Recapitulando os testes do Renault Logan de motor 1,6-L e câmbio manual, só o Bob o havia testado por ocasião do lançamento da atualização em novembro de 2013 e eu, o Dynamique 1,6 com câmbio robotizado Easy’R em janeiro de 2015. Faltava o “no uso” do intermediário Expression com o mesmo motor e câmbio manual, e para isso solicitamos um à Renault.

Com a atualização ocorrida há menos de três anos, o Logan ficou mesmo mais atraente e passou a combinar as características do primeiro, de 2007, como espaço interno e porta-malas de grande capacidade, acrescido encosto do banco traseiro rebatível, inexistente até então. A robustez aliada ao bom comportamento dinâmico combinado com o rodar macio se mantiveram, porém com um envelope bem mais ao gosto do consumidor brasileiro

DSC05475

Desenho indiscutivelmente superior ao do primeiro Logan

Anda razoavelmente bem, como 0 a 100 km/h em 11,9/11,6 segundos (G/A) e atinge 178/180 km/h (G/A), segundo a Renault. Seu câmbio, de comando a varão porém preciso de seleção e com curso de engate adequado, é um exemplo de cálculo perfeito para um cinco-marchas plenas, em que a velocidade máxima coincide com a rotação de potência máxima, 5.250 rpm. Com v/1000 de 34,3 km/h, a 120 km/h (verdadeira) segue a 3.500 rpm. Não é ideal, mas não chega a incomodar.

Dente Logan

O gráfico dente-de-serra mostra escalonamento de marchas correto

O motor é suave e silencioso em rotações baixas e médias, mas nem tanto em altas, e é bastante elástico — torque máximo de 14,5/15,5 m·kgf a baixas 2.850 rpm —, daí que ele se torna leve para guiar; responde bem desde baixo giro e retoma velocidade com ligeireza mesmo sem precisar reduzir marcha sempre.

O consumo oficial Inmetro/PBEV indica 10,7/12,6 km/l cidade/estrada com gasolina e 7,5/8,7 km/l, idem, com álcool. Com este combustível, pelo computador de bordo (de série) obtive entre 8 e 8,3 km/l no uso urbano e 9,5~10,2 km/l na estrada, melhor do que o número declarado. Não é campeão de economia, tanto que recebeu nota C na categoria e B na classificação geral, mas não se pode dizer que não é econômico.

Grande porta-malas. São 510 litros de bagagem

Grande porta-malas, são 510 litros para bagagem; dobradiças são “pescoço-de-ganso”

Ele pesa 1.080 kg e sua potência máxima é de 98/106 cv (G/A), resultando numa relação peso-potência de 11/10,2 kg/cv, o que lhe dá boa aceleração. E sua velocidade máxima só não é maior porque seu arrasto aerodinâmico não é dos mais baixos, com Cx 0,34.

Carro de convivência agradável

Carro de convivência agradável

O motor de comando único tem duas válvulas por cilindro com atuação indireta por alavancas-dedo mas sem compensação hidráulica de folga; a injeção é no duto. Como se vê, nada das últimas modernidades, mas mesmo assim sua potência específica é de 61,3/66,3 cv/litro, dentro do aceitável para essa arquitetura de motor. O K7M é um motor robusto e até que “gosta” de ser atiçado ao giro alto (o corte “sujo” de rotação é a 6.000 rpm, adequado). Agrada quando se deseja uma tocada mais rápida.

Motor elástico proporciona boas retomadas

Motor elástico proporciona boas retomadas; partida a frio com álcool requer injeção de gasolina

A suspensão está corretamente acertada para o perfil de  sedã familiar. Macia, isola bem os ocupantes de pisos ruins, e é silenciosa. Não é nada mole, oscilante. Logo após exigido em curvas, desvios abruptos, mudanças de faixa etc., de pronto o carro se estabiliza. É McPherson na frente, com barra estabilizadora, e por eixo de torção atrás com barra estabilizadora integrada. Simples e eficiente. É bom de chão, bom de estrada, pode-se viajar rápido sem cansaço, e faz curvas sem apresentar surpresas. Próximo ao limite tende a sair de frente, como era esperado — e desejado — pelo fabricante, mas tudo dentro da normalidade, o que considero uma qualidade. Os freios a disco ventilado na dianteira e a tambor na traseira são eficientes e de boa modulação.

Ambiente claro e arejado, mas mostradores de má visualização

Ambiente claro e arejado, mas instrumentos têm má visualização

Como dito acima, o comando do câmbio é a varão, mas não há do que reclamar, já que se pode mudar marchas só com dois dedos, como se coçássemos a cabeça de um passarinho. O volante tem aro grosso e só regulagem de altura, o que para o meu biotipo exige ficar com as pernas encolhidas para ter o volante à distância correta, e isso me incomoda, principalmente em viagens (outros, como o Bob, encontram boa posição de dirigir). Há regulagem de altura do banco do motorista e da altura da ancoragem dos cintos dianteiros. Há ótimo espaço para os que vão atrás, e bom conforto também, a densidade da espuma dos bancos é baixa, bem escolhida.

pernaberta

Agradável de dirigir

Os instrumentos são de difícil leitura de dia e com luzes desligadas, e o grafismo poderia ser melhor, é algo poluído e não há ajuste da intensidade de sua iluminação.  A ampla área envidraçada e o ambiente claro e acolhedor do Logan agradam.

Os pedais são bem posicionados, o punta-tacco sai naturalmente, o freio tem boa assistência e sua modulação é fácil; a embreagem é leve, não cansa no anda e para. A assistência de direção é hidráulica, mas ela apresenta bom peso, nem leve nem pesada.

O modelo testado, versão Expression, tem preço sugerido de R$ 50.400, mas estava com o opcional Techno Pack (áudio CD MP3 2DIN, conexão USB/Auxiliar/Bluetooth) de R$ 1.300, total R$ 51.700. Vem com ar-condicionado, acionamento elétrico dos vidros dianteiros um-toque, computador de bordo, alarme perimétrico, iluminação no porta-malas, desembaçador do vidro traseiro, travas elétricas com travamento automático a 6 km/h, entre outros equipamentos.

O modelo está há nove anos no mercado, passou por profunda atualização no final de 2013 e goza de boa reputação pela sua resistência e características gerais, entre elas a comodidade. Não é dos mais vendidos (24º lugar), mas para quem está atrás de um sedã médio-compacto, é uma boa escolha.

AK

Aqui, o vídeo:

AK

 

FICHA TÉCNICA NOVO LOGAN EXPRESSION 1,6
MOTOR
Tipo 4 tempos, 4 cilindros em linha, comando de válvulas no cabeçote, correia dentada, atuação indireta sem compensação hidráulica de folga, duas válvulas por cilindro, bloco de ferro fundido, cabeçote de alumínio, flex
Cilindrada 1.598 cm³
Diâmetro x curso 79,5 x 80,5 mm
Taxa de compressão 12:1
Potência 98 cv (G) e 106 cv (A) a 5.250 rpm
Torque 14,5 m·kgf (G) e 15,5 m·kgf (A) a 2.850 rpm
Formação de mistura Injeção eletrônica no duto
TRANSMISSÃO
Câmbio Transeixo dianteiro manual de 5 marchas
Relações das marchas 1ª 3,73:1. 2ª 2,05:1; 3ª 1,32:1; 4ª 0,95:1; 5ª 0,76:1; ré 3,55:1
Relação do diferencial 4,36:1
SUSPENSÃO
Dianteira Independente, McPherson, braço triangular inferior, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
Traseira Eixo de torção, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora integrada ao eixo
DIREÇÃO
Tipo Pinhão e cremalheira, assistência hidráulica, diâmetro de giro 10,6 m
Voltas entre batentes 3,4
FREIOS
Dianteiros A disco ventilado de Ø 259 mm
Traseiros A tambor de Ø 203 mm
Circuito hidráulico Duplo em “X”
RODAS E PNEUS
Rodas Aço 5Jx15
Pneus 185/65R15
DIMENSÕES
Comprimento 4.349 mm
Largura sem/com espelhos 1.733/1.994mm
Altura 1.529 mm
Distância entre eixos 2.635 mm
CONSTRUÇÃO
Tipo Monobloco em aço, sedã, 4 portas, 5 lugares, subchassi dianteiro
AERODINÂMICA
Cx 0,34
Área frontal (calculada) 2,12 m²
Área frontal corrigida 0,72 m²
PESO E CAPACIDADES
Peso em ordem de marcha 1.080 kg
Porta-malas 510 litros
Tanque de combustível 50 litros
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h 11,9 s (G) e 11,6 s (A)
Velocidade máxima 178 km/h (G) e 180 km/h (A)
CONSUMO INMETRO/PBEV
Cidade 10,7 km/l (G) e 7,5 km/l (A)
Estrada 12,6 km/l (G) e 8,7 km/l (A)
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em 5ª 34,3 km/h
Rotação a 120 km/h em 5ª 3.500 rpm
Rotação à velocidade máx. 5ª 5.250 rpm
Alcance nas marchas (6.000 rpm) 1ª 42 km/h; 2ª 76 km/h; 3ª 118 km/h; 4ª 165 km/h
MANUTENÇÃO E GARANTIA
Revisões/troca de óleo A cada 10.000 km
Garantia 3 anos ou 100.000 km


Error, group does not exist! Check your syntax! (ID: 7)
  • CorsarioViajante

    Logan e Sandero me parecem carros honestos no que propõem e no que entregam: veículos simples, robustos e espaçosos. Mas este motor 1.6 já está fazendo hora extra, ainda mais se lembrarmos que pouco tempo atrás estes veículos eram equipados com o 1.6 16v.
    Ah sim, uma versão perua ou minivan (como a Dokker ou Lodgy, não sei bem) seria bem-vinda e ocuparia o espaço deixado pela Livina da parceira Nissan e hoje monopólio da Spin que, dados todos seus defeitos, vende muito bem.

    • Corsário, isso mesmo, uma versão perua do Logan seria muito bem vinda! Todos pararam de fazê-las. Quando um fizer vai vender feito água e os outros correrão atrás. Pode escrever aí.

      • Gustavo

        Arnaldo esse carro existe na Europa entao acho que nao seria dificil fazer aqui. Tambem sou muito fa de peruas e com certeza seria um forte candidato a compra!

      • Fat Jack

        Tomara Ak, tomara!

    • lightness RS

      Esse Renautl 1.6 8v só era bom na Kangoo! No Logam e no Sandero é ridículo, coisa pra brasileiro. É a versão pré-histórica e estragada de um belo motor que é 16v. No Sandero só vinha no Automático.

      • Lightness, você está sendo injusto. Teste um e veja o quanto ele evoluiu. Não é legal ser injusto, seja criticando o que é bom ou seja elogiando o que é ruim.

  • Matheus Ulisses P.

    O carrinho é bom e ficaria melhor ainda se colocasse os motores do “primo” Versa!

  • Mr. Car

    Este, que nunca dirigi, é a evolução do meu, um Privilège 1,6 8v ainda da primeira geração (2009). Muita coisa melhorou, além do óbvio, o design externo e interno. Ganhou encosto traseiro rebatível, acionadores dos vidros nas portas, melhor isolamento acústico, e motor mais forte (o meu tem potência máxima de 92/95cv (G/A) contra 98/106cv (G/A) deste novo. Carrinho simples mas extremamente honesto, que me surpreendeu muito positivamente. Espaço enorme, câmbio macio, embreagem leve, gostoso de dirigir, econômico, robusto, suspensão com muito bom compromisso conforto/estabilidade, direção hidráulica no peso certo, e motorzinho bem esperto, mesmo sendo menos potente que o deste, e eu sempre usar gasolina, que rende 92cv. Nunca deu defeito nenhum, estou muito satisfeito. Tenho certeza que gostaria ainda mais deste testado, que pela análise do Keller, manteve todas as boas características que já eram presentes. Até compraria outro, não fosse minha vontade de experimentar novidade (nunca repeti marca de carro). Hoje, comprando outro sedã, o que muito provavelmente entraria no lugar do meu Logan, seria um Etios XS 1,5, que além de satisfazer minha vontade por novidade, está com um custo/benefício bem melhor. Por apenas R$ 140,00 mais que o Logan como testado, vem com um motor bem mais moderno, câmbio de seis marchas, direção eletroassistida, vidros elétricos traseiros, isofix, e cinto de três pontos também para o passageiro do meio no banco traseiro. E agora, vem também com um painel bem decente, mais completo (marcador de temperatura), e mais sofisticado que o do Logan, he, he!
    Abraço.

    • O Etios melhorou algumas características, mas o motor ficou com uma taxa de compressão bem alta. Seria prudente antes de comprar testar o motor quanto à batida de pino ou “grilar”.

      • Victor, estou com o novo Etios 1,3-l e nada de pré-detonação. A taxa subiu de 12,1:1 para 13:1 no motor 1,3-l. No 1,5-l não mudou a taxa.

  • Rafael Sumiya Tavares

    Mal posso esperar pela chegada do HR16DE e o “BR10” (versão modificada para a Renault do HR10DE Nissan), vai dar um belo fôlego e melhorar bem o consumo. Já gosto dos Renault, mas eles precisam de mais modernidades mecânicas pra me convencer, exceto o Sandero RS que já é desejo.

  • Brenno

    Interessante a avaliação. De fato é um carro honesto e com espaço até melhor que o Corolla.
    Só uma dúvida: eu sinto esse motor de forma diferente. Pra mim ele me soa um pouco áspero quando se eleva a rotação. Fazendo uma rápida conta, bielas com 128 mm e curso de 80,5 mm obtive relação R/L de 0,314. Seria desejável algo inferior a 0,3, como o Zetec 1.6 8v por exemplo, com algo em torno de 0,293.

    • Cars are life

      Sim, 0,314, a mesma do EA111 1,6, que achei bem mais suave e equilibrado. Mas o mais suave que já andei foi num Duratec 2,0. Queria muito dirigir um Civic 8 1,8 manual.

    • REAL POWER

      Breno, eu fiz modificações em bielas e pistões de um K4M, que usa “mesma” parte de baixo, ou seja curso e diâmetro. Dentro das possíveis destaco a seguinte opção para quem quer mudar biela e pistões para deixar tanto o K4M como o K7M girando mais alto e mais suave, bem como com ganho de potência. Lembrando que esta modificações somente devem ser feitas por pessoa com bom conhecimento técnico, e detalhista.
      O pistão a ser usado é do motor GM 1.8 16v fámilia I, com acerto de altura e das cavas de válvulas. Este pistão tem 24,7 mm de altua de compressão e pino com 18 mm. Biela do motor VW EA-111 1,6L de 136 mm de comprimento e pino alojamento do pino de 17 mm. Tem que refazer a buxa do pino para 18 m de forma a reduzir o comprimento da biela para 135 mm. Em relação a bronzina, da para usar bronzinas originais em medidas 0,25 ou 0,50 do EA-111 1,6-L ou vice versa num virabrequim STD. ( No momento não me lembro bem) Ou ainda modificar o diâmetro do moente no virabrequim. Dessa forma o motor passa a ter 1638 cc de cilindrada e R/L baixa para 0,298. Novamente enfatizo, só faça isso com um bom profissional para poder ter um perfeito acerto de folgas e montagem.

  • guest

    Algo que noto com frequência, quando estou ao lado de um desses, é o alto ruído do motor 1.6 8V em funcionamento com álcool, lembrando um pouco o ruído de motores diesel. No mais, parece-me ser um carro de fácil manutenção e com melhor custo x benefício na versão Authentique Plus.

    • Fat Jack

      Esse motor tem um ruído característico em marcha lenta, acredito que em virtude de ter as alavancas-dedo sem compensação hidráulica de folga.

      • Fat Jack, se as válvulas estiverem com a folga correta não deve haver o ruído.

  • Celso Freitas

    Andei num alugado mês passado. Viagem em estrada plana, uns 700 km ida e volta. Bom carro, nada que surpreenda, apenas atendeu as expectativas. Mas teria um, se conseguisse um bom preço. Na ida provavelmente estava com álcool e fez 11 por litro (pelo computador de bordo) andando uma média de 110 km/h, ar ligado e eu sozinho no carro. Na volta, meio tanque e completei com gasolina, dai fazendo 13,4. Talvez com o tanque só com gasolina teria feito uns 14,5. Verdade que na volta peguei trânsito em um pouco menos da metade do caminho, o que fez eu andar um pouco mais devagar nesse trecho, melhorando um pouco a autonomia.

  • Gustavo

    Tenho um 2015 versao exclusive para uso diario e trata-se de um carro muito honesto. Tenho feito 9,5 km/l alcool em um circuito misto. Gostoso de guiar, motor atende bem mas “falta” em estradas. Medianav eh Bom, bem como o comando satelite do som e piloto automatico. O que nao me agrada eh o couro dos bancos que acho muito artificial, inclusive neste caso preferia tecido mas nao disponivel nesta versao. Deveria voltar a ter um cambio automatico de verdade.

    • Cars are life

      Falta mesmo! Ele é pior em rotações mais elevadas que o EA111, que já sinto que falta na estrada se eu for pedir um pouco mais.

  • Fat Jack

    R$ 50.400???
    Taí a explicação que eu procurava para as baixas vendas… Há cerca de 2 meses era possível encontrá-lo em SP por R$43.000 (no site da própria Renault) o que dá mais de 15%!
    Quanto ao carro, poucas coisas me desagradam como o painel e o empobrecimento do interior sem apliques de tecido nas portas por exemplo.
    Uma correção importante foi a instalação dos discos ventilados (na geração anterior o Expression contava com discos sólidos), que aliados ao ABS e Airbag deixaram-no mais seguros.
    Fiquei com uma duvida com relação aos números: a aceleração é melhor com gasolina?

    • Fat Jack, estava invertido no texto e certo na ficha técnica. Foi corrigido.

  • Fat Jack, tem certeza que o ruído provém do motor? Não é do câmbio, um ligeiro matraquear que some quando o pedal de embreagem é totalmente pressionado e o câmbio para de girar? (Ruído é normal, frise-se)

    • Luiz AG

      Bob, o barulho é do motor mesmo… Tive um K7M e fazia o barulho citado. Acredito ser dos tuchos mecânicos.

      • Luiz AG, mesmo sem compensação hidráulica da folga de válvulas, se estiveram bem reguladas não há ruído.

  • Eduardo, isso, os 2016 já contam com essa iluminação permanente.

  • Cars are life

    A r/l do 2.0 me afasta (0,323).

  • Luiz AG

    Fat Jack, o barulho parece ser dos tuchos mecânicos e ressoam no câmbio quando a embreagem não está acionada.

  • Fat Jack

    “…a linha 2016 já consta com iluminação permanente do painel de instrumentos…”
    O mais novo integrante para a minha lista de itens que me desagradam…

    • invalid_pilot

      Vai ser mais um modelo com um monte de gente andando apagado a noite…
      Sensor crepuscular deveria ser obrigatório por lei

      • CorsarioViajante

        Com a nova lei dos faróis na estrada durante o dia, sensor crepuscular virou mais um problema que uma solução, especialmente para quem faz bastante circuito misto.

        • Corsário, isso mesmo. Isso prova que o brasileiro é um povo muito inteligente…

        • invalid_pilot

          Bem lembrado! Nunca tive carro com ele, mas da pra ligar o farol de dia via chave convencional, não?

    • TDA

      No caso do Logan/Sandero acho necessário, esse painel realmente é muito escuro e difícil leitura quando está apagado.

      • TDA, falamos isso no teste do R.S.

      • Roberto Alvarenga

        Minha mãe tem um Clio, é o mesmo grafismo no painel e só dá pra enxergar bem com a luz acesa, mesmo de dia. O problema é que os traços da escala são muito finos e próximos, assim como os números, e, para facilitar, a borda espelhada “lindona” causa reflexo, o que só piora a leitura.

        Aliás, acho que já chega de materiais brilhantes em excesso dentro dos carros. Cromados, black pianos… só refletem mais a luz do sol, acumulam sujeira e atrapalham. O bom e velho plástico fosco, tão atacado pelos “caçadores de rebarbas” e comentaristas de acabamento, é muito mais funcional. Para os modelos mais nobres, couro e alumínio fosco caem bem. E que voltem com os painéis de madeira, que sempre foram elegantes.

        • Z_H

          Concordo com o painel de madeira. É muito legal !

  • Fat Jack

    Só acho que os Fiasa eram mais “ásperos” desde as médias rotações enquanto esse vais bem até um pouco mais altas rotações, quanto ao câmbio você está certo (nunca vi onde conseguiram achar imprecisão nele) e sim, há uma vibração mesmo em lenta (rsrsrs…).

  • Tomtilt

    Essa perua Logan MCV seria uma excelente opção no Brasil e se eu fosse a Renault trazia pra cá. Ela pegaria os clientes da jurássica Fiat Weekend (ex Palio Weekend), que deve morrer em breve, e da cara VW SpaceFox, que também parece não ter muito tempo de vida no país dado as vendas fracas e o esquecimento dela até pela própria Volkswagen brasileira.
    Outro carro que seria uma boa adição é a minivan Lodgy, a Spin da Dacia/Renault. O furgão Dokker também, embora na versão de passageiros concorreria com a Lodgy, talvez o mais sensato fosse trazê-lo apenas na versão comercial, substituindo o defasado Kangoo, já que o novo Kangoo europeu provavelmente nunca chegará.

  • Estevan Dario

    Realmente parece ser um bom carro mesmo.

  • Estevan Dario

    Cheguei imaginar um também, hehehe…

  • lightness RS

    Eu disse que era RUIM? ou RUIM COMPARADO ao 16v??? Você j[a andou nos dois? Eu já, e sim, o 8v é a versão piorada do 16v. Disse que era um motor ruim? Que levava satisfatoriamente o carro? NÃO disse. Ande num 16v e também achará seu motor inferior. Clio Sedan ia a 194 km/h com ele.

  • Guilhermo

    Carro muito mal acabado por dentro…meu corsa 97 era melhor! Motor arcaido, que nao anda…prefiro um up ou ka 1.0 que esse logan 1.6
    Moderador aceita algum comentario negativo? Pelo menos unzinho…

    • CorsarioViajante

      Tudo é proposta. Logan e Sandero não se propõem a serem bem acabados nem sequer a serem projetos brilhantes, mas sim a serem grandes, espaçosos e baratos frente aos concorrentes diretos.

  • Brenno

    João, o D4D não é assim ruim, vamos dizer. Se pegar os últimos, que atingem os 80cv, são bons motores, adoram girar. Essa é a característica deles. Tenho em casa um Clio 2002 com esse motor. Até 3k é um lombriga, mas depois disso até o corte, ele ganha vigor. Mas não tenha dó de sentar a botina, ele gosta assim.

    • Roberto Alvarenga

      No Clio vai bem mesmo. Só peca pelo ruído excessivo.

  • Brenno, achei um erro a Renault abandonar esse motor.

  • braulio, o encosto do banco direito esta propositalmente reclinado para melhor tomada de imagem.

  • REAL POWER

    A Renault parece ter desistido do K4M. E olha que esse motor pode receber atualizações e ficar muito melhor. Basta seguir a receita usada na Europa, com variador de fase do comando de admissão ou ainda em conjunto com o de escapamento, entre outras modificações. Basta querer. Mas talvez esteja nos planos do fabricante algo diferente.

    • Eduardo Edu

      Abandonou mesmo. Eles serão trocados pelos Nissan 1,0 12v (linha 2017) e 1,6 16v (linha 2018)

  • Bom, até onde eu saiba, o K4M (é o 16v, correto?) tem seu torque máximo em rotações mais altas, e como brasileiro é um bicho estranho – já que não gosta de câmbio automático e não gosta de trocar marchas – e prefere motores com torque máximo lá no pé e que não giram “pra não estragar o motor”, a Renault deve ter ouvido os clamores do público-alvo, deixando só o K4M mesmo.

  • CorsarioViajante

    Exato. Meu tio comprou uma e definiu assim: “comprei um porta-malas e veio um carro junto”. rs

  • Roberto Mazza

    Eu tive um Logan expression 1.6 8v desde 0km e por quase 4 anos. Era uma época em que eu quis ter um carro zero e me atendeu muito bem. Infelizmente a cor que era a mais linda saiu do catálogo. Senhores da Renault, experimentem voltar com o CINZA ECLIPSE (cinza escuro) no lugar desse cinza azulado e sem graça. E faço votos de um logan 16v também! Aliás, 16v 1,6l e 2,0l!!! Por favor!!!

  • Fat Jack

    Na boa, se a Spin vende qualquer concorrente teria boas chances de ter êxito na categoria, pois ela é uma involução sob vários aspectos da Zafira.

  • lightness RS

    Nem nesse!! O Stepway que teve por um tempo.

  • Eduardo Edu

    Daria um belo rabecão também.

    • braulio

      Até daria. E precisa! Ultimamente as funerárias têm usado umas picapes adaptadas tão feias que, se chegasse minha hora, acho que dispensaria a carona e iria à pé!

  • Cristian_Dorneles

    Alguém tem um Logan desse modelo e motorização para me dar uma dica se vale a pena adquiri-lo? Como é de consumo, manutenção, durabilidade (componentes internos e itens de mecânica).

    Se alguém puder me dar uma dica…

  • Ricardo kobus

    E os ditos “senões” não são poucos, volta parati por favor!

  • Lucas Sant’Ana, creio que não, parece mais luz de posição. DRL sem ser farol mais fraco, só fileira de LEDs.

    • Lucas Sant’Ana

      Bob, voce está equivocado, o farol do Duster é de fato diurno conforme o site da Renault, lá está escrito na ficha técnica na parte design:

      Vem como padrão

      Revestimento do porta-malas

      Maçanetas externas na cor preta

      Retrovisores externos na cor da carroceria

      Repetidor de pisca-alerta lateral

      Pára-choque na cor da carroceria

      Luzes diurnas (tirado do site)

      Barras de teto longitudinais

      No Duster elas ficam ligadas de dia e não são de led, tal como é no Jeep Renegade.
      Já no Logan é luz de posição, bastaria uma pequena programação da fábrica para o farol funcionar como drl, inclusive seria um bom argumento para vendas já que o comprador não seria multado em caso de esquecimento de ligar os faróis (com eesa nova lei do farol baixo), basta estar discriminado no manual, como no Duster.

    • André Andrews

      Achei boa essa solução do Duster, que usa a mesma lâmpada da luz de posição como luz diurna. Com uma lâmpada tipo W 21/5 W. Com 21 W para a luz diurna e 5 W para lanterna.

      E isso nos leva a outra questão: como seria simples – tanto para o Contran exigir, como para a indústria se adaptar – adotar luzes de uso diurno. Não precisava desta lei do farol baixo, o deputado deveria ter procurado alguém que entendia do assunto e ir conversar com o Contran.

      Depois que vi essa solução da Renault, me deu até vontade de entrar em contato com o Contran e fazer esta sugestão. Pois com esta solução, já são duas opções (a outra é a DRL de farol baixo fraco) que podem ser adaptadas rapidamente até em carros originalmente sem local previsto para fileira de LEDs.

      E a lei vai começar a valer bem agora no feriado, já estou até ouvindo o barulho da caixa registradora.

      • André Andrews, lembre-se de ligar faróis se passar pela Estrada do M’Boi Mirim… A prefeitura paulistana e outras não vão ter lugar onde pôr tanto dinheiro.

  • Felipe, tem certeza do que disse? Com tucho hidráulico não se ajusta folga de válvulas.