O Honda Fit, um dos modelos de maior sucesso no nosso mercado de automóveis, acaba de atingir o marco de 500 mil unidades comercializadas no Brasil desde o seu lançamento em abril de 2003. Lançado no Japão em 2001, mais de 6,3 milhões de unidades já foram vendidas em todo o mundo.

Produzido na fábrica de Sumaré, interior de São Paulo, o Honda Fit está em sua terceira geração e, desde sua estreia, se consolidou como um automóvel de conceitos inovadores, com medidas externas compactas  e excelente aproveitamento de espaço interno.

Concebido sob o conceito “Máximo para o Homem, Mínimo para a Máquina”, o Fit maximiza o espaço disponível para as pessoas e minimiza o espaço necessário para os componentes mecânicos. O sistema ULTRa Seat (Utility Long Tall Refresh) permite acomodar diversos tipos de carga, criando tanto um assoalho plano para o transporte de volumes de grandes dimensões, quanto o rebatimento do assento da segunda fileira de bancos para cima, o que permite carregar itens mais altos, uma indiscutível e exclusiva praticidade.

O Honda Fit também foi um dos primeiros automóveis do mercado a adotar, ainda em 2003, o câmbio automático do tipo CVT, que permite uma aceleração linear e um comportamento suave em diversas condições de uso, resultando em uma ótima relação de desempenho e consumo. Na geração atual, combinada ao eficiente motor 1,5 i-VTEC FlexOne, que gera 116 cv a 6.000 rpm e 15,3 m·kgf de torque a 4.800 rpm com álcool (com gasolina, 115 cv e 15,2 m·kgf às mesmas rotações), o conjunto motriz permite um desempenho eficiente e agilidade para as mais diversas situações, além de obter nota máxima no ranking do Inmetro, que classifica os automóveis por eficiência em consumo de combustível no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular.

Histórico do modelo

Confira os principais destaques da história do Fit no Brasil, primeiro país a fabricar o modelo fora do Japão:
2003 – Lançado em abril nas versões LX e LXL, com motor a gasolina 1,4-L de 80 cv, com duas velas por cilindro, e câmbio CVT;
2005 – Chegada da versão EX, com motor 1,5 VTEC de 105 cv;
2007 – Lançamento das versões flex para o motor 1,4-L;
2008 – Produção da série especial S, com pacote visual esportivo;
2008 – Outubro, segunda geração do Fit no Brasil, como modelo 2009, passando a se chamar New Fit. Chegou em quatro versões: LX, LXL, EX e EXL;
2011 – A Honda amplia a gama de versões do Fit com a versão DX;
2012 – Facelift da segunda geração do New Fit trazia para-choques, faróis e grade com novo desenho, bem como aprimoramentos mecânicos;
2012 – Apresentado no Salão do Automóvel, o Fit Twist chega como uma versão aventureira desenvolvida exclusivamente para o mercado brasileiro;
2013 – Versão CX automática, com ótimo custo-benefício;
2014 – Lançamento da terceira geração do Fit no Brasil.

JJ



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Sobre o Autor

Juvenal Jorge
Editor Associado

Juvenal Jorge, ou JJ, como é chamado, é integrante do AE desde sua criação em 2008 e em 2016 passou a ser Editor Associado. É engenheiro automobilístico formado pela FEI, com mestrado em engenharia automobilística pela USP e pós-graduação em administração de negócios pela ESAN. Atuou como engenheiro e coordenador de projetos em várias empresas multinacionais. No AE é muito conhecido pelas matérias sobre aviões, que também são sua paixão, além de testes de veículos e edição de notícias diárias.

  • OBandeira

    Juvenal Jorge, tenho um modelo EX 2013 45.000km, mecânica confiável, bom espaço, seguro barato e relativamente econômico. Infelizmente nem tudo é maravilha, suspensão bate seco, muitos ruídos no sistema UTL e na tampa traseira, a salvação é existir fita de alta fusão, pois consegui tirar quase todos os ruídos com essa borracha. Outra coisa que não me conformo é o pneu 185/55R16, o perfil é baixo e é caro.

  • Lucas, são carros completamente diferentes!

  • Fat Jack, muita diferença de diâmetro, 5%. Estraga o carro.

  • Fat Jack, a boa prática é não ultrapassar 2%. O 185/60 ainda é 3%.

  • OBandeira, além de alterar a leitura do velocímetro — em princípio bom, pela marcação mais certa do do hodômetro, mas deixa pouca margem para evitar multas por excesso — são afetados os freios (potência de frenagem diminui), aumenta o efeito do ângulo de cáster (mais peso na direção) e também o raio de arrasto da direção no caso de raio negativo, como na maioria dos carros hoje.

  • Gosto bastante da 2ª Geração.