Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas RENAULT KWID: R$ 29.990 – Autoentusiastas

A Renault apresentou ontem no Salão de Buenos Aires o compacto Kwid, que será disponível em três versões: Life, Zen e Intense.

O Life tem preço público sugerido de R$ 29.990 e terá rodas de 14 polegadas com pneus 165/70R14T, bolsas infláveis laterais, engates Isofix para dois bancos infantis, pré-disposição para rádio e indicador de troca de marcha.

O  motor é uma versão despotenciada e específica do 1,0 SCe de três cilindros de 66/70 cv e 9,4/9,8 m·kgf (o 1,0 SCe normal é de 79/82 cv e 10,2/10,5 m·kgf). Por exemplo, é um só comando de válvulas em vez de dois. Ainda não há mais dados sobre o motor e nem ficha técnica.

O peso da versão Life é 790 kg, o que resulta na relação peso-potência de 12/11,3 kg/cv.

A Renault informou consumo urbano de 15,2/10,5 km/l e que a altura livre do solo é 180 mm, ângulos de entrada e saída 24º e 40º.

O comprimento é 3.680 mm e a distância entre eixos, 2.420 mm (mesma do up!). Sentei “atrás de mim” e o espaço no banco traseiro é bom. O porta-malas acomoda 290 litros.

Notei que a pintura do compartimento do motor é igual à externa, o limpador de para-brisa é de palheta única e com braço pantográfico, e o estepe fica dentro do porta-malas.

Numa primeira impressão, o interior do Kwid é correto e o quadro de instrumentos tem o essencial, além de bem desenhado.

Pré-venda

Começa hoje a pré-venda do Kwid no Brasil. O cliente pode fazer a reserva em uma concessionária da marca ou pela internet no site www.renault.com.br ou no hot site www.kwid.com.br. Para reservar o carro, é necessário fazer o pagamento na concessionária ou online de R$ 1.000,00, com cartão de crédito, podendo parcelar em até três vezes.

Entre as vantagens da pré-venda estão preço garantido, primeira revisão gratuita, cinco anos de garantia para quem fizer o financiamento com o banco Renault e entrega prioritária.

As cores do Kwid são Orange Ocre, Vermelho Fogo, Branco Marfim, Branco Neige, Prata Étoile e Preto Nacré.  As outras versões custam:

 Zen – R$ 34.990

Traz direção eletroassistida, ar-condicionado, travas e vidros dianteiros elétricos. Opcional: rádio com Bluetooth e entradas USB e AUX – R$ 35.390.

Intense + Pack Connect – R$ 39.990

Traz os itens do Zen mais retrovisores elétricos, faróis de neblina cromados, Media Nav 2.0, câmera de ré, abertura elétrica do porta-malas, rodas Flexwheel e chave dobrável.

 

Segurança

Fabricado no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais (PR), o Kwid utiliza uma nova plataforma mundial da Aliança Renault-Nissan, que é moderna e adaptável para atender às especificidades de uso e de legislação de cada país. O Kwid brasileiro tem 80% do seu conteúdo composto por peças novas, desenvolvidas pela Renault Tecnologia Américas (RTA), desde a estrutura e características mecânicas, passando por equipamentos de conforto, conectividade e segurança.

Outra novidade do Kwid será o tempo de garantia. São os conhecidos três anos de toda a linha mais a extensão de dois anos para quem optar pelo financiamento pela RCI, o braço financeiro da marca. O Kwid terá ainda um plano de manutenção com menos de R$ 1 por dia durante três anos.

Mais informações serão fornecidas à medida que forem chegando.

BS

(Atualizado em 11/06/17 às 17h30, mais informações e fotos)



Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

  • Júnior Nascimento

    A Renault, sem dúvida, vai dar trabalho para a concorrência. O que se espera é que não pegue o péssimo costume de aumentar mil reais a cada bimestre, como algumas fabricantes andam fazendo.

  • invalid_pilot

    Só queria saber a mágica da Renault pro carro pesar 780kg (menos que o famigerado Uno Mille) e menos que o Clio (920 kg).

    Aguardo testes da imprensa e o veredicto do AutoEntusiastas quando fizer o “no uso” .
    Olhando as especificações, até agora seria um carro que jamais cogitaria, prefiro um Usado 2014.

  • REAL POWER

    Eu até estava animado com o lançamento desse carro. Mas esta semana fiquei sabendo desse motor em versão menos potente e já se foi a animação.Não entendo estes fabricantes. O custo de desenvolvimento dessa nova versão e tempo para isso, quando já se tem tudo pronto. Talvez era muito motor para pouco chassi.

  • Gustavo75

    Lamentável a redução de potência e torque. Na minha opinião não tem justificativa, além de redução de custos. A Renault não podia ter feito esse downgrade no motor. Decepcionado! Faço votos para que ele seja um fracasso de vendas.

    • Gustavo, estou testando um Logan de 1,0-l. Viajei com ele carregado e constatei que anda muito bem. Pesa 1.020 kg e tem potência de 82 cv. Peso/potência de 12,4 kg/cv.
      O Kwid, ao que dizem, pesa 780 kg e com 70 sua relação é melhor, 11,1kg/cv. Teoricamente ele deve acelerar mais.
      Portanto, você não acha que é cedo demais para condená-lo?
      Calma aí, rapaz. Vamos testar direito esse carro antes de opinar. OK?

      • FOC

        Poxa, AK, faz uma matéria no uso do desse motor da Renault novo de 1,0L. Eu estou pensando em um Sandero 1,0L e queria saber se o motor novo é melhor que o antigo.

        • Serve o Logan? Estou com ele e já posso responder: bem melhor.

      • CorsarioViajante

        Quando a gente lembra da potência dos carros uns quinze anos atrás, inclusive dos “carros esportivos”, fica chocado de ver como a exigência de potência aumentou hoje, muitas vezes de forma até desproporcional.

  • FOC

    Com o espaço interno igual ao do UP!, tem tudo para vender bem. Principalmente, a versão Intense completinha por 40 mil.
    Não seria mais interessante ter colocado o motor mais potente na versão mais cara? Para quem quer um com mais performance.

    • Pablo Henrique

      Falando em up!… o Kwid tem tudo para afundar mais ainda as vendas do alemão na versão aspirada. Com o take à 38 mil e o move à 48, o VW toma uma surra na competitividade de preços… e antes que comecem, não estou dizendo que carro x é melhor que carro y, ou das características construtivas de cada um, até porque fosse por isso o Mobi não seria líder de segmento. Será que a VW não pensa em vender apenas o up! turbinado? Com a retirada das outras versões, poderiam até abaixar os preços do TSI pela folga financeira advinda da ausência dos MPI.

  • Luciano Lopes

    Só precisam estar atentos a produção . Mas devem estar de olho , pré vendas e redes sociais são termômetros. No mais , pacote para liderar em sua categoria. Estou mais curioso para com o comportamento da suspensão traseira de eixo rígido , do que o motor “despotenciado”, pois o carro é leve e tem torque parecido com o mais potente .

  • klebiano da luz rezende

    Bob você por acaso sabe se o cambio desse carro é acionado por varão ou cabo? Obrigado. Esse carrinho seria bom demais pra ser verdade se viesse com o motor com variação do comando de válvulas…é uma pena, seria um foguetinho por causa da boa relação peso potência que ainda é boa.

  • Lorenzo Frigerio

    Mais bem resolvido que o Mobi em estilo, mas esse motor 1.0 com potência dos anos 90 está inexplicável.

    • Luiz AG

      Eu tenho uma moto que tem 50 cv e faz de 0-100 em menos de 5 segundos com velocidade máxima de 190 km/h. O peso dela com piloto é por volta de 250 kg. O peso do Kwid é baixo, deve andar mais que a maioria dos 1,0 atuais.

  • Luis Felipe Carreira

    Pelo que li no texto, retiraram um comando de válvulas.

  • Luis Felipe Carreira

    Um pouco triste a despotenciação do motor SCe, ficaria um foguetinho de aspiração atmosférica. No entanto, o baixo peso provavelmente deve o salvar, devem ter sido programado para uma boa baixa. Mas será mesmo a suspensão traseira um eixo rígido? Curioso. Hoje em dia, basta colocar o MidiaNav e elevar em alguns milímetros a suspensão.

  • Lorenzo Frigerio

    Em breve, com uma escada em cima.

  • Matthew

    Essa coisa do painel digital ou analógico sempre gera discussão. Na linha Onix todo mundo fala que é painel de moto e faz do carro algo mais modesto, embora eu também ache mais fácil de visualizar. Assim como o colega disse acima, acho que tiraram o VVT mesmo. Mas considerando a relação peso-potência e a proposta do carro não acho que fique de todo ruim. Prefiro aguardar as avaliações a me precipitar por causa de um detalhe desses.
    Por fim, o que eu tenho achado ruim da rede Renault é o padrão de atendimento. Os caras são extremamente arrogantes e parecem estar vendendo carros de luxo importados. No shopping da minha cidade tem um WR-V e um Captur expostos nos corredores. Na Honda o atendente é sempre solícito e deixa ver o carro à vontade. No estande onde está exposto o Captur fica um maluco de cara fechada pendurado no celular o tempo todo. Fiquei uns 5 minutos olhando o catálogo próximo ao carro e o cara nem se deu ao trabalho de levantar da cadeira e perguntar se eu tinha alguma dúvida. Nas concessionárias o atendimento não é muito diferente. Quando lançaram o Civic X fui vê-lo numa das revendas e disse logo na recepção que só estava olhando de curioso e não era preciso chamar vendedor. Passei uns 15 minutos olhando o carro à vontade e ainda assim fui gentilmente abordado duas vezes para saber se eu não queria o auxílio de um vendedor. Já quando eu fui na Renault e tinha real intenção de comprar o carro, perguntei sobre o Sandero com o novo motor SCe e o vendedor todo cheio de má vontade apontou pro carro e falou “tá aí”.

    • CorsarioViajante

      Se tem uma coisa que aprendi é que não tem lógica. Já fui bem tratado e mal tratado em concessionárias de todas as marcas.

      • ene

        Eu também, mas tem umas marcas que são piores que as outras, hehehe…

    • Matuck

      Pois comigo foi o contrário. Faltaram me enxotar da concessionária Honda quando fui ver um candidato a substituir meu Corolla. Nunca fui tão destratado em uma loja. Debocharam de mim e da minha família, e isso não perdoo! Conto a experiência para quem quiser ouvir.

      Na Renault (todas que eu fui!) e na Toyota, ao contrário, faltaram me carregar no colo. O resultado é que comprei um Clio para esposa e outro Corolla para mim. Isso aconteceu em novembro de 2015.

      O Civic me chama muita atenção, mas tomei raiva da marca. Perderam um cliente para sempre. Admiro a marca e os produtos, mas a arrogância e desrespeito da concessionária, que me causou essa péssima experiência, tornou a decisão definitiva.

  • Eza Clerc, absolutamente nada a ver o que você diz sobre a estabilidade do Kwid, desculpe.

  • Luiz, Toyota??? Não entendi.

    • Rasec

      Bob, acredito que seja uma referência ao design do Etios. Se for, sobre esse Toyota posso afirmar, é um dos melhores hatches compactos disponíveis no mercado e considero o desenho do carro adequado dentro da sua categoria.

      Considerando o bom volume de vendas da linha Etios 2018 (hatch e sedã), acredito que muitos consumidores brasileiros devem pensar dessa forma.

      • Rasec, sei que o leitor amigo se referiu ao desenho do Etios. Foi só para atazaná-lo… (rsrsrs)

  • Lucas

    Até quando será que vai essa pré-venda por esses preços?? E a que preços deverá ficar esse carro depois?

  • Rasec

    Preços de tabela hoje:
    Kwid Zen 1,0 3 cilindros – R$ 33.000;
    Mobi Easy 1,0 Fire 4 cilindros – R$ 39.200;
    Moby Drive 1,0 Firefly 3 cilindros – R$ 40.700;
    Take 1,0 completo – R$ 43.200.
    Acho que a Renault posicionou muito bem os preços do Kwid em relação aos concorrentes e o carrinho tem realmente um desenho que deve agradar à maioria. Sobre o motor 1,0 de 70 cv, acredito que será suficiente para a proposta, a conferir.

  • Luiz AG, errado. A Toyota não tem culpa se o gosto (de alguns) brasileiros anda meio esquisito.

  • invalid_pilot

    O painel digital do modelo indiano é sofrível. Parece LCD de 30 anos atrás.

    Foi melhor vir com painel analógico do que o do indiano.

    • David Diniz

      Sim, verdade, eu vi um vídeo do Kwid indiano no Youtube e o painel é realmente sofrível.

  • Fat Jack, o carro ainda nem ganhou as ruas e você já está pensando em bater???

    • João Carlos

      Tem gente que foi além: já sonhou que guiou o carro, e disse que é fraco, só porque o motor perdeu potência. Mas a relação peso-potência é melhor que a do Logan.

  • Fat Jack, acho que o leitor Rasec não leu direito a notícia.

  • Rasec, primeiro o carro precisa ser lançado no formato normal de apresentação e teste inicial.

  • Fat Jack, no Life a direção é sem assistência, mas quanto a revestimento no porta-malas e retrovisor interno, não sei. Os que estavam expostos tinham ambos.

  • Rasec

    Comparei preços apenas das versões equivalentes do Kwid, do Mobi e do Take, todas com ar, direção, vidros e travas elétricas. Essa versão de 29.990 reais do Kwid é a Life, sem esses equipamentos, confere lá na matéria.

  • Douglas

    A mania de rodas grandes chegou até aos carros populares.
    No passado até Astra usava rodas de 13 polegadas. Hoje, Kwid, Gol, QQ e Onix usam rodas de 14 polegadas.
    Acho que o Mobi é o único a ainda ser fabricado com rodas de 13 polegadas.

  • CorsarioViajante

    Perfeita comparação com o seguro.

  • CorsarioViajante

    Depende. Minha mãe por exemplo preferiu um Etios por ter “um desenho simples”, enquanto os outros que ela viu – HB20, Fit e cia – pareciam, em suas palavras, “origamis de insetos”.

    • ene

      Eu concordo com sua mãe e gostei dessa dos “origamis de insetos” – pura verdade!

  • C. A. Oliveira

    Quem lembra da receita utilizada pelo Celta, há 17 anos atrás, não verá novidades. Popular bem desenhado, confiável e de preço inicialmente atrativo, utilizando a seguir o argumento da “reserva” através da internet para fomentar ágio nos preços, que subirão muito, assim como ocorreu com aquele. Deverá ser concorrido nos primeiros meses; quando a produção estabilizar, vai sobrar no mercado.

  • Bruno Passos

    Embora na condição de entusiasta eu ache nada interessante essa redução de potência, acredito que pelo baixo peso do modelo seu desempenho ficará na média dos 1,0-l atuais e não decepcionará como a maioria acredita, vamos esperar os testes de campo e ver os números. No entanto, caso a Renault tivesse mantido a versão original, a relação peso-potência de cerca de 9,6 kg/cv seria interessante e daria ao carrinho desempenho semelhante, em acelerações e retomadas, a de muitos hatches mais caros com motores pouco maiores, sendo uma opção barata para um bom compromisso entre diversão e baixo custo. A velocidade máxima ficaria próxima àquela obtida por modelos 1,0-l mesmo, por volta dos 165-170 km/h, já que para esse parâmetro a baixa massa não influenciaria, mas para acelerações e retomadas eu apostaria em algo entre 10 e 11 segundos no 0 a 100 km/h e entre 7 e 8 segundos nas retomadas de 40 a 80 km/h em terceira marcha, números médios de muitos modelos populares mais caros atualmente, vendidos com valores que beiram os R$ 50.000,00. Mas esse é só um devaneio de um autoentusiasta, a Renault, como qualquer outra marca, sabe o que está fazendo e tem público-alvo diverso, acredito.

  • Real Power, são inaceitáveis, à luz da da razão, conjecturas desse tipo. Todo fabricante tem estratégias como a de posicionamento de seus modelos, ninguém é obrigado a comprar nada, não há nada absolutamente errado em buscar resultados bons financeiros (até parece que isso é antiético). Quem achar que o carro não vale a pena, que não o compre. Simples, não?

  • ene, me dá seu palpite para a Mega-Sena de quarta-feira? Apostar que um carro desconhecido não pegará é líquido e certo que você adivinhe as seis dezenas.

    • ene

      03, 29, 58, hehehe…
      Não sou adivinho, mas sinto que não é bem isso que o brasileiro quer e um pouquinho mais de potência viria a calhar. Veremos o teste e a reação do público.

  • Braulio, eixo de torção motriz? Só conheço no Mitsubishi ASX. Você não está confundindo com eixo rígido motriz? E que suspensão traseira você consideraria adequado para o Kwid, a independente multibraço?

  • Raphael Hagi

    Lendo todos os comentários, achei que fossem reclamar dos três parafusos por roda. Talvez as mudanças na potência e torque do motor desviaram a atenção da turma, que parece disputar o troféu de quem encontra mais defeitos.

  • invalid_pilot

    Exato! Outro absurdo é preço de central multimídia, algumas nem são grande coisa, mas têm preço de televisor de 55 polegadas.

  • Danilo, ainda não é possível ter todos os detalhes de acabamento das versões.

  • Real Power, de novo é muita conjectura sobre um produto que ainda não chegou ao mercado, que ninguém conhece (nem nós do AE). Vamos esperar o lançamento, dirigi-lo, e depois analisá-lo melhor.

  • Luiz Otávio, mais conjecturas! Assim não dá. Espere o carro sair e se avaliado. Você fala como se a Renault não soubesse o que está fazendo!

    • Alexandre Cruvinel

      Tem que andar. O Palio Fire de 55 cv era bem mais agradável no geral que o Fiasa de 61 cv, exceto andando forte.

    • Fernando Glufke

      O pessoal foca só no dado da potencia sem se tocar do peso e portanto, esquece o principal, que é a relação peso/potencia…

  • Claro, Lucas.

  • Luiz, essa birra com desenho do Etios não me entra na cabeça.

  • Leandro, você tem razão, eu me confundi. É o Suzuki SX4 a que eu quis me referir.

  • Luciano Lopes

    A versão aventureira já tem nome : Outsider, terá o segundo comando no motor (79 cv na argentina, no Brasil indefinido ) e a opção do câmbio Easy’R

  • Luciano Lopes

    Não tem nada a ver peso x resistência a impactos. Lembre que o pequeno up! se saiu melhor que a maioria, muitos bem mais pesados que ele.

    • Fat Jack

      Se você considerar a diferença de valores entre eles terá mais facilidade em entender o que eu quis dizer: sim é possível fazer um carro leve e resistente, porém custa “caro” e estamos falando de um carro do qual a Renault tirou tudo que pode para baratear, segundo outra fonte, nem o antiofuscante do retrovisor interno escapou.

  • Alexandre Cruvinel

    Um dos melhores ‘mil’ que guiei foi o Peugeot 106, e acho que tinha 50 cv. Se a potência na faixa de 2 a 4 mil rpm for parecida com o Sandero, e sendo muito mais leve, acho que vai andar bem.

    • Fat Jack

      O Peugeotzinho tem bem mais potência do que você imagina (40% a mais), por volta de 50 cv tinham os primeiros 1,0 l há mais de duas décadas.
      https://uploads.disquscdn.com/images/c98e490fb2908a2ae19b16111c95603dc75ba55eea9f3f2d64befd4d825a8e5d.jpg

      • MrBacon

        Fat Jack , acredito que o Alexandre Cruvinel estava falando do 106, que de fato tinha um 1,0 8v com pouca cavalaria. E a título de curiosidade, o 1,0 16v do Peugeot 206 brasileiro era de origem Renault, o mesmo do Clio. E mais potente do que essa versão mansa do novo 3 cilindros que apareceu no Kwid.

        • Alexandre Cruvinel

          Isso, era um 106 com um 1-litro 8V e 50 cv, se não me engano. Andava muito bem, sem precisar esticar as marchas.

  • Eduardo Cabral

    Um carrinho muito bacana, pequeno, leve, espaçoso e com bom preço. Agora é só aguardar o teste pra ver as qualidades dinâmicas.

    O apelo do carro lembra muito o Fiat Panda. O comprimento é bem próximo, mas o entre-eixos do Panda é 2300. Pelo peso e pelo preço é um sério candidato a substituo do “Uno com escada”, só falta ter uma aerodinâmica boa como tinha o Uno.

  • Alexandre, Peugeot 403 também.

  • Luiz Otávio, não haverá reconsideração, esteja certo. O carro já está homologado o Denatran.

  • Douglas, até o Santana tinha aro 13, com pneus 185/70R13.

  • Christian Bergamo, por aí você vê como o nome ‘suve’ encanta…

  • Leonardo Mendes

    Somos dois.

  • Leonardo Mendes

    A menos que eu me engane, e julgando pelo baixo peso, temos um sério candidato ao titulo de mais ágil em trânsito urbano da categoria.

    Interessante como o estilo dele é lúdico, parece um brinquedo crescido.

  • Paulo Júnior

    Acho que deve ser mais um bom produto.
    Não se saiu bem em testes fora do Brasil, seja testes de impacto, bem como avaliações, o que levou a Renault a rever grande parte do carro antes de ser lançado. Acho deselegante fazer conjecturas, apesar de que posso afirmar que esse desenho “estilo suve” não me agrade.
    Achei uma involução bem grande essa do motor. Tudo bem que o desempenho será ok, mas tinham oportunidade de manter um motor mais potente, e mais moderno, e que já está em produção. Enfim, decisões que com certeza devem ter uma razão de ser, até para não “matarem” o Sandero de entrada. Confesso que tenho os dois pés atrás pelo que li de avaliações dele pelo mundo, bem como do excesso de importações de manufaturas da Índia, local que não é lá muito ligado a qualidade de produtos… Mas é preconceito meu, e reconheço isso, e pode sim ser um bom produto.

  • Christian, acho que as pessoas não irão atrás de um suve, mas de um carro pequeno como qualquer outro. Não haverá o que você diz de “cair feito patinhos”.

  • Death or Glory

    Olha, independente do processo de fabricação e de peças indianas do carrinho, da redução de potência, se o Sandero já possui um número muito bom de vendas, esse Renault tem tudo para ousar sonhar e porque não chegar na liderança de vendas. Convenhamos que nós autoentusiastas, não representamos a parte maciça de compras das fabricantes. Poderá ser o primeiro carro de muita gente. Agora, se o danado não aguentar o uso diário e severo por aqui, se enterrará sozinho no esquecimento. Creio que teremos um embate muito interessante nas vendas nos próximos meses. E um teste de longa duração será muito bacana.

    • Death of Glory, certamente o Kwid passará pelo Teste de 30 Dias.

  • Tiagotagst .

    Aposto que logo a Renault lança o Kwid 2020 com o motor pleno de ao menos 80 cv ! Pode apostar e eu serei assim um provável consumidor, pois gostei da proposta para o dia a dia.

  • Christian, entendo o que você quer dizer, mas não creio que a tática “cole”.

  • Augusto Lira

    Não sei qual foi o executivo que certa vez disse que o consumidor não entende nada de carros. Eu fui testemunha de ouvir um amigo de um amido dizer que aquele visual da sua Spin Activ era esportivo. Acredite se quiser!

    • Christian Bergamo

      É por isso que eu acredito que talvez a jogada de marketing cole. Brasileiro compra carro por status, no momento o status vigente é ter um suve, imagina que beleza poder andar de suve por 29.900 reais? A pessoa vai lá, compra e sai se sentindo a última bolacha do pacote.

  • Alexandre Zamariolli

    Há alguns (bons) anos, eu tive um BMW e precisei deixá-lo na concessionária para reparos em Londrina, a 200 km de minha casa. Nesse ínterim, aluguei um Fiat Palio Fire. Terminado o serviço, fui a Londrina com o Fiat, que devolveria na filial da locadora de lá para voltar com o BMW. E eu, acostumado a motores de dois litros ou mais, tive uma gratíssima surpresa: com dois a bordo (eu e meu pai) e ar-condicionado ligado, o carrinho de 65 pocotós manteve ritmo de 120/130 km/h, com picos de 140 km/h, com absoluta tranquilidade. Valente, o bichinho!

  • Luciano, não existe uma explicação perfeita, e olhe que já procurei.

    • Luciano Lopes

      Gol 16v também foi vítima, na época, junto com o Palio , os dois mais vendidos, cerca do ano 2000. Eram motores para óleo semissintético e foram ignorados pelos seus donos, que continuaram usando 20W50. Tem essa explicação.

      • Luciano, só uso óleo mineral (de especificação API recomendada), meu carro roda 4.000 km por ano, só troco a cada ano e não sei o que é borra. Está com 140.000 km (é 2003).

  • ene

    Veremos…

  • Rafael, claro que não: Celta Super VHC 4-portas.

    • Rafael

      Obrigado!