Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas RENAULT SANDERO DYNAMIQUE 1,6 SCe, NO USO – Autoentusiastas

O Renault Sandero se firmou no mercado como descomplicado e prático, alcançando uma imagem de  carro agradável  e robusto nos seus 10 anos vida aqui. Testei vários carros aqui no AE, mas nunca o Sandero. O que conheço dele é um ano-modelo 2012 automático que meu pai teve, que dirigi bastante e sempre me agradou.

O Sandero testado é um Dynamique 1,6 com o novo motor SCe, duplo comando acionado por corrente e 16 válvulas, bloco e cabeçote de alumínio, câmbio manual de cinco marchas. Esta passou a ter comando a cabo e resultou em grande facilidade de uso, com curso preciso da alavanca nos dois planos e peso de engate na medida certa. Era uma alteração reclamada por muitos, especialmente por nós do AE. O sistema anterior a varão estava mesmo em dissonância com os atributos do Sandero.

A versão custa R$ 54.300 e pode vir com o kit Tech Pack Plus, por R$ 1.700, que inclui o Media Nav e sensor de estacionamento, entre outros itens (ver no final a lista de equipamentos de série e opcionais).

Passei alguns dias com a versão Dynamique e seu novo motor SCe 1,6-litro, designado H4M, de 115/118 cv a 5.500 rpm e 16 m·kgf a 4.000 rpm com qualquer dos combustíveis. O anterior K7M de duas válvulas por cilindro de desenvolvia 98/106 cv, portanto o ganho com o novo é apreciável. As potências específicas do 1,6 SCe são 72/73,9 cv/litro. A taxa de compressão é modesta, 10,7:1.

O Sandero 1,6 anda com facilidade e tem desempenho bem de acordo com as necessidades. A relativamente contida rotação de rotação de potência máxima, rapidamente atingida ao acelerar tudo, colabora tanto para o silêncio quanto para excelente resposta em baixos giros, ajudado pelo variador de fase do comando de admissão.

Mais detalhes  desse motor podem ser vistos no texto do Bob Sharp quando do lançamento no começo de dezembro.

A aceleração 0-100 km/h informada é feita em 10,3/9,9 s e para isso o peso de 1.053 kg ajuda. A velocidade máxima é 182/185 km/h. Durante todo o teste o veículo rodou com álcool.

Os valores de consumos observados foram de 5 km/l em congestionamentos longos em vias travadas e cheias de semáforos, passando para 9 km/l em ruas de cidade vazia de um domingo bem cedo, até cerca de 11 km/l em avenidas expressas. Na estrada, com muitas subidas e descidas e acelerando à vontade para andar mais rápido que o lerdo fluxo, 9,5 km/l, mas até 14 km/l em rodovias de trânsito livre e com poucas subidas.

Para referência, o consumo oficial Inmetro/PBVE é 12,8/8,6 km/l na cidade e 13,4/9,2 km/l, na estrada.

É bom o compromisso entre conforto de rodagem e estabilidade. Não há incômodo em pisos ruins por excesso de vibrações, e nem saídas de frente ou de traseira mesmo abusando bastante em curvas. Os pneus, Continental 185/65R15, aderem ao piso com muita vontade e, passando um pouco do limite, cantam discretamente, sem escândalo. Cabe ao motorista esticar um pouco a emoção ou levantar o pé do acelerador e voltar a ser politicamente correto.

O espaço interno é ótimo na frente e justo atrás, mas nada que impossibilite levar três pessoas no banco traseiro com bom conforto. Sentei “atrás de mim” e os joelhos não tocaram o banco dianteiro, com ótimo espaço para cabeça. O porta-malas de 320 litros é maior que a média dos hatches.

Interessante notar as proporções do volume do cofre do motor e da cabine. A base do para-brisas está onde termina a caixa de roda, o que evita a sua inclinação excessiva e um capô muito curto. Dizem os estilistas que isso é antimoderno, mas o visual de proporção é muito mais agradável assim, e não há elementos do cofre do motor escondidos debaixo do para-brisa, o que é bom para manutenção. Veja num das fotos acima o espaço entre motor e parede de fogo e o acesso fácil, destacando-se o isolante metalizado.

Curiosamente, o travamento automático portas vem desligado de fábrica, podendo ser ativado conforme a instrução do manual. Ativa-se pela primeira vez segurando o botão por cerca de 5 segundos. Depois de um sinal sonoro, está ativado. Aí passa a trancar automaticamente ao se atingir 6 km/h.

A acomodação a bordo começa pelos bancos com tecido embossado (relevos) sem costura, uma tecnologia chamada de CCT (carved cover technology, tecnologia de capa esculpida) do fornecedor Faurecia, que mostrei nesse texto aqui.

Pena que essa tecnologia só foi aplicada nos bancos dianteiros, já que traseiro é muito simplório e deveria seguir a dianteira. Não há cinto de três pontos nem encosto de cabeça para quem viaja no meio. O encosto do banco traseiro é inteiriço, mas é bipartido caso o veículo venha com o opcional Tech Pack Plus. Deveria ser de série sempre, em qualquer veículo, seja sedã, perua ou hatch.

O tecido dessa versão Dynamique é ótimo. Tem cor cinza e azul, sendo essa cor mais ou menos visível de acordo com a posição que se olhe os bancos, pois o tecido em contato com o corpo é perfurado, e a camada inferior é na cor azul. Um toque muito especial e agradável para quem gosta de coisas diferentes no interior dos carros.

Apesar de haver regulagem de altura no banco do motorista, a posição mais baixa ainda é alta demais. Seria ótimo mais uns 5 cm de curso para baixo.

Os materiais do interior são de boa qualidade, sem nada de aparência pobre. Há bons puxadores, apoios de braço e espaço nos porta-objetos das portas, que também existem nas traseiras. O forro de teto tem cor clara e ajuda muito na sensação de mais espaço e menos calor. Para-sóis têm espelhos para motorista e acompanhantes motorista e há quatro alças de teto, também para o motorista, o que ajuda bastante pessoas com alguma dificuldade de locomoção.

O porta-luvas é básico, com bom espaço e iluminação e há um recesso na tampa para pequenos objetos. Bem no fundo está tampa de proteção para o conector do scanner de diagnóstico.  A porta de carga e a portinhola do tanque têm comando interno mecânico e as alavancas estão na soleira esquerda, junto ao banco do motorista, facilmente visíveis.

No porta-malas há forração de carpete em toda superfície, incluindo a parte traseira do encosto do banco. Mas falta uma proteção plástica na parte inferior do vão da porta de carga, onde se costuma apoiar uma carga mais pesada ao colocá-la ou retirá-la.

O estepe agora está dentro do porta-malas dificultando seu furto, não mais sendo tão fácil de ser roubado (aconteceu com meu pai, claro). Apesar da roda ser de aço estampado, tem pneu da mesma medida e especificação de carga e velocidade dos que rodam, mas há o aviso de só poder ser usado até 80 km/h. A explicação é técnica e visa segurança: a Renault quer prevenir o uso deste pneu para formar jogo com três novos comprados no momento de substituir os quatro. Ocorre que o estepe envelhecerá por tempo e deixará de ser seguro. Muito interessante.

Portas e tampas fecham facilmente, sem som de peças ocas ou flexíveis. O capô foi uma surpresa, já que possui mola a gás em vez de vareta para sustentá-lo aberto e até mesmo revestimento fonoabsorvente, dois itens que estão rareando mesmo em carros mais caros.

O elemento do filtro de ar do motor é de fácil acesso e não requer ferramenta para ser removido. Há uma cobertura na área da parede de fogo, que antigamente era chamada de “churrasqueira” – cujo nome correto para os americanos é cowl grille – pois é onde há sempre uma grade na tomada de ar para a cabine. O Sandero antigo não tinha essa peça. As dobradiças do capô, porém, permanecem visíveis de fora, desagradável de ver.

Outra coisa que gostei muito e que faz uma diferença visual sutil e importante. A flange inferior das soleiras, região de união da lateral e do assoalho é pintada de preto entre as caixas de roda, além de essa área ter pintura antipedrisco, rugosa, um capricho que poucos notam.

Pintura preta na flange

Um item de atenção a detalhes que poucos notam, mas quem percebe gosta

Dentro do cofre do motor, o acesso à maioria dos itens é fácil, com apenas um item um pouco menos fácil, a tampa do reservatório de fluido do sistema de assistência direção eletro-hidráulico. Ele fica localizado bem baixo e há mangueiras no caminho. Já fluido de freio e líquido de arrefecimento do motor são de fácil acesso e verificação, como também são a vareta de nível de óleo do motor e a água do lavador do para-brisa.

Não há termômetro do líquido de arrefecimento, instrumento que faz falta para motoristas mais cuidadosos, só há luz-espia, mas tem controlador de velocidade de cruzeiro, ótimo equipamento para quem não gosta de dirigir com atenção permanente ao velocímetro, além de evitar que um descuido do pé direito leve a ultrapassar o limite de velocidade. Há também o limitador de velocidade, muito útil na cidade, bem como o desliga/liga motor (stop/start), que é desligável.

O computador de bordo é bem completo,  informa temperatura externa, hora, hodômetro parcial, hodômetro total, litros de combustível consumido, distância percorrida, velocidade média,  consumo médio, consumo instantâneo e autonomia do tanque.

O conta-giros fica à esquerda, com velocímetro no centro e computador à direita, minha preferência e do Bob Sharp. Foi corrigido o problema de má visibilidade dos instrumento durante o dia obrigava ligar lanternas. Interessante a luz de aviso do freio de estacionamento acionado, que aparece acesa assim que se abre a porta, sem ser preciso colocar a chave no contato.

Para entretenimento, há rádio CD-Player com MP3, entrada USB, entrada auxiliar para iPod, e Bluetooth. Existe um comando de satélite na coluna de direção, localizado por trás do raio direito do volante para o sistema de entretenimento Opcionalmente pode ser equipado com sistema multimídia com GPS, parte do kit Tech Pack Plus.

A direção é ótima, com importante aviso no manual de não forçar batente com carro parado para não aumentar a pressão e aquecer a ponto de danificar a bomba e/ou mangueiras e conexões, um alerta que todo carro deveria ter em etiqueta visível ao menos quando o carro é novo.

A posição de dirigir muito boa, apenas com a ressalva do banco alto. Os pedais são de bom tamanho e espaçamento, sendo fácil o punta-tacco. Veja vídeo explicativo sobre essa técnica.

Com o novo motor 1,6 SCe e outras mudanças, o Sandero deu um passo adiante, sem nenhuma dúvida, e pode atrair quem procura um bom hatchback ou simplesmente quer atualizar o seu.

JJ

FICHA TÉCNICA RENAULT SANDERO 1,6 SCe
MOTOR 4 cilindros em linha, transversal, duplo comando de válvulas, corrente, atuação direta por tucho-copo sem compensação hidráulica de folga, variador de fase na admissão por 40º, 4 válvulas por cilindro, bloco, cabeçote e cárter de alumínio, flex
Cilindrada (cm³) 1.597
Diâmetro x curso (mm) 78 x 83,6
Taxa de compressão (:1) 10,7
Potência (cv/rpm) (G/A) 115/5.500 //118/5.500
Torque (m·kgf/rpm) (G/A) 16,0/4.000 // 16,0/4.000
Formação de mistura Injeção no duto
Corte de rotação limpo (rpm) 6.500
Veloc. média do pistão no corte (m/s) 17,6
Comprimento da biela (mm) 129,9
Relação r/l 0,32
Combustível Gasolina e/ou álcool
Sistema de partida a frio Injeção de gasolina no duto de admissão
TRANSMISSÃO
Câmbio Transeixo dianteiro de 5 marchas manuais à frente 1 à ré, comando por cabo
Relações das marchas (:1) 3,73; 2,05; 1,39; 1,03; 0,76; ré 3,55
Relação do diferencial (:1) 4,07
SUSPENSÃO
Dianteira Independente, McPherson, braço triangular inferior, mola helicoidal,  amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
Traseira Eixo de torção, mola helicoidal e amortecedor pressurizado
DIREÇÃO
Tipo Pinhão e cremalheira, assistência eletro-hidráulica indexada à velocidade
Relação de direção (:1) 15,0
Voltas entre batentes 3,4
Diâmetro mínimo de curva (m) 10,6
FREIOS
Dianteiros (Ø mm) Disco ventilado, 258
Traseiros (Ø mm) Tambor, 203
Circuito hidráulico Duplo em “X”
RODAS E PNEUS
Rodas Alumínio, 5Jx15
Pneus 185/65R15
DIMENSÕES
Comprimento (mm) 4.060
Largura sem/com espelhos (mm) 1.733/1.994
Altura (mm) 1.536
Distância entre eixos (mm) 2.590
CONSTRUÇÃO
Tipo e material Monobloco, aço, subchassi dianteiro
Nº de portas/nº de lugares cinco
AERODINÂMICA
Coeficiente aerodinâmico (Cx) 0,35
Área frontal (m², calculada) 2,13
Área frontal corrigida (m²) 0,74
PESOS E CAPACIDADES
Peso em ordem de marcha (kg) 1.053
Carga útil (kg) 450
Porta-malas (L) 320
Tanque de combustível (L) 50
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h (s) (G/A) 10,3/9,8
Velocidade máxima (km/h) (G/A) 182/185
CONSUMO DE GASOLINA (INMETRO/PBVE)
Cidade/estrada (km/l) 12,8/13,4
CONSUMO DE ÁLCOOL (INMETRO/PBVE)
Cidade/estrada (km/l) 8,6/9,2
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em 5ª (km/h) 36,8
Rotação a 120 km/h em 5ª (rpm) 3.260
Rotação à vel. máxima em 5ª (rpm) 5.000
MANUTENÇÃO
Revisões, intervalo (km/tempo) 10.000/anual
Troca de óleo do motor (km/tempo) 10.000/anual
Óleo, viscosidade 0W30
GARANTIA
Termo (tempo) 3 anos
PREÇO DA VERSÃO AVALIADA (R$) 54.300

 

EQUIPAMENTOS DE SÉRIE RENAULT SANDERO 1,6 DYNAMIQUE 2017
ÁUDIO E MULTIMÍDIA
Ar-condicionado
Ar-condicionado automático (OPCIONAL)
Banco do motorista com regulagem em altura
Bancos CCT (Carved  Cover Technology)
Bancos parcialmente revestidos em couro
Comando de abertura das portas por radiofrequência
Direção eletro-hidráulica com regulagem em altura
Rádio CD-Player MP3, 2DIN, USB, entrada auxiliar / IPOD e Bluetooth + comando de satélite no volante
Retrovisores com regulagem elétrica
Sistema multimídia MEDIA Nav Evolution com tela touchscreen 7”, navegação GPS, rádio, conexão Bluetooth, USB com Eco Coaching e Eco Scoring (OPCIONAL)
Travas elétricas das portas
Vidros dianteiros elétricos um-toque
Vidros esverdeados
Vidros traseiros elétricos um-toque
COMODIDADE
Abertura interna do porta-malas
Abertura interna do reservatório do combustível
Acelerador eletrônico
Alarme sonoro de advertência de luzes acesas
Banco traseiro com encosto rebatível
Bolsas integradas na parte traseira dos bancos dianteiros
Computador de bordo multifunções
Conta-giros
Controle automático de velocidade e limitador de velocidade
Iluminação do porta-luvas
Iluminação do porta-malas
Indicador de temperatura externa (OPCIONAL)
Indicador de troca de marcha
Indicador do reservatório de combustível da partida a frio
Limpador do vidro traseiro
Luz interna na dianteira do teto
Para-sol do motorista com espelho de cortesia oculto
Para-sol do passageiro com espelho de cortesia
Porta-copos / objetos no console central dianteiro
Porta-copos / objetos no console central traseiro
Porta-objeto nas portas dianteiras
Porta-objetos no painel
Relógio
Sensor de estacionamento (OPCIONAL)
Temporizador do limpador do pára-brisa
Tomada de energia (12 volts)
ESTILO
Aro dos medidores do painel de instrumentos com moldura cromada
Coluna central com acabamento na cor preta (exceto veículo na cor preto)
Difusores de ar laterais na cor cromo
Frisos cromados na grade dianteira
Maçanetas externas na cor da carroceria
Maçanetas internas na cor cromo brilhante
Manopla da alavanca de câmbio com detalhe cromado
Molduras cromadas dos faróis de neblina
Para-choque dianteiro e traseiro na cor da carroceria
Puxadores internos das portas cromo fosco
Repetidor nos espelhos retrovisores
Retrovisores na cor da carroceria
Revestimento completo do porta-malas
Revestimento da alavanca do freio de estacionamento
Volante revestido em couro
PNEUS E RODAS
Rodas em alumínio de 15″ Nepta
SEGURANÇA
Alarme perimétrico
Alças de segurança no teto (1 dianteira e 2 traseiras)
Apoios de cabeça dianteiros reguláveis em altura
Apoios de cabeça traseiros (2) reguláveis em altura
Barras laterais de proteção nas portas
Bloqueio de ignição por transponder
Cinto de segurança central traseiro subabdominal
Cintos de segurança dianteiros e laterais traseiros retráteis de 3 pontos
Cintos de segurança dianteiros reguláveis em altura
Desembaçador do vidro traseiro
Faróis de neblina
Fechamento dos vidros e travamentos das portas acionados pela chave
Start&Stop
Terceira luz de freio
Trava para crianças nas portas traseiras
Travamento automático a 6 km/h


Sobre o Autor

Juvenal Jorge
Editor Associado

Juvenal Jorge, ou JJ, como é chamado, é integrante do AE desde sua criação em 2008 e em 2016 passou a ser Editor Associado. É engenheiro automobilístico formado pela FEI, com mestrado em engenharia automobilística pela USP e pós-graduação em administração de negócios pela ESAN. Atuou como engenheiro e coordenador de projetos em várias empresas multinacionais. No AE é muito conhecido pelas matérias sobre aviões, que também são sua paixão, além de testes de veículos e edição de notícias diárias.

  • Pablo Lopes

    O Sandero, assim como o Logan, são carros honestos e de excelente custo-benefício. Eu às vezes fico imaginando, que caso o brasileiro realmente pesquisasse antes de comprar um carro 0-km, esses dois seriam líderes do Mercado, mas como aqui em terras tupiniquins o que manda nessa hora é a emoção…
    É sempre bom ler essas matérias, onde mostram os fabricantes evoluindo seus produtos com novas tecnologias.

    • Guilherme

      Concordo Pablo.
      Apesar de ter achado o volante do Sandero muito bonito, o resto do painel pouco me agrada:
      1. Aquela bagunça de botões embaixo dos comandos do ar poderiam estar lá na porta do motorista, melhor ergonomia e painel mais bem acertado (e um custinho a mais, ok).
      2. Aquele monte de riscos no velocímetro e conta-giro beiram o irritante e “atrapalham” a leitura.

    • Christian Bernert

      É verdade, Pablo. Acrescento um outro fator que pode inibir um pouco as vendas da Renault: a quantidade de concessionárias ainda não é tão grande quanto deveria.

  • Mr. Car

    Juvenal, considero o Sandero/Logan, bem como o Etios, carros que realmente vieram evoluindo desde seus lançamentos, e ainda há como melhorar mais. Os dois carros me satisfariam com certeza, mas hoje, ficaria (só a título de bate-papo mesmo, sei que o objetivo aqui não é comparar) com um Etios XS 1,5 MT hatch, que na minha avaliação tem algumas superioridades, além de ser cerca de R$ 3.000,00 mais em conta, resultando em um custo-benefício a ser batido pelos carros da mesma categoria.
    Abraço.

  • Clésio Luiz

    O espaço no banco traseiro do Sandero foi meio sacrificado por causa do porta-malas. Ao se olhar o banco de lado, com a porta traseira aberta. é fácil notar que o encosto do banco está completamente à frente do eixo traseiro, da mesma forma do Logan, que lhe deu origem. Outros hatches compactos tem o banco mais recuado, sacrificando o porta-malas por mais espaço para os joelhos.

    Eu lembro de discutir acaloradamente com amigos sobre o Sandero que, apesar do porte, não ter espaço para os joelhos melhor que o Palio (de primeira geração), apesar de ser bem maior externamente. No fim das contas fiz um vídeo com o celular provando meu ponto, obviamente regulando o banco do motorista para mim da mesma forma nos dois carros, ou seja, braços e joelhos flexionados e pé esquerdo acionando a embreagem ate o fim sem a necessidade da coxa afundar no assento.

    O Sandero de primeira geração foi criticado por ser muito espartano, e fiquei positivamente surpreso com os mimos que a Renault adicionou no carro para calar os críticos, especialmente a mola a gás no capô, que acreditem ou não, não esta presente na maioria dos carros de 100.000 reais vendidos no Brasil.

  • Bandido, aqui no AE não nos ocupamos disso.

    • BANDIDO BOM É INCINERADO

      Ok

  • Eduardo, boa dica.

  • João Guilherme Tuhu

    Mineirim, ali foi mostrado o filtro de ar do motor. O de cabine é chato de tirar como os outros da concorrência.

  • Juvenal Jorge

    Eduardo Edu,
    não sabia que isso existia, obrigado pela informação.

  • Fernando, o 2017 consome bem menos que o 2016, que faz 10,7/7,5 km/l (gasolina/álcool) na cidade e 12,4/8,7 km/l na estrada. O 2017 atinge 12,8/8,6 // 13,4/9,2.

    Leitura de instrumentos difícil de dia, que requer ligar lanternas, não é item de segurança, mas de falta de comodidade. Não cabe revocação (recall).

  • Ricardo Blume

    Confesso que gosto do bom e velho Sanderão. Uma coisa que realmente me chama a atenção é o seu espaço interno. Bom para quem senta atrás e um generoso porta-malas em se tratando de um hatch. Custo-benefício bom com uma manutenção simples mas um motor que nunca realmente me agradou. O 1,0 sempre achei muito fraco e o 1,6 não tem aquela pegada como um motor de cilindrada semelhante comparada, por exemplo, com um VW. Que bom que o modelo evoluiu. Sempre tive o Sandero como um possível carro para ter em minha garagem.

  • Lucas Vieira, o K4M era de 107/112 cv a 5.750 rpm e 15,1/15,5 m·kgf a 3.750 rpm. taxa de 10:1.

  • Noel Jr

    Válida sua estratégia, João.
    Eu mesmo nunca tive de acionar garantia, pensando bem. Não teria feito diferença a esta altura do campeonato para a condição do veículo. Sem falar dos exemplos de fabricantes que protelam ou se negam a reconhecer validade da cobertura, sob alegações estapafúrdias como o elementar e camarada “mau uso do veículo”.
    Ao menos consegui contornar a empurroterapia por sempre conseguir acompanhar o serviço.
    A repensar no trato com o sucessor.

  • Noel Jr

    Boa, João. A verificar, embora última leitura eletrônica não tenha acusado anomalias.

    Os braços do limpador seguem originais, sem reaperto nem ocorrência de folgas até o momento.

    Aqui na terra da garoa desaparecida, ainda tem certa utilidade o sistema de partida a frio, mas a contar pela proporção de preço entre etanol e gasolina eu poderia pensar igual a você.

    Sobre o ar-condicionado, tenho como referência um Honda Civic: em baixa velocidade, na recirculação, em pouco tempo a ponta do nariz e as orelhas dão uma resfriada, o suor seca. Mesma coisa experimentei com Gol e Fox alugados.

    No Logan, é recirculação em velocidade máxima com fim de escala para o frio. Fica suportável o calor. Comportamento idêntico entre o K7M de propriedade e um D4D alugado. Surpreendente você no RJ ter se dado bem com os seus. Vai entender. =/

  • Alex Ctba

    Irão fazer igual o Ka e oferecer o encosto de cabeça central e o cinto de três pontos no próximo modelo. Engraçado que parece que eu já vi versão antiga do Sandero com esses itens.

  • Matthew, toda revisão obedece a uma lista de itens a verificar ou ajustar, seja em concessionária ou não. Não é apenas trocar óleo e filtro, de onde deduziu isso? Em todo manual de proprietário a lista é informada.

    • Matthew

      Tal como o Davi Reis disse acima, o manual só prevê a troca dos componentes que têm certa periodicidade, como óleo lubrificante, filtros, fluidos e pouco mais do que isso. Os itens de suspensão, freios, embuchamento de suspensão e pneus são os que pesam na hora da manutenção. Então se a pessoa pretende ficar 60 mil quilômetros com um Onix, além do custo previsto nas revisões padrões da GM, ainda terá de levar em conta esses extras que ocorrem por volta dessa quilometragem. Portanto, acho os valores apresentados nessas tabelas de revisão um tanto subestimados. Só isso.

      • Matthew, são coisas completamente distintas, revisão e reparação, a que todo carro, independente de marca ou modelo, está sujeito, especialmente com o avanço da quilometragem. Portanto, esta tabela da GM e todas as outras estão absolutamente corretas.

  • guest, o original

    Quem tem a competência para definir isso, no Brasil, é a Academia Brasileira de Letras: consulte o VOLP (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa) e verá que a palavra flange é definida como “s.m.”, ou seja, substantivo masculino.

    A propósito, hélice é definida como “s.f. s.2g.”, portanto a Academia admite “o hélice”.

    Segue o link do VOLP: http://www.academia.org.br/nossa-lingua/busca-no-vocabulario

  • Antônio Pacheco, longe de duvidar do que você disse, vou verificar com a Toyota a questão dessas duas luzes-espia no XEI, pois é muito estranho.

    • Antonio Pacheco

      Agradeço a atenção, Bob. Também estou muito assustado com a falta dessas luzes no painel. Pode ser um defeito do carro, apesar de que no manual quando fala das referidas luzes, tem um asterisco que informa : * se disponível. Vou aguardar o retorno da Toyota.

  • Davi Reis

    Acho que agora eu que fui pouco claro, me referia às três paradas obrigatórias para três anos de garantia (1 ano ou 10.000 km). No seu comentário anterior você tinha considerado 6 revisões, o que se aplica ao seu caso, mas não havia ficado claro.

  • Eduardo Edu

    Na verdade, considero raridade vir sem o ar-condicionado automático e a central multimídia conforme o carro do teste do JJ.

  • Mineirim

    Tinha um Brava que era assim. Soltava dois parafusos e trocava o filtro tranquilamente. Acumulava um pouco de folhas, mas do Focus e do Palio também aparecem muitas quando abre a caixa.

  • Mineirim

    Saudade do meu Brava… Só eu punha a mão nesse filtro.

  • Davi, isso, e no caso de discos e pastilhas, avaliação do estado de desgaste.

  • Ricardo, já consultei a Toyota, aguardo resposta.

    • Fabio

      Responderam?

  • HugoCT

    Um bom carro, mas o painel do Uno é bem mais bonito, o Sandero merecia um painel mais bem acabado.

  • Dieki

    O meu tem. É até estranho o ver sem.

  • Vinicius_Franco

    Temos um Clio em casa – atualmente é o carro da família e gostamos muito dele, mas precisamos de um carro com mais espaço e estamos cogitando trocá-lo por um Sandero 0 km (pela boa experiência que tivemos com a robustez mecânica, o baixo custo de manutenção e o desempenho mais que satisfatório do Clio).

    Por adequar-se mais ao nosso uso diário predominantemente urbano, cogitamos a versão com o novo motor 1,0 de 3 cilindros.

    Pesquisando na internet, encontrei versões “encalhadas” com o antigo motor 1,0 com preços bastante convidativos quando comparados aos das versões com o novo motor. Ainda não tive tempo de ir a uma concessionária fazer um teste no novo motor 1,0 para sentir a diferença, mas faço aquela pergunta difícil aos amigos AutoEntusiastas mais experimentados: vale a pena investir um pouco mais no motor e no câmbio novos?

    • Leandro

      “Um pouco” mais vale sim. Esse um pouco seria quanto?

  • Flying Like a Bird

    Fiquei muito feliz com adoção dos novos motores no Sandero, o parentesco com os Nissan já era aguardado há um bom tempo.

    • Leandro

      Esse motor tem origem Nissan? Achei que eram novos motores Renault mesmo.

      • Douglas

        Esse novo 1,6 é Nissan, já o novo 1,0 é da própria Renault, derivado do utilizado no Kwid na Índia.

  • Lucas, o R.S. já tem comando de câmbio a cabo.

  • O manual, não é, Davi. Revisão de concessionária é outra coisa. Não vou falar o que penso de serviço de concessionária porque meu comentário nem será publicado, mas se você quer continuar confiando no serviço deles, só se deixar o carro lá sem maiores perguntas e voltar depois para pegar ele pronto. Agora, se for confirmar se tudo foi feito de acordo mesmo…

    • Victor H, essa é uma questão em que não se pode generalizar. Há serviços de concessionárias bons e maus.

    • Davi Reis

      Eu acho engraçado que muitas vezes falam como se toda concessionária fosse horrível e toda oficina particular fosse de primeira. Independente de onde se leve o carro, convém o dono conferir os serviços executados, e sei que muitos de nós têm facilidade para isso, até com uma simples inspeção visual ou percepção do desempenho geral do carro. Acredite, eu entendo a sua desconfiança (sofro de uma certa hipocondria automobilística, rs), mas ainda existem pessoas que trabalham direito por aí.

  • Na Suzuki Grand Vitara também é fácil desencaixando o porta-luvas.

  • Douglas, na mosca! A biela do 1, 6 é de 129,9 mm, r/l 0,32. Ficha técnica já foi corrigida. E obrigado.

  • Noel Jr

    Bem lembrado sobre o desacoplamento do compressor. Observo o mesmo.

  • Douglas, acha mesmo? Uso arredondamento matemático, melhor de ler, fora irrelevância da terceira casa. No caso do SCe 1,6-l a r/l é 0,321.

  • Douglas, acha mesmo? Uso arredondamento matemático, melhor de ler, fora irrelevância da terceira casa. No caso do SCe 1,6-l a r/l é 0,321.

  • Douglas

    Juvenal,
    O problema das fotos não é a baixa resolução, mas excesso de ruído (uma espécie de granulação).
    O ruído é causado pelo uso de ISO alto em ambientes com baixa luminosidade, a Canon IXUS 175 é uma câmera que gera bastante ruído, a menos que a foto seja feita em ambientes muito claros.
    Note que as fotos feitas do exterior do carro sob forte iluminação natural não apresentam esse problema.
    Exemplo de imagem com ruído: https://en.wikipedia.org/wiki/Image_noise#/media/File:Noise_Comparison.JPG

    • Amigo, sem querer desmerecer sua opinião, mas não me parece ruído.
      Veja meu “print screen”, feito em 1920×1080.

      Na metade esquerda, as miniaturas, com aspecto de imagem degradada, como se fosse, seguindo as palavras do @Jambeiro:disqus , feitas em resolução VGA.
      Mas abrindo a imagem, (usando o navegador Chrome, não sei se isso interfere) dá pra ver que a imagem está nitida. Não há ruído nem nas áreas de preto, onde geralmente aparecem mais.
      E além disso, as fotos parecem ter sido feitas durante o dia, onde os sensores das compactas atuais conseguem uma definição muito boa, com ruído aceitável até para ampliações.

      Abraço!

      https://uploads.disquscdn.com/images/4259910595bab52b948830e103b927e4277a308fbe1e79a66a3be644aa4b30f5.jpg

      • Caros, obrigado pelos comentários a respeito. Não sabemos exatamente o que fez a qualidade dessas fotos se degradar tanto. Estamos estudando e vamos melhorar.

  • Rubergil Jr, stop/start serve para mostrar, de boca cheia, para o vizinho de mesa de trabalho ou de moradia, “meu carro tem stop/start”.

  • Alex Ctba

    Acho que não fui claro. Não era a versão antiga, era essa mesma geração mas com o antigo motor de 8V, que tinha modelo com o encosto de cabeça central, como atesta o comentário do César aí em cima

    Abraço!

  • Juvenal, só sendo muito, mas muito salafrário para engendrar uma estratégia nauseante dessa.

  • Juvenal, já eu não tenho essa neura e nunca tive problema. Já tive superaquecimento algumas vezes, aí é só aliviar o pé e, se a luz não apagar, arranjar um lugar para parar. Sem maiores consequências. Por aí se vê como as pessoas pensam diferente.

  • Victor H, inadmissível e criminoso.

  • Pablo Lopes

    Podem crer que sofrem sim! Faça um teste: quando algum conhecido comprar um carro novo ( de preferência da mesma categoria de Sandero e Logan ), pergunte por que não optaram por Sandero e Logan.

    • Davi Reis

      Conheço muita gente que trocou de marcas favoritas do mercado (Chevrolet e Honda) por Sandero e Duster.

  • Davi Reis

    É inadmissível mesmo. Nenhuma marca treina sua rede para errar assim e prejudicar sua própria imagem, acho que valeria a reclamação direto com a Fiat neste caso.

  • Lucas

    No site todos já são “Duplo Milesime” 17/17 inclusive o Stepway. Mas no R.S. nada ainda.

    • Fat Jack

      Estranho mesmo…

      • Marcio

        Talvez não esteja vendendo nada e acabe sendo descontinuado, os brasileiros preferem pagar até mais por versões levantadas ou esportivadas de outras marcas do que este R.S., que é um esportivo de verdade.
        Eu nunca vi um Sandero R.S. na rua, nunca mesmo.

        • Marcio, tem pouco na população de veículos, mas já vi vários.

    • Silvio

      Coisas da Renault… O Fluence mesmo, não saiu 12/12. Pulou do 11/12 para 12/13.

  • Lucas, na Europa é essencial para reduzir ao máximo o consumo no ciclo urbano e por consequência a emissão de CO2, uma vez que na Europa essa emissão conta no imposto do carro. Aqui a histeria carbônica ainda não chegou.

  • Davi Reis

    É o tipo de coisa que não acrescenta muito no preço do carro (especialmente para locadoras) e melhora bastante a imagem da empresa perante ao cliente. Ninguém merece alugar um carro e ter que encarar aqueles sons Multilaser e afins com entradas que não são compatíveis com nada, som de baixa qualidade, sem memória de estações e ainda por cima, complicados de usar. Nem precisa ser uma central multimídia, o som mais simples original de fábrica já elimina esses problemas.

  • Davi Reis

    Sim, com concorrentes atualizados o Duster ficou pra trás, até mesmo por ter mudado muito pouco desde que foi lançado. Mas não foi um caso de preconceito contra as francesas, que realmente atingiu o C4 Lounge e em partes, o 2008 (salvo engano, ele vende ainda menos do que o Duster).

  • Ricardo kobus

    JJ, elogio muito merecido!
    Também me atenho a esses detalhes, como também sou mechanico das horas vagas, mas não tenho muita vontade de lidar nesses carros novos, gosto mesmo de lidar na mecânica longitudinal dos VW já que temos três desse tipo lá em casa. Abraços.

  • André, desculpe, mas você falou em simulação de cinco marchas: não há simulação, são cinco marchas reais.

  • André, você vai logo entender, estamos aqui para isso mesmo. A embreagem automática é só parte do sistema. O câmbio é um manual normal, comum, só que os engates de marchas são feitos por atuadores elétricos ou eletro-hidráulicos sob ordem do motorista (pela alavanca ou borboletas atrás do volante), ou automaticamente mediante programa específico no módulo eletrônico do câmbio, que também controla a embreagem. No caso do Sandero Stepway, pode você efetuar trocas de marcha mais rápidas usando o modo manual, que trazer a alavanca para o seu lado e trocar mediante pequenos toques na alavanca, para trás para subir marcha e para frente, para reduzir.

  • Fat Jack

    Imagina a minha surpresa depois de acompanhar constante mente e notar somente pequenas variações “brotarem” 10 litros a mais na capacidade do meu tanque… A vontade era de ir embora sem pagar, de tanta raiva!

    • Noel Jr

      Revogando leis da Física, poderiam dizer. Não duvido que apenas seu carro veio montado com tanque maior. rs
      Havia um posto verde e amarelo na Berrini aqui em SP, quase esquina com a av. dos Bandeirantes. Naquela de “se taxista faz fila, deve prestar”, notei uma rosnada de frentista por ter de emitir NF. Olhando o cupom da máquina de cartão, não batia com nome da NF, que não tinha o “BR” itálico no rodapé.
      E não é que o posto sequer constava na relação de endereços no site da distribuidora?
      Levou uns dois meses para ser lacrado. Combustível era bom, consumo batia sempre. Mas usava identidade visual quando na verdade era bandeira branca. Prova final foi ter levado colchonete para o escritório, daí voltar para casa no meio de madrugada e então ver o caminhão sem timbre fazendo descarga.

  • Luciano, a rotação de potência máxima desse motor é 5.250 mm, não 4.000 rpm.

  • Marcio

    E até mesmo pela simplicidade muito grande do interior precisa mesmo custar menos, se o custo ficar muito próximo não vale a pena.

  • Noel Jr

    Bom saber disso, Marcio. Agradecido mesmo. Engraçado que um taxista esta semana reclamou do mesmo jeito da Pirelli. Creio ter feito a melhor compra, portanto.
    A italiana sequer tinha entrado na lista justamente por eu ter lido diversas queixas de baixa durabilidade. Chamou-me a atenção ainda o fato de haver pneus deles à venda em diversos lugares, produção recente, estoque novo, mas que sequer constam no catálogo publicado em site. A que apresentou melhor nível de informação foi a Michelin.
    No geral, mercado de pneus parece um tanto obscuro. Não alimento expectativas quanto ao programa de etiquetagem brasileiro que já está em progresso para esse tipo de item.

  • Noel Jr

    Embora eu tenha investido no jogo de Michelins, creio que eu não vá usar mais do que 50% da vida útil deles, pois quero substituir o veículo até perto desse índice e fugir da troca de um novo jogo de correias.
    O Primacy saiu da minha cotação por causa da medida, pois trabalho com o conjunto original de rodas.
    Infelizmente, vou cair na Pirelli, é o que a Toyota usa para montar o Etios com 175/70 R14. A ver se negocio algo com os pneus na ocasião da troca de carro pra já sair da concessionária com outro jogo.
    Goodyear GPS 2, vi um Uno Mille Fire Flex 2005 devorar em 18 000 km. Ok que era medida 145, abandonada no ano seguinte pela Fiat e retomada a largura 165, mas mesmo assim, nem 20.000 km, achei absurdo.

  • Fat Jack

    Obrigado!
    Você sentiu alguma aspereza na suspensão? Já li comentários de que ele tende a ser um pouco mais duro que na versão anterior (até 2013), você poderia comentar? Novamente obrigado!