Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas NOVO HONDA CIVIC 2017, A 10ª GERAÇÃO – Autoentusiastas

O Honda Civic, cujo lançamento foi anunciado para dia 25 de agosto, foi completamente renovado para a sua décima geração. Do atual só sobrará o motor de 2 litros, que equipará versões do novo. O motor de 1,8 litro ficará restrito ao suve HR-V. Mas a grande novidade é o novo motor turbo que equipará somente a versão topo de linha, a Touring.

De 4 cilindros, turbo, 1,5-litro, gera 173 cv a 5.500 rpm e 22,4 m·kgf entre 1.700 e 5.500 rpm. Sua injeção é direta e tem variação de tempo de abertura das válvulas (VTC). Para esse motor, que é fabricado nos EUA, só haverá o novo câmbio CVT, que tem conversor de torque e 7 marchas simuladas. E para ele só gasolina, nada de flex; ao menos por enquanto.

As outras versões serão a EX, EXL e Sport, e essas usarão o motor 2-litros FlexOne i-VTEC, sem alterações (150/155 cv a 6.300 rpm e 19,3/19,5 m·kgf a 4.700/4.800 rpm). Para a versão Sport, além do câmbio CVT, haverá também a opção de câmbio manual de 6 marchas, uma boa notícia para quem aprecia esse tipo de câmbio. Fora isso ela só terá diferenças estéticas, dentre elas bonitas rodas foscas.

Rodas de 17″ muito bem desenhadas

Houve ganho no espaço interno e no porta-malas, que agora leva 519 litros ante 449 litros na geração anterior.  Realmente, no teste do “eu atrás de mim” nota-se grande aumento de espaço para os de trás. Além de maior espaço, há maior conforto, pois há mais fartura de espuma no assento e no encosto. Inclusive, o passageiro do meio não terá muito do que reclamar.

Bom espaço para três adultos no banco traseiro, túnel incomoda bem pouco; para-brisa traz ampla faixa degradê

Conseguiram deixá-lo mais espaçoso, mais confortável e tornar o design mais esportivo, efeito que parte parece provir do suave caimento do teto conjugado com destacado abaulamento dos para-lamas, que agora sobressaem mais da carroceria. A suspensão traseira multibraço foi reconfigurada e tanto ela quanto a dianteira McPherson recebeu buchas hidráulicas, o que visa trazer maior maciez, estabilidade e redução de ruídos.

]A direção está mais rápida, com relação de apenas 10,9:1— a mais baixa hoje, acho — e 2,2 voltas entre batentes. Com a redução do console central, houve ganho no espaço para as pernas do motorista. Os pneus, agora só os 215/50R17 em todas as versões.

Os freios tiveram os diâmetros dos discos aumentados, são agora de 381 e 356 mm dianteiro/traseiro, contra 260 mm os quatro antes. A potência dos freios está maior. Como antes, os dianteiros são ventilados.

O novo Civic mede 4.637 mm de comprimento (mais 112 mm), 1.798 mm de largura (mais 43 mm), 1.433 mm de altura (menos 17 mm) e 2.700 mm de entre-eixos (mais 32 mm). Os pesos estão praticamente iguais, só o Sport manual é que baixou algo, 1.275 kg contra 1.306 kg do EXR anterior, por exemplo. Mas o Touring engordou ligeiramente, 1.326 kg. Mesmo com o entre-eixos maior o diâmetro mínimo de curva é bem razoável, 11,2 metros.

Preços:

O Sport com câmbio manual: R$ 87.900. Com CVT: R$ 94.900
EX: R$ 98.400
EXL: R$ 105.900
Touring: R$ 124.900

AK

Nota: galeria adicionada às 12h20.

 

Sobre o Autor

Arnaldo Keller
Editor de Testes

Arnaldo Keller: por anos colaborador da Quatro Rodas Clássicos e Car and Driver Brasil, sempre testando clássicos esportivos, sua cultura automobilística, tanto teórica quanto prática, é difícil de ser igualada. Seu interesse pela boa literatura o embasou a ter uma boa escrita, e com ela descreve as sensações de dirigir ou pilotar de maneira envolvente e emocionante, o que faz o leitor sentir-se dirigindo o carro avaliado. Também é o autor do livro “Um Corvette na noite e outros contos potentes” (Editora Alaúde).

  • dncmotors

    Gostei da versão de entrada 🙂 se todas as marcas pensassem assim, gosto de carros com câmbio manual, e de versões 2-portas, esta última abandonada no mercado nacional. Só se encontra pé-de-boi ou carros de nicho. Uma pena, pois o design dos carros de duas portas, para mim, são muito mais bem resolvidos.

    • Christian Govastki

      Esquece esta versão com câmbio manual, só vai existir no catálogo ou por encomenda para daqui a oito meses.

      Câmbio manual nesta categoria morreu e não volta mais.

  • Z_H

    Assino embaixo !

  • Fat Jack

    O grande “pênalti” do Civic é a disponibilidade da motorização mais interessante — a de 4 cilindros, turbo, 1,5-litro — que dispõe de mais potência, torque e provável menor consumo, somente na (cara) versão topo de linha, como se as virtudes dessa nova mecânica fosse algo “premium”, indo na contramão da estratégia oferecida pela GM com o Cruze. E essa decisão pode custar caro, eu mesmo não optaria pelo modelo da Honda numa busca nesta categoria de veículo.

  • Jambeiro, só verificando, pois é o que está na ficha técnica.

  • Mr. Car

    Keller, eu já gosto mais do Civic na versão que está para ser substituída, que do Corolla. E pelo jeito, vou continuar gostando mais do Honda. Só não gostei deste interior “pretinho básico”. Seria muito mais bonito clarinho, realçando suas linha internas, a sensação de espaço, e agregando refinamento. E como diz o Bob, “compre antes que vire flex”, he, he!
    Abraço.

  • Fusion 2,0 Turbo só R$ 5.000,00 mais caro.
    Comprem logo que já já dispara o preço!!! rsrsrs

  • Roberto Alvarenga

    A Mitsubishi está oferecendo o Lancer de entrada a R$ 70 mil. É o mais em conta que se pode achar nesse segmento.

    • Bruno Bertha

      Um belo sedã Roberto. E pensar que vende muito pouco.

  • Roberto Alvarenga

    A se comemorar a opção de câmbio manual e o novo motor turbo (apesar de só estar disponível na versão topo de linha). A se lamentar o design — sei que é pessoal, mas acho que a Honda exagerou nos “músculos” do lado de fora e deixou o interior, cujo arrojo fora a assinatura das duas últimas gerações do Civic, “caretão” demais. E no banco de trás, é ilusão de ótica minha ou voltaram com o túnel? Cadê o assoalho plano?

    • Roberto, há, sim, um ressalto, mas pequeno, e isso é estrutural. A rigidez torcional aumentou em mais de 20%.

  • Jambeiro, como eu já disse aqui, há dois tipos de compradores de automóveis, os que vão pela marca e os que vão pelo preço. Para os do primeiro tipo, como eu, o quanto custe é secundário. Portanto esse tipo de raciocínio, para muitos, é irrelevante.

  • Caíque, sem antes ver a dotação de equipamentos do Touring é prematuro dizer que erraram.

  • Anônimo, qual a sua fonte?

  • Caio Azevedo

    Quando se trata de texto sobre lançamento de carro aqui no AE (e em outros textos também) há sempre quem fale de consumo nos comentários. Esse tipo de discussão é irrelevante. Quando se computa todos os valores gastos nos carros (compra, depreciação, IPVA, seguro, manutenção, etc.), as diferenças no consumo sempre têm um peso pequeno.

    Uma maneira de olhar isso sem ficar neurótico é imaginar uma viagem de férias pra bem longe. A diferença de consumo entre viajar com um Civic 2.0 e um up! 1.0 não dá pra pagar nem os pedágios que aparecem pelo caminho. Só quem roda muito com o carro (geralmente a trabalho) é que sente mais o peso.

    E isso me traz à mente uma miríade de recordações toscas, por exemplo:

    a) As casas tinham lâmpadas incandescentes e agora têm as de LED, que consomem o equivalente 1/10. Mas no inverno elas ajudavam a aquecer a casa. Certamente o custo adicional desse aquecimento está sendo pago pelos aquecedores, mas todos dão glórias ao poderoso LED.

    b) Uma vez eu comprei um aquecedor a gás que obteve classificação B, bem mais barato que o concorrente, que era nota A. Os amigos todos orgulhosos das jóias que compraram e meu patinho feio era renegado. O meu tinha eficiência de 82%, o concorrente caro tinha 83% de eficiência…

    c) Atualmente todo mundo quer carro econômico, mas todo mundo quer SUV.

    Grande abraço a todos.

    • Caio, acho consumo um item importante, sim, pois é item que demonstra eficiência, modernidade, melhor aproveitamento do combustível, etc. É evolução. Compare o consumo de um “6 canecos” do Opala, o motor 4100, que gera menos potência que o de um Honda Civic 2,0 litros, e veja a evolução.

      • Caio Azevedo

        O Opala devia fazer 3 km/l guiado por um pé mais pesado. Isso faz todo sentido. Mas é uma tristeza imensa ver a pessoa às vezes abdicando de um modelo por motivo de consumo quando se trata de carro novo.

    • Mineirim

      Caio,
      Rapaz, você tirou as palavras da minha boca! Tirando aqueles casos de consumo absurdo (como alguns V-6 utilizados em suves bem pesados), no bolso a economia é mínima entre 8 km/l e 10 km/l na cidade, por exemplo. Sem falar que o dono de um carro 1,0 pode fazer, digamos,11 km/l na cidade, enquanto o proprietário de um carro 2,0 faz 9 km/l e anda num carro muito mais espaçoso, confortável, entusiasta etc.
      Quanto às lâmpadas, as fluorescentes não duram 10 vezes mais que as incandescentes. Portanto, a gente faz de conta que está economizando, só que gasta 10 vezes mais na reposição. hehe
      Parabéns pelo comentário!

    • Elizandro Rarvor

      Sério mesmo que você usa uma lâmpada incandescente para aquecer sua casa?

    • Elizandro Rarvor

      Eu não reclamo de consumo, reclamo é de desempenho mesmo. Motorzinho fraco para passar apuro nas estradas, dispenso.
      Afinal, meu uso com carros é 90% nas estradas e segurança e agilidade em ultrapassagens é essencial, não abro mão disso.

  • DSG, até ontem o motor do Etios era importado; o do HB20 continua. Por não ser flex recolhe IPI de 13% em vez de 11%, pouca diferença. Não há nada o que lamentar o fato de ser turbo, mas festejar. Compare os números de potência e torque dele (1,5-L) com os do Focus Titanium 2-L, ambos de injeção direta: Ford, 175/178 cv a 6.500 rpm e 21,5/22,5 m·kgf a 4.500 rpm. Civic Touring, 173 cv a 5.500 rpm e 22,4 m·kgf de 1.700 a 5.500 rpm. Fora que em São Paulo os motores de aspiração atmosférica desenvolvem potência 8% menor, 161/163 cv no Focus. Continua a achar que é para lamentar?

    • DSG

      Bob entendo seu ponto, mas acho que nao compreendeu o meu… Lamentar que enquanto vemos todos colocando em seus veículos , mesmo em modelos de acesso (jetta 1.4 t, golf 1.4/1.0 T, cruze 1.4 T os thp), vejo uma Honda colocando em um modelo que não terá saida pelo preço. Quem poderá ter este prazer? Quem poderá utilizar de um produto tecnologicamente muito superior? Ou seja, “para inglês ver”. Continuo lamentando…

  • João Carlos, uma pena mesmo.

  • Caio Ferrari

    Acho impressionante como esse automóvel evoluiu. Parece, de fato, um automóvel de outra categoria. Só não sei se isso se confirma ao rodar com o carro.
    Me parece que seu interior está no nível de luxo dos alemães. Só acho uma pena que, ao contrário do que ocorre no resto do mundo, a inflação dos preços é absurda. Lembro-me dos anúncios do NewCivic a R$60k. Fica difícil para quem é classe média ou média baixa.

  • Diogo

    Esse Civic ficou espetacular. Mas prefiro o Cruze. Me parece ser tão bom quanto e ainda sobra um bom dinheiro.

  • Roberto Alvarenga

    Era plano desde o “New Civic” de 2006.

  • Meço 1,80 m. Espaço de sobra, um salão. Ficou bom mesmo,

    • Fat Jack

      Surpreendente, visualmente ele engana (e bastante) então.

  • Fat Jack

    Também acho mais coerente que esta opção estivesse disponível ao menos nas versões intermediárias.

  • Matheus, certamente teremos um logo.

  • Mineirim

    Mr. Car,
    Menos de 30 mil km em sete anos e meio? Carro de garagem. kkkk
    Rodo essa quilometragem em um ano e meio em todos os carros que tive. Não uso para trabalhar.

  • Mineirim, sabe o que me desagradava no Monza? A sensação de que ia cair do carro, tão baixa que era a linha de cintura (rsrsrs)

  • Gustavo73

    Eu diria que 80% com turbo. Se contarmos os aspirados o índice sobe ainda mais.

  • Luís Carlos K, o Arnaldo esteve na apresentação, uma avant première na verdade, e não foi divulgada a lista de equipamentos de série e opcionais, essencial para responder o que você quer saber.

  • Gustavo, chegamos a nos esquecer, mas o Focus é argentino.

  • Rafael, vou verificar junto à Honda esses diâmetros.

  • Caio Ferrari, km/l ou l/100 km é questão de hábito. Para se saber custo (reais por quilômetro) é preciso fazer conta do mesmo jeito. No caso de km/l basta dividir preço do litro pelo consumo para saber reais por km, ou centavos de real por quilômetro. No l/100 km tem-se que multiplicar o preço do litro por litros gastos em 100 km para se ter reais por 100 km. Exprimir consumo em km/l também é correto, pois equivale ao raciocínio de “o consumo é tal que permite rodar tantos quilômetros com 1 litro.” Quanto a consumo ser um item que para você importa, não lhe tiro a razão, mas convém saber quanto um “consumo inaceitável” representa de dispêndio de dinheiro a mais segundo sua média de quilometragem por mês ou ano, para saber se vale mesmo a pena abrir mão de determinadas características só por causa desse fator.

  • Davi, você está certo.

  • Alberto, economia para o país? O país não paga pelo combustível, mas nós.

  • Welyton, muita não, total indiscrição.

  • Douglas, relação r/l, não sei ainda. As relações são 3,642-2,080-1,361-1,023-0,829-0,686 e diferencial 4,105.

  • DSG

    Pessoalmente gosto muito do Jetta+DSG, porém acho que temos que aguardar a chegada do Civic e saber como virá e do que é capaz

  • Félix

    Aguardo o teste do manual. Essa versão tem tudo para agradar os autoentusiastas.

  • Alberto, é claro que faz diferença, mas esta é relativa, depende do perfil de uso, do poder aquisitivo, do preço dos combustíveis,das prioridades de cada um em relação ao automóvel. O melhor exemplo está nos americanos, com sua notória preferência por carros grandes como picapes.

  • Caio Azevedo

    E ainda por cima troca o carro bem antes dos 60.000 km.

  • vidgal, francamente, não sei. Aliás, essa é uma questão que não ocupa meu pensamento. Lembra-me os que votam no candidato que está em primeiro lugar nas pesquisas.

  • Marcus, os diâmetros dos discos assim constam na ficha técnica oficial. Já pedi esclarecimento. Quanto à escolha, uma é por preço, outra, por marca, concorda?

    • Bob, o preço conta muito. Mas o fato de gostar mais do Jetta vem de dois fatores: 1) motor mais forte e principalmente pelo câmbio. Minha irmã tem um City CVT, quando ela foi comprar eu mostrei o vídeo do Arnaldo, e tem uma frase dela que ela comenta até hoje ao falar docâmbio: não sou autoentusiasta, como comentado no vídeo; assim o câmbio agrada. Já para meu gosto, não tem como, e hoje depois do DSG um bom epicíclico é o ideal.

      • Marcus, não o condeno absolutamente por gostar mais do Jetta, que fique claro, está bem?

  • kravmaga, estou resolvendo…

  • Lauro, claro, mas esses não são Honda. Carro se escolhe por preço ou por marca.

  • Caio Ferrari, esse formato de l/100 é dos países vizinhos também. É realmente o que exprime consumo, mas na cabeça, para nós, americanos e ingleses, o km/l ou milhas por galão dá a noção perfeita também. Mas é tudo questão de hábito adotar um ou outro.

    • Christian Govastki

      Confesso que no Escort Zetec não era muito fácil do cérebro entender que 8l/100 era melhor que 10l/100…

  • Mr. Car, se para você ou outros não importa, tudo bem. Porém, se não for muito incômodo para vocês, por favor, permitam-me divulgar os consumos apurados. OK? É bem possível que isso seja de interesse a alguns.

  • Welyton, carro para mim é 0-km, sempre a melhor compra.

  • Welyton, sem problema você insistir, mas é convicção pessoal unicamente, a de que nada melhor que um carro imaculado que nunca passou por qualquer tipo de problema ou teve qualquer acidente/incidente. Tenho certeza absoluta de que não estou sozinho nesse raciocínio, ou não se venderiam carros novos.

    • Welyton F. Cividini

      Realmente, a tranquilidade de comprar um novo é maior. E que hajam mais pessoas que pensem assim para no futuro ter mais opções de usados rsrs

      • Marcio

        Eu quase chorei quando pela primeira vez fui com meu carro zero num lugar que só tinha estacionamento com manobrista… Até tive que ir até o manobrista, dar um aperto de mão e os cumprimentos por ele ser o segundo cara a dirigir o meu carro. Esse tipo de carinho é mais difícil de pegar por um carro usado, e esse tipo de paixão pelo carro que separa um autoentusiasta de um consumidor normal (opinião minha). Também tem os casos de compra de, sei lá, um Alfa Romeo e da reforma dele, mas aí é outra categoria de usado!

  • Fat Jack

    Numa época em que alguns consumidores trocam sedãs por SUVs, é uma aposta arriscada.

  • Alex BH, concordo, nos para-lamas as repetidoras são incomparavelmente mais visíveis. Nos espelhos ficam como um ponto no espaço, não são vistas tão facilmente.

    • marcio pessoa de faria neto

      Bob,fora o fato de que nos espelhos a possibilidade de esbarrão na peça é maior que nos para lamas,e isto encarece o preço dos retrovisores equipados com repetidores de seta,inclusive já viraram alvo de cobiça dos ladrões,que levam o equipamento quando o carro fica estacionado na rua,principalmente durante à noite,próximo a bares,restaurantes etc.Em tempo: parece que nos EUA, estas lentes nas extremidades dos para choques são exigência da legislação local. Alem de aumentar a segurança deixa alguns modelos com um visual diferenciado,principalmente no Brasil,onde este item não é usual. Estou certo?

      • Marcio, sim, os refletores laterais são obrigatórios nos Estados Unidos, tanto que os Fiat 500 fabricados no México e importados para cá os têm, pois a fábrica mexicana abastece o mercado americano. Sobre a vulnerabilidade dos espelhos externos e, consequentemente, das repetidoras neles instalados, você está mais do que certo.

  • CorsarioViajante

    Pois é! Um detalhe tão simples e quase sempre ignorado.

  • CorsarioViajante

    Na vida real esta versão só existe para anunciar Civic por menos de 90.000. Só sob encomenda, mais de 90 dias, com sinal, etc etc. Se já é assim com Fit, imagina com Civic.

  • Z_H

    Sua genialidade é impressionante… Coitadas das pessoas que nasceram ontem e preferem (e podem) comprar carros 0-km…

  • Luiz Oliveira

    Alguém sabe a capacidade do tanque de combustível nesta versão nacional?

    • Luiz, 56 litros.

      • Luiz Oliveira

        Valeu, Bob.
        Um grande abraço!

  • Caio Azevedo

    Endosso suas palavras e agradeço o apoio!

  • Welyton F. Cividini

    Gustavo, farós de LED não são halogenos.
    Abraço!

  • Gustavo73

    Os da PSA Europa, Focus/EcoSport Canadá e Corolla provavelmente Japão. IPI é cobrado sobre o carro assim como seus descontos

  • Paulo Lopes Jr

    Pois é, tenho um Fit EXL 1,5 manual e já é bem divertido!

  • Caio Azevedo

    Parece que neste Civic são luzes de posição. As repetidoras de setas estão nos retrovisores, bem discretas.

    https://youtu.be/BMGmp_aRlBE

  • Luke

    Mineirim, tivemos um Monza assim, interior todo preto. O acabamento em si era ótimo, todo aveludado e bem-feito, mas dava uma sensação geral de o interior ser menor do que realmente era e de mais calor também. Saudades da maciez, do conforto e da visibilidade que os carros atuais não têm mais! Abçs!

  • Wandsberg, perfeito, mas e se um comprador quiser um Civic? Apreciação e lealdade à marca permanecem como valores tanto quanto a racionalidade pura e simples.

    • kravmaga

      Se ele insistir no Civic ou Corolla só por causa da marca ou da fama, na minha opinião vai pagar mais e levar menos.

      A própria Honda está demonstrando isso quando cobra 25 mil a mais para colocar um motor turbo no Civic. Então, por mais que os motores 2.0 aspirados de ambos não sejam antiquados, também estão bem longe das tecnologias mais modernas, como injeção direta e uso de turbos ou compressores. Andam menos, gastam mais e ainda ficam sujeitos a perda de potência por variação de pressão atmosférica.

      • kravmaga, você fala como se todo mundo fosse viver acelerando o carro ao máximo, andar a mil por hora nas ruas e estradas e como se Civic e Corolla fossem carros lentos e inadequados. Não é por aí.

  • kravamanga, se eu dissesse qual o carro de minha preferência estaria influenciando, e isso bate de frente com a ética. Claro que tenho preferências, é normal, mas tenho que me abster de revelá-las. Quanto ao test drive, é importante, mas a leitura de publicações confiáveis pode substituí-lo muito bem.

  • Tessio, tudo isso é besteirol puro, motor de aspiração atmosférica não tem nada de defasado. Os dois tipos conviverão. Não, sem relação carburador e injeção com aspirado e turbo.

  • Z_H

    Sua genialidade é impressionante… Coitadas das pessoas que nasceram ontem e preferem (e podem) comprar carros 0-km…

  • Mr Car, eficiência é algo muito importante, muito. De grão em grão a galinha enche o papo. De pouco em pouco os carros vão se tornando muito mais eficientes. Veja a F1, veja a Le Mans. O foco é eficiência.
    Custo de pedágio, custo de multa, custo de licenciamento, custo do esmalte de unha, isso são assuntos que não tem nada a ver com a avaliação de um carro.

    • Mr. Car

      Sim, Keller, ninguém disse que não é. Apenas que em um contexto de todos os custos de um carro, ainda mais desta categoria (o próprio preço dele, mais seguro, mais IPVA), fazer um Km mais por litro e se basear nisto para a escolha, por vezes deixando em segundo plano uma preferência pessoal por outras características dele que possam agradar ao comprador, talvez não seja um fator ao qual se deva dar tanta importância na hora da escolha. Mas entendo que você esteja avaliando apenas o carro em si. Foi só uma observação, um assunto paralelo que surgiu, sem nenhuma intenção de crítica ao seu foco técnico do carro.
      Abraço.

  • Flavio, esse 1,5 litro turbo vai andar mais que o 2,0 aspirado, com certeza, e vai gastar menos combustível, desde que nas mesmas velocidades. O 1,5 L turbo é mais potente e tem maior torque, basicamente.

  • kravmaga

    Eu ainda acho a geração anterior, a oitava a mais bonita e harmônica, apesar de ter um porta-malas pequeno.

    Me lembro bem do impacto que teve o visual futurista desse Civic naquela época. Eu mesmo queria ter um por causa do visual.

  • agen008, que bons tempos, não? Sempre nos lembraremos desses momentos!

  • Me MR8, claro que é mais um item agregado ao motor, porém turbocompressores não costumam dar problema. O do up!, por exemplo, tem vida útil de 800.000 km.

    • Welyton F. Cividini

      Bob, onde-se consegue esse tipo de informação?

  • marcio pessoa de faria neto

    ARY,de acordo com as fotos a grade fosca pertence à versão sport,as demais virão com a grade cromada. Entendo a questão da sua preferência pessoal,mas se você optar pela versão sport e substituir a grade quem estará tirando a originalidade do carro é você,uma vez que o modelo sairá da fabrica com a grade fosca.Parece que a Honda optou por um acabamento fosco somente na versão sport, para diferencia la das demais e realçar o apelo do próprio nome escolhido para esta versão.

    • vidgal

      Ela não é fosca , pelo contrário ela é brilhante…”black piano”.

  • Raul Lopes

    Beleza, o carro é excelente e está todo atualizado. Agora e este preço frente ao Corolla que é o líder de vendas da categoria por uma diferença absurda? Será que esta estratégia de elevar tanto o preço do Civic ante o Corolla e demais concorrentes é realmente a estratégia certa da Honda para tê-lo novamente no topo da lista dos sedãs médios mais vendidos?