Este vídeo completa o teste de 30 dias do Fiat Argo Drive feito pelo Roberto Agresti. Foi  anexado ao relatório da 4ª semana.

Leia o teste completo: 1ª semana2ª semana,  3ª semana 4ª semana.



  • CorsarioViajante

    FIcou muito legal este vídeo! O teste está cada vez melhor!

  • Lorenzo, defeitos? Onde? Acabei de assistir ao vídeo e não vi nada disso. E não tem nada de “vergonha” não dotar o carro de protetor de cárter, observação só mantida por você se um leitor antigo e estimado por nós.

    • Anderson Tavares

      Boa Noite, Bob! Aproveitando o tema “protetor de cárter”, já ouvi falar que a ausência dele em alguns projetos tem a ver com a segurança – em relação a absorção de impactos / movimentação do trem propulsor em colisões de forma a proteger o habitáculo. Procede isso mesmo? Desde já agradeço!

  • Claro que irá, Luis Carlos.

  • Fernando, a solução do tubo terminal do escapamento obedeceu a alguma razão de fluxo de gases queimados e/ou ruído, ou não a teriam feito desse modo. Não há absolutamente nada errado com a barra estabilizadora dianteira. E o eixo traseiro não é rígido, mas um eixo de torção como tantos outros hoje.

  • Lorenzo, com alturas de rodagem de hoje e o cárter não ser a parte mais baixa do carro, acabaram os danos ao cárter. Barra estabilizadora fina não é demérito, já que ela apenas coadjuvante em qualquer suspensão, à exceção da geometria McPherson original, em que a barra agia também como elemento de locação longitudinal da roda (Simca Chambord, Fiat 147). Condenar freio a tambor por condenar é errado: é precisa analisar a frenagem do veículo. Aplicar freio disco na traseira, só se for essencial, pois encarece muito para resolver a questão do freio de estacionamento. Essa do motor ser áspero não entendi, veja o que escrevi no teste do Uno com esse motor em novembro do ano passado:
    “Mas mesmo a partir de 1.500 rpm o motor levanta com facilidade. Se deixar, chegar rápido ao corte limpo a 6.800 rpm. Tudo com a suavidade típica dos bons 4-cilindros e sua uniforme sonoridade. Realmente, um motor bem projetado e construído. É como se o Firefly pedisse “use-me e abuse de mim”.

  • Louco por carros, haverá, mas não para já. Primeiro serão os testes normais (estamos com um MSI 1,6), depois vem o teste 30 dias. No momento o Kwid Intense está nesse teste longo.

  • Corsário, foi justamente o Polo pedido, mas ainda não estão disponíveis para teste de imprensa.

  • Antonio F., as justificativas são corretas.

  • Johnson, já andei em estradas bem ruins e nunca danifiquei um cárter. E protetores de cárter também amassam, a menos que feitos de duralumínio ou titânio.

  • Heberth, a diferença é irrelevante. Nos EUA tanque de plástico é proibido.

  • Eric-BA

    Lorenzo Firegerio, eu, após essa matéria, visitei o site da Fiat, e há a opção, na lista de acessórios disponibilizada pela fabricante para o Argo, o protetor de cárter para os motores Firefly 1,0L e 1,3L.

    Ou seja, mesmo o projeto já prevendo a não necessidade de uso do protetor de cárter, como o Bob te explicou, caso se queira a opção de compra do item para quem quiser uma proteção extra – ponto para Fiat, na minha opinião.

  • G.Alonso

    Meu avô comprou um Palio em 2006 que não vinha o protetor de cárter; em 2010 um CrossFox que também não tinha e em 2015, um Fox que também não tem. Até hoje não fez falta. Algum obstáculo mais alto que pode ser danoso no meio do caminho? Desvie.

  • CorsarioViajante

    Tapete errado incomoda muito mesmo, não entendo como complicam tanto uma coisa tão boba!

  • CorsarioViajante

    Exato!