As aparências enganam. Esse é um velho ditado que levou a Câmara dos Deputados e o Senado Federal a cometerem um erro em termos de segurança veicular com a obrigatoriedade de todos os veículos circularem com faróis baixos ligados durante o dia em estradas. Lamentável que o senador José Medeiros, ex-policial rodoviário e relator do projeto, tenha desconsiderado vários estudos sobre o assunto.

Antes de tudo, o Brasil é um país de alta incidência solar e um simples farol baixo está bem longe de resolver a questão de visibilidade. Essa exigência começou nos países nórdicos e desde 1990 no Canadá, onde há grandes períodos do ano com poucas horas de luz natural durante o dia. Mas, em todos os casos, os faróis são ligados automaticamente, logo depois de o motor entrar em funcionamento, têm potência luminosa mais baixa (específica para tal) e as lanternas traseiras permanecem desligadas (o que deixa de se confundir com luzes de freio vistas a distância). O sistema funciona tanto em estrada quanto em cidade.

Aqui motocicletas já são obrigadas ao uso do farol, de forma automática, pois se trata de veículo muito estreito e vulnerável. Essa exigência bem-vinda pode-se perder em meio a um possível “mar” de iluminação. Absurdamente, essa lei (ainda falta sanção presidencial) prevê em caso de desobediência quatro pontos no prontuário por infração média e multa de R$ 85,13. Até mesmo o conceito de onde começa e termina uma estrada gera dúvidas.

Nos EUA, com sua megafrota de 260 milhões de veículos e diversidade climática, o conceito de uso não obrigatório permanece depois de avaliações profundas por anos. Numa resolução do Contran de 1998 há apenas recomendação de uso de faróis durante o dia. O mal maior dessa lei é desconsiderar a solução definitiva e que funciona em todas as situações, incluindo ruas, avenidas e estradas. Atende pela sigla DRL: Daytime Running Lights (luzes de uso diurno, em tradução livre).

A tecnologia de LED (diodo emissor de luz, na sigla em português), hoje uma realidade, permitiu adotar o sistema como eficiente item de segurança de funcionamento automático, que vai muito além de simples luzes de posição ou lanternas. Obrigatório na União Europeia, gera potência de iluminação alta para uma verdadeira visibilidade diurna, que é automaticamente desligado ou tem sua intensidade diminuída ao se ligar os faróis. Como se tornou elemento de estilo de cada fabricante ajuda ainda mais pelo contraste e diferenciação entre os veículos em circulação.

DRL, porém, representa custos maiores de mais fácil absorção nos mercados de bom poder aquisitivo. Pesquisas europeias apontam uma diminuição de até 30% nos acidentes, em estradas e cidades, depois que apenas os novos modelos adotaram essa solução a partir de 2011. As primeiras discussões por aqui mal começaram para estabelecer um cronograma viável e aproveitar LEDs mais baratos com a produção em alta escala.

A lei aprovada agora nem ao menos faz distinção entre faróis e DRL. Deixa o motorista sujeito a multas simplesmente por conduzir um automóvel mais seguro. Coisas como essas só acontecem no Brasil.

 

RODA VIVA

 

PRÉ-LANÇAMENTO do Nissan Kicks (primeira aparição pública mundial) mostrou um crossover compacto com muita personalidade e foco nos detalhes inclusive aerodinâmicos. Na versão de topo interior inclui visão de 360 graus externa por quatro câmeras. Mecânica (não revelada) é a mesma do March, mas pode estar nos planos um tricilíndrico turbo. Vendas em agosto.

LATIN NCAP não aprende lições nem com a “matriz”. A partir deste ano, Euro NCAP adotou dual rating (dupla classificação). Há uma nota básica e outra com pacote adicional de itens de segurança indicado pelo fabricante para mercados de maior poder aquisitivo. Tudo planejado com longa antecedência no exterior, mas Latin NCAP faz birra.

COMEMORAÇÃO de 60 anos da Mercedes-Benz no Brasil inclui um marco relevante, além de caminhões e ônibus. A marca construiu, em Juiz de Fora (MG), a primeira fábrica de automóveis premium no País. Entre fevereiro de 1999 e agosto de 2005 produziram-se 63.402 unidades do Classe A. Também montou versões do Classe C exclusivamente para exportar aos EUA.

FIAT TORO tem conseguido atingir objetivos de venda pela inegável relação custo-benefício e conforto de marcha. Versão Freedom flex automática sofre mais para se deslocar por sua massa cerca de 200 kg maior do que o Jeep Renegade, base mecânica da picape média. Diferencial foi encurtado (5%), mas necessitaria ao menos de motor aspirado de 2 litros.

VOLCANO com motor turbodiesel de 2 litros, tração 4×4 e câmbio automático (nove marchas) muda bastante o comportamento da Toro. Acesso ao interior é muito bom, porém colunas dianteiras volumosas em razão da estrutura monobloco atrapalham um pouco a visibilidade. Para arrancar bem exige selecionar manualmente a primeira marcha, pela borboleta ou alavanca do câmbio.

FC

A coluna “Alta roda” é de total responsabilidade do seu autor e não reflete necessariamente a opinião do AUTOentusiastas.


  • REAL POWER

    Eu faço uso de faróis baixos ligados na estrada a mais de 20 anos. Sempre achei que se ajuda a ver uma moto, vai ajudar a ver um carro, simples assim.

  • EJ

    Ridículo eu ter que andar de faróis baixos aqui nas rodovias que circundam Fortaleza, cidade com altíssima incidência solar. Que obrigasse os carros 0-km a virem com repetidores laterais de seta e, DRL, como já é na Europa, melhor um LED forte aceso do que uma lâmpada diminuindo sua vida útil sendo acesa inutilmente em lugares com nível de insolação extremo como existem aos montes no Brasil.

    • Fabio Marquez

      Já passei susto durante uma ultrapassagem onde um Gol de cor prata que vinha na direção contrária, praticamente ficou camuflado na pista pela incidência de luz solar, fora os momentos que há baixa incidência de luz solar (chuva principalmente) e os motoristas insistem em andar com as luzes apagadas, talvez sendo obrigatório eles fiquem mais atentos. Mas acho que seria mais válido se os carros acendessem as luzes assim que fossem ligados, ou que os DRLs fossem homologados para nosso mercado.

  • Renato Texeira

    Acho simplesmente um absurdo o fato desta lei ter ignorado a existência do uso das luzes diurnas (que já é inclusive regulamentada pelo Contran) como alternativa ao uso dos faróis baixos, como já ocorre em outros países com mais experiência no assunto que o nosso. Pior é que alguém (se eu não me engano, um leitor aqui do AE) questionou o autor do projeto de lei sobre a falta de previsão desta alternativa, que respondeu que isto estava “implícito” no texto. Bom, se acabar sendo sancionada assim, basta saber se o policial rodoviário terá esta mesma interpretação do deputado autor da lei.

    • Alexander, NotTheKing

      É o único ponto que fiquei na dúvida mesmo, o DRL. Contudo, achei bem vinda a lei, trafego por um estrada, toda semana, que tem limite de 80 km/h, e sempre pego sol contra no final da tarde e quase não vejo carros no sentido contrário que não tenham DRL ou os faróis ligados.

      E pior é as vezes já escuro, carros andando com faróis apagados, são ofuscados pelos carros de trás, ou seja, se tornam “invisíveis”.

      Mas para a grande pelegada que anda com o farol desligado, já com baixa iluminação natural, o motivo deve ser para economizar energia elétrica, na cabeça deles, só pode. A cultura do ser visto não existe na minha região.

  • Roberto Neves

    Também faço uso de faróis baixos em estrada há mais de 20 anos. Somente depois que passei a ler o Autoentusiastas tomei conhecimento da diferença entre os faróis comuns e as DRL. Dirigi mais de 2.500 km no Chile, no último mês de abril. O Chevrolet Aveo que dirigi lá acendia seus faróis no momento em que eu girava a chave da ignição. Seriam as famosas DRL? Havia 3 diferentes posições no comutador de luzes: off (em que os faróis se acendiam, possivelmente as DRL), uma intermediária, em que ficavam apenas as lanternas e a terceira, em que se acendiam os faróis e as luzes de neblina. Não observei as luzes traseiras em cada posição.

    • Roberto, se fossem DRLs a intensidade do farol seria mais baixa. Se não, são faróis baixos normais chaveados via interruptor de ignição.

    • André Luciano

      Também faço uso do farol em rodovia, pois morava no Rio Grande do Sul e por um tempo houve obrigatoriedade lá. Dirigi há alguns anos um Polo e Portugal e havia um sistema semelhante a esse do Aveo no Chile. Pelo qu eu lembre, “em off” (que não recordo como aparecia no botão) não ligava as luzes traseiras e tinha intensidade diferente que o farol baixo.

      • André, esse é o farol de uso diurno, como venho comentando e que hoje está dando lugar às fileiras de LEDs.

      • Roberto Neves

        Grato, André!

  • Christian Bernert

    Infelizmente vivemos no país do ‘achismo’. Basta que algum deputado revestido de ‘achismos’ proponha um projeto de lei que tenha a possibilidade de ser aprovado para que descalabros desprovidos de visão técnica se tornem leis, de preferência levando o nome do tal deputado à mídia e até contribuindo para que ele venha a justificar ser produtivo visando as próximas eleições.
    A redação do Artigo 40 do Código de Trânsito Brasileiro está prestes a mudar para o seguinte: “O condutor manterá acesos os faróis do veículo, utilizando luz baixa, durante a noite e durante o dia nos túneis providos de iluminação pública e nas rodovias”.
    A insegurança jurídica desta redação é imensa. Começa pela discussão de o que é uma rodovia. Por exemplo, a imagem abaixo foi extraída do Google Maps. Fica em Lobato – PR. É a Av. Presidente Vargas, mas também é a rodovia PR-461 que corta a cidade de ponta a ponta, tal qual uma infinidade de cidades pequenas e grandes por todo o país. Tecnicamente é uma rodovia, mas também é uma via urbana utilizada por moradores da pacata cidade para um trajeto banal diário. Se o infeliz morador de Lobato esquecer de acender o farol baixo ao transitar por ali estará cometendo uma infração passível de multa de R$ 85,13. Será que as nossas leis tem que ser tão burras assim?
    E o meu carro equipado com as moderníssimas DRL (Daytime Running Lights) bem como com o igualmente moderno sensor de luz crepuscular, que aciona automaticamente os faróis baixos caso a iluminação ambiente caia abaixo de uma intensidade segura? Estará sujeito à mesma multa idiota e burra só porque a redação da lei não prevê que a modernidade dos veículos pode ser maior que a burrice dos nossos deputados?
    Quanta falta de bom senso! É fato que o uso de uma luz diurna contribui para aumentar a segurança (não só em rodovias, mas também na cidade), portanto é só copiar o que a união europeia já fez. Copiar não é feio, principalmente se o modelo foi muito bem pensado. Basta prever as DRLs como equipamento obrigatório em todos os veículos fabricados a partir de 2017. Pronto! Ninguém fica sujeito a multa, a frota será gradativamente e naturalmente substituída por veículos que contam com a tecnologia tal qual acontece com os freios ABS e as bolsas Infláveis.
    Temos que evitar que burros sejam eleitos para nos governar. Corremos o risco de passar a viver em um país que serve somente para eles.

    • Christian, o mais grave é justamente a lei aprovada aparentemente não contemplar as luzes ou faróis de uso diurno, já previstos e regulamentados pelas Resoluções Contran nº 227 de 9 de fevereiro de 2007 e nº 383 de 2 de junho de 2011. Também, é discutível o valor do farol baixo para a conspicuidade do veículo diante de outros, bem como ciclistas e pedestres, quando sob luz diurna normal na nossas latitudes. Faltou conhecimento e estudo por parte do relator da lei.

  • Guilherme, você é visto, sem dúvida, mas incomoda o tráfego contrário, isso é indiscutível. Farol baixo não tem essa finalidade, ao contrário do farol de uso diurno (mesmo sem ser as fileiras de LEDs), que tem intensidade menor justamente para não causar esse incômodo. As fileiras de LEDs vieram resolver definitivamente esse problema, indicam presença (conspicuidade) de maneira perfeita sem incomodar que vem em sentido contrário.

    • Leonardo Amaral

      Bob, discordo da sua opinião de que farol baixo incomoda durante o dia. Sempre vejo veículos vindo no tráfego contrario com os faróis baixo acessos durante o dia e nunca me chamaram a atenção pelo fato de incomodar. Se o farol baixo estiver regulado ele não me incomoda nem durante a noite.

      • Leonardo, a opinião não é só minha e esse foi o motivo, à exclusão de qualquer outro, do farol de uso diurno já nos anos 1990, que é o farol baixo normal chaveado de fonte de 10 volts e não 12 volts.

    • Luiz AG

      O farol alto sim, mas por que o baixo atrapalharia quem vem em sentido contrário?

      • Luiz, não é atrapalhar, é incomodar, são duas fontes de luz fortes além da claridade do dia. Lembre-se, por isso foi introduzido o farol de uso diurno, mais fraco.

  • TDA, o problema do uso de farol baixo ou de neblina é as luzes traseiras ficarem ligadas, que é improprio, o que não acontece com a DRL.

  • Leonardo, esse assunto de ofuscar não é invenção minha, é discutido mundialmente. Se a você não incomoda, a mim sim. De novo, esse, e não outro, é o motivo da criação dos faróis específicos para uso diurno. Você não vai querer que o mundo esteja errado, não é?

  • Thiago, a potência luminosa da DRL por fileira de LEDs é uma só. Quando era no farol baixo, havia uma posição no interruptor de luzes específica para ela. Já dirigi Land Rover Defender na Inglaterra e Chevrolet Impala nos EUA com esse arranjo.

  • Lemming, por que não? Acho a ideia do Daniel ótima. Carro não é esconderijo! O brasileiro está dirigindo à cegas.

  • André Luciano

    Somente as luzes de posição (sem as de neblina, como você usa) não ajuda nada, pois ela é muito fraca.

  • Roberto, pode ser, mas a dos vidros com sacos de lixo é oportuna tanto quanto. Fora que pintura fosforescente não tem efeito de dia.

    • Roberto Neves

      Bob, desculpe, não fui claro. Entendi que Daniel propôs a proibição dos sacos de lixo como medida necessária e útil e que foi irônico ao mencionar pintura fosforecente, algo completamente descabido, mas que pode ser proposto por algum desses ensandecidos que povoam nosso Legislativo. Creio que Lemming também foi irônico ao dizer “não dá ideia” (ao propor pintura fosforecente). Essa foi minha leitura.

  • VTG, carros não precisam de películas, não abordaremos isso no AE.

  • André, bingo!

  • Fórmula Finesse

    Então somos dois, pois a luz baixa não me incomoda, apenas sinaliza com mais veemência que um carro está vindo.

  • REAL POWER

    Se for esperar a frota toda fazendo uso de DLR unicamente como forma de iluminação durante o dia, vamos levar umas 3 décadas. Sendo assim o uso de farol baixo ligado durante o dia me parece uma boa opção. Pode não ser a melhor, mas ajuda mais que atrapalha.

    • Real Power, o que está errado é o princípio. O autor do projeto de lei ouviu o galo cantar mas não soube de onde. E lá vamos nós para mais um exemplo de brasilidade burra. Depois dizem que o brasileiro é “um povo muito inteligente”.

  • Fórmula Finesse, quer dizer então que o mundo está errado e nós é que estamos certos. Formidável.

    • lightness RS

      Sim, vários países aplicaram essa lei sem problemas, muito pelo contrário, e os mais evoluídos aderiram ao DRL, que é melhor com toda certeza. Acender os faróis em dias ensolarados é um ato de bom senso em defesa da própria vida.

      Acendo os faróis desde que comecei a dirigir, e darei graças a Deus o dia que todos tiverem bom senso e fizerem isso, felizmente quase metade do povo já tem.

      • lightness, os faróis de uso diurno (mais fracos) e as fileiras de LED visam os dias sem tanta luminosidade, não os ensolarados. É o tal de ouvir o galo cantar sem saber onde ele está.

  • Lemming, se farol baixo não lhe incomoda e DRL, sim, você está com algum problema de vista.

  • Lemming, entendido agora.

  • Luciano, claro que é importante garantir a conspicuidade do seu carro numa estrada, mas não dessa maneira. É uma solução vai de encontro ao bom senso.

  • Luís Carlos, procure se inteirar mais desse assunto, coisa que autor da lei não fez. Se for como você diz, a indústria automobilística mundial está errada. Reflita.

  • VTG, nesse caso é.

  • Mr MR8

    Mais lâmpadas queimadas, mais multas aplicadas!!!

  • JMaier

    A lei só deveria especificar que poderia ser farol baixo ou DRL. Qual seria a solução dos carros que não vêm com DRL se fosse obrigatório o uso dele? Adaptar? Não acho que o uso de farol baixo seja ruim por acender a lanterna traseira, isso se tornaria normal como é normal ver lanternas acesas durante a noite e não confundir com freio. Mais fácil confundir com luz de freio quando não é obrigatório, já que apenas alguns usarão o farol, mas mesmo assim é fácil notar a diferença.

  • Daniel S. de Araujo

    V_T_G

    Necessidade de películas para quê? Coloquei sacos de lixo nos vidros de um antigo Golf GLX que tive e se quer saber a verdade, achei que esquentava mais com elas do que com os vidros transparentes.

    • Daniel, é evidente, o calor entra e não se dissipa.

    • Luiz AG

      Sim esquenta, é o princípio de absorção de energia solar. A cor preta não reflete nenhum spectro de energia solar, absorve tudo.
      Se não quer que seu carro esquente no verão aplique envelopamento branco no teto.
      Mas estudar a respeito dá um trabalho…

    • Luiz AG

      Na verdade a cor que você enxerga é uma interpretação da sua visão da onda solar que está sendo refletida pelo material. Quando você vê a cor verde, todas as cores do espectro de cor visível (branca, indo do baixo infravermelho ao alto ultravioleta) são absorvidas e o espectro verde é refletido. Quando você enxerga a cor preta, significa que toda onda eletromagnética visível está sendo absorvida, e portanto esquentando mais. Por isso recuso o argumento de películas escuras para conforto térmico.

  • Will_E30

    Sem esta lei já tem um monte de gente que abusa da terrível combinação farol alto + farol de neblina durante o dia. Imagina com o apoio da “justiça”.

  • Leonardo, por que você acha que criaram o farol de uso diurno fraco? Para ficar bonito? Não, foi para sinalizar o carro (torná-lo conspícuo) sem incomodar o tráfego contrário. Com a disseminação do LED, alguém que não sei quem imaginou dispô-los em fileiras na dianteira, com isso atingindo os dois objetivos principais, a conspicuidade dos veículos sem que haja ofuscamento. Olhar como as coisas são feitas lá fora, onde tem gente competente que se dedica ao assunto, é mais que suficiente. É por isso que nós achamos dirigir no exterior (hemisfério norte com Austrália como exceção) um paraíso. Não é por acaso.

  • Carlos Cesar, isso, no Rio Grande do Sul e também em Minas Gerais.

  • Leonardo, o Gino, grande amigo meu, está errado.

  • Real Power, é possível aplicar em carro que não tem, já há kits para isso. Dê uma olhada no Google.

    • REAL POWER

      Sim, eu sei. Mas não me agrada este tipo de gambiarra e ia gerar uma indústria tal qual ao do kit de socorros. Tem pessoas que nem dinheiro tem para comprar uma simples lâmpada de um polo, imagine um kit de DLR.

  • Robson, conspicuidade, se mostrar presente, é totalmente desnecessário num dia claro. Nos países altas latitudes é que a duração dia é pequena e nascer e o pôr do sol são bem lentos, daí ter sido criado o farol de uso diurno e depois as fileiras de LEDs no seu lugar.

  • Eduardo, comentário perfeito!

  • Ronaldo, então por que criaram o farol baixo de baixa intensidade nos anos 1990 a que me referi em outras respostas aqui? Eu acho estranho, incômodo, ver aquelas duas “luas” nos carros em sentido contrário.

  • Ronaldo, você veria o Cobalt igualmente se ele tivesse faróis de uso diurno fracos. E seu procedimento de cruzar a via e ir para o acostamento é corretíssimo — embora sujeito a multa, infração gravíssima, 7 pontos na CNH e R$ 574,62 por trafegar pelo acostamento (o que seria um absurdo nesse caso).

  • WSR, nos vidros que não de condução até cabe. Se você observar bem no recente teste que fiz do JAC T5, ele está assim, porque pedi para removeram as películas dos vidros laterais dianteiros. No caso de película para mudar a cor dos vidros incolores, concordo plenamente, desde que obedecendo à transparência mínima legal.

  • Real Power, é o tal de dar um trabalho danado… (rsrsrs)

  • Fórmula Finesse, ser cuidadoso também salva vidas, e muitas.

    • Fórmula Finesse

      Sim, todos devemos fazer a nossa parte e considerar antes a vida humana do que preciosismos.

      • Formula Finesse, você fala como se andar de farol ligado de dia fosse poupar milhares de vidas. Sejamos realistas, essa medida visa tão-somente tungar o cidadão.

        • Fórmula Finesse

          Sabes que sou totalmente contra a atuação abjeta da PRF (esses dias, fui multado, pois o “policial” estava propositalmente de costas para o sol e com o radar embaixo da placa de 50 km/h o que é ilegal) — mas o hábito de ligar os faróis é mais fácil de assimilar do que o cinto de segurança, e garanto que se mostrar visível já evitou vários acidentes, sustos ou atropelamentos. Sei que o amigo dirige de óculos escuros, o que me causa ainda mais estranheza em relação ao provável incômodo causado pelos faróis baixos em pleno dia.

          • Fórmula Finesse, mesmo usando óculos escuros aquele dois clarões na dianteira de um carro incomodam. Com esses óculos as pupilas aumentam de diâmetro, talvez seja até pior do que sem usar óculos escuros. Essa, aliás, é a principal vantagem de sempre dirigir usando-os, quando cai a noite está-se com a vista “preparada” para o período noturno.

  • Fórmula Finesse, um dos problemas da conspicuidade por meio de farol baixo é o motorista achar que por isso ele pode acelerar para valer. Isso consta de um extenso trabalho americano que me passaram recentemente a respeito de conspicuidade veicular.

  • Guilherme, o que o Lucas disse procede.

  • Leonardo, não se trata de ofuscar, mas o brilho dos dois círculos incomodar.

  • VTG, desde que a película 3M + vidro respeitem o mínimo de transparência regulamentar, não há problema algum, pois o motorista continua a ter a visibilidade necessária para dirigir. O que é inadmissível é o carro-esconderijo sob pretexto de refletir a energia solar. A visão é, de longe, o sentido mais importante ao dirigir.

  • Daniel, normal nesta terra de Cabral…Haja vista os 54 milhões que foram na conversa da gorda fecal.

    • Luiz AG

      Bob, não temos zumbis no Brasil pois o país é extremamente inóspito para eles. Morreriam de fome…

  • Lightness, nos meus 73 anos nunca vi carro desaparecer conforme sua descrição, não…

    • Luís Carlos K.

      Legal Bob, felizmente não podemos basear toda a legislação de transito brasileira somente no que você viu ou deixou de ver. Pode olhar aqui neste post mesmo, têm relatos de várias pessoas, agora só porque você não viu quer dizer que não pode acontecer jamais com ninguém?

      • Luís Carlos, exatamente isso, carros não somem. Agora, se você concorda que é bom deixar a legislação de trânsito na mão de burros e incompetentes, nada mais natural um comentário como esse seu.

    • Luiz AG

      Bob tem um estudo americano que mostra sim que um ponto pode ficar invisível se olhando fixamente para ele. Vou procurar e posto aqui.

  • lightness, de novo, ainda estou para ver carro desaparecer sob sol forte.

  • lightness RS

    Luz de posição e nada é a mesma coisa, veja de dia, com sol forte, a luz de posição nem parece acessa. É farol baixo ou DRL. Farolete também não, por favor!!

  • lightness RS

    Luzes de posição e nada é mesma coisa, só se for início da noite ou algo parecido. Na neblina, no sol forte, melhor nem gastar energia ligando elas. Ligue os faróis de verdade, esses sim te trarão segurança por os outros terem maiores chances de te ver.

  • lightness, sou carioca, vivi no Rio os primeiros 35 anos da minha vida, já viajei muito por esse Brasil e países vizinhos e não vizinhos como o Chile e nunca vi carro “sumir” nas ondas de calor. Repare que nem nos filmes quando fazem imagem chapada de uma longa reta, com ondas de calor fortes, os carros somem, apesar dos faróis desligados.

  • Lightness, muitos comentários atrás eu falei da sua visão…

    • A luz diurna do 500 é mais fraca que o farol baixo, exatamente para não incomodar os motoristas contrários. Simples assim. Está difícil do pessoal entender que o farol baixo do carro brasileiro foi feito para ser aceso a noite, e não de dia.

  • lightness, já é lei, só falta a sanção presidencial.

  • lightness, é lei ignorada porque não vale. Lei de trânsito, só emanada da União.

  • m.n.a.

    Aqui em Curitiba, ao pôr-do-sol e mesmo depois que já está quase escuro ou mesmo escuro, de cada 10 carros, pelo menos uns três estão com os faróis e lanternas completamente apagados. Desses com os faróis apagados, de cada 10 carros, uns 7 ou 8 são conduzidos por mulheres. E olha que não são carros “pau véio”, a frota por aqui é bem “moderninha”, cidade rica & esnobe & mal educada.

  • Lucas dos Santos, eram faróis de uso diurno com toda certeza.

  • Mr. Car, abóbora (melhor dizer laranja…), vermelho, amarelo e branco são cores muito visíveis, mas a que mais se destaca é o amarelo. Pode observar no trânsito como logo se percebe um carro amarelo. Na neve é o laranja.

  • Otavio, concordo, mas preparar melhor os motoristas dá um trabalho danado…

  • Mr. Car, nunca um carro de faróis desligados de dia vindo em minha direção deixou de ser visível, mas que é bom uma sinalização, sem dúvida. Mas não farol baixo normal. Há outras soluções.

  • André, é o fim da picada. Mais uma para o festival de besteiras que assola o país.

  • Rogério, incomoda. Há estudo nos países sérios sobre isso. Já falei sobre isso aqui nos comentários. Procure.

  • Luiz AG

    Também uso farol baixo em estradas. Acredito que um pedestre consiga ver o reflexo do farol de longe, muitas vezes porque a cor do carro (geralmente chumbo) pode se tornar invisível em um dia nublado.
    Entendo que um futuro próximo todos os carros em circulacao terão que manter faróis acesos.
    Os ônibus em são Paulo obrigatoriamente tem que manter o o farol baixo ligado.
    Também não vejo como em um “mar de faróis” uma moto estaria escondida por esse motivo.

    • Luiz, faço diferente, fico atento ao pedestre, sempre fiz isso. Ligo farol baixo quando entro numa zona de rua estreita com muitos pedestres.

      • Luiz AG

        Enfim, acho que não é proibido nem causa algum distúrbio andar com farol ligado na estrada de dia. O maior prejuízo é meu — aumento de consumo. Prefiro andar ligado, em longas retas já percebi a diferença.

  • Marcio, boa!

  • Renato, prova mais cabal, impossível.

  • Ronaldo, criaram a DRL (tanto farol fraco antes quanto a fileira de LEDs) para o carro ficar mais visível sem incomodar, e não é sob sol forte, pois não precisa. É quando a visibilidade diminui.

  • Jorge, quem confunde carro vindo com carro indo precisa ir ao oculista urgentemente.

  • Luiz Carlos K., minha experiência, conhecimento e interesse no assunto mais do que me qualificam para dizer o que tenho dito a respeito dessa questão dos faróis e outros. Me ouve quem quer, ninguém é obrigado a fazê-lo.

  • EJ

    Ronaldo, para você e todos que só enxergaram os defeitos no que postei, vou clarificar. DRL sim, faróis baixos que utilizam lâmpadas normais, não. Se é para virar lei, que façam direito, como foi feito direito na Europa. Não vou advogar muito sobre os motoristas do nosso estado, pois aqui é claramente, a terra em que até a PRF faz vista pra lá de grossa para películas que cegam o motorista. Quem vem de fora até estranha, porque policial algum manda retirar essas películas nocivas a todo o trânsito em nenhuma blitz, gerando uma série de problemas até dentro da cidade (pessoal mudando de faixa a noite sem ver que do lado há outro carro e problemas recorrentes afins).

  • Thiago, tampouco as DRL por farol eram para iluminar, mas para o veiculo ficar conspícuo. Era uma luz bem fraca, tipo ligar farol com carro parado e bateria bem descarregada.

  • André, que arrazoado ridículo. Como tem gente burra no patropi, é impressionante.

  • Daniel, pois você tem dois trabalhos, espantar-se e se desespantar. Nem você, nem o imbecil do deputado que propôs a lei sabem do que estão falando, sendo recomendável que você estude a questão para não falar besteira. Como você obviamente não tem a minha idade, ainda tem tempo para aprender. Ah, e na próxima vez que seu carro der uma aquaplanada das boas, agradeça à Michelin pelo “sábio” conselho.

    • Wilson Nobre

      Caro Bob

      Procurei e nao encontrei uma matéria sobre essa polêmica da posiçao de montagem de 2 pneus novos (tendo os outros 2 usados “meia vida” ainda alguns mm distante do TWI) na dianteira ou traseira.

      Entendo que em linha reta é mais seguro ter os pneus novos na dianteira, principalmente numa frenagem forte. Explico: pneus novos, que drenam melhor a pelicula de agua sobre o piso, além de nao perderem o contato com o mesmo, ainda deixam um trilho menos molhado para os pneus traseiros drenarem e manterem o referido contato.

      Mas em curvas, eu penso que o teste, feito em 10.01.2010 pelo G1, na pista da Pirelli, com o piloto de testes César Urnhani, mostra que o mais seguro é ter os pneus novos na traseira. Video no you tube: “Pneus novos: atrás ou na frente?”
      Podes me indicar um video-teste, mesmo que estrangeiro, que resolva essa polêmica?
      Grande abraço,
      Wilson Nobre

  • Felipe, é sério que você não sabe diferenciar o sentido de marcha de um carro à sua frente???

    • Felipe Rocha

      Se a distância for grande eu não sei. Ninguém sabe. Um carro a uns 800m numa longa reta, dependendo das condições de luz do momento é bem fácil confundir, você sabe que tem um carro, mas descobrir se ele esta indo ou vindo demanda uma fração de tempo que não seria necessária se ele estivesse com os faróis ou DRLs acesos.

      • Felipe, a 800 metros??? Para que saber se está indo ou vindo nessa distância toda?

  • Leonardo, eu pesquisei. A fonte? Faça como eu, procure, a internet e o sr. Google está aí para isso. Ou você acha que vai ter esse material na bandeja?

  • André Stutz, mas é evidente!!!

  • Lucas, está publicado, não viu?

  • Luiz AG

    VTG, a pelicula é preta. Preto absorve todo o espectro de energia solar. O vidro verde reflete certo espectros de energia solar, reduzindo a temperatura interna do veículo (por isso vidro climatizado) A película esquenta o vidro. Pelos princípios da física e da ótica não faz sentido… Já foi provado que um carro com película escura esquenta mais que um sem..

    Em tempo: Uma película espelhada reduz sim a temperatura interna do veículo.

  • Leonardo, a fonte é um estudo americano em PowerPoint de 523 KB. Para este tipo de arquivo é um monstro de tamanho. Só por você ter sido arrogante, me perguntando a respeito de fonte, duvidando de mim, não vou mandar mesmo. Aprenda uma coisa: eu não engano ninguém. Fui ensinado pelos meus pais ainda criança. E sou bem grandinho para ter que provar o que digo. Estamos conversados.

  • André, sem querer ser indiscreto, são caras?

    • André Stutz Soares

      Caro Bob, não seria indiscrição alguma.

      Paguei exatos 400 reais, na concessionária VW Faria onde comprei o up!, e o serviço foi executado com maestria e agilidade.

      O preço justifica-se por se tratar de uma película 3M antivandalismo – afinal, em São Paulo amigos do alheio tem o horrendo costume de quebrar o vidro para invadir o interior do veículo.

      A propósito, esta película possui garantia de no mínimo 93% de claridade, o que achei ótimo.

      • Obrigado, André. Realmente é um preço convidativo diante das vantagens que proporciona. Ótima dica.

  • Felipe, é claro, mas para uma decisão de ultrapassar ou não 12 segundos é uma eternidade.

    • Felipe Rocha

      Se os faróis estiverem acesos ou tiver DRL em menos de um segundo a decisão é tomada e pode-se fazer a ultrapassagem com mais tempo e mais segurança.

      • Felipe, isso se você souber qual é a velocidade do outro carro.

  • Epa. Júlio, pode escrever à vontade. Internet não tem limite de espaço como as revistas e nem de tempo, como a televisão.

  • Renato Texeira

    Concordo plenamente. Sem falar que o exame psicológico e médico para tirar a habilitação é geralmente uma piada. Qualquer pessoa, mesmo com sérios problemas mentais de convívio social (algo primordial no trânsito), consegue passar facilmente nestas avaliações.

    • Seu erro, Renato, é sobre o conceito do criticado. Ninguém, em nenhum lugar do Brasil, do Oiapoque ao Chuí, em posição oficial de dizê-lo, disse que o exame é “médico e psicológico”. O exame, realizado por clínicas particulares credenciadas pelos Detran de cada estado, realizam, a saber: exame psicotécnico e avaliação médica superficial (não se trata em momento algum de um checkup, afinal, você pagou só 65 reais pelo exame). O exame psicotécnico tem por objetivo examinar a coordenação motora, a capacidade de
      observação, a percepção de espaço e as proporções dos objetos e do corpo humano. Não é uma avaliação psicológica ou psiquiátrica, porque você foi lá por somente uma hora da sua vida, não uma hora por semana no decorrer de um quinquênio.

  • Luiz AG

    Você está generalizando. Ando de moto regularmente em São Paulo e não pratico nenhum desses absurdos.
    Sugiro desprover seus comentários de preconceito no próximo texto.

  • Luiz AG, também. Não é necessário luminosidade plena do farol para a motocicleta ser notada. E tem também a questão da luz traseira acesa de dia, não deve.

  • Luiz AG

    Bem legal esse artigo. 25% achei um pouco baixo a estimativa de aproveitamento de energia. Hoje estaria próximo de 30/40%

  • Luiz AG

    “Eu disse que no geral o trânsito é caótico porque muitos não respeitam nada, principalmente quem anda de moto”
    Continua especificando o culpado…

    • Otavio

      Ok, pelo seu silêncio vou concordar com você

  • agent008, acha que dispensariam uma máquina de fazer dinheiro como essa? Pense bem, qual a única situação em um carro num estrada precisa realmente ser visto? (isso de ultrapassagem, avistar um carro vindo, é poesia). É quando um carro vai cruzar a pista e não vê você vindo. É por isso que cabe a esse motorista reduzir velocidade nos cruzamentos e, avistando um carro na iminência aparente de cruzar à sua frente, dar uma piscada de farol. Pronto, está resolvido. Agora, a conspicuidade (fazer seu carro ser notado) sequer é citado no arrazoado da lei a questão de pedestres e ciclistas, acredite se quiser. Sequer também é falado que carros que tem DLR (fileiras de LEDs) estão dispensados de ligar o farol baixo. Mais um samba do afro-brasileiro doido. Vou tentar convencer o Michel Temer a não sancionar essa lei.

    • agent008

      Bob, depois da molecagem que aconteceu hoje na nossa respeitável casa de representação política, não duvido mais de qualquer estupidez já cometida ou que venha a ser cometida nestas terras…

      • agent008, esse ato de hoje, não sei foi cometido por um bandido-palhaço ou um palhaço-bandido. Ele tem cara das duas coisas.

  • VTG, a película reflexiva (espelhada) é proibida pelo Contran. E, de qualquer maneira, motorista tem que enxergar, carro não é esconderijo.

  • Luiz AG

    Esta falando do tubo a vácuo? Enfim, noltando ao caso da emissividade, o corpo negros absorve calor e como engenheiro (dado irrelevante para o assunto) não preciso comentar que é chover no molhado.
    Considerando que a capacidade de absorção de calor da película somada a capacidade de transmissão térmica do vidro considero que a película faz o carro esquentar mais.
    Não coloco em meu carro em hipótese alguma e nunca senti falta do mesmo.

  • Otavio, você não está errado quanto ao comportamento de determinados indivíduos no trânsito, longe disso. Só que está errado quanto à educação de trânsito. Mas, como qualquer transferência de conhecimento, o receptor a utiliza como e quando quiser. E sobre motociclistas: a maioria nem habilitado é, isto é fato. Os que são pilotam suas motocicletas conscientemente. A diferença é nítida. Só repito o pedido do colega de conversa: não generalize nunca, porque indivíduos diferem muito entre si nas mesmas atividades. Num grupo de motoqueiros, também tem motociclistas.

  • André, é claro. Só que todo mundo acha que novos na frente significa pneus quase carecas atrás (perto do TWI) e que, pior, acha que enquanto não chegar ao TWI não há problema em colocar pneus nessa condição na dianteira.

    • André Stutz Soares

      Fato! Infelizmente.

  • David, exato, em geral a perda de acuidade visual é lenta e a pessoa não percebe, daí a importância do exame de vista anual.

  • Ei. David, irônico nada. Esqueceu-se que temos um colunista com trânsito no Planalto, o Roberto Nasser?

  • David, corretíssimo!

  • David, escreva para [email protected] .

  • Janduir, ninguém diz que não aumenta. Só que o farol ligado incomoda. Vou repetir: quando criaram o farol de uso diurno nos países escandinavos no começo dos anos 1990, era um farol mais fraco. Para sinalizar sem incomodar. Será que é tão difícil entender isso?

  • kadug

    “Como três em cada quatro envolvidos em acidentes são motociclistas — segundo dados do DPVAT, pode-se concluir que o tal farol até aumenta as chances de acidente no Brasil.”

    Essa conclusão não faz nenhum sentido, considerando que são veículos completamente diferentes. Se a comparação fosse entre o mesmo tipo de veículo com luz acesa ou apagada, aí sim faria sentido.

  • Fórmula Finesse

    Praticamente todos os carros que tu ver na estrada ou cidade têm o brake light – mesmo antes de 2009, todos já usavam. Claro que o governo precisaria fazer um monte de coisas, mas o farol aceso é um fator de segurança com zero de efeito colateral…pesquise imagens de “miragem” no asfalto que terá mais subsídios para avaliar a validade da lei.

  • João Carlos

    A melhor notícia do ano!

    Bolsonaro está de parabéns.

    Pena que poucos sabem dessa sua iniciativa.

    Valeria até escrever para o deputado, colocando os links (como esse e outro feito pelo Bob) sobre o tema, assim ele tem bons argumentos para combater os defensores desta burrice, que certamente irão se contrapor à revogação.