Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas HONDA FIT EXL – 2ª SEMANA – Autoentusiastas
Roberto Agresti recomenda:

A prometida semana urbana com o Honda Fit EXL foi cumprida. Quase 400 quilômetros de muito para e pouco anda na cidade de São Paulo e, como devo sempre lembrar, em uma região onde — exagerando — um cabrito-montês se sentiria em casa. Explico: a garagem onde o Fit “dorme” fica a 805 metros acima do nível do mar, um dos pontos mais altos na topografia da capital paulista, enquanto as famosas “marginais”, seja do rio Pinheiros ou do rio Tietê, estão a pelo menos 70/80 metros abaixo desta marca. Só este desnível, se percorrido diariamente como faço, já causaria um estrago no consumo de qualquer veículo que nem mesmo o mais perdulário dos motoristas dirigindo na plana Brasília conseguiria imitar. Somar ao sobe e desce das pirambeiras paulistanas uma quantidade impressionante de semáforos, valetas, lombadas físicas ou eletrônicas e um cardume de veículos capaz de gerar congestionamentos até durante as madrugadas resulta em… mau consumo, claro!

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Alguém precisa dizer à Honda que não existe mais gasolina com chumbo (chumbo tetraetila)

Este preâmbulo serve para avisar que, dentro desta condições, o Fit EXL se mostrou um veículo econômico, registrando como pior média 8,8 km/l e, como melhor, 9,9 km/l. Tais marcas trouxeram à tona a verdade sobre uma desconfiança sobre o teor do líquido que havia no tanque do Fit no momento da entrega, início do teste. Disseram que o tanque estava cheio de gasolina mas, como sabemos, nem a “gasolina pura” é pura, tendo qualquer coisa entre 25 e 27% de álcool. Como o registro dos primeiros 250 km rodados com o Fit resultou em 7 km/l, tenho certeza que havia bem mais álcool naquele tanque, e que o consumo mais exato deste carro em condições de trânsito ruim (e nesta parte de São Paulo montanhosa) está mais para os 9 ou 10 km/l do que os assustadores 7 km/l que publiquei na semana passada.

Discurso combustível feito, ao resto: na estrada, como o relato da semana passada afirma, o Fit “manda bem”. Contudo é na cidade que ele revela suas melhores cartas. Compacto, com ótima visibilidade, direção rápida, comandos macios, uma transmissão muito bem casada com o motor que responde sem vacilo ao acelerador, é difícil imaginar um rival ao seu nível. Ainda mais somando a isso a ergonomia bem estudada e facilidades como, por exemplo, a câmera que mostra na tela de 5 polegadas do sistema multimídia o que há atrás do Fit assim que se engata a marcha à ré.

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Seletor do câmbio CVT, fácil de usar

Falando em marcha, em câmbio, vale comentar algo mais sobre o tão comentado CVT, sigla para Continuously Variable Transmission. Linhas atrás afirmei sobre a transmissão estar “bem casada” com o motor. Como se percebe isso? Não se percebe, se verifica: em nenhum momento destes mais de mil quilômetros com o Fit tive a impressão de que se o câmbio fosse manual eu poderia fazer melhor. “Ah, mas um CVT é assim mesmo, contínuo, e portanto nunca estará na marcha errada!”,  diria ou dirá um de vocês, leitores. Não é bem assim.

O Fit antigo, de 1ª geração, também tinha um câmbio CVT mas ele às vezes me irritava, muito “chicletão”, eláááááááááááááááástico demais. Já o Fit seguinte, com um câmbio automático “quase” convencional — o leitor do AE sabe que o câmbio Hondamatic não é epicíclico —, cumpria a sina de todo carro sem grande potência com uma caixa de poucas relações (cinco, no caso) e com lógica antiga à disposição: chegará uma hora, subindo uma serra animado, por exemplo, que ele vai passar marcha quando o certo seria retê-la, ou o oposto descendo a serra. Recorrer à posição D3 ou a 2 ou até mesmo a 1, posições que limitavam a caixa a essas marchas, era o recurso no Fit passado.

Neste Fit de 30 Dias a volta do CVT merece aplauso por resultar em maior economia de combustível (segundo a Honda, inclusive com vantagem em relação à caixa manual) se comparado à caixa automática anteriormente usada, assim como é um câmbio CVT nada “chicletão”. O motor parece sempre estar na faixa ideal quando o pé se estabiliza no acelerador. E quando chamado às ordens, ao acelerar fundo, há uma efetiva progressão com uma sensação de embreagem patinando mínima. O mérito é da aplicação do conversor de torque como elemento de ligação entre motor e transmissão em substituição à embreagem automática do Fit com CVT de primeira geração.

Na cidade, coloque em D e esqueça, literalmente. As opções S ou L servem para, basicamente, oferecer respostas ao acelerador mais dinâmicas (S) ou produzir um efeito de redução maior (L). Como câmbios CVT não têm engrenagens, mas duas polias em “V” com uma corrente especial que leva movimento da polia motora (do motor) para a polia movida (diferencial e daí para rodas motrizes), com os dois “V” variando contínua e inversamente sua abertura e desse modo alterando a relação de transmissão, essas duas posições, a S e a L, promovem posições pré-determinadas da abertura dos “V”.

Como o leitor pode ver na ficha técnica, a relação de transmissão varia de 2,526:1 a 0,408:1, tudo o que as posições pré-determinadas fazem é limitar esse campo de variação de relação na ponta longa (0,408:1), ou seja, deixar “as marchas” mais curtas. Além disso há agora o conversor de torque, um acoplamento exclusivamente hidráulico, portanto ao contrário da embreagem automática não tem desgaste e nem manutenção, além de ter a propriedade de multiplicar torque (daí “conversor”), aliviando o trabalho das polias do CVT. A combinação conversor de torque-CVT trouxe a esses câmbios um comportamento mais próximo ao dos automáticos convencionais.

A diferença se sente mais quando se tira o pé do acelerador do que acelerando fundo. Para sentir melhor o que oferecem estas opções em termos práticos, a tradicional viagem ao litoral norte paulista será esclarecedora.

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Pneus de perfil 55 não são a melhor solução quando se busca conforto

No que diz respeito a suspensões, a firmeza do ajuste escolhido é patente, mas desconfortável é uma etiqueta que não cabe. A reação ao passar por irregularidades é sentida na cabine de forma nítida, e em ruas com pavimentação tipo bloquete ou paralelepípedo, quase que dá — exagerando — para descobrir se as ranhuras entre os elementos estão na diagonal ou transversal, tamanha a “sensibilidade”. Mas a culpa disso no meu modo de entender não é tanto do ajuste de suspensões, mas da escolha de medida dos pneus. Esses 185/55R16 não me descem! Com pressão de enchimento acima das 30 lb/pol² (33 nos dianteiros, 30 nos traseiros) os pneus leem demais as irregularidades. O efeito “braille” seria bem menor se a opção fosse por pneus de perfil 60 no velho e bom aro 15, como os de série nas versões mais simples do Fit, as DX e LX. Mas a moda manda o rodão, enaltece os perfis baixos mesmo quando o desempenho — e é bem o caso desse Fit — não justificaria tal opção.

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Neste meu convívio de horas a baixa velocidade rodando na cidade houve tempo de sobra para reparar na cabine. Uma das coisas que chamaram a atenção é o painel de instrumentos com luzes que variam de acordo com a rotação e pressão do acelerador. É uma edição simplificada do sistema ECON presente nos Civic, só que sem a tecla e a modificação do dos parâmetros da ECU. Economizando, as laterais do velocímetro ficam verdes, pisando mais, estilo gastador, azuis. Simples e fácil assim. Um aparelhinho cromático que pode ensinar a alguns algo que para a maioria é óbvio: quanto mais se pisa no acelerador, mas se gasta combustível. Quanto à legibilidade, o padrão é correto, tanto de grafismo quanto na iluminação.

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Deixar de ter o segundo porta-luvas é uma falha

Um capricho nos porta-objetos variados seria útil. São vários no console, mas ao menos um deles com tampa cairia bem. O sumiço do segundo porta-luvas, o que ficava mais alto no Fit anterior, é um pecado que não tem explicação, pois o espaço para ele está lá, falta apenas a portinhola. Iluminação nos comandos das portas é desejável, idem uma luz mais forte ou difusa (ou ambos) para ver o que há no console central à noite.

Ajustes de banco são acessíveis e de fácil operação assim como a pedaleira está bem posicionada e há o bom apoio para o pé esquerdo. É particularmente agradável o tato oferecido pelo pedal de freio e, apesar da ausência do disco nas rodas traseiras, a “mordida” me pareceu ao nível do Fit anterior. Aliás, aparentemente melhor o que demandará achar um Fit dos velhos para ter a contraprova (eu sei onde tem um pertinho, pertinho…).

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Palhetas do limpador de para-brisa não estão à altura do Fit; modelo traz a sempre bem-vinda faixa degradê

Uma última e não muito boa impressão vem dos limpadores de para-brisa. Na viagem realizada na semana passada um barulho vindo da parte superior do painel me incomodava. Não descobri exatamente de onde vinha, e julguei ser do acabamento de plástico que fica entre o capô e a base do para-brisa. Porém, ajudado por vocês, leitores, ou melhor, pelos que comentaram a primeira semana do Fit aqui no AE, desvendei o mistério: a culpa é das palhetas. Rodando em cidade fica fácil ver como a haste do limpador principal se move ao passar em ruas esburacadas. Todavia o barulho é encoberto pelo ruído de rodagem. Já na estrada, em alta velocidade, a palheta vibra pela pressão aerodinâmica. Se fossem palhetas do tipo mais moderno, “flat-blade”,  que equipavam o Fit anterior, talvez esse ruído não existisse. Suposição: será que os braços de limpador de para-brisa do Fit foram projetados para este tipo de palheta mais moderno, não metálica? Talvez… O leitor Ilbirs postou fotos em seu comentário sobre tal tema no relatório da primeira semana do Fit que o AE publicou e ali descobrimos que na Índia e no Brasil o Fit tem palhetas “old fashion”, nos Fit vendidos na Europa (Jazz) e EUA, palhetas flat-blade.

Seja como for, uma coisa é certa: nosso teste de 30 dias chegou à metade e o Fit agora vai encarar a viagem-teste padrão de nosso 30 dias, os quase 500 quilômetros do vai-e-volta a Ubatuba, no litoral norte de São Paulo. Estradas variadas, carro carregado, o mesmo trajeto percorrido há décadas desde os tempos do Fuscão 1500 por este que vos escreve. Semana que vem, o relato.

RA

HONDA FIT EXL

Dias: 14
Quilometragem total: 1.092,5 km
Distância na cidade: 444,5 km (40,7%)
Distância na estrada: 648,0 km (59,3%)
Consumo médio: 9,4 km/l (gasolina)
Melhor média: 11,8 km/l (gasolina)
Pior média: 7,0 km/l (gasolina)

Leia a 1ª semana

 

FICHA TÉCNICA HONDA FIT EXL 2016
MOTOR
N° e disposição dos cilindros Quatro, em linha, transversal, flex
Cilindrada 1.497 cm³
Diâmetro e curso 73 x 89,4 mm
Potência 115 cv (G), 116 cv (A), sempre a 6.000 rpm
Torque 15,2 m·kgf (G), 15,3 m·kgf (A), sempre a 4.800 rpm)
Taxa de compressão 11,4:1
Distribuição 4 válvulas por cilindro, comando no cabeçote, corrente, variador i-VTEC de fase e levantamento conjugados, coletor de admissão variável
Formação de mistura Injeção no duto Honda PGM-FI
TRANSMISSÃO
Tipo do câmbio Automático CVT
Conexão motor-transeixo Conversor de torque
Relações de marchas Frente 2,526:1 a 0,408:1, ré 2,706:1 a 1,382:1
Relação de diferencial 4,992:1
SUSPENSÃO
Dianteira Independente, McPherson, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora
Traseira Eixo de torção, mola helicoidal e amortecedor pressurizado
DIREÇÃO
Tipo Pinhão e cremalheira, assistência elétrica indexada à velocidade
Voltas entre batentes 3
Diâmetro mínimo de curva 10,3 m
FREIOS
Dianteiros Disco ventilado Ø 262 mm
Traseiros Tambor Ø 200 mm
RODAS E PNEUS
Rodas Alumínio, 6Jx16
Pneus 185/55R16
Estepe Temporário, roda de aço 4Tx15, pneu T135/80D15
CONSTRUÇÃO
Tipo Monobloco em aço, monovolume, 4 portas, 5 lugares
DIMENSÕES
Comprimento (mm) 3.998 mm
Largura (mm) 1.695 mm
Altura (mm) 1.535 mm
Distâncias entre eixos (mm) 2.530 mm
Bitola dianteira/traseira (mm) 1.482/1.472 mm
Distância livre do solo (mm) 145,3 mm
PESOS E CAPACIDADES
Peso em ordem de marcha 1101 kg
Capacidade do porta-malas 363 L (906 L c/banco rebatido, 1.045 L c/banco traseiro rebatido, dianteiros todos à frente
Tanque de combustível (l) 45,7 litros
CONSUMO (INMETRO/PBE)
Cidade 12,3 km/l (G), 8,3 km/l (A)
Estrada 14,1 km/l (G), 9,9 km/l (A)
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em D (km/h) 54,8
Rotação a 120 km/h D (rpm) 2.200

 

 

 



Sobre o Autor

Roberto Agresti

Experiente jornalista especializado em veículos de duas rodas e editor e publisher da revista Moto! desde 1994. Além de editor do AE também tem a coluna semanal Dicas de Motos no G1 e é comentarista da rádio CBN no programa CBN Moto, aos domingos às 11h50.

  • Rafael Frizzo Callegaro

    Nos comentários da primeira semana, alguém reclamou que o Fit queima muitas lâmpadas. Eu concordo, e acho que a causa é a suspensão que eu acho muito dura e faz com que o filamento que está quente se rompa em alguns casos. Eu sei que é isso pois várias vezes que passei em buracos sem querer acabou queimando a lâmpada de farol.

    • Rafael, não é essa a causa, esteja certo disso.

    • Christian Bernert

      Tive vários Meriva que viviam queimando lanternas traseiras e luz de freio. Um inferno, não passava seis meses sem ter que trocar uma lâmpada, e muitas vezes menos tempo que isso.
      Acredito que tenha algo a ver com a tensão do regulador de voltagem e com a má qualidade das próprias lâmpadas. Tem muita lâmpada de procedência duvidosa no mercado de reposição. Basta olhar para elas para chegar à conclusão de que são fabricadas sem critério. Mas mesmo as marcas que deveriam ser boas (Osram por exemplo) acabavam queimando com frequência.
      Por causa disso eu vivia com um estoque de lâmpadas no porta-malas. Cheguei a comprar uma caixa fechada com uma dúzia certa vez.
      Agora tenho um CR-V com quase quatro anos e um Golf com 2,5 anos. Nenhum deles teve nenhuma lâmpada queimada, jamais. Que calmaria…

      • Christian, pode apostar em tensão excessiva 80% e má qualidade de lâmpadas o restante.

      • Pode ser também a instalação da lâmpada nova de forma inadequada. Não se deve tocar na parte de vidro da lâmpada porque a gordura da pele (não sei como) diminui a vida útil da lâmpada.

        • Victor H, o motivo de não se dever tocar no bulbo da lâmpada é evitar que os vapores da oleosidade dos dedos se depositem no refletor, diminuindo a eficiência do farol como um todo.

  • Lucas Pereira

    Tenho um EX da geração anterior, que também conta com uma suspensão muito firme. Qualquer irregularidade no solo é sentida. No paralelepípedo parece que vai desmontar tudo. Ele também vem com pneus 185/55/16, mas o antigo dono substituiu por 195/55/16 na tentativa de trazer mais conforto. Não sei se funcionou, pois não dirigi com a configuração original. Mas a maneira que achei para trazer mais conforto foi baixar a calibragem dos pneus (de 32 na frente e 30 atrás, recomendado no manual, para 30 na frente e 28 atrás – lb/pol²). Pretendo trocar por um mais novo, mas vou partir para o LX de aro 15.

  • Mr. Car, temos que ver isso. Aguarde.

    • Mr. Car

      Obrigado, Bob.
      Abraço.

      • Danniel

        Mr. Car, eu verifico as notificações pelo “balãozinho” ao lado do meu nome de usuário no Disqus, logo no início da seção de comentários. Nem isto para você está aparecendo?

        • Mr. Car

          As notificações no balão aparecem, mas estou intrigado por não virem por e-mail, como acontece em outros sites com Disqus que uso. Inclusive meu Disqus está configurado para receber os avisos por e-mail.

      • WSR

        Eu consigo receber a notificação do Disqus quando isso acontece. Não lembro como fiz, mas tive que configurar na minha conta e depois, no hotmail, liberar as mensagens da caixa de spam.

  • Roberto Neves

    A análise do meu xará Agresti me relembrou uma dúvida antiga: tenho um Grand Siena com motor E.torQ 1,6, que veio com rodas de liga leve (uma das quais já empenou; tive que mandar retificar e não sinto muita firmeza no resultado) e pneus 195/55R16. Como praticamente só uso o carro na estrada e volta e meia pego trechos de terra, sem asfalto, pensei em trocar as rodas por rodas de aço com pneus 185/60R15 (como no Grand Siena 1,4). Creio que isso vai desvalorizar um pouco meu carro, mas como não o comprei para vender e não penso em trocá-lo antes de cinco anos (ou mais), estou pensando seriamente nisso. Alguém mo contraindica?

    • Roberto Neves

      Meus amigos, agradeço a atenção e as respostas. Abraços!

  • Roberto Neves

    Belo e bravo Sergipe! Vou sempre aí a serviço. Já rodei praticamente o estado inteiro, de Estância ao Canindé, de Ilha das Flores a Carira!

  • Z_H

    Sobre “sensibilidade” da suspensão, certa vez ouvi dizerem que a suspensão do carro “X” era tão dura, mas tão dura, que se você passasse em cima de uma moeda, dava para dizer se era cara ou coroa…

  • Mr. Car

    teste

  • Lucas Pereira

    Uma 6ª marcha seria muito bem vinda mesmo. O giro em cruzeiro fica muito alto, e o isolamento acústico não é dos melhores.

  • Mr. Car

    A notificação por e-mail não aparece mesmo para mim, Davi. Não é questão de demora.

  • RoadV8Runner

    Além de boa voz, era uma pessoa extremamente animada e carismática.

  • RoadV8Runner

    Também tenho notado que muitos carros novos têm lâmpadas queimadas, até mesmo de farol.

  • RoadV8Runner

    Qual o motivo da Honda voltar ao uso de palhetas do limpador de pára-brisa “normais”, se o modelo anterior já usava as modernas “flat-blade”? Não acredito na redução de custos, pois se até o “mundano” Ford Ka 2013 da patroa usa as “flat-blade”, num modelo como o Fit, a economia seria ridícula…
    Meio off-topic, mas daria para “rolar” um teste de 30 dias com o Sandero R.S.? Fico curiosíssimo em saber como o hatch esportivo se sairia no dia-a-dia, já que é um forte candidato a vir parar em minha garagem futuramente. A suspensão firme sei que vai me agradar muito, já que atualmente estou com molas Eibach em meu Focus e uso pressão nos pneus de 40 lb/pol² (tudo pelas curvas “à moda”! – Rsss…) Como o colega Z_H comentou mais abaixo, dá quase para saber se a moeda é cara ou coroa se passar por cima!

  • Curió

    O acerto de suspensão do City da geração anterior é assim: no banco do motorista é firme mas confortável, mas é duro feito um pau no banco de trás, dá até vontade de descer do carro e furar o amortecedor de vez em quando. Detesto isso. No Fit, que eu imagino seja parecido, como ficou para o passageiro do banco de trás dessa vez, nessa nova geração?

  • Daniel S. de Araujo

    Roberto Agresti, sobre a questão da etiqueta escrita “gasolina sem chumbo”, existe diversos outros atavismos que causam espanto.

    Essa foto foi feita no WC de um Airbus A-320 da Avianca Brasil com menos de 3 anos de uso. Trata-se de uma norma da FAA, mas não necessariamente representa algo lógico.

  • Mr MR8, pura desculpa para a “ascensão social”, é o que os suves representam. Só.

  • CorsarioViajante

    Entendi. Acho que é proibido guardar na garagem também. Neste caso realmente não tem jeito.

  • WSR

    Só tive um jogo de remoldados que funcionou bem, um tal de Scop, francês, que tinha um belo desenho lateral e foi o primeiro que comprei, no ano 2000 . Mas durou apenas 10.000 km. Cheguei a usar posteriormente uns 3 ou 4 jogos de marcas diferentes e todos deram problema. Cheguei a trocar um jogo completo na garantia, já que os 4 pneus deram bolhas internas.
    Tão ruim quanto

  • Se não me engano, nossos hermanos argentinos tem gasolina com chumbo e sem chumbo a venda, então um adesivo destes na tampa do tanque não soa tão bisonho, pois um dono de Fit brasileiro pode facilmente ir à argentina abastecer, principalmente os que moram perto da divisa.

    • Eddie

      Exato, no Prata existe gasolina com chumbo. O adesivo deve continuar lá.

    • João Guilherme Tuhu

      Pô, chefia, foi mal. Na próxima revirarei os arquivos do AE. Rsrs

  • Ricardo, teoricamente é, mas há a questão da eletrônica, do volante do motor e muitos detalhes que na hora da operação sempre aparecem. Nem vou falar de custo.

  • Christian Bernert, a palavra com “e” não foi usada com a intenção de ofender. Cada um faz o que bem entender com o seu veículo. Paz!

  • João Lock

    O adesivo alertando do tipo de gasolina, é para algum desavisado não colocar AVgas. rsss

    • Milton Evaristo

      Ainda há gasolina com chumbo nos países vizinhos.

      • Milton, a partir de 2000 acabou o chumbo na gasolina em praticamente o mundo todo.

  • Falou!

  • Barroso

    As de freio é por causa do tipo de uso. Acende-se e apagam com frequência, pois estamos sempre utilizando-as. O que mais queima lâmpadas é o número de vezes que se acende (ciclos). Depois é a temperatura alta, o que explica as luzes de posição, pois ficam muito tempo acessas direto e em local fechado sem circulação de ar, aumentando a temperatura e diminuindo a vida útil.