Este vídeo complementa a matéria sobre o Fiat Argo HGT publicada em 30 de setembro de 2017 e que pode ser lida aqui: Fiat Argo HGT no uso.

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  • RC 1976, não há do que se reclamar do motor E.torQ. É puro preconceito seu (e de muitos).

    • RC 1976

      Bob, a reclamação não é do motor em si, mas sim do uso desse motor no Argo. Não tenho nenhum preconceito com o E.TorQ, inclusive conforme escrevi, já tive 2 modelos com esse motor. Apenas acho que a concorrência está forte nesse segmento e colocar esse motor logo no modelo mais caro não foi uma boa estratégia. Mesmo erro na minha opinião cometido com o uso do motor Fire no Mobi!

      • RC 1976, aí entra a lógica: se existe na prateleira um motor arquitetonicamente bom, atualizado, conhecido das oficinas das concessionárias e dos reparadores independentes, e com bons dotes de desempenho e consumo, qual o sentido de colocar um “moderno”, despendendo vasta soma de dinheiro para isso? Esse motor empurra até a Toro, com perfeição. O caso do Argo foi diferente do Mobi, em que já havia motor de 1 litro novo a caminho.

  • RC 1976, continua a existir o Mobi com motor Fire Evo de 4 cilindros, portanto não há por que haver a decepção que você diz. E anda muito bem, não decepciona absolutamente. Calhou de eu deixar um com Firefly na Fiat e ato contínuo sair com Fire Evo, vai muito bem, aliás como eu disse no lançamento do Mobi. Quanto ao downsizing, não é exatamente o que se diz. Honda e Toyota continuam com seus 2-litros de aspiração atmosférica e têm ótimo desempenho. Na Alemanha, a Mercedes está voltando, há um “upsizing” lá. E lembre-se que o 1,0 TSI do Polo desenvolve 116/128 cv, enquanto o E.torQ do Argo chega 135/139 cv.

  • Anônimo, estamos com o Polo MSI (1,6, aspiração atmosférica) em teste e a baixa dele é notável.

    • CorsarioViajante

      Bob, por favor, no teste vejam a escala do velocímetro, vi algumas fotos e fiquei sem entender, pula do 80 km/h para 100 km/h e do 100 km/h para 120 km/h, com um espaço pequeno para o 90 km/h e 110 km/h. Não sei se consegui explicar, mas se puderem observar estes detalhes agradeceria, pois não acho fotos boas do painel analógico em lugar nenhum.

  • Gu92, sem dúvida, está dito no texto e na ficha técnica, monocomando. O vídeo está sendo corrigido.

  • Curió

    Bob, AK, talvez essa pergunta fosse melhor colocada na matéria escrita, mas passado o tempo, lá vai: qual a distribuição de peso do Argo, eixo a eixo?

    • Curió, não há essa informação. Todavia, pela arquitetura do Argo, não está muito longe de 55/45% dianteiro/traseiro.

  • Gu92, sim, tem variador de fase, o VIS é complemento.

  • HugoCT

    O consumo e desempenho é quase igual ao do TSI, lembrando que ele tem 139 cv.

    • RC 1976

      HugoCT, você tem razão, desempenho quase igual de um motor 1,0 para um motor 1,8!!! Quem diria! Viva as novas tecnologias! Sobre consumo isso varia muito: estilo de condução, se o carro vai ser dirigido no nível do mar ou e locais de grande altitude, qualidade do combustível, condições de trânsito, tipo e condições da via, calibragem de pneu, vidros abertos ou fechados, quantidade de ocupantes, ar-condicionado ligado ou não, dentre outros.

      • RC 1976, turbocompressor novas tecnologias??? Dezessete anos atrás tivermos o Gol/Parati 1-litro turbo! E aprenda que consumo é que queremos que nosso carro faça.

  • Curió, comportamento em curva não tem nenhuma relação com o projeto (“plataforma”), ou peso, mas com as definições e calibração da suspensão, pneus escolhidos, etc. Exemplo clássico: o Escort normal era subesterçante e o XR3, levemente sobre-esterçante. Carros de arquitetura idêntica.

  • Ziefrietz, até o Viper V-10, de comando único no bloco, os ressaltos do comando variavam de posição angular.

  • HugoCT

    Esse Argo HGT ficou show.

  • RC 1976, ninguém é obrigado a comprar nada. Se alguém, como você, achar o motor E.torQ “velho”, que não compre o carro. Simples, não acha? O que não dá para aguentar é ficar ouvindo (lendo) esta ladainha!

  • RC 1976, e continua a ladainha…

  • RC 1976, quem determina se um comentário (“ladainha”) deve ou não ser publicado sou eu, sempre visando qualidade de leitura. Espero que você se toque que não dá mais para bater na mesma tecla de “motor E.torQ velho”. Se insistir seu eventual próximo comentário a respeito será sumariamente excluído.

  • Corsario, ah, sim, Polo e não Argo. Já falamos algumas vezes em testes de VW sobre essa a estranha graduação do velocímetro, como no teste do Voyage Trendline 1-L 3-cilindros:
    “Só precisa a VW dar um jeito no velocímetro, na sua escala, pois não há traço destacado correspondente a 70 e 90 km/h, velocidades-limite comuns hoje e a versão não pode ter o I-System que inclui o velocímetro digital entre suas várias funções.”
    http://www.autoentusiastas.com.br/2016/04/novo-voyage-trendline-1-0/
    No teste do Polo MSI (em dois ou três dias, com vídeo) o velocímetro está certo.

  • rafael, não sei lhe dizer a diferença entre as duas gerações do XR3, minha referência é o primeiro. O que posso lhe afirmar é que o carro não saía de traseira, apenas sua atitude o era. Tanto que nunca se precisava contraesterçar, o que denunciaria o carro estar saindo de traseira. Era um acerto típico de carro de tração dianteira preparado para corrida. Apontava-se para a curva, ele sentava e se percebia a atitude descrita, e assim ele fazia a curva, sem nenhum traço de querer sair de frente. Era perfeito. Essa diferença, porém em intensidade menor, ocorre entre o Sandero “civil” e o R.S.

  • rafael, uma análise sobre o que você observou no Polo , uma única ocorrência, é difícil. VWs, de modo geral, são subesterçantes e foi o que ocorreu nessa curva de esquina, de atitude e de fato. Quanto ao seu Fiesta Rocam, com luz naquilo que falei, você, que o dirigiu, é que pode dizer. Se ao fazer uma curva rápida você nunca precisou contraesterçar, o carro definitivamente não é traseirudo. O que você sentiu é apenas atitude.

  • BMWM, puxa, que informação fantástica você nos passou! Muito obrigado mesmo! Se não fossem leitores como você muitas coisas poderiam nos passar despercebidas. Mas só para ficar completa a preciosíssima informação, gostaria de saber o que você quis dizer com ‘bloco’. Desconfio o quê, mas seria bom você mesmo dizer, para eu não incorrer em erro.

  • Fernando, alguém por acaso ficará pobre com esses consumos?

  • Fernando, você é tipo do indignado precipitado. Seu comentário está publicado, inclusive com resposta minha discordando do que você diz.

  • Fernando, é que hoje o volume de comentários está anormalmente alto, daí a demora na moderação.

  • Fernando, não acredito no que li: para o país??? Que paga pelo combustível agora é o país?

  • Fernando, eu não quero que você concorde ou discorde, mas realmente não é da sua conta e de ninguém o que um fabricante resolve produzir. Você, como qualquer outro consumidor, tem todo o direito de comprar o que mais lhe apraz. Pronto. Para que dissertar sobre algo que não lhe diz respeito e tampouco o afeta?
    E, por favor, respeite as regras ortográficas ao escrever comentários. Tenho perdido muito tempo corrigindo os seus, pois o leitor do AE tem o direito de ler comentários corretos ortograficamente.