Roberto Agresti recomenda:

Existe paixão à primeira vista? O desempenho de mercado do recém-lançado Renault Kwid mostra que, ao menos no mundo do automóvel no Brasil (e por enquanto…) a resposta é sim. Bastaram poucos dias de loja para que o menor dos Renault entre nós conquistasse números expressivos de vendas, para surpresa de muitos — inclusive da Renault do Brasil, aposto — e abocanhasse a 2ª colocação no ranking dos automóveis mais vendidos do país.

Ser uma novidade instantaneamente tão desejada tornou o pequeno Kwid um candidato natural a mais este Teste de 30 Dias AE apesar do…. Juvenal Jorge! Explicando: meu colega sapecou um “no uso (com vídeo)”, publicado aqui em 20 de agosto passado, tão completo, mas tão completo que antes mesmo de ir buscar o “renôzinho”—  aliás da mesma e atraente cor Orange Ocre daquele avaliado pelo JJ — fiquei intimidado, imaginando ser impossível acrescentar algo mais ao verbo do astuto e talentoso colega.

De fato, o post do JJ sobre o Kwid tem ótimas fotos (muitas, contei 55!) além de sua costumeira e impecável análise sobre as entranhas do Kwid, descascado de cabo a rabo. Porém, ao final da  minha primeira semana com o carrinho, constatei que… a diversidade existe! Eu não estou tão encantado assim com o “laranjinha” francês.

Polêmica à vista? Imagina! Apenas visões levemente diferentes, que me deixaram mais à vontade para escrever este ’30 DIAS’ sem correr o risco de ser repetitivo. Em vez de apertar as mesmas teclas, esta avaliação trará  (creio eu) um contraponto entre a visão de dois editores do AE. Então, para que você, leitor ou leitora, deguste corretamente  minhas mal traçadas linhas, leia antes as bem traçadas do JJ.

Cofre do motor bem-arranjado; pintura é igual à externa

Premissa nº zero: não vou pontuar nossas opiniões conflitantes. Com todo este preâmbulo o que peço é que o leitor ou leitora desfrute de visões que, ao final, poderão ser complementares e espero (pretensioso…), em prol da boa informação.

O Kwid é, como já dito pelo JJ, um carro bem pequeno. E eu adoro carros pequenos, ágeis, daqueles que você pode colocar na vaga apertada arrastando-o pelo para-choque como eu fazia como meu glorioso Fiat 147 “first edition”, ano 1977. Obviamente nem tentei repetir tal bobagem com o Renault devido à inversa razão do juízo adquirido em quatro décadas e à inevitável perda de tônus muscular. Mas, um carro que pesa menos de 800 kg em ordem de marcha, tem pouco mais de 3,5 metros de comprimento e exibe 70 cv (álcool) de potência é, para mim, uma receitinha divertidíssima. Como o 147 em seu tempo — 800 kg, 1.049 cm³, 50 cv.

Interior agradável é estreito mas não claustrofóbico

Para que serve o Kwid? Para serpentear no caos paulistano entre suves mastodônticos e quase sempre malguiados, para desafiar no “vamos ver se cabe nessa vaga?” e para, claro, obter consumos parecidos com o de motos com potência parecida, mas com um quarto do peso. E aí, neste terceiro item, veio minha primeira frustração com o Kwid: nesta primeira semana, abastecido com álcool, ele bebeu demais. Exagerados 6,9 km/l na cidade, se bem que em condições de uso em horário malvado (oficial Inmetro, 10,3 km/l). Em se tratando do primeiro carro com motor 1-litro (exatos 999 cm³) avaliado no ’30 DIAS’, esperava mais. Aliás, menos. Considerando o hodômetro estar marcando apenas 2.117 km no ato da entrega, espero ver cifra melhor com o passar dos quilômetros.

Tive chance de levar o Kwid para uma breve viagem ao interior de São Paulo, um bate e volta que acrescentou 240 km de experiência, mas desta vez o consumo se mostrou coerente, mesmo que a tocada tivesse sido sem pressa mas também não exageradamente calma: 13,8 km/l (sempre com álcool; o dado Inmetro é 10,8 km/l). A rotação do motor a 120 km/h até que não é tão alta para um carro de motor  1-litro, pouco menos que 4 mil rpm, ainda longe da rotação de potência máxima (5.500 rpm) e mais longe ainda da rotação-limite, 5.800 rpm.

No entanto, se a esperada pão-durice do tricilindro SCe (Smart Control Efficiency) B4D ainda não deu as caras nesta semana na cidade, marcou pontos a disposição na resposta ao acelerador que não exige ser sempre espremido a fundo para que o Kwid avance, tanto em baixas velocidades como também acima dos 100 km/h. Enfim, não é o clássico 1,0 que demanda paciência e uso intenso do câmbio.

Aliás, falando nele, concordo com JJ, está bem escalonado, mas o curso dos engates mereceria ser menor e o “tato” da alavanca, melhor. Ah, e quando levado à rotação de corte o motor é bem escutado dentro da cabine. Até aí, normal nada incoerente, afinal, com um  carro que custa R$ 39.990 mas que traz certos itens que carros de maior preço não trazem, como o sistema Isofix para fixação de cadeirinhas de crianças.

Expectativas outras como haver muitas regulagens nos bancos caem por terra, mas nem por isso a ergonomia é ruim. Não há também nenhum ajuste do volante, mas guiar o pequeno Renault — apesar do banco durinho mas bem revestido – é longe de ser desconfortável. Acostumar-se também à proximidade do ombro de quem viaja ao lado do motorista é outra tarefa obrigatória para um dono de Kwid, assim como o roçar do outro ombro na coluna B. Sem novidade: além de curto o Kwid é estreito. Enfim, pequeno, mas não claustrofóbico.

Na viagem rodoviária realizada com dois a bordo e sem bagagem, ligeira sensibilidade aos ventos laterais foi obviamente sentida, mas sem nenhuma sensação de insegurança. No destino, a chance de rodar em estrada de terra mostrou uma faceta que certamente contará bons pontos para quem precisa andar em estradas sem pavimentação. Alto e com ângulos de entrada e saída que lhe valeram a classificação de suve dentro do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular, o Kwid tira de letra terrenos malvados com seu vão livre do solo de 18 cm e, inclusive, diverte quem gosta de uma tocada mais animadinha, pois não só as suspensões com acerto firme combinam com malabarismos, como a resposta do volante é exata.

Ao cabo da primeira semana o Kwid mostrou um esboço duplo, duas caras. Por um lado prático, ágil e espertinho como se espera de um carro de seu segmento, cujos concorrentes diretos são o Fiat Mobi e VW up!. Por outro algumas imperfeições fáceis de corrigir como a visibilidade do painel (de dia, a não ser pela porção do computador de bordo, é difícil de enxergar a velocidade) e outras nem tanto, suponho, como a manobrabilidade e “tato” do câmbio.

Raciocinando em busca de um resumo para a primeira semana de uso, cheguei a um “era o esperado”. O Renault Kwid foi, de um modo geral, muito bem recebido, elogiado pelo colega JJ (e pelo Bob Sharp, inclusive) e é sucesso de vendas. Mas preciso andar mais com ele para analisá-lo melhor. Felizmente, terei ainda três semanas para achar predicados escondidos ou ser um ponto fora da curva apesar de, como disse, adorar carros pequenos e espertinhos como o Kwid.

Para a semana que vem o plano é estrear gasolina no pequeno tanque de 38 litros e explorar a novidade da marca francesa em usos múltiplos.

RA

 

RENAULT KWID INTENSE

Dias: 7
Quilometragem total: 460 km
Distância na cidade: 180 km (39%)
Distância na estrada: 280 km (61%)
Consumo médio: 12,8 km/l (álcool)
Melhor média: 13,8 km/l (álcool)
Pior média: 6,9 km/l (álcool)
Média horária: 26 km/h
Tempo ao volante: 23h36minutos

 

FICHA TÉCNICA RENAULT KWID INTENSE
MOTOR
Tipo B4D,  L-3, comando por corrente, 4 válvulas por cilindro, flex
Instalação Dianteiro, transversal
Material do bloco/cabeçote alumínio/alumínio
N° de cilindros/configuração 3 /em linha
Diâmetro x curso (mm) 71 x 84,1
Cilindrada (cm³) 999
Aspiração Natural
Taxa de compressão (:1) 11,5
Potência máxima (cv/rpm, G/A) 66/70/5.500
Torque máximo (m·kgf/rpm, G/A) 9,4/9,8/4.250
N° de comando de válvulas/localização 2 /cabeçote
Formação de mistura Injeção eletrônica no coletor de admissão
TRANSMISSÃO
Rodas motrizes Dianteiras
Câmbio SG1, manual 5 marchas à frente e uma à ré
Relações das marchas (:1) 1ª 3,769; 2ª 2,048; 3ª 1,290; 4ª 0,949; 5ª 0,791;  ré 3,54
Relação de diferencial 4,38
FREIOS
Dianteiro (tipo, Ø mm) Disco, n.d.
Traseiro (tipo, Ø mm) Tambor. n.d.
SUSPENSÃO
Dianteira McPherson, triângulo inferior, mola helicoidal e amortecedor pressurizado
Traseira Eixo de torção, mola helicoidal e amortecedor pressurizado
DIREÇÃO
Tipo Pinhão e cremalheira eletroassistida
Voltas entre batentes 3,5
Diâmetro mínimo de curva (m) 10
RODAS E PNEUS
Rodas Aço, 5Jx14
Pneus 165/70R14
PESOS (kg)
Em ordem de marcha 786
Carga máxima 375
Peso bruto total 1.171
Reboque máximo sem freio/com freio  n.d.
CARROCERIA
Tipo Monobloco em aço, 4 portas, 5 lugares
DIMENSÕES EXTERNAS (mm)
Comprimento 3.680
Largura sem/com espelhos 1.579 / n.d.
Altura 1.474
Distância entre eixos 2.423
Bitola dianteira/traseira n.d.
Altura do solo 180
AERODINÂMICA
Coeficiente de arrasto (Cx) n.d.
Área frontal calculada (m²) 1,86
Área frontal corrigida (m²) n.d.
CAPACIDADES (L)
Porta-malas 290
Tanque de combustível 38
DESEMPENHO
Velocidade máxima (km/h, G/A) 152/156
Aceleração 0-100 km/h  (s, G/A) 15,5 / 14,7
Relação peso-potência (kg/cv, G/A) 11,9/11,2
CONSUMO DE COMBUSTÍVEL INMETRO/PBVE
Cidade (km/l, G/A) 14,9 /10,3
Estrada (km/l, G/A) 15,6 /10,8
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 na última marcha (km/h) 31
Rotação do motor a 120 km/h em 5ª (rpm) 3.870
PREÇO  (R$) 39.990
GARANTIA
Termo 3 anos e 5 anos para veículo financiado pelo Banco Renault


  • UU,
    De fato, vou pedir para o Agresti verificar e fazer a correção. Obrigado e parabéns pelo visão aguçada!

  • Braulio, pode ser que o diâmetro do círculo dos parafusos seja igual sim, mas a roda de Corcel/Del Rey não poderia ser usada por questão de off-set, já que no Kwid o raio de rolagem é negativo.

  • Leandro Corbó Filho

    Já tive um Clio 2010 e cinco Uno, sendo três Mille. A Renault fez o que a Fiat não soube fazer: um substituto para o Uno!

    Eu e minha mãe testamos o Kwid e deixamos o Aircross dela na troca.
    Em uma semana chega o carro.

  • guest, o original

    Uma dúvida: na ficha técnica desta matéria e na legenda da foto da roda consta que ela é de alumínio; entretanto, o catálogo da Renault afirma que todas as versões contam com “Roda aço com calotas”, conforme https://www.cdn.renault.com/content/dam/Renault/BR/personal-cars/Kwid/catalogos-e-manuais/online-rm002917folheto-kwid-2017.compressed.pdf

    • guest, a legenda estava errada, já foi corrigida. Obrigado.

  • VeeDub, variação de produção, normal na indústria automobilística.

  • Corsário, parecem-se mesmo.

  • Corsario, acabei pedir ao RA para verificar.

  • Cesar, são de aço com calotas que imitar roda de alumínio à perfeição. Legenda da foto já foi corrigida.

  • Douglas Sanches

    Bom relato. Apenas uma pequena correção: por mais bela que seja, a calota plástica que simula uma roda de liga leve ainda esconde uma roda de aço abaixo dela. Mas confesso acreditar que muitos vão pensar que há rodas de liga leve nessa versão Intense…

    • Douglas, correto, a legenda da foto já foi corrigida.

  • Obrigado pela informação, Alexandre, útil para mim e para os leitores.

  • Diogo

    Corsário, algumas concessionárias Renault estão plotando o teto do Kwid ao estilo da pintura biton do Captur. Na combinação preto com teto creme o carrinho fica um charme!

  • Diogo

    Na semana passada fiz um teste no Kwid na concessionária aqui da minha cidade. Visualmente, o carro é bonito por fora, mas por dentro achei um tanto datado. Talvez por lembrar demais o Sandero, que já tem bons anos de mercado. Por dentro o carro é muito estreito, especialmente na largura, fazendo com que eu bata o ombro na coluna central estando em posição confortável ao volante. Outra coisa que notei foi uma vibração excessiva do carro enquanto ligado. Essa característica não aparece no Sandero com o mesmo motor. Isso denota a economia nos coxins.

  • Lorenzo, ótima sugestão. Vou falar com o MAO.

  • Caio Azevedo

    É um tal de Vectra. Lembra-me o Champiro que a GM instalava nos Celta.

  • Cesar

    3 cm de diferença. Realmente, muito expressivo.

    • CorsarioViajante

      Segundo a informação que achei, dá uma diferença de seis centímetros, o que é bastante em ergonomia, especialmente neste segmento onde as medidas são tão compactas.

  • Invalid, em que você se baseou para proferir tal impropriedade, “um barato que vai sair caro”?

  • Invalid, absolutamente nada do você disse anula sua impropriedade, que é revestida do mais reles cyberautoterrorismo. Ridículo e lamentável. O “fabricantes chinesas” deixo por conta do você ter pensado uma coisa e escrito outra.

  • Guilherme,. nada a ver o que você diz. Não são os três cilindros que fazem essa diferença toda, mas a tecnologia aplicada neles. Aplique-as nos 4-cilindros e você terá uma surpresa. A VW tinha um 4-cilindros 1-L turbo em 2000, de injeção no duto, e a gasolina, de 112 cv com torque de 15,8 m·kgf a 2.000 rpm.
    Quem reclama dos 1-litro atuais precisa se reciclar urgentemente na condução de um automóvel.

  • Renato, um PureTech 1,0 seria mais econômico do que um PureTech 1,2.

  • Fernando, cada um pode dizer que o seu produto concorre com o que ele quiser.

    • Fernando

      É verdade, mas para a minha posição imparcial, vi que foi um gesto arrogante do vendedor querer justificar a diferença no preço ao invés de usar os argumentos do que o Up tem de superior(e que eu nunca contestaria). O vendedor chegou a usar os três parafusos de roda como argumento, lembrando do Corcel… enfim, não vou na concorrente para falar de um carro.

  • Antonio F., são cores escolhidas para marcar o lançamento. Algumas morrem, outras continuam.

  • Leonidas

    Kwid tem retrovisor dia e noite sim. Acho que na versão de entrada talvez não tenha.

  • Renato, não é uma equação simples. Depende dos objetivos de potência e desempenho, em que faixa de rotação se tem boa potência disponível, que carro esse motor movimentará.

    • Renato Mendes Afonso

      Entendi, mas então como é possível garantir que um PurteTech 1,0 seria mais econômico que um PureTech 1,2? Ou ainda que seja, como garantir que esse consumo a menos compensaria ao menos igualmente a queda de desempenho?

      • Renato, não há linearidade nessa questão. O motor de cilindrada 16,6% menor (1-L x 1,2-L) não necessariamente consumirá 16,6% menos combustível e o 1,2 não terá desempenho 20% superior ao 1-L.

  • Estevan Dario

    Aguardando a continuidade do teste. Realmente deve ser um ótimo carrinho paro trânsito brasileiro e bom para enfrentar nossas ruas no estilo “queijo suíço”.

  • Jivago Bottenberg

    Bob, está sem os links dos artigos citados.

    • Jivago, só há um texto citado, o teste do Kwid intense pelo Juvenal Jorge, e está com link.

  • Fernando

    Carros diferentes tem mesmo vantagens e desvantagens, ainda mais sendo modelos de entrada.

    Mas uma coisa que não misturo é que o Kwid e Clio começam com a diferença de tamanho que acho importante de ressaltar que são mesmo para pessoas diferentes, quando o Clio foi lançado não havia o Sandero, e hoje ele está com um bom preço, a quem queira mais que o Kwid.

    Sendo assim eu entendi perfeitamente a proposta dele, e vejo que há público para ele, e para o Sandero também (custando um pouco a mais, sendo que pode valer muito a pena para alguns).

    Vejo o Kwid como um Twingo 4-portas e bem mais bonito.

  • Nada de desculpas, Jivago, isso acontece de vez em quando. Não se preocupe. Vou ver lá, e agradeço o aviso.

  • kravmaga, mais ou menos. Tem muita coisa boa e novas chegando.

    • SDS SP

      Eu não entendo esse preconceito com peças indianas. Ultimamente eles (indianos) estão tomando aos poucos à liderança no fornecimento de peças automobilísticas, em especial aquelas forjadas e fundidas, que diga-se de passagem, tem qualidade tão boa quanto às de origem germânica, e por um preço bem competitivo. Tem muito virabrequim e cardã de origem indiana rodando por aí em marcas conceituadas e ninguém sabe.

      O que me deixa mais triste nessa história é o fato do Brasil ter perdido competitividade na indústria. É isso que temos que protestar e não ficar fazendo terrorismo em cima de algo que não conhece.

  • Renato, a Toyota foi outra, já partiu para 1,3 no Etios. Filsófico-técnico apenas. Com 1,3 e 1,5 litro foi possível utilizar o mesmo transeixo. E, sim, o motor 1,5 TU4M deu lugar um mais moderno de 1,2 litro, ocorrendo o que dissemos aqui no AE.

  • fernando, sabe se já há opinião de quem dirigiu o carro com pneus Vectra indianos e avaliado o comportamento?

    • Milton Evaristo

      Mas aí teria que ser um “teste cego” ou alguém de credibilidade, pois o camarada já vai sair com a cabeça feita para arrumar picuinhas com o pneu só por causa da origem e do preço.

      • Milton, certo, mas pelo menos já daria para se ter uma ideia. Particularmente, não acho que só por ser indiano o pneu seja ruim. Estou curioso também.

  • ussantos

    Hoje, em Marechal Hermes subúrbio da cidade do Rio de Janeiro, avistei um Kwid na rua, era justamente nessa cor laranja.

    Em tempo: motorista estava dirigindo devagar, mas muito devagar mesmo, como os “mineiros vendo a praia enquanto dirigem em Guarapari” (sem querer ofender os amigos mineiros, mas é fato). Não teve jeito, tive que ultrapassá-lo.

  • Jok Jok

    Essa filosofia pauperista da Renault em seus carros pode não agradar o consumidor a longo prazo.

    • Jok Jok. depende do consumidor, cada um é cada um. É o tipo da coisa em que não cabe generalização. É bola cristal forte demais…

  • Jok Jok

    Também estou. a esperar passar o período de cheiro de carro novo para que possa ser feito uma nova avaliação.

  • Licergico

    https://uploads.disquscdn.com/images/863c292e5448fa3932452e19ccf1e6c057ee0e617dcece1c29b2bdf899764736.jpg Tenho um Civic azul Denim (2015, igual ao da foto) e já recebi duas ofertas de compra dele bem acima da tabela Fipe exatamente por ele ser desta cor .

    • CorsarioViajante

      De vez em quando vejo Civics nesta cor, e fica muito bonito mesmo, parabéns! Aliás, para mim, que sou mais “quadrado”, este desenho mais sóbrio me agrada mais que os revolucionários “new” anterior e 10 atual.

  • Fael, vídeo no “30 Dias” só no 4º e último relatório.

  • André K
    • André K., a história é muito boa, embora “infectada” com o vírus plataformus… (rsrsrs)

  • André K, mas não é mesmo? (rsrsrs)

  • agent008

    Hoje tenho carro branco, pois comprei usado em uma troca casada e não pude me dar luxo a escolher a cor. Apesar de esquentar (um pouquinho) menos, não é minha primeira escolha: quando for comprar o próximo zero-km, minha escolha será um vistoso vermelho, ou verde metálico lembrando o clássico British racing green, ou então um belo azul metálico como o da linha atual Ford.