Desde abril de 2016, quando o Mobi foi lançado, ele já apareceu algumas vezes aqui no AE em diferentes matérias e um uma grande quantidade de comentários. Acredito que quase tudo já tenha sido dito e explicado sobre o subcompacto da Fiat. Inclusive sobre esta versão Way, quando o Bob esteve no seu lançamento em junho deste ano. Então vou aproveitar a chance para dividir algumas impressões gerais, e até ser um pouco repetitivo, apenas para explicar alguns pontos.

O mercado brasileiro tem uma particularidade que todos nós conhecemos bem chamada carro popular, em que modelos com motor até 1-litro tem o benefício do IPI reduzido, alíquota de 7%. Com isso surgiram versões básicas e com motores de 1 litro para baixar os preços do segmento de entrada e assim expandir as vendas. Ao longo do tempo o conceito de carro popular foi evoluindo e os modelos 1-litro começaram a ficar mais recheados e com desempenho mais atraente. O mercado os aceitou bem! E o brasileiro, que sua bastante para obter o seu dinheiro, conseguiu então ter o seu carro zero, com um bom tamanho e espaço interno, bom nível de equipamentos e um desempenho minimamente satisfatório para atender a família, ou ainda como segundo carro.

Até aí nenhum carro foi concebido ou projetado como carro de entrada, ou carro popular na sua essência. Todos os modelos partiram de modelos já existentes e que tinham uma gama enorme de versões e variações, para diluir os custos e atender a vários tipos de consumidores. Os menores carros do mercado eram os compactos.

É certo que em outros países carros menores que os compactos, os subcompactos, nunca foram e ainda não são um sucesso de vendas. Exceção é o Japão, onde os pequeninos kei-cars são bem aceitos devido a limitações de espaço. No entanto, aqui e em outros países o carro tem que ser versátil, e atender a várias necessidades, mesmo que esporádicas como levar alguém com malas grandes ao aeroporto ou viagens mais longas. Compramos carros que atendam todas as nossas hipotéticas necessidades. Daí o carro pequeno e racional não é bem visto pois atende “apenas” 90% (ou próximo disso) das nossas necessidades.

Um outro problema é que carro pequeno está intrinsecamente ligado a preço pequeno. O que nem sempre é verdade, possível ou é a estratégia do fabricante. Fazer um carro que nos atenda em tudo, conforto, equipamentos, qualidade, durabilidade, segurança, tecnologia, deixa pouca margem para redução de custo pelo tamanho, ou uma diferença de preços muito pequena. E o mercado provou que carros muito básicos não são bem vistos. O argumento é sempre o mesmo: por que comprar um carro peladão se posso comprar um seminovo completão?

E vejam essa. O Tata Nano, o carro mais barato do mundo, concebido do zero para ser barato, para um mercado de baixíssima renda, foi um fracasso enorme de vendas. E recentemente o dono da Tata, Ratan Tata, explicou o erro estratégico do Nano. Ele foi massivamente chamado de “carro mais barato do mundo”. Porém até os indianos não querem andar ou serem vistos em algo que seja o mais barato do mundo. Uma questão puramente emocional! A Tata agora está revendo o posicionamento do Nano. Houve também o fato inesperado de que muitos consumidores ainda preferiam andar de moto para se livrar do trânsito caótico.

Ao que tudo indica, carros subcompactos premium, ou bem carregados de tecnologia, conforto, segurança e econômicos são mais atraentes, justamente para os consumidores que conseguem entender que é impossível ter um carro que atenda 100% de nossas necessidades e prezam pela funcionalidade e praticidade de um carro pequeno e econômico. Veja o sucesso do 500, por exemplo. Mas aqui no Brasil o 500 tem desempenho fraco em vendas, assim como o Opel Adam ou o Renault Twingo também teriam. Nosso mercado ainda não é maduro suficiente para entender a proposta desses carros.  Obviamente reforçado por preços altos por serem importados.

Bem, está claro que a equação do carro subcompacto é uma das mais difíceis de se resolver. Mas eles são importantíssimos. pois são uma boa porta de entrada e a chance de atrair jovens para as marcas. Se bem feitos podem conquistar clientes para a vida toda.

Na Europa a Volkswagen fez várias tentativas até chegar à fórmula do up! que ainda está longe de ser um campeão de vendas. Mas apostando na racionalidade e nos centros urbanos cada vez mais populosos e sem espaço resolveu lançar o up! por aqui também. Este sofreu tantas críticas e apenas agora está se consolidando como um modelo de muitas qualidades. E entre elas o aproveitamento inteligente do tamanho/espaço.

Carros subcompactos não podem atender expectativas diversas e de toda a população.  Têm tamanho reduzido, não acomodam carrinho de bebê, tem banco traseiro apertado, não servem para viagens longas e não são nada esportivos. Porém têm que caber em vagas pequenas, consumirem pouco combustível, serem ágeis, descomplicados e práticos. E como apresentam limitações têm que ter um preço um pouco mais baixo. Mas isso vai depender do nível de tecnologia, segurança e conforto empregados.

Porta malas com 215 litros Fiat Mobi Way On FIAT MOBI WAY ON, NO USO Fiat Mobi Way On 09

Porta-malas com 215 litros

Serve como primeiro carro de jovens, para casais jovens, como segundo carro da família, um carro para solteiros que não viajam muito, pessoas que não usam muito seus carros, para pessoas maduras e que não precisam de muito espaço, para solteiros e variações de tudo isso.

Não serve para alguém que tem e gosta de carros maiores mas quer trocar por um carro novo que caiba no bolso. Não serve muito também para aqueles que não se incomodam de comprar carros usados. E menos ainda para quem acha que um carro tem que atender 100% das situações possíveis. Quem tem um carro compacto e compra um subcompacto só vai ser feliz se mudou seu estágio de vida e/ou suas necessidades.

Bem, tudo isso é o que eu pensei antes de iniciar meu relato sobre o Mobi Way. O Mobi não pode ou não deve ser comparado com compactos ou usados, pois a comparação seria injusta.

Para situar o Mobi no mercado vamos aos números, comparando-o com o up! e com seu irmão maior, o Uno. A média mensal de emplacamentos, de maio (primeiro mês completo de vendas do Mobi) até setembro de 2016 foi de 3.186 unidades para o Mobi, 2.810 para o Uno e 3.000 para o up!. Os números dos três modelos não são bons, reflexo de um momento de mercado muito difícil. Mas o Mobi ainda leva uma vantagem. Uno e up! venderam menos depois do Mobi, mas Uno esteve em fim de linha do motor Fire e VW passou por muitas dificuldades de produção e posicionamento de produtos. Então essa queda dos dois modelos não pode ser diretamente atribuída ao Mobi.

O Mobi vende pouco, mas mais que o Uno e o up! Fiat Mobi Way On FIAT MOBI WAY ON, NO USO Fiat Mobi Way On 24

O Mobi vende pouco, mas mais que o Uno e o up!

O Mobi parte de R$ 32.380 na versão Easy (que e está com preço promocional de mágicos R$ 29.990) e chega até R$ 44.460 na versão mais completa Way On (testada). O Uno (versões 1-litro) parte de R$ 41.840 na versão Attractive 4-portas (29% mais cara que a versão de entrada do Mobi) e vai até a Way por R$ 47.610 com o mesmo nível de equipamentos (7% mais cara que o Mobi Way On). E o up! 4-portas parte de R$ 36.750 para o take up (13,5% mais caro de o Mobi) e vai até o cross up! MSI por R$ 48.310 (8,7% mais cara que o Mobi Way On). Em termos de tabela o Mobi leva vantagem apesar de poder haver diferenças de equipamentos, que não acredito serem muitas.

O Mobi é mais barato e vende mais, ou seja, está encontrando o seu espaço. E um fator importante para isso é o visual. Não há quem não goste do Mobi. Melhorando um pouco a sentença, não há quem não o ache simpático. Bem diferente do up! que demorou muito tempo até ser assimilado. Simplificando: o Mobi é emoção e o up! é razão. Emoção a gente sente, razão a gente pensa. Como a maioria sente mais facilmente do que pensa… Acredito que aqui no AE nossos leitores sejam mais pensativos. No entanto o mercado prova que se tem que gastar muita saliva para justificar a razão, vide também o caso Etios.

Simpático ele é! Fiat Mobi Way On FIAT MOBI WAY ON, NO USO Fiat Mobi Way On 36

Simpático ele é!

Em relação ao Uno o Mobi é um pouco menos alegre, algo como um cãozinho bravinho, ainda assim mantendo a simpatia e a vontade de brincar. Aqui em casa filha, esposa e sogra adoraram o seu desenho, que no Way On tem para-choques dianteiro e traseiro exclusivos, proteção nos arcos dos para-lamas, rodas de 14″ exclusivas e barras no teto.

Vamos ao tamanho. O Mobi, simplificando bem a descrição, é um Uno com entre-eixos menor (2.305 contra 2.376 mm). Diferente do up!, que foi um carro concebido do zero e aumentado para o Brasil. Minha filha e seu namorado não reclamaram do espaço. Ela inclusive o viu como potencial primeiro carro, pois uma amiga sua que está completando 18 anos será presenteada com um Mobi. Mas a filhota não andou atrás e os trajetos com três pessoas foram curtos, de no máximo 40 minutos. Já minha esposa, que já teve um Uno Way, reclamou muito do espaço: “Não consegui colocar minha bolsa atrás do banco!”. Bem, o Mobi é mais para minha filha do que para minha esposa. Atrás é apertado mesmo e ponto. Quebra um galho e como o primo Arnaldo o descreveu é um pouco melhor que um 2+2.

O porta-malas obviamente é reduzido (215 litros contra 285 do up! e 280 do Uno), mas vem com uma caixa bem útil para acomodar objetos menores e que pode ser removida. Como deriva do Uno seu banco traseiro é grande e apesar do encosto bipartido e rebatível, ocupa um espaço enorme quando rebatido. bem diferente do banco do Honda Fit, por exemplo, que para mim é o exemplo a ser seguido por todos os fabricantes pela facilidade extrema de uso e inteligência no aproveitamento do espaço — especialmente o assento do banco traseiro que rebate para cima.

A posição de dirigir é agradável, bem alta, o que a maioria das pessoas aprecia hoje em dia (eu não) e o espaço dianteiro é bem satisfatório. Minha esposa apontou algo que também me incomodou. A versão testada tem um console com porta-objetos no teto que é útil, mas muito pronunciada causando um desconforto pela presença, mesmo que não tão próxima da cabeça. Outra coisa que me chamou atenção foi a dificuldade de encontrar um lugar para acomodar o celular com a tela visível. Um carro para jovens deveria ter o suporte que a VW colocou no Gol, ainda mais sendo a Fiat. No painel, à frente do passageiro dianteiro, há um lugar perfeito para um porta-objetos adicional.

A suspensão do Mobi realmente foi muito bem acertada. o Bob e o Arnaldo também gostaram bastante. Veja a descrição completa do Bob aqui. De fato o trabalho de “aplainar” o piso é excelente e o nosso corpo agradece. Além disso, a sensação de segurança e confiança é muito boa até em velocidades mais elevadas. O equilíbrio do carro, mesmo sendo curtinho, é excelente (o entre-eixos é igual ao do 500). A calibração da direção de assistência hidráulica é muito boa e ajuda a manter a tocada confiante. Mas as reações e balanços na cabeça são notáveis devido ao entre-eixos reduzido, à elevada altura de 1.550 mm, e à posição elevada dos bancos. Preço a ser pago pela altura extra. O Mobi Way tem altura do solo de 171 mm, 14 mm maior que nas outras versões. Os pneus 175/65 R14 o ajudam a ser um papa-buracos, e a suspensão também é muito silenciosa.

É uma pena termos recebido esse modelo ainda com o motor 4-cilindros. A Fiat deve introduzir o novo 3-cilindros no Mobi, veja aqui, em breve. O primo Arnaldo gostou bastante da aplicação do motor Fire Evo no Mobi. Para mim o novo Firefly 3-cilindros deve deixá-lo bem melhor, pois o torque máximo sobe dos 9,5/9,9 m·kgf (G/A) a algo elevadas 3.850 rpm para 10,4/10,9 m·kgf a melhores 3.250 rpm. A potência mudou pouco, pois perdeu 1 cv com gasolina e ganhou 2 cv com álcool (72 cv a 6.000 rpm e 77 cv a 6.250 rpm).

Mas o resultado é que isso proporcionará uma agilidade extra que eu prezo muito. Posso até ser forçado a andar a míseros 50 km/h, mas adoro chegar lá no menor tempo possível. Como o Fire é girador, gosta de rotação, ele se sai melhor na estrada. Com o novo motor é certo que perderá também o anacrônico reservatório de gasolina para partida a frio quando abastecido com álcool.

fiat-mobi-way-on-31 Fiat Mobi Way On FIAT MOBI WAY ON, NO USO Fiat Mobi Way On 31

O Fire girador, mas a maioria dos consumidores tem medo de rotação

Na cidade, com álcool, fiz médias de apenas 5,5 km/l em trânsito pesado até 8 km/l num domingo. Na estrada cheguei aos 12 km/l andando bem tranquilo. Ambos com álcool. Mas como apontamos aqui no AE, isso é só uma referência pois há muita variação no consumo real dependendo de uma série de fatores incontroláveis.

O único opcional na linha Mobi é a cor metálica, que custa R$ 1.265. Acertadamente, pois facilita muito a vida do consumidor comum, existem três níveis ou versões: a Easy, a Like e a Way, e suas derivadas e mais completas Easy On, Like On e Way On. O Mobi Way On verde Amalfi (que parece azul) é o mais caro de toda a linha com preço total de R$ 45.725.

Mas a lista de equipamentos é grande e cheia de mimos como sensor de estacionamento traseiro, espelho do lado direito com rebatimento quando a ré é engatada, regulagem de altura dos cintos dianteiros e porta-revistas nos encostos dos bancos dianteiros, entre outros. Dessa lista dois itens me chamaram a atenção, o HSD (High Safety Drive)  e o Lane Change. Realmente eu pensei que se tratavam de equipamentos de categorias superiores e fiquei intrigado em não tê-los percebido durante o teste. Culpa do marketing da Fiat. O HSD nada mais é que o conjunto de bolsas infláveis frontais e ABS (obrigatórios por lei!) e o Lane Change é o simples pisca-5, que aciona as luzes de direção por cinco vezes com acionamento parcial da alavanca de seta. Fala sério!

fiat-mobi-way-on-14 Fiat Mobi Way On FIAT MOBI WAY ON, NO USO Fiat Mobi Way On 14

O sistema de áudio poderia ser melhor na qualidade do som e no acionamento dos botões. Mesmo com o meu celular já pareado não consegui uma maneira de conexão automática ao ligar o Bluetooth do meu celular. E os mostradores do painel de instrumentos ficam invisíveis dependendo do reflexo. Nunca vi um carro assim.

O Mobi já está encontrando seus consumidores, é atraente atende bem o seu propósito. E a versão Way On, é atraente tanto no visual quanto no nível de equipamentos desde que seu posicionamento de preço mantenha uma boa distância dos carros compactos e de carros com mais tecnologia e usabilidade, como o up!, por exemplo. E quando o mercado entender melhor sua proposta ele poderá ter um papel de mais destaque.

PK

(Atualizada em 27/10/16 às 15h30, correção de informação do tipo de assistência de direção, hidráulica e não elétrica)

FICHA TÉCNICA MOBI WAY ON
MOTOR
InstalaçãoDianteiro, transversal
Material do bloco/cabeçoteFerro fundido / alumínio
Configuração / n° de cilindrosEm linha / 4
Diâmetro x curso70 x 64,9 mm
Cilindrada999 cm³
AspiraçãoAtmosférica
Taxa de compressão12,15:1
Potência máxima73 cv a 6.250 rpm (G) / 75 cv a 6.250 rpm (A)
Torque máximo9,5 m·kgf a 3.850 (G) / 9,9 m·kgf a 3.850 (A)
N° de válvulas por cilindroDuas
N° de comando de válvulas /localização/acionamento1 / cabeçote /correia dentada
Formação de misturaInjeção eletrônica no duto
Gerenciamento do motorMagneti Marelli integrando injeção e ignição
ALIMENTAÇÃO
CombustívelGasolina com álcool e/ou álcool
TRANSMISSÃO
EmbreagemMonodisco a seco, comando mecânico a cabo
Câmbio / rodas motrizesTranseixo manual / dianteiras
N° de marchas5 à frente e 1 à ré
Relações de transmissão1ª. 4,273:1; 2ª. 2,216:1; 3ª. 1,444:1; 4ª.1,029:1; 5ª. 0,838:1; ré 3,909:1
Relação do diferencial4,200:1
FREIOS
De serviçoHidráulico, duplo circuito em diagonal, servoassistido, ABS
DianteirosDisco Ø 257 mm
TraseirosTambor Ø 185 mm
SUSPENSÃO
DianteiraIndependente, McPherson, mola helicoidal. amortecedor pressurizado e barra estabilizadora Ø 18 mm
TraseiraEixo de torção, mola helicoidal e amortecedor hidráulico
DIREÇÃO
TipoPinhão e cremalheira, assistência hidráulica
Diâmetro mínimo de curva9,96 m
RODAS E PNEUS
RodasAlumínio, 5,5Jx14
Pneus175/65R14T
EstepeRoda de aço 5,5Jx14, pneu 175/65R14T
PESOS
Em ordem de marcha966 kg
Carga útil400 kg
Peso rebocável (sem freio)400 kg
CONSTRUÇÃO
TipoMonobloco em aço, hatchback 4-portas, 5 lugares
DIMENSÕES EXTERNAS
Comprimento3.596 mm
Largura (sem espelhos)1.685 mm
Altura1.550 mm (inclui as barras de teto)
Distância entre eixos2.305 mm
Bitola dianteira/traseira1.396 /1.400 mm
Distância mínima do solo (vazio)171 mm
CAPACIDADES
Porta-malas215 litros
Tanque de combustível47 litros
DESEMPENHO
Velocidade máxima (km/h)151 (G) / 152 (A)
Aceleração 0-100 km/h (s)14,6 (G) / 13,8 (A)
CONSUMO DE COMBUSTÍVEL (INMETRO/PBE)
Cidade11,9 km/l (G) e 8,4 km/l (A)
Estrada13,3 km/l (G) e 9,2 km/l (A)
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em 5ª30,3 km/h
Rotação em 5ª a 120 km/h3.960 rpm
Rotação à velocidade máxima em 4ª6.200 rpm
Alcande das marchas a 6.750 rpm1ª 40 km/h; 2ª 77 km/h; 3ª 119 km/h; 4ª 152 km/h
GARANTIA E MANUTENÇÃO
Duração da garantia3 anos
Revisões, intervalo (km)10.000
Troca de óleo do motor (km/tempo)10.000 / 1 ano

Sobre o Autor

Paulo Keller
Editor Geral

Engenheiro mecânico com pós-graduação em marketing e administração de negócios iniciou um grupo de discussão sobre o mundo do automóvel no final dos anos 90. Em 2008 percebeu que a riqueza do conteúdo desse grupo não deveria ser restrita aos seus integrantes e então criou o blog AUTOentusiastas. Seus posts são enriquecidos com belas fotos que ajudam a transmitir sua emoção e sensibilidade. Além de formatar e manter as mídias sociais do site. Visite: www.paulokeller.tumblr.com.

Publicações Relacionadas

  • Luciano Ferreira Lima

    Eu gostei do design, porém acho que faltou esmero da Fiat no espaço interno, já que ela fez escola quando lançou o Uno em 84 se não me engano com espaço de convento gregoriano, porém é gosto pessoal e não reflete a opinião de todos. Mas a Fiat poderia ter aumentado o espaço para as pernas de quem vai atrás mesmo em detrimento total do que ainda sobrava de porta-malas. Já que a proposta é tipicamente urbana, por que não se sentir um rei mesmo sentado atrás em direção ao trabalho?

    • Lemming®

      Pois é…
      Não podiam colocar o banco traseiro sobre trilhos? Aumenta ou diminui o espaço de acordo com a conveniência.

  • Rafael Alx

    Eu até entendo a proposta do subcompacto, e pouco porta-malas para quem anda mais na cidade ou viaja só o casal, até é ok, mas o espaço para pernas no banco traseiro é sofrível. PK, vc está na faixa dos 1,80 m como Arnaldo e Bob? Um motorista entre 1,65 e 1,75m amenizaria a falta de espaço atrás?

    Já que o entre-eixos é de Fiat 500, e a ideia é carregar gente atrás esporadicamente, acho que o carrinho merecia uma versão 2-portas também.

  • Lucas Vieira

    Caio, acho que o Fire EVO usa tuchos hidráulicos que dispensam regulagens de válvulas. Confere isso?

  • João Guilherme Tuhu

    Este Mobi tinha que ser mais barato. E é bem feinho e apertado. Ele atropela a grade de vendas do Uno, por isso creio que a Fiat manterá a versão com motor ‘antigo’ Fire por um preço similar ao Onix Joy, da GM, que a meu ver é bem superior aos dois e ao Up da VW, que é outro que padece da falta de preço adequado. É o Onix que eu compraria atualmente neste segmento de mercado.

    • Roberto Neves

      Rapaz, eu tinha um certo preconceito inexplicável contra os carros da GM, até que aluguei um Aveo no Chile, este ano. Que carrinho gostoso, apesar de não ter nada de excepcional. Deve ser o equilíbrio que foi comentado aqui estes dias. Hoje, provavelmente, eu compraria um Onix sedan, que é o “Prisma” (as aspas devem-se ao fato da reciclagem do nome). Abraço.

  • Leônidas Salazar

    Em sua proposta de uso, o Mobi só carece do câmbio automatizado do Uno, que talvez seja oferecido com o motor de 3 cilindros, tomara!

  • Leônidas Salazar

    Todos que eu conheço acham o Mobi bonito. Eu lamento por ele não ter o câmbio automatizado do Uno, e por mais nada.

  • C. A. Oliveira

    Excelente reportagem, Keller. Uma brilhante avaliação, a qual notadamente faz uma crítica construtiva aos pontos frágeis do veículo, sem deixar de mencionar os aspectos agradáveis.
    Mas nada, absolutamente nada, me convence que o Mobi seja melhor que o 500. Na minha modesta opinião de leigo, a Fiat perdeu a grande oportunidade de “popularizar” o pequeno Bambino, posicionando-o como carro de entrada. Poderiam ser retirados vários equipamentos, como já existe numa versão americana chamada “Pop”, para que o preço ficasse mais acessível.
    Essa questão de criar grandes expectativas em torno de modelos populares, se minha memória não me trai, ao menos aqui no Brasil, começou com o Celta. Em fins de 2000, houve todo um rebuliço ao redor das personalizações que poderiam ser feitas no carro (um kit de pintura e algumas carenagens…), bem como a forma através da qual ele poderia ser comprado (pela Internet), o que acabou não funcionando, considerando que a maioria dos compradores de modelos populares não negocia à vista e nem possui cartão de crédito, que era exigido para tal. Ainda assim, logo se formaram longas “filas de espera” para adquirir o modelo.

  • C. A. Oliveira

    Opinião minha, com todo o respeito à sua.
    Ao contrário, o 500 é que deveria ocupar o lugar do Mobi.

  • C. A. Oliveira

    Carro popular mesmo é o ônibus! Preferencialmente, Mercedes com motorista particular!

  • Leônidas Salazar

    E ficou muito bom, melhor do que muitos esperavam.

    Consumo e desempenho: http://www.car.blog.br/2016/09/novo-fiat-uno-2017-10-e-13-firefly.html

  • Fat Jack

    Isso comprova que a Fiat ao invés de fortalecer o Mobi parece estar dando mais atenção ao Uno, vai entender…

  • Pablo Lopes

    Gustavo, também percebi essas semelhanças nas linhas assim que o Mobi foi lançado, mas infelizmente rebuscaram demais faróis e outros itens!

  • Pablo Lopes

    Jad Bal Ja, Só conheço o Leonidas Salazar, que achou o Mobi bonito, rsrs! O Mobi, assim como o Etios, não é elogiado por designers, como é elogiado o up!, que algumas pessoas também acham feio, só isso já diz…

    • Roberto Neves

      Conheço outro que gostou, um tal de Paulo Keller! 😉

  • L641, nessa linha de monstrinho quando saíram há o Fusca, o Uno…

  • G. Vilchez
    • Cristiano

      “Pesada” igual

  • Marco de Yparraguirre

    Tem sentido também, C.A.Oliveira.

  • Lemming®

    Vergonhoso…
    E tem “piloto” que fica fazendo graça com uma dessas…#jumentonovolante

  • Paulo Júnior, a assistência de direção é hidráulica, como consta da ficha técnica. Já foi corrigido no texto. Não vejo imprecisão no comando de câmbio do Mobi, pelo contrário. Inclusive, há nele uma coisa difícil de ver, a troca de canal ao passar para marcha superior — 2ª para 3ª e 4ª para 5ª — ser intuitiva e fácil.

  • Jad Bal Ja, você tem quantos anos? Eu, com quase 74, vi o Fusca chegar. Era a coisa mais estranha e feia do mundo. Quanto a Carro do Ano na Europa, estilo pesa muito pouco.

  • Wellington, não tem nada de desespero em lançar um carro novo, não sei de onde que você tirou isso. Já dirigiu o carro para afirmar que a Fiat deveria ter esperado o 3-cilindros? Alguém é obrigado a comprar qualquer coisa? Sobre o tamanho do cofre, por acaso o Mobi tem uma câmera apontado para essa parte do carro e a imagem fica em exibição permanente no painel? Acha que se a Fiat quisesse não teria aplicado porta-malas maior?

  • Paulo Júnior, o Paulo se confundiu ou pensou numa coisa e escreveu outra, isso acontece. Ou dada a proliferação da assistência elétrica, ou julgou seu funcionamento tão bom (e é realmente), que achou que a assistência era elétrica.
    Barras estabilizadoras não são elementos estruturais das suspensões, a não se no conceito original da suspensão McPherson, em que a barra é também o elemento de localização longitudinal da roda. Eram assim o Simca Chambord, o Fiat 147 e o Uno até 1987, que não podiam prescindir da barra. Depois foram acionados tensores longitudinais nos Fiat, matando o problema (suspensão McPherson contemplava carros de tração traseira somente). Não, ela em nada influi no alinhamento das rodas. A finalidade da barra é controlar a rolagem do veículo sem precisar usar molas mais duras que produzam o mesmo efeito. Ou seja, a barra é mais um elemento para conforto. E a razão de sua eliminação nos carros mais baratos é 95% custo e 5% peso. Se a barra fosse fundamental eu não a teria retirado (traseira) do meu Opala nos meus anos de corrida. Mesmo que a rolagem aumentasse, eu tinha mais tração, barra faz a roda interna diminuir ou perder toda a aderência.

  • Wellington, se você quer eco da sua visão distorcida sobre automóvel e indústria automobilístico, este decididamente não é o site. Aqui se conhece automóvel.

    • Wellington Myph13

      Só achava que o site deveria nos ajudar a apontar certos erros na indústria automobilística pra eliminar certos projetos do nosso mercado.
      Dizer que o Mobi é bom do jeito que foi feito, só aumenta a quantidade de porcarias que as montadoras podem nos trazer.
      Não quero que ele seja automático, nem 1.0T, nem espaço e porta-malas de SUV. Eu só queria um projeto melhor planejado. Não tem como negar que o Mobi poderia facilmente ser projetado pra usar somente o novo motor de 3 cilindros, ocupando menos espaço de cofre de motos, ampliando o espaco interno e porta malas.
      Que aguardassem o lançamento do motor, e não empurrar motor que está em fase de troca em uma novidade.
      Gosto das suas opiniões Bob, mas não acho que você deveria segurar certas críticas só “pelo bem” do Carro/Marca.

      E ainda não entendi onde minha visão é distorcida. Sites/Blogs de carros existem pra avaliar e dar suas opiniões. Apresentação paga pela montadora nos já temos aos montes na TV. Eu venho aqui pra conhecer melhor sobre automóvel, com certeza, mas também venho pra colher as críticas e elogios de cada modelo. E o Mobi, passa longe de ser um projeto de elogios ou passar batido sem criticar.

      • Wellington, esse seu comentário é a prova de sua visão distorcida e sinal de que você não está aproveitando ou assimilando o que procuramos transmitir aqui. Só um exemplo para não me alongar muito: você achar que um motor dimensionalmente menor instalado na transversal possibilitaria mais espaço para passageiros e no porta-malas. Este site não diz coisas que o leitor quer ouvir, para isso há dezenas deles, mas diz coisas dentro de toda racionalidade. Cabe ao leitor aproveitá-las ou não, e pelo jeito esse parece ser o seu caso.

      • Comentarista

        Nunca li tanta baboseira num comentário. Você quer ler o que VOCÊ acha que é certo e o que você queria num carro. Tem o up!, compra um, tem o Ka, Picante, HB20, e menores o 500 e o Smart.

  • braulio, não são só adultos que acessam e usam o banco traseiro, lembre-se.

    • braulio

      Bob, na época em que eu era criança, carro de quatro portas era igual mato: Não se via sobre o asfalto. Posso garantir que as pessoas de minha geração cresceram com ótimas lembranças, e nenhuma delas feneceu por conta do malabarismo de entrar desviando do banco dianteiro. Na verdade, viajava-se inclusive no chiqueirinho do Fusca, o que é uma ideia inconcebível nos dias atuais, mas incrível quando se tem menos de um metro de altura.
      Ainda equaciono que a porta mais ampla, o banco reclinável ou rebatível (está certo que o do Fiat 500 não é um bom exemplo a seguir… Pensemos em algo como o do Mille ou do Palio) e a tranquilidade de não precisar lembrar da travinha para impedir que a criança mexa na porta com o carro em movimento são vantagens que compensam o malabarismo de entrada e saída. Para pessoas com mobilidade reduzida, é de bom tom, de qualquer modo, oferecer o banco dianteiro, que oferece maior espaço, tem mais opções de ajustes e permite um maior ângulo de abertura da porta. Logo, se são duas ou quatro, é indiferente. Por fim, há a questão estética,na qual portas a menos facilitam a harmonia de linhas em um compacto, resultando em uma carroceria mais harmoniosa (Pensemos em comparar Lifan 320 com um Morris Mini de mesmo ano).
      P. S. Não queria impor a carroceria de três portas, apenas estou lamentando não ter essa opção.

      • braulio, de total acordo, tem de haver opção. O Escort foi lançado com duas e quatro portas, simultaneamente, algo que não se repetiria nunca mais. Particularmente prefiro quatro portas sempre, mas quem faz questão de duas tem de ser atendido.

  • WSR

    O Mobi não é um carro para gente preguiçosa. Rebater os bancos traseiros (ou apenas parte) e abrir as portas traseiras quando se precisa de espaço (ou de acesso mais fácil ao porta-malas ampliado), pisar no pedal da embreagem, passar marcha e afundar o pé no acelerador são coisas que dão trabalho demais. Definitivamente não serve para brasileiros, mesmo sendo bom na categoria dele. Ah sim, o motor possui um cilindro a mais, que tragédia. Logo irão implorar por carros V11, V7, V5, porque 1 cilindro “a mais” é feio. Aliás, o que é esse tal de cilindro? Rs.

    • WSR, exatamente!!! E motor de quatro cilindros, juntamente com o câmbio manual, está virando coisa de pobre!

  • Jad Bal Ja, talvez você não saiba, mas quando Heinz Nordhoff assumiu a direção da VW em janeiro de 1948, ele que vinha da GM (Opel) achou uma tarefa hercúlea um carro projetado há 14 anos (1934) e de desenho antiquado ter muita chance de sucesso. Portanto, não sou só eu que o achava estranho quando chegou ao Brasil em 1950. Bem, das características do Fusca daquele tempo nem é bom falar… O Fusca foi um sucesso justamente pela diretriz de Nordhoff em realçar dois aspectos fundamentais: qualidade e assistência técnica. Já o Uno, esse você deve ter idade para se lembrar, foi ridicularizado no início, logo recebeu o maldoso apelido de botinha ortopédica, do qual demorou a se livrar. É a velha história, falar de sucesso depois de ocorrido é fácil.

  • André, esse tipo de amortecedor não interfere na resistência à rolagem. A mola interna apenas aumenta a força de distensão da suspensão para melhor contato da roda com o solo. A função da barra estabilizadora é exatamente inversa. Segundo sei, esse amortecedor foi usado apenas na Palio Weekend Adventure Locker uns anos atrás. Quanto à barra estabilizadora, ela só exerce trabalho nos movimentos assimétricos da suspensão, que é quando o veículo rola. Seu uso tem a ver exclusivamente com conforto ao permitir molas mais macias sem perda de controle de rolagem.

    • André

      Bob, sim e não ao mesmo tempo rsrsrs…O power shock realmente só atua na extensão, mas mesmo assim ele contem o roll. Não sei o quanto você entende de física mas vou tentar explicar. A mola que ele possui internamente só atua no curso negativo (extensão), com isso, quando a roda se desloca para baixo ele segura a roda e como consequencia ele tambem segura a carroceria ao mesmo tempo. Imagine você tentando esticar uma mola, ela fará força no sentido contrário e em ambas suas extremidades. É exatamente isso que acontece no no power shock. Com a utilização dele tem-se uma redução de roll só que perda em tração. Quanto à utilização dele, ela se extende a outros veículos como:
      • Fiat Palio RST III 1.0 (2007 em diante): Amortecedor Dianteiro – GP32800PS
      • Fiat Palio Adventure II Locker (2008 em diante): Amortecedor Dianteiro – GP30352PS
      • Fiat Strada Adventure III Locker (2008 em diante): Amortecedor Dianteiro – GP30352PS
      • Fiat Strada Working / Trekking (2008 em diante): Amortecedor Dianteiro – GP30352PS
      • Fiat Uno (2008 em diante, todos sem Barra Estabilizadora): Amortecedor Dianteiro –
      GP3282SPS (DE) GP32823PS (DD)

      O uso dele não se resume a veículos Fiat.
      De uma olhada nesses links para conferir o que digo

      http://www.mmcofap.com.br/noticias-interna.aspx?id=9
      http://omecanico.com.br/aplicacao-de-amortecedores-power-shock-em-modelos-fiat/

      Abraço

      • André, você tem razão quanto ao funcionamento da mola interna ser de tração, não de compressão, eu confundi. Na verdade ela faz o contato da roda interna à curva diminuir e não aumentar, como eu disse. Com isso ocorre a “simulação” que você mencionou, que é a mesma transferência de peso para roda externa à curva que uma barra estabilizadora provoca (tirar pressão da roda interna contra o solo), desta forma aumentando o ângulo de deriva daquele pneu e levando-o a perder aderência. Mas não há absolutamente nenhuma contenção da rolagem que uma barra estabilizadora provê (ou molas de suspensão mais fortes), já que a resistência à compressão da mola mais amortecedor da roda externa não muda. Ou seja, com ou sem o amortecedor Power Shock, demais condições iguais, a rolagem do veículo nas curvas é exatamente a mesma. Apenas o veículo tem o mesmo comportamento em curva como se tivesse a barra estabilizadora (por exemplo, se era ligeiramente subesterçante com barra, continua ligeiramente subesteçante sem ela, mas vai rolar mais, isso é líquido e certo).
        Estive no lançamento da Palio Weekend Adventure Locker em Porto de Galinhas, na Grande Recife, em maio de 2008, ocasião em que esse amortecedor foi apresentado pela Magneti Marelli, então pertencente ao Grupo Fiat (atualmente pertence à FCA). Na explanação de um técnico da Marelli, perguntei “mas a rolagem não muda, certo?” “Certo”, respondeu.

  • Roberto Neves, são os “testadores de ficha técnica”. Está cheio deles. O carro é muito bom.

    • Roberto Neves

      Aliás, Bob, decidi comprar o meu depois de ler tua avaliação de carro semelhante, porém automático, e não me arrependi (o meu tem câmbio manual).

  • Comentarista

    Uai, o Mobi é um uno Velho que você já teve?

  • agent008, para você ver como são as coisas: nunca, em carro algum, vi marcha dura de desengatar, como você e o Fórmula Finesse disseram.

    • agent008

      Bob, talvez dura seja uma palavra muito pesada, diria que não desenharam tão fácil ou “telepaticamente” quanto caixas, por exemplo, da VW OU Ford.

      • agent008, muito estranho isso, esse problema de desengate duro, nunca vi mesmo.

  • Caio Ferrari

    Estranho, pois os motores são os mesmos.

  • A proposta do Mobi é boa. O que mata é a carinha dele!
    Me perdoem, fãs do modelo, mas para mim, o Mobi não passa de uma versão “século XXI” para isso:
    https://uploads.disquscdn.com/images/aa67e9ac6c6e436104e60becd52a5d82f3622b841b2118be74fc8329d838a76d.jpg
    https://uploads.disquscdn.com/images/0dfe48cdac50481218980ecf5404731302afe92cebf9e63ff510a97eadec5895.jpg
    https://www.flatout.com.br/pag-nick-este-classico-brasileiro-com-motor-de-gol-gti-pode-ser-seu/
    Olhem só as semelhanças!
    -Anísio Campos fez o papel de FIAT.
    -Saveiro foi carro doador, como o Uno.
    -Sofreu recortes, mutilações e gambiarras.
    -Ficou uma versão mais feia e curta do carro que o originou!
    Curioso, que eu nunca tinha conseguido descrever o que senti quando vi o Mobi. Quando apareceu essa matéria no FlatOut, pensei: “AÍ O MOBI DOS ANOS 80”

  • agent008

    Sim, sei disso, mas também sei o que vivi que foi o relatado. Por que, não sei. Talvez a manutenção, embora o Uno tivesse cerca de 5.000 km e o Palio mais de 28.000. Vai saber…

  • Mike Castro, claro que não pegou pesado. É sua opinião!

  • Robertom

    Para mim este é o tamanho errado para um carro, pequeno demais, o interior fica super apertado e o banco traseiro só serve para crianças pequenas ou para torturar eventuais caronas.
    Fica a impressão que o Marketing da Fiat quis criar um concorrente para o Up!, evidentemente sem o capricho do carrinho da VW.
    Um veículo apenas um pouco maior e com um custo e consumo semelhante já pode ser considerado de “tamanho decente” para transportar 4 pessoas e alguma bagagem.