Coluna informou a corrida pela FCA em novos projetos para substituir seus produtos mais antigos. E juntou, como antecipação nacional, outro dado: ordem para criar um jipinho, Junior, como tratado internamente. Há dias noticiou novamente: direção teria dado meia-trava nesta versão; e comentou sobre o perigo de freadas em projetos, exemplificando com o VW Taigun (foto acima), mostrado, anunciado, mas freado — e esquecido.

É mais

No caso FCA, fonte da Coluna esclareceu, projeto ora sobrestado em muito supera a primeira informação: é independente, não será versão dos modelos de substituição atualmente finalizando testes.

Projeto grande, mundial, de novo modelo, mais para pequeno Fiat, menos para mini Jeep. Questão básica está na projeção de amplos números de mercado, exigindo operação mundial. Por tal definição, será criado, desenvolvido e produzido no Brasil, na fábrica de onde saem Fiats, em Betim, MG, para inicialmente fornecer à América Latina e Caribe.

Ao contrário do citado Taigun, projeto não parou. No plano falta definir onde será a outra base industrial — EUA, Itália, China.

 

Autoclásica, 7 a 10 de outubro

Maior dos eventos sul-americanos de veículos antigos, a Autoclásica confirmou realização entre 7 e 10 de outubro — segunda feira, feriado argentino. Mantém o local, o Hipódromo de San Isidro, para reunir 600 automóveis e incontáveis motocicletas, ganhando espaço neste ano com o Bairro das Motos, reunindo exemplares de uso normal e de corrida.

Na rediagramação de atrações, os veículos, todos com mais de 30 anos de fabricação, estado original e perfeito funcionamento, serão dispostos enfatizando marcas e clubes. Adicionalmente, a cada 50 minutos, demonstrações operacionais em circuito próprio.

Esta 16ª edição é particularmente valorizada. A Unesco, entidade internacional para cultura e educação da ONU, concedeu patrocínio oficial ao “Ano do Patrimônio Mundial Automobilístico 2016”, e estendeu seu reconhecimento a oito eventos mundiais: Cartier Travel & Style Concours d’Élegance (India); Amelia Island Concours d’Élegance (EUA);Villa d’Este Concours d’Élegance (Itália); Le Mans Classic (França); Classic Days Schloss Dyck (Alemanha); Pebble Beach Concours d’Élegance (EUA); Chantilly Arts & Elégance (França); e Autoclásica.

Como temas, 50 Anos da apresentação do Torino, do Lamborghini Miura; 130 anos da criação do Patent Wagen, o primeiro automóvel; homenagem à Jaguar.

É o maior e mais variado encontro de antigos na América do Sul.

Foto Legenda 01 coluna 2616 - Autoclasica 2016  JIPINHO FIAT, PROJETO GRANDE Foto Legenda 01 coluna 2616 Autoclasica 2016

Cartaz da Autoclásica

 

Toyota terá museu em fábrica pioneira

Em São Bernardo do Campo, SP, onde iniciou operações industriais em 1962, parte da área Toyota terá um Centro de Memória. Ideia boa, inusitada entre as congêneres nacionais, visa preservar instalações, referências da primeira fábrica fora do Japão, e contar história da empresa, na origem e no Brasil. Do endereço, a então Estrada do Piraporinha 1.111, hoje avenida Max Mangels Senior, saíram, em 39 anos, maio de 1962 a novembro de 2001, 103.461 unidades de seu monoproduto, o jipe Bandeirante — pequena média anual de 2.627. Parte da área, remanescente da Mata Atlântica, terá trilha ecológica, e demais prédios continuarão dedicados a produzir componentes.

Inauguração em agosto com itens caracterizadores de sua história, o último exemplar do Bandeirante, e curiosa prensa Fujitsu, operacional desde 1937 — objeto de interesse histórico deste fabricante, mas de venda descartada pela Toyota —, e demonstração em pequena linha de montagem do processo produtivo da marca, o TPS (Toyota Production System). Proposta é ser provocativo a visitas.

 

Roda-a-Roda

Negócio – Peugeot reatou negócios com a Iran Khodro, empresa com 7% de participação oficial, para voltar produzir carros com marca, peças e assistência técnica. Estava ausente do Irã há quatro anos, quando sua então associada GM resolveu deixar tal mercado.

Mais – Há dois pontos de relevo na transação: Peugeot voltará a competir no Irã, mercado de 3M unidades/ano. Outro, Carlos Tavares, ex-vice presidente da Renault e atualmente presidindo a concorrente Peugeot, ultrapassou a antiga marca, viabilizando negócios à sua frente.

Demora – Kia inverteu importações da filial mexicana: trará o Cerato em setembro. E o Rio, antes programado para coincidir com os Jogos Olímpicos em agosto, virá apenas em 2017.

Festa – Empresa comemora última pesquisa da agência J.D. Power sobre satisfação do cliente até 90 dias após compra. Kia lidera, Porsche segundo, Hyundai terceiro.

Mais uma – Jaguar Land Rover inaugurou unidade industrial em Itatiaia, RJ. Capacidade adequada a veículos de elevado preço – 20 mil unidades/ano em Land Rover Evoque e Discovery Sport.

E? – Em tempos de mercado retraído pode parecer curioso investir US$ 340M em fábrica na América Latina. Mas indústria automobilística, iniciando seguir planos, é um transatlântico manobrando.

Embalo – País e mercado voltarão a crescer, e nele LR é o SUV Premium mais vendido. Audi, BMW e Mercedes, em situação idêntica, implantaram e operam novas fábricas.

Pianinho – 60 mil m², 400 funcionários, e não é fábrica como sugere o inconsciente coletivo, entrando metais e plásticos e borrachas por um portão, submetidos a tratamentos, pancadas, abrasões, usinagens, com todos os barulhos, cheiros e faíscas de produção convencional, e despejando carros prontos pelo portão de saída.

Mínimo – Coisa pouca. Exceto vidros, revestimento interno, silenciosos, importa-se tudo da Inglaterra. A carroceria, em partes, pintadas, é aqui montada. Este processo, SKD, semi-knocked down, havia no Brasil há 60 anos.

Método – GEIA, Grupo Executivo para Implantação da Indústria Automobilística, baniu tal simplicidade e estipulou crescente índice de nacionalização. Foi o gerador da indústria nacional.

Curiosidades – O baixo índice de nacionalização impede exportar os Land ao Mercosul. Outra, preços idênticos aos ainda praticados no estoque remanescente, apesar de não haver incidência de impostos de importação.

História – Jaguar Land Rover diz ser primeira indústria automobilística britânica a construir instalações de manufatura no Brasil. Não o é. Matriz Rover já esteve aqui. Em 1958 se associou à paulistana MBA e montou jipes Land Rover série 2 em modestas instalações no bairro do Ipiranga, SP — com índice de nacionalização superior ao da atual manufatura.

Foto Legenda 02 coluna 2616 - Jipes Land Rover série 2  JIPINHO FIAT, PROJETO GRANDE Foto Legenda 02 coluna 2616 Jipes Land Rover s  rie 2

Modelos vem quase completos, pintados, da Inglaterra

 

Corte – Fiat disposta em renovar o portfólio de produtos: tirou de produção duas versões do Punto, T-Jet e Sporting – deixou apenas 1,4, 1,6 e BlackMotion. Suspendeu a produção de Linea, Bravo e Idea informando ter formado estoques para fazer mudanças nas linhas de produção — de 4 para 3. Segundo informa, tal mudança não resultará no fim de produção de nenhum modelo.

Mobilidade – Certeza da mudança da mobilidade no futuro instiga fabricantes a se adaptar. Caminhos vários: carros híbridos ou elétricos; autônomos; e nos sistemas de transporte individual, como Uber e congêneres. Toyota, recém decidiu aplicar US$1B no Uber, e VW US$ 300M na Gett, firma assemelhada. GM investiu US$ 500M nos EUA na Maven e sua concorrente Lyft.

Outros custos – Todo custo é dificuldade para compra de carro novo. Ford criou plano de manutenção para reduzir valores. Diz, permite economizar até 39% durante os três primeiros anos. Vale para Ranger, Ka e EcoSport.

Segurança – Brasil parecia isolado da atual praga mundial, as falhas dos sistemas de airbags da japonesa Takata, comprometendo a segurança e causando recalls a milhões de veículos. Mas chegou aqui: Toyota, Honda e Mitsubishi de picapes chamam clientes para trocar componentes perigosos.

Apresentação – GM alugou Autódromo de Brasília para apresentar novos picapes S10 e Cruze à rede de concessionários, vendedores, mecânicos. Exposições técnicas e oportunidade de dirigi-los — apesar de o circuito aguardar obras para finalizar o básico para voltar a funcionar.

Made in England – Fábrica de veículos quando se instala agrega fornecedores de origem. No caso da Jaguar Land Rover, atraiu inglesa IAC, International  Automotive Components, fornecedora de todo o interior a Evoque e Discovery.

Especialidade – Líder na Europa e no Brasil com produtos construídos pela Iveco, a PSA criou diretoria especializada em Veículos Utilitários, e quer elevar sua participação em vendas. Programa 16 novos veículos no setor para América Latina, dobrar volumes, triplicar lucros até 2021.

Coluna – Confirmou informação antecipada pela Coluna: terá picape para 1 t.

Resgate – Citroën quer recuperar parte de seu DNA, esquecido sob o controle da PSA, empresa Peugeot. Iniciar pelo conforto de rolagem com o programa Citroën Advanced Comfort.

Solução – Para melhor filtrar as imperfeições do piso evoluiu a suspensão com o uso de dois batentes hidráulicos progressivos, assentos inovadores, colagem estrutural da carroceria por filetes descontínuos.

Segurança – Movimento Stop the Crash para adotar equipamentos, reduzir acidentes e seus danos, chegou à América Latina por evento em Santiago do Chile. Quer, governos tornem obrigatórios sistemas de controle ESC, para estabilidade; AEB, de frenagem autônoma; e ABS, aqui obrigatório.

Caminho – Sombrios caminhos impedem a adoção por autoridades dos países, apesar da colheita de vantagens econômicas pela redução dos acidentes e suas perdas. Ganhou apoio de peso: a ONU recomendou uso aos países membros.

Legal – Phillips deu solução a problema de trânsito: o uso de lâmpadas de xenon em faróis comuns, não adequados, produzindo ofuscamento. Tal procedimento é vedado por Resolução do Contran. Criou a Crystal Vision Ultra em lâmpadas H1, H3, H4, H7, H11, HB3 e HB4. Emitem a desejada luz azulada e são em torno de 30% mais potentes ante as halógenas.

Negócio – Consultoria econômica Hagerty, dos EUA, indicou, entre os anos 2008 e 2014, nenhum investimento superou os automóveis antigos. Bolsa manteve-se quase estável; ouro subiu 100%; antigos 250%.

Conta – Simples entender. Os parâmetros são dos EUA onde, desde a crise de 2008, as aplicações bancárias rendem 1% ao ano; o país lutou para se recuperar, com economia em plano baixo. Automóveis antigos de estirpe se transformaram em investimento, como as obras de arte, e valorização permeou para a base da pirâmide e outros mercados. Automóvel antigo de qualidade é obra de arte tridimensional – e anda e dá sensações dinâmicas.

Ecologia – Após proibir circulação de ônibus e caminhões pesados licenciados antes de 1 de outubro de 2001 em Paris, sua Câmara Municipal estendeu vedação a  automóveis fabricados anteriormente a 1997 e motos pré-2000. Integra a Lei da Transição Energética para melhorar a qualidade do ar. Vale a partir de 1º de julho. Exceções há: veículos de coleção, licenciados como tal.

Retífica RN – Atento, leitor Fred Carvalho, sobre nota da Coluna passada da inexistência de empresas nacionais em nossa indústria automobilística, lembra haver a Agrale. Está correto. É a única com produtos próprios.

Gente – Fréderic Chapuis, franco-brasileiro, diretor comercial da Citroën Brasil, promoção. OOOO Diretor de Veículos Utilitários América Latina. OOOO Missão, tirar Peugeot e Citroën da periferia das vendas e trazê-las à competitividade. OOOO Antônio Baltar Jr, promovido: lidera área de vendas, distribuição, supervisão de escritórios regionais e relacionamento com distribuidores. É do ramo. OOOO Maurício Greco, gerirá Produtos, Propaganda, Publicidade, promoção de vendas. OOOO Diretor da matriz Volkswagen, alvo de investigação criminal pela Promotoria de Brunswick, na Baixa Saxônia, Alemanha. OOOO Nome não declarado, mas a ação é o Dieselgate, pela qual veículos diesel da marca foram vendidos emitindo poluentes acima dos níveis legais.OOOO Colega como réu, Martin Winterkorn, o ex-poderoso executivo-chefe da marca. OOOO

Sobre o Autor

Roberto Nasser
Coluna: De carro por aí

Um dos mais antigos jornalistas de veículos brasileiros, dono de uma perspicácia incomum para enveredar pelos bastidores da indústria automobilística, além de ser advogado. Uma de suas realizações mais importantes é o Museu Nacional do Automóvel, em Brasília, verdadeiro centro de cultura automobilística.

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  • WSR

    Mas o brasileiro não valoriza a História, muito menos os museus. E qual é mesmo a nacionalidade dos funcionários das fábricas? heheh

    Mas concordo, fazem falta. Criariam oportunidades de trabalho e o mais importante, a difusão do conhecimento. Está na hora de fazerem como a Lamborghini, que abriu as portas aos visitantes para conhecerem o processo produtivo e o museu. Aliás, a minha foto do perfil foi tirada lá em Sant’Agata Bolognese… “)

  • A. Shiga

    2014 de 2008 expansão de base monetária de Unidos Estados da América houve. De uma ordem de grandeza expansão foi partindo a casa de 5 unidades de trilhões saindo de meia unidade após Lehman Brothers colapso financeiro iniciar. 2015 primeiro semestre avante, Federal Reserve programa de enxugamento de excessiva liquidez iniciou. Razoável ponderar que preços de antigos estabilizados ou decaídos tenham.

    • agent008

      Mestre Yoda??? Hahahah

      • A. Shiga

        Brincadeira, o Nasser escreve meio assim ehehehe

  • guest

    Pois é, em vez de os fabricantes direcionarem recursos da Lei Rouanet para a implantação e manutenção de seus próprios museus, preferem fazer média com atores “globais” ao patrocinar suas peças de teatro… mas nada disso me influencia a ponto de me fazer optar — ou não — por um determinado modelo de veículo.

  • guest

    Sei não… sem entrar no mérito dos produtos da PSA, qual seria a perspectiva real de vendas num mercado onde, p. ex., o Vito vendeu cerca de 200 unidades no ano (e apenas 13 na primeira quinzena de junho)?
    Somar 445 Boxer, 473 Jumper, 99 Partner? A Renault Master, sozinha, vendeu quase o triplo disso!

  • Renato Texeira

    Mas aí que está. Já soube de alguns casos (inclusive aqui no AE) de gente que caiu em fiscalização de trânsito e se escapou por pouco de ter o carro retido, já que o agente ou policial insistiu que era xênon adaptado. Também esta acontecendo com as luzes diurnas, que mesmo o carro possuindo este item, alguns comandos da PRF (mesmo declarando que é válido o uso dos DRLs) estão dizendo na imprensa que deve ser utilizado farol baixo por ser mais adequado que as luzes diurnas.

    • Lorenzo Frigerio

      O importante é que as lâmpadas sejam de 55/60W. As “rally” de 90/100W são proibidas, mesmo com relê. Mas a instalação de relês melhora bem as lâmpadas originais em certos carros, especialmente os antigos.

  • Fernando

    Essa substituição por LED em lâmpadas veiculares principais até das grandes fabricantes eu acredito que seja somente questão de tempo, para com melhorias tecnológicas e redução de custo ser viável até nos produtos delas, pois já existem de outros fabricantes que tem menos prestígio e já oferecem.

    Para iluminação de painéis de carros já vejo sendo usado o LED com sucesso, afinal aquece menos e assim gera menor desgaste em peças com fundo colorido que desbotam ou até chegam a ficar levemente deformadas. O único porém é no tom azulado que muitos tem, no caso das lâmpadas torpedo ainda não encontrei uma de LED que não deixe o interior do carro com aspecto de nave espacial.

  • Claudio Abreu

    Que te ouçam, Ilbirs!…

    • Ilbirs

      O caminho dos comerciais leves seria uma boa aqui para o Brasil se considerarmos que a PSA lucra bastante com eles na Europa e teria tudo para repetir bem por aqui. O momento também é favorável se considerarmos a estagnação que temos nos furgões pequenos e o tal vácuo da Kombi que o Vito não conseguiu preencher por ter preços pela hora da morte. É aquele tipo de venda em que a parte da carga por si só já gera um bom número de unidades e as versões de passageiros acabam se tornando complemento importante independente do uso.

  • Ilbirs

    Talvez o que possa haver é a PSA se preparando para quando a pasmaceira passar e pensando no longo prazo. A julgar por esta notícia, teremos oito comerciais leves do grupo. Se um deles será uma Hilux com outro logotipo, então ficariam sobrando sete, que a lógica nos faria pensar em pelo menos quatro sendo os quatro sobre a EMP2 que já foram lançados:

    http://s1.paultan.org/image/2015/12/peugeot-traveller-1.jpg

    http://www.autossegredos.com.br/wp-content/uploads/2016/04/peugeot_expert_3.jpg

    http://planetcarsz.com/assets/uploads/5a2531cf001b310d54b41c66a4b46a87.jpg

    https://i.wheelsage.org/pictures/c/citroen/spacetourer/citroen_spacetourer_20.jpeg

    Aqui estou apenas transferindo o que já temos na Europa e considerando os Peugeots Traveller e Expert e os Citroëns Spacetourer e Jumpy como modelos separados. Claro que pode não acontecer desse jeito aqui na América do Sul, mas por ora é o que temos de subsídios para projetar uma situação possível para cá. Ficariam sobrando três veículos para completar a conta e, já que a plataforma é EMP2, poderíamos esperar pelos sucessores destes aqui:

    http://media.citroen.com.ar/image/00/2/gris-moondust.134002.png

    http://www.peugeot.com.ar/media/showrooms/showroom-peugeot-partner-origin-sedan-5-puertas-kppv3/medias/images/diseno-exterior-partner-patagonica.jpg

    Teríamos aqui um pulo de duas gerações, uma vez que ainda não existem os sucessores de Partner e Berlingo na especificação europeia, que é feita sobre a PF2 que aqui conhecemos nas formas de Peugeot 308 da geração passada, Peugeot 408 e Citroën C4 Lounge:

    http://1508529751.rsc.cdn77.org/fichatecnica/uploads/2016/05/citroen-berlingo-multispace_421_4.jpg

    http://cdn2.autoexpress.co.uk/sites/autoexpressuk/files/styles/gallery_adv/public/2/19//peugeot_partner_1502styp006_1_2.jpg?itok=5qipH600

    Seguindo isto aqui, ficaria sobrando apenas uma vaga para completar as oito. O problema aqui é que o acordo entre PSA e Fiat está para terminar, significando aí que não mais teremos Jumper e Boxer para fazer companhia à Ducato, bem como não temos qualquer indicação de que a Toyota faça por aqui a Hiace e a ceda para os franceses:

    http://www.maximumcarrentals.com/wp-content/uploads/2013/07/toyota-hiace-high-roof-front-view1.jpg

    Uma possibilidade estaria no buraco dimensional que ficaria abaixo dos hipotéticos sucessores de Berlingo e Partner, que acabariam sendo maiores e deixariam abaixo espaço para veículos que sucedessem estes outros feitos na Europa e que dançarão assim que terminar o acordo com a Fiat:

    https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/27/Citro%C3%ABn_Nemo_Combi_Comfort_Plus_1.4_Multispace_front_20100711.jpg

    https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/7/7d/Peugeot_Bipper_Tepee_front_20100515.jpg

    Se bem que neste caso seria necessário esperar a plataforma EMP1, que sucederá a PF1 e sequer foi lançada ainda.