A Renault informou nesta sexta-feira (13) num lacônico comunicado que o Kwid será fabricado no Brasil. O pequeno carro foi lançado na Índia há exato um ano e tem todo o visual de um suve, mesmo tendo dimensões parecidas com as do VW up!: comprimento de 3.679 mm (up!, 3.605 mm), largura 1.579 mm (1.645 mm), altura 1.478 mm (1.504 mm) e entre-eixos de 2.422 mm (2.421 mm). O porta-malas aloja 300 litros de bagagem (1.115 litros com encosto do banco rebatido) versus 285 litros do VW cujo desenho é de um hatchback normal. É ligeiramente maior que o Renault Twingo atual, que tem motor transversal traseiro. É muito leve, pesa apenas 660 kg em ordem de marcha (take up! 4-portas, 910 kg).

Acelera de 0 a 100 km/h em 16 segundos e atinge 135 km/h, segundo a fabricante. O diâmetro mínimo de curva é 9,8 metros; freios, disco/tambor.

O Kwid é fabricado em Chennai, na Índia e tem como objetivo principal e grande atrativo o baixo preço (versões e preços adiante).

Nota: Depois de publicada esta matéria sobre a decisão da Renault em produzir o Kwid no Brasil, saíram nesta data (17/5) notícias sobre mau desempenho do modelo nos testes de impacto efetuados pelo Global NCPAP. A respeito desse fato diz a fabricante que ” O Renault Kwid fabricado no Brasil é desenvolvido pela Renault Technology America (RTA) e atenderá à legislação brasileira em termos de segurança, trazendo de série equipamentos como ABS e airbags. A estratégia da Renault prevê a utilização de uma plataforma mundial em seus modelos, mas com desenvolvimento específico para cada mercado.”

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Espaço no banco traseiro parece bom; tem cinco lugares (foto motoroids.com)

O motor é um tricilíndrico SCe (Smart Control Efficieny engine) de 800 cm³ (69 x 71,2 mm), duplo comando de válvulas, 4-válvulas por cilindro, injeção no duto, taxa de compressão 10,5:1, 54 cv a 5.700 rpm e 7,3 m·kgf a 4.400 rpm, acoplado a transeixo dianteiro transversal de cinco marchas. Com essa potência, são 12,2 kg/cv.

Aqui a lógica diz que será empregado o motor HR10 1-litro d0 March/Versa, 3 cilindros, 77 cv a 6.200 rpm e 10 m·kgf a 4.000 rpm, independente de se com gasolina ou álcool. Lógica por não haver vantagem fiscal (mesmo IPI) e também por ser motor fabricado no Brasil pela aliada Nissan. E também, claro, pelo motor 0,8-L estar muito aquém da expectativa atual de desempenho do consumidor brasileiro.

Renault-Kwid-Interior inv  É OFICIAL: RENAULT KWID SERÁ FABRICADO NO BRASIL Renault Kwid Interior inv

Interior dentro dos padrões atuais (foto indiacarnews.com, invertida horizontalmente para mostrar volante de direção à esquerda)

O câmbio é manual de cinco marchas e as suspensões seguem o “rito” McPherson/eixo de torção. Como no novo Twingo e nos Renault que foram fabricados no Brasil, a fixação de rodas é por três parafusos. Seu consumo de gasolina é de 22,9 km/l cidade e 25,2 km/,l estrada, e constitui um grande atrativo no mercado indiano. Todos têm repetidoras de setas nos arcos dos para-lamas dianteiros e é torcer para que a Renault daqui resista à tentação de eliminá-las.

As vendas do Kwid na Índia começaram em setembro e acumularam 25.000 pedidos em duas semanas, 50 mil em cinco semanas e 70 mil em dois meses.

A distância mínima do solo do Kwid é 180 mm, significando que não precisará ser “tropicalizado” para enfrentar o maldito piso brasileiro de lombadas e valetas, a não ser a adoção de amortecedores dianteiros com batente hidráulico para eliminar pancadas ao “desescalar” de uma lombada; os pneus são 155/80R13.

Mas a Renault terá que “descascar um abacaxi” aqui: o tanque de combustível do Kwid é de apenas 28 litros. A Volkswagen enfrentou o mesmo problema com o up!, cujo tanque originalmente é de 35 litros e aqui passou a 50 litros devido à “brasilidade” do álcool. Mantido o tanque de 28 litros no Kwid brasileiro, digamos que rodasse 20 km/l com gasolina em estrada, sua autonomia seria de 560 quilômetros, bastante adequada. Com álcool, numa base de 14 km/l não daria para ir muito longe, cerca de 400 quilômetros no máximo.

Versões

O Kwid é oferecido na Índia em quatro versões, todas de quatro portas:

Standard  – para-choques  e rodas de aço pretas, defletor de teto integrado, estepe totalmente operacional, painel de instrumentos em cor única, quadro de instrumentos digital, estofamento cinza, aquecedor (não tem ar-condicionado), vidros esverdeados, indicador de troca de marcha, comando interno da porta de carga, garantia de dois anos contra corrosão.
Preço – R$ 13.729 (equivalentes, câmbio do Banco Central  de ontem), posto Nova Deli.

RXE – rodas de aço em prata, acabamento do painel em prata cetim, ar-condicionado com aquecedor, encosto do banco traseiro rebatível, porta-luvas inferior com tampa, para-sol para o passageiro, imobilizador de motor, pacote de mídia opcional com rádio estéreo, MP3, Bluetooth, USB, Aux-in, dois alto-falantes e tomada 12 V.
Preço – R$ 15.615

RXL – direção assistida elétrica, luz de cortesia automática, para-choques na cor da carroceria, calotas multirraio, espelho externo direito (esquerdo na Índia), aplique preto piano no volante, acabamento prata cetim em torno dos difusores de ar, bancos dianteiros mais envolventes, pacote de mídia do RXE de série.
Preço – R$ 16.925

RXT – painel em duas cores, bolsa inflável para o motorista (opcional), acabamento preto piano no console central, botões de controle da climatização cromados, acionamento elétrico dos vidros dianteiros, pacote MediaNav com navegador e infotenimento via tela tátil, computador de bordo, comando de travamento central de portas a distância, faróis de neblina e limpador de para-brisa intermitente com lavador.
Preço – R$ 18.706, com bolsa inflável R$ 19.230

O VW up!, por ser lançado na Índia no mês que vem, tem preço previsto de R$ 18.340.

Mesmo com o breve comunicado da Renault brasileira, algumas fontes informam que o lançamento será ainda este ano, no Salão do Automóvel, em novembro, com vendas começando no primeiro trimestre de 2017. Especula-se que o Kwid venha a “matar” o Clio, mas é pouco provável, os dois deverão conviver por algum tempo.

Aguardemos a novidade da Renault.

BS

(Atualizado em 17/05/16 com informação relevante da Renault sobre a segurança do Kwid nos acidentes)

Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

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  • Lorenzo, já falei várias vezes aqui no Zeitgeist, o espírito do tempo, a convergência das ideias. É inevitável um carro ficar parecido com outro.

  • Mr. Car

    Simpatizei com o Kwid, mas pela foto me parece que seria mais honesto (coisa que a VW não fez com o up! no Brasil), a homologação para quatro passageiros, como era no Ka Mk1, e é no Fiat 500. Acho também que a Renault precisa caprichar neste interior, uma vez que entrei no Mobi (Like On) e me pareceu melhor que o do Kwid. Espero no mínimo um quadro de instrumentos completo como o do Fiat, com conta-giros, marcador de temperatura, e computador de bordo. Se derem uma caprichada nos chamados itens de série, e não pesarem a mão no preço, creio que tenha boas chances de emplacar.

    • Mr. Car, o Kwid é homologado para cinco lugares na Índia.

    • João Guilherme Tuhu

      Mr Car, marcador de temperatura nem os BMW têm mais. E cá pra nós, entrar no Mobi, principalmente atrás, é missão para o Homem-Formiga.

  • Ilbirs

    http://data1.ibtimes.co.in/cache-img-0-450/en/full/606369/1462096800_datsun-redi-go-vs-renault-kwid.jpg

    Agora vou comentar sobre o outro produto sobre a CMF-A, no caso o recém-lançado Datsun Redi Go, pois esse estaria perfeito para ser vendido aqui sob a marca Nissan e com mudanças mínimas no exterior, pois este por si só já parece bem adequado a receber a marca principal pelo fato de já se assemelhar bem à atual identidade da marca de Yokohama:

    http://ic1.maxabout.us/autos/cars_india//N/2016/4/new-datsun-redi-go-india-p.jpg

    https://www.datsun-cdn.net/content/dam/Datsun/IN/campaign/redi-GO/webpage/720X670%281%29%20-%20YUKAN.jpg.ximg.l_12_m.smart.jpg

    Aqui há o fator importante de ser um subcompacto que é projeto de raiz da Nissan, marca essa que costuma sofrer quando o assunto é ter algo abaixo do March (vide Japão, onde adquire kei-jidoshas da Mitsubishi da qual agora tem 34%). O problema mesmo está no interior, que aqui para o Brasil precisaria de um belo tanto de mudanças. Olhem primeiro para o painel:

    http://www.carwaar.in/wp-content/uploads/2016/02/Datsun-redi-GO-dashboard-.jpg

    Caso a Nissan queira trazê-lo para cá, precisaria ser um painel com previsão para duplo DIN e que tivesse duas saídas centrais móveis em vez dessa bizarra combinação de uma saída móvel para o motorista e outra fixa que joga ar para trás. Quer dizer, até poderia pensar em uma saída fixa no centro, mas que estivesse conciliada a outras duas móveis, tal qual um Grand Siena. De cara já faria aquilo que a VW não fez com o up. Já que seria preciso fazer um painel inteiramente novo para o Brasil, que também se aplique o quadro de instrumentos que temos em um March ou um Versa, aqui obviamente aumentando o compartilhamento de peças com os modelos localmente produzidos:

    http://imguol.com/c/entretenimento/2014/05/16/nissan-march-16-sl-1400258590680_956x500.jpg

    Porém, há outras questões envolvendo o irmão mais novo do Kwid:

    http://www.carblogindia.com/wp-content/uploads/2016/04/2016-datsun-redi-go-interior-dashboard-steering.jpe

    Sim, tirem desse console o comando dos vidros e que os mesmos sejam montados na porta. E, claro, que também tenhamos vidros elétricos na traseira. Mas vamos adiante:

    http://www.carwaar.in/wp-content/uploads/2016/02/Datsun-redi-GO-rear-seat-interior.jpg

    http://cdn.vicky.in/cache/images/cars/datsun/redi-go/datsun-redi-go-interiors-seats-500×500.jpg

    https://images0.cardekho.com/images/carinteriorimages/910×378/Datsun/Datsun-RediGO/135.jpg

    Não preciso dizer que as latas precisam ser cobertas para ontem. Se quiserem ser legais, ponham nas partes inferiores segmentos com o mesmo tecido dos bancos, de maneira a dar uma boa impressão. Em relação a colunas B e C mais parte traseira da porta traseira na altura da janela não é nada que plásticos não resolvam. Os bancos dianteiros ficariam ótimos se fossem outros, talvez os de March e Versa, que não são tão bons assim como os do Kicks mas com certeza melhores do que esses encostos de cadeira de escritório das mais pebas.
    Outra coisa: tinta no cofre do motor para não ficar esta “coisa linda” que também vemos no Kwid indiano:

    http://i.ndtvimg.com/i/2016-05/datsun-redi-go_827x510_51463137636.jpg

    Sim, a Nissan acabaria sendo obrigada a pintar os cofres de March e Versa para não ficar feio para os modelos mais caros. Também a exemplo do Kwid ficaria ótimo que se trocasse esse banco traseiro com encostos fixos por outro com encostos móveis e que em ao menos uma versão tenhamos a opção de bipartido:

    http://www.carwaar.in/wp-content/uploads/2016/02/Datsun-redi-GO-rear-seat-interior.jpg

    http://www.carwaar.in/wp-content/uploads/2016/02/Datsun-redi-GO-boot-space.jpg

    De resto seria aplicar boa parte da engenharia já desenvolvida para o Kwid nacional, o que envolve essa história que suspeito de a suspensão ter sido baixada em 2 ou 3 cm, aqui também dentro da tal história de termos ângulos de ataque e saída intrinsecamente bons devido aos balanços dianteiro e traseiro curtíssimos.
    Para quem acha o Kwid pequeno em seus 3,68 m, que se surpreenda com os 3,43 m do Redi Go, mas saiba que ele tem o mesmo entre-eixos do Renault irmão tem a mesma altura, além de 2 mais estreito. Uma especificação brasileira poderia encompridá-lo ligeiramente, especialmente na traseira, aplicando-se um para-choque mais proeminente e que proteja mais a lataria, que parece tão exposta quanto a de um Palio em seu primeiro estilo ou um Fit de segunda geração:

    http://www.autox.in/wp-content/uploads/2016/04/Datsun-Redigo-Back-View.jpg

    Aqui não haveria problema, pois estaríamos dentro daquela história de adaptar algo que originalmente é Datsun à identidade atual da Nissan. Dependendo do formato mais proeminente de um para-choque traseiro, sequer perderíamos em ângulo de saída, característica essa que é muito boa no carrinho em questão:

    https://www.datsun-cdn.net/content/dam/Datsun/IN/campaign/redi-GO/webpage/ground-clearance.jpg.ximg.l_6_m.smart.jpg

    Enfim, como podem observar, é algo que cairia como uma luva para a gama brasileira da Nissan, que explicitamente é feita para concorrer nos segmentos mais aquecidos do mercado nacional. Como o segmento de subcompactos ainda está crescendo, seria uma boa ocasião fornecida por aquilo que temos diante de nós.

  • Uber

    Bob, também torço para que o Kwid brasileiro tenha repetidoras de seta como o indiano, mas temo que a Renault não terá piedade e cortará mesmo esse custo já que até os conceitos Racer e Climber que ela mostrou recentemente em salão da Índia não as tinham nem nos retrovisores!

  • Mr. Car, gente idiota completa.

  • Luis Carlos K., de fato, a internet é terreno fácil e rápido para difamar. Triste. Imagine se já houvesse internet em 1982, quando o Brasil foi eliminado da Copa pela Itália e na segunda-feira se falou que havia sido descoberto dopping no time italiano, e que o avião que trazia a Seleção para o Brasil havia dado meia-volta no Atlântico. Como os brazucas vibraram! Imagine se fosse hoje.

    • Luís Carlos K.

      Você acha que o Kwid virá tal como é na Índia, sem as tais alterações?

      • Luís Carlos K. acho, não, tenho certeza.

        • Christian Bernert

          Bob, saiu a classificação do Kwid na NCAP. A coisa ficou feia mesmo. A Renault vai ter que melhorar a estrutura deste carro.
          O resultado está aqui:
          http://www.globalncap.org/zero-stars-for-all-cars-in-latest-global-ncap-crash-tests/

          Aliás, tem outros carros do mercado indiano com o mesmo problema nestes últimos testes.
          Lembrando que a Renault ficou conhecida como vanguardista no Brasil no quesito segurança, ao oferecer vários modelos de entrada com bolsas infláveis de série quando não havia obrigatoriedade para este item. Estou certo de que a Renault irá trabalhar a fundo para melhorar o Kwid antes de ser lançado aqui.

  • Mr. Car, informei no texto que eram cinco lugares, não viu? Se é apertado é outra história. O Fox de exportação era quatro-lugares, aqui é cinco.

  • Guilherme, você nunca percebeu porque há 99% de chance que os carros que você tem dirigido contem com esse batente hidráulico, uma brasilidade causada por outra, as lombadas. O “desescalar”, momento em que a lombada é transposta com um pouco mais de velocidade e as rodas dianteiras “caem”(a suspensão distende-se toda), se não tiver o batente hidráulico escuta-se uma forte pancada. Saiba que o Fiat Tipo que era importado era montado na Itália com amortecedores brasileiros com batente hidráulico, justamente para não ocorrer esse ruído de amortecedor chegar ao fim de curso, bem desagradável.

  • Corsário, não acho. Novidade, bom de andar, marca conhecida.

  • Mr. Car

    Falou bonito: a Peugeot trazer o 108, he, he!

  • Milton Evaristo

    Dá para fazer. Mas vai ficar em outra faixa de preço, além de mais pesado. Vai virar um March.

  • Milton Evaristo

    Sempre o apelo da segurança, essa sempre faz a cabeça de quem a tem sem nada dentro.

  • Thales Sobral

    Rapaz, vou perguntar para um monte de gente aqui em Aracaju, porque estou vendo um bocado aqui!
    Mas, cá pra nós, muita gente já tem mais de um carro em casa, por que não ter um carro menor já que a maioria anda sozinho?

  • Lorenzo Frigerio
  • paulluis

    É preciso esperar os testes, o Etios por exemplo é mais leve que os concorrentes diretos e recebeu 4 estrelas.

  • Rafael Sumiya Tavares

    Guilherme, frequentemente passo em uma ponte em que junta de dilatação tem um enorme degrau fazendo o carro quase voar. Antes quando eu tinha um Mitsubishi Galant era desesperador o tranco que dava na suspensão ao distendê-la totalmente, hoje passo com um Nissan March e faz parecer que não há mais o degrau! Ao descer meio fio alto era a mesma situação, pois a suspensão tinha curso curtíssimo.

  • Ilbirs

    Sobre a questão das rodas de três furos, aqui a questão de que se fala é que elas diminuem o compartilhamento possível de peças com Logan e Sandero. Usando a mesma furação desses dois carros, daria para montar ainda mais peças desses dois carros, peças essas que estão para lá de consagradas e disponíveis.
    Quando o assunto é trocar as rodas originais por outras, vamos sempre lembrar que esse carro vai ter uma quantidade razoável de jovens adquirindo, público esse que obviamente curte umas rodas esportivas. Se formos ver o tipo de furação de rodas dos dois modelos mais vendidos da Renault brasileira, iremos ver que são de uma furação extremamente comum e com várias opções de modelos disponíveis no mercado, que é o 4X100. O carrinho tem um desenho que favorece umas rodas ousadas e, quando as pessoas se deparam com uma furação atípica, irão se decepcionar.

    • Mr. Car

      As razões da Renault para abrir mão de algo que já está na “prateleira”, eu não sei, mas se fosse comprar um carro motivado por ele ser barato, eu acharia um contrassenso de cara trocar rodas novinhas por outras (e pagando caro), só por questão estética, he, he!

      • Mr. Car, atualize-se por favor. Não é bem por questão estética, mas para ficar “lindão”… (rsrsrs)

        • Mr. Car

          Tem certas coisas que é melhor não atualizar, he, he!

  • Nilson, preços em reais pelo câmbio da rúpia indiana ontem. Sim, essa é a máxima, conforme informei.

  • ditom

    Mas definição de preços de qualquer produto é incumbência do marketing…

    • WSR

      Ou também por um cartel, rs.

  • ditom, se não estou enganado, a indústria usa como base altura máxima de 1,90 m.

  • Manoel Braz Dutra Junior

    Como fazem falta os batentes hidráulicos nos amortecedores do HB20. Por mais que se saiba que é uma característica e não um defeito, é incômodo ouvir essas pancadas de vez em quando. Espero que nos mais novos tenham resolvido isso.

  • Mr. Car

    Quando se está com dinheiro para pagar por ela, tem, he, he!

  • Brenno, primeiro trimestre de 2017.

  • Alexandre, e de redução do peso não suspenso. As porcas de roda do 911 são de liga leve.

  • invalid, carro leve é mérito, nunca demérito.

  • Ilbirs, a percepção da luz piscante no carro é muito maior do que num ponto fora dele. Visão periférica não tem nada a ver com isso. A moda de colocar a repetidora no espelho tem razões de ordem financeira apenas, pois como você disse dá menos trabalho (o tal de dá um trabalho danado…). Corrosão? Não procede. Tem Fiat Uno de 30 anos de idade com a repetidora no para-lama e nenhum sinal de ferrugem.

  • Ilbirs, economia de combustível???

  • Corsário, melhor comentário de maio até agora.

  • Caio, lembrou acertadamente, porque tudo indica ser exatamente essa a ideia. Viu bem os preços em reais?

    • Caio Azevedo

      Vi, Bob. Tenho essa mesma impressão.

  • João Guilherme Tuhu

    Botar no bolso em termos de vendas, prezado. Sei que você aprecia o up!, mas este escriba que vos tecla não engoliu aquela traseira de furgão do subcompacto alemão. E da lata de sardinha Mobi, ontem fui conhecer essa caixa de fósforos italiana…

  • João Guilherme Tuhu

    Corsario, carro é igual a mulher. Queremos sempre a perfeita. Econômica, com alto desempenho e agraciada por Afrodite…

  • Marco RA

    Fórmula 1 só tem um parafuso 😀

  • Ilbirs, ah, bom. Como estava escrito pensei que você se referia ao 1-L ser mais econômico do o que o 0,8-L.

  • João Guilherme Tuhu

    A reformulação anunciada da linha Fiat, acabando com vários modelos, ao meu ver corre o risco de afundar a marca no país. Estou achando que esse Mobi vai virar ‘sapato’.

    • Tuhu, não acha um pouco prematura sua sensação?

  • Tuhu, quer saber? Temos na terra brasilis a Maldição dos Motores. Maverick com motor de Aero-Willys, Escort com motor Renault, VWs atuais com motor EA111, esse caso do Mobi, Peugeot 206 1-L com motor Renault, sem contar Fusca de área envidraçada pequena, Fusca sem suspensão traseira por braço arrastado, e por aí vai.

  • Ricardo, nada de desculpas, não precisa. Mas esperemos para ver o novo Renault “ao vivo e em cores.”

  • Real Power, o entre-eixos do up! fabricado no Brasil não mudou. A alteração foi na carroceria, do eixo traseiro para trás visando apenas maior capacidade de porta-malas. O tanque fica antes do eixo traseiro. Se não fosse o álcool o Kwid poderia manter o tanque de 28 litros sem problema algum. Lembro que os Renault Dauphine/Gordini/1093 tinham tanque de 32 litros, era mais do que suficiente. Com os baixos consumos de combustível atuais, 28 litros num carro leve dão e sobram.

  • Mr. Car

    Seria, mas parece que não será, he, he! E não sou eu que vou ficar pegando no pé da Renault por uma coisa que não vai trazer insegurança nenhuma. Também não troco um pneu há mais de vinte anos, embora recentemente tenha estado em um carro que precisou trocar, e vivenciei a situação descrita. Era noite, para piorar. Tenso. Um parafuso a menos seria muito bem-vindo naquela situação.

    • Luiz AG

      Dificilmente com pneus sem camera haverá necessidade de trocar o pneu na estrada, só em caso de amassar a roda por causa de buracos.

      Geralmente se percebe que o pneu furou quando se para em um posto ou se chega em casa.

      Andei semanas com um prego enfiando no pneu de minha moto (sem camera).

  • EJ, de acordo. O Contran deveria ter tornado o obrigatório repetidoras a partir de uma determinada data quando publicou a Resolução nº 227, em 2007, mas deixou-a facultativa. O mesmo com as DRL de LED, que já estão regulamentadas pela Resolução nº 383, de 2011.

  • David, na Índia também haver o 1-litro. Aqui, com 99% de certeza será 1-litro, motor que já é produzido no Brasil e ainda por cima flex.

  • V12, mais baixo, no Brasil? Impossível.

    • Ilbirs

      Eu também tenho essa mesma impressão do @evertonponcianodasilva:disqus ao olhar os flagras da especificação nacional do carrinho. Se olharmos para o centro das rodas, veremos que ele fica mais perto da linha da soleira do que no indiano, que sabemos ter exagerados 18 cm de altura livre do solo (1 a mais que um HR-V, por exemplo). Se olharmos o carro de perfil, daria para ter um rebaixamento de altura sem comprometer tanto assim seu uso no Brasil:

      http://carplace.uol.com.br/wp-content/uploads/2015/09/renault-kwid-9.jpg

      Tanto o balanço dianteiro quanto o traseiro são curtíssimos e os para-choques não são assim tão projetados para baixo, significando aí que mesmo com uma altura livre do solo de 15 a 16 cm não haveria assim tanta perda de ângulos de ataque e saída. Que vejamos por exemplo o up! nacional, que tem situação semelhante à do Kwid nesse sentido:

      http://s2.glbimg.com/Ch5DDc-GNwk6bTT5fz77zRGqqrE=/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2014/01/24/brasileiro.jpg

      Como sabemos, o up! nacional tem 16 cm de altura livre do solo, altura essa que inclusive foi considerada exagerada em comparação aos 14 cm do europeu nesse quesito. A exemplo do Kwid, também temos balanços dianteiro e traseiro curtos e, portanto, ângulos de ataque e saída melhores que os de outro carro qualquer que também diste 16 cm do solo mas tenha uns belos tantos a mais de lata em suas extremidades. Pelo que sei, o up! não é de raspar no chão ou bater a frente ou a traseira em valetas. Além da altura livre do solo aumentada, o up! brasileiro é desprovido de um defletor embaixo do para-choque dianteiro que existe no up! europeu, o que significaria mais ângulo de ataque que o modelo do outro lado do Atlântico mesmo se a VWB tivesse mantido os 14 cm de altura livre de lá.
      Por lógica, vou crer que um Kwid nacional, se rebaixado em altura em relação ao indiano, também vá continuar bem imune a valetas e lombadas justamente pelo fato de os balanços curtos permitirem bons ângulos de ataque e saída para uma determinada altura livre do solo. Também teríamos vantagem em comportamento dinâmico, graças a um centro de gravidade mais baixo, e aerodinâmica, pois menos ar passaria por baixo do veículo. Os 18 cm do indiano poderiam perfeitamente ficar para uma versão Stepway brasileira e ninguém acharia ruim.

  • Roberto, a medida dos pneus do Kwid é 155/80R13. Foi informado no texto. Mesma medida do primeiro Gol.

    • Roberto Alvarenga

      Não tinha visto com atenção… bom, acho que caberiam os pneus do Clio 175/70R13, com as mesmas rodas de ferro com 4 parafusos. O cubo poderia ser compartilhado também. Mas não que isso vá mudar o preço do dólar, acho que o Kwid tem tudo para nadar de braçada por aqui.

  • Diogo, é só manter um parafuso no porta-luvas que esse problema não existirá.

  • EJ, motorização tudo bem, mas falar em qualidade construtiva e segurança é entrar no terreno fértil da imaginação e especulação.

  • Mr. Car, pelo contrário, achei-o simpático.

    • Mr. Car

      No geral, até acabei achando, menos a traseira, e em especial aquele logo enorme, he, he!

  • agent008

    Mas como é difícil e improvável hoje em dia, perder um parafuso! Eu mesmo nunca passei por isso em 14 anos de volante.

  • David, não duvido nada. Mas pode ser que isso mude, o marco divisor se chama Etios.

  • EJ, lá vem o marketing das estrelinhas…

  • Invalid e demais leitores, tudo bem que se levante a questão do peso do Kwid, mas de uma coisa tenho certeza: a Renault não produziria uma ratoeira.

  • Claiton Lopes

    Gostei das dimensões deste carro e também do design de maneira geral, embora ao meu ver este último não deve ser um fator preponderante na aquisição de um carro subcompacto e de baixo custo. Caro Bob vi que ele utilizará pneus 155/80R13, que é uma medida bem comum nos carros dos anos 80/90.É verdadeira dizer que com esta configuração de pneu, ele tende a ser mais macio ao rodar ? Na sua opinião por que algumas fabricantes, com o passar do tempo foram aumentando as medidas dos pneus? Obrigado!

    • Claiton, as fabricantes aumentam as medidas dos pneus (maior largura) exclusivamente para atender aos anseios do consumidor. Os brasileiros não gostam de “canela fina”.

  • EJ, você e outros leitores que já comentaram estão embarcando bonitinho na onda do NCAP, lamentavelmente. De novo, a Renault jamais faria uma ratoeira. Todo mundo acha que com um monte de estrelinhas está com a vida garantida num acidente. Não há nada mais ridículo. Sinal dos tempos mesmo!

  • Antonio, a Fiat quer vender uma receita de carro diferente. Não vejo o menor problema nisso e, ademais, ninguém é obrigado a comprar nada. É muita perseguição, não acha?

  • jr, e tome de pavor, que ridícula essa babação pelas estrelinhas. Pergunto a você e outros leitores que estão nessa linha: vocês dirigiriam um Romi-Isetta? Ou ficariam “com medo de morrer”?

    • Claiton Lopes

      Respeitar os limites de velocidade, não dirigir embriagado, não utilizar smartphones enquanto dirige e zelar pela manutenção do carro é mais eficaz que muita estrelinha.

    • Renato Texeira

      A leitura de um texto extenso publicado aqui no AE sobre o tema, mudou a minha visão sobre o assunto. Infelizmente a maioria das pessoas só querem saber de resultados finais sem levar em conta os detalhes, o que inclui a faixa e as condições de validade dos testes.

      • CorsarioViajante

        Os detalhes estão lá, num parecer técnico, é só ler. Eu mesmo levo menos em conta as estrelas que o resumo.

        • Eddie

          Corsario,
          entendo que as estrelas são apenas uma notação para ranqueamento e comparação entre modelos, qualquer pessoa pode escolher um carro baseado nas estrelas, só vai errar se quiser. Está tudo bem explicado na página do LNCAP, aqueles caras fazem um trabalho fantástico, de utilidade publica, apoiado e financiado por entidades de peso como a FIA.

    • David Diniz

      Bob, o problema não é a estrelinha, o problema é que o carro foi pior que o Celta e o Uno Mille… ou Igual, nem lembro.

      • David, faço a você a pergunta que já fiz a outros: você dirigiria um Romi-Isetta por aí ou não?

        • David Diniz

          Sobre a Romi Isetta não, eu não dirigi e nem quero obrigado.

    • Marco RA

      Quem teria mais estrelinhas: Romi-Isetta ou Gurgel Motomachine?

    • jr

      Bob, não é uma questão de babação por estrelinhas, mas de informação. O único que pode não ter interesse neste tipo de informação é o fabricante.
      Se um compacto de um fabricante tem melhor ou pior desempenho nesta avaliação para mim é um elemento de decisão sim.
      O NCAP não é um orgão certificador, é algo parecido com o PROTESTE, um avaliador de qualidade de um produto. Se um produto tem baixo desempenho no PROTESTE eu não compro.

      • jr, o marketing da segurança está aí para isso mesmo. Freguês é que não falta.

  • Claiton, além do que você afirma e sente, quando mais largo o pneu, mais tendência à aquaplanagem.

    • Alex BH

      Bob, ratificando seu comentário, pego 380km da BR-381 duas vezes toda semana, e é incrível a quantidade de carros e caminhonetes acidentados no período chuvoso, justamente pelo pessoal acreditar que por ter pneus largos o carro fica mais seguro (no seco sim). A drenagem nesta rodovia é falha em muitos trechos, principalmente na junção das duas faixas de rolamento, criando um corrimento d`água constante no sentido longitudinal e que passa imperceptível para a maioria dos motoristas, mas que quando você passar por por eles sente-se claramente a perda de atrito.

  • David, referência de quê?

  • David, como pode você e outros considerarem a Kombi um carro inseguro? Acordem!

  • gpalms, tudo isso é puro marketing. As pessoas são levadas a engano achando que sairão ilesas dos acidentes. Não existe um acidente igual ao outro, do modo que a simulação dos NCAP é insuficiente. Eles (NCAP) foram espertos em criar e comercializar esses testes, verdadeira mina de ouro.

    • CorsarioViajante

      Por este raciocínio não precisa usar cinto de segurança.

    • Alex BH

      Concordo plenamente com você Bob. Esses testes são simplesmente a descida do carro por uma rampa, atingindo um obstáculo reto a 60km/h. Na situação real a coisa é beeeem diferente, temos N fatores que mudam tudo isso. Aí a divulgação dessas baboseiras de estrelinhas fazem o condutor de um Up, por exemplo, ter a falsa sensação de estar “seguro”. Só que não.

    • Uber

      Chega a parecer que a humanidade corria risco de extinção até surgir esses testes da NCAP.

  • Real. todo mundo é livre para escolher, mas deixar de comprar um carro em função de poucas estrelinhas é o famoso excesso de zelo.

  • CorsarioViajante

    E a resposta da Renault para mim é bem evasiva, do tipo “obedecemos à legislação colocando ABS e Airbag”. Não falou se o nosso receberá algum tipo de reforço. Acredito que não.

  • CorsarioViajante

    Perfeito comentário.

  • Ilbirs

    Pelo que fala a matéria do site da Quatro Rodas, o Kwid nacional vai ter reforços e será mais de 130 kg mais pesado que o indiano, ficando na casa de 802 kg.
    Se assim for, vamos considerar as seguintes possibilidades para tal aumento de peso:

    1) Carroceria feita com aço que presta em vez do aço de alto teor de papel feito no indiano;

    2) Mais pontos de solda;

    3) Airbag duplo;

    4) Freio ABS e, quem sabe, freios com maior capacidade que os do indiano;

    5) Talvez algum aumento de peso devido a um tanque de combustível maior;

    6) Talvez alguma das alterações que sugeri aqui.

    • Ilbirs

      Conforme informado pelo Carplace, o Kwid brasileiro será um carrão perto do indiano:

      1) O modelo aqui fabricado será 20% mais pesado que o indiano (ficando com peso na casa de 800 kg, ainda assim bem leve), pois terá reforços no monobloco e usará aços de melhor qualidade em vez dos aços com alto teor de papel do indiano;

      2) Segundo a Renault, os bancos do modelo daqui serão 9 kg mais pesados que os do indiano (ficaremos com a dúvida sobre se serão os mesmos bancos de Logan e Sandero, pois aí também teríamos ganho em conforto);

      3) Todos os Kwids, mesmo o mais peba, terão airbags laterais de série. Pegou mal o tanto que o boneco sacoleja dentro do carro como podemos ver pelas imagens do teste de colisão;

      4) Pelo que se fala, a Renault brasileira está confiante em um bom desempenho da especificação brasileira em testes de colisão, ainda mais que concorrerá com o up! (primeiro nacional com cinco estrelas no Latin NCAP) e Mobi (que diz a Fiat ter feito de tudo para que se saia em uma colisão tão bem quanto o up!). De minha parte, digo que se ficar com o habitáculo intacto em uma colisão (como vemos no Etios tanto de especificação brasileira quanto indiana) já é uma bela mostra do que se conseguiu fazer e aqui também pesa o tal lance de o brasileiro ser mais exigente que o indiano e também ter mais tradição de indústria automobilística.

      • Ilbirs, se a informação procede (embora minha fonte não tenha dito nada disso), é um tapa com luva de pelica nos detratores contumazes da internet. Precisa ver quantidade de comentários do tipo que barrei.

      • Ilbirs

        Eis que a Renault confirmou em sua página oficial no Facebook, anteontem, que o Kwid brasileiro terá quatro airbags (dois frontais segundo a obrigatoriedade legal, mas dois laterais provavelmente por terem notado o quanto que os bonecos de teste dançam dentro do carro quando em teste de colisão, além de ganhar segurança em impactos laterais):

        https://www.facebook.com/RenaultBrasil/posts/10201763955695902

  • Eddie, perfeito, antes do festival de estrelas você morreria num acidente, agora não morre mais. Genial.

  • Eddie, é, o Kwid vai ser uma ratoeira indiana…. Meus Deus, santa ignorância!

    • Eddie

      Espere aí, você, Bob, é a favor o contra os crash tests? Se você apoia o Renault Kwid, crash test não serve para nada, devo estar burro, talvez com Zika Virus consumindo meus neurônios, pois não entendi nada que você escreveu. Rss

      • Eddie, então vou tentar fazê-lo entender, a menos que o Zika Virus atrapalhe. Todo mundo é livre para fazer os crash tests que quiserem, dar notas (as estrelinhas) e fazer disso, da “segurança”, uma ferramenta de marketing (que a dona Volvo criou). Marketing é um atividade perfeitamente legal, nada contra, cada um procura vender o seu peixe da melhor maneira possível O que você não entendeu (por acreditar nas estrelinhas) é que é uma infantilidade escolher um carro multiestelar em detrimento de outro baseado nessas avaliações e achar que assim fazendo está livre de se ferir gravemente ou falecer num acidente, pois há um vasto elenco de variáveis num acidente que não podem ser reproduzidas num laboratório, uma delas a velocidade. Colidir a 56 km/h é um coisa, a 70 km/h é outro resultado, muda tudo. Apoio, sim, o Renault Kwid, como apoio todo e qualquer automóvel. Que não fique nenhuma dúvida disso. Basta você refletir no nome deste site.

        • Eddie

          Pois é, Bob, hoje na minha garagem tem um Golf TSI e um white up! Ambos Five Stars, o Golf é top safety como você sabe, não abro um milímetro por isso e não economizo. Na minha garagem só entra carro 5 estrelas LNCAP e PONTO.

          • Eddie, não o condeno por isso, afinal somos livres para escolher. Só não concordo em alguém condenar um Two Stars e achar vai morrer na primeira batidinha. É contra esse exagero que sou contra. Ou denegrir a imagem de um carro ou de seu fabricante por “ter ido mal” no crash test. Se você tivesse nascido nos anos 1940, com eu, como é que você ia fazer para dirigir?

  • Eddie, não dá para o ADAC viver só de mensalidade de sócio. Algo teve de ser criado para faturar. E, está bem, as “milhares de vidas” foram salvas só por causa das estrelinhas. As melhorias de segurança ativa dos carros não contam Legal.

  • Eddie, isso , você acredita mais num boneco antropométrico que no seu corpo. Vá acreditando.

    • Eddie

      Engenharia, Física, Medicina, materiais, sensores, eletrônica, Ciência Bob!
      Nisso eu também acredito.

      • Eddie, também acredito, mas fora a Física, não são perfeitos, à prova de falhas ou enganos.

  • Eddie, isso aí, você não pode mesmo ser um “irresponsável” por colocar sua família num 4-estrelas. O marketing das estrelinhas pegou-o mesmo de jeito: 4-estrelas, exponho minha família; 5-estrelas. não exponho minha família. Formidável!

  • Antônio do Sul, você possível que a Fiat não conheça amplamente todos esses aspectos?

    • Antônio do Sul

      Deveria conhecer, mas o pessoal do marketing às vezes erra. Quase todas as fábricas já tiveram algum produto malsucedido em vendas. A Fiat é das que menos erram, mas já errou também: Línea, Marea, Prêmio, Brava, Bravo, etc. No caso específico do Mobi, desconfio que a Fiat vai cometer o erro que a Ford cometeu ao lançar o primeiro Ka, que era um ótimo produto, do qual sou fã, mas não atendia a maioria dos compradores de carros populares.

  • Eddie, o ADAC ou Global NCAP fez teste de impacto pela traseira que deslocasse o carro atingido e o fizesse capotar? Só se for em contos da carochinha…

    • Emerson Souza

      Sinto muito, Bob, mas o objetivo dos crash test, não é reproduzir todos os possíveis eventos relacionados a acidentes automobilísticos (nem em contos da carochinha), mas comparar o resultado, em testes padronizados, de diferentes veículos disponíveis no mercado.

      • Emerson, sinto muito também, mas você se achar protegido porque seu carro é estelar em alguns testes de impacto padronizados, sem que cubram todas as possibilidades, é enganar a si próprio. É o famoso “me engana que eu gosto”.

        • Emerson Souza

          Bob, não me sinto enganado por escolher um carro que se saiu melhor no crash test. Optei apenas por um fabricante que introduziu melhorias no seu produto, no quesito segurança, e fez um teste para demostrar o resultado. A comparação com os testes de outros fabricantes é natural. Abraços.

  • Ilbirs

    Se for o 1,0 em especificação como a do March, isso significaria uma relação peso-potência na casa de 10 kg/cv, algo que é seguro antiletargia em qualquer carro, uma vez que relação digna de algum carro um degrau acima com motores de 1,4 a 1,6 l. E isso pode acontecer mesmo se a especificação for a tal brasileira usando aços de melhor qualidade, airbag duplo (ou mesmo laterais, como diz o Carplace), ABS e construção geral mais caprichada, o que faria o carro pesar uns 800 kg.

  • Eddie, então o que você tem a fazer é 1) jogar a toalha e 2) lamentar pelos meus leitores e seguidores. E seja feliz e sinta-se confortável por nunca vir se ferir ou perder vida no seu carro-constelação.

  • Eddie, o que a Fiat está esperando? Que você esqueça essa bobagem de “marketing das estrelinhas” e pense em coisa mais séria e bem mais útil, como aprender a dirigir defensivamente.

    • Eddie

      Ola Bob, não sei o que dizer…sinceramente. Estudo e debato sobre o assunto há duas décadas, lembro bem quando passava horas em ferros-velhos observando as sucatas acidentadas, todos os detalhes. Lembro de ter comparado na época uma sucata de Uno com uma de Palio Weekend (vermelha praticamente 0km) mesmo ângulo de impacto e posição e pensei comigo – Epa, apesar de ser a mesma plataforma, aqui tem evolução! Não é perda de tempo não e tampouco marketing, é Engenharia de Ponta. Na sua próxima visita ao Salão de Frankfurt como convidado de uma grande Montadora faça uma visita ao Laboratório ADAC (eu não terei esta oportunidade), tenho certeza que meus amigos do LNCAP vão lhe receber muito bem e vc voltará pro Brasil com outra visão e da importância dos crash tests e suas “estrelinhas”. Um grande abraço e encerro esta excelente discussão sobre este vibrante e sensível assunto, porque envolve milhares de vidas humanas e algumas centenas de milhões de dólares em pesquisa, projeto, tecnologia de montagem e materiais e, nem todas as Montadoras como a VWB e Honda principalmente, estão dispostas a investir na segurança de seus clientes. Tenho que lhe agradecer a oportunidade por me permitir abrir discussão com vc e seus leitores. Abraços, Eddie.

      • Eddie, assisti a não sei quantos testes de impacto no laboratório da GMB quando eu era gerente lá na década 1990, de modo que não preciso mesmo conhecer o do ADAC ou qualquer outro. Permita-me externar minha surpresa por você citar o caso do BMW contra up! com estando a salvo de morrer no VW: vem-me logo o ditado “De ilusão também se vive”. Para encerrar, e já que seu objetivo declarado é prosseguir com a campanha pela segurança automobilística, sugiro que você se dedique a algo muito mais proveitoso e salvará incomparavelmente mais vidas do que os carros-constelação: o aprimoramento das técnicas de condução dos brasileiros, a começar pela conscientização de que não se pode ter a visibilidade prejudicada pelos sacos de lixo só para o carro ficar “lindão”. E igualmente para mim foi bom também discutir esse assunto. Um abraço.

  • Ilbirs

    Segundo o que os sites de Quatro Rodas e Carplace falam, o Kwid daqui vai ser 20% mais pesado que o indiano devido a aços de melhor qualidade, qualidade geral de construção superior e mais itens de conforto. Com isso, o carrinho iria ficar com algo na casa de 800 kg, que segue sendo uma marca baixíssima e capaz de gerar 10 kg/cv de peso-potência para um motor 1.0 aspirado, dependendo do quanto de potência a Renault conseguir desse tricilíndrico que me parece ser uma variante daquele usado em March e Versa.

  • Rafael Guerra

    Vale lembrar que uma motorista de um Sandero caiu do vão central da ponte Rio-Niterói e sobreviveu.

  • Enildo

    Bob, você está certo que a segurança ativa é o uma estratégia marketing das montadoras.O marketing a ciência administrativa que pesquisa o que um determinado nicho de mercado deseja. E a equipe de marketing da Renaut sabe muito bem que nos mercados emergentes, como o brasileiro por exemplo, o consumidor de uma forma geral, que possuem baixa renda não dá muita importância quanto a segurança ativa de seus veículos e sim aos mimos de conforto e principalmente o preço
    final. Já em países mais desenvolvidos economicamente e que devido ao grau de instrução mais elevado da sua população, o seu consumidor dá muito valor a segurança ativa dos veículos no
    momento da compra. E com certeza, a Renaut não lançaria o Kwid nesses países, a não ser que, sofresse uma adequação estrutural. De uma forma geral, o consumidor que possui um pouco mais de
    conhecimento, sabe que a segurança ativa aumenta e muito a probabilidade de redução de ferimentos em um acidente automobilístico. Friso bem a palavra probabilidade. Um ótimo exemplo é a Fórmula 1, que com os reforços estruturais deixou de ser uma carnificina como acontecia há 40 anos atrás nas corridas. Mas nada impede que numa situação não prevista nos testes de impacto possa ocorrer um ferimento grave no piloto, uma vez que há muitas variáveis que influenciam nos acidentes. Mas numa forma geral a probabilidade de ferimentos graves na fórmula 1 diminuiu e muito. A mesma lógica vale para as estrelinhas dos testes da NCAP dos veículos testados. Eu por exemplo, que possuo formação em engenharia, sei muito bem que estas estrelinhas interferem e muito na probabilidade de eu e minha família se safarem ou não de um acidente sem muitas gravidades. Agora nada adianta eu pegar a moda do momento, um SUV 5 estrelas no teste NCAP de quase 2 toneladas de peso e andar a altíssima velocidade pensando não vai acontecer nada comigo em uma colisão. Afinal os testes são realizados a 64 km/h. Abraço Bob e parabéns por esse espaço democrático do automobilismo

    • Eddie

      Enildo, tem que fazer marketing encima das estrelinhas sim, A VWB colou 5 estrelinhas no canto do para-brisas e no centro do vidro traseiro do Up. Os caras da Engenharia da VW são bons. porque fizeram um produto muito seguro e tem que fazer propaganda sim, assim como a Honda, a FIAT com o Renegade, e outros felizmente, pra nossa segurança. Sds

  • Luiz AG

    Só lembrando que (teoricamente) que 3 parafusos devem aguentar o esforço de 4 ou 5. Sendo assim, devem ser maiores, mais robustos e ter um aperto final maior.

  • Felipe Dreher Cordova

    Essas rodas de 3 parafusos são um perigo, já vi acidentes por causa desse tipo de furação, pois basta um parafuso escapar que esta feito o estrago, tomara que a Renault utilize a mecânica do March, pois seria um excelente meio de economizar na produção em geral.

    • Felipe, exagero. Escapar, só se deixar os parafusos soltos, e com quatro parafusos o perigo é o mesmo.

      • Felipe Dreher Cordova

        Nossa, nunca imaginei que o senhor responderia a minha postagem, gostei muito da avaliação do Etios 1.3 automático, pois já andei de carona em um modelo 2013 manual e gostei muito do carro.

        Queria saber se vai sair a avaliação do 208 1.2 pure tech, para saber se é verdade o que montadora divulga sobre a Economia e desempenho.

  • Luiz, símbolo de status e ascensão social faz estragos. Até mesmo “comprar” a faixa da esquerda nas rodovias.

  • Enildo, quem se preocupa com segurança, e não condeno isso, não deveria jamais entrar em um ônibus, trem de superfície e subterrâneo, avião de asa fixa ou rotativa, transporte marítimo, nem andar de bicicleta e motocicleta, tampouco trafegar em rodovia de mão dupla ou usar elevador em edifícios com mais de 15 anos de idade. Que faz questão de carro-constelação se imagina colidindo contra alguma coisa a cada quarteirão. Nada a ver, desculpe.

  • Eddie, além de defensor, você agora é pregador do marketing das estrelinhas! Notável! Você deve achar que todo mundo vai viver batendo por aí! Que visão distorcida. Agora, pregar que todo mundo deve exercitar a direção defensiva, nada. Aliás, para quê, não é mesmo? Deixa bater que as estrelinhas garantem.

    • Eddie

      Boa tarde Bob, Tempos Modernos! Abraço.

      • Eddia, não são os tempos modernos, são as pessoas com pensamento distorcido.