A Mazda americana produziu um comercial maravilhoso para o MX-5/Miata, cujo título é “Dirigir importa”.

Deveria ser usado como tratamento mental aos antiautomóveis que abundam ao nosso redor.

Não há muito o que dizer, melhor assistir.

JJ

(1.867 visualizações, 1 hoje)


  • Pedro Mazza

    Muito bom JJ! Me fez lembrar um dos mues favoritos (e que me influenciou a comprar um certo carro pequeno, manual, turbo, bom de estrada e desse mesmo grupo fabricante).
    Veja se você também gosta:
    https://youtu.be/Psuu_5gvvXM

    Sempre que posso revejo pois achei bom mesmo.

  • Mr. Porschemann

    Isso que sempre falo !

    Propaganda de carro tem que invocar o prazer de dirigir, mostrar seus atributos, novidades, o som e as linhas, tudo que gira para vende-lo.

    E não essa propagandas retardadas, engraçadinhas ou sem noção que vemos ultimamente.

  • Fórmula Finesse

    É como sempre eu digo: dirigir é movimento e movimento é vida…
    Sensacional, JJ!

  • Rafael Ribeiro

    Beleza de propaganda! Para quem REALMENTE gosta da coisa. Não precisa dizer que tem “conectividade”, e outros apelos atualmente muito utilizados para quem enxerga o carro como apenas mais um gadget.

  • Bela cena mesmo, Lorenzo!

  • Mr. Car

    Frigerio, seria mais ou menos isto, he, he? O famoso teto “Las Vegas”. Lindo mesmo!
    Abraço. https://uploads.disquscdn.com/images/ff9ee85dc8a3754f1085f1b241ac551347319b69648864df84ef74dc73a86095.jpg

  • Rodrigo, do lançamento em 1989, até hoje, o Miata/MX-5 só conheceu sucesso e apreciação de quem tem um e de quem não tem. Não é um 911, mas a química do fascínio é muito parecida. Esse comercial de 40 anos do 911 eu não conhecia, é soberbo.

  • Fat Jack

    O esquema “venha antes que acabe” repetido e repetitivo da GM também cansou faz tempo.

  • Leo-RJ

    Simplesmente sensacional o comercial!

  • saosao

    Sábado passado presenciei uma cena que talvez relacione-se a este comercial.
    Tinha ido a São Paulo, na casa da minha mãe, e voltava para Alphaville, onde moro. Dirigia meu Civic, velho companheiro de 13 anos de idade. Assim como os cachorros têm vida curta e dizemos que já são adultos aos 7 anos, o Honda, com 13 anos, já o percebo mais maduro do que eu.
    Eis que, na Castello Branco, pouco depois das 15h, com um sol brigando com as nuvens, mas forte o suficiente para mantermo-nos aquecidos, avisto um carrinho vermelho conversível. Não era um Miata, quem dera. Era um Puma vermelho conversível, não conheço versões, mas era um com a lanterna traseira quadrada. Mas o que mais me chamou a atenção não era o carro, mas quem dirigia.
    Uma mulher de cabelos encaracolados, soltos, morena mas parecia ruiva, óculos escuros estilo hipster, pele branquinha e um batom da cor do carro. Diminuí a velocidade, cruzei três faixas só para apreciá-la melhor. Que visão! Tive um misto de excitação com inveja com flashback de Geena Davis em Thelma e Louise.
    Pena que eu tive que sair no km 24, enquanto ela continuava rumo ao interior.

    Ao final, tentando achar uma justificativa para essas sensações, concluo que o sentimento não era pelo carro, mas pela situação e o conjunto dos elementos. Será melhor ter algo novo sempre, ou carregar uma história juntos? A mulher? Um dia farei minha esposa andar de cabelos soltos em um conversível. Quanto ao carro, entre um Puminha vermelho conversível baixo e chamativo e um Honda que foi meu companheiro há mais de uma década e conhece minhas manias, minha casa, meu trabalho, minha igreja e que envelheceu comigo, fico com a segunda opção.