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A Ford criou uma atração extra para os proprietários do Mustang Shelby GT350 e GT350R, modelos 2015 e 2016, nos Estados Unidos: um curso de pilotagem em circuito fechado com instrutores profissionais. O objetivo é dar a motoristas com diferentes níveis de habilidade a oportunidade de conhecer e experimentar todos os recursos do esportivo de mais de 530 cv.

O programa, chamado GT350 Track Attack, começa com um jantar de boas-vindas. Ele é seguido de um dia na pista com aulas teóricas e práticas, incluindo técnicas de direção para altas velocidades, frenagem, troca de marchas e curvas, além de detalhes dinâmicos do veículo.

“O Shelby GT350 é um carro que precisa ser experimentado em um circuito fechado. Queremos mostrar aos proprietários como desfrutar ao máximo o seu desempenho. Acima de tudo, é muito divertido”, diz Jim Owens, gerente de marketing da Ford Performance.

O curso é oferecido como cortesia e os participantes não precisam levar seu carro, arcando apenas com a passagem aérea e hospedagem. Eles podem levar um acompanhante e também têm a opção de fazer mais um dia na pista, pilotando modelos de competição derivados do Mustang Boss 302 e Mustang GT.

“Independentemente da habilidade do participante, esta é uma experiência incrível”, diz Dan McKeever, presidente da Ford Performance Racing School. “Desde um piloto de final de semana a um colecionador, o programa ensina o que é necessário para aproveitar o Mustang Shelby GT350 no ambiente para o qual ele foi projetado”.

O motor V-8 de 5,2 litros do Mustang Shelby GT350 é o de aspiração natural de série mais potente já produzido pela Ford e venceu este ano o prêmio “10 Best Engines” da WardsAuto, único V-8 premiado.

JJ

Sobre o Autor

Juvenal Jorge
Editor Associado

Juvenal Jorge, ou JJ, como é chamado, é integrante do AE desde sua criação em 2008 e em 2016 passou a ser Editor Associado. É engenheiro automobilístico formado pela FEI, com mestrado em engenharia automobilística pela USP e pós-graduação em administração de negócios pela ESAN. Atuou como engenheiro e coordenador de projetos em várias empresas multinacionais. No AE é muito conhecido pelas matérias sobre aviões, que também são sua paixão, além de testes de veículos e edição de notícias diárias.

  • Fórmula Finesse

    Bela iniciativa, e necessária. Um bicho desses deve rodar sobre o próprio eixo com muita facilidade se o caboclo pisar forte na tábua, têm potencial letal como uma moto esportiva…é preciso cabeça e experiência! Se bem me lembro, a Fiat fez algo parecido com os compradores do Tempra Turbo em 1994.

  • CorsarioViajante

    Enquanto isso, enrola há décadas para trazer o mustang oficialmente para o Brasil, sempre com uma desculpa pronta: quando o dólar era baixo, a geração estava no fim da vida. Daí lançaram a nova, e tinham que tropicalizar. Daí dólar ficou alto. Parece até a Fiat com a Alfa, que enrola tanto que já perdeu até a graça.

  • Thiago Teixeira2

    Vejo o Mustang como o carro mais “pista” dos superesportivos. A Ford deixa um pouco de lado o fator showcar, que aproxima mais o cliente que busca ostentação, status. Essa percepção fica mais clara se observarmos que tem Ford na maiorias dos eventos de automobilismo, na diversidade de projetos de desempenho dos produtos da marca feitos pela própria marca, por marcas homologadas e preparadores independentes.