Fruto de um programa do governo japonês para criar um carro popular de dimensões reduzidas após a II Guerra Mundial, o Subaru 360 K111 teve cerca de 392 mil unidades entre 1958 e 1971, sucesso que o tornou representativo dessa iniciativa. Por causa disso o pequeno hatch de 3 metros de comprimento e equipado com motor dois tempos de 360 cm3 de cilindrada acaba de ser incluído na lista do Patrimônio de Engenharia nacional pelo Instituto de Engenheiros Mecânicos do Japão.

O 360 K111 chegou a isentar seus proprietários da exigência de ter local para estacioná-lo fora das vias públicas, forma que as autoridades japonesas optaram para conceder o direito de possuir um automóvel. Embora o Brasil não tenha, ainda, problemas de espaço tão críticos, é de se pensar em listar projetos dignos de figurar como patrimônio da engenharia nacional. Trabalhos de Anísio Campos, Ari Antônio da Rocha e João Gurgel são três exemplos de propostas visionárias nas últimas décadas.

WG



  • Percio, é o Zeitgeist, espírito do tempo, de que o Alexander Gromow fala.

  • WSR

    Em Roma é possível ver uma boa quantidade do Toyota IQ tanto quanto do europeu smart. Fiquei com a impressão de que o tamanho do carro é inversamente proporcional ao que se tem no cérebro… rs.

  • Uber

    Mais gente pensou a mesma coisa:
    http://bestcars.uol.com.br/ph2/209b.htm

  • Uber

    Uma coisa curiosa que notei nas fotos é a cambagem acentuada das rodas traseiras!
    Pensava que fosse por causa dos cavaletes, mas mesmo sem elas são assim!

    As ruas do Japão daquela época não deveriam ser uma maravilha, mas precisava haver tanto espaço nas caixas de rodas dianteiras?