Este vídeo complementa a matéria “no uso” sobre o Fial Linea Absolute publicada em 26 de maio de 2016.

 

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  • C. A. Oliveira

    Também ouvi falar que esse modelo está com os dias contados. Infelizmente sedã médio da Fiat não faz sucesso no Brasil.

    • C. A. Oliveira, boatos correm a mim por hora. Na internet, com a velocidade da luz. A quem interessa uma notícias dessas?

  • Lucas, há várias definições para tal, mas uma que considero perfeita é agradar a quem o comprou.

  • Marcos Lopes

    estranho que no site da fiat não existe ainda linea 2017 … só 2016 .

  • João Lock

    Não tem muito a ver com o carro, mas com a marca. Mas esses dias eu vi uma viatura do Corpo de Bombeiros, um Palio… equipado com motor “FIRE”. Pode isso!?

    • Ainda bem que não era um Marea ou Ferrari.

  • Roberto Neves

    Mais um belo vídeo, com belíssimas paisagens. Mr. Keller sempre didático e cada dia mais (como já disseram aqui) parecido com Jeremy Irons. É um privilégio poder aprender aqui um pouco mais a cada dia.

    • Jeremy Irons! Melhorou. Semana passada o Formula Finesse disse que estou parecido com o Henry Ford. Uma draga seca miserável.

  • Luis Felipe Carreira

    Também gostei, só poderia ter dado um zoom para pegar com mais clareza o conta-giros.

  • Luis Felipe Carreira

    Sim. Na Europa a Dacia usa o Easy’R lançado aqui no Sandero. O lançamento C4 Cactus da Citroën usa um robotizado de 6 marchas e 1 embreagem (ETG6, se não me engano) e é por botões semelhante ao Dualogic do Uno. Este, por exemplo, é oferecido no 500, no Panda, era no Bravo e por aí vai.
    Eu pessoalmente gosto bastante desses câmbios, sente-se a ligação direta entre motor e transmissão sem a patinagem do conversor, reduz perfeitamente, é muito suave se bem programado, meu sorriso aumenta ainda mais quando se compara os preços com outros câmbios automáticos. Andando por aí, vê-se que são poucos os motoristas que sabem usar um câmbio manual direito, então para a maioria é melhor ter um câmbio desse em vez do manual. Por outro lado, há carros esportivos que merecem um belo manual e aí é puro prazer de dirigir.

    • Caio Ferrari

      Legal. Esses câmbios automatizados são muito bons. Eu dirigi o Fiat Dualogic (o melhor) e o I-Motion. Andei no Easy’R também. Acredito que parte da falta de popularidade destes câmbios deveu-se à manutenção cara cobrada pelas concessionárias. Qualquer coisinha ia 10 mil reais para despressurizar o sistema e tudo mais.
      Os fabricantes brasileiros não aprendem!
      Acho essa solução boa pois vivemos num país pobre onde o combustível é caro. Os câmbios automáticos tradicionais penalizam bastante o consumo.
      Mas mesmo a Fiat em seu novo carro irá adotar um automático tradicional. Acho que esses automatizados são sumir do mapa por aqui.

      • Caio, a facilidade de comunicação da internet ajuda a difamar qualquer coisa. Há alguns casos como o que você relata, mas em contrapartida há relatos aqui mesmo de proprietários satisfeitos com o câmbio mesmo com avançada quilometragem. O que você disse sobre o câmbio de um próximo Fiat ser epicíclico é especulação. Os robotizados continuarão firmes e fortes. Entretanto, a única ameaça a eles é serem considerados “câmbio de pobre” por uma massa motorizada ignara.

        • Bob, eu nunca andei de Dualogic. Se o funcionamento deles for parecido com o das Meriva Easytronic, então não há problema.

          Achei bacana o câmbio delas.

          • Ricardo Carlini

            Há uma diferença, os utilizados na linha GM eram totalmente elétricos, no caso dos Fiat/VW são eletro-hidráulicos.

        • Caio Ferrari

          A internet neste ponto é um problema mesmo. Eu gostei do câmbio e acho muito legal aposentar a perna esquerda sem precisar abrir mão de performance ou economia, como acontece nos epicíclicos.

  • Rafael

    Você deve estar ganhando bem da Fiat para apagar todos os meus comentários falando da situação que venho sofrendo com esse câmbio dualogic. Me diga como fica sua consciência ao iludir os incautos que se basearão nessa sua publicidade dissimulada como reportagem?

    • Rafael, este comentário calunioso está liberado, justamente para que fique provado o quão estúpido você é. Em vista disso, você está terminantemente deletado.

  • Rodrigo, o Linea tem os dois, o que acho ótimo.

  • Rochaid Rocha

    Eu também. Tenho um Punto 1,8 e muitas pessoas perguntam por que eu não comprei um carro.

    • Rochaid Rochas, muitas pessoas idiotas, você quis dizer.

  • Renato Texeira

    Dos modelos da Fiat vendidos no Brasil, o Fiat 500 também possui regulagem elétrica da altura dos faróis.

  • FocusMan

    Se comentários de internet vendesse carro, Onix não era o mais vendido e o Focus venderia mais que Corolla 🙂

  • Ricardo Carlini

    Aproveitando o gancho de ser um sedã Fiat, alguém poderia me explicar como funciona o computador de bordo dos Fiat Premio/Elba 1,6 Sevel dos anos 80? Como é possível calcular o consumo instantâneo num carro com carburador?

    • Ricardo, há um medidor de vazão antes do carburador, tanto quando no caso do PLU usado pelos fabricantes nos seus testes.

  • Raphael Hagi

    Os Linea “pré-facelift” tem sim o ajuste de altura, mas ele é manual, realizado girando um botão quadrado atrás de cada farol. Salvo engano, há somente um nível de ajuste.

    • Raphael, eu comentei sobre a regulagem de dentro do carro.

      • Raphael Hagi

        Ciente, Arnaldo. Minha intenção foi esclarecer ao colega do início do “thread” que apesar de não possuir regulagem elétrica, os Linea pré-facelift tinham sim o ajuste, mas manual.

  • Larissa Souza

    ele não é econômico não ganhou a A da conpet e esse cambio é péssimo infelizmente.

    • Cristiano Reis

      Concordo, esse motor não é nada econômico, e na Strada Adventure então? Fazia médias de 7km/L de gasolina em rodovia.

    • Done Bardam

      Aqui não pode falar mal do Linea, sua postagem pode ser excluída como a minha já foi por eu ter dito que ele sairá de linha.

      • Done, errado: aqui não se pode falar mal de carro algum. Qualquer carro merece respeito. Entendido?

  • KzR

    Achei que o 147 tinha um câmbio automático que permitia trocas de marcha em H, como um manual de 4 velocidades.
    Se não me engano, quem começou com o SMG foi a M3 em 1997/98.
    E concordo: o motor “1.9” Torque combinava mais com o carro, tinha até um quê de italiano a mais que o 1.8 E.Torq, mesmo sendo de origem argentina.

  • Caio Ferrari

    Oi KzR. A manutenção dos automáticos também é significativamente mais cara. Uma troca de óleo de um câmbio CVT custa o preço de um kit embreagem original de um câmbio manual. Um automático quando quebra custa cerca de R$8.000 o reparo. E ainda tem quem diga que se não trocar o óleo a cada 50mil km, a quebra vai acontecer. Enfim…

  • KzR

    Compreendo perfeitamente. Obrigado pelo esclarecimento.

  • KzR

    Obrigado pela resposta, Luís.
    Por ser um câmbio manual em teoria não deveria ter problema em pôr em N. Agora faço isso constantemente pois não sei o estado da embreagem do carro — e a troca não exatamente barata.
    As acelerações interinas são bem suaves. Até me espanto.

    • Luis Felipe Carreira

      Colocar no N não prezerva a embreagem, em D ou N não há desgaste do disco, mas pode haver do atuador que faz o papel de pé esquerdo — não deveria, eu sei, mas o fabricante subdimensionou essa peça.
      Esses câmbios robotizados reduzem muitas vezes mais suave que vários automáticos epicíclicos sem tal função, nas trocas ascendentes, entretanto, estes levam vantagem.

      • KzR

        No geral não desgasta, mas há situações onde há atuações indevidas do atuador, fruto da própria programação do sistema. Em sistemas sem creeping, parar no D e tempo depois liberar o pé do freio faz com que o sistema engate o N.