Existe algo a respeito do Ano Novo que nos faz renovar as esperanças, olhar para frente com mente jovem e olhos atentos, ou mesmo simplesmente sonhar com uma realidade diferente e mais interessante. Para um entusiasta do automóvel, é claro que isto acaba gerando a ideia de comprar um carro novo.

Não é um impulso consumista para nós. Comprar um carro novo significa renovar a vida, começar de novo, renascer quase. Às vezes, ao trocar um carro velho por um novinho, significa exercitar o desapego, e deixar o velho companheiro ir para que algo novo possa acontecer conosco. Eu acredito muito nisso: temos que às vezes fazer algo que nem devíamos fazer, pelo simples fato de que se nos mantermos imóveis, tudo permanece igual.

Temos que nos arriscar, e deixar que coisas boas e ruins aconteçam. Afinal, é isso que chamamos de vida. Não é ficar no sofá em frente a uma segura tela de computador, celular ou TV. Viver pede coragem de arriscar.

E trocar de carro é isso para a gente. Não é querer mostrar ao vizinho que estamos bem, longe disso. Passamos muito tempo de nossa vida em nossos carros, e eles são os companheiros mais fiéis e confiáveis que podemos ter. Nos levam a qualquer lugar que escolhamos, nos esperam quietinhos em ruas escuras por quanto tempo for necessário, para depois nos levar de volta para casa. Carregam coisas, gente, bichos e tralhas diversas, sem nunca reclamar. Nos divertem, nos alegram, nos maravilham com sua capacidade dinâmica.

Carros são extremamente úteis e indispensáveis para uma vida feliz, independente e livre das amarras geográficas. E comprar um carro novo significa escolher um novo companheiro para isso tudo. Nos abre um leque de possibilidades deliciosas de se explorar. Sair de um carro esporte para uma van de 10 lugares? Tudo é possível, e a vida muda de forma clara com esta escolha. A vida muda! Não é incrível?

E é por isso que todo janeiro venho aqui colocar esta minha lista pessoal a você. Não é uma lista de melhores em termos absolutos, é apenas o que ando com vontade de comprar, dentro do que posso gastar, e do que preciso fazer com um carro. É uma lista pessoal, portanto. Por isso mesmo ela muda ano a ano, apesar de algumas condições permanecerem constantes.

Este ano, depois de dois anos de vacas magérrimas, espero realmente ser capaz de comprar um carro novo, trazendo a lista mais próxima para a realidade. O preço máximo possível não mudou: cem mil reais. O preço dos carros aumentou muito no último ano, mas não os salários, então o teto permanece. Com isto, um dos carros que mais desejava ano passado, a perua Golf Variant, teve que sair da lista deste ano (o fato de que não pode mais ser comprada com câmbio manual talvez ajudando neste ponto).

Golf Variant: mais de 100 mil reais

E as possibilidades são realmente inúmeras para o uso que farei deste teórico carro novo. Minha filha mais velha completa 18 anos em setembro, então ter três carros ao invés de dois como hoje parece uma boa ideia, pois nos livraria do enfadonho trabalho de “mãetorista”, de levar adolescente de cá para lá o tempo todo. Um carro com sete lugares ou mais também seria útil, visto que minha mãe agora mora perto, e nossos carros ficaram meio apertados com isso, fora que sempre temos visitas em casa, e andamos planejando algumas viagens com turma grande.

Em 2016 vendi meu Citroën Berlingo, e ando com saudade da versatilidade de um furgão misto passageiro/carga, também. Sempre paira na minha cabeça a vontade de trocar a minha perua velhinha (uma BMW 328i Touring 1996, se você chegou aqui pela primeira vez) em um certo Renault esportivo e novinho. Possibilidades aos montes, escolhas que influenciarão sobremaneira como será 2017 para os Oliveiras.

Carros são assim, parte integrante e indivisível de nossas vidas, e determinantes nela. Não existe outro produto de consumo em massa tão importante. Nem o celular, este revolucionário computador portátil pessoal, é escolhido com tantas repercussões na vida de uma família.

Mas voltando a lista: os preços dos carros realmente estão altos. Além da perua Golf, que não pode ser comprada por menos de 100 mil reais (!!!!), também não posso incluir um furgão de mais de sete passageiros na lista. Adoraria um Mercedes-Benz Vito (e mais ainda o Sprinter, que adoro desde que dirigi um pela primeira vez em 1995), mas ele está bem acima do preço máximo da lista. Quase, mas quase mesmo, coloquei o JAC T8 entre os 10, pois a R$ 96.990,00 estaria totalmente elegível. Mas não o fiz porque apesar do espaço e conforto exemplares, tem lugar somente para 7 pessoas. Bancos individuais são legais, mas uma van deste tamanho para mim deveria ter nove lugares, em três sofás, como a saudosa Kombi.

Mercedes-Benz Vito: também acima do teto de 100 mil reais

Gostaria muito também de ter colocado o 208 GT na lista. É um carro corajoso da Peugeot, que merece aplausos. Com o potente 1,6-litro THP e câmbio manual, é um carro esporte da melhor espécie, disfarçado de hatch pequeno. Mas a R$ 81.490 não consigo justificar a escolha. A este preço, tenho que comprar algo para a família, maior, infelizmente. Não que ele não valha seu preço (afinal, é cerca de 30 mil reais mais barato que o MINI de 3 cilindros), é apenas o fato de que eu, pessoalmente, não tenho um uso para justificá-lo.

Mas chega de preliminares e explicações; com você, em ordem crescente de preço (vindos do configurador nos sites dos fabricantes), os 10 melhores carros que posso comprar, ano-modelo 2017:

 

1) VW take up! (2 portas completo, R$ 39.990)

Como você sabe, nós aqui do AE adoramos o menor dos VW. Uma combinação incrível de simplicidade e qualidade num pacote pequeno, o carro é econômico e anda muito bem, em qualquer uma das versões que é oferecido, e tem a qualidade de construção que fez os carros alemães famosos. Muita gente acha-o pequeno demais; eu vejo minimalismo e simplificação com extrema qualidade.

O up! está nesta minha lista todo ano desde seu lançamento, mas costumava escolher a versão TSI, a mais potente. Este ano não; queria o duas portas, mais barato, com o pacote de conforto “completo”, que inclui todo o necessário: direção eletroassistida, ajuste de altura do banco e do volante de direção, ar-condicionado e travas e vidros elétricos. Ia usá-lo para ir trabalhar todo dia, guardando minha perua para quando fosse dirigir por prazer e para viagens com a família. Economia de combustível, conforto, e um excelente desempenho para um carro de um litro conferido pelo delicioso motor de três cilindros da VW. Fora que é um carrinho que duraria para sempre nesta função. O lado ruim é que é um carro só para mim, e, portanto, uma das mais egoístas escolhas desta lista.

2) Renault Sandero Expression 1,6 16v SCe (R$ 48.170)

A melhor coisa dos carros da corrente geração da família Sandero/Logan é uma coisa que o entusiasta preza muito: ajuste de suspensão. Sempre achei o compromisso conforto-estabilidade destes carros excepcional, fora do comum mesmo, em todas as versões. Os carros são firmes, e respondem aos comandos de direção de forma imediata e ágil, mas nunca com desconforto. Na verdade, o barulho de suspensão é baixo, e a absorção de impactos muito boa, fazendo-os carros bem confortáveis. Conforto e estabilidade costumavam ser mutuamente exclusivos, mas não mais.

A parte que não gostava eram os motores de 1 e 1,6 litro. Apesar de bons, não eram nada que merecesse atenção. Eram aceitáveis, mas não memoráveis. E o acionamento do câmbio manual (o único que considero em carros deste tipo), apesar de também bom, não estava no nível de alguns concorrentes.

Mas agora, com a nova família de motores de de três (1 litro) e quatro (1,6 litro) cilindros, modernos e mais potentes e econômicos, junto com novo acionamento por cabos da alavanca, fizeram dos Sandero/Logan carros difíceis de resistir.

Grande o suficiente para ser o único carro da família, o Sandero ainda por cima é vendido a preços altamente competitivos. Uma escolha racional e também emocional.

Pena não existir uma versão perua…

3) Peugeot Partner (R$ 48.885)

Tem um monte de gente que anda por aí de picape pequena derivada de carro, as Saveiro/Montana/Strada, como seu carro do dia a dia. Se você costuma carregar coisa alta de vez em quando, como geladeiras e armários, tudo bem. Mas se não, eu tenho uma escolha meio não convencional e excêntrica, mas que acho bem mais útil e legal: o Peugeot Partner.

Desde que vendi meu Berlingo, me espantei de como tenho saudade não de sua praticidade óbvia, mas de dirigir o carro. Um furgão de entrega de baguetes não tinha o direito de ser tão divertido de dirigir, mas este é. Infelizmente, não são mais fabricadas versões de passageiros, mas isto não me impediria de mesmo assim comprar um furgão de carga para meu uso diário.

Com o mais moderno 1,6-litro 16V de 113 cv da Peugeot (meu Berlingo tinha um antigo 1,8-litro 8V de 90 cv), é um carro delicioso de dirigir, e posso levar cargas variadas protegida de chuva lá dentro. Carrega 800 kg, o que até pouco tempo atrás era carga de picape média com chassi. Eu gosto muito de van, e certa vez até contei o porquê aqui no AE.

O meu furgão, obviamente, ganharia logotipos do AE dos dois lados , gigantes, e serviria, de quebra, como um ótimo apoio para nossos testes e filmagens. Mas de novo, seria uma escolha só para mim, egoísta…

4) VW Gol Highline 1,6 manual (R$ 56.030)

O Gol é um carro meio fora de moda, depois de literalmente décadas — 27 anos — de liderança do mercado. A maioria das pessoas que o comprava hoje compra o Onix ou o HB20, o que nos faz ver claramente o fardo da liderança; sempre tem gente fazendo coisa mirando em você, e inevitavelmente acabam acertando. É também um carro pequeno, bem no limite do aceitável para minha família hoje. Além disso, a mais de 50 mil reais nesta versão que escolhi, é um carro difícil de justificar, usando a lógica apenas, para a garagem Oliveira. Mas nada disso importa.

Outro dia o JJ passou em casa com um Voyage Highline de teste, e andar com ele me fez lembrar o porque gosto tanto do Gol. E esta versão topo de linha é de extremo bom gosto, das rodas ao acabamento interno, me fazendo esquecer totalmente do preço.

Eu simplesmente adoro dirigir o Gol. É um carro em que eu me sinto em casa, que me diverte andando rápido, que tem motores que soam bravos, nervosos, quando se esgoelam eles, mas ainda assim são tratáveis e suaves andando na boa. Tem uma direção precisa, bancos bons, posição de dirigir ótima, estabilidade de tirar o chapéu. O câmbio é uma delícia de usar, os instrumentos legíveis e instintivos, e o novo painel com central de entretenimento moderna trouxe o carrinho finalmente a 2017.

É um carro sólido e muito bem projetado, que dá gosto de usar, e que seria simplesmente irresistível para mim, que não gosto de sedãs, se existisse ainda na saudosa versão Parati.

5) Renault Sandero R.S. 2,0 (R$ 62.500)

Andando com o meu amigo Milton Pecegueiro em seu Focus Mk1 de pista (veja aqui), naquele papo besta que embala momentos assim, acabei confessando para ele um velho desejo inconfessável, que me incomoda desde que o Sandero R.S. foi lançado: vender minha perua BMW velhinha, pegar o dinheiro e dar de entrada num desses Sanderos possuídos pelo capeta. O Milton, para minha surpresa, foi totalmente a favor da ideia, ao contrário da maioria dos meus amigos, que retraem de ojeriza à mera menção de vender a perua, e ainda mais se for para trocá-la por um Sandero. E isto, é claro, porque não sabem o quão bom é o Sandero R.S. Finalmente alguém me entende.

Segundo o Milton, o R.S., saído da concessionária, aguenta quatro horas de ritmo forte em pista, sem modificação nenhuma, e sem cozinhar os freios. Incrível. Um carro de corrida, mas que é tratável, relativamente confortável, e tem espaço interno para ser o único carro de minha família se fosse necessário. Um carro de corrida que pode ser usado todo dia, e um com central multimídia, ar-condicionado, e conforto no uso. Um carro de corrida com garantia de fábrica. Um sonho.

328i Touring ou Sandero R.S.?

Nada de ficar pesquisando pastilhas de freio melhores, fluido de freio especial, amortecedores e barras estabilizadoras melhores. A fábrica já fez tudo isso para você, o carro está prontinho, do jeito que você gosta. E com reposição! Acabou pastilha de freio? Compra outra na concessionária, no momento da revisão. Para quem passou a vida tentando melhorar seus carros de rua, com peças exóticas e difíceis de achar, e com resultados incrementais apenas, é um sonho.

Eu coloquei este carro nesta lista todo ano desde que foi lançado, mas agora, mantendo o seu preço baixo enquanto todo mundo sobe, anda realmente irresistível. Se vendesse a perua hoje, pagava o resto do Sandero em 36 vezes sem juros. Apenas a inexplicável ligação sentimental que tenho com esta velha BMW me impede de fazer isso imediatamente, antes que esta situação perfeita vire a proverbial abóbora.

6) Chevrolet Spin LTZ (7 lugares, manual 6 marchas, R$ 68.390)

Outro dia escrevi longamente a surpresa que tive ao dirigir um Spin de sete lugares com o câmbio manual. Basta dizer para resumir que a simples troca do câmbio automático mais comum por um cinco marchas manual de relações próximas (o carro que dirigi era 2016, cinco marchas) transformou o carro de um letárgico movedor de pessoas em um improvável furgão esportivo, muito gostoso de dirigir à moda.

A versão 2017 recebeu um novo motor, ainda derivado do antigo e com 8 válvulas, mas bem mais moderno, econômico e suave, e um câmbio manual de seis marchas, além de uma série de outras melhorias em aerodinâmica e redução de massa, para melhorar sobremaneira a economia de combustível. Se estas mudanças mudaram a personalidade “esportiva” do Spin manual ou não, ainda não sei. Vamos ter que esperar uma avaliação nossa.

Mas mesmo que o carro tenha sido “amansado”, não o retiraria da lista deste ano. O Spin é uma combinação hoje quase única de espaço e conforto por um preço razoável.

Sim, o banco da 3ª fileira é para crianças, e diminui o espaço de porta-malas. Mas para quem precisa de sete lugares eventualmente, e mais espaço sempre, juntos ao conforto de marcha, a segurança de um ajuste de suspensão firme e confiável, e um motor extremamente suave, é simplesmente único. Um carro que tem grande chance de ser o novo carro de minha esposa este ano. E antes que digam algo, neste caso nem ligo se parece uma capivara gigante!

7) VW Golf Comfortline 1,0 TSI (R$ 74.990)

Já que não pude colocar a perua Golf na lista deste ano, e não quis colocar o up! TSI nela, nada mais justo que esta versão do Golf cobrisse ambas as lacunas de uma só vez.

O Golf com o tricilíndrico de 1 litro turbo é um carro que me agrada de muitas formas diferentes. É um carro que pode ser o único da família. É potente o suficiente para divertir (125 cv com álcool), tem câmbio manual de seis marchas, e é um Golf, com tudo de solidez e confiabilidade, unido a um chassis de primeira linha, que isso traz. E por fim, é econômico, e nem é tão caro olhando-se os preços atuais.

Outro forte candidato a entrar na garagem este ano.

8) Renault Duster Oroch 2,0 Dynamique manual (R$ 77.790)

Este carro estava na lista do ano passado, e volta de novo em 2017. A combinação de suspensão independente nas quatro rodas bem ajustada, com longo curso e pneus grandes em diâmetro, monobloco, e câmbio manual, me faz pensar que sou Ivan “Ironman” Stewart enquanto dirijo pela cidade, obliterando quebra-molas e outros dejetos viários como se não existissem.

Não acho o Oroch um carro bonito, mas é extremamente versátil como veículo familiar e/ou de carga, sem as desvantagens do chassis separado que sempre me mantiveram longe das picapes cabine dupla tradicionais. E ao contrário da mais bonita Toro, pode ser comprada com câmbio manual.

9) Honda Civic Sport (manual, R$ 87.900,00)

Ah, o novo Civic. Não sou um fã de todo Civic já criado, mas este realmente me impressionou, principalmente nesta versão básica, com motor aspirado de 2 litros e câmbio manual de seis marchas.

É um carro moderno, com um desenho extremamente original e bonito. É grande, mas não parece algo letárgico; na verdade parece pronto para andar a 300 milhas por hora em Bonneville salt flats. Parece rápido, mesmo parado.

O Civic básico me lembra muito o meu saudoso Cruze hatch básico. Um desenho inspirado, novo, bravo, em um carro básico com tudo que o entusiasta precisa: câmbio manual, um motor girador, e suspensão e freios aptos ao andar rápido. Mas o Civic anda bem mais que o meu Cruze, fazendo o 0-a-100 perto de oito segundos, o que é ótimo para um carro assim.

E o novo Cruze?— você perguntaria. Apesar de teoricamente melhor em tudo se comparado ao Cruze anterior, tem um desenho mais derivativo e menos inspirado, que lembra um Civic. Da geração passada! E não existe uma versão manual, nem com motor aspirado.

Ok, um monte de subjetividade aqui, mas fazer o quê… Comprar carro é assim mesmo, cheio de julgamentos e vontades puramente pessoais. E eu simplesmente adoro o novo Civic, pelo desenho acima de tudo, mas também porque é a reedição 2017 de meu Cruze hatch 2012: um carro de família que não parece carro de família, e que não sacrifica esportividade para ser o que é.

10) Fiat Toro Freedom 2,4 16V AT9 (R$ 98.730)

A Oroch provavelmente é o melhor carro para mim, se fosse comprar mesmo uma picape de cabine dupla. Mais barato, câmbio manual… Mas nem só de lógica se fazem compras de automóvel. Graças a Deus, ou estaríamos todos dirigindo Uno Mille com ar-condicionado para todo o sempre.

O caso é que acho o Toro exatamente 4.982.734.276 vezes mais bonito que o Oroch. Acho realmente bem resolvido, principalmente olhando de perfil, e o tratamento dado às colunas C (traseiras). Apenas o preço, bem mais em conta no caso da Oroch, faria o pêndulo pender para o lado do Renault.

O câmbio automático de nove marchas é moderno e bom, e o novo motor de 2,4 litros me parece mais condizente para o tamanho do carro que o 1,8-litro. A capacidade de fazer quebra-molas desaparecerem, e a versatilidade de ser uma picape cabine dupla, também fazem parte da Toro.

Simples assim, por achar mais bonito, provavelmente compraria esta Toro se fosse comprar uma picape. As feias que me desculpem, mas como famosamente disse o poeta, a beleza ainda é, e sempre será, fundamental.

MAO

 



  • Parabenizar suas matérias está virando rotina, mas inevitável… rsrsrs. Parabéns!!! Bela lista…

    • MAO

      Valeu Luis!
      Obrigado por sempre comentar!

  • Mao minha lista abaixo de 100 mil seria :
    – Focus 2.0 sedan, pelo conjunto
    – C4 Lounge THP, pelo conjunto
    – Jetta TSI, pelo conjunto
    – 308 THP, pelo motor
    – 208 GT THP, é um foguete
    – Sandero R.S., divertido
    – up! TSI, eficiente
    – Cobalt, consistência
    – Renegade, essência e beleza
    – Palio 1.0, baixa manutenção

  • BlueGopher

    Análises muito interessantes, é sempre aquela nossa dúvida de qual carro comprar, o prático, o emocional, o necessário etc, etc.
    Curiosíssimo para saber qual será o escolhido.
    Não deixe de nos informar!

    • MAO

      BlueGopher,
      Prometo contar sim! Isso, é claro, se tudo que planejo der certo e realmente comprar algo.

  • Diney

    “temos que às vezes fazer algo que nem devíamos fazer, pelo simples fato de que se nos mantermos imóveis, tudo permanece igual.” Matou a charada com esta frase. Mas o sonho de consumo da lista é justamente a perua do MAO.

  • Fat Jack

    “…Temos que nos arriscar, e deixar que coisas boas e ruins aconteçam…”
    Adoraria pensar desta forma mas não consigo, avaliando criteriosamente um investimento desse volume. Adoraria adquirir um carro novo atualmente mas manterei o pé de meia em status “off” por mais algum meses na melhor das hipóteses, pois sou daqueles que se arriscar as coisas ruins podem cobrar com juros e correção por muito tempo…
    MAO, se for vender essa Touring por favor avise aos fãs (eu inclusive), pois certamente ela deverá ser disputada a tapas por nós.
    Gostei da lista, ficaria em dúvida entre up! e Ka nas versões básicas (o segundo impressionou muito toda família numa experiência recente).
    Gostei das menções das versões do Sandero, porém se fosse pra gastar pegaria um pouco a mais pelo R.S. de uma vez pelo melhor custo x diversão do mercado (e impressionante como não de menciona a versão 1,6 l como boa compra em nenhum lugar além do AE, mérito de vocês) sem dúvida.
    Penso também em:
    up! TSI (a versão mais em conta):
    Jetta TSI básico (tanto 1,4 l quanto 2,0 l oferecem boa diversão pelo que custam);
    SpaceFox 1,6 l 16v I-motion (com borboletas), sim tem preço proibitivo mas me agradou demais guiar uma 8v, a 16v deve ser ainda mais divertida!
    O Lancer MT pode ser uma opção apesar da “Corollizada” com parachoques simplistas e rodas de 16″, sua posição baixa de guiar me cativou, aguardando comentários do Bob a respeito.
    Saudades do Fluence Turbo GT, carro diferenciado em caráter do que se vê no mercado.
    O Fusion também é uma boa opção na sua categoria.

    • João Guilherme Tuhu

      Muita gente fala mal dos ‘Dacia’, sem os conhecer. Os Sandero/Logan Sce novos perderam a boa relação custo-benefício, mas são ótimos. O conjunto motriz ficou excelente, em especial o 1,6. Só continuam a pecar no acabamento. Mas a Renault, aqui no RJ pelo menos, vai ficar às moscas, principalmente se não valorizar seu próprio produto.

      • Tuhu, dizer que Dacia não é Renault é o mesmo que dizer que Audi não é Volkswagen.

        • Fat Jack

          O mais interessante, Bob é a maioria dos que fazem essa separação de forma jocosa (não me refiro ao colega acima) não tiveram nem os Renaults “oficiais” nem os “Dacia”. Outros sequer andaram neles.

      • Fat Jack

        Não entendi por que a Renault vai ficar às moscas. Ela é tão mal vista assim aí no RJ?
        Tenho a impressão de que aqui em SP a situação é diferente, há um grande interesse neles, sempre aparece alguém para perguntar como é, quanto anda, quanto gasta e se estou contente (tenho um Logan 1,6- l 2012), e sim, estou contente com ele.

  • Fat Jack

    Já tem na casa de R$ 50 k (raso) e com baixíssima km!
    Para mim vale cada centavo.

  • Fat Jack

    Conseguiu um bom valor por ele?

  • Fat Jack

    Em espaço não há comparação possível entre eles.

  • L641

    O Sandero R.S. é aquele carro que quem não dirigir nunca vai ter ideia do que realmente é.
    Quando comprei o meu todo mundo veio me alugar, uns diziam que o Omega que eu tinha antes era melhor, outros diziam que com essa grana eu devia ter comprado um Civic ou Corolla que é muito mais “presença” etc.
    No fim das contas estou com um carro que é econômico por tudo que entrega, fácil e barato de manter, com um seguro pagável, espaçoso e é um demônio na hora de andar. Tudo isso com garantia de fábrica!
    Na época cheguei a cogitar o up! TSI, mas já tinha feito o teste no Sandero e achei a diferença de desempenho muito grande para ser esquecida. Também pensei no Omega 3,6 V-6, mas o câmbio automático e a manutenção no nível do carro me fizeram desistir (sim, considerei desde subcompactos a sedãs enormes).

    O que quero dizer com tudo isso é, se você está pensando em comprar um carro e gosta de desempenho com um custo razoável, vale a pena ao menos conhecer o R.S.
    Ele não é o mais seguro, não tem um interior emborrachado e segundo meus parentes não tem presença (seja lá o que for isso), mas é o carro certo para pais de família pequena que gostam de dar uma voltinha para “comprar gelo” de vez em quando, para jovens hoonigans que não torraram tudo que ganharam em um Gol turbo e para qualquer um que seja louco o suficiente para ainda gostar de carro manual e tenha coragem pra andar num carro tão inseguro, uma verdadeira máquina mortífera sem bolsas infláveis extras.
    A propósito, o conjunto de rodas, pneus e suspensão são bem mais resistentes do que parecem, já passei em corcundas no asfalto e buracos que me fizeram parar o carro em seguida pra ver se tinha feito ao menos uma bolha e… NADA!
    Claro que nada é indestrutível, mas o carro se mostra preparado para aguentar o dia a dia como qualquer outro.
    Desculpem se alonguei demais o comentário, toda vez que falo do capirotinho acabo extrapolando.

    • L641, internet não tem limite como tem a mídia impressa. Comentários longos são bem-vindos.

      • Fat Jack

        Ufa, ainda bem, sou um dos que têm problemas na capacidade de síntese.

    • guest, o original

      Quais são as suas impressões sobre o “conforto de rodagem” do R. S.? Já li e vi alguns vídeos afirmando que é “duro”, mas seria mais duro que um popular nacional? Obrigado.

      • Rafael Ribeiro

        Fiz um test drive num R.S. e não achei nada duro, apenas firme, e olha que rodei em ruas de paralelepípedos irregulares, comuns em minha cidade. Gostei MUITO do carro.

      • MAO

        Firme, nunca duro. É totalmente aceitável.

    • André Elias

      Legal seu comentário, o importante é o carro entregar o que se propõe, e pelo visto o R.S. faz isso com méritos! Encontrei um na estrada um dia desses e fiquei curioso para o cidadão dar umas aceleradas, para eu poder ver o carro andando, infelizmente ele estava no modo passeio rs… abs!

    • Rubergil Jr

      L641, você tirou as palavras do meu teclado!

      Eu sinto exatamente a mesma coisa quando ando com meu branquinho. É uma delícia de carro, seja para uma viagem longa ou para ir no mercadinho do bairro.

      E aquela tecla “Sport”, que delícia! Até minha esposa, que no começo torcia no nariz pro carro, hoje a cada vez que o dirige volta para casa com um sorriso de orelha a orelha.

      E a cada vez que eu estaciono na garagem, eu passo a mão no capô e digo “Obrigado garoto, durma bem, amanhã a gente brinca mais”. Quase vejo um sorriso embaixo daquele R.S. na grade.

  • Guilherme Vieira Neves

    Infelizmente o MAO não gosta de sedãs, que são o tipo de carro que mais gosto. Também considerando o limite de R$ 100 mil reais para um carro novo, a minha melhor opção atual seria um Citroën C4 Lounge THP Origine automático, não vejo nada no mercado com tanto valor agregado por R$ 80 mil. Para quem roda pouco e fica com o carro 5 ou 6 anos, acho uma opção espetacular. Eu nunca gostei de SUV, mas confesso que o novo Hyundai Creta 2,0 Pulse, por R$ 93 mil, está me deixando balançado…

    • MAO

      Guilherme,
      Sim, não curto sedã. Mas se esse C4 tivesse opção de câmbio manual, estaria na lista. Como estaria nela o saudoso Fluence GT, se ainda fosse vendido.

  • Luis Felipe Carreira

    Boa lista!
    Falando em Toro 2,4 L com o ZF9, está na hora do Arnaldo fazer um teste bem detalhado, como é de costume, com esse carro. Quero saber a opinião dele após andar no maravilhoso e espertíssimo Aisin 6 marchas com a fundamental aceleração interina em reduções.

  • João Guilherme Tuhu

    Da toda a lista do MAO só compraria o Sandero R.S. e o Golf TSI 1,0. E realmente gosto de sedãs, compactos, médios, e especialmente grandes. Mas está muito difícil comprar carro novo. Acabei de peregrinar por várias concessionárias do RJ para trocar nosso Logan 1,6 K7M e sequer a Renault, que deveria valorizar seus produtos, ofereceu um valor que prestasse. Apenas na GM conseguimos um preço compatível com um carro pouco rodado (26 mil km), completo, sem detalhe, totalmente original. E estaremos a bordo, em breve, dos novos SPE 1,4 Eco da marca da gravata dourada, que por sinal faz jus à liderança conquistada — a linha Chevrolet está muito diversificada e o retrato disso são as lojas da marca cheias, pelo menos aqui no RJ.

    • Marcos Pastori

      Também curto bastante sedãs, os únicos hatches que compraria hoje seriam estes que você citou e incluiria o Bravo T-Jet, apesar de velho.

      Agora, para quem gosta de sedãs como nós, estamos sofrendo um bocado. Mais de 150 cv e câmbio manual? Só tem dois: C4 Lounge e Civic Sport. Se pelo menos a Renault ainda trouxesse o Fluence GT, a Fiat ainda fabricasse o Linea T-Jet, e a Volks oferecesse o Jetta 1,4 TSI manual, não é mesmo?

  • ene, desconsidere o que a revista Autosporte disse, é totalmente improcedente. Mereceria até um processo de difamação por parte da Renault.

    • Luciano Lopes

      Eu não estou entendendo a Autoesporte…Leio já faz 20 anos , era a publicação mais “pra Autoentusiastas” que tinha… Falar que um Prisma 1,4 anda junto de um Renault 1,6 16v , sem comentários…O pior foi o teste do Mobi Drive, jogaram o carro no lixo ! Fiz o test no Mobi Drive, o carro anda muito bem , bom de direção, não elogiaram em nada ! Pra terminar, aquele test do Hyundai Creta em 3 pessoa, chatice igual mês passado…Parei!

  • braulio

    Caramba! A Partner ainda é fabricada! E no mesmo padrão de cores “Santos Special Edition” da minha 2003! Olhando para a nova, acho que as saídas de ar da minha são mais bonitas, que a tampinha do rádio, que deixa o painel muito mais limpo quando não se precisa mexer no aparelho, e o banco do passageiro basculante para transportar volumes mais longos são perdas com relação à antiga. Mas, se o nível de acabamento, a ergonomia, os instrumentos do painel e, principalmente, o acerto da suspensão forem iguais, o furgão está barato pelo que oferece. Só vou alertar que o nível de ruídos em estradas de terra é um pouco maior que o desejável, mas mesmo isso é bastante tolerável.
    Falando em furgões de passageiros, porque não a Doblò, única “sucessora espiritual” da categoria? Se fosse trocar minha “Paty” por algo com capacidade para fazer tudo que ela faz e ainda transportar passageiros, essa me pareceria a escolha mais óbvia!

  • Guilherme Vieira Neves

    Gostaria muito de entender por que os carros da PSA (Citroën/Peugeot) se tornaram tão “malditos” no mercado. C4 Lounge THP é um senhor conjunto, por um senhor preço, mas vende pouco. Peugeot 2008 THP poderia ser o rei do segmento, mas algum “jenio” decidiu oferecer apenas com câmbio manual… Estranho mundo, esse da PSA no Brasil…

  • Guilherme Vieira Neves

    E em Paris, mercado exigente, a PSA nada de braçada, inclusive vendendo mais que a Renault e com produtos muito modernos e interessantes como o C5, que aqui concorreria com o Fusion, com o Azera etc…

  • guest, o original, sim, é possível legalizar, embora exista uma certa burocracia para isso. Terá que ser alterado no CRLV o número de lugares, terá que haver os cintos de segurança, vidros etc.

  • André Elias

    Bacana, tive a mesma impressão do Mobi, e todo mundo insiste em jogar pedra sem nunca ter nem visto o carro ao vivo.

  • Marco de Yparraguirre

    Bom, no meu caso que não tenho tanto dinheiro, ficaria com o take up! completo duas portas, para um casal, perfeito. Quanto a você, caro MAO, entre o Golf e o Sandero fique com o Sandero 150 cv de emoção.

  • Luciano, esqueça tais fóruns, eles não representam a verdade.

  • Francisco, o site Flatout sabe muito bem o que diz. De onde tirou essa informação que não sabe?

    • Francisco Greche Junior

      Bob, Jambeiro, o Flatout eu acompanho desde o início quando era Jalopnik, assim como o AE que acompanho desde o início. Nas épocas passadas lá era muito bom, mas depois da mudança veio piorando, com muitos textos superficiais, incoerências e assim vai. Deixei de acompanhar há um bom tempo. Esta é minha opinião.
      Aqui sempre se manteve um ótimo nível, ótimas informações, só ultimamente que anda mudando um pouco, mas nada que afete a excelência, digamos que me parece estar diversificando para agradar um público maior, acho ótimo. Agora esta do Sandero foi duro aceitar.

      • Francisco, uma confusão aí. O Flatout não relação com essa história. O amigo (Milton Pecegueiro) do autor da matéria (MAO) é um competente engenheiro de desenvolvimento de motores e tem qualificação mais que suficiente para afirmar o que disse sobre o Sandero ser capaz de rodar 4 horas em pista em regime de competição. Pode acreditar.

  • Lorenzo, o Sandero R.S. foi formulado com um propósito e está mais do que correto. Faz todo sentido câmbio exclusivamente manual e sexta marcha cheia.

  • Lorenzo, uma lista dessas no AE, só nó dia de São Nunca…

    • RoadV8Runner

      Apoiadíssimo!!! Já chega a falta de opção de câmbio manual de muitos modelos nacionais…

  • Tuhu, me permita acrescentar ‘do plástico duro’ a esses dois itens…

  • ene

    Ao ver as rodas do Peugeot Partner, lembrei do artigo “O preço da tecnologia”, escrito pelo Carlos Meccia. Lindas, não?

    • WSR

      Lembram muito as rodas 14″ que vinham no estepe do santana 91 em diante. E foram acessórios de moda em muitos carros até meados dos anos 90. Era conhecidas no ES como rodas modelo “playboy pobre”, rs. O Chevette da foto usa aro 15″, mas é praticamente o saudoso visual da época. Bons tempos… http://bestride.com.br/wp-content/uploads/2014/06/chevette1.jpg

  • Andre Luciano

    Na verdade, não cabia o antigo AT6 nessa plataforma. O novo EAT6 cabe e nesse semestre chega no 2008 1,6 aspirado. Com o 1,6 THP deve vir um dia (não por enquanto pois a combinação plataforma PF1, EAT6 e 1,6 THP é algo que praticamente só teria interesse no Brasil, e o custo de desenvolvimento e homologação ainda não é interessante em razão das baixas vendas da PSA – no exterior a plataforma PF1 tem como versão automática mais potente o 1,2 THP).

  • CorsarioViajante

    O duro do Focus atual é o painel, não gosto daquele painel futurista demais. Já por fora é lindo, encantador, um desenho realmente muito feliz.
    Hahaha, ri da questão da cor, meus dois últimos carros são prata, um pois estava no pátio e deu para negociar um desconto bom com pronta-entrega e o outro, que era usado, então é pegar ou largar. Além do mais, gosto de prata, assim como gosto de preto – mas não gosto de branco. No caso do Golf o azul escuro caiu incrivelmente bem.

  • CorsarioViajante

    Desculpe a pergunta, qual versão do 208? Gostou do carro? Este motor dele parece bem legal…

    • João Martini

      Corsário, é um Active Pack. Queria pegar o Allure com o teto de vidro, porém achei que a diferença de preço não valeria a pena. O salto do up! já será enorme.
      Entrego o up! e pego o 208 na quinta-feira. Estou bem ansioso rsrs.

  • Jivago Bottenberg

    MAO,
    Se eu fosse a 328i ia chorar aos montes com esse texto, você já quebrou meu câmbio, me arrumou e eu nem fiquei chateada, apesar de tantos dias memoráveis, tantas estradas juntos, alegrias, segredos etc., agora quer me vender?
    Trataria de não ligar por uns dias, só de birra, hum!

  • Diney

    Com certeza, pois acredito que seja um carro muito bem cuidado.

  • WSR

    Sobre o que você escreveu do R.S. posso até concordar, mas discordo sobre o Passat, carro bastante cultuado nos anos 80, sobretudo na versão Pointer, com aquele belo par de bancos Recaro.

  • Piero, parabéns pela piada do dia, a de Golf nacional ter menos pontos de solda!

  • Guilherme Vieira Neves, não é ranço, apenas não é paixão, é diferente. A isso se junta a teimosia indesculpável de a maioria dos fabricantes nacionais e importadores não disporem de versões com câmbio manual, num flagrante e inominável desrespeito aos consumidores que gostariam, com todo o direito, de ter os modelos que almejam com esse tipo de câmbio. Não detectamos necessidade de uma lista como a sugerida pelo leitor Lorenzo Frigério visto que boa parte dos consumidores está obviamente partindo para o câmbio automático apenas como sinal de ascensão social, em que câmbio manual virou sinônimo de câmbio de pobre. A propósito, o mercado americano está comprando mais carros manuais e na vizinha Argentina o consumidor é respeitado, como o Ford Focus Titanium 2-litros poder vir com câmbio manual. Espero que você entenda que não temos nada contra câmbio automático.

  • Todos 0-km.

  • invalid_pilot

    Não tive essa impressão ao dirigir o Mobi comparado ao Uno, a mim se equivalem.

    Uma pena é a Fiat estar matando o 500 aos poucos, se viesse com essa família Firefly seria o melhor modelo compacto da marca por aqui.

  • invalid_pilot

    Podiam fazer um Trendline + Comfortline 1,0 TSI e Comfortline + Highline 1,4 TSI e o GTI

    Enfim, a VW por esses tempos anda perdidinha apesar de ter boa gama de produtos, não decola.

  • Lucas maoam

    Fiquei positivamente impressionado com a relação peso-potência do Civic, a segunda melhor da lista atrás apenas do Sandero R.S.

  • Junior Priori

    Ótima garagem.

    • Marúcia Paulino Baiocchi

      Obrigado, rapaziada! Película? Nem pensar!

  • Gustavo73

    MAO com a crise e não sendo a preferência do mercado no momento acho que você encontra um Golf Variant abaixo dos 100 mil negociando na concessionária. Não será manual infelizmente. O Golf 1,0 TSI está na minha mira esse ano. Vamos ver…

  • Eva 27

    Caro Marco, a minivan Spin LTZ 2017 vem apenas com câmbio automático, infelizmente. Manual só na incompleta LT e com cinco lugares.

  • Luciano Gonzalez

    MAO, penso quase todos os dias no Gol 1,6 (pena que o 1,6 não equipa mais o 2 portas, tive o prazer de guiá-lo) mas preciso de porta-malas, então penso em um Voyage, os dois pelo prazer de dirigir.
    Outra opção é manter a SpaceFox e comprar um move up!…O aspirado seria ótimo, o TSI seria um estouro.
    Entrando no mundo dos usados, penso em um Jetta (o 2,0 8v mesmo), na Variant 2,5 é um que ronda minha cabeça vez ou outra: um raro Golf 1,4 TSI manual… Esse seria fantástico!

  • MAO

    ene,
    Rolei de rir por 25 minutos inteiros com essa que o Sandero provoca sustos em curvas. Até caí da cadeira. Obrigado pela diversão.
    Mas é justamente o contrário, o carro é ótimo em curva.

  • MAO

    Marúcia,
    Se pudesse, já teria feito…

  • MAO

    Obrigado, Carlos!

  • MAO

    Muito chato é essa história moderna de que tudo é melhor compartilhado. Como baratas, as idéias de um mundo sem possessões continuam voltando do esgoto a que pertence. Vou até ali pegar minha bomba de Flit e volto já!

  • MAO

    Estimativa, baseada no peso-potência e testes no exterior.

  • MAO

    RR,
    É difícil desapegar, meu amigo, é difícil.

  • MAO

    Obrigado, H_Oliveira

  • MAO

    Eduardo,
    Quando voltarem a reajustar meu salário, talvez!

  • MAO

    Ewerson, exatamente!

  • MAO

    Caio,
    Eu gosto do Ka, mas gosto mais do Sandero hoje.

  • REAL POWER

    Tem Sandero para todos os gostos, o GT Line é um exemplo de esportivo de aparência, para quem quer apenas mostrar que é “jovem”. O R.S. é para que é “jovem” independente da idade, um esportivo puro em todos os sentidos. Basta apenas escolher o que mas agrada.

    • Lorenzo Frigerio

      O que é um “esportivo puro”? Se você procurar câmbio manual num esportivo de verdade, vai ficar decepcionado. O Sandero R.S. não passa de um Gol GT recauchutado para a turma “old school”.

      • Lorenzo, assim fica complicado. Se não faz a versão, reclama; se faz, critica. Já dirigiu um Sandero R.S. para poder afirmar uma tolice dessas?

        • Lorenzo Frigerio

          Tolice, em minha opinião, é “reservar” a definição de “esportividade” e “autoentusiasmo” àquele grupo minoritário de pessoas que aprecia câmbios manuais. E também funciona em sentido reverso: os pobres de espírito querem pertencer a uma determinada “tribo” de tal forma definida, nem que para isso vendam a alma ao diabo e passem a esposar entusiasticamente essa relação que não está embasada na menor lógica ou argumento.

          • Lorenzo, sem dirigir um você não tem como entender carros dessa espécia. E o que é isso, os que apreciam câmbio manual são um grupo minoritário???

      • REAL POWER

        O R.S. é puro, pois se achar o carro duro, barulhento, muito baixo, câmbio curto ou a falta de um câmbio automático essa são as provas. Não tem nada a ver com ter mais de 300, 400 cv, motor turbo ou ser V-8, V-12 para ser um esportivo de verdade. Esportivo se resume na emoção que entrega , nem a velocidade máxima é assim tão importante já que grandes e luxuosos carros atualmente batem na casa dos 300 km/h ou passam. O R.S., como o Gol GT são sim esportivos puros e são para autoentusiastas que andam de cano cheio, não se preocupam com o consumo, que ao se depararem com uma estrada apertadinha e sinuosa vão se deleitar e ao deixar o carro na garagem, ainda vão ficar imaginando como contornar aquela curva melhor, ou se da para frear mais tarde, vão olhar para o carro mais uma vez antes de deixá-lo. Pessoas com este perfil são os que devem comprar o R.S.
        Tem muitas opções na própria linha, como já mencionei, onde sem tem mais conforto de rodagem, menor consumo, maior altura livre do solo, câmbio mais longo e até opção de automatizado, basta escolher o que mais agrada. A fábrica entrega ao consumidor uma linha bem ampla, do popular e econômico 1,0-L ao esportivo 2,0-L. Mas contentar a todos não é fácil, basta ver a quantidade de 1,0-L com rodas 17″, socado no chão, com entradas e saídas de ar no capô e escapamento de 3″.
        Durante o tempo que eu trabalhei na rede VW, eu jamais encontrei um dono de Gol GTS/GTI reclamar de câmbio curto, alto consumo e suspensão dura. Pelo contrário, todos me pediam se dava para fazer alguma modificação para ter mais potência. Esse é o espírito de quem compra um R. S. hoje.

  • AC2016

    Perfeita colocação. Eu gostava tanto de dirigir, hoje em dia simplesmente me desanima sair de carro.

  • FF, realmente havia uma plêiade de revistas e gente que escrevia nelas.

  • Danilo, a questão está no definir o que é feio ou bonito. Toda essa discussão provém hoje, unicamente, do Etios, que não consigo entender como o acham feio.

  • Gustavo73

    O carro por si só (um 6 cilindros manual!) e as histórias vívidas nele sem dúvida dificultam a venda.

  • Gustavo73

    O mesmo para a 4R. Agora simplesmente não sinto falta de comprar nenhuma delas.

  • Gustavo73

    Incrivelmente a VWB oferece Golf e Jetta 1.4 manuais já a Variant?

  • CorsarioViajante

    Assino embaixo, deveriam fazer versões fechadas, no máximo mantendo alguns opcionais livres, como rodas maiores, coisas que realmente depende de gosto. Agora a VW parece ter chegado à pior forma: versões fechadas com um monte de opcionais.

  • Ivan, o mercado brasileiro já está mais do que amadurecido. É realmente desrespeito de fabricante aquele que não oferece alternativa manual.

  • agent008

    Que belo texto! Agora, se a 328i pensar em sair da família Oliveira, por favor me avise que eu darei a ela um novo lar em um piscar de olhos!

    • MAO

      agent008,
      Obrigado! Aviso sim, mas está difícil desapegar…

  • MAO

    Rubergil,
    Obrigado! Um feliz 2017 para você também. Com o seu carro novo aposto que será!

  • PauloHCM

    Se você realmente for comprar, creio que vá na Toro. Comprei uma Volcano completa, tirei da concessionária dia 29/12, rodei apenas 760 quilômetros até agora, mas o carro é fantástico! Peguei com 15%de desconto para PJ, e no consórcio, que é “sem juros”. Melhor negócio da minha vida. Sai de um Cruze LT 2012 automático que comprei zero, excelente carro também.

    A Toro só chegou com um barulho no forro das portas, que estou em contato com a concessionária para resolver, e a famigerada entrada de água pela capota marítima, por ter um gap grande entre a capota e a porta de fechar a caçamba. No mais, em relação a conforto, suspensão, tecnologia, só elogios. A Toro que você indicou já está com 15% de desconto para PJ, saindo a R$ 83.920, mais negócio que a Oroch.

    Não sei qual o seu carro de uso atual ,se a BMW ou outro, e como vai fazer para dar um carro para a nova habilitada da família…

  • agent008

    Eu ainda hoje sonho com o meu Polo, ainda 9N1, vendido já nos idos de 2007!

  • agent008

    Não vejo muito problema nos Fiasa. É só que eles gostam de beber um oleozinho, mas no mais… vê-se muito Fiasa velho, mesmo malcuidado, rosnando seu ronco rouco por aí…

  • CorsarioViajante

    Que legal! Se tem uma coisa que me marca muito são os volantes, carro com volante feio ou ruim de pegada é muito desagradável. Meu pai teve um Golf se não me engano também com quatro raios, eu gostava bastante!

  • Lorenzo, já dirigiu o R.S.?

  • MAO

    Isso também!

  • MAO

    Existe Spin sete lugares (LTZ) com câmbio manual de seis marchas. Veja no configurador do site.
    Ao lançamento sete lugares (LTZ) só auto. Em 2016, sete lugares (LTZ) passou a ter opção de 5 marchas. Em 2017, manual de cinco virou manual de seis.

  • MAO

    Claro, ene, você não tem culpa se o cara falou besteira.
    Comente sempre!

  • MAO

    Obrigado, Mingo!

  • Lorenzo, claro que cinco marchas bastam, ainda mais para um motor 2-L torcudo. Mas o objetivo do R.S., além de transporte pessoal, é proporcionar diversão, e ter cinco marchas para empilhar após sair em primeira proporciona exatamente isso. Tenho certeza de que você vai gostar muito quando dirigir um R.S..

  • Lorenzo, depois que você disse fui lê-lo. Nada a ver para mim também. Chamo isso de texto “inventado” (nem editorial é, mas artigo na coluna Marcas & Mercado) , e não um texto “inspirado”. Quem quiser ler, o url é http://migre.me/vRlL0 .

  • Iury

    De fato a abertura de um hatch é maior, Diogo. Não tinha visto por esse lado, também porque nunca senti falta de espaço no meu carro atual (que é sedã). Mas sou solteiro e sem filhos, então não dá para comparar com as necessidades individuais, hehe.

  • Iury

    Entendi, Corsário. Nessas horas uma perua fecha a conta “pontos positivos de um hatch + pontos positivos de um sedã”, hein?

  • Franklin William

    Qual carro comprou, Corsário?

  • agent008

    O consumo é ridiculamente baixo até andando rápido também! E concordo plenamente com suas escolhas de ‘cacos velhos’, talvez o que menos me cativa de todos seja o Accord, de resto, assino em baixo!

  • agent008

    Bah, o cara não pode ter gosto? Veja que este é um artigo sobre o que o MAO gosta. Não é no uso, não é avaliação, não é teste de 30 dias. Tá louco, se os editores não puderem ser um pouquinho politicamente incorretos aí estamos todos perdidos…

  • agent008

    Boa!!! Não sou gaúcho mas em SC também se usa o “Bah” …! E você deu uma boa ideia, tomar um mate… Coisa que faço tão raramente mas é muito bom. Bom fim de semana!

  • PauloHCM

    O ruído dá para perceber em qualquer desnível, emenda de asfalto, paralelepípedo etc. Se você não percebeu nada até agora, então está tudo certo com o seu.

  • Gustavo Farias, esta é uma questão delicada por envolver ética, em que não nos cabe indicar/sugerir/recomendar produto. Um carro para PCD ou PNE não tem nenhuma diferença técnica que os torne mais adequados para esse perfil de comprador do que outros, e este AE tem opinião de que não existe mais carro ruim. Pelos nossos testes você tem como saber qual carro se encaixa melhor nas suas necessidades e, como sempre informamos o preço, você tem prontamente como saber se ele está dentro ou fora do limite de R$ 70.000.