Mobi, seu nome sugere mobilidade, facilidade, comodidade e rapidez na locomoção, principalmente urbana. Mas isso não o impede de ser bom na estrada. Viajei com ele e gostei bastante. Seu aspecto estreito, curto e alto dá a errônea impressão de instabilidade. Ledo engano. Ele é estável, firme nas retas e bem bom de curva. A posição de dirigir é cômoda, os comandos são leves, o motor Fire EVO acelera bem, retoma velocidade rápido, é silencioso em baixa e ronca agradavelmente em alta, gasta pouquíssimo combustível, e assim a viagem saiu bem melhor do que o esperado, e mais rápida também, porque algo nele instiga a uma tocada rápida; provavelmente o DNA italiano.

É melhor estradeiro do que seu aspecto sugere  FIAT MOBI LIKE ON, NO USO DSC05902

É melhor estradeiro do que seu aspecto sugere

Ele é leve. A versão Like On, a testada, pesa 946 kg. O motor Fire EVO  gera 75 cv a 6.250 rpm e 9,9 m·kgf a 3.850 rpm (álcool). Relação peso-potência de 12,6 kg/cv. Segundo a Fiat, o Mobi acelera do 0 aos 100 km/h em 13,8 segundos e atinge máxima de 154 km/h (álcool). Não são números empolgantes, mas certamente são suficientes e estão na média da categoria.

Não é carro para a família e nem pretende ser, já que em questão de espaço interno ele mais parece um 2+2, onde os que vão à frente vão muito bem, com bastante espaço e conforto, mas os que vão atrás, se tiverem estatura mediana, ali vão só na base da emergência, daqui ali e só. Além do aperto, os apoios de cabeça dianteiros  são integrados aos encostos dos bancos e obstruem a visão de quem vai atrás, criando uma situação meio claustrofóbica. Isso não é “privilégio” do Mobi. O VW up! também tem a mesma solução, mas tem um pouco mais de espaço atrás.

 

Espaço e conforto para os da frente. Já para os de trás...  FIAT MOBI LIKE ON, NO USO DSC05929

Espaço e conforto para os da frente, ao contrário dos de trás

É um veículo para solteiros, descasados, ou um segundo carro da família. Sendo assim, não faz sentido reclamar de falta de espaço no banco traseiro ou de pouco volume no porta-malas (215 litros). Seria como reclamar disso no Fiat 500, que, por sinal, tem medidas gerais, entre-eixos, altura, largura, comprimento, bitolas, bem semelhantes às do Mobi. A falta de espaço no banco traseiro não é, portanto, uma crítica; é só a constatação de um fato.

 

Porta-malas de 215 litros. Tem uma caixa móvel. O encosto de banco traseiro, bopartido, rebate  FIAT MOBI LIKE ON, NO USO DSC05933

Porta-malas de 215 litros tem uma caixa removível; o encosto de banco traseiro é dividido 1/3-2/3

O volante do Mobi Like On tem regulagem de altura apenas. Porém ele baixa mais que os outros modelos da marca, que, fora a picape Toro, têm a sua posição mais baixa ainda alta em relação aos demais veículos do mercado. Sendo assim, logo achei boa posição de dirigir. Além disso, a perfeita disposição dos pedais, que permitem um fácil punta-tacco, a boa área livre para as pernas e o rápido levantar de giro logo ao primeiro toque no acelerador fecham o bom conjunto que propicia dirigir com facilidade. O trambulador do câmbio é a varão, os engates são leves e curtos. São precisos, e o câmbio aceita trocas rápidas. O único inconveniente notado, que pode ser defeito desta unidade testada e não do modelo em si, é um pequeno “degrau” na aceleração — tipo tecla on/off — bem no início do curso do pedal, o que provoca leves, porém incômodos tranquinhos tanto no início da aceleração quanto no final da desaceleração. Mas isso se faz notar só na cidade, andando devagar, na estrada é imperceptível.

FIAT MOBI LIKE ON, NO USO DSC05943

Instrumentos informam a contento, mas o conta-giros “ao contrário” do sentido habitual, o dos ponteiros do relógio e do velocímetro, é estranho

A 120 km/h reais e em 5ª e última marcha o giro é 4.000 rpm. Com o carro vazio, como viajei, nota-se que com um giro mais baixo o motor ainda teria força para manter essa velocidade tranquilamente, porém, imagino que com o Mobi carregado essa relação lhe vá bem. Na estrada, com álcool, fez 13 km/l a 120 km/h no velocímetro. Na cidade, ao redor de 10 km/l. Pode não ser tão econômico como os modernos 3-cilindros recém-lançados. Pode não entregar igual potência. Porém, na prática, no uso, não se pode dizer que está defasado, pois atende perfeitamente bem às necessidades, fora que é um motor bastante elástico, não é de “ficar pedindo” constantes trocas de marchas, e além do mais sua durabilidade está mais que comprovada. Sua pegada mais forte começa a partir de 3.500 rpm.

O motor Fire EVO pode não ser moderno como os novos 3-cilindros, mas cumpre muito bem o seu papel  FIAT MOBI LIKE ON, NO USO DSC05920

O motor Fire EVO pode não ser moderno como os novos 3-cilindros, mas cumpre muito bem o seu papel

A suspensão dianteira é McPherson e a traseira eixo de torção, ambas sem barra estabilizadora. Ótimo! Ele não precisa delas. E como é macia a suspensão do Mobi! É impressionantemente macia. Só o dirigindo, e principalmente num piso ruim ou estrada de terra, para acreditar que um compacto como ele pode ser macio assim. Será um ótimo carro para rodar na roça, pois ele passa por costelas de vaca quase como se não existissem. Na cidade é daqueles que não se quer outro, pois é realmente prático, leve, anda rápido, é ágil, vai macio e silencioso, e cabe em diminutas vagas, tem apenas 3.596 mm de comprimento, além de esterçar bem.

Ágil e prático para a cidade. Suspensão incrivelmente macia  FIAT MOBI LIKE ON, NO USO DSC05901

Ágil e prático para a cidade; suspensão incrivelmente macia

Admito que eu esperava menos do Mobi, mas ele me surpreendeu agradavelmente bem.

A versão Like On traz, dentre outros, estes equipamentos: alarme antifurto, ar-condicionado, direção assistida hidráulica, computador de bordo, faróis de neblina, Rádio Connect integrado ao painel com RDS, entrada USB e Aux, Bluetooth e função áudio streaming,; rodas são de alumínio e 14”.

Tampa do porta-malas de vidro  FIAT MOBI LIKE ON, NO USO DSC05905

Tampa do porta-malas de vidro

Preço do Mobi Line On: R$ 42.300. Nesta cor roxo Mirtilo perolizada: R$ 43.500.

O Mobi mais barato, o Easy, que vem sem assistência de direção ou ar-condicionado, tem preço de R$ 31.900.

 

A rente lembra a da picape Toro  FIAT MOBI LIKE ON, NO USO DSC05914

A frente lembra a da picape Toro

AK

Nota: vídeo incluído em 6 de agosto.

FICHA TÉCNICA MOBI LIKE ON
MOTOR
InstalaçãoDianteiro, transversal
Material do bloco/cabeçoteFerro fundido/alumínio
Configuração / n° de cilindrosEm linha / 4
Diâmetro x curso70 x 64,9 mm
Cilindrada999 cm³
AspiraçãoAtmosférica
Taxa de compressão12,15:1
Potência máxima73 cv a 6.250 rpm (G) / 75 cv a 6.250 rpm (A)
Torque máximo9,5 m·kgf a 3.850 (G) / 9,9 m·kgf a 3.850 (A)
N° de válvulas por cilindroDuas
N° de comando de válvulas /localização/acionamento1 / cabeçote /correia dentada
Formação de misturaInjeção eletrônica no duto
Gerenciamento do motorBosch, integrando injeção e ignição
ALIMENTAÇÃO
CombustívelGasolina com álcool e/ou álcool
TRANSMISSÃO
EmbreagemMonodisco a seco, comando mecânico a cabo
Câmbio / rodas motrizesTranseixo manual / dianteiras
N° de marchas5 à frente e 1 à ré
Relações de transmissão1ª. 4,273:1; 2ª. 2,216:1; 3ª. 1,444:1; 4ª.1,029:1; 5ª. 0,838:1; ré 3,909:1
Relação do diferencial4,200:1
FREIOS
De serviçoHidráulico, duplo circuito em diagonal, servoassistido, ABS
DianteirosDisco Ø 257 mm
TraseirosTambor Ø 185 mm
SUSPENSÃO
DianteiraIndependente, McPherson, mola helicoidal e amortecedor pressurizado
TraseiraEixo de torção, mola helicoidal e amortecedor pressurizado
DIREÇÃO
TipoPinhão e cremalheira, assistência hidráulica
Diâmetro mínimo de curva9,96 m
RODAS E PNEUS
RodasAlumínio, 5,5Jx14
Pneus175/65R14T
EstepeRoda de aço 5,5Jx14, pneu 175/65R14T
PESOS
Em ordem de marcha946 kg
Carga útil400 kg
Peso rebocável (sem freio)400 kg
CONSTRUÇÃO
TipoMonobloco em aço, hatchback 4-portas, 5 lugares
DIMENSÕES EXTERNAS
Comprimento3.596 mm
Largura (sem espelhos)1.685 mm
Altura1.550 mm (inclui os estrado de teto)
Distância entre eixos2.305 mm
Bitola dianteira/traseira1.396 /1.400 mm
Distância mínima do solo (vazio)156 mm
CAPACIDADES
Porta-malas215 litros
Tanque de combustível47 litros
DESEMPENHO
Velocidade máxima (km/h)151 (G) / 152 (A)
Aceleração 0-100 km/h (s)14,6 (G) / 13,8 (A)
CONSUMO DE COMBUSTÍVEL (INMETRO/PBE)
Cidade11,9 km/l (G) e 8,4 km/l (A)
Estrada13,3 km/l (G) e 9,2 km/l (A)
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em 5ª30,3 km/h
Rotação em 5ª a 120 km/h3.960 rpm
Rotação à velocidade máxima em 4ª6.200 rpm
Alcance das marchas a 6.750 rpm1ª 40 km/h; 2ª 77 km/h; 3ª 119 km/h; 4ª 152 km/h
GARANTIA E MANUTENÇÃO
Duração da garantia3 anos
Revisões, intervalo (km)10.000
Troca de óleo do motor (km/tempo)10.000 / 1 ano

 

Sobre o Autor

Arnaldo Keller
Editor de Testes

Arnaldo Keller: por anos colaborador da Quatro Rodas Clássicos e Car and Driver Brasil, sempre testando clássicos esportivos, sua cultura automobilística, tanto teórica quanto prática, é difícil de ser igualada. Seu interesse pela boa literatura o embasou a ter uma boa escrita, e com ela descreve as sensações de dirigir ou pilotar de maneira envolvente e emocionante, o que faz o leitor sentir-se dirigindo o carro avaliado. Também é o autor do livro “Um Corvette na noite e outros contos potentes” (Editora Alaúde).

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  • Davi Reis

    O carrinho surpreende positivamente mesmo, gostei bastante dele. Assim como você, Arnaldo, esperava (bem) menos do que encontrei. Só não achei os engates tão precisos, ainda que estejam notavelmente melhores do que em outros Fiats, e o desempenho para estrada não me pareceu muito convincente. Nesse ponto, as estradas exigentes de Minas Gerais cobram muito mais do que as ótimas estradas paulistas de múltiplas faixas. Como é um carro urbano, não dá para destacar como ponto negativo, e rodando na cidade, o desempenho é suficiente. Como já disse antes, gostei do Mobi como carro. Como um produto dentro da linha Fiat, ainda vamos ver se a marca italiana saberá como jogar com tantos compactos assim. A chegada de um Uno repaginado no segundo semestre terá papel importante nessa história.

    • EJ

      Concordo. Tenho um amigo que possui um Logan 1.0 16V, vivia dizendo que o carro dele anda bem, anda bem, anda bem… morava em de Campinas, de vez em quando ia para São Paulo, e de vez em quando ia pra Uberlândia (próximo a divisa de SP, cerca de 130km, acesso pela ótima Rodovia Anhanguera e mais uns trechos duplicados até chegar). Carros que rodam em rodovias boas paulistas, como Anhanguera, Dom Pedro, Bandeirantes…nivelam todos por baixo. Todos são bons. Agora ele se mudou pra MG, começou a pegar estradas simples mineiras, com muitas subidas, caminhões pra cima e pra baixo, exigindo muito mais de motor e câmbio. Nunca mais disse que o carro anda bem. Mobi é a mesma coisa, pelo menos não foi concebido para ser estradeiro.

      • Brenno

        Bom, depende do padrão que ele comparou. Tenho um Clio 2002 com esse motor. Anda fácil nas estradas de pista simples aqui no Sul de Minas. As subidas é aquele esquema, quando você conhece, já reduz e senta o pé que sobe com gosto. Quando preciso ultrapassar, só vejo o ponteiro do conta giros subindo e subindo. Esse motor adora girar. Após as 4 mil RPM ele deslancha e vai até o corte lá pelos 6~6,5k RPM. Só temos de entender que qualquer motor foi projetado pra trabalhar até o limite máximo de segurança e atingir 100 km/h em 3ª não o fará explodir hahahahaha.

        • EJ

          Acabei de vender um Clio Campus 2010 que era da minha esposa. Sempre andou muito bem, porém não

        • EJ

          Olá Brenno. Vendi nesse ano, o Clio Campus 1.0 16v (2p) da minha esposa, com o mesmo motor. Acho que nesse universo de carros 1.0 4 cilindros com projetos da década de 90 e 2000, há carros, e há carros. O Clio que tínhamos, andava muito bem, de fato (pesoXpotência). Sofria bemmmm menos que meu antigo Palio Fiasa de somente 61cv, que também gostava de girar, mas nem isso o salvava de perder muita velocidade em subida, mesmo embalado. Logan, Fiesta Rocam 1.0, são carros que apresentam uma dificuldade razoável em pista simples. Carregados então… é aquela viagem em que o motorista fica o tempo todo em contato direto com a máquina, de olho no conta-giros e sentindo as reações do carro, porque ele pede atenção.

      • MrFreevo7

        EJ e Davi, concordo. Conheço alguns casos semelhantes. Para algumas regiões do Brasil torque e uma boa caixa de marchas fazem muita diferença.

      • BrunoL

        Acho que você quis dizer que nivelam por cima, e não por baixo, já que todos ficam bons.

      • EJ, não foi concebido para ser estradeiro mas é bom de estrada. Quem disse que não é?

  • Comentarista

    Isto é, a Fiat acertou mais uma vez. Esse motor atende 99,99% dos compradores. Nem precisa do 3 cilindros. Vai ser por marketing mesmo. Nem a economia compensa o preço extra a ser cobrado.

    • kravmaga

      Então devo estar nesses 0.01%, porque eu acho que nenhum carro que tenha esses números de desempenho valham a pena comprar. Compro um melhor usado ou outros 0-km melhores por pouco mais.

      Se ninguém mais precisasse de motor decente, 99,9% dos carros vendidos seriam carros como o Mobi e isso não é verdade. O problema do Mobi não é só o espaço interno diminuto.

      Andar a 100, 120 km/h, mesmo que esgoelando o motor, qualquer carro de hoje faz, mas pagar 40 mil por motor antiquado e apenas suficiente é dose.

      • kravmaga, pode explicar o que você entende por motor antiquado?

      • Comentarista

        Justamente, você se enquadra nos 0,01%.

  • Mr. Car

    Mesmo o Fire sendo satisfatório, se fosse comprar um carrinho pequeno, esperaria pelo novo motor. Aliás, esperaria também pelo lançamento do Kwid. Daí faria um super comparativo Mobi / Kwid / up! para chegar a uma escolha. Do Mobi, gostei do interior, do nível de equipamentos (versão testada), e de saber da sua maciez sem prejuízo do comportamento dinâmico. Na questão “belezura”, o up! me agrada muito, o Kwid me agrada (ao menos por fotos), e o Mobi é o patinho feio, muito por conta desta traseira, que realmente não engoli.

    • Mr. Car, conforme eu escrevi, o comportamento do Mobi é realmente muito bom. Experimente-o e verá.

    • João Guilherme Tuhu

      Acho que o Kwid engolirá todos, se tiver preço e mantiver o jeitão Dacia de amplo espaço interno.

  • Gustavo75

    A suspensão realmente é um destaque, absorve bem as irregularidades. A qualidade do som é melhor que a do Palio e Uno. Gostei do design. Na minha opinião era vital o carro ter sido lançado com o novo motor 1.0 GSE. Os motores do Up mpi e Ka, carros que eu também dirigi, são superiores tanto em desempenho quanto em consumo. O Mobi também é inferior em câmbio e espaço do porta malas para esses dois. Não vejo motivos para comprar esse carro agora, pois tudo indica que ele será equipado com o novo motor em 2017.

    • Gustavo, achou o desempenho ruim?

      • Gustavo75

        Olá Bob; achei sim. É impossível não comparar o 1.0 fire com os atuais motores aspirados de mesma litragem e 3 cilindros (eles são as referências hoje). Acho que até Gol G5 com o extinto motor 1.0 é mais rápido que o Mobi. Se colocar o motor do Up ou Ka no Mobi, ele terá um desempenho melhor, e sou capaz de apostar que o Mobi com o novo motor 3cil da Fiat também terá um desempenho superior. Quero deixar bem claro que foram as minhas impressões dirigindo todos os carros citados acima pelas estradas de MG, como bem citou o Davi Reis hehe. Portanto posso estar enganado, pois não tenho os reais dados de desempenho. Forte abraço e obrigado pela pergunta.

  • Roberto Alvarenga

    Achei o design do Mobi simpático, mas não consigo enxergar grandes vantagens em relação ao Uno, por exemplo. Deve ser um trabalho difícil pros vendedores da Fiat convencer os compradores a levar o Mobi depois de verem o Uno ou o Palio.

    • Guilhermino

      São 20 cm a menos no comprimento. Para algumas pessoas é vantagem suficiente. Para outras, desvantagem. Mas é bom que tenhamos mais opções de carros realmente pequenos, porque os compactos vêm crescendo e hoje já estão quase do tamanho de carros médios de duas décadas atrás.

    • Portuga Goleta

      As vendas do Mobi vem sendo maiores que a do Uno, talvez não seja tão difícil assim.

  • Comentarista

    Eu também não compraria, mas eu, você é mais alguns estão nos 0,01%.

  • MARCO BRITO

    Arnaldo, a característica mencionada por você em relação ao “buraco” que existe no início da aceleração, acontece há tempos na linha FIAT. Havia percebido isso em um UNO 2004 que tive e no PÁLIO 2009 que está comigo até hoje (300.000 km). Motor e cambio originais, bem como a embreagem. Mas não houve uma forma de resolver esse probleminha. Fora isso gosto muito do carrinho.

    • João Guilherme Tuhu

      O E.torQ que tenho também tem esse ‘buraco’. Nada terrível.

    • Marcio

      O Palio Weekend Fire 1.3 16v também tem o tal buraco.

  • Davi Reis

    Moro em Belo Horizonte desde 1996, já passaram muitos carros por minha casa, rodamos bastante por aí e nunca tivemos problemas por contaminação por minério. Nunca mesmo. Isso é mais uma histeria coletiva que alguns criaram para se tornarem relevantes do que um problema real. Alguns carros sim tiveram problemas com isso (Amarok por exemplo), mas é como falar que todo carro funde o motor pois o problema já aconteceu com alguns.

    • Janduir

      Acho que depende da região de BH que vc mora. Igual desktop de praia. Tenho amigos com casa em Itanhaém, que com 2 meses de uso, a maresia começava a comer a placa mae (morava a 2 quadras da Praia). Já parentes que moravam a 4 quadras, demorava até 2 anos pra começar a dar pau…

  • Davi Reis

    Essa BR-381 subindo o estado é um castigo. Em janeiro furei dois pneus lá, em apenas um buraco… E o buraco era tão feio que até uma Frontier furou um pneu nele.

  • Daniel Saraiva Vila Nova

    946 kg não é leve para as dimensões que ele tem. Isso é o peso de um Etios hatch 1,3 X. Você fala que o motor para a proposta dele não é defasado, mas toda vida que eu vejo o torque máximo desses motores de 8 válvulas de Chevrolet e Fiat na casa dos 4.000 e poucos giros eu só consigo pensar numa coisa, estão torcendo os motores até a última gota para sair potencia que na prática em uso para pessoas com poucos conhecimento não serve de nada, pois a força em baixa é ruim e os mais ignorantes têm medo de esticar marchas. Não mudo meu conceito com o Mobi. O Mobi é como uma mulher exageradamente maquiada e musculosa de inteligência um pouco abaixo da média. Já o up! é semelhante a uma mulher de beleza comum e de inteligência acima da média. Cada um tem seu público. Eu prefiro o up!

    • Daniel, pelo jeito você não leu o teste com atenção, pois o Arnaldo falou justamente da elasticidade do motor. Você está apenas vendo números da ficha técnica, levando-o a dizer coisas sem nexo.

  • João Guilherme Tuhu

    Perfeita avaliação. O motor Fire atende bem. Mas é carro só pra duas pessoas.

  • Luciano Gonzalez

    Onde assino, Corsário?

    • CorsarioViajante

      Obrigado Luciano!

  • Alex N, que bobagem, dizer isso da correia dentada do up!. Eta, internet!

  • Angelito

    Eu já havia pensado nisso, mas como não trabalho na indústria nunca sugeri para eles. Já havia escrito no Flatout sobre um sistema similar a esse, mas na minha mente parecia mais refinado. De qualquer forma, um grande avanço em relação as centrais integradas com o carro, que eu vejo como passagem para vírus e ataques de hackers

  • Junior, esse carro só tem uma opção, o Fiat 500. Ou a pessoa quer um carro desses, ou não quer. Falar em opções pelo mesmo preço não se aplica. Será que você outros nunca vão entender algo tão simples?

  • Isso aí, Daniel.

  • Pluto, um motor de comando de válvulas no cabeçote e injeção de combustível e ignição gerenciados eletronicamente.

  • Invalid, se você acha que o motor não empolga, então você está precisando de uma reciclagem, me desculpe.

  • Daniel, você não pode estar falando sério. Preguiçoso até 2.500 rpm??? Isso é pouco mais que marcha-lenta!

    • Bob, Bob…
      Você não entende nada de carro mesmo….
      2.500 rpm é quase a faixa vermelha para a maioria dos motoristas!
      (Modo irônico ativado!)

      • Mike, isso mesmo! Como pude me esquecer disso? (rsrsrs)

      • Daniel Saraiva Vila Nova

        Pelas pessoas que tenho contato. 3.000 rpm é o limite de giro! De vez em vez quando vejo alguém chegando a 3.500 rpm.

  • SOS SP, motor EVO, o Arnaldo citou.

    • SDS SP

      Justamente, gostaria de saber se essa versão EVO sofreu alguma atualização, pois a nomenclatura EVO já era utilizada no Uno Vivace.

  • Alex N, faça-me o favor…

  • Daniel S. de Araujo

    São bons mesmo!

  • Alex N.

    Só não falei dos outros porque não era o caso aqui. A correia dele custa isso, enquanto nos demais, com esse valor se compra o kit inteiro Gates. E não sei porque foi bola fora, ele desmontou e mostrou o problema. Aliás, toda vez que ele errou, ele voltou atrás e assumiu! É impossível negar a importância do cara no mercado automobilístico nacional, o crescimento dele não deixa dúvidas! Ali é o outro lado da moeda, onde as falhas e peculiaridades realmente aparecem. Mas ninguém é obrigado a concordar, nem com ele e nem comigo, é apenas opinião, e num local feito para tal.

    • CorsarioViajante

      Com certeza, aqui é justamente o espaço para troca de informações, inclusive conflitantes. Eu nunca vi tanto mérito no ADG, e acho que muitas vezes ele gosta de um showzinho.

      • Lucas Mendanha

        Showzinho? É quase um Super-Bowl..

    • C. A. Oliveira

      Parece-me que esse ADG tem algum trauma com correia dentada. O cara exagera um pouco na dose. Uma vez assisti um vídeo dele, e sem entrar no mérito sobre a competência ou honestidade profissional do sujeito, mas ele condenou a correia de um Fiat 500 com cabeçote de 16 válvulas, com poucos meses de uso, aos 10.000km aproximadamente. Disse que a correia estava gasta, que o motor estava fora de ponto e um monte de outras bobagens. Inclusive, o carro em questão tinha menos de 1 ano do lançamento, o que significa que estava certamente em garantia. Aí me pergunto, por que o proprietário levaria um carro em garantia para o ADG? É uma atitude no mínimo estranha.
      Aliás, é o único lugar onde vejo fazerem manutenções “pesadas” em carros com pouquíssimos quilômetros rodados e poucos meses de uso.

  • Rinno Di Jenno

    Particularmente eu não gostei do carro, vi ele ao vivo também. O Up tem mais “stance” e é um carro mais original. Este aí lembra a feiura do Agile com alguns toques de beleza espalhados pela traseira. A cor, exótica, berrante e vívida também não combina com ele, que ficaria melhor em tons claros. Porém, é minha humilde opinião, sei que é um carro, acima de tudo, competente e honesto.

    • WSR

      A Fiat costuma usar cores chamativas ao lançar modelos, basta lembrar do Palio. Já a cor do modelo testado é uma das minhas preferidas para carros.

  • fredggp

    Excelente matéria e com um boa notícia: a precisão nos câmbios FIAT !! Agora, chamou-me a atenção, lendo a matéria, o fato do Arnaldo ter citado o punta taco neste tipo de automóvel. A questão das dimensões, entendi perfeitamente o objetivo da marca, mas com um desempenho mais adequado ao uso urbano, visando economia de combustível e etc, achei esta informação da aproximação dos pedais de acelerador e freio meio que perdida no contexto. Minha ignorância mesmo…Qual a vantagem disso neste tipo de carro?

    • Pastel

      Fredggp, fazer o tal punta-tacco era um charme na época que os carros de corrida tinham embreagem no pé esquerdo. E quem se achava bom “piloto” tinha que fazer o dito. Hoje, com a grande quantidade de carros automáticos rodando por aí, o punta-tacco só é usado para arrancar com carro manual na subida. Afinal, “piloto” que se preze não puxa o freio de mão para arrancar.

  • Christian Sant Ana Santos

    AK, nem parece o mesmo carro avaliado dias atrás por um site bem concorrido. O meu Uno 1.4 Attractive 2010 tinha dificuldade, em ponto morto, de conseguir dosar o acelerador, por exemplo, em 1750 rpm, queria pular para 2.000. Meu 1.4 Evolution atual não tem esse problema, a configuração do acelerador é mais calma, mas gostaria que fosse ainda mais, aliás, gostaria de sugerir a FIAT que deixasse o start stop como opcional e no lugar, três opções de configuração de acelerador e duas de direção, acho que um custo bem menor, não? É chato dosar o pé para andar na casquinha, para bater meu take Up andando junto.

  • Portuga Goleta

    Acho que por ser uma marca fora das 4 grandes que não tem apelo com carros mais caros (como é a Hyundai como HB20) e nem apostar em Design, eu acho que a Renault tem um ótimo público, vendendo em média 4 mil Sanderos por mês e quase 2 mil Clios, e esse último praticamente não tem propaganda, quase não sabem da sua existência. Um lançamento desse tirando o Clio e investindo em propaganda acredito que tenha vendas boas.

  • Portuga Goleta

    Ou talvez não estivessem com 20 ou 30 mil. É muito fácil burlar as coisas em um vídeo da internet.

  • fredggp

    Acho que existe dois adjetivos para o motor, seriam: motor moderno (esse descrito pelo Bob) e o estado da arte.

  • Marcio

    Se o motor pode ir até 5.500~6.000RPM, não vejo tanto problema em esticar a marcha. Se não fosse saudável para o motor, desconfio que as fabricantes iriam cortar a aceleração antes disso. Se você dirigir um automático/automatizado com modo S (que não privilegia a economia), vai ver que eles “esticam” de fábrica. Acho que você precisa mesmo é de um carro com turbo de baixa inércia…

    • Daniel Saraiva Vila Nova

      Eu não tenho medo de esticar marchas. Mas o carro que tem que Se trocar marcha a no mínimo a 3000 rpm pra ter um desempenho aceitavel pra mim é um carro não muito gostoso de dirigir, geralmente. Fora que se o carro tiver uma primeira longa é complicado arrancar em subidas íngremes com o carro lotado sem queimar horrores de embreagem. Fora que se o motorista for daqueles que acha que passar de uns 3000 rpm e/ou acha que o carro vai consumir horrores passando dessa rotação vai deixar o carro com o desempenho sofrível. Digo por experiência própria. Dirigi um Punto 1.6 e andei de carona no mesmo. A dona do carro não sabia tocar o carro. Passava a quarta já em 40 km/h o carro ficava uma lesma.

      • Daniel, queimar embreagem é uma coisa, patinar é outra. Queimar é deixá-la patinar demais.

  • Marcio

    Também é o caso da Honda CG. Se você for no site da própria Honda e checar a história da CG, vai ver que os engenheiros japoneses fizeram o motor com uma manutenção simples justamente porque é um mercado em que os consumidores não iriam fazer manutenção alguma.

  • Carlos A.

    Acho a proposta da FIAT muito interessante, acredito que o mercado será promissor.

    • Elizandro Rarvor

      Eu já não consigo entender porque alguém deixaria de comprar um ONIX Joy por R$39.000,00 completo, sendo este maior, mais espaçoso e com porta-malas maior, para pegar um carro mais caro com motor ainda velho, não que o Onix tenha motor moderno, mas pelo menos atualizaram o motor.

      • Elizandro, dirija um Mobi e depois diga o que acha do motor “velho”.

      • Renato Texeira

        Acho que nem sempre ter um carro maior é mais vantagem…

        • Elizandro Rarvor

          Como se 36,7 cm a mais no comprimento e 7,2 cm de largura fizessem muita diferença na vida das pessoas.

          • Renato Texeira

            Pior é que faz diferença. Na garagem de casa temos um Fiat 500 e um ônix (do meu sogro) e tem manobras que no trânsito pesado e em ruas estreitas que o Fiat 500 faz e o Ônix não, ou senão faz com mais agilidade. Claro que para viagens e para mais de dois ocupantes o Ônix é muito melhor.

      • WSR

        Sinceramente, acho que só quem não entende de motores é que fica nessa de novo ou velho. Se pelo menos dissesse que é bom ou ruim, argumentando prós ou contras, a opinião poderia ter algum crédito.

  • Carlos A.

    Lucas Mendanha, essa dúvida também tenho. Infelizmente no máximo as pessoas vão para a cor vermelha. Pelas ruas ainda vejo alguns UNO amarelo da época do lançamento, mesmo assim muito raro encontrá-los. Interessante que até as versões ‘esportivas’ ficam sempre nas cores básicas.

  • Daniel, qual o câmbio do Fit do seu pai? É CVT?

    • Daniel Saraiva Vila Nova

      É manual. Eu não iria ser desonesto falando que é elástico pq o câmbio CVT deixa tudo mais elástico rsrs

      • Tudo bem, Daniel. É só que estranhei citar esse motor como sendo “o mais elástico”. Ele é elástico, sim, mas nem tanto.
        De qualquer modo, atualmente os motores estão bem bons nisso. Os turbo, principalmente, são impressionantes.

        • Daniel Saraiva Vila Nova

          Quando eu falei o “mais elástico” eu me referi aos que já dirigi. Mas acabo de lembrar que o mais elástico que dirigi foi o Fit 2015 manual. Muito forte! Eu não tenho tantas referênciasdos carros mais novos pq a maioria que dirigi são de 5 anos pra trás. Esse 1.4 8v do Fit eu acho mais elástico do que os 1.4 da Fiat e Gm e o 1.6 do Golf e Pólo antes de serem flex… Mas tô ciente que os motores turbos mais modernos são os mais elásticos de todos. Embora exista um certo delay ainda que pequeno. Mas motor 100% elásticos somente os elétricos mesmo. Torque sempre é o máximo e o carro nem precisa de transmissão já que o motor gira desde 1 rpm(teoricamente gira a menor rotação quanto possível).

      • Daniel, elasticidade (de motor) não tem nada a ver com câmbio, independente de tipo.

  • CorsarioViajante

    Exato, já falei várias vezes, fiquei uns três meses com um uno 1.0 alugado, meu Deus, que motor desagradável. Sempre parecia fraco, e sempre consumia muito.

  • CorsarioViajante

    Acho que isso não é restrito apenas ao Uno.

    • Curió

      Mas no Uno, a troca custou uma tampa de garrafa retornável e uma bala sete belo.

      • CorsarioViajante

        A-han…

  • CorsarioViajante

    O mercado mudou muito, aliás o Brasil mudou muito. Hoje já existe um pouco mais de consciência que antes, embora a meu ver as marcas devessem investir muito mais em conscientização não só dos consumidores mas também dos próprios concessionários.

    • Dos concessionários principalmente, em teoria, deveriam prestar um serviço impecável. Eu acho que quem pensa que o serviço de concessionária é bom, ou não entende nada de manutenção ou entrega pra revisão e só volta quando ligam que está pronto e não vê o que foi feito e nem o que não foi feito e foi cobrado. Eu já presenciei caso de uma concessionária Fiat querer colocar óleo errado em Palio (!) lógico que não ia destruir o motor colocar óleo 5W30 ao invés do 15W40 recomendado no manual, mas por favor né? um tão comum Palio?

  • CorsarioViajante

    O duro é que daí comparam o preço da correia do Up na concessionária com o preço da correia comprada no paralelo. Tem que comparar coisas iguais.

  • CorsarioViajante

    Eu, embora ache que ele teve um papel importante ao falar de manutenção e mesmo valorizar a manutenção nos carros, acho que muitas vezes acaba forçando a barra.

  • CorsarioViajante

    Eu honestamente prefiro a corrente por ser um item a menos para encher, mas vamos lembrar que 4 anos é muito tempo e 120.000km é muita coisa para a maioria. Certamente não é um custo proibitivo para o mundo automotivo.
    Aí tem que comparar o preço da troca na concessionária VW com o preço da troca na concessionária da concorrente, e não com o paralelo.

  • CorsarioViajante

    Sim, o manual da Livina por exemplo se não me engano cita algumas cidades ao redor. Digo porque se fosse em BH de forma geral o número de carros afetados seria imenso.

  • Sim, sim, mas como eu disse: dependendo do uso. E acrescentaria: dependendo do(s) motorista(s) e do hábitat do carro. Em um condomínio com vagas mal projetas, ou local de trabalho com dificuldade pra colocar na vaga, pode facilitar muito ter alguns cm a menos.

  • Fat Jack

    Cara, pagar mais de R$30k por um “peladaço”, com tantas opções de seminovos no mercado e ainda na garantia de fábrica (por exemplo, se encontra Sandero 1,0 l 2015/2015 “completo” em SP por R$33k – e sua garantia vai até 2018!) pra mim não faz o menor sentido. E se é pra entrar numas prestações (esporte predileto dos brasileiros), mais coerente gastar mais uns R$20 por mês pra ter esses confortos. Isso sem falar na dificuldade em revendê-lo depois, ninguém mais demonstra interesse em carros sem pelo menos ar e direção…

  • Alex N.

    Devo ter tido azar nos que andei então. Aqui onde eu moro tem muito Sandero, meu cunhado tem, inclusive. Quanto a manutenção realmente não tem do que reclamar.

  • Daniel

    Interessante a avaliação, AK. Fiz o teste drive do modelo há alguns dias e concordo com tudo, exceto no tocante ao câmbio.
    Achei o câmbio extremamente impreciso e borrachudo para os padrões atuais, anos luz atrás do VW Up!.
    Independentemente das impressões pessoais, o Fiat me parece um produto indiscutivelmente inferior ao VW, tendo como vantagem apenas a suspensão macia (para quem faz questão dela assim).

  • CorsarioViajante

    Up foi lançado com opção duas portas em todas as versões. Ninguém quis.

    • Otavio Marcondes

      Na verdade somente em duas versões, a take Up! e a Move Up!, tiveram a opção de duas portas.

    • Rodrigo R

      A versão 4 portas também não é lá muito querida.

    • Corsario, o duas-portas surgiu dois meses depois do quatro-portas.

  • Clenilson Araujo

    Qual a vantagem em comprar um carro 0km com motor obsoleto que logo sairá de linha? So porque e bonzinho? O carro nem empolga e nem e econômico e ainda e apertado.

    • Clenilson, você obviamente não entendeu o carro. Isso acontece.

  • Elizandro Rarvor

    O problema é o preço mesmo, sito uma moça aqui na empresa que vendeu o C3 1,5 dela e cogitou a compra de vários carros.

    O Mobi que ela até achou interessante, custava 44.000,00, daria uma entrada de 30.000 e sobrariam 36x de 555,00

    Ai ficou sabendo que o motor não era lá aquela coisa, percebeu o pouco espaço no porta-malas e no final, comprou um 208 1,2 Active por R$ 49.000,00 com os mesmo 30.000 de entrada a parcela ficou 656,00

    E ai eu pergunto, o que é melhor? Pagar 101 reais a mais e ter um carro maior, melhor acabado, mais econômico e infinitamente mais bonito, ou… ou nada, não vejo coisa positiva no Mobi.

    • Elizandro, dirija o Mobi e depois comente. Análise de ficha técnica é incompleta.

  • Cristiano, não dá para comparar salada com sopa…E motor com turbocompressor não é sinal de modernidade, mas mera escolha do fabricante.

  • Lucas Mendanha

    Tecnologia custa dinheiro (tanto pra comprar, quanto para manter). E quem quer comprar carro para gastar com manutenção? Basta ver os rankings de venda para achar a resposta.

    • invalid_pilot

      Compra tecnologia quem não se contenta com motores oriundos dos anos 80 sendo vendidos hoje em dia.

      Fire já deu que tinha que dar a muito tempo, esse 1,0 é o pior motor a venda hoje disparado — não anda e bebe mais que os outros.

      • Invalid, esse consumir mais que os outros não foi o que Arnaldo constatou. Você é muitos parecem estar esquecendo que motor do up! aspirado desenvolve 75 cv e o Fire do Mobi, 73 cv. Qua baita diferença…

      • Lucas Mendanha

        Exatamente o que estou falando.. Tem quem acha que motor de projeto mais antigo é sinonimo de baixo custo de manutencao, por isso preferem os Familia 1, Fire e por ai vai.. Na prática eles são bem mais modernos hj que os mesmos de anos atrás, mas, a ideia para o comprador médio é que é o mesmo motor de sempre.. Fiat e GM sabem disso, e vao segurar esses motores enquanto as vendas estiverem no topo.

        Aposto que aquele camarada que compra Gol pq tem origens VAGueiras desde a época do Fusca ficou com um receio de ver o Gol com um novissimo 3 cilindros no cofre..

        Obs: eu sou da turma que prefere um 3c com boa disposição em baixa à um 4 cilindros calibrado pra render melhor em alta..

    • CorsarioViajante

      Exato, cada carro tem sua proposta e seu público. Querer vender alta gastronomia para a turma que quer encher a pança é desperdício. Cada qual com seu cada qual.

  • Lucas, 120.000 km ou 4,5 anos.

  • João Carlos, como tem aparecido especialistas de mercado ultimamente, é impressionante.

  • Clenilson, é, não entendeu mesmo. Nem o motor.

  • Cristiano, entre um 1-L 3-cilindros aspirado de 75 cv, um 1-L 3-cilindros turbo de 101 cv, e um 1,6-L 4-cilindros de 110 cv, num mesmo carro, qual andaria mais? E você acha que potência do Fire 1-L 4-cilindros é 73 cv: é tão inferior ao 1-L de três cilindros? A base de comparação é com combustível de verdade, gasolina.

  • Invalid, o que passar de 1 litro de cilindrada, até 2 litros, recolhe mais 4% de IPI, elevaria o preço público do modelo. O fato é que o desempenho do Mobi nada deve a carros de cilindrada semelhante e o motor tem funcionamento muito suave. O novo motor será lançado no ano que vem.

    • invalid_pilot

      Concordo na suavidade de funcionamento do 4 cilindros e no restante o Mobi é bem agradável (Suspensão, comandos e etc).

      Talvez quando atualizarem de verdade o motor com algo mais alinhado com a realidade de hoje, eu mude de ideia e conceito sobre o Mobi.

  • Elizandro, você faz mesmo bem em parar. A menos que você se recicle e consiga comentar com base. E editei seu comentário, você sabe onde, pois aqui no AE ofensas a fabricantes são sistematicamente barradas.

  • invalid_pilot

    Não sabia dessa de que a correia é run to life…

  • Elizandro, existe melhor maneira de discordar de um fabricante do que não adquirir seu produto? Eu não conheço. Outro ponto é que não cabe ao jornalista exigir nada de um fabricante, mas analisar fria e tecnicamente mente o produto, justamente o que eu e os demais editores fazemos no AE. Sem nada de maria-vai-com-as-outras. Finalmente, considera-se opção dentro das ofertas, o que não é o caso do Mobi, é um veículo “diferente do rebanho”. Se é caro ou barato, que resolver comprá-lo é quem decide.

  • Clenilson, claro que tem, mas não é o carro que a pessoa quer. É tão difícil entender algo tão simples?

  • braulio

    Sobre o Mobi:
    1- Obviamente ele é bom de dirigir: O Fire é um motorzinho bastante girador e não tão potente, o que permite conduzir com o motor “cheio” sem que isso leve a velocidades perigosas, mesmo que coloque-se aí o perigo de se tomar uma multa…
    2- Ele tem portas demais para uma proposta de uso ocasional de banco traseiro e espaço de menos para que o tal banco tenha uso frequente. Uma porta dianteira maior e um banco basculante como o do Palio Fire ficariam melhores num carro desse tamanho
    3- A tampa do porta-malas de vidro, que deveria ser uma grande novidade, não apresenta vantagem prática em termos de visibilidade ou uso, tem o incômodo de exigir substituição em situações onde um reparo de funilaria consertaria uma tampa convencional e ainda tem uma estética algo desagradável. Se eu comprasse um Mobi, colaria um adesivo da cor da carroceria na parte inferior dessa tampa.
    4- Ainda em estética, essa frente rebuscada tira um pouco do visual simpático pela funcionalidade que, junto com uma ótima pedaleira e um motor girador, é algo que eu espero de todo Fiat. E o catálogo pode até chamar a cor do carrinho cedido de “roxo Mirtilo perolizada”: Para mim, esse sempre será roxo Tempra.

  • Francisco, up!, preço da manutenção? Como assim?

  • Daniel, só há dois tipos de motorista, os que não têm medo de rotação e os que têm, obviamente o seu caso.

  • Elizandro Rarvor

    Ok, ok, me retiro da conversa de sub-compactos e compactos, a invenção que é a revolução da mobilidade urbana brasileira.

    Prometo não meter mais o bedelho neste segmento.

  • Daniel, melhor assim, fico aliviado… (rsrsrs)

  • Alex N, é claro que a Ford está certa na sua recomendação. Trocar óleo com 5.000 km é o mesmo que pegar uma tesoura e sair cortando notas de 100 reais. E a correia dentada dura isso mesmo. Não precisa ter medo.

  • WSR

    Você entendeu absolutamente nada do que escrevi, rs.

  • Luciano

    Daniel, eu tive um Corsa Sedan 1.4 e tive a mesma impressão que você! Motorzinho “preguiçoso” e beberrão. Não gostei! Vendi e não sinto saudades!

  • Alex N.

    Bem, não é preconceito pois compraria um Up! TSI sem sequer testar! Uma dúvida, essa saída sobre o painel não fica embaçando o vidro?

    • Alex, enquanto o ar-condicionado estiver ligado, nada embaça. Só ao desligar e se a umidade relativa do ar estiver alta é que o espelho interno, frio, condensa a umidade e embaça. No para-brisa, nada.

    • TDA

      O vidro (parabrisa) não, o que ocorre é embaçamento no espelho retrovisor, mas apenas quando está com o ar ligado e se desliga o carro, abre a porta ou no máximo quando desliga o ar e abre as janelas.

  • Guilherme, viva a liberdade de escolha! Mas você já dirigiu todos esses carros, Mobi inclusive?

  • TDA

    Verdade, embaça o espelho, mas só quando abro a porta ou as janelas. Quando desligo o ar e mantenho janelas fechadas não chega a embaçar.

    • TDA, manter as janelas fechadas após desligar o ar-condicionado mantém o ar desumidificado por algum tempo realmente, mas a própria aeração interna acaba deixando entrar ar úmido ao interior.

  • Cristiano, sem querer duvidar dos colegas do Carplace, essas diferenças “bastante expressivas” somem no uso normal.

  • Junior, seu argumento (e de outros leitores) cai por terra quando se leva em conta o desejo de ter um carro com as características do Mobi, diferente na sua essência do up! e do Ka. Ninguém compra Mobi contando com habitabilidade do banco traseiro, sabe o que está comprando. É uma novidade como tantas outras, tem uma finalidade mercadológica clara. Você precisa entender isso.

  • Lucas Mendanha

    Não é atoa que as marcas optam por relações curtas de diferencial por aqui.. Se pegar a ficha técnica dos mesmos carros vendidos em outros mercados, verá que a relação alonga bastante..

    O Vectra B mesmo manteve o diferencial longo e direto aparece alguem pra falar que era um carro “frouxo”.. O Escort Zetec 16v tbm..

  • Lucas Mendanha

    Tipo um carro 1.0 da decada de 90: ou gira ou “nao sai do lugar”.. Pelo menos eram muito economicos em face da tecnologia disponivel..

  • Lucas Mendanha

    Só comparar que o motor Zetec-SE 1.4 16v do Fiesta era uma “bomba” e o Sigma 1.5 e 1.6 16v são ótimos motores. Mas que coisa não? o motor é o mesmo, o que mudou foi o calendário!

    kkkk

  • Lucas Mendanha

    Alex, assim como o Bob comentou a baixo, a recomendacao do oleo ta OK. Confere apenas se o indicado é o oni-presente 5w30 ou o mais recente 0w20 e nao substitua por outro mais viscoso.. Quanto à correia banhada à óleo, ela vem no motor 1.0 3 cilindros. No 1.5 do seu carro é correia elástica, e corre ‘por fora’ do motor.

    • Alex N.

      Sério? Entendi mal então, vou reler o manual, valeu!

  • CorsarioViajante

    Hahaha adorei esta!

  • CorsarioViajante

    Eu sempre segui o que o fabricante fala. Meu polo anterior a recomendação era trocar a cada 10.000km, sempre fiz assim e rodei bem até os 160.000 quando vendi. Sempre usando o óleo correto, lógico!

  • Lucas Mendanha

    Estrada que passo frequentemente, ja que sou de Ipatinga e moro em BH.. Transito, relevo e qualidade da pista complicadas.. Sem contar que nao da pra ter consumo legal não.. é 8 no alcool e 10 na gasolina, seja no Corolla 1.8 ou no Focus 2.0..

    • Davi Reis

      Até que dá, faço em torno de 13 por litro com álcool com meu Fox 16V. Isso com ar ligado e andando no ritmo que a estrada permite, raramente passando dos 100 por hora.

  • walterjundiái, conheço o ADG e posso dizer que ele não é nada disso. É apenas uma pessoa esforçada e trabalhadora.

    • walterjundiai

      Tudo bem Bob, como eu não conheço pessoalmente o ADG eu não falo bem nem mal, apenas esclareço que ele acabou criando uma imagem negativa por causa de sua personalidade forte. Ele precisa contratar um bom Relações Públicas,,, rsss Abraço.

  • Invalid, não são motores tão bons quanto, mas motores que atendem muito bem nossas condições e nosso uso, e para isso não basta ler a ficha técnica, mas andar com o carro.

  • Portuga Goleta

    Não sei quem é o cidadão, mas pelo que falam dele pouco me interesso também, deve ser só mais um cara que gosta de fazer vídeos polêmicos para ganhar likes.
    Já até ouvi que ele é patrocinado por marcas, então prefiro continuar numa boa sem conhecer tal cidadão.

  • Daniel Saraiva Vila Nova

    Cara, seu depoimento não é nada surpreendente, só confirma a diferença enorme de 12 cm entre o up! e o Mobi na distância entre eixos. Pra você ter ideia, o up! tem entre eixos maior que o Palio (Economy) e o novo Uno. O aproveitamento de espaço também é melhor no up! pelo cofre do motor ser bem pequeno. E ainda assim consegue ter porta-malas maior que o Mobi, mas aí os 4 cm a mais no comprimento do up! explicam mais… Fora que essa diferença de entre-eixos é muito bem-vinda para o up! na estrada. Deixa o carro mais na mão.

  • Davi Reis

    Eu sigo sempre o prazo estipulado pela fábrica, independente de tudo. Nas revisões provavelmente a correia deve ser verificada de algum jeito, mas também não tenho medo disso.

  • Leonardo, absolutamente problema nenhum ao arrancar nessa condição. O motor tem uma baixa ótima.

  • Roberto, o vídeo foi colocado na matéria também.