Quando a Ford apresentou o motor de 3 cilindros em abril do ano passado, em visita da imprensa especializada à sua fábrica de Camaçari (BA). o Josias Silveira esteve lá e contou a respeito. Sendo o motor dito como derivado do 1-L EcoBoost, o Josias comentou que nesse caso não era nem Eco (injeção direta) e nem Boost (superalimentação por turbocompressor). Agora é, e chega no Fiesta atual produzido na fábrica de São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo.

20160628_114222  LANÇADO O NEW FIESTA COM MOTOR 1-L ECOBOOST 20160628 114222

No cofre do Fiesta, o premiado motor 1,0 EcoBoost 3-cilindros de 125 cv

A grande novidade coloca a Ford como detentora do mais potente motor de 1 litro do mercado brasileiro, aplicado no Fiesta Titanium Plus e que divide espaço com o 4-cilindros Sigma de 1,6 litro. A versão custa R$ 71.990 e vem com câmbio robotizado PowerShift de 6 marchas somente (a Ford não chama mais o câmbio de PowerShift, mas de “automático”, uma bobagem inominável, tipo se proteger dos raios do sol com uma peneira; espero que acorde e mude de ideia).

A versão Titanium Plus 1,6-L Sigma, também com “automático” apenas, custa R$ 70.690.

20160628_114104  LANÇADO O NEW FIESTA COM MOTOR 1-L ECOBOOST 20160628 114104

Nada muda externamente, a não ser o emblema na porta de carga visível na foto de abertura

O novo motor só será aplicado ao hatchback e só existirá a gasolina, declarou a Ford na apresentação anteontem em Campinas. Portanto, desta vez é dispensável o meu tradicional conselho “compre antes que vire flex” — felizmente.

O motor é de fato, brilhante. São 125 cv a 6.000 rpm e torque de 17,3 m·kgf de 1.400 a 4.500 rpm, mas não repete o torque declarado no “pai dos burrros” automobilístico que o é o catálogo da revista suíça Automobile Revue, que informa 20,4 m·kgf na mesma faixa daqui, sendo que na Europa a octanagem requerida do motor é 95 RON, a mesma das nossas gasolinas comum e aditivada. Por que será?

Da arquitetura do motor já se falou bastante: bloco de ferro fundido, cabeçote de alumínio, duplo comando de válvulas acionado por correia dentada em banho de óleo tipo vida-toda, variador de fase nos dois comandos, 4 válvulas por cilindro, volante “desbalanceado” para equilibrar as forças de inércia próprias do motor tricilindrico. O adicional que resultou no notável motor é a injeção direta a 150 bar e o turbocompressor a 1,5 bar com interresfriador ar-ar.

Esse Fiesta pesa 1.178 kg em ordem de marcha (tanque de 51,9 litros cheio) e a aceleração 0-100 km/h é feita em 9,6 segundos, mas a Ford, incompreensivelmente, não informou velocidade máxima. Recorrendo à Automobil Revue, ela é de 196 km/h e o 0-a-100, 9,4 s. O peso do inglês é menor, 1.015 kg.

A sexta do câmbio robotizado é  de v/1000 43,6 km/h, para 2.750 rpm a 120 km/h verdadeiros.

Veja o gráfico dente de serra:

dente Fiesta EcoBoost 1,0 A  LANÇADO O NEW FIESTA COM MOTOR 1-L ECOBOOST dente Fiesta EcoBoost 10 A

As v/1000 e o alcance em cada marcha estão na tabela abaixo:

Marchav/1000 km/h6.000 rpm km/h
6,639,6
11,0468,2
17,2103,2
25,7154,5
34,3205,8*
43,6

* Teórico

As marchas 1ª, 2ª. 5ª e 6ª são associadas à relação de diferencial 4,105:1, enquanto 3ª, 4ª e ré combinam-se com relação de diferencial 4,588:1.

Como é típico dos motores de 3 cilindros turbo, baixo consumo é o forte do Fiesta 1,0 EcoBoost. Dados divulgados pela Ford mostram 12,2 km/l na cidade e 15,3 km/l na estrada. A fabricante informa também ter recebido nota A.

Não é comparativo, mas antes que o leitor ou leitora se indague, o up! TSI, turbo também, obtém 13,8/16,8 km/l cidade/estrada com gasolina e o Peugeot 208 1,2-: Puretech, de aspiração natural, 15,1/16,9 km/l cidade/estrada (gasolina).

Andando com nova versão

Logo se nota a extrema quietude do motor em marcha-lenta. Olhando o motor com o capô aberto nota-se que o motor não treme, ao contrário de outros 3-cilindros. Em movimento, há uma boa disposição em acelerar, embora não tão marcante como a potência de 125 cv sugira. Mas não há dúvida de que o desempenho irá agradar.

Nas rotações mais altas percebe-se o rajar típico dos motores tricilíndricos e que é bem agradável.

O câmbio PowerShift tem o mesmo traço já observado em outros Ford, o de trocas não tão secas quanto os experimentados em carros VW/Audi, denotando uma calibração de trocas de marchas que simule os automáticos epicíclicos, mais ao gosto do consumidor americano.

Em breve teremos um 1,0 EcoBoost para teste “no uso.

BS

Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

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    • Ronaldo, o motor não é de 1 litro, lembre-se. Com superalimentação a dimensão física do motor é irrelevante.

      • Welyton F. Cividini

        Bob,
        Andando com ele, a sensação é de ser aproximadamente de que cilindrada aspirado?

        • Welyton, a de um 1,6-L.

          • Alex Ctba

            É isso que o povo brasileiro não entende e pelo visto vai demorar um pouco a entender. Motor 1,0-L, com potência e torque de 1,6-L ou dos antigos 1,8-L e, bingo, consumo dos antigos 1,0-L.

            Só uma pena não disponibilizarem a versão manual. Muitos estão dizendo que resolveram os problemas do câmbio PowerShift, mas as reclamações continuam, e a Ford, resolveu tapar o Sol com a peneira realmente.

            Parabéns a VW por (re)introduzir a tendência dos 1,0-L turbo no mercado., com o up! TSI. Não sei se Fiat, GM e outras, irão seguir esse caminho…

    • FocusMan

      Preconceito… puro preconceito. Você acha também que o Civic 1,5 por 115 mil será caro porque é 1,5? Ou o Cruze 1,4 por 90 mil é absurdo porque é 1,4?

  • Luis Felipe Carreira

    O comando variável é do tipo contínuo?

    • Luís Felipe, sim, como todos hoje.

  • Diogo

    O duro é o preço: 72 mil reais!!!! Por esse preço, dá para olhar para outras opções, seja no desempenho (Sandero R.S. e 10 mil de troco), ou no conforto e praticidade (Fit EX CVT). O Fiesta é um excelente carro, mas a política absurda de preços da Ford está matando o modelo.

  • Rodrigo Ultramari

    E afinal, as bielas são de alumínio ou não? hehehehe

  • Rafael, não tenho resposta agora.

  • Roberto, cheguei a dizer na coletiva de imprensa que isso era discriminação… Como sempre, panos quentes, compradores de carros dessa faixa de preço exigem automático, manual teria pouca procura. Não tem jeito. Como cunhou o termo Fernando Calmon, são as “montadoidas”…

    • invalid_pilot

      Gosto da definição que pras montadoras, cambio manual é coosa de carro de pobre… Preferem insistir no Powershift problemático a colocar versoes manuais nesse Fiesta e no Focus 2.0 (que existe na Argentina)

    • FocusMan

      Não consigo entender o setor de marketing de algumas empresas, em especial o da Ford.

      Se especializam em projetar carros onde onde o diferenciador é o prazer em conduzir, mas por economia de escala poda o consumidor entusiasta de ter o produto que almeja.

      Se a turma da Ford que trabalha no marketing brasileiro for igual à turma da engenharia, que tem entusiasmo zero, está bem explicado.

      • Gustavo73

        O pessoal da engenharia é tão desanimado assim?

  • Marcus, o fechamento retardado da borboleta do acelerador é coisa, antiga, ainda do tempo do carburador (nos EUA). É para reduzir a emissão de óxidos de nitrogênio. Não tem a ver com o peso do volante.

    • Mas este estava exagerado. Demorava para cair o giro mesmo.

  • Roberto, é mesmo difícil de conceber, mas lembre-se que o “litro” é um mero dado físico. O que vale é o que entra de ar no motor soprado pelo turbo. Lembre-se dos F-1 1,5-l de 1.200 cv.

  • Gustavo, já foi dito anteontem, não será nacionalizado. Isso do overboost, bem provável.

  • Fat, se nem ao Fiesta sedã, pode-se esquecer Ka e Ka+.

  • João Guilherme Tuhu

    Muita tecnologia e estilo; pouco preço e espaço.

  • Thiago, o uso do overboost não eleva necessariamente a potência, caso dos 1,4 turbo T-Jet. Sobre processos, não proibido informar velocidade máxima, logo não há processo. E então você acredita mesmo nas potências mirabolantes que descobrem nos “dinos”…

  • Paulo Júnior

    Um belo motor, um excelente carro. Só que, está circulando na internet, inclusive com fontes confiáveis, que a Ford deverá abrir mão do PowerShift por um automático epicíclico. Reclamações, processos e defeitos no mundo inteiro. Não sei se é verdade, mas em nome da eficiência, é uma pena, assim como a troca do DSG 7 pelo automático epicíclico no Golf… Parece que a ideia do câmbio de dupla embreagem “a seco” não é legal quando não se anda em estrada de excelente qualidade… Já o DSG6 ou mesmo o 7 a óleo não há reclamações.
    Voltando ao Fiesta, parabéns à Ford. Faltou só o manual. Aqui em Goiânia, nas concessionárias, por exemplo, Golf manual só encomendando. Literalmente preconceito.

  • Alexandre, até entendo seu ponto de vista e o de alguns leitores, mas o motor não é de 1 litro, é um 1,6~1,7-L em termos de potência e torque mas com consumo bem baixo. Lembre-se, há na Europa Focus com esse mesmo motor.

    • Alexandre Garcia

      Bob,

      Não é pelo fato de ser 1.0, ou turbo, ou 3 cilindros etc e tal…Caramba é só um Fiesta mil turbo, é muita grana só nisso. Pode ter potencia de 1,6 ou 1,7, aliás turbo serve também para isso, mas o conjunto todo não fecha, na minha cabeça pelo menos.

      • Alexandre, tenha certeza de que acredito em você, na sua estranheza diante dessa receita e seu preço.

        • Alexandre Garcia

          Obrigado, Bob!

      • Na verdade todos os carros do Brasil estão com essa impressão: “Nossa, mas tudo isso? Caramba!”

        • Paulo Ferreira

          O único que nos últimos tempos não me deu essa impressão foi o Sandero RS, não que eu tenha o considerado barato.

  • André Webber

    Avaliação impecável, como sempre. Ótimo carro, sem dúvida. Porém, Fiesta por 70 mil reais, tratando-se de vendas num País pobre como o nosso, será um fracasso absoluto.

    • Gustavo73

      País pobre, carro caro (para o poder de compra da população) é sempre assim.

  • Nelson C

    Negativo.

  • Mr. Car

    Temo que você não vá comprar. Do jeito que as coisas vão, se bobear, um dia vai ver uma placa destas na Ayrton Senna. Só que sem o zero, he, he!

  • Rodrigo Villarim

    Permitam-me um relato: Sempre fui fã da Ford, notadamente em razão do acerto dinâmico de seus carros. Digo isso por possuir uma courier, 1.4 16v, 1998, com 400.000km, e que após ler o artigo “o eleito” do saudoso Bob, enaltecendo as qualidades da pickup, decidi nunca mais vendê-la. rsrs. Com a vinda do meu filho , no ano passado, urgiu a necessidade de um carro normal e cansado mais uma vez de esperar a dona Ford sair da inércia para lançar o aclamado ecoboost, adquiri o UP! TSI e lhes digo que essa paixão minha pela Ford está esfriando a cada dia de convívio com o pequeno alemão. Em resumo: parece que fiz bem ao não esperar o lançamento em voga, haja vista que, por esse preço, t
    al máquina não será para o meu bico e para outros milhares de pretensos consumidores! Parabéns VW!

    • Agnaldo Timóteo

      Cara, na boa, troca o saudoso por sagaz ou saudável…

      • Rodrigo Villarim

        Rsrsrs

  • João Martini

    Lembro-me que no lançamento do Fiesta nacional comentaram que a versão brasileira não usava aço do tipo boro nas colunas A. A Ford disse que mantinha os mesmos resultados porém com diferença de peso e espessura das chapas. Pode ser isso. Se não me engano li isso na Autoesporte.

    • Gustavo73

      Na verdade no lançamento do nacional o mexicano ganhou esse tipo de aço seguindo o europeu. Mas será que só isso faria essa grande diferença?

  • Alex Ctba

    E o que você diria dos 1,6-L turbo da F1 atual com 900cv ? Mercedes, Renault, Honda e Ferrari já o colocam em pista há 3 anos, desde que o conceito turbo retornou a F1, depois de um hiato de 25 anos (1989 a 2013).

  • Alex Ctba

    + 1! Ótimo comentário.

  • Paulo Ferreira

    O Fit custa o que custa porque as pessoas estão dispostas a pagar. Não acho que vai ser o caso deste Fiesta…

    • Gustavo73

      A versão Titanium Plus será a menos vendida assim como é a topo de linha do Fit. Normalmente as versões intermediárias são as mais vendidas.

  • Gustavo73

    Em outro comentário o Bob falou que a Ford não pretende esse motor.

  • Gustavo73

    O Punto 1.4T tem um torque maior anunciado com overboost por aqui, então não sei se seria um problema. Mas o fato é que lá fora se fala em 17 chegando aos 20 kgfm no overboost. O porquê de não falarem aqui realmente não sei.

  • Gustavo73

    Tenho lido relatos nos dois sentidos. Pessoas que dizem ter tido o problema resolvido e outras que apesar das trocas continuam tendo problemas.

    • Welyton F. Cividini

      Há casos em que a Ford trocar a embreagem e depois voltou a dar problema, mas parece que a solução “oficial” é recente. Tenho amigo com o Fiesta PowerShift com problema de trepidação e na concessionária a peça para resolver o problema nem chegou ainda. Espero que resolvam, pois o funcionamento da transmissão é exemplar trocando de marchas rapidamente e sem trancos. Nos carros que estão saindo agora — Fiesta, Focus e Ecosport — o câmbio já está vindo sem o defeito.

    • Alex BH

      O do meu sogro foi um dos primeiros Titanium Powershift, e até hoje o bichinho tá beleza.

      • Alex BH, é o que eu digo, grande parte, a maior, é mau uso mesmo.

  • RMC, exatamente! E na Europa.

  • Corsário, pois é, achei incrível o “saudoso”…

  • André, questão de gosto. Eu acho que carro usado só em último caso. Nada substitui um carro 0-km.

  • Vinicius, nos T-Jet overboost fica ativo até que se prema o botão de novo.

  • Alexandre, ei, acorde, você está no Brasil. Informação técnica sólida numa…concessionária???

  • Alex Blake Scott

    A peça que resolveu o problema tem a letra F no código. As anteriores precisaram ser substituídas novamente.

    Na nota fiscal do serviço constava: a substituição do disco plato, do lubrificante e a reprogramação da central.

  • Daniel S. de Araujo

    Perfeito seu comentário!!!

    • CorsarioViajante

      Obrigado, Daniel.

  • FocusMan, desculpe, mas esse tipo de raciocínio não tem nada a ver. Se uma fabricante não lança novidade, vem reclamação. Se lança, vêm as críticas. Assim fica difícil, não acha?

  • Paulo Júnior, fuja de carro de locadora como o diabo foge da cruz!

  • Rodrigo, nem precisava pedir perdão, vi logo que foi termo mal-empregado, bobagem.

  • Fernando, apenas leve em conta que carros turbo têm características de motor (torque e potência) bem acima da cilindrada física.

  • CorsarioViajante

    Se fossem só os carros… Mas enquanto o Brasil não resolver sua questão fiscal, vai continuar sendo o universo paralelo dos preços. A prova é que se não fosse o imposto de importação não valeria a pena fabricar mais nada por aqui, sairia mais barato importar tudo.

    • Gustavo73

      Nem comida, que já foi considerado algo barato no Brasil, não é mais.

      • CorsarioViajante

        Com certeza!

  • CorsarioViajante

    Faz tempo que chinês não é atraente em preço.

  • CorsarioViajante

    Quem se saiu melhor?

  • CorsarioViajante

    Infelizmente duvido. O “pêndulo” da VW já saiu da Zoropa e voltou pro Brasil. Vide que hoje o único motor “comprável” do golf é o 1.6 16v. Tomara que esteja errado.

  • (J Paulo, não insista, aqui no AE é fabricante. A palavra que gosta de usar é banida aqui.)

  • Curió, como tenho dito, consumo é o queremos que o nosso carro tenha.

  • Gustavo73

    Mas a proposta do Fiesta não é ser esportivo. E sim ter um motor melhor no consumo com desempenho melhor que o 1.6. O preço é alto mas veja que no 1.6 já é também.

  • Rafael, dá essa impressão.

  • Paulo Ferreira

    Ficou bom mesmo o Ka, aqui 80 a 2000 e poucas é o céu. Geograficamente a melhor cidade “grande” para andar. Por outro lado, que porcaria que levaram seu carro. Está MUITO difícil andar com esses carros dos 80 e 90. Ano passado roubaram quatro ou cinco VW e alguns Uno bem na porta do meu trabalho.

  • Paulo Ferreira

    Acho isso tudo muito legal!! Falando em Marea ontem dirigi a weekend turbo de um amigo, mesmo com a turbina no caminho que ronquinho sensacional . Anotei aqui, e vou pedir pros amigos ficarem de olho na placa. Não se vê mais muita Elba rodando, tomara que você consiga recuperar.

  • Rafael, e quem quiser um carro 1-L turbo da marca Ford? Nem você, nem eu temos nada a ver com isso. Você conhece algum caso de compra de carro sob ameaça de arma de fogo? Eu não conheço. E custo-benefício é para veículos comerciais.

    • Rafael Alex

      Visto que minha resposta anterior foi deletada (…)

      • Rafael, engano seu, estava apenas aguardando moderação. Mas diante deste seu segundo comentário, acabei de deletá-lo, bem como o presente foi publicado sem o seu texto só para lhe dar noção do que aconteceu. Aqui neste AUTOentusiastas ataques a marcas, veículos e pessoas não entram. Ficou claro?

  • Paulo Ferreira

    Ta na minha também! Já to pensando em Marea tem tempo, lembra que te perguntei em que oficina levar aqui? Quando chegar a hora eu até topo a preta se estiver 100%, preferência weekend, prata não rola. E pra abraçar direito o capeta, vai ter que ser turbo.

  • Rafael, mérito? Ofender marca/fabricante/veículo agora é mérito? Então tais “méritos” sempre serão censurados aqui.

  • Paulo Ferreira

    Perfeito hehe! Sei sim! Caixa menos comprida, motor anda para o lado do motorista. E ainda tem opção de megasquirt nacional plug’n’play no chicote original da turbo se der perda total na central. É a família inteira do capiroto chamando para a foto!

  • Douglas, 93 RON é o “oficial”. Tenho fonte segura, da Petrobrás, que informa 95 RON. Na Europa ainda existe a 91 RON, mais para os lados do leste. Tanto que nos manuais de BMW, por exemplo, é indicado poder usá-la, às custas de potência e consumo.

  • Clenilson Araujo

    Trauma desgraçado que o consumidor brasileiro tem de 1.0, lêem a ficha técnica o comentário do autor sobre o bom desempenho mas só lembram que o carro é 1.0. É um automóvel caro sim, mas só lembram que que é caro porque é 1.0.