Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas SENSACIONALISMO BARATO – Autoentusiastas

 

Fica difícil de acreditar que o Latin NCAP continue a ignorar a diferença entre apontar falhas de segurança em testes de colisões e lançar confusão e dúvida em razão de protocolos de testes malfeitos. O objetivo da organização parece ser o confronto, em busca de fama, sem construir base propositiva adequada à realidade da região.

São incomparáveis os esquemas técnicos montados pelo Euro NCAP e sua improvisada contraparte latino-americana. A União Europeia (EU) sem fronteiras obrigou a unificação de exigências de segurança, apesar de diferenças de padrão de riqueza entre seus membros, que antes resultavam em carros ocidentais muito mais seguros que os orientais. Foi um longo caminho de adaptação e conflitos resolvidos pelo diálogo.

O Brasil não tem fronteiras livres com todos os seus vizinhos, nem moeda única e nem livre mercado como na UE. Mas o Latin NCAP escolheu a picape Ford Ranger básica, vendida na Colômbia, para “punir” o fabricante que nem comercializa aquela versão no Brasil. Os Nissan March fabricados aqui e no México são iguais, mas a confusão formada por protocolos mudados, sob escassa discussão prévia com fabricantes, provoca dúvidas no consumidor e a perda de “estrelas”. Simplificando: a temperatura é a mesma, mas o termômetro, diferente.

Como se faz na EU? Simplesmente não se submete a testes o mesmo carro com protocolos diferentes antes de seis anos. Em abril do ano passado, o Euro NCAP criou um mecanismo chamado Dual Rating (em português, Dupla Classificação). Lá continuam colisões de modelos básicos de cada marca. Mas o fabricante pode patrocinar outra rodada de testes com equipamentos de segurança adicionais e conseguir galgar uma ou duas estrelas extras.

Segundo a própria entidade europeia “esse sistema permite gradualidade nas opções de compra, mantendo carros a preços acessíveis (grifo da Coluna), mas ao mesmo tempo dando oportunidade aos consumidores de obter importantes tecnologias de segurança”. Isso ocorre porque o custo alto da proteção adicional é insuportável para todos os consumidores. E ocorre em zona econômica de alto poder aquisitivo frente ao Brasil e vizinhos.

Essa possibilidade, pelas regras da Latin NCAP, não melhoraria a nota zero do Onix na proteção do passageiro adulto, mas talvez mudasse as três estrelas para passageiro infantil. Em outros casos, como do Peugeot 208, poderia fazer diferença, pois 90% dos modelos são comercializados com airbags laterais. O Euro NCAP, por exemplo, faz testes de bancos infantis à parte, diferentemente da forma mal executada nesta região.

Latin NCAP costuma dramatizar seus relatórios com frases apelativas como “grande desilusão” ou “ficamos decepcionados”. Sua associada local, Proteste, propõe recall para retirar de circulação modelos reprovados no teste de colisão em laboratório. Trata-se apenas de sensacionalismo barato e sem previsão em qualquer legislação no mundo.

O Brasil, no entanto, avança apesar de piruetas técnicas daquela “brilhante” entidade. A norma NBR 16204 regulamenta teste de colisão lateral nos veículos e entra em vigor em 16 de agosto de 2018. Entretanto, ainda exigirá regulamentação pelo Contran.

 

RODA VIVA

 

ENQUANTO em países centrais 95% dos carros ao final de vida são reciclados, aqui mal chegam a 1,5%. Pensando que um dia esse cenário pode mudar, a siderúrgica Gerdau criou sete estações móveis de reciclagem para automóveis, motos e caminhões. Antes de encaminhar as estruturas metálicas para o triturador, há completa descontaminação ambiental das carcaças.

RECÉM-APOSENTADO Ed Welburn, um dos mais famosos chefes de estilo da GM, recebeu algumas condecorações. Em entrevista à Car and Driver destacou o Cadillac CTS-V Coupé como seu favorito. Sem identificar o modelo, apontou um em que frente, laterais e traseira pouco se entendiam e grade frontal parecia com a cara do Darth Vader. Desconfia-se do Pontiac Aztec.

COROLLA ALTIS se destaca pelo acabamento, espaço interno, solidez e um câmbio CVT que simula troca de 7 marchas ao apertar firme o acelerador. Faltou modernizar o painel. Sistema de projeção de velocidade no para-brisa tem aspecto improvisado. Versão esportivada XRS merecia, pelo menos, rodas de aro 18, embora as de aro 17 tenham bonito desenho.

RESSALVA: Na coluna da semana passada, vendas de veículos acumulados no primeiro quadrimestre de 2017 sobre igual período de 2016 tiveram queda de apenas 2,4%. O recuo de 17% se deu na comparação entre abril e março deste ano em razão de menos dias úteis do mês passado. Provavelmente em maio a base comparativa acumulada seja zerada.

SEGUNDO a Procondutor, especializada no mercado de educação de trânsito e cursos de educação digital, são alarmantes os números de flagrantes em todo o País de motoristas dirigindo sem carteira de habilitação. Isso aliado à má formação teórica e prática colabora para o quadro péssimo de acidentes em 90% das vezes causados por imperícia, imprudência e negligência.

FC

A coluna “Alta roda” é de total responsabilidade do seu autor e não reflete necessariamente a opinião do AUTOentusiastas.


  • Claudio

    A existência de critérios mais brandos para avaliação da segurança de carros na América Latina e em particular no Brasil, talvez derive do fato de que aqui ” a vida é barata”. Isto é, a morte de uma pessoa não afeta em muito a vida da sociedade ficando o sofrimento e perda limitado aos familiares próximos. Se aqui houvesse a mesma valorização à vida que existe no chamado “primeiro mundo” não teríamos 50.000 mortos no trânsito ou 150.000 assassinatos por ano e os governantes há muito tempo teriam tomado medidas efetivas para coibir ou diminuir a dimensão desta tragédia. Talvez no futuro com mais educação os critérios de avaliação de segurança de carros aumente. Mas o caminho a percorrer é muito longo.

  • Douglas

    Eu estranhava o fato de o Onix ser mais leve que o Sonic, carro do qual deriva, possui porte semelhante e mesma plataforma, o que indica uma possível economia na estrutura do Onix.

    Mas de toda maneira o Latin NCAP é uma instituição canalha que muda as regras do jogo para atacar de maneira covarde os fabricantes.

    Tinham dado 3 estrelas para o Onix e depois baixaram para zero, não dá para confiar numa instituição dessa, que fizessem o teste correto desde a primeira vez.

  • Paulo Ferreira

    Calmon, mais uma vez concordo. Um outro problema especial dessas estrelinhas dos testes é que os critérios mudam com o tempo. Um carro que talvez obtivesse várias delas em um teste de anos atrás, com os critérios de hoje, poderia obter nenhuma. Se o “metro” muda não dá para medir e comparar nada.

  • VeeDub
    • Bucco

      Explique-se. na real estas barras não estão lá?
      Vamos achar fotos das portas sem o forro.
      Estou sentindo um cheirinho de processo.

      • Marcio

        Se fosse mentira a Peugeot já teria processado faz tempo e já teria divulgado na imprensa que Latin NCAP está mentindo.
        Não duvido que a Peugeot tenha modificado isso, mas se na época as barras existiam nós já saberíamos disso, a Peugeot já teria berrado, mas não fez.
        O processo deveria ser contra a Peugeot que está mentindo e não contra o Latin NCAP, que está nos alertando.

    • anonymous

      Pois é, de que adianta um airbag lateral se o reforço estrutural, a barra de proteção é retirada? Fica bonito na ficha técnica, o sujeito pode anunciar para o vizinho que o carro tem 50 airbags, mas na hora do acidente não adianta nada.

  • paulluis

    Até concordo que há sensacionalismo, mas a pergunta continua: quantas estrelas esse carro receberia se fosse testado nos EUA ou na Europa? Ou não passaria nesses testes? A vida de uma pessoa continua sendo mais importante aqui ou em qualquer lugar do mundo, não adianta querer amenizar a situação.

  • Fat Jack

    Somente a termo informativo: (não se trata de uma correção da publicação)
    “A venda de veículos novos caiu 3,6% em abril, na comparação com o mesmo mês de 2016. Os dados foram divulgados 02/05 pela Fenabrave, a associação das concessionárias.”
    Não sou desesperado considerador das “estrelinhas” (como diria o Bob), porém me informaria dos resultados na avaliação de alguns modelos no momento da compra. É como seguro de auto, não se compra pra usar, mas precisando, é melhor que eles lá estejam.
    O maior problema a meu ver é a confusão que parece estabelecida no NCAP, concordo também com o autor no que se refere a “notinhas” de decepção, desilusão, etc…, limitem-se a publicar os resultados de forma técnica e não teatral, isso basta.
    Entendo também que as versões avaliadas deveriam ser as menos equipadas, sendo assim um referencial de qual a pior nota possível para aquele modelo.

  • gpalms

    O protocolo da colisão lateral, que gerou uma avaliação ruim ao veículo, estava errado? Colocação do veículo, peso da barreira arremessada, configuração do “dummy” e outras variáveis estavam erradas?
    O desempenho do veículo nesse teste foi bom mas mesmo assim recebeu avaliação ruim?
    Caso nenhuma dessas respostas seja positiva, ainda acho bom saber esse resultado, mesmo a Latin NCAP sendo dramática e bagunçada.
    Qualquer informação é melhor que nenhuma. O olhar crítico deve vir de cada um.

  • Paulo Júnior, jamais pode-se dizer que um carro que foi mal num teste de impacto de qualquer tipo seja “perigoso e nocivo”. Se fosse assim, toda a frota antiga deveria ser proibida de circular.

  • Carlos Bertazzoni, o AE não tem neurose de segurança em acidentes, algo que parece estar tomando conta de alguns motoristas, obedientes ao marketing de segurança.

  • ViniciusVS, os Alfa Romeo GTA e GTAm só faziam curvas com a roda dianteira interna à curva fora do chão. E eram incrivelmente rápidos em curva.

  • Marcos Pastori

    Infelizmente é isso mesmo, o Latin NCAP é um retrato de onde vem, a América Latina.

    Que por sua vez, funciona ainda, com muito amadorismo em questões industriais.

  • Daniel S. de Araujo

    Calmon, parabéns pela lucidez do texto! Parabéns mesmo!

  • Nilson, sua ideia acerca da formação do motorista é perfeita, assino embaixo, mas esqueceu-se de que isso dá um trabalho danado?

  • Paulo Júnior, para quem sonha com, deseja ardentemente dar uma batida, vídeos como esse são um presente.

    • Pedro Guerra

      Bob, então quem faz seguro total do carro deseja que o carro seja roubado/furtado? Não penso assim.Simplesmente querem ter uma garantia. Da mesma forma, quem compra um carro, levando em conta a segurança do mesmo, não quer se envolver em um acidente. Se podemos comprar, pelo mesmo valor, um carro com 5 estrelas em segurança e outro com zero, isso deve ser levado em conta, pelo menos para quem se preocupa com a segurança. E antes que venha falar no fator do motorista, estou falando dos casos em que o acidente é inevitável.

      • Pedro Guerra, o marketing das estrelinhas serve para atender quem tem neurose de segurança, apenas isso. Virou negócio um rentável negócio para os NCAPs e dá a falsa sensação de incolumidade, de escapar vivo de qualquer acidente.

  • Mineirim, não é mais poderia ser. De qualquer maneira, há registro de óbito em Onix que tenha sofrido colisão lateral? Você deixaria de comprar um por causa desta “revelação fantástica” do Latin NCAP?

  • Fernando Achiles, acidentes graves costumam ser alvo de reportagem televisiva, especialmente quando há óbito.

  • The Canadian, você se redimiu a tempo (rsrsrs).

  • Pedro Guerra

    Desculpe, mas não posso concordar com a matéria. Deveríamos estar comemorando que o Latin NCAP mudou o protocolo e agora exige melhores resultados nos testes para dar nota máxima. Antes não era realizado teste de impacto lateral, e hoje sim. Estão simplesmente chegando mais próximos dos testes que são realizados na Europa e nos EUA (por outros órgãos). O Onix receberia a mesma nota zero lá também! Então é certo esconder isso do povo brasileiro? Ah! Mas o Onix foi o primeiro que fez o teste com base no novo protocolo, isso não é justo, dizem os contrários à divulgação do teste. Ora! Deveriam estar cobrando o Latin NCAP a realizar o teste com todos os carros mais vendidos no Brasil então! E rápido! Façam o teste com HB20, Ford Ka, Mobi, Strada, up!, etc. Esta sim deveria ser a pauta da matéria.

    • Pedro Guerra, é direito seu não concordar. Opiniões de colunistas não refletem necessariamente a do AE, conforme é mencionado no rodapé de toda coluna, mas esta a reflete na íntegra.

  • Exato, David.

  • Marcio, que carros perigosos… É realmente a neurose da segurança pegando firme: “Com um carro seguro posso bater e levar batida à vontade”.

    • Hubner Rocha

      Em caso de acidente, as chances de morrer em um Volvo são bem menores, não é?

      • Hubner, está vendo com funciona bem o marketing da segurança? Você falou em acidente apenas, sem considerar as circunstâncias, e já elegeu sua marca.

  • Marcio, menos, menos: lata de sardinha é a piada do dia. Realmente há uma neurose de segurança.

  • Pedro Guerra, seguro em quê, em acidente? Então se compra carro contando com isso como fato líquido e certo? E que num carro “seguro” nossa incolumidade está garantida num acidente, de qualquer tipo? Por favor, menos…

    • Filipo

      Peço licensa para responder por ele. Mais seguro, em batidas frontais até 64 Km/h e agora nas laterais também.
      Mas é apenas a minha opinião.

  • Corsario, de fato, o brasileiro que tem Onix está com a vida ameaçada. Brilhante!

    • Rodrigo Ultramari

      Bob, nada no mundo é binário. A vida “estar” ou “não estar” ameaçada. 0 ou 1….(e olha que sou Eng mecânico). Ela está “mais” ou “menos” ameaçada.
      Ninguém acorda de manhã e pensa “que vontade de dar uma batida na esquina hoje”… Mas acontece, por isso mesmo é um caso acidental e não premeditado. Num caso desses, com fanatismo ou não, muito melhor estar num carro mais seguro que num menos.

      Latin NCAP é sensacionalista? Com certeza, mas é só assim que a massa brasileira (e latina em geral), sabe ler textos, vide a quantidade de memes diante da crise política. Então, na minha opinião, NCAP deve aumentar o rigor som, ano a ano, fazer estardalhaço e deixar as fabricantes que corram atrás.

      • Rodrigo Ultramari, claro deixar que as fabricantes corram atrás…gastando um bom dinheiro com eles. E nosso amigo que acordou e não pensou em dar uma batida sabe que está num carro “seguro” e nada pode lhe acontecer, por isso passa pelos cruzamentos como se o carro dele fosse o único na cidade.

  • Aldo Jr.

    Interessante essa histeria com segurança. Exige-se veículos cada vez mais seguros, enquanto os motoristas distraem-se cada vez mais com telinhas e celulares. Será que o que as pessoas querem, na verdade, são carros que elas possam bater à vontade? Dá o que pensar. Abraços.

  • D.JUNIOR

    A maioria esquece que na vida real, aquelas estrelinhas acabam não influindo em nada a favor do acidentado. Não digo que são dispensáveis, pelo contrário, serve muito bem para o comprador do carro saber o que pode acontecer com ele, num tipo específico de acidente (em estrada é virtualmente impossível de achar alguém andando a esses 64 km/h em que o teste de colisão é feito). A histeria da PROTESTE, na minha opinião foi tão esdrúxula quanto àquelas que o pessoal do “politicamente correto” o faz por mero capricho…

  • Corsario, como se vê, teste de impacto virou um belo negócio.

  • V_T_G, falarem, não, eu falo, e sustento o que digo. O AE é um site para autoentusiastas feito por autoentusiastas que aborda os diversos aspectos do automóvel e fala sobre ele com propriedade. E tem opinião, sim, por que não? Quando não concorda com alguma coisa, retruca.

  • Carlos Bertazzoni, vê-se que você tem complexo de vira-latas e que não conhece os editores do AE,
    tampouco o jornalista Fernando Calmon, para proferir uma ofensa — burra — dessas. Você está banido do AE; novo eventual comentário seu será sumariamente jogado no lixo.

  • Perfeito, João Carlos.

  • Pato, certo, mas com o que se vende de Onix e com elevado número de acidentes no Brasil, era para haver uma grande incidência de mortes e ferimentos graves ligados ao modelo. Onde estão?

    • Pato

      Bob, isso nem eu sei, mas suponhamos em um número igual de acidentes com o up! e com o Onix, acredito que o último terá mais chances de terem resultado em mais mortes.

      Como eu disse, uma coisa é a pessoa comprar só porque acha que vai poder ser irresponsável no trânsito e se safar, nisso até com um Volvo ela pode morrer, outra é ela querer prevenir que morra num acidente.

      • Pato, não existe padrão para acidentes, de modo que supor nesse caso não faz sentido.

  • LKenappe, marketing sempre é importante, e o das estrelinhas não fica atrás.

  • Rodrigo, nenhuma razão havia para deixar de publicar seu comentário. É sua opinião. Só não entendi a venda de mais 200 airbags por mês. Como assim?

  • Lucas, péssimo? Há mortes e feridos graves conhecidos em acidentes com Onix?

  • ochateador

    Se o motorista não souber condizur o carro e/ou não manter o carro com os cuidados básicos, ESC nenhum fará diferença.
    Vejo muitos carros que custam mais de 100 mil reais (que ganham as tais 5 estrelas de segurança) com os pneus murchos… acha mesmo que isso vai ajudar em uma frenagem de emergência ?

  • Milton, há muitos anos uma colega de trabalho na GM chegou dando gargalhadas que tinha batido com o carro. Algum tempo depois pediu-me o Omega GLS de meu uso, que tinha que ir em algum lugar. Neguei.

  • Hubner, eu não gostaria de estar nem num Hummer, por isso nunca me coloco em posição-alvo de tomar uma na lateral.

  • Marcio, e quanto ao motorista responsável, não existe?

    • Marcio

      Claro que existe, mas acho irresponsabilidade não ligar para a segurança da própria família e amigos, a se importar mais com a beleza do carro do que com a segurança.

  • Marcio, conhece aquele ditado, “De ilusão também se vive”? Aplica-se perfeitamente à sua ideia sobre batida e segurança. Nesse comentário houve censura; num eventual próximo, se contiver ofensa a produto ou ao automóvel, haverá exclusão sumária.

  • Márcio, exato, aqui não se pode falar mal de carro e nem da indústria automobilística; críticas fundamentadas, sim. Somos cordiais ao extremo com quem é cordial, mas quem vem com estupidez leva troco. Aceitamos opiniões contrárias, mas sabemos perceber má-fé. Como você vê, errou na estimativa que seu comentário seria excluído. Não o foi pela seriedade e educação que você deixou transparecer nesse seu comentário. E assim com os leitores emitem opiniões, temos o direito de ter a nossa, concorda? E seja bem-vindo.

  • Filipo

    Para mim, uma plataforma moderna que tem níveis de segurança diferentes, de acordo com o carro/região não deve ser argumento. Para mim, isso revela os diferenciados níveis de “sem-vergonhice” dos fabricantes.

  • Mauro, concluir é de graça e independe de autorização.

    • Mauro Schramm

      Hahaha. Então lá vai a minha: há sim um padrão para acidentes.

  • Badanha

    Você está comparando alho com “bugalho”. Aí não dá, meu caro!