FCA, por sua marca Fiat, corre nos últimos retoques na evolução do Uno, a versão GSE (foto acima). Sigla de Global Small Engine, nova geração mundial de motores de pequena cilindrada. Começa com duas versões: 3 cilindros, 1,0, e projetados 80 cv, e melhor curva de torque na categoria – a grosso modo torque move o carro nas cidades; e 4 cilindros, 1,3 e a surpreendente potência de 109 cavalos-vapor — novo GM Onix com motor 1,4 gera 106 cv, e  VW Gol 1,6 104 cv. Para comparar motores, veja quantos cv produz por 1.000 cm³ de cilindrada. Quantidade maior indica modernidade.

É pacote de renovação e, como ouvi, o Carlos Eugênio — Dutra —, diretor comercial, quebrou o cofrinho. Na prática explica investimentos para agregar a maior quantidade de itens diferenciativos. Além da mudança na frente, perdendo os três furinhos na parte central, terá grade comportada, com elementos lembrando a colmeia dos antigos radiadores. Para-lamas, para-choques e grupo óptico também mudam.

Dentro, alteração nas em cores, tecidos, e possivelmente o painel do Grand Siena, como o fez no Palio 2017.

Parte operacional lidera. Além dos novos motores, intensa agregação de equipamentos eletrônicos para melhorar conforto, como vidros elétricos para as quatro portas e central multimídia. E performance, onde lidera a direção elétrica para reduzir consumo; idem o Stop&Start desligando o motor quando o carro para; ESP, equipamento de autoestabilização; ASR para corrigir perdas de tração; e Hill Holder — a trava eletrônica nos freios permitindo arrancar em subidas, sem o carro retroceder. Trará efeito positivo na caixa Dualogic.

Na prática a Fiat crê na expansão deste segmento e quer tornar seus produtos os de maior conteúdo e conforto, assim como em performance e economia. Em paralelo criar distância do Mobi forçando-o a assumir a liderança de vendas.

Motores à parte 

Nesta fase da indústria automobilística, quando advogados, burocratas e ecologistas se uniram para reduzir níveis de consumo e emissões, há revolução tecnológica nos motores. Intensa utilização de alumínio, redução de peso nas peças, de atrito entre elas, otimização do ciclo energético. Na verdade do balcão, menos emissões, menos consumo, sem letargia.

A nova família GSE muda parâmetros, mas conviverá por uns três anos com os então revolucionários motores Fire dos anos ’80. Pessoal da Fiat relata com orgulho técnico as conquistas feitas na primeira geração. O projeto, dizem, tem engenharia humana, entenda-se engenhosidade, praticamente começou do zero, sem ser evolução dos motores em produção. Muitas mudanças. Alumínio no bloco, cabeçote e cárter; volta da corrente de acionamento da árvore de comando de válvulas, abandonando a correia dentada; virabrequim defasado; câmaras de combustão tidas como as melhores do mundo. Neste primeiro degrau a combinação cilindrada x potência x torque x rendimento do automóvel x economia x emissões, tem os melhores resultados.

Parte de três cilindros 1,0, e adição de cilindro com idênticas medidas – e bielas, pistões, anéis, bronzinas comuns — cria o 1,3 contendo custos. Nesta direção despreza o uso de 4 válvulas por cilindro, o cabeçote DOHC, e o MultiAir, revolucionária patente Fiat, atendo-se ao centenário arranjo de apenas duas. Porém, com certeza, na próxima evolução, 8 válvulas e 1,4 turbo.

 

All New L200 Triton Sport, novo picape Mitsubishi

Precedida por informações desencontradas — seria importada; apresentação no Salão do Automóvel, — HPE, representante da Mitsubishi no Brasil fez pré-divulgação do novo modelo. Vendas, entretanto, apenas em outubro.

Construído em Catalão, GO, totalmente novo, mudança em chassis, medidas — está mais curto e com menor distância entre eixos —, novo motor 2,4-litros, totalmente em alumínio, mantendo características como comando variável para válvulas. Três versões: HPE Top; HPE; GLS. Sob o ponto de vista de Reinaldo Muratori, diretor de engenharia e planejamento, é evolução da família anterior, mantida em produção, com muito aptidão off-road.

Novo motor produz 190 cv e importantes 43,8 m·kgf em torque, variador de abertura de válvulas e turbocompressor.

Esteticamente é novo produto, com readministração do espaço interno para habitabilidade e maior inclinação do encosto do banco traseiro, apesar da redução das dimensões. Dentro equipamentos de segurança — 9 almofadas de ar —, os assistentes de freio e estabilidade; sistema de partida em subidas; e interessante adjutório para controlar derrapagens quando tracionando reboque.

Versão GLS usa caixa manual de 6 marchas, e o controle para engatar a tração das 4 rodas é feminina rodinha no console ligada a infinidade de fios, terminais, sensores, conexões. Saudades da lógica do Dr. Gurgel — João Augusto Conrado do Amaral Gurgel —, da fábrica com seu nome: peça que o carro não tem, não quebra. Nesta via os japoneses andam na contramão.

Em infodiversão, tela com 17,5 cm para controle de computador, som, GPS.

Quanto custam os picapes Mitsubishi

Triton Sport HPE Top 174.990
Triton Sport HPE 164.990
Triton Sport GLS – manual 131.990
Triton Antiga
Triton Savana MT 138.990
Triton Savana AT 146.990
Triton Outdoor AT 136.990
Triton GLX MT 111.990
Triton GL MT 105.990
Triton 2.4 Flex Outdoor 91.990

Dúvidas: Demandada, a assessoria de relacionamento com a imprensa não informou: quantas marchas tem a caixa automática; por que a versão antiga Savana com câmbio manual custa mais ante nova versão GLS, igualmente manual?

Foto Legenda 02 Coluna 3316- All New Triton

All New Triton. Menor por fora, maior por dentro (foto de divulgação)

 

Roda-a-Roda

Situação – Notícias sobre a possibilidade de venda do colosso Magneti Marelli à coreana Samsung fez ações da FCA saltarem quase 10%. Partes não comentam, mas a de olhos puxados quer usar áreas de iluminotécnica e infordivertimento para aumentar presença mundial. A de olhos vivos, quitar os volumosos empréstimos com vencimento em 2019.

Disputa – Grupo VW superou grupo Toyota no primeiro semestre: vendeu 5,120M automóveis e comerciais leves contra 5M. Disputa vinha acirrada, mas o Dieselgate, as emissões superiores ao limite legal, diminuíram as vendas. Neste ano, entretanto, parece haver consciência do público de o problema não afetar características dos produtos e confiança na marca. Toyota teve problemas com fornecimento de autopeças, causados por terremoto.

Retomada – Acreditando nos sinais de retomada econômica da área do Mercosul, José Luiz Gandini, nº 1 da operação KIA no Brasil, anunciou reiniciar produção do caminhão Bongo por sua filial Kia Motors de Uruguay.

Mais – Medida antecipa em um mês planos iniciais, e coincide com inauguração de amplas e imponentes instalações para gestão e assistência da marca no vizinho país. Lá responde por 3% das vendas.

Aliás – Kia teve em julho o melhor mês de vendas com chegada do novo Sportage. Alegria de pobre dura pouco: cota de importação sem pagar 30 pontos percentuais sobre IPI é 400 carros/mês — inferior à demanda.

Pedido – Empresa solicitou tal redução ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, mas a pretensão não anda.

Ajustes – Ao Palio Fiat aplicou-se a melhorar conteúdo. Partiu aplicando o painel do Grand Siena, incrementou decoração, confortos para ser lembrado à hora da comparação com concorrentes, a partir da versão Attractive 1,0.

Resumo – Sem aumentar preços, é mais por menos. Attractive 1,0 – 42.410; 1,4 – 45.990; Essence 1,6 – 50.890; Sporting 1,6 – 53.410.

Não vem – Diretoria da FCA viu e gostou da projeção no desenho do picape Toro, para transformá-la em utilitário esportivo. Apenas gostou. Para afastar palpitologia sobre tal lançamento, declara não o fará.

Obviedade – Não concorreria com próximo lançamento, SUV Compass, de dimensões e confortos superiores ao Renegade. Usa plataforma deste e Toro.

EnfimGostas do Chevrolet Classic e do Agile ? Corra. O mais antigo dos GM em nosso mercado parou de ser importado da Argentina. Seu desdobramento Agile seguirá mesmo caminho ínvio.

De volta – Mudanças na Ford e promoções aumentaram vendas em 18% em julho — 17.396 veículos. Na relação de concorrentes marcou 9,6% do mercado, e volta à quarta posição, mítica referência.

Razão – Empresa inverteu executivos, pinçou Antônio Baltar de caminhões para automóveis, mudou de presidente, e missão de Lyle Watters é resgatar lucratividade até o final do ano. Ford vem perdendo dinheiro na América Latina em números de causar inveja a PeTropilantras. 

Promoção – Chery Brasil em campanha limpa-pátio: é a Trust Share, ação na matriz para comemorar 5 milhões de unidades. Dá desconto de R$ 6 mil para modelos Celer Hatch e Sedan. Vale até o fim do mês. Mais? cherybrasil.com.br.

Situação – Apesar do crescente número de venda de carros novos, mercado dos EUA aumentou média de consumo. Coisa pouca, 1% entre junho e julho. Muita, entretanto, quando se vê o gasto médio: 11,3 km/litro. Apesar dos banheirões, dos motores grandes, dos enormes picapes e suves, em economia superam nossa frota de quatro cilindros.

Portátil – Autoprotection Titanium, para limpar e cristalizar a pintura de veículos ganhou versão com 300 ml, para ser carregado no porta-luvas. Titânio na composição, permite cristalizá-la. Custa R$ 99; tubo para três aplicações.

Atestado – Quem comprar exemplar de Quatro Rodas neste mês receberá encarte adicional: teste de longa duração, 60.000 km, realizado com o Citroën C4 Lounge 1,6 turbo. Bom resultado. No período, desgaste dos retentores de válvulas e rompimento de um coxim do motor. Muitos elogios.

Mudança – Tracbel, distribuidora Volvo em parte do Nordeste, assumiu Amazonas, Pará, Roraima e Amapá. Venderá portfólio Volvo para trabalho: caminhões, chassis para ônibus, equipamentos para construção, motores marítimos e industriais Volvo Penta

.… II – Representante anterior, Apavel centrará no Ceará, Maranhão e Piauí.

Apoio – Para melhorar assistência técnica, Cummins Brasil em acordo com DCCO, distribuidora para o Centro-Oeste, implantou Centro de Treinamento em Goiânia. Quer levar conhecimento a mecânicos do interior.

Cobaias – Centro de Engenharia de Conforto da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, para a Boeing recruta voluntários para testes de conforto em voos. Avaliação estática, em réplica de cabine com 30 bancos, em câmara de pressão — um mockup.

Como – Avaliação início de setembro. Interessado? E-mail para [email protected]. Resultados servirão a companhias operando Boeings. Não é o caso da Latam, hoje detentora dos menores espaços inter fileiras.

Charme – Mais charmoso do encontros de veículos antigos, o Pebble Beach Concours d’Élegance terá nova edição dia 21. Dentre atrações paralelas, BMW exporá veículos mais caracterizadores de seu século de atividades.

Paralelo – Dentre BMW Isetta 300, dois exemplares de 328 pré-guerra, participantes de Mille Miglia e 24 Heures du Mans, o 3/15 DA2, primeiro dos automóveis BMW, e os Art Cars pintados por Alexander Calder e Jeff Koons.

Elvis – BMW aposta no 507 ex-Elvis Presley como maior atração ao seu pedaço de gramado. Esportivo de contadas unidades foi comprado pelo Rei do Rock quando servia ao Exército na Alemanha após ter vencido prova no circuito francês de Linas-Monthléry, conduzido por Hans Stuck.

De novo – Elvis comprou, trocou o tom branco Pena por vermelho Alfa; vendeu-o; e o 507 cumpriu período de corridas e sumiu. Agora, restaurado pela BMW será atração maior de sua exposição junto aos antigos.

Foto Legenda 03 Coluna 3316- Elvis

Elvis e o 507 fazendo sucesso na Alemanha

GenteGislaine Matano,41, academicamente lastreada, mudança. OOOO Nova gerente de marketing e comunicação da Triumph Motocicletas. OOOO Carlos Tavares, engenheiro com MBA em marketing, novo diretor de peças DAF, Paccar e TRP, do grupo Paccar. OOOO Antes era diretor comercial e de engenharia da Lifan. OOOO

 

SelecTrucks, Mercedes inova nos usados

Foto Legenda 04 Coluna 3316- SelecTrucks

SelecTrucks. Mercedes fomenta negócios com usados e seminovos (foto divulgação Mercedes)

Mercado estável, movimento anual de 300 mil unidades, instigaram Mercedes-Benz a implantar no Brasil a SelecTrucks. Negócio é de receber usados de qualquer marca ou ano na compra dos novos Mercedes, e revendê-los com cuidados adicionais, garantia de procedência, revisão, garantia de até um ano, pagamento em 12 meses. Um diferencial no mercado brasileiro, resume Roberto Leocini, vice-presidente da Mercedes. Sistema existe na Alemanha e na África do Sul, e acelera no Brasil. Começou em Mauá, SP, maior mercado de caminhões usados, à média de um negócio/dia, dobrando em junho. Resultados levaram a instalar outra unidade do SelecTrucks em Betim, MG, e expandirá: próxima em Curitiba, PR. Negócio se amplia: gera venda do 0-km; a venda do usado; e o momento econômico do país outro desdobramento: empresas formando frota de usados adquiridos no SelecTrucks. Não é transação comum, com o proprietário de caminhão usado, levando-o ao Concessionário Mercedes-Benz para ser avaliado, combinando como paga a diferença para o novo. Transação inicia da mesma forma: o interessado vai ao Concessionário, e a mudança é que este não compra nem recebe o caminhão como entrada, mas contata o SelecTrucks, e este manda avaliar o caminhão por empresa especializada. Feito o negócio, o SelecTrucks paga ao Concessionário, e o interessado ajusta a diferença.Revisados, caminhões de todas as marcas são vendidas pelo SelecTrucks, e o novo modelo de negócio implementa renovação de frota; troca de usados por menos usados; e até renovação de frota por outra menos rodada.Os serviços disponíveis nos Concessionários — atendimento de garantia; peças novas e remanufaturadas, contratos de manutenção, assistência de 24 horas, financiamentos pelo Banco Mercedes-Benz — são disponíveis aos clientes do SelecTrucks. Saber mais? (www.selectrucks.com.br)

RN

A coluna “De carro por aí” é de total responsabilidade do seu autor e não reflete necessariamente a opinião do AUTOentusiastas.


  • Marcos, é tão importante para você o liga-desliga? A primeira coisa que faço ao dirigir carro que tenha é desativá-lo. É muito chato!

    • Douglas

      Além de chato é uma economia que não compensa, uma bateria de carro desliga-liga não é menos de 1.000 reais.

      • Douglas, e tem essa ainda, bem lembrado.

  • Clésio Luiz

    “e o controle para engatar a tração das 4 rodas é feminina rodinha no console ligada a infinidade de fios, terminais, sensores, conexões. Saudades da lógica do Dr. Gurgel — João Augusto Conrado do Amaral Gurgel —, da fábrica com seu nome: peça que o carro não tem, não quebra. Nesta via os japoneses andam na contramão.”

    Sim, vamos seguir a lógica da Gurgel, deu tão certo para eles…

    Me lembrou agora os argumentos dos auto proclamados “jipeiros”, alérgicos a todo tipo de avanço tecnológico em veículos destinados ao fora-de-estrada.

    Agora que a L200 finalmente tem os recursos de roda-livre automática e seletor de tração eletrônico, que as S10 e Ranger já tinham 20 anos atrás, quero ver até quando os “jipeiros” vão continuar de pirraça contra os fios elétricos.

    • Curió

      Não tem nenhuma pirraça em rejeitar um sistema de controle da tração que, sem oferecer absolutamente nenhuma vantagem, encarece e dificulta a manutenção, além de transmitir a detestável sensação de incerteza quanto ao cumprimento da ordem, colocando um intermediário entre o comando e o resultado final (o pequeno cérebro eletrônico).

  • Francisco, mancada? Para mim foi uma bênção! Não existe coisa mais chata.

  • jr. e no Cruze não pode ser desligado. Isso é que é patrulhamento!

  • Luciano, cada fabricante é livre para dizer o que quer para o seu público. Desde que não seja nada ofensivo, como é este caso, não acho que valha a pena uma matéria sobre lubrificantes. É assunto batido e nós do AE somos bem simplistas nisso, é usar o que fabricante recomenda (especificação API/Acea/viscosidade) e pronto. Todo motor pode queimar óleo, mas se não queima, ótimo. Lubrificação boa ou má não entra nesse mérito.

  • Roberto, a economia irrisória de combustível não compensa a chateação de ver o motor desligar e ligar constantemente.

  • Curió

    Não sabia do diferencial central. É de fato um grande avanço! Mas discordo quanto aos comandos eletrônicos, porque não concordo que em troca de poupar os ignorantes das consequências da própria ignorância se prejudique o consumidor. Não há motivo relevante para trocar o antigo sistema mecânico que funciona perfeitamente e não dá nenhum tipo de problema (e se der é fácil e barato fazer manutenção). Quem não souber, que erre e aprenda, ou que aprenda antes de errar. Ninguém é de açúcar.

  • Rafael, além de não compensar, tem a chateação. Quem quiser que o motor pare num semáforo, que compre um elétrico e sinta-me num vagão de metrô.

  • Marcos, a economia de combustível é irrisória. Um carro em marcha-lenta consome em torno de 1,6 litro por hora. O custo desse combustível gasto a mais não vai deixar ninguém pobre. Fora o que já foi dito nestes comentários sobre o preço da bateria. Se você pega um engarrafamento sério, daqueles de ficar tudo parado muitos minutos, desligue o motor e pronto.

  • Ricardo Carlini, o único problema desse sistema é o motor de partida não ter sido previsto para esse ciclo, podendo vir a necessitar de reparo mais cedo. Mas mesmo assim, da maneira fácil com que os motores pegam hoje, tenho minhas dúvidas se a durabilidade é tão afetada por esse FSDC/ASRC (gostei dessas siglas!)

  • Fat Jack

    “…novo GM Onix com motor 1,4 gera 106 cv…”
    É preciso considerar que o motor em questão é de arquitetura antiga (veterano de mercado, diga-se), não sendo exatamente um parâmetro de comparação, e da mesma forma os testes comparativos de desempenho deste motor demonstram ele levar uma considerável desvantagem, por exemplo, se comparado aos 1,6 l da VW com mesmo este tendo potência menor (104 cv), possivelmente em virtude do menor valor de torque e suas curvas (torque e potência).
    “…cria o 1,3 contendo custos. Nesta direção despreza o uso de 4 válvulas por cilindro, o cabeçote DOHC, e o MultiAir…”
    Os novos motores da Fiat se mostram bastante promissores, tendo esse 1,3 l uma potência específica considerável (acima dos 83 cv/l), ainda mais se eu entendi corretamente e ele dispõe de somente duas válvulas por cilindro.

  • Fat Jack

    Cogita-se que ela deva assumir a identidade da família Onix, mudando radicalmente de rota pela terceira vez.

    • Cristiano

      Seguindo o rumo que a GM tomou para esse modelo, pode ser que retorne a plataforma da Chevy 500.

  • Lorenzo, todo fabricante segura custos o mais que puder para não encarecer o produto.

  • Luciano, acho que não cabe discussão e impressão pessoal nessa questão. É seguir o manual e mais nada.

  • Francisco, grande economia, puxa vida, eu não havia pensado nisso… Os start&stop são todos iguais. Por que a referência ao do Uno Evolution?

    • Francisco

      Porque a economia em relação ao Economy 1,4 sem o sistema foi ridícula (tipo 0,4 km/l)…

      • Francisco, a economia do start&stop sempre é ridícula. Acorde.

  • Lorenzo, jamais!

    • David Diniz

      Bob Sharp, Lorenzo Frigério e Renato Teixeira. Eu cantei aos quatro ventos que essa patacoada leviana brasileira de iluminar o dia não seria a solução dos problemas na rodovia. E estava certo. Agora, ao ligar a luz durante o dia os buracos vão ser automaticamente tapados e as estradas vão se transformar em tapetões estadunidense ou europeus. Anotem isso.

  • Caio Ferrari

    Acho que saberemos se as válvulas extras farão falta quando andarmos no carro.
    Se for econômico assim e andar bem, está bom.

  • Eduardo Sérgio

    O bom conceito atestado em teste de longa duração, aliado ao fato de passar a ser oferecido apenas na versão THP e a preço bastante competitivo, com certeza deve incrementar as vendas do excelente Citroën C4 Lounge.

  • Victor, a possibilidade de freio de serviço falhar é remota devido aos dois circuitos hidráulicos independentes. A bateria esgotar-se com o carro em movimento, praticamente impossível.

  • Fat Jack, “margem de lucro” não tem nada a ver. Ninguém sabe qual é o lucro de empresas de responsabilidade limitada. É tudo especuloimaginação.

  • Brenno, não há como inspecionar os mancais de apoio do virabrequim e os de biela sem desmontar.

  • Fat Jack, custo de produção influi no preço no sentido de que se considera aquilo que o mercado quer ou pode pagar. Não adianta aumentar o custo se este não puder ser repassado ao preço público sugerido.

  • Comentarista, ocorre que não desenvolve o mesmo.

  • Victor, o carro freava, apenas exigiria mais força no pedal por o servo-freio não atuar com motor desligado.

  • Ed, você está comparando um veículo de 180 kg com um de 1.000 kg? Além do mais, esse mesmo motor proporcionará o desempenho compatível com a sua potência, apenas o câmbio terá que ser adequado às suas características por meio redução apropriada. Veja nesta matéria, http://www.autoentusiastas.com.br/ae/2014/10/vw-xl-sport-o-perfil-do-esportivo-do-futuro/, que a VW colocou um motor 1,2-L V-2 de motocicleta Ducati, mas foi necessário colocar um redutor de 1,89:1 entre o motor e o câmbio justamente por conta das características do motor, 200 cv a 10.000 rpm.

  • Fernando

    VW decidiu lançar o novo motor tricilíndrico no Fox antes do up!, experimentou, viu que daria certo e o novo carro também deu certo.

    O Mobi apareceu com o motor já conhecido e isso para alguns é bom para os que tem medo de novidades, mas os que queriam conjunto inteiro novo e sob aspecto de modernidade também no motor, alguns ficaram decepcionados. E ainda quando for lançado o novo motor, os modelos com o atual serão mais desvalorizados.

    Tenho esse pensamento? Não, mas vejo que é assim que funciona na cabeça do consumidor, e acho que são dois exemplos diferentes de decisão de cada fabricante, cujo resultado veremos em breve.

    • Fernando, a linha de raciocínio ao lançar o 3-cilindros no Fox I-Motion antes não foi para ver se daria certo, não havia nenhuma dúvida quanto a isso, mas para acostumar o mercado com a ideia de um motor dessa “estranha” configuração antes da chegada do up!, um carro radicalmente diferente do que existia aqui. Foi uma maneira de atenuar o “choque”.

  • Ed, você está redondamente enganado. O colunista Roberto Nasser não se vale de textos estrangeiros, portanto não usa o tradutor do Google ou qualquer outro. Não há erros de português nem de concordância, outro engano. Você, como muitos no começo, estranharam a brilhante redação dele e hoje a apreciam. Como o tempo isso acontecerá com você também e verá como o que ele escreve é perfeitamente compreensível e até divertido.

  • Lucas

    Nasser, algum rumor sobre este futuro motor 1,4-L turbo no Renegade?

  • Caio Ferrari

    De fato a Fiat alterou a viscosidade do óleo para o 1,4. Mas ele continua rodando o que diz o manual, 15.000 km entre trocas ou 7.500 km em anda e para. Faço isso no meu Mille 1,0 há 10 anos sem problemas.

  • Caio Ferrari

    Tenho um pouco de ansiedade pelo lançamento desta nova linha de motores. Durante os anos 2000 os Fiats sempre brilhavam em economia de combustível com os motores Fire. O tempo se passou e eles foram superados neste quesito pela concorrência.
    Desconfio que a Fiat buscará retomar o posto dos motores muito econômicos ( até porque o Inovar-Auto está aí) com essa nova linha.
    Apesar de eu respeitar o motor Fire, afinal são 10 anos me levando para cima e para baixo, eu faria questão de receber o novo motor em um próximo carro Fiat. Por esse motivo, nem Mobi nem Uno atual estão na minha lista de opções

  • Matuck, intriga-me o que leva alguém a trocar o óleo com 5.000 km atualmente. Será a mesma linha de raciocínio de pagar contas antes do vencimento para ser mais conceituado e ter mais crédito? Ou andar sistematicamente abaixo dos ridículos limites de velocidade para “ganhar pontos”?

  • Matuck, trocar o óleo do seu Mille Fire com 10.000 km lhe dará toda segurança esperada. E que a atitude desse consultor técnico dessa concessionária Toyota seja um cala-boca de quem acha que toda concessionária não presta.

  • Felipe, isso mesmo, não o I-Motion. Uma pequena confusão… Obrigado.

  • Christian Sant Ana Santos

    O uno 1,4 Evolution atual tem o diagrama de válvulas um pouco diferente do “convencional”, mesmo comparado com o 1,0, e o variador de fase proporciona um resultado muito bom, que certamente será ainda melhor no 1,3.

  • Marcelo, 1.332 cm³, 108 cv a 6.000 rpm, 14,1 m·kgf a 4.500 rpm, variador de fase na admissão, 16V uma baixa notável: JAC J3. Onde está o giro alto?

  • Marcelo Henrique, beberam.