Este vídeo complementa a matéria “no uso” sobre o novo Chevroet Cruze LTZ 1,4l turbo publicada em 16 de junho de 2016.

 



Sobre o Autor

Arnaldo Keller
Editor de Testes

Arnaldo Keller: por anos colaborador da Quatro Rodas Clássicos e Car and Driver Brasil, sempre testando clássicos esportivos, sua cultura automobilística, tanto teórica quanto prática, é difícil de ser igualada. Seu interesse pela boa literatura o embasou a ter uma boa escrita, e com ela descreve as sensações de dirigir ou pilotar de maneira envolvente e emocionante, o que faz o leitor sentir-se dirigindo o carro avaliado. Também é o autor do livro “Um Corvette na noite e outros contos potentes” (Editora Alaúde).

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  • Fabrício Ghini

    Arnaldo,

    Algum resquício do câmbio do antigo Cruze?
    Pergunto porque tive um Cruze, com o câmbio já “recalibrado”, segundo concessionários, e as trocas de marcha eram extremamente lentas, mesmo em modo manual, além de uma indecisão total do câmbio nas trocas, notadamente em aclives. Ouvi que se trata do mesmo câmbio, porém “recalibrado”.
    Outro ponto era a direção altamente sensível, principalmente em linha reta em estrada. Foi corrigido isso também?
    Abraços.

    • Fabrício, se o câmbio fosse lento e indeciso eu teria escrito na matéria e comentado no vídeo. Quanto ao antigo ter direção “altamente sensível” em linha reta, de onde ouviu essa asneira? De qualquer modo, é outro carro. Nada a ver com o antigo. Do antigo só ficou o nome. OK?

  • Fabrício, em momento nenhum eu o ofendi.
    Se você está convicto que que o antigo tem direção extremamente sensível na estrada, provavelmente vai achar o mesmo do novo. Não vamos discutir por causa disso.

  • Fat Jack, não se pode aumentar torque e potência de um motor se ele não foi calculado para isso, e o resultado só pode ser menos durabilidade. É o que acontecia. Hoje é diferente, os elementos dos motores preveem as elevadas pressões e os esforços internos decorrentes da superalimentação, por isso duram.

    • Fat Jack

      Os carros da época a que eu me referi são os originais de fábrica, de qualquer forma muito obrigado pelo retorno, valeu Bob!

  • Roberto, a região é o Litoral Norte de SP. Linda mesmo. Ainda não esculhambaram com ela. Lombadas: frear antes delas. Evitar frear quando estiver em cima delas, porque além de chacoalhar, maltrata a suspensão. O motor é uma joia. Anda muito e não dá para acreditar que andando desse jeito seja tão econômico, fora que em alta ele ronca gostoso mesmo. Quanto a dirigir e falar ao mesmo tempo, é treino. De tanto fazer, acostuma-se. Imagino que o leitor está ao meu lado e vou falando o que levantei sobre o carro, principalmente sobre o que é andar nele, porque detalhes que podem ser verificados numa concessionária ou no site da marca, esses o leitor poderá levantar por si só.

    • Roberto Neves

      Valeu, Arnaldo! É um privilégio poder viajar junto com você (e com os demais editores).

  • Mendes, a edição do vídeo do Linea está atrasada, mas vai sair em breve. Nos desculpe, por favor.

    • Mendes

      Sem problemas, Arnaldo. Bom saber que a edição está em andamento. Tenho certeza de que ficará show e valerá a pena esperar! Vocês fazem um ótimo trabalho!

  • iCardeX

    Me disseram que o motor do meu veículo não duraria 30.000km, antes de apresentar uma série de problemas que eu jamais experimentei.

    A verdade é que ele já está com quase 100.000km em 37 meses de uso.

    Tirando 1 lâmpada queimada, 1 bateria EFB que foi para o lixo, e 1jogo de partilhas dianteiras, o resto está tudo original.

    Downsing chegou para ficar!

  • iCardeX

    Ooops! São 31 meses de uso!

    • Fat Jack

      Qual carro?

      • iCardeX

        Golf TSi 1.4, manual, adquirido em novembro de 2013.

  • HTM

    Arnaldo Keller, parabéns pelo vídeo, foi muito feliz ao traduzir por palavras o comportamento dinâmico do carro. Gostei bastante das novidades tecnológicas introduzidas no Cruze 2017, mas não consigo entender como um projeto tão moderno emprega correia dentada no motor. Na minha opinião, enquanto consumidor, correia dentada é um recurso que sempre gera desconfiança/insegurança após anos com o mesmo veículo. E mesmo realizando a troca preventiva da correia dentada com pouco mais de 40 mil Km em um carro com 5 anos, sempre ficam as indagações: se já existem alternativas para evitar essa custosa manutenção, por que as montadoras insistem no emprego de correia dentada? Qual é a vantagem deste recurso para o consumidor? Ou, qual é a vantagem técnica deste recurso para o veículo?

    • HTM, lamentavelmente alguns fabricantes têm falhado ao fornecer informações nos lançamentos, e caso do acionamento dos comandos é mais um deles. Como é importante nos nossos textos informar esse dado, à falta de dados da fábrica sempre procuramos buscá-lo em outras fontes. Por acaso a fonte consultada estava errada e leitores obtiveram outras, inclusive em outro sites, mas um deles mandou um link do site de imprensa da GM americana e por ele foi confirmado ser corrente. Sobre por que correia dentada e não corrente, a resposta é busca pelo menor atrito possível. O receio de muitos é infundado, pois a correia dentada é eficiente, está nos motores há 55 anos, é uma tecnologia plenamente dominada. Basta efetuar a manutenção correta. No up!, por exemplo, o intervalo de troca é a cada 120.000 km ou 4 anos e meio.

    • VeeDub
  • vidgal

    AK, você que analisou todo o carro, concorda no quesito:” o teto tem qualidade muito inferior ao carro, comparável a carros de C$ 30mil”

    O que você achou do acabamento e qualidade do forro do teto?

    http://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2016/06/novo-chevrolet-cruze-7-erros-e-7-acertos-do-seda.html

    • Não reparei nisso, Vidigal. Me preocupei com itens que acho mais importantes.