Depois de lançar o modelo Extreme para a picape Strada Adventure, a Fiat agora amplia a série para a perua Weekend, o Doblò e o Idea.

O principal destaque da série especial Extreme é a nova central multimídia com câmera de ré, que agrega bastante tecnologia e várias funcionalidades, oferecendo muita comodidade para o motorista e também para os passageiros.

Este equipamento presente em todos os modelos desta nova série especial, traz tela de toque com tamanho de 6,2 polegadas e as seguintes funções: TV digital, navegador, Bluetooth, câmera de ré, rádio AM/FM, DVD, CD Player, USB, entrada auxiliar, chamadas telefônicas e controle dos comandos no volante. Bastante completo, e que não despreza os CDs, quase sempre negligenciados nas centrais multimídia atuais.

Externamente, a Adventure Extreme traz vários diferenciais, como novas rodas de liga leve, grade dianteira e moldura dos para-choques com pintura exclusiva, uma cor inédita nos modelos Adventure — branco Kalahari — e o emblema Extreme. Mas cada modelo recebeu uma caracterização e equipamentos específicos.

Preços da Série Especial Adventure Extreme:

Weekend Adventure Extreme – R$ 70.180
Idea Adventure Extreme – R$ 70.380
Doblò Adventure Extreme – R$ 84.370

JJ

 

Sobre o Autor

Juvenal Jorge
Editor Associado

Juvenal Jorge, ou JJ, como é chamado, é integrante do AE desde sua criação em 2008 e em 2016 passou a ser Editor Associado. É engenheiro automobilístico formado pela FEI, com mestrado em engenharia automobilística pela USP e pós-graduação em administração de negócios pela ESAN. Atuou como engenheiro e coordenador de projetos em várias empresas multinacionais. No AE é muito conhecido pelas matérias sobre aviões, que também são sua paixão, além de testes de veículos e edição de notícias diárias.

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  • Ze Brasileiro

    A Fiat deferia se livrar desta linha obsoleta que pouco mudaram dos anos 90 para cá. A maior prova são os resultados em crash-tests como o Latin NCAP.

    • Zé Brasileiro,
      você se incomoda com o fato de esses carros da Fiat não participarem do “Marketing das Estrelinhas NCAP”, como se a integridade física dos ocupantes estivesse totalmente garantida num acidente? Eu e muitos, nem um pouco.

  • Cris Dorneles

    Ficou com jeito de gambiarra, principalmente no Doblò, mas é louvável a tentativa de adequar os produtos. E ainda bem que tem o leitor de mídia física (CD/DVD), isso é algo que muita gente ainda não despreza.

  • Zé Brasileiro,
    andarem pouco, discordo totalmente. Quanto ao consumo, já disse e repito: consumo do nosso carro é o que nós queremos.

  • BlueGopher

    Os testes de validação, como os NCAP são muito interessantes e desejáveis, mas devemos considerar que os fabricantes acabam projetando seus veículos objetivando sempre que seu melhor desempenho aconteça justamente nas condições em que os veículos serão testados.
    E num acidente real as condições (velocidade, ângulo de batida, etc) podem ser muito diferentes do teste de validação.

    Quando houve mudanças na maneira em que os veículos eram submetidos aos crash tests europeus, muitos carros perderam estrelas, até que fossem readaptados às novas condições.
    Já em testes de poluição, acabamos de acompanhar o dieselgate, o que demonstra bem esta teoria de otimização ao teste oficial.

    • Alexander NotTheKing

      Mas todo fabricante em todos os produtos adequam seus produtos para passar pelas fiscalizações.

      Por isso mesmo que existe estes órgãos e empresas, para REGULAR e fiscalizar a brincadeira.

      Veja os EUA, eles começaram a testar o impacto contra um poste na porção de 25% onde exige uma estrutura forte da coluna A.

      Quando começaram, foi um desastre para todos, especialmente os Jeep e não bastou um ano e reforçaram a estrutura.

      Descobriram que estes acidentes eram comuns e causavam grandes danos ao motorista.

      Também começaram a realizar um teste de colisão traseira. Resultado, todo mundo correndo para adequar seus produtos, inclusive o Fiat 500.

      Neste caso, por força de lei, aconselhado pelo IIHS eu acho.

      Eu acho a mais grosseira de todas, os testes de emissões, como já foi mostrado e provado por engenheiros, até os câmbios dos carros europeus estão sofrendo alterações de relações de marchas para se adequar a passar nos testes e não ao prazer na condução.

      Já os testes de colisão são bem mais precisos, por se tratar de algo tão caro e complexo, não é possível avaliar de forma tão ampla, mas estão evoluindo e a prova está ai.

      É muito mais fácil realizar testes de emissões em condições reais do que um crash test, óbvio, mas por incrível que pareça, ninguém se esforça para modernizar os testes de emissões.

  • João Guilherme Tuhu

    Esses preços são para rir ou para chorar? Vão empoeirar no pátio…

  • Eduardo Edu

    Caro, não é?

  • João Lock

    Suponho que deve ter caído em algum barranco. Fiquei curioso também.

  • CorsarioViajante

    Perfeito, é sempre bom ver o LAtinCap não só pelas estrelas, mas principalmente pelos relatórios que eles fazem. Por exemplo, independente do número de estrelas, um carro ter o habitáculo considerado instável é preocupante. O assoalho rasgar também, e por aí vai. Não basta ver as estrelas mas sim interpretar.

  • CorsarioViajante

    Com certeza falta a opção do 1,6 na civil. Mas mesmo esquecendo o motor fraco, a linda carroceria não esconde o projeto datado e cansado, que aparece por toda parte na ergonomia, aproveitamento de espaço, entreeixos, etc. É pena, devia ou ser mais barata ou oferecer mais. DO jeito que está fica bem irreal comprar.

  • Lemming®

    Considerando que os projetos devem ser do século passado e a motorização idem…o que vende é lucro…hehe

  • Daniel S. de Araujo

    Não tenho birra dos moderninhos, aliás temos um moderninho bem bacana na garagemcom alguns itens de segurança ativa e passiva.. O que eu tenho birra é de um bando de idiotas que se acham os pilotos, devidamente protegidos em seus habitáculos Latin NCap 5 estrelas. O que me irrita é esse pre-julgamento NCap 5 presta, NCap 1 estrela, não serve.

    Uma Kombi dificilmente sai muita besteira porque quem está ao volante de uma sabe das limitações do veículo mas pegue um veículo com ABS, EBD, ESP etc. e com Latin NCAP alto… Sobram candidatos a fazer asneiras ao volante. Atente que grande parte dos acidentes graves nas mas, bem como os prêmios de seguros mais altos envolvem veículos que, além de alto desempenho, são repletos itens de segurança ativa e passiva. Outro dia ainda saiu a notícia de um acidente fatal aqui na região. Um Celta? Logan? kombi? Uma BMW do ano!

    • CorsarioViajante

      Daniel, sempre existiram idiotas que se acham pilotos, ontem, hoje, amanhã… Em qualquer carro.
      Ontem mesmo na bandeirantes uma kombi entrou vindo do rodoanel e simplesmente “cortou” as cinco faixas indo direto para a esquerda, a uns 70km/h, quase causando vários acidentes e engavetamentos. E ali ficou, não saiu mais, todo mundo teve que passar pela direita. O que isso prova? Nada. Que existe bração em toda parte e em todo carro.
      Da mesma forma vejo muita gente que tem carro antigo e confia demais porque “são feitos de aço mesmo e não de plástico”, ou seja, só trocou seis por meia dúzia.
      No fim é a velha mania de achar que quem causa o mal é a coisa, não a pessoa.

  • Gustavo73

    O Ka não tem aço boro. o EcoSport tem.

  • CorsarioViajante

    Será? Eu vejo a Spin, que vende regularmente uma boa quantidade, mesmo sendo feia e tendo um motor “questionável”… Vejo um monte de gente querendo um carro espaçoso/familiar mas que não seja “altinho”, e simplesmente não tem produtos com um conjunto convincente por menos de uns 70.000.

    • João Guilherme Tuhu

      Estou me referindo à versão Trekking. Acho também a melhor , mas é a menos vendida das Weekend (que já vendiam pouquíssimo)

  • Boa. Visual fora-da-lei.