Agente da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de São Paulo “produzindo” para a prefeitura haddadiana. Local, área de desembarque/embarque do aeroporto de Congonhas, ontem, 18h45.

Em vez de ajudar, orientar no semicaos ocasionado pelo grande movimento de passageiros chegando e saindo, seja por transporte particular ou táxi/Uber, o “agente arrecadador” fica na calçada, de longe, à espreita, só multando.

Ao contrário de um colega, que, de fato, ajudava, pedindo aos motoristas para tirarem seus carros daquele ponto caso parados além do tempo necessário.

Pior, o tal agente arrecadador, quando via alguém desembarcar de carro na faixa de rolamento aproveitando os vários momentos de tráfego parado — nada mais lógico e até benéfico naquela confusão toda — “atirava” com sua ponta no aplicativo hoje utilizado para autuar, no melhor estilo dos franco-atiradores em tempo de guerra.

E ainda há quem refute a “indústria da multa”.

BS

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