CAC — Club de Automóviles Clásicos — brindou o público com a 16a  edição da Autoclásica, Buenos Aires. Conhecido, membro seleto clube dos oito mais importantes, não maiores, no mundo. Importância advém de serem concursos de elegância, seguindo os passos do famoso Villa D’Este na Itália realizado desde 1929.

Feira aparentemente diminuiu, mas público cresceu e ficou mais jovem. Algumas figurinhas carimbadas como os tradicionais Club Ferrari, Alfa Romeo Club e Porsche Club não apareceram, e o CAS — Club de Automóviles Sport teve presença modesta, e no espaço aberto outros clubes se expandiram, em especial os de motos; outros mostraram mais automóveis, com destaque marcas americanas.

Grande homenageada do ano, Jaguar ocupou a alameda de honra com 34 exemplares de qualidade impressionante. Como sempre ocorre com as marcas em destaque, os colecionistas argentinos sacaram da manga um “melhor de cada”, expondo SS, XK 120 e 150, C, D, E, MKII, MK VII , XJS etc, de pista e de rua, além de modelos modernos. Também homenageada a Torino, comemorando 50 anos. Levou duas das três unidades que competiram em Nürburgring.

Na área dedicada à tecnologia ianque houve muito investimento por parte dos restauradores. Os mais elaborados estandes, ostentando belas mulheres com roupas decotadas ladeando os impecavelmente restaurados Chevys, Fords e Hemis. A música, antes concentrada próxima à saída tomou assumiu os estandes da alameda principal, ambientada em dioaramas de 1:1 com cenas americanas antigas ligadas ao trio automóvel-moto-posto de gasolina. Apesar de belo, a olhos analíticos, parece, na Autoclásica o “negócio” supera o “ideal”.

Duas Rodas

Outro setor de grande expansão foi a de motos, assenhorando-se de grande e circular área, exibindo centenas de veículos, alguns exclusivos e muitas figurinhas repetidas. Diferente da filosofia primordialmente antigomobilista da área de carros, do esconde-mostra tornando a feira atraente, sempre com grandes novidades, a área de motos é um grande encontro ainda sem rumo definido, salvo exceções como recriação de exemplar preparado na Argentina, sobre BMW R, para recordes de velocidade. Foi premiado em sua categoria.

Outra demonstração do distanciamento entre passado e presente, motos e carros, foi a premiação do Club Motonetas Picantes como melhor clube de motos. Ao receber o troféu, em meio à euforia, o grande grupo demorou tanto tempo para para deixar a rampa das premiações, que fez o mestre de cerimônia pedir várias vezes para se retirassem. Os membros do Club com barba “lenhador”, macacões de mecânico com lenços amarrados no joelho, muitas tatuagens e moças de pin-ups mostravam o que talvez seja a renovação dos quadros antigomobilistas. Muitos antigomobilistas de hoje foram cabeludos ou transviados há décadas atrás. Uma coisa é certa: fizeram a festa.

Mescla 

Veículos militares faziam a ponte entre carros e motos. Este ano a mostra contou, além dos jipes e blindados, com a cabine completa de avião de combate Gloster Meteor, com direito a boneco-piloto paramentado com indumentária de época. Possíveis as fotos nas armas e veículos, inundaram as redes sociais.

Permaneceu a tradição de ligar os motores dos carros para estimular o sentido da audição dos visitantes. O barulho obviamente é diferente, agudo ou grave, rápido ou quase moribundo, mas é impressionante como cada motor emite cheiros distintos e ligados à sua personalidade. A tecnologia, afinação, saúde, capricho, cada uma das variáveis constrói um pouco do odor próprio. Um Brabham de Fórmula 1 exala ímpeto, enquanto o dois-tempos dos DKW lembra da vovó. Na Autoclásica o barulho atrai e o olfato, completa.

As demonstrações dinâmicas, diferencial ante seus eventos pares, novamente ganharam um circuito no final da alameda principal, neste ano circundando a área de Autos de Competición, acessível por passarela lembrando autódromo real. Ver raridades andando é ainda mais empolgante que apenas vê-los. As demonstrações de carros de corrida, reais e em miniatura, tiraram o fôlego de muitos entusiastas.

Demonstração ímpar, simulada corrida entre três ícones quase contemporâneos, Alfa Romeo 308 8C do final dos anos 30, Simca-Gordini T15 da década de 40 e Maserati 250F da década de 50, então pilotados por Oscar Galvez, Juan Manuel Fangio e José Froilán Gonzalez, ídolos do automobilismo argentino de competição.

Outro a provocar suspiros na demonstração dinâmica foi o Ferrari 250 LM (Le Mans) de 1964. Sua arrancada precisa e o barulho redondo eram música aos ouvidos treinados e invocavam o espírito de seu ex-piloto, o notável Jochen Rindt, com ele vencedor do Grande Prêmio da Áustria de 1966 para protótipos. Era possível ver os iniciados babando ao segurar a grade, brigando por melhor visão. Aos novatos, chegados desavisados, atraídos pela multidão compacta, o êxtase vinha quase que automaticamente ao perceberem se tratar de um Ferrari andando. O mítico Cavallino Rampante gera isso em todos.

Uma linha com dezena dos principais premiados no passado ficou na contrarrua dos Jaguar, incluindo o Mercedes-Benz 300 SL Gull Wing 1955, Best of Show em 2015, Alfa Romeo Freccia D’Oro e TZ, Lamborghini 3500 GT, entre outros, sendo a maior concentração de beleza automobilística do evento.

No tema merece destaque o Club Cisitalia. Dois de seus cinco exemplares expostos foram premiados. Todos em restaurações impecáveis, mas destacavam-se a ousada carroceria da versão Abarth Record Monza e a extrema beleza do modelo 202 de 1948, desenhado por Battista “Pinin” Farina. Para noção da rara beleza, um exemplar é parte do acervo permanente do MoMA – o Museu de Arte Moderna de Nova York. Impressionavam pela qualidade o mecanismo do teto e os instrumentos. Um detalhe o afastou de um possível Best of Show: marca pouco contribuiu à história do automóvel, item ponderado no julgamento.

Ocasião

Uma dezena de charmosos alemães Borgward Isabella bem representaram a marca. Presente nas belíssima versão Coupé, e agradável Sedã 2-portas — 1.000 unidades montadas na Argentina —, estande com sala de projeção contava sua história. Quem viu percebeu estratégico final enxertado para mostrar um encontro de Isabellas no lançamento do revival da marca, agora fabricada sob licença e forma de SUV na China.

A nova Borgward foi uma das patrocinadoras e sua estratégia de marketing a conecta com o passado longínquo. Com um hiato tão grande é difícil saber se vai funcionar.

Maestria

Também patrocinadora Renault agiu com maestria ligando presente ao passado, com uma time line da marca até seu carro esportivo de topo atual, o Renault Mégane R.S. Passeou nas limousines de chauffeur da primeira década do Século XX, passou por corredores natos da década de 50 e 60, como o R4 e o parente do nosso Willys Interlagos, o Alpine A 108, e Renault 110. Renault trouxe também, pela primeira vez na Autoclásica, a exposição Speed Legends. Nesta parte ficaram expostos o Étoile Filante (estrela cadente), marcando três recordes de velocidade no famoso lago de sal de Bonneville, Utah, em 1956. Perfilado a este ícone o Dauphine “Bonneville”, construído pela Renault Classics para acompanhar o Étoile Filante. Os dois Renaults do Speed Legends deram o ar da graça no circuito, mostrando beleza no rodar. Grande jogada. Touché!

A Feira

Autojumble, como os argentinos chamam a feira de peças, é sempre ponto alto. Feira de partes e memorabilia grande e variada. Nada para nacionais, pontuou célebre antigomobilista do Espírito Santo. Lá o nacional é o excelente vinho, os Torinos, os Falcons, os Renaults, os Peugeots etc. Pouco ou nada compatível com os nossos Nacionais. A se observar, a dinâmica da feira. Coluna informa, poucos itens propositalmente estão com preços. A forma argentina de fazer isso é mais pessoal. Afaste a placa Não toque para achar o desejado. Depois, pergunte, eles adoram responder. Espanhol ruim? Quem liga? Eles não. Outro antigomobilista de Curitiba puxou o fio da meada e em meio à feira foi visitar galpão com antigo estoque de concessionária portenha fechada há 20 anos, com direito a nova amizade e bolsa cheia de peças. Arrisque e petisque.

Prêmios

Premiação deu-se no penúltimo dia, domingo, e situou a distância entre o grosso da audiência e a tradição dos expositores de primeira linha, guardiões do passado. A plateia de chapéus, dita VIP e do lado de dentro do cercado, aplaudiu empolgadamente belo carro ao enguiçar na rampa de premiação, enquanto a patuléia ria e desdenhava. Aliás, pouco ou nada foi aplaudido pelos não-Vips, apenas empolgada com as Motonetas Picantes e a passagem dos dois Ferraris.

O duelo final foi decidido com pompa e circunstância entre o trio Ferrari 250 LM de 1964, Ford GT 40 e belíssimo BMW 507 primeira série de 1957 (foto de abertura). Foi o trio mais recente a vencer o grande prêmio, demonstrando renovação no conceito de elegância, sempre focado em veículos pré-guerra. O Ford GT 40 impressionou os incautos com seu roncar bruto, e os entendidos pelo desempenho esportivo-histórico notável, feito para superar a Ferrari em Le Mans, conseguido a partir de 1966.

O brilho do vermelho hipnotizou e a música exaurida do seu escape cativaram. Neste duelo antológico o Ferrari 250 LM 1964 levou a Scuderia para frente outra vez, Best of Show. Ganhou também na categoria e o Prémio Germán Sopeña, escolha de jornalistas ao melhor esportivo. (Carlos Elysio Garcia, Casé)

Hora do cisma

Em qualquer atividade humana há competitividade. Automóveis antigos não são exceção. Há disputa, vaidades, egos polidos, egos feridos. Isto se mede no encontro de antigos no posto de gasolina, na Autoclásica, em Pebble Beach. Colocação vem a propósito do vencedor, Gregorio Perez Companc, lastreado em euros e automóveis, de dois do trio vencedor, emplacou o Ferrari — por ele pagou 4,51 milhões de euros há anos num leilão na sede da Ferrari — e mítico BMW 507.

Goyo, como o chamam os íntimos, não participava da Autoclásica há sete anos, após sentir-se desprestigiado por não vencer com Ferrari 330TRI/LM Testa Rossa.

No clima, neste ano um vencedor habitual não apareceu. É o homem da Etiqueta Negra, marca de roupas já chegada do Brasil. Outro habitual em Pebble Beach, também disse ausente.

Parece o segundo capítulo da rusga argentina.

Acima de pneus, registro prêmio para a lancha Marea. Projeto de Oscar Pagliatini é escultórico casamento entre partes em alumínio de antigo Alfa Romeo de competição e o casco em madeira. Motor, Alfa 1900 marinizado. Depois, motor de JK e de 2300. (RN)

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Insólita mescla de carro de corridas com lancha, a Marea Alfa Romeo

 

Peugeot fará picape grande

Seguindo tendência mundial, Peugeot desenvolve picape para fazer presença em segmento de constante expansão. Marcas distantes, como Renault e Mercedes-Benz, já se aproximaram, e terão produto assemelhado com estas e mais o emblema Nissan, todos feitos na Argentina. A vizinha e a Tailândia são importantes bases de produção e distribuição deste produto.

Peugeot entrará na lista, de acordo com informação transmitida por Laurent Blanchet, responsável pelos produtos da marca, ao jornalista uruguaio Rodrigo Barcia à abertura do Salão de Paris. Na mostra expôs sua nova postura de mercado: o caminho dos SUV e SAV. Na prática evoluiu seu modelo 3008 de crossover para SUV. E lançou o 5008, grande, para sete passageiros, seu maior produto.

Picape é dos veículos mais simples para criar e montar, e Peugeot tem alguma experiência, na década de ’80 quando fez o modelo 504 diesel sob carroceria deste sedã na Argentina. Virada do século no Brasil criou o Hoggar, vindo e ido sem noção ou posição.

Apesar do exemplo de produção sul-americana — onde estão Toyota, Ford, GM, Mitsubishi e Volkswagen —, o picape Peugeot aparecerá no norte da África. Na América do Sul querem sedimentar, primeiro, a noção de qualidade do produto.

Fa-lo-á com sócio chinês Dongfeng. Poderoso, tem negócios na China com o grupo PSA, e foi à França comprando 1/6 da centenária empresa. No país de origem tem sociedade com Renault, Nissan, Peugeot, Cummins, Dana.

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Picape Peugeot deve ter identificação visual com o novo 5008

 

Roda-a-Roda

 Aniversário – Veículo ímpar, único multisserviço capaz de trabalhar como rebocador, trator, caminhão, locomotiva, ônibus, máquina de operações e uso militar, Unimog comemora 70 anos.

História – Projeto solitário, o engenheiro alemão Albert Friedrich desenvolveu-o para múltiplas funções, e especialmente, unidade de força na agricultura, onde fez a base de seu sucesso. Séries iniciais, com motor de apenas 25 cv faziam todo o trabalho mecânico das pequenas fazendas.

Hoje – Assumido pela Daimler-Benz, passados 70 anos e 30 séries diferentes o Unimog, acrônimo de Universal-Motor-Gerät, “máquina motorizada de aplicações universais ”, já vendeu mais de 400 mil unidades e amplia o espírito básico de sua proposta.

Triste – Sete de outubro será data lembrada na peculiar indústria automobilística da Austrália e sua fama de conseguir fazer produtos a partir de projetos superados. Ford encerrou produção após 91 anos de atividade, e GM fechou uma de suas fábricas. Projeta-se 15 mil empregos foram suprimidos.

Situação – Razões para a decisão comum de marca a marca — Toyota fechará junto com GM —, está no fluxo de carros orientais mais baratos e equipados; acordos comerciais com, por exemplo, a Tailândia descarregando picapes de origem japonesa em quantidade industrial, desinteresse das grandes marcas em investir para trocar produtos por outros competitivos.

Avant – Aviso da Audi sobre produto atraente: iniciou vender A4 Avant — nome das camionetas da marca. Conjunto refinado, motor 2,0 TFSI Ultra, 190 cv, 32 m·kgf de torque, câmbio S tronic 7-marchas; virtual cockpit, a instrumentação eletrônica. Opcional, som 3D Bang&Olufsen. R$ 187.990.

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Audi A4 Avant

Referência – Para marcar 130 anos de pioneirismo, Mercedes-Benz fará em sua fábrica de Iracemápolis, SP, 100 unidades de série especial, a C 300 Anniversary Limited Edition. Motor 2,0 turbo, 245 cv, caixa automática de sete marchas, pintura especial, estrela no capô, madeira na decoração interna. Atinge 250 km/h e 100 km/h em 5,9 s. R$ 250 mil. Combinação de azul Cavansite com interior com couro cinza e azul é matadora.

Archivnummer: SSPIP47984

Mercedes C 300, série especial

Questão – Mercado em setembro experimentou queda relativamente a agosto, enegrecendo as perspectivas de menor queda anual. Razões curiosas: a greve dos bancos impediu o processamento de financiamentos; ruptura da Volkswagen com fabricantes de bancos pararam a produção.

Importados – Ao lado de caminhões, veículos importados registram a maior perda de mercado neste exercício. Até setembro as 27.227 unidades vendidas foram menores 42,2% ante as 47.107 registradas em idêntico período de 2016.

Solução – José Luiz Gandini, da Kia e presidente da Abeifa, associação dos importadores entende demonstrada pela crescente redução, a necessidade de revisão das normas para o setor. Primeiro pleito, a eliminação dos 30 pontos percentuais aplicados sobre o IPI, sobre ele incidindo cascata tributária.

Festa – Hyundai comemora quatro anos de atuação industrial no país. E resultados excepcionais: acertou no produto, o HB20, exclusivo para o Brasil; vendeu 650 mil unidades da família HB20; e, surpresa maior, marca estreante tem o hatch  como segundo veículo leve mais vendido no país.

Negócio – Volkswagen anunciou compra de 16,6% da americana Navistar, fabricante de caminhões International e dos motores MWM. Teoricamente junção da fome com a vontade de comer, resolvendo um dos problemas da International, motores. Novo sócio pode fornecer VW, MAN, Scania, suas marcas.

Mais – Para VW Caminhões e Ônibus é endosso ao projeto de ser líder mundial no segmento, com rentabilidade, inovações e presença global. International é marca sólida nos EUA, Canadá e México.

Festa – Pouco vistos em razão da pequena quantidade e densidade relativamente à frota, DAF comemora três anos e produção de 1.400 caminhões dos modelos XF 105 e CF 85 em sua fábrica de Ponta Grossa, PR.

E? – Primeira unidade vendida foi à Transportadora Begnini e rodou mais de 500 mil quilômetros. Diz a empresa, manutenção é metade do valor para outras marcas.

Novidade – De volta ao Brasil e trazendo a aura do charme do scooter,Vespa iniciou vender seu modelo Primavera, de inspiração histórica e em série numerada de 0001 a 1.0000. Lançamento a R$ 22.890.

Escudo – Ducati, marca de performáticas motos pertencente à Audi, mais nova associada de Abraciclo, associação corporativa fabricantes de bicicletas, ciclomotores e motos.

Ecologia – Fábrica Ford em São Bernardo do Campo zerou envio de resíduos do processo industrial a aterros sanitários, novo passo em sustentabilidade no Brasil. Matriz foi a primeira a ter diretoria para ecologia e meio ambiente.

Antigos – Sítio Retroauto, dedicado a veículos antigos, faz mescla de cobertura de eventos nacionais e estrangeiros de relevo; reúne anúncios do setor, miniaturas, literatura, viagens. Agradável, movimentado. http://www.retroauto.com.br

Gigante – Tomada de controle da gigante Monsanto pela maior Bayer, negócio de US$ 66B, preocupa. Bayer é centenária produtora de remédios em laboratório, desprezando a medicina natural. Monsanto, de produtos para agricultura, conhecida pelas sementes modificando o curso da natureza ao não se reproduzir.

Dúvida – Atuação traz, embricadamente, acusações de provocação de doenças graves, especialmente câncer. Olhar simplório vê perigosa soma de performances: Bayer produzirá remédios para as doenças provocadas pelos produtos Monsanto? Onde a barreira do lucro encontrará a do freio moral? Explicações oficiais com base científica serão bem-vindas.

RN

A coluna “De carro por aí” é de total responsabilidade do seu autor e não reflete necessariamente a opinião do AUTOentusiastas.


  • H_Oliveira

    Como eu queria ter retornado à Autoclásica este ano. Infelizmente tive que me recuperar do último arroubo de exploração além de ter que ter reestabelecido o funcionamento de meu Alfa Romeo e não pude ir… 🙁 Pelo menos fico com o reporte por aqui!

  • Claudio Abreu

    Lamentável o desmonte da indústria australiana. Que nos espera?