Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas TOYOTA COROLLA XRS, NO USO – Autoentusiastas

Depois de testar o novo Corolla Altis em abril, não havia mais o que analisar na nova versão XRS, surgida junto com a linha 2018 do médio japonês. Todavia, mesmo assim pedi o carro para passar uma semana com ele, pois apesar de ter mecânica rigorosamente igual à do Altis, seu visual diferente me instigou assim que o vi na noite do lançamento, em 16 de março.

Foi a segunda vez que andei com o XRS. A primeira foi no dia seguinte (17 de março) e fomos eu e o Fernando Calmon até o kartódromo de Aldeia da Serra, bem perto da capital paulista, de acordo com o percurso determinado pela Toyota, inclusive rodar no kartódromo — nada apropriado, obviamente. Gostei desse Corolla, mas nada como andar com qualquer carro no dia a dia para conhecê-lo melhor, ter um pouco mais de intimidade com ele.

Visual muda muda bastante com os anexos aerodinâmicos

As fotos desta matéria foram as feitas no kartódromo e preferi usá-las por terem ficado melhores que as do carro testado efetivamente, um XRS preto. É o mesmo carro, só muda a cor.

A versão XRS tem preço público sugerido de R$ 109.500, algo abaixo do Altis, de R$ 116.990, porém mais que XEi, R$ 103.990. Os três têm motor de 2 litros e o mesmo câmbio CVT.

O que o XRS tem que o Altis e o XEi, não, é pouca coisa, e tudo externo.  Tudo? Apenas defletor na tampa do porta-malas, conjunto de saias laterais e ponteira de escapamento cromada. Mas o fato é que o Corolla com esse “pacote” ficou menos circunspecto. Ou mais jovial.

Nessas duas fotos, mesmo que elas não tenham o mesmo enquadramento e as cores não sejam as mesmas, dá para notar como com pequenos detalhes de carroceria o caráter dos carros muda: na esquerda, o jovial; na direita, o “sério”.

O defletor na tampa do porta-malas lhe caiu muito bem, visualmente falando. Não há informação sobre sua eventual eficácia em favor estabilidade direcional ou em curva, ou contra o coeficiente aerodinâmico, mas algum efeito certamente há. Uma cuidadosa avaliação num autódromo seria o ideal, permitiria notar alguma diferença.

Como eu já havia dito no teste do Altis, houve mudanças na suspensão, como altura de rodagem 5 mm maior e novos valores de molas e amortecedores, bem como recalibração da direção eletroassistida. As rodas passaram de 16 para 17 polegadas e os pneus, de 205/55R16V para 215/50R17W. Com a mudança o diâmetro da roda completa aumentou 2,3%.

Houve também a adição de controle de estabilidade e tração, assistente de partida em aclives e faróis de LED.

A maior seção transversal dos pneus, de 205 para 215 mm, fez bem ao Corolla, com também o retrabalho na suspensão e assistência da direção. O carro ficou mais responsivo, preciso, e perdeu conforto de rodagem minimamente, como pude ver usando-o no dia no precário asfalto de São Paulo em muitas ruas e avenidas.

O interior é todo bem cuidado, posição de dirigir é perfeita

O motor 2-litros de aspiração atmosférica, importado do Japão e com bloco também de alumínio, funciona à perfeição. Cuida muito bem dos 1.345 kg do XRS — 5 kg mais que o Altis por força dos anexos aerodinâmicos à carroceria. É um motor que responde bem às solicitações de potência e tem funcionamento muito suave.

O motor desenvolve bons 143/154 cv a 5.800 rpm e 19,4 m·kgf a 4.800 rpm e 20,7 m·kgf a 5.000 rpm, números mais altos quando com álcool (o carro veio abastecido com gasolina). Sua taxa de compressão está em dia com tempos de gasolina de 95 octanas RON e álcool: 12:1. O variador de fase nos dois comandos lhe proporciona a elasticidade adequada a um carro de rua.

Faz um bom conjunto com o câmbio CVT chamado de Multi-Drive-S pela Toyota e que é fornecido pela Aisin. Bom conjunto? Isso mesmo, esse CVT perdeu os ares de CVT de “o motor ir e o carro ficar”, como disse certa vez o nosso editor Josias Silveira. Não ocorre a variação de rotação à menor pressão no pedal do acelerador, lembra muito os automáticos epicíclicos. Inclusive, mesmo deixando o câmbio por conta dele mesmo há as “marchas”, virtuais, o que é particularmente agradável.

Instrumentos de leitura bem fácil e conta-giros no lugar certo

As marchas podem ser trocadas manualmente pela alavanca seletora, trazendo-a para a esquerda (sobe para frente/reduz para trás), ou pela borboletas atrás do volante. Mesmo em manual as marchas sobem quando o ponteiro do conta-giros (na esquerda!) chega a 6.000 rpm, 200 rpm acima do pico da curva de potência. Há ainda o botão S, que muda o temperamento do câmbio, continuam as sete marchas virtuais porém dentro de um espectro menor, reproduzindo um câmbio de relações mais fechadas.

Na relação mais longa determinada pelas duas polias do CVT, 0,428:1, mais a relação de diferencial 4,761:1, a v/1000 é 58,5 km/h, que se traduz em 120 km/h reais com motor a 2.050 rpm, bastante cômodo.

O consumo Inmetro/PBVE é 10,6/7,2 km/l na cidade e 12,6/8,8 km/l na estrada, bastante adequado para o porte e peso do carro.

Mas o que eu gostaria mesmo é de ver um câmbio manual associado a esse motor, pelo menos nesta versão XRS. Deve ser outra “marca” de carro! O pior é que existe, e com ênfase por parte da própria Toyota:

Câmbio manual no Corolla não é miragem nem sonhos de uma noite de verão

Dirigir o Corolla XRS por aí, em meio ao trânsito urbano, agrada bastante, mesmo o modelo não tendo mais dimensões contidas. Afinal, são 4.620 mm de comprimento por 1.775 mm de largura da carroceria; contando espelhos, 2.057 mm. Para usá-lo numa viagem, são três verdadeiros lugares no banco traseiro, onde todos têm cinto de três pontos e apoio de cabeça. E têm bom espaço para pernas também — só não contam com saída de climatização, lamentavelmente.

Mesmo que um kartódromo seja palco inadequado para se analisar um carro, deu para notar que mesmo com o controle de estabilidade e tração desligado não há patinagem da roda motriz interna à curva, o que indica acerto no curso das suspensões.

Um XRS que seguia à nossa frente no kartódromo de Aldeia da Serra (no momento era o Fernando Calmon que dirigia), no nosso mesmo ritmo, mostra atitude de curva correta

A Toyota não informa desempenho, mas seu 0-100 km/h seguramente está na faixa 8 segundos altos/9 segundos baixos, e com toda certeza chega a 210 km/h pela boa aerodinâmica, Cx 0,30.

O porta-malas não é gigantesco, mas acomoda bons 470 litros de bagagem e seu vão é conveniente, 980 x 460 mm. O estepe é temporário, medida 205/55R16H com roda de aço; dá para prosseguir viagem bem em caso de furo.

A Toyota não ousou mudar muito o Toyota em mais um ano-modelo. Não precisa, a julgar pelo que vende, perto de 50.000 unidades/ano, líder folgado no seu segmento. Mas acrescentou-lhe o reclamado controle de estabilidade e tração desligável, mais o assistente de partida em aclives e faróis de LED.

A espécie melhorou de fato.

BS

 

FICHA TÉCNICA NOVO COROLLA XRS
MOTOR
Tipo 4 cilindros em linha, transversal, variador de fase admissão e escapamento, flex gasolina-álcool
Cilindrada (cm³) 1.986
Diâmetro x curso (mm) 80,5 x 97,5
Material do bloco e cabeçote Alumínio/alumínio
N° de comandos/acionamento Dois/corrente
N° de válvulas por cilindro Quatro
Taxa de compressão (:1) 12
Potência (cv/rpm, G/A) 143/5.800/154/5.800
Torque (m·kgf/rpm, G/A 19,4/4.000//20,7/4.800
Formação de mistura Injeção de combustível no duto
TRANSMISSÃO
Tipo de câmbio CVT com 7 marchas virtuais e modo Sport
Conexão motor-câmbio Conversor de torque
Seleção Alavanca no console e borboletas
Relações das marchas (:1) Frente: 2,396 a 0,428;ré: 2,604 a 1,668
Espectro 5,59
Relação de diferencial (:1) 4,761
Rodas motrizes Dianteiras
SUSPENSÃO
Dianteira McPherson, braço triangular, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
Traseira Eixo de torção, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
DIREÇÃO
Tipo Pinhão e cremalheira, eletroassistida indexada à velocidade
Diâmetro mínimo de curva (m) 10,8
FREIOS
Dianteiros (Ø mm) Disco ventilado/276
Traseiros (Ø mm) Disco/269
Controle ABS obrigatório e distribuição eletrônica das forças de frenagem
RODAS E PNEUS
Rodas Alumínio, 5-raios duplos, 6,5Jx17
Pneus 215/50R17
Estepe Aço, 6Jx17 com pneu 205/55R16 (temporário)
DIMENSÕES (mm)
Comprimento 4.620
Largura com/sem espelho 1.775/2.057
Altura 1.485
Distância entre eixos 2.700
Bitola dianteira/traseira 1.519/1.521
Vão livre do solo, mínimo 144
AERODINÂMICA
Cx 0,30
Área frontal (calculada, m²) 2,108
Cx x A (m²) 0,632
CONSTRUÇÃO
Tipo Unitária, aço estampado, 4 portas, 5 lugares
PESOS e CAPACIDADES
Peso em ordem de marcha (kg) 1.345
Tanque de combustível (L) 60
Porta-malas (L) 470
CONSUMO DE COMBUSTÍVEL INMETRO/PBVE
Cidade (km/l, G/A) 10,6/7,2
Estrada (km/l, G/A) 12,6/8,8
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h (s) n.d.
Velocidade máxima (km/h) n.d.
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 na rel.mais longa (km/h) 58,5
Rotação a 120 km/h (rpm) 2.050

 

EQUIPAMENTOS NOVO COROLLA XRS
Acabamento externo cromado: grade frontal e moldura da tampa do porta-malas
Acabamento interno com partes revestidas de couro (parte anterior dos bancos dianteiros e traseiros) e partes revestidas de material sintético (parte posterior dos bancos dianteiros, laterais dos bancos dianteiros e traseiros, e laterais e partes anterior e posterior dos apoios de cabeça dianteiros e traseiros)
Acabamento do volante e detalhe da manopla da alavanca seletora em couro preto
Acabamento interno cromado: detalhes das grades do ar-condicionado, freio de estacionamento, maçanetas das quatro portas e moldura do câmbio na cor prata
Acionamento elétrico dos vidros e retrovisores
Acionamento elétrico dos vidros um-toque nas quatro portas
Ajuste de altura e distância do volante de direção
Ajuste elétrico do banco do motorista em altura, distância e inclinação
Ajuste manual do banco do passageiro em altura distância e inclinação
Antena barbatana de tubarão na traseira
Apoios de cabeça dianteiros com regulagem manual de altura
Apoios de cabeça traseiros (3) com regulagem manual de altura
Ar-condicionado digital integrado frio e quente
Assistente de partida em aclives NOVIDADE
Aviso sonoro de chave no contato, faróis ligados, portas e porta-malas abertos
Banco traseiro bipartido 60:40
Banco traseiro com descansa-braços central e porta-copos
Barras antiinvasivas nas quatro portas
Bolsas infláveis frontais, laterais, de joelho para o motorista e de cortina
Câmbio automático CVT Multi-Drive S
Chave tipo canivete com comandos do alarme integrados
Cintos de segurança dianteiros com pré-tensionador e limitador de força
Cintos de segurança traseiros de 3 pontos (3)
Comando interno da portinhola do tanque e do porta-malas
Computador de bordo com 6 funções (consumo médio e instantâneo, indicador Eco Drive, autonomia, velocidade média, tempo do percurso, controle de iluminação do painel e temperatura externa e velocímetro digital)
Controlador automático de velocidade de cruzeiro
Controle de estabilidade NOVIDADE
Controle de tração NOVIDADE
Defletor traseiro com terceira luz de freio em LED
Descansa-braços dianteiro com dois compartimentos
Desembaçador do vidro traseiro
Direção eletroassistida indexada à velocidade
Engates Isofix com ancoragem superior para dois bancos infantis
Espelho retrovisor interno eletrocrômico
Espelhos retrovisores externos retráteis eletricamente e com repetidoras de setas
Faróis de LED alto e baixo com nivelamento automático NOVIDADE
Faróis de neblina
Filtro de ar-condicionado
Hodômetro digital total e parcial
Imobilizador de motor
Indicador de condução econômica
Lanternas traseiras de LED
Limpador de para-brisa com temporizador de frequência
Luz de leitura dianteira
Luzes de frenagem de emergência
Luzes de rodagem diurna (DRL) em LED
Modo de seleção de condução Sport
Múltiplos porta-objetos nas portas e no console central
Painel central com acabamento em preto piano
Para-brisa com faixa degradê
Para-sóis com espelho e iluminação
Partida do motor por botão
Pisca-3
Ponteira de escapamento cromada
Porta-luvas e porta-malas com iluminação
Porta-objetos nas quatro portas
Porta-objetos no painel central (console com 2 porta-copos, descansa-braço central e compartimento interno com porta-objetos
Relógio digital no painel
Sensores crepuscular e de chuva
Sensor de impacto para corte do fluxo de combustível
Sistema multimídia com tela tátil de 7″ com todas as funções de áudio, GPS, câmera de ré, conexões USB para iPod e similares, Bluetooth, câmera de ré
Sistema Smart Entry (chave de presença)
Trava para crianças nas portas traseiras
Travamento automático de portas ao atingir 20 km/h
Travas elétricas nas quatro portas com acionamento a distância
Vidros esverdeados
Vidros dianteiros com película antirruído
Volante de direção multifuncional com controles de áudio, computador de bordo, Bluetooth on-off, quatro comandos


Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

  • Fat Jack

    O câmbio manual, se realmente existe à venda no Brasil, a Toyota precisa avisar a sua rede de concessionárias com urgência, porque segundo eles não existe…
    Eu gosto bastante do Corolla, e ao contrário de boa parte dos consumidores eu gosto dos “apetrechos” de estilo inseridos nele. Por outro lado gostaria que eles tivessem contrapartida com um diferencial de desempenho mesmo com os bons índices — questão de conceito pessoal: para mim o esportivo tem que ter mais que apenas aparência — nem que fosse realmente a disponibilidade do câmbio manual (que conjuntamente ao motor 2,0 l, poderia de fato ficar bastante interessante). Não que esse CVT não tenha muitas qualidades, pelo contrário.

  • David Diniz

    Bob, o que você achou do comportamento do CVT? Aqui em casa temos um XEI 2015 e nossa como o conversor de torque faz “patinar” o câmbio chega a patinar mais que o meu Etios AT4.

    • David, este CVT está muito bom, é exatamente o que escrevi. Não tem mais a exagerada variação dos CVT mais antigos e mesmo em D vai trocando as marchas virtuais.

  • rafael, não acredito.

  • Mr. Car, gostei do jeito dele, e olhe que não sou muito dado a esses conjuntos de aerodinâmica.

  • Fabio Toledo

    Bob me pareceu um tanto otimista esse 0 a 100, procurei e achei uma medição feita pela Mauá (faculdade), você tem razão… Fez 9,6 com duas pessoas e AC ligado. Achei estranho esse método (simulando o uso normal), entendo que as pessoas buscam/comparam o melhor número que o carro pode oferecer.

    • Fabio, com ar-condicionado desligado e só com motorista a bordo esse tempo deve cair 0,4~0,5 segundos. O carro anda realmente muito bem.

  • joao vicente, hiperlink colocado.

  • Leonardo, também acho que vai.

  • Rafael Ribeiro

    Bob, tive um Fielder 2005, com câmbio manual, por quase 4 anos e 100.000 km rodados. Era a única coisa de que eu não gostava no carro, excelente diga-se de passagem. Sou adepto do câmbio manual, mas depois que a gente tem um Polo (carro que eu tive antes do Fielder), nossos padrões de exigência vão “lá para cima”… Não sei se na geração mais recente o câmbio manual seria melhor que na anterior mas, sendo igual, preferiria automático mesmo.

    • Rafael, a preferência pessoal não se discute, mas tem de haver oferta dos dois tipos de câmbio.

  • Fat Jack

    Acredito que para a impressão das rodas pequenas colabora a altura “padrão BR” da suspensão.

  • Lorenzo, veja numa régua o que são 5 mm, a elevação da altura de rodagem.

  • Fórmula Finesse, boa pauta. Qualquer dia escrevo sobre tudo isso.

  • Marcio TD, é desnecessário usar gasolina premium ou Podium. Nenhuma fabricante erraria em algo tão elementar. Sim, foi feito vídeo do C4 Lounge THP manual, mas vários trechos ficaram sem áudio, infelizmente. Qualquer hora pediremos um carro de novo só para refazer o vídeo.

  • Luciano, tire a extorsiva carga tributária do XRS (e de qualquer outro carro) e veja para onde vai o preço.

  • Marcio TD

    Eu ainda acho que certas motos não vieram para cá (ex: Yamaha R6, e os 20 cv tirados da Triumph Street Triple), devido à baixa qualidade da nossa gasolina.
    Sem contar o relato do pessoal de quem viaja para Argentina, e volta dizendo que o carro ou a moto mudam bastante (para melhor), quando abastecido com o combustível de lá.

    Outro detalhe interessante, a quantidade de álcool misturado à gasolina foi aumentando conforme a taxa de compressão dos motores foram subindo.

    • Marcio TD, os motores com a gasolina argentina ficam melhores devido a menos álcool (8%) e ao fato de motor funcionar mais rico.

  • Elvys, é o mesmo CVT, só que sem função Sport e sem borboletas. Sim, mesma posição de dirigir em todas as versôes.

  • Augusto, exemplo de atitude correta. Esse vídeo tinha de ser mostrado nas autoescolas.

  • Augusto, as únicas adulterações de combustível, no sentido estrito, e mais comuns, são mais álcool na gasolina que os 27,5%. que os motores flex respondem apenas com consumo maior, e álcool com mais água do que 7%, nesse caso produzindo os efeitos de mistura ar-combustível pobre, com redução de potência e engasgos/hesitações nas retomadas de velocidade. Há também o solvente na gasolina, mais raro, que provoca detonação, mas só incômodo, sem danos nos motores a injeção, que têm defesa para combustível de baixa octanagem, e, claro, perda de potência por atraso constante da ignição. Mas gasolina aditivada faz bem ao motor, e já era para toda gasolina ser assim, com o é em todos os países avançados faz um bom tempo.

  • Mike, eram remontados e vendidos.

  • Marcio, fez bem em perguntar, me lembrou e vamos repetir a gravação.

  • Antônio do Sul, o maior sintoma de que os americanos estão voltando ao câmbio manual é o Corvette C7 ter passado a ser manual de série e automático opcional, o inverso do que foi por décadas.

  • Fat Jack

    Além de um preço bastante aceitável e da disponibilidade de se aliar o motor THP com câmbio manual… Em outras circunstâncias eu “meteria a cara” e traria um para casa.

  • Fat Jack

    Isso é mais difícil do que encontrar uma mosca branca de olhos azuis usando aparelho nos dentes, e digo com conhecimento de causa porque pessoalmente liguei para várias concessionárias depois do teste dele aqui no AE e várias dizem que a versão não existe, outras que é só para frotistas e as que não o fazem dizem haver lista de espera (e não dão sequer previsão de entrega), aí não tem jeito…

    • Fat Jack, essa é das do morro sem entender, a teimosia combinada com burrice de fabricantes não oferecerem hoje câmbio manual. A Volkswagen nos anos 1980 oferecia dois tipos de câmbio manual de quatro marchas além da opção quatro ou cinco marchas. A GM também, para o Opala. dois tipos de câmbio.

      • Fat Jack

        Faço minhas as suas palavras.
        Opções, sempre serei a favor de tê-las!

      • ViniciusVS

        Fabricante quer padronizar o máximo possível para perder menos tempo.

        Querem vender Corolla prata com câmbio automático que é em teoria o que tem “maior aceitação”, se tentar uma cor diferente como o vermelho ficará na fila por meses sem previsão.

        Hoje câmbio manual não existe mais no Corolla, e se existe a própria fabricante não quer vender, basta olhar no configurador do site que só tem opção 1,8 CVT.

  • Cássio

    Agora com ESC eu compraria sem pensar. Para mim, o único problema do Corolla é que existe um certo Civic, este sim é o meu preferido.
    Acho que os haters brigam porque ele é o mais vendido há muito tempo. É como aquele pensamento de torcer contra o que está ganhando, e torcer a favor dos que estão perdendo.

  • Real Power, essa de ficar o ocupando a faixa que é contramão só para avisar os outros motoristas que podem ultrapassar, é mesmo coisa de quem é estradeiro e consciente. Parabéns!

  • Pedro Teixeira

    Pode ser bom, econômico, confiável, mas é brochante. que carro sem graça, sem alma.

    • Pedro Teixeira, deixe falar besteira. Vê-se logo que você entende tanto de automóvel quanto um monge tibetano. Mas tem remédio, continue a ler o AE que você acaba aprendendo.

      • Pedro Teixeira

        Bom, nem em mil anos esperava tal comentário vindo da sua pessoa. Na minha opinião, pessoal e particular, esse carro não tem graça nenhuma. Não sou piloto nem jornalista especializado , mas te garanto que entendo de carro. Leio tudo de carro/automobilismo há mais de vinte anos, já possuí Xr3, Gsi, Si e atualmente tenho um GTI mk7. Sou um autoentusiasta como pouco se vê por aí. Dirigi o Corolla e o Civic com cvt e detestei os dois. mantenho minha opinião: esse carro é muito sem graça. Quem quiser achar o contrário, que ache.

        • Pedro Teixeira, “Se não puder falar bem de alguém ou de alguma coisa, não fale mal.” Aqui no AE não é admitido falar mal de carro algum.

    • Davi Reis

      Quem faz o carro é o motorista, não o oposto! É evidente que não empolga como um esportivo, mas sem graça não é mesmo.

  • CorsarioViajante

    O que noto hoje é que o costume de se comunicar “positivamente” no trânsito sumiu. Diversas vezes ajudo outros, dou passagem ou mesmo desacelero para a pessoa poder entrar, dentre outras ajudas, e nem sequer a mão estendida para agradecer, nada. Acho que é fruto tanto da má educação, como também da síndrome de vidro preto, onde ninguém se enxerga.

  • CorsarioViajante

    As pessoas na net são muito bobas. Elas sempre implicam com o mais vendido de cada categoria. Quando o Gol era o mais vendido, era um lixo, horrível, prova que o brasileiro era um idiota. Aí quando mudou para Palio ou Onix, o discurso era o mesmo. O mesmo vale para Corolla, Renegade / HR-V, etc, etc. A graça é sempre dizer que o mainstream é uma droga e só ele, o sabichão, sabe qual carro é verdadeiramente bom.

  • Luciano Souza

    Também faço a mesma coisa.

  • David, o importante é que tem. Haver em estoque na concessionária é outra história.

  • Eduardo Sad

    Boa noite. Modelo antigo. Referi-me como nova o estado de conservação desta unidade. Muito novo, bancos aveludados e interior impecáveis. Mais precisamente 13/14 GLi 2014. Queria encontrar uma 13/13 pois o carro perdeu algumas firulas no modelo 14. Mas é apenas alguma perfumaria mesmo, que não interfere em nada o prazer que tenho pelo carro. Engraçado que após dirigi-lo na estrada, sinto falta da sexta marcha em outros carros.

    • Fat Jack

      Oi, é, a não ser que os carros em questão tivessem a quinta marcha longa (algo bastante raro atualmente) eu certamente também sentiria, confesso que gosto da “marcha de cruzeiro” longa mantendo o motor numa rotação mais baixa diminuindo qualquer ruído, vibração e por vezes consumo; e precisando de potência ou aceleração o câmbio está lá justamente para isso, não é?

  • Ué, Matheus, o que digo sobre o carro e o consumo estão no texto.

    • Matheus

      Bob, não me referi a você e sim ao amigo ali em cima, que possui um Corolla GLii manual de 6 marchas.

  • David, e o Firefly, com 13,2:1.

  • Eduardo Sad, esse demora no fechamento do acelerador é parte da estratégia de reduzir emissões de óxidos de nitrogênio (NO e NO2). Existia até nos V-8 americanos a carburador.

  • Muito legal este esquema. Eu agradeço assim sempre que alguém facilita pra mim.

  • Antônio do Sul

    Para mim, hoje, as referências são os câmbios manuais da Volkswagen e o que é adotado no Etios. Assim como o Davi, também gosto dos câmbios manuais da Hyundai e da GM, mas acho que estão um pouco abaixo dos da Volkswagen. Pode ser saudosismo ou início do meu processo de envelhecimento, mas a minha referência de carros de câmbio com ótimos engates são a linha Gol quadrada (a partir de 95, quando inclinaram o trem de força para acomodá-lo dentro de um cofre encerrado em uma frente em cunha, já não ficaram tão bons) e o Santana.

  • VFGomes

    Nossa! Depois de assistir a este vídeo e a outro vídeo relacionado do canal que fez o upload, eu vejo o quão caipirão (no sentido ruim do termo) e ignorante sou, além de muito mal educado. Nunca me ensinaram quanto a isso, sempre fico com raiva e em posição de total agressividade com quem na estrada não faz as coisas como eu julgo ser corretas, e que, quem o faz, eu simplesmente vejo como nada mais que uma obrigação (o que de certa forma, moralmente falando, não deixa de ser).

  • Bob, nessa versão corrigiram a saída de frente do Corolla? Não sei se dei “sorte” mas todos os que dirigi da geração anterior, tinham esse comportamento quando se fazia uma curva fechada um pouco mais forte. Dava pra sentir a frente deslizar. Nada demais, corrigindo-se apenas com uma tirada de pé para acelerar logo depois, mas que incomodava um pouco, principalmente em pisos com menor aderência, com rua de paralelepípedos ou de bloquetes de concreto…

  • Matthew

    Puxa!, o 1.6-16v? Dizem que esse carro é um foguetinho.