Embora disfarçado, a VW apresentou o novo Polo à imprensa nesta sexta-feira (4) na pista da Fazenda Capuava, em Indaiatuba (SP). Não só apresentou como proporcionou poder dirigi-lo livremente, e com o interior definitivo.

A versão disponível era a de motor 1-L turbo (TSI), mas que desenvolve 3 cv mais que o conhecido do Golf nacional, ou seja 128 cv, mantido o mesmo torque de 20,4 m·kgf. Ainda não foram divulgadas as rotações onde ocorrem os picos, mas não devem ser diferentes das do motor já conhecido, 5.500 rpm e 2.000~3.500 rpm, respectivamente. A pressão do turbo é a mesma, 1,3 bar.

Haverá esta versão, a de motor 1,0 MPI (tricilindro de aspiração natural) e a 1,6 MSI, o motor EA211 de 110/120 cv.

O câmbio da versão, que se chama 200 TSI — o número é o torque em newtons·metro (N·m) — é exclusivamente automático epicíclico de 6 marchas Aisin AQ250-6F com trocas sequenciais manuais pela alavanca seletora ou pelas borboletas. As trocas ascendentes, tanto automáticas quanto manuais, ocorrem momentos antes do corte de rotação a 6.500 rpm. Tem modos normal e S, este mediante toque na alavanca para trás, surgindo indicação no painel e eliminando a 6ª marcha. As trocas ascendentes passam a ser mais rápidas em rotação mais elevada. No modo normal é clara a calibração visando economia, com trocas em rotação bem baixa de modo a aproveitar ao máximo potência em baixa rotação do motor turbo.

O funcionamento do câmbio é irrepreensível, com trocas rápidas e suaves, e com aceleração interina automática nas reduções.

A suspensão dianteira McPherson e traseira por eixo de torção foi calibrada para tirar a dureza típica dos carros da marca. Obviamente autódromo não é lugar ideal para se avaliar isso, mas subindo nas lavadeiras de curva intencionalmente deixou boa impressão de conforto. O comportamento nas curvas é o que se espera dos carros da marca com essa arquitetura: dos melhores.

Haverá três medidas de pneus no novo Polo: 185/65R15, 195/65R15 (a do carro dirigido) e 205/50R17.

A altura de rodagem é 20 mm maior em relação ao modelo alemão, cujas razões são desnecessárias explicar. A barra estabilizadora dianteira é de 20 mm de diâmetro.

O freios da versão são a disco nas quatro rodas e mostram elevada potência, especialmente no final da reta e antes de uma curva de 180º, que requer forte redução de velocidade.

O espaço interno é amplo, dada a boa largura da carroceria. Motorista e acompanhante ficam “longe” um do outro e me sentei com folga “atrás de mim” (fotos não foram permitidas). O porta-malas é de 300 litros (Golf, 313).

O quadro de instrumentos é digital e ativo, permitindo várias configurações.

O início de produção do novo Polo está previsto para setembro e o lançamento, para outubro.

BS



Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

Publicações Relacionadas

  • OMEGA

    Na rua onde moro, apenas eu e minha filha ainda temos carros com câmbio manual tradicional. O “otomático” virou moda.
    Vade retro!

    • Omega, é o que venho dizendo, câmbio manual virou coisa de pobre.

      • Gustavo73

        Tinha a esperança de ter o Polo TSI manual. Uma pena, além de mais divertido custaria uns 5/6 mil a menos.

        • Elvys Da Costa Pina

          Bem lembrado sobre o custo do carros com câmbio manual x câmbio automático. Essa ditadura de câmbio automático está enchendo a paciência. Está certo que no trânsito pesado de grandes cidades é um alento. Mas, e aqueles que apreciam carros com um bom câmbio manual? Principalmente em rodovias, e mais ainda, rodovias sinuosas.

          • Gustavo73

            Moro na cidade do Rio de Janeiro, mas para o meu uso posso ter um carro manual dem problemas. Veja que não estou querendo nem que seja o Highline mas sim o Confortline…

        • No_Name

          A VW tem umas ‘estranhisses’ incríveis. Oferece carro de R$ 100 mil manual (Golf Highline) mas não oferecerá um mero Polo que custará uns R$ 60 a 65 mil no TSI de acesso…

          • Gustavo73

            Realmente coisa sem sentido. Até porque o índice de Polo TSI manual seria bem maior que o do Golf Highline.

          • Duílio Ferrari

            Câmbio manual em carro menos sofisticado é coisa de pobre. Em um carro caro e mais inclinado à esportividade é exclusivo. Lógica? Qual é ela?

          • CorsarioViajante

            Eu acho que o Golf perde qualquer opção manual no facelift.

          • Corsario, os fabricantes estão fugindo do “carro de pobre” como o diabo foge da cruz…

          • Leandro Fontes

            O que será uma pena, mas se o mercado “pede”… Eu sou louco para comprar um daqueles Golf alemães, na versão Highline, com bancos alcântara, a gasolina e câmbio manual.

        • Diego

          Aproveita agora e vai de Golf!

          • Gustavo73

            É uma, e com um bom desconto por conta do facelift.

          • Diego

            Pois é, também pensei, apareceu um para mim por 69 mil, mas manual no trânsito que pego é muito ruim.

      • youtube youtube

        Bob, nunca conduzi um carro de 3 cilindros. É realmente confiável ou há de se esperar mais um pouco para uma análise mais profunda e detalhada. Grato!

        • youtube, sua dúvida carece de qualquer fundamento. Qualquer motor produzido por fabricante idôneo é absolutamente confiável.

          • Lucas Vieira

            Nem sempre, lembre-se que a própria VW lançou uma bomba em forma de caminhão, os 19/25-370 com motor NGD, que não eram nada confiáveis…. Merecia até uma matéria isso. Hoje um caminhão desse ano 2008 vale o mesmo que um MB 1113 da década de 70…

          • FocusMan

            Acho que tem uma materia aqui falando do fim do Constelation e muita gente comentou desse modelo que teve esse motor bem ruim.

            Mas cito num passado recente diversos motores VW com problemas: EA-111 1.0 que tem desgaste acentuado nos mancais do virabrequim. Podem pesquisar no YouTube e ficarão estarrecidos. EA-111 1.0 Turbo que tinha problema grave na polia do variador de fase e matava o motor ainda em plena saúde e vitalidade. Esse motor quase sepultou de uma vez só o motor turbo e o motor 16V no Brasil.

            Entreanto concordo com o Bob e também afirmo que hoje em dia não existe carro ruim. Qualquer carro feito por um grande fabricante é submetido a diversos testes de validação e o projeto segue rígidas normas de controle.

        • Gustavo73

          Tem muito tempo que já existem motores 3-cilindros.

      • Renato

        Me arrisco a dizer que, em um futuro próximo, virará coisa de colecionador.

  • Eduardo Pinetti

    Dirigibilidade irrepreensível, como no Polo antigo. Tive um, e dava vontade de colocar o banco e o câmbio no lugar do sofá para continuar “guiando” em casa.

    • FocusMan

      Sinto o mesmo com o Focus… Às vezes eu pego caminhos mais longos para demorar mais a chegar em casa.

      • Douglas

        Quando o carro é bom a pessoa vai até alguma cidade vizinha só para sentir mais o carro.
        Estou com o meu Sonic há 3 anos e cada vez gosto mais de dirigi-lo, já está 72 mil quilômetros.

      • André Andrews

        Aconteceu isso comigo há cerca de um mês. Saí para dar uma volta na nossa Autobahn paulista. Quando cheguei em casa, vi que havia percorrido 690 km nessa brincadeira!

  • Mr. Car

    “As suspensões dianteira McPherson e traseira por eixo de torção foram calibradas para tirar a dureza típica dos carros da marca”. Boas falas, Bob! Esta é uma característica VW que sempre me desagradou.
    Abraço.

    • Antonio F.

      Já a mim me agrada bastante, não curto carro muito molenga, os VW geralmente são bons de curvas.

      • Douglas

        Eu também gosto de suspensão bastante firme.
        Sobre os VW, até o Gol G5 com pneus 175/70 R14 é bom de curva, ao contrário dos Fiat populares.

        • Douglas, o que vê de errado no comportamento dinâmico dos Fiat populares?

          • Douglas

            Bob, de errado nada, apenas não são bons de curva como o Gol.
            Não sei quanto ao Argo pois ainda não o dirigi.

  • Antonio F.

    Posso (e quero) estar enganado, mas a impressão que tenho é que a VW está trazendo outro carro que não é para o Brasil, e não é complexo de vira-latas. A péssima percepção do brasileiro para bons carros somada à forte e persistente crise que vivemos jogarão contra o novo Polo, em quase todos os blogs e fóruns que entro o papo é sempre o mesmo: “não passa de mais um Golzão”, como se o compacto brasileiro é que servisse de inspiração para todos os carros fabricados da VW no mundo todo. Infelizmente, nossos políticos são o reflexo da nossa falta de cultura para tudo.

    • Antonio F., e você perde tempo com esses blogs e fóruns?

      • Antonio F.

        Ultimamente bem menos, Bob, mas de vez em quando a gente escorrega numas cascas de banana.. rsrsrs.

      • OMEGA

        Recentemente no Facebook, uma amiga desceu o pau na Renault e transformou a Honda na Rolls-Royce japonesa. Quando lhe disse que os carros da Honda são bons, mas que os da Renault não deixam a desejar, ela colou vários comentários, que só podem ser de “piazinhos”, onde endeusam uma e endiabram a outra.

        • OMEGA, é por essas e outras que não perco meu tempo na nerdnet que é o Facebook.

        • Newton (ArkAngel)

          Facebook é o paraíso dos desocupados e dos especialistas em tudo e nada ao mesmo tempo. Desde engenheiros que não sabem para que lado um parafuso solta, até chefs de cozinha (outra palavra que não gosto) que não sabem nem fritar um ovo.

    • Leandro Fontes

      Não creio que seja o brasileiro em geral, mas a atuação de meia dúzia de “haters” que tentam desprestigiar certas marcas (sabe-se lá o porquê). Esses “entendidos” soltam cada pérola que não dá nem para perder tempo lendo, quanto mais tentando explicar que não é assim. Infelizmente, um dos males da Internet, é dar voz a estas pessoas.

      • Antonio F.

        Cheguei à conclusão que ler muitos comentários na internet podem fazer muito mal à saúde… rsrsrs. Estou tentando limitar o mínimo possível ao que realmente vale a pena, como aqui no AE.

        • CorsarioViajante

          Exato. Sites sem nenhuma moderação são impossíveis de participar. Mesmo nos moderados é bom conhecer alguns tipos esdrúxulos e evitar qualquer contato.

        • Leandro Fontes

          Parei de frequentar estes sites e blogues quando percebi que estava escrevendo a mesma coisa há muito tempo. Por mais que tentasse explicar as besteiras, insistiam e ainda inventavam algo a mais. Então vi que o negócio era falar mal de determinadas fabricantes e carros só ganhar “like”. Além disso, percebi que alguns “moderadores” incentivavam este tipo de conflito, talvez para a matéria ter mais visualizações. E não estou falando de site “qualquer”…

    • Eduardo Edu

      Acho que entendi. Os fabricantes não estão mais fazendo carros para os entusiastas, mas sim para quem quer comprá-los, que são a imensa maioria. O exemplo disso são os produtos desenvolvidos para o “mercado local” a exemplo do Argo, Onix, Spin, entre outros. Carros feitos para o exigente mercado europeu, a exemplo do antigo Polo, passam desacreditados por aqui.

      • Antonio F.

        Acredito que entusiastas já não interessem tanto às fabricantes, hoje o foco é quem precisa de um carro pra ir do ponto A ao B com o mínimo esforço e sem lembrar que está num carro, não a toa só se fala em carros autônomos e elétricos. Acho que nós que gostamos de carros também corremos o risco de viramos peças de museu.. hahahaha.

        • Newton (ArkAngel)

          Os carros hoje em dia são feitos para a maioria, e tal maioria não gosta de carros porque estão imersas na idiotice do politicamente correto; carros poluem, fazem barulho, ocupam espaço urbano, etc. Só que se esquecem que a bicicleta que o bikechato usa, a comida que ele come, a bermuda justinha de lycra que ele usa, o computador que o nerd ecochato usa, dependem para sua produção do petróleo e do transporte feito por…veículos motorizados.
          Existem várias opções para que é politicamente corretinho: na Amazônia há vastas áreas onde se pode viver junto à natureza, plantando sua própria comida, pescando seus peixes, fugindo das onças, das piranhas…

      • Uma verdade bem antiga.

      • Lucas Vieira

        Nda mais lógico, todo fabricante, comerciante, etc, quer é vender e ter lucro, e com certeza só vão fazer o que o mercado pedir. Mas com certeza esse Polo terá seu mercado, VW não é um empresa boba, assim como todas as outras aqui.

        • Eduardo Edu

          Já foi boba, a exemplo do Polo antigo. Tive um e o carro era fora de série. Desvalorizou porque ninguém queria (ou não entendia) o estado-da-arte da engenharia empregada naquele carro.

    • Anônimo

      Chega a dar tristeza o nível de certos locais que também tratam de automóvel. Parece que são garotos de 14 anos, mas você vai ver e são adultos mesmo. E o pior, parece que torcem contra o automóveis, mas estão todo dia comentando num site sobre eles, não faz sentido. O automóvel é o novo cigarro, parecem um papagaio, toda hora falando sobre carros que não poluem, milhares de pessoas que morrem pela poluição, carros em que “bateu, morreu”, plataforma. Incrível o baixo nível, e em um site de noticias de automóveis!
      E o mais lamentável, esse pessoal é reflexo de parte da mídia.
      Tenho certeza que o Bob deve notar, quando se encontra num lançamento com alguns “colegas”, e ver o baixo nível. Alguns nem sabem dirigir bem, que é o pressuposto para ser um bom avaliador. É cada bração, e que não tem vergonha de fazer video de avaliação, e ainda acabam virando exemplo!
      Hoje eu estava no lançamento do Kwid e fiquei ouvindo as pessoas. É cada metido a entendido falando besteira, que quase perguntei quais eram os seus nicks para lê-los no disqus. Falaram que o carro só serve para andar na cidade, não me aguentei e disse: quem sabe usar o motor vai andar na estrada muito bem. Me retrucaram que não tinha jeito, pois o carro era “1 ponto nada”, eu disse: errado, motorista nota “1 ponto nada” é que é o problema, não o carro. Logo vi que o Clube 2.000 rpm estava lá em peso.

      • Anônimo, por enquanto você está com a taça de Melhor Comentário do Semestre. Parabéns!

      • Antonio F.

        Pior do que isso só os esquerdopatas defendendo o ditador mequetrefe Nicolás Maduro, como se ditaduras de esquerda fossem mais bonitas, humanas e melhores do que as de direita. Tempos difíceis de “um teclado nas mãos e mil especialidades na cabeça”.

      • Rochaid Rocha

        Perfeito. Quando ao Kwid ser ruim na estrada é só preconceito. Hoje em dia com a quantidade de radares até um carro de 500 cm³ vai bem na estrada. Para que um motor de 300 cv se a gente não pode andar a mais de 100? E tem lugar que nem a mais de 80. Multam a gente até quando se limpa o nariz.

  • Marco Antonio há 35 anos atrás

    Vai dar trabalho para a concorrência!

  • Fórmula Finesse

    Um crime se essa versão não vir com opção de caixa manual.

    • Curió

      É mesmo uma pena. Menos opções. Mas eu, particularmente, prefiro os motores turbo com caixa automática, por duas razões. A primeira é que os motores já têm resposta algo menos precisa, rápida e linear, o que, para mim, torna a atividade de comandá-los com o câmbio bem menos divertida. A segunda é que os propósitos que normalmente nos levam a cambiar nos motores aspirados nas estradas praticamente desaparecem.
      Em casa há um HB20 turbo. Ele é capaz de subir a serra da cidade vizinha até onde moramos de sexta marcha a algo como 80 km/h, o que está por volta das 2.000 rpm. Basicamente, só é necessário cambiar quando se chega próximo da marcha-lenta. No resto das situações, a excetuarem-se as ultrapassagens, tanto faz em que marcha se está, mesmo viajando em velocidades razoáveis.
      Assim, para aproveitar-se bem o motor, em economia e tudo o mais, eu teria de (I) avançar muito rapidamente, em rotações baixas, entre as marchas – o câmbio não é curto, mas como parece que é! – e (II) ter a atenção descomunal de ouvir e sentir, nos trechos em que se reduz velocidade sem alarde (aqui são muitos, todas as estradas são como a dos Romeiros, mas com visão curta em razão das montanhas), que estou chegando perto demais da marcha lenta — o que é fácil e recorrente, se se quer utilizar as vantagens do turbo, que aliás torna o motor bastante silencioso…
      Se é para cambiar nessas condições, prefiro que uma máquina o faça para mim. Conduzirá a tarefa muito mais naturalmente e me poupará de uma chatice. E, de outro modo, se for para continuar dirigindo do mesmo jeito, um motor aspirado é muito mais divertido, agradável e confortável.
      Para mim, a melhor opção continua sendo a boa e velha combinação de motor aspirado e caixa manual, mesmo que menos eficiente ou rápida.

      • Curió, é sério que você acha uma chatice cambiar? É um ato meramente automático.

        • Curió

          Bob, no caso dos motores turbo recentes, sim. Para mim não é automático cambiar nesse caso. É muito diferente do que faço, e gosto de fazer, cambiando em carros com motor aspirado.
          Para que o turbo não seja um mero penduricalho, as trocas ascendentes têm de ser muito mais frequentes, em intervalos de tempo bem mais curtos, e as reduções vêm sempre numa hora em que, por distração, as rotações caíram demais – o que é fácil de acontecer, considerando que 2000 e poucas rpm costuma ser uma boa faixa de uso se for bem utilizado o curso do pedal e de ~1500 rpm para menos esses motores têm uma queda brusca de potência. Além disso, uma parte da diversão de cambiar está na precisão de dirigir, que nos turboalimentados é menor. Eu preferiria um câmbio automático no HB20 que mantivesse sempre essa faixa baixa de rotações das condições normais de uso sozinho.
          Num carro moderno com motor aspirado, além de não existir esse degrau de potência, rotações baixas assim são exceção e a condição do motor é bem mais audível. Fora que, não sei se é só comigo, esses motores turbo “torcudos” têm uma curva de potência que não me empolga muito, raramente me dá prazer.

          • Curió, não vejo essa diferença em usar o câmbio segundo o tipo de aspiração de motor que você diz haver. Trocar de marcha é um ato tão automático quanto caminhar. Não se pensa “vou trocar para terceira”. Quanto a motores torcudos não lhe empolgarem muito, dirija um Porsche 911 e depois me diga se empolga ou não ir ao corte de rotação…

          • Curió

            Bob, vou me expressar melhor. Sim, trocar de marchas é um ato automático, e mesmo a adaptação quando mudamos de motor é automática. No entanto, o comportamento do motor turbo é um pouco “enganador” dos sentidos. A faixa de potência suficiente para andar-se tranquilamente é sempre de baixo giro, de modo que se pode desenvolver velocidade e enfrentar subidas em marchas altas sem problema. A questão é que, como essa faixa de uso é muito baixa e muito próxima de uma faixa em que motor perde quase toda a força (abaixo de 1600 ou 1500 rpm), queda brusca que não existe na maioria dos aspirados, a necessidade de uma redução frequentemente vem em momentos que o meu automatismo, moldado pelo costume com estes últimos, simplesmente não espera se eu não estiver olhando para o conta-giros. É isso que incomoda. Além disso, o turbo acrescenta uma variável para aumentar as marchas. Quase qualquer coisa que se está fazendo, ao que parece, naturalmente em uma, é provavelmente possível de se fazer em uma ou duas marchas à frente, pisando mais no acelerador. Nesse sentido, o nosso “instinto” tende a subaproveitar as características do motor.

            Mas, é claro, isso depende dos hábitos e impressões da cada um.

          • Curió, acho que você está se atrapalhando a troco de nada. O motor do up! entrega torque máximo (com acelerador todo aberto) a apenas 1.500 rpm. Abaixo desse rotação ainda há muito torque, não existe o que você diz de haver “queda brusca” e, francamente, não há o incômodo que você diz haver e tampouco o subaproveitar as características do motor. Eu adoraria, por curiosidade e para ajudá-lo, dar uma volta no carro com você dirigindo e lhe explicar essas coisas.

          • Curió

            Bob, se eu tiver a oportunidade de ir em um Passeio AE nas próximas edições, procurarei o senhor para, na melhor das hipóteses, ter a honra da carona e/ou da instrução; na pior, contar que mudei meu hábito ou minha impressão, tendo-me tornado melhor motorista (risos).

          • Curió, mais que andar no carro com você será um prazer conhecê-lo. Prezo muito conhecer os leitores pessoalmente.

          • Curió

            Igualmente, Bob! Será uma honra.

          • Pelo contrário, o up! TSI tem uma faixa bem plana de torque e com ótima amplitude. Quem gosta de carro gosta de câmbio manual.

            Abc Bob

          • Comentarista

            O problema é que o turbo do HB20 não é esmerado tecnologicamente falando com um TSI que tem torque máximo a quase rotação de marcha-lenta. Você tem que dirigir um turbo com injeção direta. A única diferença que tem em relação a um aspirado é a maior potência em toda faixa de giro. É totalmente previsível e linear.

      • Fórmula Finesse

        Belo depoimento. Bom, eu dirigi pouco o HB20 Turbo mas gostei bastante, vêm um empurrão sutil mas bem gostoso do assento contras as costas . Acaba cedo, mas agrada a quem gosta de dirigir; mas não o dirigi nessas condições que sublinhastes. Mas eu guiei em serra o Golf TSI 1,0 com a obrigatória (por ser única opção) caixa manual — e querendo andar rápido ou devagar — era necessário estar “ligado” na caixa de marchas, porque o bicho pede marcha, mesmo com o turbo. E é uma delícia, o comando é muito positivo e a conversa com o motor é excelente, é um prazer tocar ele desse modo e não senti nada que fosse desabonador, pelo contrário, tudo parece fazer muito sentido nas subidas e descidas, curvas e retas. Claro que em auto estrada — assim como num aspirado — é esquecer em sexta marcha e pronto, mas quando a orografia é mais acentuada, ele vai exigir um pouco de empenho na “palanca”, menos do que um carro sem admissão forçada, mas ainda assim vai pedir marcha — e se câmbio e motor nasceram como almas gêmeas…

        • Curió

          De fato, há mesmo esse empurrão inicial que diverte. Quando o carro acabava de chegar lá em casa, fui dirigir na estrada me divertindo em testar a alta potência em baixa rotação. Na primeira ultrapassagem, reduzi para terceira, para umas ~3,300 rpm, e “enchi o pé” pra ver o que saía. Fiquei surpreso com a disparada inicial do carro, bastante forte para a categoria, mas que foi desaparecendo à medida que eu fui chegando na zona das 5.000 rpm.
          Sinceramente, tenho saudades do 207 1,4 que foi substituído pelo HB20, inclusive quanto ao motor, que, embora muito linear e bem mais fraco, empolgava mais e tinha um som mais bonito.

          • Fórmula Finesse

            No 207 – certamente que tu tinha que andar pendurado para obter prazer similar ao HB20. Mas o empuxo do turbinho me agrada mais, dirijo muito em serras e aprecio potência disponível ao menor toque do acelerador.

          • Curió

            Finesse, a posição de guiar é mais próxima do chão, a direção transmite melhor o caminho e, apesar da diferença de idade dos projetos, o 207 é só um pouco — muito pouco — pior de curva que o HB20. Visitar a faixa das 4.000 rpm era frequente, mas o som era mais bonito, rs. As marchas eram longas no ponto certo, e cambiando corretamente ele andava bem. Fazia o 0-100 km/h em 13 s e alguma coisa, e chegava a 167km/h de máxima. É bem razoável. Não sobra nem falta. Em ultrapassagens, claro, usualmente era varrido o conta-giros inteiro. Era um carrinho divertido. Não tive oportunidade de dirigir um 1,6, mas deve ser uma pequena joia. O defeito que ele tinha era o acelerador, anêmico. Impossível fazer um punta-tacco. Eu reduzia para as curvas em dois degraus.

          • Fórmula Finesse

            Tive dois 206 também, o 1,0 16v e o 1,6 8v – entendo bem o que escrevestes. O eixo de trás era especialmente “vivo” nesses carros, e se aliviasse o pé bruscamente na curva (intencionalmente ou não) a traseira tinha a tendência de vir de verdade…eu gostava, mas exigia um pouco mais de atenção e envolvimento. Não gostava da ergonomia e da caixa ruidosa, mas o resto era bem entusiasmante, mesmo o 8v com 90 cv era suficiente para andar bem. O 1,0 girava como se não tivesse amanhã e era até mais “esportivo”.
            Mas o HB20 Turbo é uma pequena maravilha, moderno e bem construído, é sempre um alento saber que têm uma turbininha embaixo do capô para promover um empuxo gostoso nas ultrapassagens.

          • Curió

            Concordo com seus elogios ao HB20. É mesmo um carro muito bom, muito bem construído. Afora minhas preferências pessoais, não vejo defeitos significantes nele em qualquer ponto.

          • Curió

            Entendo sua preferência. De fato, isso é mesmo agradável.

          • Zigfrietz Tazogh

            Você terá toda potência e torque que desejar, com mínima carga no acelerador, estando na rotação correta, e na marcha adequada, seja turbo ou aspirado.
            Apenas motores elétricos entregam toda força em qualquer faixa de rotação.

        • Comentarista

          Vai pedir marcha como qualquer carro de potência parecida.

    • Avatar

      Faço coro com você, FF.

  • Marco

    Não vai mesmo vir com o motor 1,4 TSI? A versão de 150 cv ficaria perfeita nesse carro, na minha opinião.

    • Não, Marco.

    • Wellington Myph13

      No máximo, se o carro emplacar, a VW pode se animar a reviver uma versão GT com o 1,4 TSI, mas diria que só de câmbio manual, para não canibalizar o Golf.

      • Wellington, ‘se’? Você tem alguma dúvida de que isso vai acontecer?

        • Marco

          Na minha “achologia”, creio que esse carro será um sucesso sim, me despertou real interesse desde que as primeiras fotos foram divulgadas. Entendo que, a curto prazo, a VW deixará de trazer o Golf importado e focará neste Polo que ficou muito próximo, em todos os aspectos. Daí o desejo de ter acesso a um desses em versão Comfortline ou Highline, equipado com o 1,4 TSI de 150 cv. Seria o substituto ideal para o meu carro urbano, no caso um Audi A1 2011 1,4 TSI de 122 cv.

          • Marco, raciocínio correto o seu. Só para lembrar, o Golf é fabricado no Brasil desde o início do ano passado.

          • Wellington Myph13

            O Golf vai receber esse TSI 200 automático de 6 marchas e deve partir de uns 85.000 reais, modelo 2018 já com evoluções parelhas com o Cruze LT, como bancos de couro, volante com comandos, controlador automático de velocidade de cruzeiro e ar-condicionado digital Climatronic. Isso deve dar um fôlego ao modelo, pois o Cruze Hatch, o que está levando ele para cima em vendas são as versões LT em ofertas a 86 990,00, mas 2017. O 2018 vai ficar no preço da tabela de 92.000 reais, dando fôlego ao Golf 1,0. Ainda assim, é um mercado em extinção, e talvez mesmo melhorando as vendas, ele passe a ser importado.

        • Wellington Myph13

          Por nós, entusiastas, não resta dúvida que o Polo será um excelente carro, mas infelizmente nós somos minoria.
          Ele vai mirar os preços do Argo, que não agradaram tanto assim, mesmo com bons itens de segurança e diferença dos seus concorrentes.
          Não sei qual o plano o da VW de quanto pra eles é suficiente pra que ele seja um sucesso, mas eu chuto entre 2-3mil unidades, o que acho apenas razoável pra um investimento forte como o que estão fazendo.
          Se passar disso eu diria que foi realmente sucesso e a versão GT certamente apareceria.
          Vamos aguardar os preços e itens em cada versão pra ver como vai ser a reação da massa dos consumidores mais “comuns”…

  • Programador Maldito

    Vai ficar uma bagunça esse portfólio… vários carros na mesma faixa de preço e muito semelhantes.

    • Douglas

      Qual o problema? Mais opções para o consumidor.

    • CorsarioViajante

      Não por muito tempo, acho que está num momento de transição. Fica claro para mim que logo Golf não terá mais versões com o 1,0 TSI nem com o 1,6 MSI, ficando só com o 1,4 e 2,0 TSI. O Fox deve sumir de linha em silêncio em breve também, ou ficar aquele carro escondido no fundo do showroom que ninguém lembra até morrer de fome.

      • Gustavo73

        Acho que o Golf mantém o 1,0 TSI até porque deve ser uma se não for a versão mais vendida.

        • CorsarioViajante

          Mas com o Polo usando este motor, com tamanho próximo, e talvez até equipamentos similares ao do Comfortline, será que justifica? Só a VWB sabe…

  • Mineirim

    Bob, aproveite seu prestígio e experiência e aconselhe a VW a reconsiderar essa nomenclatura por torque. Para que complicar? Que a VW mude para potência em cv. Ficaria melhor.

    • Mineirim, é mais fácil a Volkswagen passar a se chamar Carro do Povo do que mudar essa nomenclatura do Polo 1,0 TSI…

      • Mineirim

        Ah, Bob. Essa escolha da VW não aceito. Na Europa, os carros são nomeados por potência, você sabe.

        • Mineirim, por potência, poucos, a maioria esmagadora é por cilindrada. Por torque, nunca vi ou soube.

          • Lucas Vieira

            Como vi em outro comentário aqui no AE, nem em caminhão nunca vi nomenclatura por torque…

    • Antonio F.

      Me parece que esse motor vai se chamar 200 TSI, o que pode, na opinião de alguns jornalistas automobilísticos, gerar confusão com a sigla 2,0 TSI; gostaria de saber a opinião do Bob Sharp a respeito destas siglas.

      • Antonio F., não parece, vai, está no texto. Eu não expressaria ou descreveria motor dessa maneira. Se nem caminhão fala em torque, por que em automóvel há de se falar? A Lamborghini, por exemplo, usa potência na nomenclatura de seus modelos, como o Gallardo LP 570-4. Faz mais sentido.

        • Antonio F.

          Li numa reportagem que o marketing da Volkswagen alega que o consumidor hoje está mais familiarizado com o torque, intimamente ligado à arrancadas e ultrapassagens; eu já dou mais importância para potência, só ultimamente tenho visto esse destaque maior ao torque.

          • Antonio F., o consumidor está mais familiarizado com o torque porque assim ele erroneamente lê na imprensa ou assiste a vídeos. Mas o leitor do AE sabe que o que importa é potência e que quanto mais cedo ela aparece, melhor. Alegação carece de fundamento.

    • Douglas

      Mineirim, o nosso querido Bob poderia também tentar convencê-los a oferecer câmbio manual para o TSI.

    • Eduardo Cabral

      O primeiro Civic turbo que vi eu estava na China, a versão era 220! 220 cv num 1,5? Depois fui pesquisar e descobri que eram 220 Nm e pelo que vi nos EUA a Honda também nomeia a versão do Civic com o torque. A VW não é a pioneira nessa burrada…

    • Luis Carlos K.

      Na minha opinião a intenção é justamente confundir. Deveria vir escrito apenas MPI ou MSI ou TSI. E pronto.

      • Rafael

        Também acredito que é proposital para atrair o consumidor, ou no mínimo, atrair a curiosidade de um potencial consumidor. Com esse 200 TSI , muita gente vai bater o olho e achar que são 200 cv, ou que é um motor 2.0 (até hoje muita gente é apegada a esse número).

        • MrFreevo7

          Na realidade eu acredito que a intenção foi levar os potenciais compradores a questionar o que significa esse “200”. E aí o vendedor da concessionária VW vai ser treinado para dizer que são 200 Nm, que esse torque é similar ao de um motor 2,0, e por aí vai… Assim como os demais leitores do AE não concordo com a nomenclatura, mas vai que dá certo a estratégia.

    • CorsarioViajante

      Deveria ser como no up! ou outros, só TSI e pronto. Achei lamentável esta lambança, parece a picaretagem do MSI denominar dois motores completamente diferentes, induzindo os leigos à confusão.

  • invalid_pilot

    Esse Polo com o 1,0 TSI e automático de 6 marchas vai matar o Golf de entrada.

    A expectativa é pelo preço vs equipamentos de série — dependendo disso, o modelo será um sucesso ou fracasso.

    • CorsarioViajante

      Eu chuto que após o facelift o Golf irá partir do 1,4 TSI Highline. Porque o Polo tem tamanho, motor e qualidade próximos demais do Golf Comfortline.

  • Douglas

    Sério que o TSI não terá câmbio manual?
    Eu esperava que houvesse essa opção já que o Golf oferece.

    • Douglas, só automático.

      • Silvio

        Uma pena…

      • Douglas

        Bob, será que o Golf vai deixar de oferecer o “câmbio de pobre”?

  • Tessio R R Bonafin

    Bob, bom dia. A dinâmica e espaço interno ficam muito distantes do Golf? Abraços

    • Tessio, não ficam.

      • Gbs

        Bob, sabe me dizer o acabamento dos bancos nessa versão TSI? Outra pergunta, será que a roda aro 17 será opcional?

        • Gbs, nessas prévias não são fornecidos detalhes. Só no lançamento os teremos.

          • Gbs

            Valeu Bob, abraço!

    • Gustavo73

      Mesma largura, 7 cm a menos de entre-eixos.

      • Wellington Myph13

        5 cm a menos de largura também, 1.799 vs 1.750 mm. Diferença pouca.

        • Gustavo73

          Achei que fosse a mesma largura, mas não é nada gritante.

          • Wellington Myph13

            Achei estranho quando você disse que era e fui procurar. Porque afinal se só fosse diferente em entre eixos, seria a própria MQB que pode modular tamanho do motor, entre eixos e balanço traseiro. Eu já imaginava que era menor em largura, só não sabia o quanto.

          • Wellington, e lá vem conversa de plataformeiro. Isso cansa!

          • Wellington Myph13

            Nem fiz nada engrandecendo plataforma ou coisa do tipo para isso…
            Só destaquei que se é uma plataforma modular e fosse de mesma largura, não teria porque chamar de MQB A0. Ela é diferente por empregar materiais diferentes da MQB e também ter largura reduzida pra atender os compactos da marca.
            Não faço da plataforma coisa de Deus para o carro, mas vejo com bons olhos quando não são coisas adaptadas para todos os lados… Eu não desconsidero o Onix como opção para mim só porque zerou o impacto lateral, mas prefiro dar mais atenção a outro modelo que tenha algo melhor, e “nisso” a plataforma em que foi baseada ajuda…

          • Wellington, desisto…

  • Bacana, hein.

  • Wellington Myph13

    Mesmo com as rodas aro 15″ ele tinha o interior completo com o Cluster Digital, CMM de 8″ e Ar Digital Climatronic? Deu pre ver se tinha 6 ou apenas 2 airbags?

    • Wellington, esses detalhes só dá para ver depois. Nessas ocasiões foca-se em outras coisas.

    • Gustavo73

      Li que poderia ter 4 airbags de série, ar-condicionado digital (uma zona e central multimídia de 6.5″. Seria a versão Comfortline. Pena não ter a opção manual.

      • Wellington Myph13

        Para mim já estaria de bom tamanho. E se vier aos preços que o WebMotors ventilou, 68.000 reais, não seria tão ruim.

  • DPSF

    Se a Volkswagen não pesar a mão no preço vai ser sucesso. A Fiat terá de revisar a política de preços do Argo. O sedã desse Polo entra no meu radar para uma possível troca do meu sedã familiar.

    • Zigfrietz Tazogh

      [A Fiat terá de revisar a política de preços do Argo.]

      O Fiat Argo foi o modelo da FCA que mais vendeu no varejo em julho.

      Confira: https://br.motor1.com/news/175888/varejo-julho-argo-lider-fiat/

      • Diogo

        Isso não significa que ele é barato. Quando fui ver o carro na concessionária, os preços eram 57 mil reais na versão 1,3 GSR e 61 mil reais na versão 1,8 manual, ambos sem opcionais. Achei bem salgado comparado aos concorrentes (HB20 1,0 turbo e 1,6, por exemplo).

  • Aureo

    “A altura de rodagem é 200 mm maior em relação ao modelo alemão…” (Deve ser 20 mm, Bob?)
    Acho que o Polo está entrando no Brasil de “salto alto” demais!!!! kkkkkk!

    • Aureo, é claro que é 20 mm. Foi correria de postar esta manhã, o e-mail da VW com o release e as fotos, por erro do sistema deles, só nos chegou hoje. Vou acertar logo.

      • Aureo Yogi

        Sem problemas, Bob! Nós agradecemos por vocês compartilharem o conhecimento de vocês.

    • Lorenzo Frigerio

      Francamente, acho que a VW deveria oferecer um pacote com altura de rodagem alemã. Eu duvido que dê problema em mãos minimamente cuidadosas. Vejam que o Fusion é vendido aqui com altura de rodagem original. O visual é muito bom mesmo.
      Será que o Polo usará “molas Brasil” ou está sendo resolvido no calço?

      • Lorenzo, acha que um fabricante faria gambiarras?

        • Lorenzo Frigerio

          Que gambiarras? O Gol Rallye foi levantado na base do calço.

          • Lorenzo, isso não é gambiarra.

          • Lorenzo Frigerio

            Eu não disse que era. Mas a adaptação idealmente também exige um curso maior da suspensão, para manter a maciez em piso lunar.

          • Aureo Yogi

            Essa equação é muito mais complicada. São tantos graus de liberdade (variáveis) na suspensão. Um curso maior na suspensão com molas mais macias faria as bandejas se movimentarem mais obrigando a utilização de buchas mais macias para acompanhar a movimentação. Aliado ao centro de gravidade mais alto prejudicaria sensivelmente a rolagem do carro. No caso da VW, que tem um handling mais europeu (firme), para um aumento de curso seria adotada uma mola mais rígida, para conter os movimentos da suspensão para tentar manter as buchas originais ou até utilizar buchas mais resistentes para ajudar a conter a movimentação. Nesse caso, eu acho que calços seriam mais interessantes por mexer menos na suspensão sem prejudicar muito o comportamento. Claro que tudo isso é especulação, pois há muitas opções. Só levando na Suspentécnica para ver.

      • Gustavo73

        Molas e amortecedores diferentes do alemão.

      • Thales Sobral

        O Fusion raspa muito nas “ótimas” vias aqui de Aracaju, junto com os “melhoradores de fluxo” chamados quebra-molas.

      • Wellington Myph13

        Fusion é o mais querido por todos, isso e aquilo, mas a primeira e maior reclamação, é que raspa demais em todo lugar.
        Meu cliente comprou um, amou o carro, pegou EcoBoost AWD ainda, rasgou todo tipo de elogio que você pode imaginar, e o “único” defeito: “Pena que baixo demais, não é? Raspa em todo lugar.”…
        Se fosse 20 mm mais alto, era bem possível que nem disso reclamariam e certamente não afetaria sua afinada direção.

        • Aureo Yogi

          Não é somente a altura. O balanço dianteiro do Fusion também é muito pronunciado prejudicando o ângulo de ataque. O BMW 320i tem altura de rodagem menor e não raspa em todo lugar, por exemplo.

          • Wellington Myph13

            O que consegui achar de informação é que o 320i tem 140 mm de altura do solo e o Fusion tinha 135 mm, e que só agora o 2017 ganhou 1,2 cm de altura, o que ficaria 147 mm de altura, pouco mais alto que o 320i.

  • Eric-BA

    Bob, a potência do motor 1,0 3 cilindros aspirado foi divulgada?

  • Fusca Noventa E Cinco

    Bob, a dinâmica deste carro está mais para Golf ou Gol?

    • Fusca noventa e cinco, mais para Golf.

  • Antonio F.

    Uma dúvida: tanta potência e torque num “motorzinho” tricilindro turboalimentado de apenas um litro não sacrificaria a durabilidade?

    • Antonio F., realmente não, acredite.

  • Antonio F.

    Bob, percebe-se a tal qualidade construtiva superior do Polo, que o colocaria em patamares próximos ao Golf, ou ele ainda fica devendo ao hatch mais vendido do mundo? Pelas reportagens senti que o contato da imprensa com o carro foi bem breve.

    • Antonio F., é muito cedo para tal questionamento.

      • Antonio F.

        Mas o carro já está no forno e o consumidor ainda sabe pouco dele, só o que chega de fora do modelo europeu.

      • Diego

        E o painel, plástico duro? É muito caro para a fabricante construir painel e portas em painel emborrachado?

        • Diego, sim, plástico duro. Material emborrachado encarece e, além disso, painel não é lugar para se ficar apertando com dedo.

          • Diego

            Encarece quanto Bob?
            Painel não é para apertar, mas é para ficar bem silencioso para que eu possa escutar o barulho do motor, sem contar que um carro de 70 mil exijo um acabamento decente!

          • Diego, você escuta o barulho do motor com qualquer tipo de material de painel, isso que você diz não tem o menor sentido, como também sua exigência e sua noção de “acabamento”. Não tenho ideia do quanto encarece, mas pouco é que não é.

          • Augusto Lira

            Rapaz, pare de ler esses sites! Esse pessoal se acha o máximo por ficar batendo nessa tecla de rebarbas, plástico duro, NCAP, plataforma, preço. Claro, você pode dar peso a isso, mas o peso maior é para como é o carro ao dirigir. Isso é o que mais importa a quem realmente gosta de automóveis.

          • Davi Reis

            Não vejo como o plástico no interior impede que o acabamento seja definido como decente.

          • Davi, você já viu alguém reclamar de plásticos duros nos aviões comerciais? Eu nunca.

  • Alexandre Zamariolli

    Faço votos de que o Polo seja melhor compreendido nessa volta ao mercado brasileiro. O antigo já era ótimo, e esse novo está de dar água na boca.

    • Antonio F.

      Pois é Alexandre, “compreendido” é a palavra certa, nosso mercado está muito confuso, com segmentos se sobrepondo e se misturando a outros, também o consumidor comum tem poucos ou nenhum parâmetro pra comprar um bom carro, geralmente veem se tem um “design” bonito, alguns mimos de perfumaria e principalmente se isso cabe no ‘carnezão’. Mas ponho mais fé no Argo do que no Polo, desde que a FCA revise sua política de preços pois um hatch quando ultrapassa a barreira dos R$ 60 Mil começa enfrentar o poderoso pelotão dos suves.

    • CorsarioViajante

      Acho que a obrigação de fazê-lo ser compreendido é da VWB. O próprio up! tem imensas qualidades, mas a VWB preferiu fazer diversas campanhas onde não mostrava nenhuma qualidade do carro, focando apenas no lado “emocional”.

  • William W.

    Gol: pé-de-boi assumido. Fox: sem perspectivas, deve sumir brevemente. up! infelizmente tornado um carro de nicho. Golf: com a crise nos hatch médios talvez nem seja mais fabricado aqui. Realmente caberá ao Polo um papel fundamental. A VW precisa acertar em cheio. Tecnologicamente tem competência para isso. O segredo estará nos preços.

    • William W., acho que sua bola de cristal está precisando de uma limpeza…

  • Humberto

    Para mim, a surpresa está no fato do carro ser apresentado à imprensa, disfarçado! Eu não sei bem, pelo que me lembre, nunca houve coisa parecida. Uma boa jogada de marketing para aumentar mais ainda a expectativa do lançamento do Polo. Quanto ao Polo em si, surpreso também da VW não ter disponibilidade futura do câmbio manual, justamente pela VW ser referência neste tipo de câmbio. Eu só tenho a lamentar, apesar de não ser contra ao automático. Apenas prefiro o manual. Mas de todos os VW que me atraem, não é nem o Polo. É o VW up! em todas as suas versões. Pela sua praticidade na cidade, simplicidade e eficiência, para mim é o carro que mais me atrai. E colado ao up! e expandindo para outras marcas, o Novo Renault Kwid me atraiu bastante também. Ainda estou muito ansioso pela reportagem do AE sobre esse Renault!!!

    Humberto “Jaspion”.

    • Diogo

      A Hyundai fez o mesmo no lançamento do HB20. Mandou um batalhão de jornalistas para a Coreia, tapou o carro com um monte de lonas pretas e fez o teste de lançamento antes do oficial.

      • Diogo, a diretora da revista Carro andou na Coreia num carro sem disfarce.

  • Bill FC

    Bob, de curiosidade, como ficou a motorização casada ao câmbio no Polo? O TSI do Up!, que tem uma configuração diferente, rende uma boa dose de fôlego nas aceleradas e no geral o carrinho anda muito bem. O Golf com a mesma motorização, não transmite exatamente a mesma impressão de velocidade (mesmo que obviamente melhor dinamicamente). O Polo empolga?

    Posso estar embasado por ter tido um Golf 1,4 e o 1,0 foi apenas uma curta experiência, mas o up! me pareceu mais espertinho (talvez pelo menor tamanho).

    • Bill FC, empolga tanto quanto o Golf com esse motor (só que de 125 cv). Agora, “empolgômetros” não funcionam muito bem em autódromos para quem, como eu, correu mais de duas décadas…

      • Bill FC

        Claro! Tenho consciência disso… o empolgômetro é mais em relação à satisfação com o carro em situações normais do dia a dia. Quanto ao Golf, é bom demais! Obrigado pela resposta Bob, abraço.

  • Dangles

    Antes de comprar meu up! TSI, assisti a um vídeo de muitos elogios seus, parecia bem empolgado com o conjunto do carro, surpreendido! O Polo não causou isso no teste?

    • Dangles, não causou por não haver novidade, ao contrário do up! TSI. Eu já havia dirigido na apresentação e depois testado “no uso” o Golf com esse motor, só que com 3 cv menos. O que achei do novo Polo nesse primeiro contato escrevi no texto.

  • Rasec

    Esse conjunto 1,0 TSI com câmbio automático é esperado por muitos consumidores (sou um deles), tanto no Golf quanto no Polo. Entrei no site da VW na Alemanha e os preços e as configurações do Novo Polo já estão disponíveis. Fiz uma simulação comparando os preços do Polo e do Golf por lá e um eventual Polo Comfortline 1,0 TSI automático poderia custar na faixa dos 65 mil reais no Brasil, basta a VW querer. Gostei das primeiras impressões do Bob, era o que imaginava do Novo Polo.

  • rafael

    O Polo está na minha mira. Estou aguardando ansioso por uma avaliação No Uso da futura versão 1,6 com câmbio automático rsrs. Sei que aqui o pessoal, tanto os leitores quanto os da equipe do Ae dão preferência quase que total pelo manual. Eu também era assim, principalmente depois de uma desastrosa experiência com um automático de um Xsara Picasso. Anos mais tarde, tive a oportunidade de dirigir um Fusin 2,3 automático, como é a caixa de todo o Fusion vendido no Brasil. Quanta diferença. O que faz de diferença um câmbio bem calibrado, ajustado. Depois de dirigir este carro (que é muito bom em outros aspectos), eu passei a gostar de câmbios automáticos, e estes só vem apresentando melhoras com o passar dos anos. Nunca dirigi um automatizado de dupla embreagem, apenas um monoembreagem. Não curti muito. Era de um Strada 1,8 modelo 2013. Achei as mudanças um tanto lentas, e me incomodou o tempo que o carro fica sem força motriz. Mas dizem que essas transmissões evoluíram de lá para cá. Mas ainda assim, a minha preferência tem sido pelos epicíclicos com conversor de torque e com bloqueio do conversor, de preferência a partir da segunda marcha. Gosto do fato dela estar sempre conectada com o motor, de não haver a interrupção de fornecimento de força às rodas, do leve deslizamento que este tipo de caixa permite (mas nada exagerado, só uma deslizada suave, com o já mencionado bloqueio), e gosto também da função creeping. Eu também penso que muita gente tem comprado o automático por achar que é chique, que dá status social. Uma pena isso. Mas eu também acho que há uma demanda reprimida, pois antes era “proibido”, era “pecado” ter um automático porque a manada dizia que era caro demais, porque iria quebrar e custava muito caro o reparo, porque tirava muito desempenho do motor, porque gastava muito combustível, porque era carro só de rico, porque desvalorizava muito na hora da revenda. Enfim, eram muitos porquê, assim como na história do carro duas portas versus o quatro. Dirigir um bom automático pode ser muito gostoso, mas de uma forma diferente que um manual. Pelo menos para mim hehe. Mas lamento profundamente a diminuição da oferta do manual conforme o aumento da faixa de preço. Ainda mais se considerarmos que os Estados Unidos, que são muito ligados ao automático, ofertam por lá o manual em modelos mais esportivos. Brasil e suas manadas.

    • rafael, nos EUA há oferta de manual em todos os segmentos. Diferente daqui, onde o consumidor é pouco respeitado.

      • Arno moura cavalcanti

        Mesmo em carros como Mercedes Classe S?

        • Arno, toda regra, menos uma, tem exceção.

          • Augusto Lira

            Qual é, Bob?

          • Augusto, toda palavra proparoxítona leva acento.

          • Augusto Lira

            Puxa, é mesmo! Eu lembro na escola de ser obrigado a escutar a música Construção para se lembrar disso! Obrigado.

  • Bruno Alessandri

    Carrinho compacto com características só encontradas em veículos premium. Minha escolha para trocar o meu 500. Iria usá-lo apenas como city car, mas pelas características será ótimo para enfrentar uma estradinha de vez em quando. Impressionante como a VW está acertando em tudo nesse carro, vamos torcer por preços razoáveis. Ouvi falar em 64.900 o TSI Comfortline, seria muito bom.

    • Bruno, estradinha de vez em quando??? Será tão bom em estrada quanto qualquer outro carro do porte!

      • Bruno Alessandri

        Sim Bob, é que peguei um Compass com o intuito de viajar com a família e meu outro carro usaria só na cidade, como faço com o meu 500. Mas esse Polo está tão caprichado, que tenho certeza que, de vez em quando, ele será o escolhido para a viagem. Obrigado pelo review!

  • Eduardo T. Küll

    Deu para saber se teremos, ainda que como opcionais, os 6 airbags, faróis e lanternas em LED e o kit R-Line?

    • Eduardo T. Küll, essas informações só são disponíveis no lançamento.

  • luciano_f

    Bob Sharp parabéns pelo excelente review, você mencionou que as trocas de marcha acontecem em rotações baixa visando a economia você consegue se lembrar a quantos rpm acontece as trocas nas primeiras marchas digo de 1 a 3 marcha
    Outro dia andei de Golf 1,6 com o câmbio de 6 marchas e as trocas acontecem a cerca de 2.500 rpm achei muito alto, pois em um Voyage com câmbio I-Motion as trocas acontecem a cerca de 1.500 rpm

    • luciano-f, é por aí também.

      • luciano_f

        E por aí você diz em qual faixa de rotação do Voyage a cerca de 1.500 ou do Golf 1,6 a cerca de 2.500??

        • Paulo Lopes Jr

          Do Voyage, Luciano. Todos que testaram o carro disseram a mesma coisa: as trocas são feitas com rotação baixa privilegiando a economia.

    • Milton Evaristo

      Vejo muitos as pessoas e até a mídia comentar sobre a “quantas rotações são as trocas”. Mas isso depende da carga (abertura de acelerador), não é um dado fixo. É elementar.

      • luciano_f

        Em partes colega, pois tenho um Golf 1,4 TSI cambio DSG e as trocas são quase sempre a 2.000 rpm. Essa rotação só é alterada se eu estiver numa subida muito íngreme ou pisar muito fundo no acelerador. Agora, Voyage 1,6 I-Motion é coisa linda de ver as trocas, o problema é o tranco que dá, tirando o tranco as trocas são feitas em rotações de fazer inveja ao Golf 1,6 MSI. Outra coisa que o Voyage é melhor até que o meu Golf TSI é que as trocas quando feitas de forma manual no câmbio I-Motion são realmente manuais, elas obedecem o que quero, ou seja, se quero fazer uma troca a 1.300 rpm de 1ª para 2ª eu faço. No Golf 1,4 TSI isso não é possível.

        • luciano_f, atenção: não existe tranco no câmbio I-Motion. O que existe é certa demora no reacoplamento da embreagem nas trocas ascendentes, ocasionando interrupção momentânea da tração.

  • Douglas

    Bob, o desempenho deste Polo está mais para up! TSI ou para Golf 1,0-l TSI?

    • Douglas, mais para Golf 1,0-l TSI.

  • Chico

    Bob, você saberia dizer se vai ter a versão sedã?

    • Chico, sim, e já tem nome: Virtus. Virá da Argentina no começo do ano que vem.

  • CorsarioViajante

    Legal ver esta prévia, fiquei curioso com a suspensão não ser tão dura como o habitual, só um “no uso” para vermos com detalhes.
    Parece bobagem mas realmente não gostei deste logotipo “200 TSI”, como muitos disseram parecem querer dar a ideia de 200 cv ou de ser um 2,0. Achei que forçaram a barra, assim como forçaram a barra ao chamar dois motores 1,6-L de MSI apesar de serem motores totalmente diferentes.
    Enfim, o Polo pelos motores parece que vai ser um “papa-tudo”: é conservador e quer um aspirado fortinho? Tem o 1,6 MSI. Quer um 1,0 econômico? Tem o MPI. Gosta de tecnologia e novidade e quer um motor estado-de-arte? Tem o 1,0 TSI. Acho que isso deixa claro que não haverá muito futuro para Fox e, quem sabe, até mesmo para o Gol — me lembra a questão do Fusca, que mesmo tendo nome forte um dia teve que deixar de ser fabricado.
    Outra coisa: aos poucos me parece que Golf e Jetta ficarão com o 1,4 e o 2,0 TSI sempre em versões bem equipadas, importadas e caras. O próprio presidente da VW já deu o sinal.

    • Corsário, a produção do Jetta terminou.

      • CorsarioViajante

        Caramba! Então hoje carro médio fabricado no Brasil sobrou quem? Civic, Corolla, Golf e A3?

      • Gustavo Foltran

        Nossa! Mas que coisa, Bob! Ele voltará a ser importado então?

        • Gustavo, não sei dizer.

        • Gustavo73

          Já voltou. A produção nacional era só de uma das versões. Se não me engano a Comfortline. As outras versões continuavam importadas.

  • Paulo Júnior

    É engraçado, tinha lido em um site “especializado” que este VW valia a pena, e seus méritos estavam todos na plataforma MQB-A0, ao contrário dos ultrapassados Gol e Fox, e até Argo, que segundo eles usaria plataforma de Punto, segundo eles ultrapassados por usar plataforma antiga. Deu uma descrença dessa avaliações, se é que assim podemos chamar. O cara nem sabe o que são as plataformas e para quê servem. É certo que a MQB-A0 é o estado da arte, mas é muito desconhecimento passado para o povão, que lê essas porcarias e saem vomitando ódio em comentários. Foi mais um desabafo, Bob. Rs. Taí um candidato a minha garagem ano que vem. As análises aqui são diferenciadas.

    • Paulo Júnior, o cordão dos plataformeiros não para de crescer… E não paro de ficar impressionado com essa bobagem.

    • Anônimo

      Próximo passo é sigla de plataforma virar emblema, pois o torque já virou. É de lascar! Daí para estrelas de NCAP também virarem emblema é um pulo. Fim dos tempos!

      • Anônimo, isso aí, acertou na mosca.

      • Leandro Fernandes Morais

        Vem aí o VW Polo MQB-A0 5NCAP 200TSI. Os “entendedores” teriam orgasmos aos explicar isso nas rodas de conversa “especializada”, afinal, isso é puro conhecimento. 😉

        • Leandro, perfeito!

        • Lauro Agrizzi

          A própria VW tem uma culpa grande com essa plataformania, pois foi ela que começou a divulgar na mídia que esse recurso de construção significava modernidade e tecnologia de ponta.Basta observar que todo fã de VW que se acha entendedor de carro vive achando que os VW são o estado da arte por causa das sopinhas de letras de plataformas, coisa que nunca antes a indústria se utilizou para enaltecer um carro. Coisas de falsos entendidos. Quanto o cara começa a falar que os VW tem as melhores e mais modernas plataformas e que vai comprar o carro por esse motivo eu mudo de assunto e desisto.

          • Lauro, é melhor não contrariar mesmo…

  • Gabrownx

    Este carro lembra muito o Golf ou a distância na tocada entre eles é muito grande?

  • Lucas Pereira

    Beleza de carro. Aguardando o “no uso” do 1,6. De um up! TSI para o 1,6 manual será que sentirei muita diferença de desempenho?

    • Lucas, praticamente nenhuma diferença, uma vez que se trata de automático x manual.

  • RENATO ROCHA

    Bob, com relação às qualidades do carro todos sabem que são muitas e provavelmente trocarei de carro ano que vem com a chegada do virtus. Foi noticiado que o carro não tera materiais de acabamento em soft touch, isso procede?
    Se for pra mim pelo menos será algo que me fará repensar a compra pela versão de entrada do Golf ou jetta.

  • Fat Jack

    Uma pena a VW não ter feito uma apresentação completa do carro, inclusive com as diversas opções de motorização a disposição para o “deleite” dos presentes, inclusive porque acredito que desta forma haveria uma maior facilidade na avaliação dos pontos altos de cada uma delas.
    Bob, houve alguma indicação da possibilidade de câmbio manual na versão com motor 1,6 l? (correto pensar que ela deva ser a intermediária?)

    • Fat Jack, informação completa a fábrica deixa para o dia do lançamento para a imprensa, é a estratégia. Sobre câmbio, nos foi dito que o Polo 200 TSI só terá câmbio automático, então fica inferido que o Polo “102 MPI” (10,4 m·kgf x 9,806) terá câmbio manual e o 1,6 MSI terá ambos os tipos. Tenho dúvida de qual versão será a topo.

  • HugoCT

    O problema vai ser o preço, embora ainda não divulgados, não vai ficar por menos de 50 mil — move up! por 48 mil como referência. É triste ver os 1,0 acima de 45 mil hoje em dia – completo. Bob, o espaço é parecido com o do Argo?

    • Hugo CT, sim, é parecido. Atente que em motores turbo a cilindrada não é a física.

  • Rochaid Rocha

    Se o preço for bom vai matar muito carrinho. Eu seria um que compraria, com certeza. Se fosse manual então… Nossa, seria show.

  • FocusMan

    Bob comentaram sobre faixa de preço m vem para brigar com Argo ou vai ser algo mais caro?

    • FocusMan, preços só são anunciados no dia do lançamento para a imprensa. É assim com todos os fabricantes. Tanto que as revistas, que recebem os carros novos para teste um mês antes do lançamento para poderem ir para as bancas nesse dia, publicam as matérias sem os preços. Mas que a briga será Alemanha x Itália, sem dúvida.

      • Davi Reis

        Bob, pelo que você andou até agora, acha que a briga vai ser pau a pau ou alguém deve levar uma vantagem boa?

  • Douglas, eu vejo. É uma informação totalmente irrelevante para o proprietário. Só para você ter uma ideia, a “plataforma” MQB do Golf, por exemplo, tem suspensão traseira por eixo de torção ou multibraço. A plataforma nada diz da rigidez torcional, pois ela depende da carroceria. Nenhum produto não se define pela plataforma. O resultado é que se criou uma população infernal de plataformeiros…