* através do Android Auto e Apple CarPlay, rádio AM/FM, entrada USB e Aux-in, função áudio streaming, conexão Bluetooth para celular, e configurações do veículo
Conjunto de alto-falantes – 6 unidades com tweeters
Controles de rádio e do celular no volante
ACABAMENTO INTERNO
Cor !25- Acabamento interno na cor preto “Jet Black”
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Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

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  • Mr. Car

    Neste carro ficaram faltando: a faixa degradê “do Bob”, e o “meu” interior clarinho, que daria uma outra vivacidade ao recinto, he, he! E neste carro ficou sobrando…este start/stop sem a possibilidade de ser desativado pelo motorista. Eu detestaria isto em um carro. Haveria como ser definitivamente desligado em algum procedimento dentro das oficinas das revendas, antes mesmo da entrega do carro?
    Abraço.

    • rino

      tenho um cruze 2017LTZ (interior claro) ,o motor não vai entrar em start/stop enquanto o botão de desembaçador de vidros dianteiro estiver ligado .e assim que uso as vezes para engana-lo, além dos já citados pelo Bob.

    • Matthew

      A TorkOne desenvolveu um dispositivo para essa linha que desabilita a função start/stop, além de um ganho de potência discreto, caso queira. Acho engraçado que nos Opel que utilizam a mesma mecânica há um botão no console para este fim.

  • Gerson Borini

    Bob e JJ, excelente vídeo e analise do veículo, porém gostaria que vcs verificassem o ar-condicionado – “….. falta é a saída de climatização para o espaço traseiro….” Eu acho que tem essa saída embaixo dos bancos dianteiros e vocêconsegue desviar o ar para esse difusor quando seleciona o modo difusor central e pés (segunda posição da esquerda para a direita no comutador de posição).
    Quanto a arquitetura do veículo, a Tracker é derivada do Sonic/Cobalt/Onix como está no texto, mas no vídeo acho que vcs se equivocaram e disseram que é derivada do Cruze, o que na verdade é só o motor que veio do Cruze.
    Outro detalhe que acho que escapou de vocês foi o sistema turn-by-turn de navegação oferecido pelo OnStar, onde apesar de não ter o GPS com mapa integrado, tem esse recurso que ajuda muito a chegar nos destinos desejados.

    • Gerson, sim, tem as saídas que você disse, mas o efeito dos difusores de grade, prolongamento do console de túnel, é uma solução bem melhor. Vídeo, confundi na hora, não tem como consertar; de qualquer maneira, prevalece o texto escrito. Nem citei a navegação por setas, é coisa ultrapassada. Hoje se espelha Waze ou Google Maps no multimídia.

  • Igor Freitas

    Esse segmento suv/crossover hoje em dia, tem opções extremamente variadas. O Tracker é uma bem interessante para quem gosta. Não me incluo nessa lista. Saudade das nossas maravilhosas peruas.
    Realmente inadmissível esse start-stop que não desliga. Deixaria de comprar o veículo por isso.

  • Magno Costa

    Por que será que as cores perolizadas estão sumindo dos catálogos, sempre gostei dos efeitos que o perolizado dá conforme a luz.

    • Augusto Lira

      Note que quando aparece opção de perolizada é branco ou preto… Acho que o único carro que tem opções de cores em perolizado fora essas duas é o Focus, talvez por ser argentino e lá haver demanda. Porque aqui você sabe, só dá carro preto, prata (e outros tons cinzentos) e agora o branco (e uma vez ou outra um vermelho), porque “é mais comercial”. O Brasil dá depressão.

      • Matthew

        Brasileiro tem o que merece.

  • Magno Costa

    Esse efeito de desligar a DRL ou a passar a luz de posição, consta da nossa resolução que trata de iluminação, que é cópia da usada na Europa.

  • thewes

    O vídeo só está disponível para quem tem o link. Não consta na pesquisa do YouTube.

  • Gabriel Felipe Moretti

    Sendo ex dono de uma Tracker modelo antigo, e usuário esporádico de trechos off-road, sinto falta nestes modelos novos uma versão com tração nas 4 rodas e reduzida, pois caminhonetes e veículos grandes muitas vezes são péssimos em estradas de chão ruins, e muitas vezes em fins de estrada é necessário fazer a volta, que veículos deste tamhanho como a Nova Tracker, se saem muito melhor, só nos sobra o estreito e pequeno Jimny.
    Mas entendo que é um carro muito bom para rodar na cidade e em estradas asfaltadas e estradas de chão boas.

    • Nic

      O Duster 4WD é bem valente. Já vi alguns órfãos dos antigos Trackers indo para ele.

  • Bruno Bertha

    Bob
    Incrível a quantidade de informações técnicas que o Sr. consegue citar, de cabeça, em poucos minutos de vídeo.
    Obrigado por compartilhar conosco.

  • Boa dica, Avelino!

  • Guilherme, dou-lhe razão, é inadmissível esse e qualquer forma de patrulhamento.

    • Mr MR8

      Mestre, Bob, em quais situações seria conveniente desligar-se o start/stop do carro?

      • Mr MR8, em nenhuma situação. Trata-se de uma preferência pessoal, acho estranho o carro parar e o motor também. Não é carro elétrico! Ou então lembra as situações em que o tanque “está no osso” e se precisa poupar cada mililitro de combustível até chegar a um posto. Tenho certeza de que não sou o único a pensar desta maneira, tanto que todos os carros com start/stop que dirigi têm o interruptor de desativação. Nos Audi, inclusive, ela é permanente, só volta quando desejado — ao contrário dos outros carros, em que a cada nova partida do motor volta ao padrão ativado.

  • Marcelo, só o Euro NCAP (https://www.euroncap.com/en/results/chevrolet/trax/8864).
    Ótimo, ter recebido o adesivo AE!

  • Juan Carlos Magdalena

    O pior do start/stop é o preço da bateria… Acho que ficou faltando ar-condicionado automático.

  • Leonardo, assim deveriam ser todos.

  • C. Ramiro, quando do lançamento do Novo Uno Evolution em 2014, que trazia a novidade do desliga/liga, a Fiat preparou um roteiro curto em São Paulo, de menos de dois quilômetros, com muitos semáforos, e a economia foi de 20%, obviamente um exagero. A economia, em termos reais, será inversamente proporcional à distância percorrida e diretamente proporcional ao grau de congestionamento da via. Sobre o ar-condicionado, o motor liga sempre que a temperatura interna subir determinado número de graus. No Cruze do seu amigo não?

    • C. Ramiro

      Bob, o que ele me disse é que sim, o sistema reativa… E nas paradas de semáforos curtas passa despercebido… O problema é que em dias muito quentes e para aqueles que gostam de temperaturas mais baixas, em paradas maiores o delay entre o aumento da temperatura e a reativação do ar já causa certo desconforto e principalmente irritação no motorista…
      Não pude comprovar na prática, mas na minha opinião, eu também desligaria o sistema…
      Até porque acho esse número da Fiat também um exagero..
      Ou representa uma situação de uso tão extrema que na prática é difícil de se repetir…
      Não sei..
      Parece-me pouco ganho ao fim das contas.

      • C. Ramiro, isso, o ganho é desprezível.

    • Renato Amorim

      É detestável essa imposição! Inclusive, lembrando que o momento crítico de lubrificação do motor se dá em partidas , acredito que deva ter algum impacto na vida útil do motor. Liga-desliga, liga-desliga, liga-desliga o tempo todo…

  • RoCha

    Não gostei tanto da traseira cheia de recortes. E aproveitando o gancho, o Punto após a reestilização também não ficou tão bom a meu ver.

    • Igor Freitas

      Também não gostei muito do facelift do punto. O T-Jet pareceu aos meus olhos até menor em largura. Parece que perdeu a agressividade que um esportivo deve ter

  • RoCha

    Para refletir, as avaliações de SUVs, crossovers motivam bastante menos comentários dos Autoentusiastas frequentadores do site.

    • Igor Freitas

      De fato Rocha. Eu acabo lendo a avaliação dos Suv’s mais pelo aprendizado técnico que os excelentes editores do AE nos trazem do que pelo carro em si. A imprensa especializada só fala em qualidade dos plásticos e centrais multi mídia. Ainda bem que existe o Autoentusiastas para nos salvar.

  • jok jok, editores de texto de smartphones acentuam e têm c com cedilha, sabia disso? Mais cuidado no próximo comentário, por favor. O AE não aceita internetês.

  • Igor, a tecla para trocas manuais no pomo da alavanca seletora não foi feita para se ficar usando o câmbio manualmente, como está explicado na matéria. Mas é anatômica para o uso do polegar direito.

    • Igor Freitas

      Entendo Bob. Eu Utilizei mais por curiosidade mesmo, para “explorar” todos modos possíveis de uso do câmbio em questão. Sempre que eu dirijo um carro diferente fico testando tudo que encontro de diferente em relação ao carro que sempre uso. O botão realmente está na posição correta em relação ao polegar, mas não gostei muito de fazer a operação mesmo sendo um teste. Provavelmente é questão de se adaptar só.