O presidente da Renault do Brasil, o francês Fabrice Cambolive (foto), abriu a sessão de apresentação à imprensa especializada brasileira, nesta noite (30/11), dos novos motores da marca, de três (1-litro) e quatro cilindros (1,6-litro). São motores da família SCe (sigla de Smart Control Efficiency) que começam sua vida mundial pelo Brasil para depois serem estendidos a outras regiões do mundo.

O 1,0 SCe para a linha Sandero e Logan e 1,6 SCe para Sandero, Logan, Duster e Duster Oroch foram desenvolvidos pela Renault Tecnologia Américas (RTA) e produzidos no Complexo Ayrton Senna, no Paraná, e visam baixo consumo e maior desempenho Sandero e Logan já estão à venda com as novas motorizações; Duster e Duster Oroch passam a ser equipados com a novidade a partir da segunda metade de dezembro.

O 1,0 SCe 12V de três cilindros traz inovações como duplo comando de válvulas (acionamento por corrente) variável na admissão e no escapamento. Todo em alumínio, é 20 kg mais leve que o seu antecessor. Já o 1,6 SCe 16V de quatro cilindros traz duplo comando de válvulas variável na admissão, injetores posicionados no cabeçote e outras novidades que garantem alta eficiência e bom desempenho. Também em alumínio, é 30 kg mais leve.

RENAULT: NOVOS MOTORES motor 1 0 R 1

O novo motor Renault tricilíndrico 1,0 SCe

Incorporam a tecnologia ESM (Energy Smart Management) e a bomba de óleo com vazão variável, que reduzem o consumo de combustível. Outra novidade é a adoção da direção eletro-hidráulica em todas as versões.

O motor 1, SCe traz ainda o sistema Stop/Start (pode ser desativado), que desliga o automóvel automaticamente em semáforo ou outras paradas. O sistema está disponível nos modelos Sandero e Logan. Os modelos equipados com o câmbio robotizado Easy’R (só no 1,6) passam a oferecer controle de estabilidade e assistente de partida em rampas.

RENAULT: NOVOS MOTORES motor 1

O motor 1,6 SCe

O novo motor 1,0 SCe deixa Sandero e Logan até 19% mais econômicos. Com o 1,6 SCe, a economia chega até 21%. Hatch e sedã equipados com os novos motores e câmbio manual, finalmente com comando a cabo, são destaques do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) com nota “A”. Já Duster e Duster Oroch equipados com o 1,6 SCe estão até 18% e 16% mais econômicos, respectivamente.

Novas tecnologias para atingir a máxima economia de combustível incluem no 1,0 SCe os anéis de pistão, tuchos e polias variáveis (VVT) revestidos em DLC (Diamond Like Carbon), um composto de carbono com propriedades de dureza muito altas por causa da sua estrutura similar ao diamante (daí a inspiração para o seu nome).

No 1,6 SCe, esses elementos são revestidos em PVD (Physical Vapor Deposition). Estes revestimentos reduzem atrito e desgaste do motor, além de contribuir para uma melhor eficiência energética. Tanto o DLC quanto o PVD são soluções que surgiram nas pistas da Fórmula 1 e agora ganham as ruas.

A bomba de óleo variável no 1,0 SCe ajusta automaticamente o fluxo de óleo enviado de acordo com a rotação e a carga do motor, que desse modo absorve menos potência.

Novidade em toda a gama 1,0 SCe e 1,6 SCe é o sistema de regeneração de energia que já equipa Duster e Duster Oroch com o motor 2-L desde a metade do ano. O funcionamento é simples e eficiente: durante a desaceleração do carro, quando o motorista retira o pé do acelerador, o motor continua girando sem consumir combustível. Nesse momento, o alternador automaticamente passa a recuperar energia e enviá-la para a bateria, que aumenta sua carga sem consumo de combustível. Durante as acelerações o alternador não precisa “roubar” energia do motor para enviar à bateria, já que houve a carga na desaceleração. Esse sistema garante um consumo até 2% menor. Como nesse sistema a bomba da direção passa a ser acionada por um motor elétrico à parte, e não pelo motor do carro, evita-se a perda de potência e se reduz em até 3% o consumo de combustível, segundo a Renault.

Com os novos motores 1,0 SCe e 1,6 SCe, Sandero e Logan ficam entre os carros mais econômicos de suas categorias (na cidade e com gasolina), segundo o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV). O hatch 1,0 é o único modelo de seu segmento a superar a casa dos 14 km/l, enquanto o sedã 1,0 se destaca pelo consumo de 13,8 km/l. Com o motor 1,6, o hatch atinge a excelente marca de 12,8 km/l, enquanto o sedã chega a 13 km/l. Já o Duster 1,6 dá um salto de 9,5 km/l para 11,3 km/l com o novo motor.

O 1,0 SCe oferece 90% do torque máximo (10,5 m·kgf) já a 2.000 rpm graças ao duplo comando de válvulas variável, um número 15% superior ao do antigo 1,0. Na estrada, o 1-litro oferece mais segurança nas ultrapassagens,com retomadas são até 6% mais rápidas (80 a 120 km/h em 14,1 seg). Além disso, a aceleração de 0 a 100km/h está 8% melhor, com a marca de 13,0 s (álcool).

O motor gera 82 cv de potência quando abastecido com etanol e 79 cv com gasolina, a 6.300 rpm – 2 cv a mais que o antigo quatro cilindros, com qualquer combustível. O torque é 10,2/10,5 m·kgf a 3.500 rpm.

curve-de-torque-1-0-sce  RENAULT: NOVOS MOTORES Curve de torque 1

O destaque do motor 1,6 SCe é o maior desempenho. A potência máxima de Sandero e Logan saltou de 106 cv para 118 cv, com álcool, um ganho de 11,3%. Com gasolina, a potência saltou de 98 cv para 115 cv, um aumento de 17,3%; sempre a 5.500 rpm. O torque também é maior no novo motor: 16,0 m·kgf seja com gasolina ou álcool, a 4.000 rpm.

curva-de-torque-1-6-sce  RENAULT: NOVOS MOTORES Curva de torque 1

Os números de desempenho do novo motor 1,6 SCe são: Sandero, 0 a 100 km/h em 10,3 segundos (ganho de 3,7 s em relação ao antigo motor). A retomada de 60–100 km/h está quase 4 segundos mais ágil (9,2 s).

No Duster e Duster Oroch o novo motor 1,6 SCe oferece 118 cv com gasolina e 120 cv com álcool. O torque máximo é de 16,2 m·kgf com ambos os combustíveis. O ganho de potência e torque se dá através de uma nova calibração da nova central eletrônica e um trabalho no coletor de escapamento.

VERSÕES

Com os novos motores a gama de Sandero, Logan, Duster e Duster Oroch fica desta maneira:

Sandero:
Authentique 1,0 12V
Expression 1,0 12V
Expression 1,6 16V
Expression 1,6 16V Easy’R
Dynamique 1,6 16V
Dynamique 1,6 16V Easy’R
Stepway 1,6 16V
Stepway 1,6 16V Easy’R
GT Line 1,6 16V
R.S.

Logan:
Authentique 1,0 12V
Expression 1,0 12V
Expression 1,6 16V
Expression 1,6 16V Easy’R
Dynamique 1,6 16V
Dynamique 1,6 16V Easy’R

Duster:
Expression 1,6 16V
Dynamique 2,0 16V
Dynamique 2,0 16V Automático
Dynamique 2,0 16V 4×4

Duster Oroch:
Expression 1.6 16V
Dynamique 1.6 16V Flex

PREÇOS
ModeloVersãoMotorizaçãoAno/ModPreço
SanderoAuthentique1.0 12V Sce16/1742.400
Expression1.0 12V SCe16/1744.950
Vibe1.0 12V SCe16/1747.100
Expression1.6 16V SCe Série Especial16/1749.770
Expression Easy’R1.6 16V SCe Série Especial16/1754.420
Dynamique1.6 16V SCe Série Especial16/1753.500
Dynamique Easy’R1.6 16V SCe Série Especial16/1758.550
GT Line1.6 16V SCe Série Especial16/1754.620
R.S.2.0 16V Hi-Flex16/1762.500
Sandero StepwayStepway1.6 12V SCe16/1759.720
Stepway Easy’R1.6 12V SCe16/1763.070
Stepway1.6 8V Hi-Power16/1758.120
Stepway Easy’R1.6 8V Hi-Power16/1761.470
Série Limitada Stepway Rip Curl1.6 8V Hi-Power16/1758.220
Série Limitada Stepway Rip Curl Easy’R1.6 8V Hi-Power16/1761.570
LoganAuthentique1.0 12V SCe16/1746.300
Expression1.0 12V SCe16/1748.200
Expression1.6 16V SCe Série Especial16/1752.750
Expression Easy’R1.6 16V SCe Série Especial16/1757.350
Dynamique1.6 16V SCe Série Especial16/1756.400
Dynamique Easy-R1.6 16V SCe Série Especial16/1761.400
Duster OrochExpression1.6 16V SCe16/1769.620
Dynamique1.6 16V SCe16/1774.120
Dynamique2.0 16V Hi-Flex16/1777.120
Dynamique Automático2.0 16V Hi-Flex16/1779.120
DusterExpression1.6 16V SCe16/1769.200
Dynamique1.6 16V SCe16/1775.290
Dynamique2.0 16V Hi-Flex16/1783.080
Dynamique Automático2.0 16V Hi-Flex16/1783.540
Dynamique 4×42.0 16V Hi-Flex16/1785.540

Amanhã (5ª feira 1/12) vou dirigir o 3-cilindros. O 1,6 será oferecido para avaliação em outra oportunidade, conforme informou a Renault.

BS
(de Curitiba)

Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

Publicações Relacionadas

  • Ailton Junior

    Muito bem-vindos esses novos motores. Mas cadê o bom custo-benefício dos Renault?

    • CorsarioViajante

      Deve estar junto com o da Nissan, que também parece que já foi pro vinagre.

    • Silvio

      Normalmente está nos descontos. Não sei porque dessa estratégia da marca, mas quando vc chega na concessionária o preço é mais baixo que o da tabela.

      • Silvio, não existe estratégia nessa questão. O preço de tabela é apenas referência, um preço público sugerido. O preço praticado pelo concessionário pode ser inferior, igual ou superior ao preço de tabela.

  • ene

    Só para constar: PVD é muito utilizado em relógios.
    Quanto ao Sandero 1,6 16V, posso dizer que passou a fazer parte da minha lista. Agora ele concorre com o move up!, Etios 1,5-L, Ka 1,5-L e Fiesta. O preço e a avaliação do meu usado será decisivo.
    Renault é marca de paixão! Já tive um e só tenho elogios.
    Eu tenho preferência pelo 1,6-L, mas acho legal fazer primeiro o teste do 3-cilindros.

  • Silvio

    bob,

    pequenas correções no texto, não precisa publicar

    de esenvolvidos

    baixo consum e maior

    no 1,0 SCe) – faltou o parêntese (

    • Obrigado Silvio. O Bob está agora no test drive. Eu já fiz as correções. PK

  • Rogério Ferreira

    Já gostava do Logan 1,0 com o antigo motor, sabendo utilizá-lo na faixa de rotação correta, se obtém uma boa relação desempenho/consumo. Já o antigo 1,6 8 válvulas, já não vai deixar saudades, tenho bastante experiência com um Sandero 1,6 aqui da frota do serviço, e não sei exatamente onde estão os 106 cv., Acho extremamente fraco. Ótimas mudanças que fazem especialmente o Sedã, entrar na minha lista de carros a serem testados e comprados. Para ficar bom demais, bastaria alongar as relações de marchas, e melhorar o isolamento acústico da versão 1,0. Se fizeram isso, já não precisa mexer em mais nada.

    • Luis Felipe Carreira

      No Brasil carro motor de 1 L tem que ter câmbio curto porque aqui é cheio de integrantes do “Clube das 2.000 rpm” e pilotos da “F-2.000 rpm”. Com um câmbio longo o carro não vai subir morro carregado em 5ª marcha, aí esses entendedores vão criticar. Por isso deve ser curto, e mais, eles tem que pisar pouquinho e o carro responder com força, se não é ruim — mas sabem eles que são enganados por causa dos ajustes do acelerador eletrônico.

      • Luís Felipe, não existe isso de ser enganado pelo acelerador eletrônico. Aceleradores mecânicos podem produzir o mesmo efeito. Depende de como o comando de acelerador foi projetado.

  • Ferrnando

    A Renault aumentou os preços, vi uma reportagem:
    http://g1.globo.com/carros/noticia/2016/11/renault-muda-motores-de-sandero-logan-duster-e-oroch-precos-sobem.html
    Um 1.0 já parte de R$ 42.400,00 de preço base, com o lucro da concessionária esse carro vai para mais de R$ 45.000,00.
    Para a classe trabalhadora esta mais difícil comprar carro e isso vai impactar diretamente nas vendas e consequentemente nos trabalhadoras que serão demitidos. A crise se auto-alimenta.

    • Com certeza os novos motores custam mais.

    • ene

      Concordo Ferrnando.
      Se os preços aumentarem demasiadamente, o bom senso diz que devemos postergar a compra e manter o que temos. Aí, a fileira do dominó irá andar, até que não sobre nenhuma peça em pé.
      Então, caros fabricantes. Atentais vos.

  • Felipe Sisley

    Ouvi rumores de que aposentariam esse câmbio automatizado e acoplariam ao motor 1.6 a mesma transmissão CVT dos compactos da Nissan (March e Versa), inclusive porque esse motor é compartilhado entre as famílias. Pelo visto era só rumor, ou alguém sabe de alguma mudança desse tipo nos próximos meses?

  • RMC

    Tomara que o 1.6 seja realmente melhor do que o anterior. Em poucos meses tive a chance de utilizar um Logan 1.0 e um Sandero 1.6, ambos de locação. Rodei com ambos em cidade e em estrada, inclusive visitando a serra capixaba com o Logan e, sinceramente, o 1.6 não trouxe nenhuma impressão favorável. No máximo, a maior elasticidade proporcionada pelo maior deslocamento volumétrico. Se tivesse que escolher entre os dois para eventual compra, provavelmente ficaria com o 1.0, um motor honesto, alegre e econômico, ainda mais carregando o peso de Logan carregado serra acima.
    Fico imaginando como serão os carros com estes novos motores: se conseguiram um 1.0 ainda melhor do que o antigo e um bom 1.6, terão galgado um degrau na escala do desejo de compra.

    RMC

  • Eu não disse que concordo com a não atualização. Mas olhei pela perspectiva deles. E nos dias de hoje, pelo que converso com diversas fotos do segmento, ninguém está lucrativo. Eu também consigo ver que os japas investem muito mais na rede, na disponibilidade de peças, no atendimento (claro que ainda não é perfeito), mas nossa tendência é de olhar apenas para o produto. De alguma maneira você mesmo reconhece isso pois ainda não trocou seu Civic por carros com mais equipamentos. No caso do Onix, o consumidor comum, não nós autoentusiastas, deve preferir OnStar / infotainment e caixa automática de seis marchas do que um motor mais empolgante. Idealmente eu queria um carro compacto com 120 cv no mínimo, que fizesse 18 km/l, caixa automática de no mínimo 6 marchas com borboletas, suspensão traseira independente, ESP, 5 estrelas nos crash tests da vida, bancos de couro, a/c automático, teto solar, porta malas de pelo menos 500 litros, espaço traseiro para três ocupantes com conforto, Rodas R16 e pneus pelo menos 195, sistema de infotainment com tela de no mínimo 8 pol. , revisões até os 100.000 por no máximo R$ 200 e tudo isso por no máximo 50k. Disso tudo aí, o único dado concreto são os 50K, o resto cada fabricante tenta fazer a melhor combinação possível. Uns apostam no infotainment, outros no motor, outros na caixa, outros no conforto. Mas nós queremos o melhor de cada modelo em um único modelo, de prefer~encia aquele que gostamos. Somos muito exigentes.
    Veja que não estou defendendo ninguém e nem fazendo juízo de valor. Estou apenas explicando o que acontece.
    Me parece que VW e Fiat não conseguiram uma combinação boa. Hyundai e GM conseguiram. Renault está tentando.

  • A lista mostra apenas os que receberam os novos motores. A lista de preços está completa. Esse motor é totalmente novo.

  • Fat Jack

    “…O motor EA-111 tinha as “pernas curtas”, excelente em baixa mas não adiantava passar de 5000 mil rpm numa eventual esticada…”
    Concordo com a observação, porém mesmo no Logan o desempenho em baixas rotações a meu ver atende satisfatoriamente bem.

    • Fat Jack, o EA-111 não tem mais essa característica, já escrevi a respeito.

      • Brenno

        Bob, quando você diz que o EA-111 não tem mais essa característica, seria a partir de qual ano? Tenho como base o EA-111 1,6 de 2004, e o de 2007. E, realmente, deixavam a desejar um pouco em altas rotações, ainda sim, melhor que o K7M.

        • Brenno, é difícil citar um marco divisor, mas acredito que a partir do MY 2015.

  • Fat Jack

    Você tem um Easy’R?
    Sempre quis saber a opinião de um proprietário deste câmbio, pois as opiniões sobre ele são absolutamente divergentes…

  • Fat Jack

    Dos preços não ouso comentar, mas que “É nossa renda que caiu”, não tenho a menor sombra de dúvida e a tendência pelo menos para 2017 é que se tudo der certo continue caindo, talvez numa velocidade menor mas que a capacidade de compra caiu, caiu, e muito!

  • Gustavo75

    Que mancada manter o obsoleto tanquinho de partida à frio. Deixo de comprar um carro só por causa do tanquinho. Lamentável.

    • Gustavo, melhor não ter o sistema de injeção de gasolina para partida a frio, mas dizer que deixa de comprar um carro por causa disso me parece um posicionamento exagerado.

  • Tuhu, em que o câmbio Easy’R é ruim?

  • Jonas, nada há de negativo na assistência eletro-hidráulica, nem de altamente positivo na elétrica que leve a se condenar uma em favor de outra.

  • Marcel, não, é maior com álcool. No texto da Renault está invertido. Ontem ao escrever, já muito tarde da noite e bem cansado, deixei passar.

  • Luke, realmente, não deveria haver mais o antigo sistema, embora não seja nada difícil de conviver.

  • Brenno, até você entrou para o time dos rebarbeiros???

    • Brenno

      Bob, semana passada assisti uma palestra de um engenheiro de Design da Renault. E, ele comentou que fazem-se pesquisas para ver o que o público alvo quer em seus carros. E sabe o que querem? Um veículo conectado, com uma central multimídia e um design fenomenal. E, por causa desse mesmo público, as peruas estão “mortas”, pois preferem o SUV.
      Bem, eu sou ainda daqueles que preferem o prazer ao dirigir do que um gadget móvel.
      A rebarba não vista, não sentida, não faz diferença. Mas, custava investir um pouco mais? Olha o up! e o Sandero, ambos veículos de entrada. O acabamento do up!, mesmo com o metal aparecendo nas portas, é bem mais suave ao toque. Bem, é uma questão de pontos de vista. Abraço!

  • Brenno, você fez uma confusão muito comum. O D4D não é morto abaixo de 3.000 rpm. É que acima disso ele entra com tudo. O torque do D4D na rotação de torque máximo do K4M é bem maior.

  • Claudio, é indiscutivelmente superior, nas mesma medida em que o VW EA-211 1,6 é superior ao EA-111 1,6.

  • guest, não, é outro motor, novo projeto. O Sandero pode não estar na lista, é produzido normalmente.

  • Tuhu, a internet aceita tudo, até o ciberautoterrorismo.

  • Braulio, há razões para escolhas técnicas que nunca saberemos. O importante é que qualquer que seja o sistema adotado, ele funcione bem, e nesse caso, funciona. Vi isso ao dirigir hoje a versão com o 1,0 SCe.

  • Brenno

    Eu diria que a renda não caiu, mas sim o poder de compra. Esse, por sua vez, perdeu todo valor.

    [Curiosidade]Estava conversando com meu pai a respeito disso. Em 1999, ele recebia R$ 2000,00. Hoje, inválido, para ter o mesmo poder de compra:
    R$ 6730,87 – Pelo INPC
    R$ 8873,9 – Pelo IGPM

  • Fat Jack, quando se fala em novos motores fica a conotação de que o velho era ruim, quando não é nada disso.

  • Mistérios, Brenno, mistérios…

  • Douglas, a Renault diz que não, mas é possível, afinal ela e a Nissan têm aliança.

  • É estranho isso, Tuhu, pois achei o Easy’R um dos melhores robotizados monoembreagem. Qual deles dizem que é o bom? Eu gostaria de saber.

  • Gustavo73

    Acho que o medo é dos problemas do 1,0 VHT lançado no Gol 2008. O mesmo que fez a VWB ficar anos com revisões semestrais, que não existiam antes desse acontecimento.

  • David Diniz

    Motores modernos ok irá matar de uma vez o 1,0 e 1,6 16v e 1,6 8v, mas por que cargas d’água não usou o motor da Nissan?

    E pera: sério mesmo que manteve o arcaico tanquinho de gasolina da década de 1980?

    • David, eles devem ter suas razões, que se sobrepõem às nossas, concorda? Quanto ao sistema de partida a frio por injeção de gasolina, qual o problema? Acho que não é trabalho nada danado de vez em quando abastecer o reservatório. Ou você acha que é e/ou se sentiria diminuído por ter que fazer isso? No mínimo você (e quem torce o nariz para isso) deve odiar ter que abastecer o reservatório do lavador de para-brisa…

  • Brenno

    Com certeza! Está uma verdadeira bagunça lá dentro. É igual uma palestra que assisti: você tem 50 mil para comprar um carro. A empresa que te fornecer o máximo por esse valor, você leva. Será que um Gol de 50 mil equivale a um Sandero de 50 mil ou um New Fiesta de 50 mil (ainda tem o 1,5?) Complicado, não é?

  • David, então pelo que você conta colocar gasolina de vez em quando no reservatório não dever ser empecilho para você, uma vez que você continua a ter, me parece, outras preocupações relativas a verificações periódicas. E vazamento de gasolina do sistema de injeção de gasolina não é o único passível de ocorrer no compartimento do motor. Quanto a só sentir confortável em carro que tenha direção eletroassistida, é estranho por não ter fundamento, mas gosto é gosto.

    • David Diniz

      Pois é, Bob, quanto menos coisa para eu me preocupar, melhor.

  • Felipe Barbosa Alves

    De fato o K7M tem os seus 105~106 cv o problema é a queda quando se liga o ar-condicionado a potência cai para uns 88 cv. Outro fator que temos que levar em conta no caso do Etios (hatch ou sedã) é que ele pesa uns 100 kg a menos que Sandero/Logan. Eu usava o K7M no Symbol que pesa pouco mais que o Etios sedã e não sentia o carro fraco a esse ponto.

    • Felipe, o ar-condicionado típico de um carro compacto é de 20.000 BTU/h, equivalente a 7,8 cv. A queda de potência não chega a tanto.

  • Júnior Nascimento

    Lembro que tive um Old Clio 2011 com o motor anterior, antes das últimas atualizações, e ele já dava conta do recado, talvez pelo baixo peso do carrinho. Imagino que vai casar muito bem esse 1,0 SCe com o futuro Kwid e, talvez, até mesmo com esse Sandero. Essa força maior do torque em rotações menores com certeza fará muita diferença, mesmo que seja apenas perto de 1mil rpm.

  • João Guilherme Tuhu
  • João Guilherme Tuhu

    Tive um Logan e um Sandero do modelo anterior, cujo tanquinho ficava junto ao motor, e ambos ressecaram e vazaram. No modelo atual, parece que viram o erro e instalaram o tanquinho num compartimento isolado.