Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas TOYOTA ETIOS SEDÃ PLATINUM – 1ª SEMANA – Autoentusiastas
Roberto Agresti recomenda:

Um novo carro entra na nossa série de teste de trinta dias, o Toyota Etios Sedã Platinum, versão mais equipada do modelo fabricado em Sorocaba (SP), e que no “Monte o seu” do site da Toyota tem preço anunciado de R$ 57.050, R$ 2.200 a mais que a versão XLS por ter um sistema multimídia com tela tátil que traz TV, navegador, câmera de ré, DVD player e rádio AM-FM.

A “distância” desta versão topo de linha para o mais essencial carro desta família de Toyota, o Etios Sedã X, é de R$ 9.920,00, todavia em termos de mecânica, nada de diferenças, pois ambos, seja o equipadão quanto o peladão, trazem o mesmo motor 1,5-litro flex, razoavelmente moderno, dotado de duplo comando acionado por corrente e 16 válvulas para o qual a Toyota declara 96,5 cv a 5.600 rpm com álcool e 92 cv, à mesma rotação, com gasolina. O torque máximo é de 13,9 m·kgf a 3.100 rpm, com qualquer combustível. É o único motor disponível para o Etios Sedã, enquanto o Hatch pode ter este e o 1,3-L.

Toyota Etios 14 C

Bom acesso ao interior, inclusive ao banco traseiro

A chegada deste Toyota para esta avaliação justamente na sequência do Nissan Versa não foi premeditada mas certamente será benéfica, pois permitirá uma visão comparativa de dois modelos que brigam em um mesmo segmento de nosso mercado, e cuja semelhança vai além do mero posicionamento e preço.

Aliás, uma consideração que fiz no encerramento do 30-dias com o Versa pode ser perfeitamente aplicada a este Etios Platinum, e diz respeito exatamente ao preço. No meu modo de entender, o Etios certo a ser levado para casa não é esse travestido de sedã de luxo, com tanto de banco de couro e mimos eletrônicos presentes via central multimídia, mas sim o “X”, custa dez mil a menos, mas que em termos de motorização e características gerais em nada se diferencia deste com o qual nesta semana inicial rodamos perto de 300 km.

Toyota Etios 08 C

O controvertido quadro de instrumentos no centro

Ponto de maior atenção nestes primeiros quilômetros? A elasticidade do motor. É tanta que chega a exigir um ajuste de hábito, pois quase sempre é possível rodar com uma marcha acima do que seria a natural para determinada condição de velocidade. Mesmo com giros próximos do mínimo, 1.000 rpm ou pouco mais que isso, afundar o pé garante resposta. É tão elástico que incita a provocações como, por exemplo, encarar ladeirões e apostar quando (e se) o motor vai “pedir penico”, ou seja, uma redução de marcha.

À elasticidade do 1,5-L soma-se, e colabora, o peso contido, uma surpresa: apenas 985 kg nesta versão de topo.

Toyota Etios 16

O motor de 1.496 cm³ não é o mais potente da sua classe, mas sua elasticidade surpreende

Outro bom aspecto do Etios é o câmbio. Não o escalonamento, julgamento que prefiro guardar para mais adiante, depois de um uso mais extenso e com esticadas rodoviárias, mas sim quanto à facilidade de troca de marcha e o tato da alavanca, em nível ótimo. E tal consideração merecem também os comandos de acelerador, freio e embreagem assim como a direção, com assistência elétrica, que ao menos em uso quase que 100% urbano sem mostrou adequada e agradável. Menos agradável é, porém, o revestimento do volante e da alavanca de câmbio: ao tato parece plástico, mas trata-se de couro. Duro demais, porém, o que contribui apenas para a aparência.

Toyota Etios 06 C

“Mesa de trabalho” bem arranjada e agradável; cintos dianteiros contam com o importante pré-tensionador

Neste quesito — aparência — o Etios sedã se alinha com o Nissan Versa, pois ambos em minha opinião (e na de muitos…) não nasceram de pranchetas em dia inspirado. Os volumes externos entregam que o projeto vem de um hatch que ganhou traseira mas talvez o que há de menos feliz no Etios não sejam as linhas de sua carroceria, mas sim que se vê quando sentado ao volante.

Não sou xiita, e com isso quero dizer que quadro de instrumentos deslocado para o centro do painel é algo que pode ser até interessante desde que haja um motivo, como, por exemplo, nos Citroën C4 Picasso. Optando por tal arranjo houve como dar espaço a práticos porta-objetos. No Etios esse quadro está no centro do painel, mas a área diante dos olhos do motorista não foi aproveitada para nada, e tampouco a do passageiro, que, aliás, tem um porta-luvas com uma tampa volumosa cuja abertura não tem exatamente o que chamo de boa solução. Idem o posicionamento das saídas do ar no painel. Duas estão onde deveriam estar, nas extremidades, e duas estão deslocadas à direita, uma sobre a outra, perto do porta-luvas. É estranho.

Toyota Etios 12

Até receptor de TV tem, mas é incompreensível não haver computador de bordo

E estranho também é o contraste da fornida central multimídia — tem até TV! — com a total ausência de computador de bordo. Na mínima tela dedicada ao hodômetro total e dois parciais há apenas o marcador de combustível e relógio. Quanto ao painel, velocímetro e conta-giros são unanimemente considerados como dos menos felizes da indústria automobilística, tanto quanto à legibilidade (sofrível) quanto ao design, que para mim lembra o visual de máquinas de flipperama de três décadas ou mais para trás.

Se forma e função não parecem premiar positivamente o painel do Etios, menos mal vai a ergonomia. Bancos com revestimento misto — couro natural/couro sintético — apoiam razoavelmente o corpo. No do motorista há ajuste de altura e de inclinação do encosto bem fáceis de operar. A coluna de direção oferece ajuste em altura e a posição de dirigir ideal é encontrada rapidamente, com acesso aos controles ocorrendo de maneira natural.

Toyota Etios 03

Exclusivas rodas de alumínio de 15″ de série no Platinum; a medida dos pneus é sensata: 185/60R15

Sem enfrentar grandes congestionamentos a primeira semana do Etios revelou um consumo adequado, 8,5 km/l. A inexistência de computador de bordo vai fazer com que seja necessário usar a informação “na unha”, capturada na bomba. Para minimizar erros, na medida do possível o Etios será sempre abastecido na mesma bomba, com o carro na mesma posição e deixando o abastecimento parar no primeiro desligamento automático do bico da mangueira.

A intenção para a segunda semana deste novo 30-dias é encarar a viagem padrão deste teste, a reveladora ida ao litoral norte de São Paulo com carro cheio, trajeto que oferece uma grande variedade de tipo de estradas, pisos e ritmos de viagem.

RA

TOYOTA ETIOS SEDÃ PLATINUM

Dias: 7
Quilometragem total: 273,1 km
Distância na cidade: 223,1 km (82%)
Distância na estrada: 50,0 km (18%)
Consumo médio: 8,5 km/l (gasolina)

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Sobre o Autor

Roberto Agresti

Experiente jornalista especializado em veículos de duas rodas e editor e publisher da revista Moto! desde 1994. Além de editor do AE também tem a coluna semanal Dicas de Motos no G1 e é comentarista da rádio CBN no programa CBN Moto, aos domingos às 11h50.

  • Blue Gopher, exato, o puxa-saquismo na indústria automobilística é feroz.

  • Lucas dos Santos

    Penso o mesmo, Mr. Car. O Etios, externamente, não é feio, na minha opinião. É apenas “comum”, sem nada realmente inovador ou marcante. O problema é o interior mesmo.

    Há três itens no interior de um carro, cuja apresentação eu valorizo bastante: painel, volante e alavanca de câmbio. O volante e o câmbio estão OK, na minha opinião. Mas o painel “estraga tudo” e é suficiente para me fazer não desejar esse carro, mesmo reconhecendo suas qualidades no conjunto da obra!

  • João Guilherme Tuhu

    Não sou dado a ‘ostinatos’, aquela repetição do fraseado musical, mas esse Toyota é outro desfavorecido por Afrodite. E não tem bom preço. Se fosse baratinho, até daria pra encarar — parece aquela mulher feia metida a besta…

  • CorsarioViajante

    O dia que tiver um painel aceitável dobra as vendas. Até lá segue vendendo devagar e sempre.

    • Corsário, o painel poderia ser melhor, é claro, mas não é isso que atrapalha vendas.

  • Christian Bernert

    Nos dias em que vivemos não é aceitável um carro que não tenha sequer como opcional um limitador de velocidade ou controlador automático de velocidade para nos livrar da chata atividade de controlar velocidades regulamentares não naturais. E o fato de não ter computador de bordo também é um demérito notável.
    Gosto da solidez com simplicidade que aparenta ser a característica que norteia os projetos da Toyota, mas não precisa ser espartano em certos itens. Assim acabam afugentando potenciais e valiosos clientes.

  • Davi Reis, o que pega no Etios foi o fato de ter sido projetado para o mercado indiano. O brasileiro tem vergonha do fato de sermos um país emergente e de tudo a isso relacionado, como qualquer coisa que venha da Índia.

    • Davi Reis

      Pode ser. Até pensei no primeiro Palio e no HB20, que também surgiram como projetos emergentes, só que mais adaptados ao gosto local. Acho que talvez o problema não seja o fato dele ser indiano, mas ele parecer indiano. E como todos sabemos, o brasileiro adora parecer mais do que realmente é.

    • Diogo

      Permita-me discordar, Bob. No caso do painel, digo por experiência: fui até a concessionária Toyota quando comprei o meu Fiesta. Por fora, é até simpático, mas por dentro, aquele painel central e os difusores de ar centrais “amontoados” no espaço que sobrou é terrível. Por dentro o carro precisa sim ser agradável de se ver.

      E, quanto ao argumento de sermos um país emergente, também não cola. Caso sim, modelos europeus como o Citroen C3, Peugeot 208, Ford Fiesta estariam liderando o mercado. Acredito que muitos dos potenciais consumidores nem imaginam que o Etios é de origem indiana.

      • Diogo, eu já disse várias vezes aqui, para mim painel não é enfeite, mas respeito quem acha que é. Quanto a ter ciência de que o projeto do Etios foi para a Índia, tenho certeza de que tanto se falou nisso sempre que há a noção, sim.

  • Corsário, já respondi ao Davi Reis: carro projetado para a Índia, país emergente, coisa que o brasileiro não admite o sermos também.

  • Tuhu, alguma coisa anda estranha com o gosto das pessoas (não discuto, gosto é gosto), pois acho o Etios um carro de linhas agradáveis. O mesmo com o up!, várias pessoas o acham feio, eu não.

  • Lucas Andrade

    Atualmente sou proprietário de um Etio 1.3 X. Não entendo as pessoas comentando do painel, faça um test drive, ande por um certo período, se comparar o Etios a qualquer carro da categoria e até alguns a cima, é muito difícil quem não se encanta com o espaço, visibilidade, dirigibilidade etc. O painel passa até despercebido.Tive outros carros, como Focus, Clio, Ka e dirigi constantemente os outros carros que passaram aqui de casa, Suzuki Grand Vitara, CRV, Civic…Depois que entramos na Honda, mudamos completamente a nossa visão de qualidade de carro, e que podemos sim ter carros bons, com qualidade sem ter que pagar com o seus custos, como uma BMW ou Audi, claro não é a mesma coisa um Honda ou Toyota, mas atende muito bem! Assim seguimos para Toyota com Etios, como segundo carro, e me pergunto uma coisa se confiabilidade no carro, na marca(por que não adianta, uma hora você vai precisar de atendimento) e um excelente conjunto mecânico e ótima relação custo benefício não são suficientes, o que pode ser? Deve ser essa vontade que alguns brasileiros necessitam em exibir aquilo que tem, “STATUS”.

    Sou estudante de engenharia mecânica, atuante na área,e pela boa de me formar, e posso dizer, esperando que alguns entendam, quando vocês falam que um carro é mais caro que outro da mesma categoria, pode ter ser certeza que esse carro tem algo mais, ou em número itens ou em qualidade, como o caso do Etios, controle de qualidade custa caro, requer um grande investimento desde da rede de fornecedores, procedimentos, qualificação, certificações, acompanhamento, pós venda com qualidade custa caro. Faça um teste ligue agendando uma revisão na Ford, Fiat e etc…e depois ligue na Honda, Toyota. Só o fato de comprar o carro e não precisar ir até a concessionária para terminarem de ajustar, montar etc. como já aconteceu comigo e parentes com as marcas “grandes do país”.

    E para fechar, não sei vocês, mas me parece que o Etios vende muito bem, vejo vários na rua, até dessa versão Platinum (para mim, péssimo negócio), no campus da faculdade há vários, estive em São Paulo recentemente, também vi Etios para tudo que é lado. Acho que a Toyota atingiu seu objetivo, de entrar no segmento, e conquistar uma no gama de consumidores, acredito que daqui para frente deve melhorar os pontos, e possivelmente em alguns anos teremos mais um lider de vendas, com o Corolla foi assim! Melhoria continua, isso também sai cara, mas o reflexo são clientes fiéis a marca, que inclusive passam isso as próximas gerações. Vejam quantas propagandas você ve do Corolla e veja o quanto vende.

    Um Abraço ao Bob e Arnaldo.

    • jr

      Tenho um conhecido que tem o Etios. Ele gosta do carro em geral, mas admite que se espanta com o painel sempre que pega o carro, ou seja, todo dia, e todo tempo que dirige.
      Coisa desnecessária.

    • Daniel S. de Araujo

      Nunca experimentei um mas dizem que o melhor argumento de vendas do Etios é dirigir um. Dizem que conquista o consumidor no ato.

  • Roberto Alvarenga, é tudo Europa ou Japão e Coreia do Sul, não Índia. É diferente.

    • Luiz AG

      Lembro da Fiat tentar trazer os Mahindra e desistir por ser muito despojado.
      Cada mercado tem sua característica, vide os bancos vermelhos do Passat Iraque.
      O Etios está ao gosto do indiano, lugar onde não comem carne de vaca e tudo é temperado com curry.
      Aqui gostamos de arroz com feijão e nossas mulheres se vestem como bem entendem.
      São gostos diferentes e a Toyota quis que engolíssemos a pílula sem água. Deu no que deu.

  • Luiz AG, acho que nesse caso a origem suplanta a questão preço.

  • Luiz AG, essa é uma questão à qual não dou mesmo importância. Painel, em minha opinião, não é peça de decoração. E quanto mais simples, melhor, daí minha admiração quando vejo um “Wolfsburg” na minha frente, nada a ver com beleza.

  • Luciano, acho um despropósito, um exagero, criancice até, essas opiniões sobre painel.

    • Luciano Gonzalez

      Olha Bob, respeito o seu ponto de vista, mas não concordo com o mesmo, afinal, para gostos se fizeram as cores.
      Se vocês fizerem um levantamento frio aqui nesse post vão constatar que o painel é problema sim para boa parte dos entusiastas.
      E tanto é problema que a Toyota sabe disso e andou cotando um trabalho nesse sentido em uma empresa de desenvolvimento de protótipos e projetos (que por questões éticas não vou divulgar o nome), empresa essa que você conhece pessoalmente.
      Abs

      • Luciano, não duvido que Toyota esteja pensando em mudança. Eu mesmo sugeri ao presidente num jantar apenas mudar os instrumentos, passando o velocímetro para digital e o conta-giros, gráfico.

  • Carlos Eduardo, está vendo como é? Eu já o achei feio, rebuscado, mas não deixaria de comprá-lo por isso. Quanto ao teto solar, concordo.

  • Corsário, “lá longe” se fosse um carro de dois metros de largura.

  • Corsário, eu é que relatei a questão da paralaxe. Não há dúvida quanto a isso.

  • Luiz AG, como o Fusca até 1960, não tinha medidor de combustível, só uma torneira na parede de fogo operável com o pé direito, fechado, aberto e reserva, nesse caso 5 litros que davam para rodar cerca de 50 quilômetros para encontrar um posto. Esse painel ser um Wolfsburg? Jamais.

  • Luiz Otávio Rujner Guimarães

    Carlos Eduardo, apesar do desenho “ousado”, é mais simpático que o Etios. Mas penso que o Aygo se encaixaria melhor no mercado já disputado pelo up! e mais futuramente pelo Fiat Mobi e Chevrolet Spark, certamente virão outros. Quanto a discussão do em torno da origem indiana do Etios e seu mercado alvo, é um tanto questionável. A Tata, outra fabricante indiana, lançou um concorrente par o modelo da Toyota, o Zica, renomeado rapidamente para Tiago, que possui linhas fluidas e suaves. Existem especulações em blogs automobilísticos indianos de que o novo Etios já está no forno, quem sabe? Na Indonésia, ou seja, país em desenvolvimento como o Brasil, a Toyota colocou no mercado local o Vios, que nada mais é que o Yaris. Ao meu ver, embora o Etios tenha suas qualidades mecânicas, me parece que a Toyota subestimou o gosto dos brasileiros confiando apenas no apelo de seu nome. Equívoco que obviamente não se repetirá. As vezes me pergunto. Será que Toyota fez uma “clínica” para possíveis clientes antes de lançar este modelo em terras brasileiras?

  • Luiz AG, claro que você tem direito. Mas, já o dirigiu?

  • Diego

    Apesar de feio, parece um bom carro, mas comete um pecado difícil de perdoar, os mostradores, é mais natural ver a velocidade do banco de trás…
    Será que fazer um pequeno painel com hodômetro, velocímetro e o LCD do computador de bordo custa tão caro para a Toyota? Podiam ate manter o atual painel com outras infos, como temperatura, combustível, hora, luzes de alerta, etc.

  • Lucas Andrade

    Ande com Etios e ande com o HB20, principalmente em ruas esburacadas, coloque 60 km/h em 5° marcha no Etios e no HB20, ou 5 ocupantes, e sinta a diferença do funcional para o design! Mas o HB20 não deixa de ser um bom carro!

    • Lucas Andrade, não existe mais carro ruim. O HB20 é muito bom também.

      • Lucas Andrade

        Bob Sharp, hoje o nível está muito bom.

    • Luiz AG

      Para isso compro um utilitário todo-terreno, não um carro urbano.

  • Rafael, que ótimo, você estar satisfeito. Agora, o paralelo do painel do Etios com a calvície está com a taça de Melhor Comentário do Ano do AE. Adorei!

  • Lucas Mendanha, não tenho notícia disso, mas se vier será ótimo. Minha sugestão ao presidente poderá ter sido aceita.

  • Carlos Alberto, correção do que você disse: elogiar painéis Wolfsburg e achar o do Etios mero detalhe. Duvido você encontre palavra minha elogiando o quadro do Etios. Inclusive, eu já disse que sugeri ao presidente da Toyota passar tudo para digital. Seu comentário, portanto, foi totalmente descabido. É preciso cuidado com as palavras. Por pouco não o deletei.

  • Corsário, tal e qual na indústria aeronáutica, não se pode fugir de determinadas linhas quando há objetivos de aerodinâmica a alcançar.

  • Rafael Lisboa, recado dado, transmiti-los-ei no dia 20 num almoço da diretoria com a imprensa.

  • Luiz AG, decisão, só num comparativo. Mas Comparativo, com “C” maiúsculo, completo, analisando todos os pontos, não comparativo via ficha técnica.

  • invalid_pilot

    Fiat com o Mobi reforça totalmente o seu comentário, se fosse a JAC ou Lifan lançando o Mobi nao seria nenhum estranhamento.

    • Invalid pilot, o que há de estranho em lançar um modelo seis anos depois do último, o Uno II? Se não lança nada, reclamam; se lança, reclamam. Complicado, não?

      • invalid_pilot

        Bob, digo pelo desenho alinhado aos chineses e nao pelo lançamento do produto em si.

        O Uno melhorou bem no ultimo facelift, mas ainda carece de motor mais moderno em minha opinião, mas isso é assunto para outra matéria.

        Quando é o evento de lançamento do Mobi?

        • Invalid pilot, só apresentação, sem andar no carro; dia 13 agora.

  • Felipe Barbosa Alves

    Etios 2014: Painel Black Piano e novo grafismo (que só piorou a vida do motorista), volante multifuncional (só no XLS), travamento elétrico das portas (só no XLS), comando elétrico do retrovisor (Só no Cross)
    Etios 2015: Sistema multimídia, volante do Corolla, mostrador digital de combustível maior, comando elétrico do retrovisor na versão XLS.
    Etios 2016: novo motor fabricado no Brasil.
    Em três anos tantas mudanças só indicam que alguém fez algo errado na Toyota.

    • Felipe Barbosa Alves, aplicar mudanças não significa necessariamente errar. Faz parte da atividade industrial melhorar o produto.

  • Corsário, essa da Fielder foi mesmo inacreditável.

  • Luiz AG

    Corsário, certas coisas tem que ser pesquisadas no mercado objetivado para que não haja gafes.
    O que é desejável para um lugar é totalmente sem sentido para outra.

    http://www.pavablog.com/wp-content/uploads/2012/04/541265_413476325343681_292974040727244_1469676_955116564_n.jpg

  • Antônio do Sul

    Não ficou tão feio, mas o Opala, aqui no Brasil, sempre foi o modelo mais luxuoso e caro da General Motors, e ainda assim não chega perto da beleza dos modelos fabricados na década de 70. No Falcon, o que ficou sobrando foram os vincos laterais, que não combinavam com as lanternas e faróis quadrados. O pára-lama traseiro encobrindo parte do conjunto roda-pneu também destoou da reestilização, mas, como o carro continuou sendo um sucesso de vendas e não estava posicionado como modelo de luxo da marca (para exercer esse papel, havia o Taunus e depois o Sierra), ao contrário do Opala, talvez o investimento em uma plástica mais profunda não se justificasse.

  • Felipe, não ocasiona o que você disse. É normal evolução sem ser em intervalos longos.

  • Luiz AG, mais uma do “morro sem entender”: por que essa crítica feroz e quase uníssona ao Etios? Alguém alguma vez foi obrigado a comprar um? Em que o carro incomoda tanto? Já o dirigi, testei, achei-o bom de andar, não dei tanta atenção para os instrumentos, que poderiam ser melhores, mas não impedem o uso do carro.

  • Luiz AG, origem indiana??? Claro que não.

  • Que ótimo, Diogo. Valeu mesmo eu sugerir e insistir naquele jantar na casa do presidente há exatamente um ano.

  • CorsarioViajante

    Duvido que uma empresa aposte no fracasso, fazendo de tudo para evitar o sucesso.

  • Caio Ferrari

    Deve ter ficado bem melhor.

    Em temos de mercado, aquele painel de Uno Mille era inaceitável. O câmbio AT4 fica abaixo do que o mercado oferece, mas sabemos que as japas aqui no Brasil oferecem menos em função da boa fama de seus carros e, por isso, vendem mesmo assim. Espero que o carro tenha melhorado em tudo, pois hoje já é muito bom.

  • Lucas, solução tão simples, não?

    • Lucas Mendanha

      Sim, e do jeito que vão as coisas, é capaz de ser mais barato de produzir.

      Já melhora substancialmente o que é um dos poucos problemas na visão de quem gosta do carro.

  • agent008

    Hahaha boa. Confesso que não seria menos feliz se dispusesse de mais alguns ‘objetos’ em minha propriedade. A saber:
    * BMW 850CSi 1995
    * Caterham Seven
    * Porsche 928
    * O novo Aston Martin Vantage S manual
    * Subaru Outback como a avaliada pelo JJ
    * Mazda Miata 1994
    * Mazda Miata novo (ou Fiat Spyder)
    * Alfa Romeo GTV6
    * Cord 812 (Supercharged)
    * Lamborghini Countach LP600
    * BMW Z8
    * Nissan 350Z
    * Willys Interlagos
    * Omega Suprema CD 3.0 1993
    * Impreza STi (qualquer geração)
    * Nissan Stagea RB36DETT (SW do GT-R)

    Sem qualquer ordem de preferência a não ser meu sonho-mor, o 850CSi!

    • João Lock

      Hahahahaaaaa nem eu! Mas me referia às tranqueiras mesmo, que você acredita serem muuuito necessários.

  • agent008

    Ah sim. E qualquer coisa com um motor Detroit Diesel, de preferência 6 ou 8 cilindros!