Roberto Agresti recomenda:

“Elas vão amar!”. Este foi meu primeiro pensamento ao conhecer o Peugeot 208 em versão Allure, a mais equipada entre aquelas com o novo motor PureTech de 1,2 litro e que é anunciada no site da Peugeot por R$ 55.490. Tal carro, alvo de teste recente pelo Bob (28/5), me despertava curiosidade desde seu lançamento por razões múltiplas que relatarei no decorrer deste teste de 30 dias.

Antes mesmo de entrar e dar a partida, na voltinha que dei rodeando o carro como fazem os manobristas de estacionamento à procura de danos, o impacto foi muito positivo. A cor insólita — um marrom metálico com tom avermelhado (marron Dark Carmin) —, os cromados aplicados com parcimônia e sabedoria, a harmonia das formas arredondadas e o capricho exalado na realização. Se nele em vez do logo do leão houvesse quatro argolas, uma hélice estilizada ou uma estrela de três pontas tudo estaria nos conformes: a palavra “premium” associada às marcas sugeridas combina com a presença de quatro bolsas de ar de série neste Allure e principalmente com o impacto visual externo deste 208. E dentro?

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Linhas modernas e de bom gosto é o que o que o 208 tem de sobra

Dentro é quase isso. Lembrando um pouco dos orientais recém-avaliados por mim, Nissan Versa, Toyota Etios e até mesmo o festejado Honda Fit, todos em versão topo de linha, o que este 208 transmite em termos da chamada “percepção de qualidade” é digno de nota. Os responsáveis pelo design externo e interno merecem um prêmio pela realização. O painel inovador, que se visualiza por cima do pequeno volante ovalado, é um primor. O próprio volante é um dos chamarizes e o restante da cena mereceria o comentário que me vem à mente em voz feminina: uma gracinha!

Expulso o meu lado feminino aos chutes. Aqui a análise racional, penso eu. Mas depois de alguns segundos me vejo observando a decoração do tecido dos bancos a ausência de arestas e o iluminado interior que o amplo teto de vidro proporciona e me convenço que elas (e eu…), definitivamente, vão amar…

Dei a partida e não preciso de mais do que três trocas de marcha para me surpreender, positivamente. O premiado motor de três cilindros não é exatamente uma novidade para mim. O conheci no Citroën C4 Cactus com o qual rodei na Itália em novembro passado, avaliação que você pode ler clicando aqui. Porém, esta versão usada do Peugeot, apesar da cilindrada praticamente idêntica (lá 1.199 cm³, aqui 1.197,3 cm³), tem uma diferença fundamental, não tem a superalimentação oferecida pela pequena turbina do exótico Cactus. Por conta disso tem menos potência (84 contra 110 cv) e torque (12,2 contra 20,9 m·kgf ). Isso considerando a comparação gasolina-gasolina, uma vez que com álcool a potência do 208 sobe a 90 cv e o torque, a 13,0 m·kgf. Todavia as “vozes” do Cactus e do 208 são parecidíssimas, o típico ronco dos tricilindros. Algo que para os que jamais travaram contato com tal arquitetura de motor definiria como parecida com a batida de um motor diesel (mais macio) em marcha-lenta e um farfalhar em alta que, desculpem, só encontro paralelo no reino das motocicletas, onde um trio de pistões é mais usual e bem anterior à redescoberta realizada pela indústria do automóvel em tempos mais recentes.

O “elas vão amar” volta à minha mente. Desta vez por questões dinâmicas. A sensação de controle, de carro “fácil de guiar” é um destaque enorme deste Peugeot. O pequeno volante (fofo?) comanda a direção com assistência elétrica que torna o primeiro contato em manobra uma piada de tão fácil. Já no trânsito pesado de uma sexta-feira paulistana, o rodar macio oferecido pela suspensão, a ausência de ruídos — mal se ouve o motor mesmo levando as marchas a visitarem a área próxima da faixa vermelha — e a maciez da embreagem e da alavanca de câmbio são destaques. Ah, a alavanca de câmbio: o curso é longo, a distância entre a 2ª e a 5ª importante mas… tudo macio! Nós, autoentusiastas entupidos de testosterona, valorizamos sempre o engate sequinho, curto, esportivo, cujo exemplo mais conhecido é o padrão Volkswagen. Mas me concedo (manifestem-se!) uma reflexão: uma alavanca que viaja mais, mas que não transmite à mão nenhum tipo de mecanicidade (existe isso?), cujo manuseio está mais para uma colher enfiada na polenta do que a alavanca do vitrô pode ser igualmente boa?

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O motor 1,2-L PureTech é expressão de modernidade

E para quem? Para elas, talvez. Digressão estilo “born in the fifties”: quando entrei pela primeira vez em um Corcel, lá pelo fim dos 60, achei estranha aquela alavanca longa, um espeto de quase um metro cravado no assoalho. Acostumado aos Fuscas aquilo me pareceu primário, digno da Kombi e não de automóvel. Com o tempo ma acostumei, e gostei.

Volto ao Peugeot 208: depois de um trecho de trânsito pesado de não mais de dez quilômetros percorridos em 45 minutos, ao chegar ao destino, queria continuar. Fato raro querer dirigir em trânsito pesado! Apesar do para e anda o 208 me tratou mais do que bem. A maciez foi o destaque, tanto do carro ao percorrer o pavimento péssimo de São Paulo quanto dos comandos. E aos mimos sedutores como o teto de vidro (gostaria que ele ao menos levantasse para oferecer circulação do ar interno), o sistema multimídia longe de ser enigmático no primeiro contato, a climatização bizona e um computador de bordo que atende curiosos como nós, com dois registros em separado que podem ser visualizadas tanto em uma pequena área dos instrumentos, quanto na tela tátil que ocupa a posição de destaque no centro do painel.

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Um destaque do 208 é seu teto panorâmico, mas seria ótimo se basculasse

Tudo são flores? Quase. Confesso ter brigado mais do que o normal para achar a posição de dirigir ideal. Regulagem não falta, pois o volante pode ser ajustado em altura e em distância, assim como o banco também oferece todos os posicionamentos de praxe (apesar do encosto oferecer o ajuste em degraus e não o chamado “micrométrico”). Porém, o Peugeot 208 tem um padrão de espuma nos bancos que foge do usual em carros franceses, que normalmente é macio.  O assento é pequeno mas de boa conformação. Já o encosto poderia ser, para meu gosto, um tanto mais côncavo, abraçando mais as costas. Do jeito que é oferece um apoio no centro bem pronunciado que faz o tronco quase que implorar por apoio lateral. Este julgamento talvez possa ser revisto, pois larguei o Renault Sandero R.S. e seu soberbo, confortável e esportivo banco e subi no 208. Me deem mais uma semana para um melhor julgamento.

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Boa solução “à francesa”, quadro de instrumentos em posição elevada

O que sei, e não preciso esperar, é que o 208 se deixa levar como uma pluma em cidade, e que o registro de consumo nestes primeiros quilômetros totalmente urbanos e congestionados foi ótimo: 12 km/l, considerando que o que havia no tanque era gasolina conforme informado, mas a certeza desta marca virá quando este primeiro reservatório, sempre suspeito, secar e eu  tiver certeza de que não há mistureba a mais do que os 27% de álcool impingidos por lei.

No meio da tarde desta sexta-feira de estreia do Peugeot 208 no Teste de 30 Dias, a chance de fugir de São Paulo rumo ao litoral norte apareceu. Sem piscar duas vezes a oportunidade foi colhida. O elenco tradicional — dois adultos e duas adolescentes — e a chance de verificar tanto o espaço interno quanto a capacidade do porta-malas. No 1º item, felizes todos. Não sobra, mas não falta. Imitando Bob no já famoso “eu atrás de mim” notei que os meus joelhos (1,83m de estatura) não chegam a tocar o encosto do banco dianteiro mas a cabeça roça a lateral do teto, coisa que sentando no meio não acontece. Quanto à bagagem, a ordem de levar o mínimo foi atendida e não houve necessidade de colocar bagagem entre as passageiras do banco de trás (cujo encosto não é bipartido na versão Allure…) e tampouco tampar a visão pelo vidro traseiro como o que fosse.

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Porta-malas de 285 litros com banco traseiro em posição normal está na média dos hatchbacks

Depois de mais de uma hora para chegar à rodovia comprovando a bondade do 208 em termos de comandos e condução no ambiente congestionado, a via livre trouxe mais boa surpresas. Apesar da rotação relativamente elevada aos 120 km/h regulamentares (3.800 rpm), o conforto acústico à bordo é digno de nota. No ritmo de viagem e com lotação praticamente plena, a estabilidade direcional correta e o fôlego do 1,2 litro surpreende. Não é um portento no chamado “allungo”, ou seja, quando levado a girar em alta rotação, mas por outro lado quase um fenômeno de elasticidade e boa energia em regimes baixos e médios. Logo entendo que não vale elevar demais a rotação mas sim explorar uma elasticidade diferenciada, patrimônio de motores com fracionamento menor do que o habitual tetracilíndrico. Permitam-me voltar ao meu lado duas rodas: não é a patada da trail monocilíndrica, mas tampouco um motor que exija ser sempre levado às alturas.

Aspecto prático relevante: no inferno de lombadas que separa as cidades de Caraguatatuba de Ubatuba, 30~40 km de percurso, passar nas protuberâncias em 3ª marcha a 20 km/h ou menos e afundar o pé na sequência significa progressão sem a malvada sensação de estar fazendo mal ao motor. Tal atitude até gerou o comentário da acompanhante: “tá com preguiça de trocar de marcha?”. Não. Apenas é possível proceder assim com o motor PureTech. Acreditem. E acreditem também na marca de consumo, de 16,2 km/l para o percurso rodoviário, tendo zerado um dos computadores de bordo assim que me livrei da encalacrada Marginal Tietê. Bom, né? Bom nada, ótimo. Imagine se o carro estivesse vazio e a condução fosse levemente mais atenta? Não precisam imaginar pois foi o que aconteceu na volta. Mesmo tendo que encarar o desnível de mais de 700 metros para chegar ao Planalto a marca foi ainda melhor, 16,4 km/l, o que credito não apenas à uma pressa menor do que ao não uso do ar-condicionado.

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Definitivamente, um visual atraente e que pelo jeito não cansará logo

O Peugeot 208 encerrou sua primeira semana na sequência deste movimentado início nos tradicionais percursos urbanos “montanheses” da zona oeste paulistana, bairros de Perdizes, Sumaré, Pompeia e Alto da Lapa. No castigo dos trajetos curtos entremeados por longas paradas, a pior marca vista foi de 8,4 km/l e uma média global sempre acima dos 12,9 km/l, o que, sinceramente, é cifra que não só elas como eles, definitivamente, vão amar.

RA

 

PEUGEOT 208 Allure 1,2

Dias: 7
Quilometragem total: 573 km
Distância na cidade: 153 km (27%)
Distância na estrada: 420 km (73%)
Consumo médio: 12,9 km/l (gasolina)
Melhor média: 16,4 km/l (gasolina)
Pior média: 8,4 km/l (gasolina)
Média horária: 36,0 km/h
Tempo ao volante: 15h55min

 

FICHA TÉCNICA PEUGEOT 208 ALLURE 1,2
MOTOR
Denominação PureTech 1,2
Tipo de motor, instalação Otto, arrefecido a líquido, transversal, flex
Material do bloco/cabeçote Alumínio
Nº de cilindros e disposição Três, em linha
Diâmetro x curso 75 x 90,34 mm
Cilindrada 1.197,3 cm³
Comprimento da biela 145,6 mm
Relação r/l 0,31
Taxa de compressão 12,5:1
Nº de comandos/localização Dois, cabeçote, variador de fase na admissão e escapamento
Acionamento dos comandos Correia dentada
Válvulas por cilindro Quatro
Potência máxima 84 cv (G) e 90 cv (A), a 5.750 rpm
Torque máximo 12,2 m·kgf (G) e 13 m·kgf (A), a 2.750 rpm
Rotação limite 6.500 rpm (corte “sujo”)
Formação de mistura Injeção no duto
Combustível Gasolina e/ou álcool
SISTEMA ELÉTRICO
Tensão/bateria/alternador 12 V / 60 A·h / 120 A
TRANSMISSÃO
Rodas motrizes Dianteiras
Tipo Transeixo manual de 5 marchas + ré
Relações das marchas 1ª 3,636:1; 2ª 1,950:1; 3ª 1,281:1; 4ª 0,975:1; 5ª 0,767:a; ré 3,330:1
Relação de diferencial 4,692:1
Embreagem Monodisco a seco, acionamento hidráulico
SUSPENSÃO
Dianteira Independente, McPherson, braço triangular, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
Traseira Eixo de torção, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora integrada ao eixo
DIREÇÃO
Tipo Pinhão e cremalheira, assistência elétrica indexada à velocidade
Relação de direção n.d.
Diâmetro do volante 350 mm na horizontal e 330 mm na vertical
Diâmetro mínimo de curva 10,4 metros
FREIOS
Dianteiros Disco não ventilado Ø 266 mm
Traseiros Tambor Ø 203 mm
Operação Servoassistência a vácuo, ABS e EBD
RODAS E PNEUS
Rodas Alumínio, 6Jx15
Pneus 195/60R15, de baixo atrito de rolamento
CONSTRUÇÃO
Tipo Monobloco em aço, hatchback 4-portas, 5 lugares; subchassi dianteiro
AERODINÂMICA
Coeficiente de arrasto (Cx) 0,33
Área frontal 2,09 m²
Área frontal corrigida 0,69 m²
DIMENSÕES EXTERNAS
Comprimento 3.975 mm
Largura 1.702 mm
Altura 1.472 mm
Distância entre eixos 2.541 mm
Bitola dianteira/traseira 1.475/1.470 mm
PESOS E CAPACIDADES
Peso em ordem de marcha 1.073 kg
Peso rebocável sem freio/com freio 400 kg
Capacidade do tanque 55 litros
Capacidade do porta-malas 285 litros/com banco rebatido 1.076 litros
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h 14,3 s (G) e 12,8s (A)
Velocidade máxima 171 km/h (G) e 177 km/h (A)
CONSUMO DE COMBUSTÍVEL (INMETRO/PBE)
Cidade 15,1 km/l (G) e 10,9 km/l (A)
Estrada 16,9 km/l (G) e 11,7 km/l (A)
CÁLCULOS DE CÂMBIO
V/1000 em 5ª 31,3 km/h
Rotação a 120 km/h em 5ª. 3.830 rpm
Rotação à velocidade máxima em 5ª 5.650 rpm
Alcance nas marchas (6.500 rpm) 1ª 42,9 km/h; 2ª 80 km/h; 3ª 121 km/h; 4ª 160 km/h

 

EQUIPAMENTOS PEUGEOT 208 ALLURE 1,2 PURETECH
ESTÉTICA EXTERIOR
Acabamento cromado no teto
Acabamento preto fosco na moldura dos vidros
Antena curta no teto
Faróis com luz diurna (DRL) com lâmpadas halógenas
Faróis de neblina
Lanternas com LEDs e guias de luz
Luz traseira de neblina
Moldura cromada nos faróis de neblina
Repetidoras dos indicadores de direção nos espelhos
Rodas de alumínio de 15 pol, diamantadas, mod. COT 968 com pneus 195/60R15
ESTÉTICA INTERIOR
Console de teto com luzes de leitura
Detalhes cromados no acabamento da central multimídia e nas saídas de ar
Maçanetes e saídas de ar cromadas
Painel com faixa e puxadores de porta na cor Mahair
Painel de instrumentos com matriz de cristal líquido e ponteiros brancos
Painel de instrumentos em posição elevada
Teto solar panorâmico
Volante de diâmetro reduzido
Volante revestido de couro
SEGURANÇA
Acendimento automático do pisca-alerta nas freadas fortes
Alerta sonoro de cinto do motorista não atado
Alertas sonoro de portas malfechadas
Apoios de cabeça traseiros com regulagem de altura (3)
Cintos de segurança traseiros de três pontos (3)
Estrutura com deformação programada
Freios com distribuição eletrônica. das forças de frenagem
Limpador e lavador do vidro traseiro
Trava de crianças nas portas traseiras
Travamento automático. de portas e tampa traseiras ao andar
TECNOLOGIA
Alarme perimétrico e volumétrico
Alerta sonoro de faróis acesos ao deixar o veículo
Chave eletrônica canivete com comandos de abertura de portas
Computador de bordo com três modos de operação e indicador de manutenção
Controlador automático de velocidade/limitador de velocidade
Iluminação ao se aproximar do veiculo
Iluminação temporizada ao se afastar do veiculo
Limpador traseiro indexado à marcha à ré
Pneus de baixo atrito de rolamento
Sensor de estacionamento traseiro
Sistema Flex Start para partida a frio sem auxílio de gasolina
Travamento central de portas e tampa traseira
MULTIMÍDIA
Central multimídia tátil 7-pol integrada ao painel
Comando no volante para rádio e Bluetooth
Conexão Bluetooth para telefone celular
Conexão streaming para rádio
Entradas USB e AUX
Rádio com MP3
Quatro alto-falantes e dois tweeters
Tomada 12 V
CONFORTO
Ajuste elétrico dos retrovisores externos
Ar-condicionado automático digital bizona com três modos de operação
Banco do motorista com regulagem de altura
Banco traseiro inteiriço rebatível
Bolsas infláveis laterais
Direção com assistência elétrica indexada à velocidade
Espelho nos para-sóis
Iluminação no porta-malas e porta-luvas
Porta-copos no console
Porta-garrafas nas portas dianteiras com suporte para garrafas de 1,5 litro
Porta-luvas refrigerado
Vidros elétricos nas portas dianteiras
Volante de direção com regulagem de altura e distância


  • Muito bom o texto com pitadas de humor. Talvez a vocação urbana fosse aumentada na cor branca, pois esta cor dá medo na hora de reparar riscos e portadas.

    • Elizandro Rarvor

      Não sei se este marrom é uma pintura perolizada, mas lembre-se que as pinturas perolizadas são muito mais resistentes a riscos do que pinturas sólidas.

  • Fat Jack

    É um carrinho interessante, gosto da imensa maioria das soluções apresentadas no modelo (só não vi ao vivo se o posicionamento do painel — simples, de graduação constante e aparente fácil visualização — acima do volante agrada. Andei por algum tempo com o 206 do meu pai e ele me agradava em quase tudo, o quase fica por conta dele necessitar de aceleração para sair da imobilidade, algo que prefiro que ocorra ainda mais quando se guia pelas vias congestionadas da cidade.
    RA, o 208 conta com este recurso?

    • Roberto Agresti

      Caro Fat Jack, não entendi a sua pergunta. Que recurso?

  • Matheus Ulisses P.

    Adoro esses testes de 30 dias com avaliação detalhadíssima!
    Gosto muito desse carrinho e nessa cor então… belíssimo!

  • Rodolfo Andrade

    Como seria bom o up! TSI ter um painel tão bacana quanto esse do 208. O conta-giros pequenino e o pouco espaço para exibir as informações do computador de bordo são dose. Por exemplo, não é possível exibir o relógio e o consumo ao mesmo tempo.

  • Luciano, até ao redor de 80 mm de diâmetro dos cilindros, sem problema. Inclusive, o 1,5-L de 3 cilindros do MINI tem diâmetro de 82 mm. Esse PureTech do 208, com 75 mm, está folgado nesse aspecto.

  • Rafael

    Aguardando o lançamento do 1.2 turbo. Será que ele virá?

  • Roberto, na França, só o robotizado de cinco marchas para o 1,2 aspirado ou o automático seis-marchas para o 1,2 turbo. Aqui nada se fala de mudança de câmbio nesse modelo atual nosso.

  • Mr. Car

    Ave Maria, cheia de Graça…

  • Lucas

    RA, este conta com regulagem de altura dos faróis? Em 2014 tive um 1,5 que trazia instrução no manual para regulagem por uma alavanquinha atrás do refletor, mas que, na prática, não funcionava e estragava o farol. Gostaria de saber se corrigiram isto. Obrigado.

  • Elizandro, a revista Carro analisa fading.

  • Rodolfo, neste vídeo dá para ver o horror que é dirigir na Alemanha. Viu quantas lombadas? Os vidros traseiros continuam basculantes, nada de elétricos.

  • Pedro Krasinski

    Esse motor 1,6 é disparado um dos melhores 1,6 do mercado.

    • Elizandro Rarvor

      Para ver como nosso mercado está capenga, o 1,6 de aspiração natural da PSA está atrás do 1,6 Ford e até do 1,6 Hyundai/KIA.
      No lugar dele um 1,2 Puretech TURBO seria o ideal.

  • Daniel, já o testei: ponteiro “congelado”.

    • João Carlos

      Uma amiga tem um Celta 2007 com apenas 37.000 km. Dei uma volta nele, mas uma coisa estava estranha: o ponteiro de temperatura passeando na escala, descendo para frio em via expressa, voltando ao normal no para-e-anda. Acho que a válvula termostática está travada aberta.

      Se fosse esses carros de ponteiro tudo ou nada daria para verificar isso?

  • Pedro, não há nada errado com o freio deste modelo. A única possibilidade para você ter achado isso é o freio do carro que você dirigiu ter algum problema.

  • Mas Fat Jack, todo motor a injeção faz isso.

  • Tomtilt

    Eu tenho um 2008 com o tão mal falado câmbio de 4 marchas e a percepção que tenho é que é correto. Não é um primor, mas está muito longe de ser um lixo. Eu queria um 2008 Griffe manual mas para pronta entrega só havia nas cores prata e branco, e como eu não compro carro prata de jeito nenhum e branco também não me agrada muito, resolvi fazer o test drive também no automático, já que havia uma unidade na cor vermelha, e fechei negócio.

  • RPB, certamente é só substituir discos e pinças, que devem poder ser montados normalmente. Mas antes de trocar analise se é essencial, desça um trecho de serra usando mais freio do que o usaria normalmente e veja se ocorre fading.

  • Gabriel, os de injeção de combustível, você quer dizer.

  • Fat Jack

    Tenho dois e ambos são assim também.

  • Fat Jack, aí pode ser outra coisa, a programação da injeção entender que abaixo de determinada rotação o motor não está mais funcionando e corta a injeção. Caso de, por exemplo, soltar a embreagem rápido demais, sem que a compensação de marcha-lenta tenha tempo de atuar. Como gosto de arrancar com aceleração mínima sempre, no começo da era da injeção acontecia muito comigo de o motor morrer ao arrancar.

    • Fat Jack

      Estranho que só senti esse sintoma no ex-206 1,4 l …

  • CorsarioViajante

    Não é boato, é fato verificado pelo Latin NCAP.

  • CorsarioViajante

    Carro bonito e cheio de sacadas legais. Este motor parece ser ótimo. E esta cor… Linda!
    E o teste como sempre ótimo!

  • João Carlos

    Não compro carro sem banco traseiro bipartido já faz uns 20 anos. É critério sine qua non. O próximo vai ser velocímetro anti-Haddad (digital) e luz anti-lei-burra (luz diurna).

  • João Carlos

    Um dos prazeres ao guiar é tirar o suco de onde alguns acham que não tem. Por isso adorei o vídeo do Arnaldo sendo “cupim de ferro” do Etios.

  • Leonardo Mendes

    Ah, a alavanca de câmbio: o curso é longo
    O curso das alavancas de câmbio da família 200 da Peugeot obedece a seguinte lógica: engate 1-3-5 você aciona os comandos do ar-condicionado, 2-4-R você mexe no porta-malas.
    Ótimas caixas, mas o curso é tão longo quanto a Rio-Niterói.

    Na época do lançamento do 208 essa tonalidade foi oferecida em tom fosco numa série de 208 unidades chamada Premier.

    • Leonardo, grande piada! Parabéns!

    • CorsarioViajante

      Ri muito da piada aqui, boa! rs
      E lembro desta cor da série Premier, era bem bacana mesmo.

  • Sem dúvida, Davi.

  • Zoran Borut

    De fato, o vídeo foi feito na Lombardia, Itália.

  • Angelo Rossini

    Vai vir o 1,2l turbo? Tem previsão ?

    • Angelo, sem notícias, muito menos previsão.

  • Ronaldo Figueiredo

    Tem manta acústica sim no novo modelo e se não me engano o cofre é pintado.

  • Ronaldo Figueiredo

    Realmente, pintado não é. Mas a manta acústica, tem sim. Tirei foto aqui do meu.