A Marcopolo apresenta na 11ª FetransRio, feira de serviços e produtos voltados à mobilidade urbana, realizada entre os dias 23 e 25 de novembro, no RioCentro, na cidade do Rio de Janeiro, o primeiro ônibus rodoviário com 15 metros de comprimento desenvolvido para o mercado brasileiro. O modelo exposto, Marcopolo Paradiso 1800 Double Decker (DD, dois pisos), é produzido somente na configuração com chassi 8×2 e possui chassi Volvo.

Com um metro a mais no seu comprimento (os veículos convencionais têm 14 metros), o novo veículo oferece como diferenciador ampliar a capacidade de transporte para 60 passageiros, além de mais espaço no salão inferior e no bagageiro.

A nova versão foi desenvolvida para oferecer, no transporte de passageiros, padrão diferenciado de conforto, segurança e ergonomia, aliado à maior capacidade. Com a nova configuração é possível oferecer uma fileira de poltronas a mais no salão superior e ampliar o espaço do salão inferior do 1800 DD, o que acaba se transformando em benefícios e vantagens para o operador e também para o passageiro.

O ônibus tem design característico da Geração 7, com conjunto ótico com LEDs nas luzes de direção e de posição — que acende automaticamente durante o dia — ampliando a eficiência luminosa e a durabilidade e reduzem a necessidade de troca/manutenção. Também contribuem para maior segurança os sistemas de monitoramento e de auxílio de estacionamento, com sensores de distância.

Internamente, o principal destaque é o maior espaço do salão e a elevação do padrão de conforto e de segurança. O veículo possui poltronas semileito, com descansa-pernas, saídas USB, tomada de energia AC e calefação integrada, além de sistema de áudio e vídeo com CD Player, DVD c/ USB, monitores de 15,6” e TV digital instalada.

A iluminação do salão de passageiros é toda em LEDs, com luzes indiretas, que criam um ambiente de comodidade e sofisticação. Os LEDs estão presentes também nas luzes de leitura com acionamento por toque, que contam ainda com saídas individuais para ar-condicionado, plug para fone de ouvidos e controle de volume do som. Os amplificadores de áudio são individuais.

JJ

Sobre o Autor

Juvenal Jorge
Editor Associado

Juvenal Jorge, ou JJ, como é chamado, é integrante do AE desde sua criação em 2008 e em 2016 passou a ser Editor Associado. É engenheiro automobilístico formado pela FEI, com mestrado em engenharia automobilística pela USP e pós-graduação em administração de negócios pela ESAN. Atuou como engenheiro e coordenador de projetos em várias empresas multinacionais. No AE é muito conhecido pelas matérias sobre aviões, que também são sua paixão, além de testes de veículos e edição de notícias diárias.

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  • Pablo Lopes

    Nosso pessoal sabe construir ônibus de qualidade e confortável! Ruins são nossas estradas, o que faz muitos optarem por voar!!

    • Pablo, só não consigo engolir esses suportes de espelhos retrovisores dos Marcopolo. Além de achá-los muito feios e desnecessários, outro dia quase bati com a cabeça num caminhando pela varanda de um restaurante Graal na Fernão Dias. O ônibus estava estacionado corretamente em seu boxe defronte da entrada principal.

      • Eduardo Sérgio

        Bob, retrovisores estilo “orelha de cachorro”.

        • Eduardo, isso mesmo!

        • Pablo Lopes

          Da uma olhada no IRIZAR I6 plus de frente… O desenho certamente foi inspirado em um cão, não só o do retrovisor, mas de toda a frente!!!

      • Pablo Lopes

        É verdade Bob, concordo totalmente mas a Marcopolo alega que esse modelo de retrovisor é “aerodinâmico”, (como se ajudasse a diminuir o arrasto do paredão de 6 m de altura), obtém assim maior economia de combustível… Se eu tivesse a oportunidade, perguntaria a eles se um sistema de câmeras não seria mais eficiente nesse quesito, além de mais em conta…

      • Lucas Hernandes

        Bob, está aí um problema que eu nunca percebi. Talvez por eu ter a grande estatura de 1,23 m. Hehe.

      • Bob, esse retrovisor tem uma função. Além do espelho que mostra toda a lateral, existe um menor, montado inclinado, muito útil em manobras em lugares apertados, que mostra o canto da carroceria bem como o parachoque, se vai pegar numa calçada ou outro obstáculo no chão. Sem contar que dispostos assim aumentam o campo de visão do motorista.
        A gente que é acostumado com “carro pequeno” e vê essas soluções num maior fica meio perdido mesmo…

        • Uno Conversível, a importância de espelhos é inegável, mas essa solução é muito estranha.

    • Luiz AG

      Falta é trem nesse país. Uma vergonha as ferrovias não terem evoluído. Para todo lugar que você vai tem um leito de ferrovia abandonado.

  • Ronaldo, boa pergunta!

  • João Carlos, isso mesmo, virar menos a cabeça, algo que dá um trabalho danado…

    • João Carlos

      Nunca entrei em um ônibus desses, mas dá a impressão que um retrovisor direito, para ser olhado pela janela lateral, o espaço ficou pequeno para acomodá-lo. A coluna alí parece larga, e o vidro pequeno e “filmado”.

  • ene

    Tá bom Lucas, eu só disse isso para não dizer que não me sinto bem em ambientes que não tenham janelas que se possam abrir.
    Mesmo em meu carro com o ar-condicionado ligado, de vez em quando eu dou uma abridinha na janela.

    • Lucas dos Santos

      Ah sim. Entendi. Realmente é um tanto desconfortável mesmo.

      Eu mesmo sempre prefiro me sentar próximo à segunda janela (poltrona 11 ou 15), só porque ela tem uma espécie de “escotilha” — dá para ver na foto da matéria, no piso superior. Ela não abre, mas ajuda a diminuir a “sensação de claustrofobia”, provocada por janelas seladas. 🙂

  • Lucas dos Santos

    Ao menos os da Volvo já utilizam i-Shift há algum tempo.

    No fim do mês passado fiz quatro viagens pela Expresso Princesa dos Campos, empresa em que quase a totalidade dos veículos é Volvo. Os dois primeiros, Volvo B340R, e o terceiro, um Volvo B12R, tinham câmbio i-Shift de 12 marchas. Só o último em que andei — um B12R mais antigo, ano 2006 — é que ainda tinha câmbio manual de 7 marchas.

  • konnyaro

    Deixando a suspensão bem mais dura!
    Viajei recentemente no piso inferior leito de um 2-andares e o conforto era péssimo, pois sentia todas as imperfeições do asfalto. No quesito conforto os antigos Cometas Flecha Azul davam de 10 a zero (os bancos em couro vermelho eram ótimos).
    Agora, espero que em vez de aumentar a área envidraçada eles pensassem mais na segurança em caso de capotagem, pois pelos acidentes vistos, neste caso o piso superior cede totalmente, triturando todos seus ocupantes (motivo principal de sempre escolher viajar no piso inferior quando sou obrigado a ir de ônibus).

  • Ricardo kobus

    Realmente os ônibus da Busscar eram ótimos, as histórias que ouvi eram que depois da morte do dono a empresa passou às mãos dos filhos que não “souberam” administrar direito.
    Lembrando que aqui em Rio Negrinho era uma empresa que gerou muitos empregos, dizem que um grupo chinês a adquiriu mas o investimento para amortizar as dívidas é grande, isso tudo são especulações assuntos que correm pela cidade.

    • Pablo Lopes

      Olá, desculpe-me por entrar no assunto de vocês, mas como vi que são “meio busólogos”, acho que vão gostar da leitura do link a seguir, que conta toda história da BUSSCAR. Durante a leitura, há os links sobre as outras encarroçadoras brasileiras, e parceiras que ajuda a ficar por dentro dessa grande industria.
      http://www.lexicarbrasil.com.br/busscar/

      • Ricardo kobus

        Pablo, somos meio metidos a “busólogos” hehe.
        Obrigado pelo link com absoluta certeza vou ler.
        Abraços

  • Brenno

    Eu já peguei ônibus sem sobrealimentação, mas isso foi a muito tempo. Hoje se não todos, praticamente todos veículos a Diesel estão saindo com turbocompressor. A diferença é gritante! Principalmente nos veículos municipais, com motor frontal. Você nota a pegada da turbina e a força que ela trás. Gostaria de ver um teste de 0 a 400 m com e sem sobrealimentação. Será que alguém já fez?

    • Lucas dos Santos

      Quando criança, andei bastante em ônibus sem sobrealimentação no motor. Lembro com carinho do Mercedes-Benz OF-1315 e o belo ronco de seu motor OM 366 de 150 cv!

      É de impressionar que hoje, motores de quatro cilindros – antigamente aplicados exclusivamente em micro-ônibus – tenham disposição suficiente para mover veículos de PBT de 17 toneladas! Algo impensável em um passado não muito distante.

      Interessante que mesmo nos dias de hoje ainda tem quem olhe com desconfiança para motores Diesel sobrealimentados, tachando-os de “frágeis” e “beberrões”!

      • Lucas Vieira

        Acho que só nostálgicos mesmo, hehe, e acredite, motores 4 cilindros hoje movem com facilidade até caminhões trucados, com 23 toneladas, só não “pegaram” ainda por desconfiança do mercado, e fiasco do MB 1622, que além do motor 4 cilindros eletrônico pra época, tinha os problemáticos freios a disco em todas as rodas. Muito avanço para um mercado conservador como o nosso, que ainda hoje idolatra 1113 e Scania 113, que há muito tempo são caminhões ultrapassados.

    • Lucas Vieira

      Brenno, todos são equipados com Turbo e Intercooler desde que entrou em vigor a norma EURO 3 no Brasil em 2004 se não me engano. Além disso gerenciamento eletrônico é primordial hoje em veículos Diesel.
      Esse teste de aceleração é meio desnessário no contexto Diesel, já que a presença da turbina permite melhor rendimento e menor consumo específico de um motor na mesma faixa de potência, e não necessáriamente melhor desempenho.

  • Lucas Hernandes

    O outro detalhe é que a bagagem recebe o calor do motor, a menos que tenham passado a utilizar um isolamento térmico! Tanto vi pessoalmente como fiquei sabendo de malas quentes após a viagem.

  • Paulo César_PCB

    Será que pensaram na “estrutura” viária brasileira ? Algumas garagens ficam em bairros com ruas que são estreitas e sinuosas. Pobres motoristas que terão que fazer “ginastica” para conduzi-los em algumas situações…..
    É bem vinda a introdução deste modelo, já viajei num DD e, tirando o inconveniente de ficar à pé na cidade que visitava, encararia vez sim vez não uma estrada a bordo de um DD.

    • Lucas dos Santos

      Entendo que quem tem de levar isso em consideração é a empresa que decidir adquirir esses veículos mais longos.

      Se simplesmente adquirirem esse modelo sem antes pensar nas consequências, lógico que terão problemas mais tarde.

  • Pablo Lopes

    Rogério, de todas as encarroçadoras de ônibus no Brasil, a MARCOPOLLO foi a que mais prosperous, pois dentre todas elas, foi a única que sempre teve uma “adiministração profissionalizada”, que inclusive a fez supercar as crises de Mercado, e não sucumbir como exemplo das concorrentes CAIO ( que hoje pertence ao grupo INDUSCAR, que arrematou a Massa Falida ), Ciferal ( Comprada pela MARCOPOLO, depois de ser reestabelecida pelo governo do estado do RJ nos anos 90 ) E BUSSCAR ( falida após a morte do “homem de frente” ), que tinham uma adiministração familiar e em meio as crises de mercado acabaram não resistindo. A seguir segue o link com a história dela, se interessar. Recomendo a leitura, grande história.
    http://www.lexicarbrasil.com.br/marcopolo/

  • Dieki

    Todos os rodoviários da 1001 tem cambio automático. A diferença é notória, principalmente porque o AT passa sem pressa, a coisa toda fica mais suave. Além de ser mais seguro, pois é um cansaço a menos pro motorista. Nos ônibus urbanos seria um ganho inimaginável. Tem motorista que troca marcha com a suavidade de uma marreta.

    • Janos Markus

      Isso me lembra uma situação que passei quando viajei de Cabo Frio a Belo Horizonte à noite. O motorista do trecho inicial que vai até Juiz de Fora era tão ruim na tocada que não consegui dormir. Praticamente errou todas as marchas, sempre com trancos. Esse suplicio foi até chegar na garagem para a troca de motorista, limpeza de banheiro, abastecimento. De lá até Belo Horizonte foi outro motorista que também não me deixou dormir mas foi pelo motivo oposto: esse era mestre na condução, todas as marchas subiam e desciam como se fosse câmbio automático. E o mais interessante era o tempo que ele gastava entre uma marcha e outra, bem mais longo que o habitual mas perfeito. Inesquecível.

      • Lucas dos Santos

        Tive uma experiência bastante positiva semana passada, quando voltava de Curitiba.

        Acostumado com os G7 e veículos mais novos da Expresso Princesa dos Campos, qual não foi a minha surpresa quando veio este ônibus aqui:

        http://s3.amazonaws.com/onibusbrasil2012/1/31/p/4a1d02efb2d0a2ccc4db1dcb9931ad5c.jpg

        Apesar de antigo (com direito a TVs de tubo em seu interior), ao menos era trucado e tinha um espaço generoso entre as poltronas – o que estava ótimo para quem pagou por um serviço Convencional.

        Quando o ônibus saiu da rodoviária e passei a prestar atenção no ronco do motor, mais uma “surpresa”: câmbio manual! Pensei: “Agora lascou! Vai ser tranco e motor ‘berrando’ pelas próximas duas horas!”. Enganei-me redondamente! O motorista tocou muito bem, com uma suavidade digna de câmbio automático. Não teve um único tranco durante a viagem toda e o motor sempre silencioso. Foi uma viagem extremamente tranquila. A única coisa que não gostei foi que o motorista não ligou o ar-condicionado – ou não estava funcionando, vai saber – e os vidros (que não abrem) ficaram todos embaçados! E o ônibus, mesmo sendo um modelo antigo (ano 2006), foi um dos mais confortáveis em que já andei!

    • Lucas dos Santos

      Pior que tem motorista de urbano que consegue guiar mal até mesmo ônibus com câmbio automático!

      Certa vez, em horário de trânsito pesado, peguei um ônibus articulado, com câmbio automático em que o motorista tinha a irritante mania de acelerar um pouco e soltar (abruptamente) o pedal acelerador em seguida, para, na sequência, reiniciar a aceleração e soltar o pedal novamente, em um ciclo interminável. Toda vez que ele soltava o pedal do acelerador, dava um pequeno, mas incômodo “tranco”. Os passageiros que estavam em pé (meu caso) ficavam sacolejando para frente e para trás! Não adiantou nada ter câmbio automático naquela hora. O sujeito conseguiu a façanha de simplesmente eliminar uma das principais vantagens do câmbio automático, que era a suavidade!

  • ClaudeSpeedIII

    Nos rodoviarios, com certeza… Nos urbanos, em termos de conforto também é ótimo, mas em termos de desempenho… Vishe.

    Não
    por cambio automatico ser ruim, mas por que tão comprando Mercedez O500
    com cambio de 4 marchas a rodo, pela cidade. E onde moro (ZN de São
    Paulo) tem MUITO morro.

    Sem querer reclamar de barriga cheia:
    piso baixo, suspensão a ar e motor traseiro é privilégio quando se trata
    de nível Brasil, mas os antigos Volks (17.260),
    onipresentes na cidade, tem 260cv e cambio manual de seis marchas. Sobem a maioria das ribanceiras da cidade a 30Kmh, na rotação de torque máximo. Além do charme de ser o único em que o turbo espirra pra valer.

    Agora, na renovação de frota tá entrando muito desses Mercedez (O500) que apesar de oferecerem melhor acessibilidade (piso baixo na parte dianteira), tem 254cv (irrelevante) e esse maldito cambio automatico de 4 marchas. Sobem de primeira, a no máximo 15Km/h e com o motor BERRANDO.

    Eu dei sorte que nas linhas que passam perto de casa estão colocando uns Volvo (B290R). 290cv, automatico de seis marchas. Isso sim eu posso chamar de evolução. Sobem tão bem quanto o Siena 1.0 de casa.

    • Lucas dos Santos

      Mas o som do motor dos chassis O-500M e O-500U é estridente por natureza. Mesmo com câmbio de seis marchas eles “berram”.

      Quando estive em Curitiba, no início no mês, andei direto nos Ligeirinhos com chassi O-500M, com motor OM 906 LA (Euro III). Esses tinham câmbio ZF de seis marchas. A faixa verde do conta-giros vai de 1.500 rpm a 2.000 rpm e as trocas sempre ocorriam próximo aos 2.000 giros.

      Cheguei a filmar um deles, que passava em frente ao hotel onde eu estava hospedado. Note que é uma subida bastante leve – mal dá para perceber no vídeo – e mesmo assim o giro estava alto (o microfone do meu celular chegou a distorcer um pouco o som): https://vid.me/nTDC

      Era um ronco “bonito” até, mas bastante alto. Só não sei como ficou na versão BlueTec 5 do O-500M e O-500U, que teve o motor substituído pelo OM 926 LA Euro V.

      Fiquei surpreso quando peguei um Ligeirinho Volvo B7R. Extremamente silencioso!

      • Lucas Vieira

        O problema maior desses ônibus eram os ventiladores magnéticos, muito ruidosos, mas exclusivo de algumas carrocerias também. O ruído dos motores da Série 900 é bem estridente mesmo, principalmente nos 924 e 926.

    • Lucas Mendanha

      Ai é questão de escolha por parte da empresa, ja que o 0500M pode ter um cambio AT de 6 marchas e relações proximas tbm.. pelo jeito, era o cambio certo pra sua região..

      https://www.mercedes-benz.com.br/resources/files/documentos/onibus/onibus-urbano/dados-tecnicos/dados-tecnicos-O500-m-1826.pdf

    • Curió

      Puxa, não sabia dessa dos ônibus de quatro marchas. Que estupidez! Ou melhor, não deve ser estupidez…

      • Lucas dos Santos

        Pois é. E tem muitos ônibus urbanos com câmbio de quatro marchas circulando por aí!

        No vídeo a seguir é possível “ir de carona” em um Volvo B10M com câmbio automático Voith de quatro marchas. Note como, nas arrancadas, ele “estica” ao máximo a primeira marcha antes de passar para segunda e observe como ele se comporta na longa subida que aparece logo após os 3 min de vídeo:

  • Conversando? Tá bom! Rsrsrs!

  • Lucas Mendanha

    Vou me informar a respeito.. sabe dizer se estão exigindo tbm o 3° eixo direcional, como nos urbanos de 15 metros?

    Pq ele ja existe a um bom tempo, como opcional:

    http://4.bp.blogspot.com/-zsUXqF6VRsI/Ttecm6jeDyI/AAAAAAAAAXc/c-j3-jMTrJY/s1600/Rodovi%25C3%25A1rios+%25281313%2529.JPG

  • Ricardo kobus

    Vi umas fotos do interior desse ônibus, é um espetáculo, nossos ônibus e nossos caminhões não devem nada aos produzidos no primeiro mundo, mas não posso dizer o mesmo de nossas estradas

  • Lucas Vieira

    Chassis de longarina são fixos, já os Buggys são modulares.

  • Lucas Vieira

    Custo meu caro, os pobres coitados dos empresários de rodoviários vivem a duras penas com suas linhas hereditárias e sem concorrência, por isso não querem investir nenhum centavo em tecnologia que não traga alguma economia… Se algum (acho que não estarei vivo) desregulamentarem esse setor, coisas novas virão. Esse próprio ônibus em questão está muito mais vooltado ao mercado “aberto” de turismo que as linhas interestaduais.

  • C. A. Oliveira

    Não sabia que o motor do B10M era de cilindros horizontais. Aqui em Caxias do Sul ainda existe um, ano 1998 do tipo articulado, que roda em perfeitas condições – logicamente, a empresa responsável precisa mantê-lo enquanto possível, já que é um veículo que dificilmente conseguirá ser revendido.
    Pelo que sei conta quase 4 milhões de quilômetros e já teve o motor e o câmbio automático retificados algumas vezes.

  • PauloHCM

    Se ela tivesse virado sua mulher eu entenderia o trauma de andar de ônibus, kkkkkkk

  • PauloHCM

    Já vi e andei em muitos ônibus urbanos e interurbanos automático. Tem q ver se compensa no consumo de combustível, muito importante para a empresa

  • Hoje fui à 11ª Fetransrio, e, nitidamente, a crise chegou ao setor. Pude perceber que a feira estava vazia, alem do que notei ausências de peso, como Scania, Iveco, Agrale. As encarroçadoras tinham apenas 1 onibus a mostra cada, ao contrario das outras edições da feira, em que haviam 3 a 4 onibus por estande!

  • Lucas Pereira

    No caso desse do vídeo, ele fica o tempo todo em terceira marcha porque a caixa Voith dos OH1628L só tinha três marchas mesmo, ao contrário dos B10M que só vinham com a caixa de quatro marchas.