A Volkswagen do Brasil celebrou esses dias (5/7), em sua fábrica de Taubaté (SP), o marco histórico de 8 milhões de Gol fabricados no País. Esse número reforça a posição do modelo Volkswagen como o mais produzido, mais vendido e mais exportado da história do Brasil. O evento reuniu dezenas de empregados, jornalistas, autoridades e colecionadores de vários fã-clubes do Gol, que também expuseram seus carros na fábrica.

A exposição contou com todas as gerações do modelo, além das versões esportivas e que marcaram época, como o Gol GT, GTS e GTI. Estiveram presentes o presidente e executivo-chefe da Volkswagen do Brasil e Região SAM (América do Sul, América Central e Caribe), David Powels, entre outros executivos da empresa.

Gol GT, 1984

No evento, David Powels anunciou que, a partir deste mês, a produção do Gol será totalmente concentrada na unidade de Taubaté, que também continuará fabricando o up!, cross up! e Voyage. A fábrica Anchieta, localizada em São Bernardo do Campo e que também fabricava o Gol, produzirá o Novo Polo, que chegará ao mercado ainda esse ano, e o novo sedã Virtus, que será lançado no primeiro semestre de 2018, além de continuar produzindo a Saveiro e Saveiro Cross.

Para produzir 8 milhões de Gol, a Volkswagen do Brasil contou com a forte atuação de duas unidades: Taubaté e Anchieta. Taubaté começou a fabricar o modelo em 1980 e alcançou  aproximadamente 4,9 milhões de unidades. Já a Anchieta passou a fabricar o Gol em 1994 e já produziu mais de 3,1 milhões de unidades.

AE/JJ



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  • Karudo

    Gostem do Gol ou não, ele é o líder brasileiro.
    O Gol GT de 1984 que aparece na foto, foi um dos meus sonhos de consumo. Sem por ou tirar nada. É um modelo simples, pelo menos externamente, onde se sobressai apenas as rodas e os faróis de neblina.
    Eu lembro muito bem daqueles tempos e das viagens que fiz. Somente dois GTs conseguiram me ultrapassar.

    • Fórmula Finesse

      Você guiava o quê, camarada?

      • Karudo

        Um pequeno bólido.

  • Fórmula Finesse

    Gol é um legado longe de acabar — parabéns à fabricante que conseguiu construir um produto que se mostrou tão versátil em sua (já) longa vida. Esperamos muito do Gol nas próximas décadas, e que ele volte a encantar como fazia em tempos passados.

    • Antonio F.

      Eu, para ser sincero, esperava uma merecida aposentadoria do veterano hatch, o tempo passou e a concorrência se mexeu e oferece produtos iguais ou melhores, custando o mesmo e até menos. E olha que perdi as contas de quantos Gol eu tive nessa vida, desde o BX a ar até o G6.

    • Bera Silva

      E que venha a Parati!!!

      • Robertom

        Esqueça, os marketeiros dizem que perua não vende, só SUV…

  • Fat Jack

    O Gol tão amado por uns e tão detestado por outro é um ícone incontestável, para o que também que também colaboraram suas versões esportivas. Versões lamentavelmente abandonadas de uma vez pela fabricante, tirando do carro justamente seu caráter mais apreciado (e respeitado até pelos que não são fãs do carro), recentemente montou um “show car” reeditando a sigla GT e apesar do ânimo geral e espectativa gerados decretou que não será fabricado mesmo dispondo de motorizações interessantes como a que equipa o Golf TSI.
    É um carro com um passado referencial, mas cujo futuro infelizmente aparenta não terá facilidade de ser tão glorioso.

  • Antonio F.

    Gol hoje é um carro muito criticado e em muitos blogs os haters não o poupam, o chamam de perdedor e de carroça, mas como o brasileiro é conhecido pela memória de 128 KB se esqueceram que o veterano hatch foi líder ininterrupto por SÓ 27 anos, feito que provavelmente não será superado. Hoje felizmente os tempos são outros, para azar do velho e bom Gol e sorte de nós consumidores, há uma rotatividade muito maior no pódio pois há mais concorrência e isso é bom. Porém, respeito com essa lenda automobilística é o mínimo que ele merece, não é favor, é meritocracia, palavrinha que o brasileiro desconhece.

  • Bruno Passos

    Bem que a VW podia colocar o três-cilindros turbo nele e colar a sigla TSI na sua tampa traseira. Não precisava de mais nada, já possui comportamento dinâmico excelente e câmbio com engates perfeitos, certeza que ia entrar pra lista dos carros “divertidos de dirigir” lá do Carlos Meccia! Se, para quem sabe usar, o não moderno EA111 1,6-l já entrega boas emoções em subidas de serra e circuitos travados, imagina como seria ter o coração do up! debaixo do capô do Gol! Pena que isso é utopia, já que lhe sobrou a categoria de entrada da VW e não teria espaço para tal versão na gama de hatches da marca (Gol, Fox, up! e futuro polo).

    • Antônio do Sul

      Nos números frios das fichas técnicas, pode já não ser o melhor e nem o mais moderno, mas ainda me faz feliz: tenho muito mais prazer em dirigir um Gol com o motor EA111 1,6, em comparação ao HB20 dotado do motor de mesma cilindrada. Este último anda muito bem, é econômico e teoricamente é muito superior ao Gol, mas nele não encontro uma posição de dirigir que eu ache confortável: mesmo ajustando o banco no nível mais baixo, ainda acho que fica muito alto. Subjetivamente, já que essa impressão não encontra nenhum respaldo técnico, entre esses dois modelos, o Gol parece ter um “ajuste fino” superior.

      • Bruno Passos

        Devido à maior potência em baixa rotação o Gol retoma velocidade muito bem também, o motor enche muito cedo em ultrapassagens ou saídas de curva por exemplo.Também aprecio a posição baixa de dirigir, andei num Fox outro dia, outro perfil, painel alto, banco mais alto ainda, não me agrada. Estive lendo uma matéria outro dia na qual o vice-presidente da VW citava a posição de dirigir alta do Fox e que existia uma fatia de mercado que tinha preferência por tal característica. Me lembro que o quando o Fox foi lançado muito se comentou sobre a saída do Gol de cena, ainda na sua popular “terceira geração”, ficando apenas Fox, Polo e Golf na gama de hatches, mas não adiantou, o Gol sobreviveu.

  • Sandro Carlos Oziel Rodrigues

    Eu dou os parabéns ao Gol. Carro já histórico na indústria automobilística brasileira. Tive a alegria de possuir três modelos em época diferentes. Um GTS 1989 preto ônix, um GTI 1994 também preto e um Power 2008 preto ninja. Carros que nunca me deixaram na mão. Bem, por gosto pelo motor AP eu não pude seguir a linha Gol.

    • Bruno Passos

      GTS e GTI, você teve dois excelentes carros, hein!

  • Humberto

    Eu dirigi por muitos anos um VW Gol S 1.6 1982 ainda com o motor boxer. Foi tirado pelo meu pai 0 km e o usamos até 2009 sem dó e piedade. Carro muitíssimo robusto e confiável. “Você conhece, você confia” fazia muito sentido para mim à época. Tenho muitas saudades de dirigir um desses com aquele ronco do motor boxer. Bom, não sei onde o Gol que eu dirigia foi fabricado, mas nunca vi um adesivo fazendo alusão à Taubaté. Posso estar enganado, não lembro muito bem, mas tenho a impressão que eu tinha visto em alguma plaqueta escrito “VW São Bernardo do Campo” neste Gol 1982.

    Humberto “Jaspion”.

  • Ailton Junior

    Meu primeiro carro foi um Gol quadrado 1,0 1993 (em 2010 ) Gostava muito do carro, tinha um visual bacana e agradável. Não achei os gol bolinhas interessantes e a atual geração acho que é muito desrespeitada pela VW.

  • Christian Bernert

    Tive Parati S 1984, Gol LS 1986, Parati LS 1987, Gol GL 1,8 1991, Gol Atlanta 1,8 1996, Parati GTI 1997. Tenho saudade de cada um deles. Apagar a linha Gol e suas variantes seria equivalente a apagar metade da minha vida. Obrigado, Volkswagen!

  • E o lindo Gol GT, do meu amigo Leandro, embelezando a celebração do Gol… (mas ele não é 84!)

    • Ricardo, o ano foi citado como o de lançamento, mas pareceu realmente que se referia àquele Gol GT específico. Obrigado pela observação!

  • Newton (ArkAngel)