Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas GOL 3-CILINDROS, NO USO – Autoentusiastas

Depois de andar brevemente no Gol com motor 1-L de três cilindros, o mesmo do up!, numa apresentação prévia para a imprensa na Fazenda Capuava, em Indaiatuba (SP), há cerca de um mês, agora foi dirigi-lo no dia a dia, com as referências que todos temos por onde se trafega diariamente. A impressão deixada foi muito boa, o ganho de potência e torque são facilmente perceptíveis, mesmo que 3-cilindros precise carregar mais 40 kg em média comparado com o up!, e que o câmbio tenho sido alongado em relação Gol com motor 1-L TEC de quatro cilindros ao utilizar exatamente as mesmas relações do pequeno VW — é exatamente o mesmo transeixo MQ200.

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A versão testada foi a Comfortline 1,0 MPI, que custa R$ 42.690 e vem dotada de ar-condicionado, sistema de infotenimento Media Plus, ajuste da altura do banco do motorista, computador de bordo, direção assistida hidráulica, encosto do banco traseiro rebatível, faróis monorrefletor, faróis de neblina, ambos para-sóis com iluminação, fechadura elétrica da tampa de carga, espelhos externos com repetidoras das seta, acionamento elétrico dos vidros dianteiros, e pneus 195/55R15 em rodas de aço, entre outros itens.

Estava com o pacote ‘Urban completo’, que inclui rodas de alumínio, tapetes de carpete, destravamento da porta de carga e travamento central por controle remoto, acionamento elétrico dos vidros traseiros, ajuste elétrico dos retrovisores externos com orientação para baixo do direito ao engatar ré, sensor de obstáculos na traseira, chave tipo canivete com comandos para acionamento remoto, I-System com Eco-Comfort (com o útil velocímetro digital) e computador de bordo, e alarme com controle remoto. Esse pacote custa R$ 3.350 e havia o suporte de telefone celular, opcional isolado por R$ 290.

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A fábrica não forneceu números de consumo e nem constam do site do Conpet/PBE, econômico o Gol com este motor é. Estava abastecido com gasolina (E22, padrão) e na cidade obtinha entre 9 e 11 km/l, dependendo da densidade de tráfego, e na estrada mantendo 120 km/h de velocidade verdadeira e ar-condicionado ligado, 14 a 14,5 km/l. A essa velocidade o motor está 4.000 rpm; antes, 4.170 rpm.

Mesmo desenvolvendo só 75 cv, correspondente à gasolina no tanque (álcool, 82 cv), a desenvoltura com a nova motorização satisfaz. O 0 a 100 km/h em 12,6 segundos (álcool, 12,3 s) o comprova. No último estágio do motor EA-111 1,0 TEC essa aceleração demandava 14,8/14,2 s. A elasticidade do motor permite retomar velocidade sem dificuldade e os mais reticentes em usar o câmbio não terão com que se preocupar.

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Novo e valente coração

A velocidade máxima também aumentou, passou de 158/160 km/h para 168/170 km/h. Note-se que o Gol não é nenhum prodígio em aerodinâmica, o Cx é de apenas 0,345 com área frontal de 2,10 m², para uma área frontal corrigida de 0,693 m², o que valoriza o motor de 3 cilindros.

O mesmo e bom Gol

Fora o motor diferente que deixou o Gol melhor, inclusive por não haver mais reservatório de gasolina no compartimento do motor para o sistema de partida a frio, o Gol continua com a sua conhecida rigidez estrutural e o comportamento em curva irrepreensível. A larga seção transversal dos pneus, 195 mm (Bridgestone Turanza ER30 195/55R15H), ajuda, mas o fato é que a calibração dos parâmetros de suspensão está no ponto ideal. A direção de relação baixa, 14,9:1, bem rápida, agrada muito, mesmo que a assistência ainda  seja hidráulica. Não haver ajuste de altura e distância do volante nesta versão Comfortline não torna difícil encontrar boa posição de dirigir que, pelo menos para mim, é perfeita. Pedais com bom arranjo permitem fácil punta-tacco e o comando de câmbio é referência. A modulação de frenagem e a baixa carga de embreagem são exemplares.

Todavia, ao dirigir o Gol com este motor há o efeito “dublagem”, em que o som do motor é de up!, chega a ser estranho no começo. Inclusive, percebe-se mais o ruído típico dos motores três-cilindros do que no modelo no qual se consagrou (embora esteja no Fox BlueMotion também; aliás, estreou nele sete meses antes do up!).

Todavia, o quadro de instrumentos perdeu o caráter “Wolfsburg”. Mesmo visualmente parecido com outros da estirpe, a VW brasileira fez uma trapalhada das boas na escala do velocímetro:

20160322_105150 CNote que a escala vai de 0 a 60 km/h de 10 em 10 km/h. Daí até 100 km/h é com intervalo de 20 km/h. A partir de 100 km/h volta ao intervalo de 10 km/h até 140 km/h, quando volta ao espaçamento de 20 km/h. Se o carro não tiver o I-System e seu velocímetro digital, fica complicado encontrar 70 km/h e 90 km/h, velocidades regulamentadas bastante comuns hoje.

Para variar, minha contumaz crítica pela inexistência da faixa degradê no para-brisa. Não custava nada ter.

Mas o fato é que a todas as qualidades do Gol agrega-se agora um motor moderno e atualizado com o que existe no resto do mundo. Isso é bom.

BS

Veja a seguir mais fotos e depois a ficha técnica

Mais fotos:

FICHA TÉCNICA GOL COMFORTLINE 1.0 MPI
MOTOR
Instalação Dianteiro, transversal
Material do bloco/cabeçote Alumínio
Configuração / n° de cilindros/nº de mancais Em linha / 3 / 4
Diâmetro x curso 74,5 x 76,4 mm
Cilindrada 999 cm³
Taxa de compressão 11,5:1
Potência máxima 75 cv (G)/82 cv (A) a 6.250 rpm
Torque máximo 9,7 m·kgf (G)/10,4 m·kgf (G) a 3.000~3.800 rpm
N° de válvulas por cilindro Quatro
N° de comandos de válvulas Dois/cabeçote
Formação de mistura Injeção eletrônica multiponto no duto
Gerenciamento do motor Bosch ME 17.5.20
Combustível Gasolina comum e/ou álcool
TRANSMISSÃO
Câmbio/rodas motrizes Transeixo manual/dianteiras
Número de marchas 5 à frente + ré
Relações de transmissão 1ª. 3,769:1; 2ª. 2,095:1; 3ª. 1,281:1; 4ª.0,927:1; 5ª. 0,740:1; ré 3,182:1
Relação do diferencial 4,929:1
SUSPENSÃO
Dianteira Independente, McPherson com subchassi, mola helicoidal, amortecedor pressurizado e barra estabilizadora de 19 mm Ø
Traseira Eixo de torção, mola helicoidal e amortecedor pressurizado
DIREÇÃO
Tipo Pinhão e cremalheira, assistência hidráulica
Diâmetro mín. de curva 10,8 m
Relação de direção 14,9:1
N° de voltas entre batentes 3
FREIOS
De serviço Hidráulico, duplo circuito em diagonal, servoassistido, ABS
Dianteiros Disco ventilado de Ø 256 mm
Traseiros Tambor de Ø 200 mm
RODAS E PNEUS
Rodas Aço 5Jx14; opcional alumínio 6Jx15
Pneus 185/65R14S; opcional 195/55R15H
PESOS
Em ordem de marcha 901 a 998 kg
Carga máxima 509 a 412 kg
CONSTRUÇÃO
Tipo Monobloco em aço, 4 portas, 5 lugares
AERODINÂMICA
Coeficiente de arrasto (Cx) 0,345
Área frontal 2,01 m²
Área frontal corrigida 0,693 m²
DIMENSÕES EXTERNAS
Comprimento 3.897 mm
Largura com/sem espelhos 1.898/1.893 mm
Altura 1.564 a 1.467 mm
Distância entre eixos 2.466 mm
Bitola dianteira/traseira 1.429/1.416 mm
CAPACIDADES
Porta-malas 285 litros
Tanque de combustível 55 litros
DESEMPENHO
Aceleração 0-100 km/h 12,6 s (G), 12,3 s (A)
Velocidade máxima) 168 km/h (G), 170 km/h (A)
CÁLCULOS DE CÂMBIO
v/1000 em 5ª 30 km/h
Rotação em 5ª a 120 km/h 4.000 rpm
Rotação em velocidade máxima, 5ª 5.670 rpm

 

 

 

 



Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

  • CorsarioViajante

    Grande avanço este ótimo motor no Gol e o novo arranjo das marchas. Finalmente o detestável tanquinho sumiu (embora continue amolando o dono na versão superior 1.6 8v).
    O interior também evoluiu bastante, ficou bonito e disse adeus às cansadas saídas de ar redondas, pelas quais sempre tive horror. Muitos observaram que os painéis de porta não mudaram e não “casaram” com o novo painel. Não tive esta sensação mas não sou muito ligado nestas coisas.
    Realmente difícil entender este velocímetro, além de muito poluído esta contagem maluca não ajuda.
    POor fora, esta cor é linda, e a traseira ficou muito, muito boa graças ao vidro reto que, além de bonito, deve dar ótima visibilidade traseira, coisa que parece meio esquecida com minividros muito recortados. A frente ficou pesada, é nítida a vontade de usar elementos do Golf para “levantar a moral” do carro, mas acabou que não ficou legal para mim.
    E a dinâmica, como sempre, afiada, bom de dirigir.
    O que joga contra ainda é que, mesmo recebendo muitos aprimoramentos importantes, ainda passa aquele sabor de “carro cansado” que só uma geração totalmente nova vai tirar. Parece que vem em 2017 ou 2018, mas isso com certeza vai depender de como o país vai estar até lá – se ainda existir um país até lá.

  • Igor Lana

    Um velocímetro bem estranho, 2 escalas diferente e alternadas, vai ser muito fácil tomar uma multa com ele.

  • Alexander, NotTheKing

    Que coisa, acelera muito bem, aliás, de 0 a 100 deixa o Renegade 1.8 uma semana para trás.

  • Programador Maldito

    Meu deus do céu, o que é isso que fizeram no velocímetro!!!!!!

  • Carlos A.

    Como um Autoentusiasta faço votos de que a VW recupere terreno, para ficar melhor ainda, além desse atual 1,0 l acho que poderiam ter utilizado o moderno motor 1,6 l 16v (assunto discutido aqui no lançamento) no lugar do antigo. Uma pergunta: as revisões continuam — se feita por tempo — a cada 6 meses?

    • Carlos A.
      continua, não mudou.

      • Carlos A.

        Prezado Bob Sharp, grato pela resposta. De certa forma acho um retrocesso essa ‘troca de óleo’ com a tecnologia atual a cada 6 meses.

        • Carlos A.
          acho um retrocesso misturado com abuso da paciência do consumidor, obrigado a “pedir bënção” na concessionária a cada seis meses.

      • Matuck

        Digo bem claramente: não compro VW por essa política abusiva e ridícula de revisão semestral. Gosto dos carros, mas não aceito essa postura injustificável.

  • Paulo Junior,
    nada de aspereza e ruído pouco invasivo a 120 km/h. O interior e o painel melhoraram de fato. A pintura de qualidade nos chifres do motor (aprendi mais uma…) denota respeito ao comprador.

  • Rogério, entre um motor de 110 cv, e um de 101 cv, fico com o primeiro.

  • Café Racer,
    coincidência mesmo! Devia ter dado uma meia-trava!

  • Lucas Sant’Ana,
    no caso de o carro vir com as rodas de alumínio opcionais, é temporário, de aço e com pneu 185/65R14. Tem etiqueta de 80 km/h. Veja numa das fotos pequenas da galeria.

  • Paulo Junior,
    essa do chifre x cofre foi demais!

  • A. Shiga

    Bob, dado que o custo do motor TSI no up! é marginal, por que não dar ao menos a opção do TSI no gol?

    • A. Shiga,
      imagino que seria uma mudança muito extensa para resultar na mesma potência do EA-111, diferença de 1 cv. A única vantagem mesmo seria o IPI de 7% em vez de 13%. Acho que mudar por mudar seria muito mais lógico partir logo para o EA-211 1,6 MSI, mesmo torque com mais potência com álcool, um motor excepcional. E quer queira, quer não, motores de quatro cilindros são mais suaves que os de três e tudo sob o capô é um pouco mais simples do que um motor turbo.

  • Humberto,
    tudo bem, gosto é gosto, não se discute. Porém, a situação crítica a que você se refere é a mesma se ponteiro entrar na faixa vermelha ou se a luz acender. Fora que hoje os ponteiros dos termômetros não “passeiam” mais pela escala como em alguns anos atrás. Ele “prega” em 90 ºC artificialmente e quando há superaquecimento ele vai de uma vez, e não aos poucos, à faixa vermelha. Acredite.

    • Humberto

      Poxa! Dessa eu não sabia! Um ponteiro de temperatura para “inglês ver”. Agora não vejo muito sentido em colocar um instrumento analógico com esse “macete” em vez de uma luz-espia. Estética talvez? Que coisa.

      Humberto “Jaspion”.

      • Humberto,
        justamente, estética, “reloginho”.

  • Invalid_pilot,
    francamente, não sei o que você outros vêm de errado no revestimento de porta do Gol. Olhem para frente!

    • invalid_pilot

      Bob, ficou estranho, nao casa bem com o resto do painel, pior sao as marcações pra manivela de vidro manual, ja tinham gasto com a reestilização de para-choque e farol, poderiam ter colocado mais um pouco e mudado o forro.

      Mas talvez nao o fizeram ja prevendo nova geração em breve

      Nao deixaria de compra-lo por isso, mas ha quem reclama da lata na porta do Up! como se fosse algo que inviabilizasse o carro.

      • invalid_pilot,
        gosto é mesmo algo bem pessoal. Nem a questão do revestimento da porta do Gol, nem o do up! não cobrir a porta toda, me incomodam. Como costumo dizer, é para frente que se olha…

  • Invalid_pilot,
    deixar de comprar um carro e escolher outro só porque o seguro do primeiro é mais caro, é outra coisa que não me passa pela cabeça.

    • invalid_pilot

      Bob, todas as vezes que cotei seguro de Gol ficou mais que o dobro para um Up! por exemplo (pode ser pela minha região e perfil), não entendo o porque as seguradoras pedem caro nesse modelo em especifico.

      Levo em consideração isso pois seguro é aquele tipo de despesa que pagamos pra nunca querer usar,e ao meu ver quanto menos onerar no orçamento, melhor.

      Entre Gol e Up! qual dos dois voce acha mais bem acertado, digo conjunto da obra?

      • invalid_pilot,
        sem querer dar uma resposta do tipo “não me comprometa”, considero os dois iguais no conjunto.

  • Alexandre Sampaio,
    “arrancar” é só uma fase do desempenho.

  • Fernando,
    10.000 km.

  • Hemi426,
    obrigado. Em resposta, tudo isso (de carro flex) é para atender aos anseios dos gérsons. Seria muito melhor carros “inflex” só a gasolina ou só a álcool, com era nos anos 1980 e 1990.

  • Luiz Antônio Robaina Severo,
    eu não concordar com o ponteiro do velocímetro vertical a 130 km/h? Venho apontando isso há anos!

  • Lucas Sant’Ana

    O câmbio do Up! europeu é um 4+E com 120km/h@3400rpm em 5ª
    http://www.cars-data.com/en/volkswagen-up-1.0-60hp-move-up-specs/53913
    Se colocarmos o diferencial 4,188:1 esse gol ficará com um câmbio 4+E também (120@3500), o pior é que a VW tem um câmbio de 6 marchas com 6ª de relação 0,611:1, daria pra fazer um câmbio 5+E que com o diferencial original (4.929:1) ele rodaria em 6ª a 120km/h@3300rpm, uma marcha extra para vel. de cruzeiro.

  • Gustavo73

    Essa do velocímetro foi o pessoal da VWB tentando reinventar a roda?! Nas que coisa sem noção e desnecessária. Outra essa de tirarem o degrede do para-brisa. Já tive Gol Cli 95 com o item.

  • Leonardo Mendes

    A disposição dos instrumentos me fez lembrar de um relógio cronógrafo… apesar do erro na graduação do velocímetro citado pelo Bob eu gostei do resultado final.

    Os outros convivas mencionaram mais abaixo a ideia de um hipotético Gol TSI… acho que isso implicaria numa espécie de “troca de tiros” com o Up.

  • Lucas dos Santos

    Não tinha visto ainda como tinha ficado o painel de instrumentos do Gol. Infelizmente, não gostei.

    A começar pelo visual, aquele fundo em diferentes tons de cinza não ficou legal e só deixa o visual “poluído”. Eu achava o painel anterior perfeito, justamente pelo visual “limpo” dele.

    Quanto à escala do velocímetro, é, de fato, uma verdadeira bagunça. E fica ainda mais “bizarra” se a analisarmos detalhadamente. Levando em consideração os traços menores, a escala vai de 0 km/h a 60 km/h em incrementos de 2 km/h. De 60 km/h a 100 km/h, a progressão passa a ser em incrementos de 5 km/h. Dos 100 km/h aos 140 km/h segue em incrementos de 2,5(!) km/h! E dos 140 km/h aos 220 km/h volta a ser de 5 em 5 km/h. É realmente necessário esse “excesso de informação”? Por que alguém iria querer monitorar a velocidade com “precisão” de 2 (ou 2,5) km/h?

    Apesar disso, o carro parece ser ótimo e essa escala “bagunçada” do velocímetro acaba sendo mero detalhe em meio às demais qualidades. A atualização no motor, sem dúvidas, é a melhor das novidades. Acho que isso ajudará a tornar o motor de 3 cilindros mais “popular”, o que pode possibilitar uma diminuição nos custos de fabricação no futuro.

  • iBoost

    Bob, bom dia!
    A bastante tempo acompanho o AE e me cadastrei a pouco para postar comentários.

    Vejo sempre a crítica em relação ao parabrisa não ter a faixa degrade.

    Eu particularmente prefiro os carros sem a faixa. Tenho 1,90 de altura e normalmente essas faixas ficam exatamente no meu campo de visão. Já tive 16 VW’s (atualmente tenho uma Tiguan e um Golf TSI em casa) e um dos itens que gosto dos VW’s é justamente a inexistência da faixa.

    Imagino que o raciocino da VW seja exatamente esse. A estatura média alemã é bem alta e a minha reclamação deve ser a mesma de muitos motoristas alemães que preferem o carro sem a comentada faixa.

    Abraços.

    Fred

    • iBoost,
      interessante, mas meu filho tem 1,92 m e também sempre reclama da falta da faixa. E há pouco testei o novo Passat e tem o item.

      • Renan V.

        Pelo menos o Gol tem uma tela em volta do retrovisor central, que fica no mesmo nível das abas de sol quando em uso, para os raios não atravessarem entre elas com toda a força.

      • Roberto Alvarenga

        Podiam desenvolver uma película para os vidros que reproduzisse a faixa. Bem melhor que os “sacos de lixo”.

  • Renan V.

    O UP!, apesar de mais espartano, é muito mais moderno, tem o lance do seguro, que no Up! deve ser mais em conta e além disso, o Gol só vende bem na américa latina, já seu irmãozinho vende bem no mundo inteiro. É mais caro, o Up!, mas ficaria com ele.

    • Luciano Gonzalez

      Renan, o up! Não vende bem mundialmente, arrisco dizer que se vende mais Gol que up! No mundo inteiro.

      • Renan V.

        Será? Uma vez eu vi no UPclub.UK que tem up! até no Japão. Mas olha, com argumentos, o up! é cinco estrelas em segurança, o Gol, não. Quer saber, melhor você esperar para comprar o Gol 2018. Este será magnético…

  • Felipe Fred

    Luiz Antônio,

    Concordo com você quando diz sobre a faixa degradê. É um item “obrigatório” que as montadoras “pilantramente” esquecem de colocar em muitos carros que vemos por aí.
    A questão do motor, nisso tenho que dizer, hoje em dia não temos mais que ficar andando “explorando” a segunda metade do conta-giros como foi dito. Na Europa os carros já não exploram isso há muito tempo, pois as montadoras lá entregam motores muito superiores em desempenho e economia de combustível. Como exemplo, muitos carros lá, mesmo os de mais baixa litragem, já possuem “aspiração ou turbo” natural de fábrica. Isso é extremamente de uma inteligência e excelência total. No Brasil, as montadoras mais uma vez, “pilantramente” nem sonham em trazer essas maravilhas tecnológicas para cá. Ao invés disso, ficam fazendo maquiagem nos carros (como a Volks o fez recentemente com o Gol, Saveiro e Voyage). Ao invés disso, de ficar dando um tapa no visual, deveriam realmente inovar e trazer uma motorização nova a esses carros que, mais cedo ou mais tarde, vão sentir um grande “sufoco”, pois já não estão na liderança há algum tempo e vão continuar caindo ainda mais. Motor 1.0 hoje em dia, ao meu ver, só o UP TSI que realmente inovou, e acho que a partir daí as montadoras deveriam começar (principalmente a dona Volks dona do próprio UP TSI) a pensar em colocar esse tipo de motorização nos seus famosos 1.0L.
    Mas isso é opinião, que não se discute….. vamos somente acompanhar o passar dos tempos e ver se a Volks não está “errando” em não fazer isso….

  • Renan Sesti

    O velocímetro do meu Audi A3 é similar, e confuso, a deste novo Gol. Todavia e, curiosamente, na avaliação do Audi, o autor não achou isso estranho.

    • Renan Sesti,
      como assim? Verifiquei todas as fotos de Audi em arquivo e nenhum tem esse esquema de velocímetro do Gol.

  • Renan V.

    Efeito típico de todo Gol N.F. – A tampa do porta-malas, muito leve, só fecha corretamente se a batida for forte, do contrário, ela fica apenas no segundo estágio da fechadura, como nas outras quatro portas. E quase todos os Gols fabricados a partir de 2008 andam com a quinta porta meio fechada, meio aberta, inclusive este azul do teste. Para corrigir isso, só rosqueando os batentes, para que fiquem menos protuberantes. Palavra de dono.

    http://www.autoentusiastas.com.br/ae/wp-content/uploads/2016/03/20160322_105500.jpg

  • Rogério,
    sem dúvida que o fator altitude pesa, mas seria preciso um pouco mais de potência no 3-cilindros (o que é perfeitamente possível) para justificar a maior complexidade de um motor turbo em relação a um de aspiração atmosférica.

  • Diney,
    tal resposta do SAC é moral e legalmente correta. O preço é sugerido em qualquer marca, em qualquer lugar do mundo. Literalmente, o concessionário vende pelo preço que quiser, acima ou abaixo do sugerido. Cabe ao consumidor ser ou não trouxa.

  • Victor H,
    você certamente notaria no momento em que fosse observar o limite da via utilizada.

  • Márcio,
    foi por isso que a Ford tratou de mudar os emblemas do Maverick na versão brasileira…

  • Agnaldo Timóteo,
    realmente é bacana, mas lembre-se que o 1-litro é apenas uma dimensão física. Motores superalimentados têm potência e torque de motores de cilindrada pelo menos 70% maior.

  • Lemming,
    o consumidor brasileiro preza “patas largas” e as fabricantes apenas atendem esse desejo. Seção 175 mm daria e sobraria. Lembre-se que o primeiro Porsche 911, 2 litros e 130 cv, tinha pneus de Fusca “Itamar”, 165/80R15. Quanto ao painel, fora a trapalhada da escala do velocímetro, não tem nada de errado visualmente.

  • Otavio Marcondes

    Eu que já não gosto da escala do up! TSi, que tem início em 0, 10, 20 km/h, para só depois ser de 20 em 20 (numerada), essa do Gol ficou muito pior.

  • Renan Sesti,
    nesse caso não vejo nenhum problema, tem-se as marcações por dígitos ou traços. Nesse do Gol, nem traços de 70 e 90 km/h.

  • Obrigado, EddyNJ.

  • marcus lahoz,
    aprovadíssimo! E, de quebra, voltar o álcool de supermercado a 96º INPM, pois esse de 46º INPM, aguado, só para as criancinhas não se queimarem, é um dos maiores patrulhamentos que já vi, uma vergonha nacional.

  • Alessandro Peres,
    com toda certeza, e com o efeito colateral de diminuir drasticamente a possibilidade de aquaplanagem. Mas o brasileiro “é um povo muito inteligente”…

    • Roberto Neves

      Bob, eu não sabia dessa diferença no comportamento de pneus mais estreitos ou mais largos em relação à aquaplanagem. Já existe matéria sobre o assunto aqui no AE? Grato, abraço!

      • Roberto Neves,
        preciso ver, mas acho que não, embora sempre se fale nisso aqui.

  • Diney,
    o trouxa a que me referi é quem concorda em pagar preço acima do sugerido. Acredite, tem gente que até se vangloria disso.

  • Fórmula Finesse,
    claro, mas vá racionalizar custos assim lá na…

  • Davi Reis,
    entendo o que você quer dizer. Aí entra a parte subjetiva, e contra ela não há remédio.

  • Davi Reis,
    aliás, esse “atropelamento” na linha VW atrapalha um pouco. O problema é que o Fox foi planejado para ser substituto do Gol e isso acabou não acontecendo. E ainda surgiu o SpaceFox, quando na verdade tinham que ter feito a Parati G5.

  • Lemming,
    isso aí, a questão é estética, não técnica. Mesmo caso dos sacos de lixo, é para o carro ficar “lindão”.

  • Davi Reis,
    preços das peças empregadas nas revisões e tempo-padrão de execução, perfeito. Mas preço da mão de obra único no país inteiro considero uma das maiores aberrações instituídas, já que se custos como o de imóveis e salários variam enormemente até dentro da mesma cidade, o que dirá num país de 8,5 milhões de quilômetros quadrados? Disso resulta que concessionários de regiões mais caras são penalizados e consumidores de regiões afastadas estão pagando mais pela mão de obra do que deveriam.

  • Davi Reis,
    o fato é que não ter faixa me incomoda, e não sou o único a ter essa opinião.

    • Davi Reis

      Não chego a me incomodar muito, mas também prefiro com a faixa. É algo tão simples e barato mas que tem mesmo seu valor. Prefiro as mais grossas e escuras, mas as finas e mais claras também ajudam a quebrar o galho.

  • Davi Reis,
    pode ser, mas o que se anuncia são preços uniformes das revisões em todo o país.

  • Israel Bellotti Nicori

    Esse duto de admissão de ar é bem engraçado. Qual será o motivo? Captar ar frio mais distante do bloco?

    • Israel Belloti Nicori,
      toda captação de ar de admissão é no ponto o mais frio possível, e como o motor é pequeno para o cofre, ficou esse tubo meio que sozinho.

  • marcus lahóz,
    mais ignorante a população = maior facilidade em arregimentar eleitores. O “nós pega o peixe” não foi por acaso.

    • marcus lahoz

      Concordo 100%.

  • João Guilherme Tuhu

    A Fiat está fazendo as mesmas bobagens em termos de grade de vendas.

    • Davi Reis

      Até que o problema na Fiat é menor, mas também existe uma certa bagunça. Palio Fire, Uno Vivace, Novo Uno, Novo Palio, Punto e ainda vem o Mobi por aí. Dizem que este mata os dois primeiros, mas ainda fica carro demais. No caso da Fiat, a confusão fica mesmo na parte de baixo, enquanto na VW, a briga é entre todo mundo.

  • Thales Sobral

    Alexandre, o preço da VW é mais alto no site, mas ao vivo sempre rola desconto.

  • Renan V.

    Os G5 e G6 1.0 marcam até 200, F.F.

  • Luciano Gonzalez

    Vantagens do Gol:
    Gol: visualmente mais agradável, tanto interna como externamente, melhor acerto de suspensão, caixa de câmbio superior (MQ100 x MQ200), melhor estabilidade direcional em altas velocidades, regulagem da altura do cinto de segurança melhor, melhor acabamento interno no geral (o up! é esmerado, mas mais despojado).
    Vantagens do up!:
    Direção com assistência elétrica, mais seguro Passivamente (Isofix, carroceria com Hotstamp por todos os lados, contribuindo com o baixo peso e elevada resistência a impactos), alta rigidez torcional, acabamento de carroceria mais esmerado, bancos melhores, mais leve, consequentemente mais econômico e rápido.
    Os dois me satisfazem, acho que o Gol um pouco mais…. Se for para colocar o up! TSI na jogada, aí não me restam dúvidas, up! Na cabeça!

  • Luciano Gonzalez

    O TSI me tira o sono, o problema é que o orçamento está apertado. Ainda não o descartei.

    • Fórmula Finesse

      Faça um test drive “violento” e fique ainda mais insone…rsrsrsr

  • Roberto Alvarenga

    Gosto de velocímetros que marcam 120 km/h com o ponteiro a 90º em relação à linha de base. Fica bom para manter a velocidade no limite em rodovias.

    • Roberto Alvarenga,
      mas nesse caso você não aproveita a tolerância legal do Inmetro, em que dá para ir até 129 km/h de velocidade verdadeira sem cometer infração.

    • Lemming®

      Aí depende da rodovia…(> trechos)
      Carvalho Pinto – 120
      Dutra – 110>80
      Tamoios – 80>60

  • CorsarioViajante

    Não perca tempo, compre aquele outro álcool em gel para rechaud ou próprio para acender churrasqueira.

  • VeeDub,
    determinadas recusas de comentários abrangem qualquer fabricante por serem considerados impróprios. Mas você sempre é bem-vindo ao AE.

  • Rogério Ferreira,
    os inflex não tiveram o mesmo desenvolvimento dos flex, a comparação é falha. Um caso que me lembro foi quando saiu o Honda Civic flex, a Quatro Rodas fez um comparativo inflex x flex e este perdeu.

  • Davi Reis

    Painel da Parati GLS ou Voyage Sport, certo? Acho um dos mais bonitos de todos, talvez junto do GTS, que tinha o diagrama de marchas no lugar do logo da VW. O do GTi, vermelho, me parece um pouco cansativo.

  • Fat Jack

    Putz, como deixaram passar esta mancada no velocímetro?
    Bob, como isso não altera as marcações?
    E apesar de não APzeiro gosto do Gol de forma geral (exceto G4), gostaria muito que a VW disponibilizasse sem exagerar no preço o motor 1600cc 16v (diz a lenda de que ele pode abandonar a linha do Gol na linha 2017), muitos concorrentes já dispõe de motores assim e servem de argumento para vendas.

    • Paulo Roberto de Miguel

      Mancada mesmo. Engraçado que sabem fazer o velocímetro perfeito, mas resolveram mexer.

  • Newton,
    nada a ver, você sabe disso. Se a luz acender, para-se o carro assim que se puder, do mesmo modo que se o ponteiro entrasse na faixa vermelha. A junta não queima nessas duas situações.

  • Rodrigo R,
    é sério que você acha mais importante direção com assistência elétrica do que faróis de neblina? Até quando se encontra neblina? E o termo “básico” significa tão-somente a versão de menor preço sem nenhum opcional. Existe Audi, BMW etc. básico, como não?

    • Paulo Roberto de Miguel

      Em vista de a direção ser usada sempre e o farol às vezes, entre um e outro também fico com a direção.

      • Paulo Roberto de Miguel,
        se a direção com assistência hidráulica apresentasse algum tipo de problema ou desconforto eu concordaria com você. Mas desprezar a melhor visibilidade possível sob neblina, mesmo que esporádica, não me parece ser o mais sensato.

  • Razyr Wos,
    não creio que a VW aplique o 1,0 TSI no Gol, já que seria bem mais simples e praticamente de mesmo resultado partir para o EA-211 1,6 16V.

  • Paulo Roberto de Miguel

    Verdade. Também achei exagerados os pneus. Geralmente pequenos carros com pneus mais ‘normais’ ficam mais ágeis.

  • Ricardo kobus

    O meu também é 1994, a algum tempo está com um volante do Gol GT que gostei muito, na minha opinião melhor que o famoso 4 bolas.
    Mas o painel do Gol GL é um sonho, mas não pretendo mudar do meu como muitos fazem.

  • Ricardo kobus

    Davi,
    Já ia esquecendo esse painel da foto não é o que tenho, como não tinha nenhuma peguei aquela como referência, o que possuo está sem o acrílico, mas o preço que paguei foi ótimo, perante os pedidos pela internet.

  • Fórmula Finesse

    Então sabe o que vai perder – rsrsrsr

  • C. A. Oliveira,
    francamente, morro sem entender qual o problema levantado por você e outros da marcação onde seria o furo para passagem da árvores do elevador de vidro. Ainda hoje estava dirigindo esse Gol e acho incrível essa reclamação. Quanto ao termômetro e medidor de combustível, tenho excelente memória, mas não para gravar esse detalhe de escala, se há outros ou não, mas uma coisa é certa, maior a escala, maior a precisão de leitura. / Isso de justificar ou não três modelos tão próximos disputando um mesmo consumidor, vejo como um problema para a fábrica e uma dádiva para quem quer fazer uma escolha.

  • Leo-RJ,
    nos motores EA-211 a carcaça do filtro de ar é o que seria a cobertura de plástico em outros motores.

    • Leo-RJ

      Preferido assim, mais “comedida”… rs.

  • Paulo Roberto de Miguel,
    entendido então. Mas, como você, entre direção assistida e faróis de neblina, fico com a primeira. Mas não por questão de não querer fazer força, e sim porque com a assistência a relação de direção pode ser mais baixa (direção mais direta). Só não se aplica a carros leves de motor traseiro, como o venerável Fusca e o novo Renault Twingo, em que o pouco peso na dianteira enseja direção de relação baixa.

    • Paulo Roberto de Miguel

      Após passar a dirigir carros com direção assistida, notei que, além do conforto, o dirigir se torna mais preciso devido à facilidade de executar as manobras, então no dia-a-dia é um item até de segurança ativa.

      • Paulo Roberto de Miguel, é claro, precisa-se virar menos o volante tanto nas manobras quanto ao virar curvas de esquina.

  • Rodrigo R,
    mas como fica o “a não ser”? Então se você escolher a direção de assistência elétrica “não haverá”?

  • Luiz AG

    Hoje é fácil fazer isso, já que o velocimetro “analógico” não passa de um motor de passo. É só a injeção determinar a posição que o ponteiro deve estar.
    Codificação de padaria na injeção.
    Sinceramente não vejo problema algum, já que o importante é marcar a posição do ponteiro, e não ler.
    Assim como brigo (saudávelmente) com o Bob com relação ao lado do velocímetro/contagirus.

  • Danilo K

    Essa bagunça no velocímetro já é motivo suficiente para desconsiderar a compra do veículo. Ainda mais em tempos de prefeitura gananciosa.

    • WSR

      Mas o velocímetro é bem completo e claro de 0 aos 60 km/h. Pior é a minha velha Parati, que começa nos 20. Como farei quando o limite de velocidade nas vias forem menores que os 20 km/h? rs.

  • CorsarioViajante

    Não só polícia. Veja como pessoa física compra Spin. Motivo é claro: única opção do gênero.

  • Victor Hugo, claro, mas a Volkswagen abastece os carros de teste com gasolina com 22% de álcool, a E22, que é a utilizada no desenvolvimento e teste dos motores. É um direito dela. Lembro que as gasolinas premium e a Podium são E25.

  • Rubergil Jr. , exatamente isso. Inclusive, todos os limites de emissões levam em conta o carro abastecido com essas gasolina E22

    • Rafael Santos

      Isto é, todos os testes de emissões levam em conta um carro abastecido com um combustível que não está disponível para ninguém… Braziu ziu ziu!

      • Rafael Santos, há décadas que digo que o Brasil tem uma maldição energética.

  • Tommy

    Acho que o 1,0 Turbo só vem com a nova geração, por ora,permanece tudo assim.

  • WSR

    Legal mesmo era o 15″ no Fusca. 🙂

  • Cadu

    A maioria dos VW tem essa escala de combustível. Meu Jetta é assim. Acho ótimo. Mais preciso, mais controle de autonomia… Nem se compara um ponteiro analógico a um digital como já tive no HB20 e New Fiesta.

  • Thiago, como notei no up! MPI, a diferença com e sem ar-condicionado é bem pequena.

  • Gabriel, a qual matéria você está se referindo? A que falo do Gol EA111 3-cilindros, http://www.autoentusiastas.com.br/ae/2016/02/gol-voyage-2017/, mostra claramente que as suas marchas são em média 10% mais longas que as do Gol EA111 TEC 4-cilindros. Só as marchas, não os diferenciais, que são iguais. Está tudo certo, Gabriel. Se ficou dúvida, volte ao assunto.

  • Gabriel, ah, bom.

  • Frederico Lacerda

    Sou proprietário de um Gol Trendline 1,0 2017 motor 3-cilindros, com os opcionais ar-condicionado, direção assistida hidráulica, acionamento elétrico dos vidros das portas dianteiras e trava elétricas nas quatro portas. Adquiri-o em janeiro na concessionária Saga em Goiânia (GO) e ele encontra-se hoje com 780 km rodados, com média de consumo de 8 km/litro de álcool. Ontem andei em torno de 26 km em estrada de chão, o carro estava com 300 kg de carga, abasteci R$ 20,00 em um posto antes de iniciar este percurso, o que totalizou 7 litros de combustível, pois o carro havia acabado de acender a luz de advertência de combustível, fiz o meu percurso e para minha surpresa ao encerrar o mesmo no total de 26 km a luz de advertência de combustível acendeu novamente, isso significa que ele fez em média a incrível marca de 3,71 km/litro! Então gostaria de saber sobre a seguinte informação: “Na cidade, o Gol 1,0 fazia 11,6 e 7,7 km/l (gasolina e etanol); agora faz 12,9 e 8,8 km/l. Na estrada, o consumo era de 13,9 e 9,6 km/l (gasolina e etanol) e agora é de 14,5 e 10,3 km/l. A potência também subiu, de 72/76 cv para 75/82 cv.” Obrigado.

    • Francisco, a luz de reserva é aproximada, não serve para avaliar consumo. E este depende da maneira de dirigir. Os dados de consumo informados são fornecidos pela entidade Inmetro e são precisos.