Chrysler é uma marca adorada, ponto! E obviamente devido ao seu sucesso de décadas atrás. Principalmente nos anos 1960 e 70, antes da crise do petróleo de 1973. E claro que esse sucesso é por causa da grande variedade de carros e motores muito legais. E curiosamente, legais não necessariamente pelo desempenho ou dirigibilidade, mas pela aura criada pelos nomes dos modelos, versões, nomes de motores, nomes de cores, uma miríade de faixas decorativas, detalhes externos e internos e pelas combinações fantásticas de tudo isso. Charger, Hemi, 440, Plum Crazy, Cuda, Magnum, Road Runner, Super Bee, R/T e assim vai…

E atualmente a Dodge tem buscado lá no passado o entusiasmo para seus modelos Dodge Charger e Challenger com versões e combinações mais bacanas a cada ano, chegando ao ápice com a dupla de Hellcats.

Felizmente aqui no Brasil temos adoradores das marcas da Chrysler e parte deles formam o Chrysler Clube do Brasil. O bacana desse clube é que eles são muito organizados e realizam um grande encontro anualmente. Este ano foi o 13º, chamado de Mopar Nationals, que aconteceu em agosto, em Águas de Lindoia (SP). Prometo que no ano que vem faço a chamada aqui. Neste ano fizemos apenas no Facebook.

Para mim, um dos maiores atrativos desses encontros, além dos próprios carros e gente legal, é a possibilidade de fotografar toda essa iconografia das marcas. Porém eu já participei de vários deles e já fotografei tudo de quase todos os jeitos. Sim, e daí? Daí que este ano resolvi fazer algo totalmente diferente, e que apresentasse toda essa iconografia de uma maneira mais vibrante.

O resultado está no vídeo e nas colagens abaixo. Espero que goste.

Boa semana!

PK

Sobre o Autor

Paulo Keller
Editor Geral

Engenheiro mecânico com pós-graduação em marketing e administração de negócios iniciou um grupo de discussão sobre o mundo do automóvel no final dos anos 90. Em 2008 percebeu que a riqueza do conteúdo desse grupo não deveria ser restrita aos seus integrantes e então criou o blog AUTOentusiastas. Seus posts são enriquecidos com belas fotos que ajudam a transmitir sua emoção e sensibilidade. Além de formatar e manter as mídias sociais do site. Visite: www.paulokeller.tumblr.com.

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  • Alessandro Peres

    Que BELÍSSIMO trabalho! A música, ângulos, detalhes e efeitos de fotografias que fizeram meu tédio de final de Domingo virarem poeira…
    Que carros de alta qualidade o Chrysler Clube do Brasil reuniu, juraria que o PK tinha voltado para Detroit.

    Obrigado pela injeção de adrenalina PK!

  • Mr. Car

    Muito bacana, e é isto mesmo, Keller: adorada, e ponto! Como já disse, se há uma marca da qual poderiam me acusar de fanboy, esta marca é a Chrysler, he, he! E gosto não só pelos míticos produtos do passado, como pelos de hoje também. Aí vai uma foto daquele que mais me faz babar, entre os nacionais: o Dodge Le Baron “triple blue” (carroceria azul, teto de vinil azul, e interior monocromático azul). Magnífico, bem como o cupê Magnum, he, he!
    Abraço.

    • Triple Blue!!! Mandou bem!

      • marcio pessoa de faria neto

        PK,se “bobear” o motor também é azul!

    • Antônio do Sul

      Outro dia, lembrei-me de você: vi um Charger R/T que, por ter meio teto de vinil, creio que seja de 1978, azul claro, com interior também todo azul.

  • Belo Polara, Mr. Car!

    • Mr. Car

      Bob, tenho algumas boas fotos de Polaras, que garimpei na Internet.
      Abraço.

      • Mr. Car, não sei você conhece a história do desenvolvimento do Polara. Ele é o Dodge 1800, que foi todo refeito nos mais diversos aspectos mecânicos pelo concessionário Dodge de Ourinhos, SP, o ex-piloto da Vemag, Mário César de Camargo Filho, mais conhecido no meio por “Marinho”. Ele deu toda a “receita” de suspensão (molas/amortecedores/buchas), calibração de freio e parâmetros do motor, tudo aceito na íntegra pela Chrysler. Foi ele quem acertou o carro como um todo. Muito amigo meu, está com 79 anos, infelizmente nada bem de saúde.

        • Luciano Ferreira Lima

          Interessantíssimo essa informação.

        • Antônio do Sul

          Muito interessante foi a atitude da diretoria da fábrica, que estava aberta às sugestões dos concessionários, que são aqueles que estão mais perto dos clientes e acompanham de perto as suas expectativas, críticas e desejos. Para mim, que estou de fora dos negócios automobilísticos, essa diretriz parece uma coisa muito óbvia, mas, no mundo real, deve ser tudo diferente.

  • Fórmula Finesse

    Arte!

  • Cláudio P

    PK, que belas imagens! Gostei muito do efeito artístico. Fale um pouco sobre como foram editadas.

  • Rogério Ferreira

    Nunca esqueci quando andei num Dart, a alavanca do câmbio espetada na coluna de direção, apenas três marchas, e cada click um empurrão, acompanhado do melodia grave do V-8… Nunca esqueci porque também não tirava os olhos de sua habilidosa e jovem motorista, a Claudinha, irmã mais velha de um colega, uma gata 18 anos, corpinho escultural, que fazia o que queria do potente Dodge. Hábil daquele jeito, deduzi que ela podia fazer o que quiser com qualquer coisa que tenha testosterona, como aquele carro e eu. Mistura de sensações perfeitas, para um garoto 13 anos! Meu tio também tinha um Polara, ano 1979, azul metálico com interior igualmente azul, lindo, um luxo só. Lembro de grandes passeios a bordo deste Dodginho, estava à venda, meu pai quase comprou, mas a crise de 1986 atrapalhou nossos planos e ainda esvaziou nossa garagem.

  • Antônio do Sul

    Isso é joia para passar de pai para filho! Parabéns pelo carrão. Admiro cada antigo muito conservado e, quando vejo algum meio caidinho, fico avaliando mentalmente os serviços de restauração que precisariam ser feitos, mas se tem algum nacional que me faz torcer o pescoço, esse é o “Dodjão”.

  • Adalberto Didou

    Meu primeiro automóvel foi um Dogde Polara 1979 marrom metálico, comprado em 1983, inesquecível. Aprendi a dirigir nele.