O Gol e o Voyage 2017, ainda em sua 5ªgeração e  que completa oito anos em julho — a 6ª só deve chegar em 2018 — acabam de receber modificações importantes, anunciadas hoje pela VW.  As versões de 1 litro ganham o motor de 3 cilindros EA-211,  representando fim de carreira para o 4-cilindros EA-111 na linha Gol, e foram aportadas algumas modificações na carroceria, principalmente internas. Estas estão no painel de instrumentos completamente redesenhado, em sintonia com os tempos atuais, uma mudança oportuna e sobretudo necessária para os olhares voltarem ao ex-rei do mercado brasileiro, reinado que durou 27 anos (1987-2013).

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Painel do novo Gol/Voyage 2017 (divulgação)

Assim era o painel até então:

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Uma solução magnífica associada ao novo painel é o suporte para telefones móveis. incluído em qualquer dos dois pacotes de infotenimento.

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Uma ótima solução, ter onde fixar o aparelho móvel; pode ficar na vertical também, os grampos de fixação são ajustáveis (foto divulgação)

As mudanças externa foram menores, especialmente na dianteira, que conserva a “cara Wolfsburg” que vem dando identidade à marca nos últimos anos. Na traseira do Gol está a mudança de maior impacto, o formato do vidro traseiro que passou a ter a base reta, evocando o primeiro Gol, de 1980.

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Na traseira do Gol, a maior mudança, formato do vidro (foto divulgação)

No Voyage praticamente não houve mudanças, a mais significativa, claro, sendo o painel. O que não mudou nos dois modelos foi o motor 1,6-litro, que permanece o “MSI pobre”, ou seja, o EA-111, na versão Highline. Era de se esperar que a VW aproveitasse o momento da mudança radical da motorização 1-L no Gol e no Voyage para estabelecer um marco divisor na linha aplicando o EA-211 (o MSI “rico”),  superior em tudo ao EA-111. Certamente adicionaria valor ao Gol e ao Voyage.

O três-cilindros

No caso das versões 1-litro do Gol e do Voyage, Trendiline e Comfortline, houve nítida adição de valor com a aplicação do EA-211 tricilíndrico, um motor incomparavelmente mais moderno que o anterior. A potência é maior, passou de 72/76 cv (sempre gasolina antes, “norma” do AE) a 5.250 rpm para 75/82 cv a 6.250 rpm. Com gasolina o torque ficou igual, mas a rotação de pico baixou de 3.850 para 3.000 rpm e segue num platô até àquela rotação superior. Mas com álcool o torque caiu de 10,6 para 10,4 m·kgf, com o mesmo comportamento de rotações de com gasolina. Ou seja, houve aumento de potência à custa de rotação e aumentou a elasticidade devido ao torque máximo ocorrer em rotação mais baixa agora, havendo mais potência em giro baixo.

Dirigindo-os percebe-se melhora nítida  em acelerações e retomadas, apesar de ter havido alongamento de todas as marchas mantendo a mesma relação de diferencial. Veja na tabela abaixo, considerando a maior medida dos pneus, 175/70R14, raio dinâmico 292 mm:

 

EA-111 4-cilindros EA-211 3-cilindros
Marcha Diferencial v/1000 Marcha Diferencial v/1000 Dif. + %
4,167 4,929 5,360 3,769 4,929 5,926 10,6
2,300 4,929 9,710 2,095 4,929 10,660 9,8
1,433 4,929 15,585 1,281 4,929 17,434 11,9
0,975 4,929 22,906 0,927 4,929 24,092 5,2
0,776 4,929 28,780 0,740 4,929 30,180 4,9

 

A aceleração 0-100 km/h era feita em 14,4/14,1 segundos e agora é em 12,6/12,3 segundos, um ganho apreciável. Melhorou também a velocidade máxima, que passou de 158/160 km/h para 168/170 km/h (álcool), outro ótimo ganho. A diferença de área frontal corrigida entre o antigo é o novo é pequena, era 0,702 m², é 0,693 m² agora, informa a fábrica, diferença de 1,3% (os Cx são iguais, a diferença é na área frontal, 2,01 m² ante 2,03 m²). É pouco mas sempre ajuda, como também contribuem os pneus de baixo atrito de rolamento.

Com o alongamento das marchas, o motor, quando o carro está na sua velocidade máxima, agora fica aquém da rotação de potência máxima em 650 rpm, a 5.600 rpm. Antes, ultrapassava-a em 300 rpm, a 5.550 rpm. Com a alteração das relações das marchas, que antes era 4.170 rpm a 120 km/h em 5ª marcha, agora é quase 4.000 rpm.  Como já sentido no up!, a suavidade de funcionamento desse motor faz 4.000 rpm parecer menos. Continua a impressionar a voracidade para subir de giro, chegando ao corte limpo a 6.500 rpm bem antes do que se espera.

Há um quê de estranho, escutar “um som de up!” num Gol ou Voyage, já que é uma novidade na linha, sendo que o mesmo não ocorreu com o up! por se tratar de um produto inédito entre nós. Estranho, mas nada ruim, pelo contrário, trata-se de real vida nova aos dois VW.

De resto, o Gol e o Voyage são como vinho, estão cada vez melhores de andar. A sensação de robustez que passam é notável, como é seu temperamento na hora de serem exigidos ao máximo. A precisão da direção, o funcionamento suave de todos os comandos, o rodar firme sem ser duro, tudo leva a acreditar estarem esses dois no melhor de sua forma.

O “estarem como vinho” reflete-se também na impressão de boa fabricação e montagem, com uma qualidade de pintura que impressiona de tão perfeita.

App-Connect, a novidade

O App-Connect é o novo sistema de infotenimento da Volkswagen, uma tecnologia global que equipa também o novo Passat. O sistema permite o espelhamento de smartphones na tela tátil com as plataformas MirrorLink, Apple CarPlay e Google Android Auto. As telas são de alta definição em cores e de 6,33 polegadas para máxima visualização e interatividade, além da leitura de mensagens de texto (SMS, short message service) do telefone celular por meio dos alto-falantes. Além disso, é possível responder a mensagem por comando de voz, que enviada em formato SMS. Outro benefício do AppConnect é se poder parear dois celulares ao mesmo tempo, uma facilidade que traz grande benefício.

Para registrar a chegada do Gol mais conectado de sua história de 36 anos, foi criado o pacote “Gol Connect”, uma série especial exclusivamente na cor azul Lagoon, de grande jovialidade. A cor está na carroceria bem como no painel e nos exclusivos tecido dos bancos.

O Gol Connect vem com central multimídia Discovery Media, a topo de linha, que além do espelhamento traz um sistema de navegação integrado. A versão pode ser equipada com a novidade que é suporte para celular posicionado no centro do painel em posição elevada, de perfeita visibilidade, para um dirigir mais seguro e também interativo. A série inclui adesivos pertinentes a ela, um pacote elétrico, sensor de estacionamento traseiro e exclusivas rodas de aro 15 com pneus 195/55R15 de baixa resistência de rolagem.

Matéria provisória

No momento que está matéria foi para a rede, 19h30, hora determinada pela VW como fim do embargo de mídia, o AE está no evento de apresentação desses novos VW, no Citibank Hall, no bairro de Santo Amaro, em São Paulo.

Assim que possível essa matéria será atualizada com os preços e amanhã (terça 23/2) será publicada matéria mais ampla.

Launch

O momento em que o Voyage e o Gol foram apresentados oficialmente nesta noite de segunda-feira (foto autor)

BS

Atualização (22/2 20h30 e 22h30)

Preços do Gol:

1-litro
Trendline: R$ 34.890
Comfortline: R$ 42.690

1,6-litro
Trendline: R$ 40.190
Comfortline: R$ 47.490 (I-Motion + R$ 3.300)
Highline: R$ 51.990 (I-Motion + R$ 3.300)

Gol Connect
1,0 manual R$ 45.190
1,6 manual R$ 49.990 (I-Motion + R$ 3.300)

Preços do Voyage:

1-litro
Trendline :R$ 40.990
Comfortline: R$ 46.590

1-6-litro
Trendline :R$ 44.590
Comfortline:   R$ 49.790 (I-Motion + R$ 3.300)
Highline:  R$ 55.290 (I-Motion + R$ 3.300)



Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

Publicações Relacionadas

  • TSI

    Quando lerei:
    VW aposenta o 1.6 e todas suas linhas e a partir de hoje passa a utilizar apenas o 1.0 Tsi, deixando de enquadrar seus veículos na alíquota de 11% e passando a se enquadrar na alíquota de 7%?
    Será que o consumidor algum dia deixará isto acontecer? Será que evoluiremos?

  • Carlos Eduardo Favoreto Milani

    O belo painel indica que toda mudança é bem-vinda. Contudo este não casa com o acabamento das portas (detalhes arredondados que remetem a G5). Da mesma maneira que os faróis de neblina redondos, que na minha opinião, denotam um regresso de design. Regresso funcional temos no farol agora somente monoparábula. A dirigibilidade sempre foi acertada, agora somada com o excelente EA-211 vai ficar mais agradável certamente… Necessitava uma nova geração?! Provavelmente não. Vai voltar a ser líder?! Idem.

    • Franklin Weise

      Realmente, a diferença entre o painel (novo) e os revestimentos de porta (antigos) salta aos olhos e ficou com cara de facelift barato. Não terá impacto nas vendas e será (mais) um detalhe a ser lembrado na lenta e constante derrocada da VW no Brasil.

  • Davi Reis

    Fiquei mesmo a ver navios com essas alterações. Se foram os faróis duplos, o motor MSI mais moderno, perderam a chance de adicionar novos equipamentos (além das centrais multimídias), nada de direção elétrica e outros pormenores. Já vi a VW fazer muita coisa estranha, mas como essa…. E questão de gosto, achei todas essas mudanças estéticas extremamente questionáveis. Como fã dos ótimos dotes dinâmicos do carro e da marca, realmente lamento ver essas alterações, aparentemente, pouco criteriosas.

    • Gustavo73

      O MSI de verdade só vinha na irracional versão Rally que deixou de existir. Poderia passar a vir na Highline, mas a infinita maioria dos Gols hoje vendidos são 1.0 aonde se concentrou a principal e bem vinda mudança.
      Esse facelift é um “tapa buraco” a nova geração chega em 2 anos.

      • Como seria bom se todos tivesse essa facilidade de entender as coisas!

      • Davi Reis

        No caso do 1 litro, realmente melhorou bastante com o novo motor, mas ainda acho estranho o abandono do motor EA-211 1,6 litro (será que andam produzindo esse motor no limite?). Se formos olhar bem, o Fox atual também é um “tapa buraco” e nem por isso deixou de evoluir bastante na última mudança, talvez por sua alcunha de premium, mas acho que o Gol podia sim mudar de um jeito diferente. Ainda mais que se tratando de VW, eles demoram para lançar um carro novo (ainda que venha sempre acertadíssimo, caso do Polo, Gol AB9, Gol G5 e outros), e acho que irá levar mais de dois anos para vermos um Gol novo entre nós. E vale destacar também que numa linha de evolução, por assim dizer, apostaria que o novo Fox apareceria antes, já que ele apareceu em 2003 e o Gol atual, em 2008. A não ser, claro, que o plano seja o mesmo do Polo, ser abandonado até à morte, mas este não parece ser o caso.

        • Davi Reis,
          nunca me esqueci do que li no livro do Soichiro Honda, “Quem faz o mercado é o industrial, faça um bom produto e ele venderá”. Não importa que Gol 1,6 seja apenas 20% do total, o fato é que se saísse agora o motor EA211 1,6 muitos voltariam a pensar no Gol. Tenho certeza absoluta disso.

        • Gustavo73

          O 1.6 16v só vinha no Rally que não existe mais. Li uma matéria na 4R que fala que 80% dos Gols são 1.0. Então a grande maioria dos consumidores terá uma melhora real. O 1.6 8v fica pra brigar com o Onix 1.4. Também já me perguntei se exite alguma limitação na produção dos EA211 além do 1.0 aspirado (tem pouco tem foi anunciado um investimento na fábrica de motores da VW). A VW é realmente lenta, essa atualização não tem nada que não pudesse ser lançada em 2015 por exemplo. Mas acho que o lugar do Gol está decidido. Ele será o compacto de entrada, o Fox viraria o novo Polo, Spacefox viraria o novo Suv compacto. Gol e Voyage vão brigar com Ônix e Prima e cia. E o Up o sub compacto.

          • Gustavo73,
            não há nenhuma limitação de capacidade de produção do EA211 1,6, já chequei isso. O Gol Rallye consta do site de imprensa da VW. Onde você leu que não existe mais?

  • Carlos A.

    Caro Bob Sharp, não consigo entender a VW. A notícia começou ótima com a divulgação do motor de 3 cilindros de série nesses modelos, já não colocar o 1,6 litro moderno mantendo o antigo não fez sentido.

  • Atualização com os preços do Gol.

    Preços do Gol:

    1-litro
    Trendline: R$ 34.890
    Comfortline: R$ 42.690

    1,6-litro
    Trendline: R$ 40.190
    Comfortline: R$ 47.490 (I-Motion + R$ 3.300)
    Highline: R$ 51.990 (I-Motion + R$ 3.300)

    • Roberto Alvarenga

      A versão 1-litro Comfortline vai dar uma alavancada nas vendas. A VW acertou a faixa de preços – acima do Uno e o Ka e abaixo do Palio e do Onix.

  • Costa

    Poxa, a VW bem que poderia mudar esse design cansativo do Gol, as lanternas traseiras continuam muito feias e desproporcionais. Aliás toda a linha VW com carros praticamente idênticos e pouco empolgantes visualmente já me faz cansar de olhar os carros.
    Antes que venham falar que eu olho só a estética do carro, eu comentei apenas sobre isso, pois o resto não cabe comentário, quis levantar apenas um ponto.

  • O Bob está nesse momento no evento de lançamento. Ele deve vir com essa informação.

  • Antonio Filho

    Resumidamente o mais do mesmo, retoque aqui e ali, mas continua a mesma coisa, tirando o bom motor L3, o resto é só para inglês (Brasileiro) ver.

    De novo é frustrante ver como a VW Brasil não quer ver nós antigos clientes, e os pouco e atuais consumidores realmente felizes…E olha que lá em casa já tivemos uns 15 VW.

  • Cris Dorneles

    Mais um ero da VW. A traseira do Gol ficou show, o painel idem, mas não combina com os forros de porta. Pior foi o farol, mono-parábola e esse para-choque dianteiro muito rebuscado. Perderam e muito a chance de retomar a liderança. E o Voyage basicamente não mudou nada, externamente.

  • Mingo

    VW Gol versão “The Walking Dead”. Se fizer o sucesso que o seriado está fazendo, a VW vai se dar bem com esse “novidade”…

    • Mingo,
      que bobagem, logo você que conhece automóvel!

      • Ricardo kobus

        Bob,
        Acho que vai melhorar as vendas do Gol, esse interior ficou bom.
        Me diz uma coisa será que a VW deu uma melhorada nas vedações das portas, pois entra muito pó nesses carros.

  • Kevin “Schãoantz!” (F.Lopes)

    Mudaram o painel (bonito) e esqueceram das portas, muito estranho, não combinou.

    • Daniel Antonio Fonseca Lucinda

      Até que enfim alguém observou o mesmo que eu!!! Ficou notória a diferença de formas (redondas nas portas e retas no painel) e materiais entre o painel e as portas (exatamente iguais às da linha 2008 -2016).
      Não trazer o MSI “rico” foi um tiro no pé, porém certamente encareceria demasiadamente o carro. Talvez se tivessem disponibilizado ao menos na versão Highline seria interessante.
      Há que se parabenizar a VW pela vinda do 1.0 3 cilindros, de fato, ao menos no UP! da minha mulher, ele anda muito bem para um 1,0 litro e ainda consome muito pouco (absurdos 20 km/l em estrada vazia com ar ligado).
      Resta a dúvida: tal mudança atingirá a saveiro? Quando isso irá ocorrer? Será mesmo ainda no primeiro semestre? Eu como proprietário de uma Cross 2015/2016 fico sem saber se vendo ela agora ou não…

  • Carlos A.
    não, I-Motion no Gol só associado ao motor 1,6.

    • Carlos A.

      Caro Bob Sharp, acho uma pena não estar disponível para o Gol 1 litro o I-Motion, seria um belo diferencial para um carro com tanta história e tradição de mercado.

  • André Andrews

    Bob, fazendo um off-topic, se você permitir: aquela questão da CET ( http://www.autoentusiastasclassic.com.br/2012/12/outra-da-cet_19.html ), deram como prescrita. Eles mesmos fazem a própria prescrição dos pedidos, ao não atendê-los! E ainda tem a cara de pau de dizer isso na cara do cidadão!

    • André Andrews,
      caso típico de bandidos dentro da lei. Nauseante.

      • Lucas dos Santos

        Bob,

        A respeito dos tachões, o Contran deveria ter proibido o seu uso na transversal SOB QUALQUER CIRCUNSTÂNCIA e não somente “como dispositivos redutores de velocidade, ondulações transversais ou sonorizadores”. Pois, independentemente da função, tachões vão sempre causar danos ao pavimento e aos veículos se aplicados transversalmente à via.

        Por conta disso que eu considero uma falha na redação da resolução, não há como solicitar a retirada desses dispositivos das vias de minha cidade, que são sempre aplicados acompanhando alguma linha transversal da sinalização horizontal, como linhas de retenção e linhas de estímulo à redução de velocidade. Dessa forma, a autoridade responsável pela sinalização argumenta que os tachões, nesses casos, “não estão sendo utilizados como redutores de velocidade”, mas sim com a finalidade de “dar mais visibilidade às linhas transversais do pavimento”(!). Como a Resolução 336 do Contran não proíbe a utilização dos tachões especificamente para esse fim, acaba não havendo base legal que justifique sua retirada – mesmo sendo um absurdo precisar realçar linhas que são pintadas com tinta refletiva em vias com iluminação pública!

        Quanto ao desfecho da solicitação de nosso colega, é rir para não chorar mesmo! Simplesmente lamentável!

  • Daniel S. de Araujo

    Posso estar errado na pessoa mas o final do Gol era o sonho do presidente Paul Flemming nos idos do ano 2000. Certa vez li uma entrevista onde o presidente da VW do Brasil dizia que o Gol era incompatível com a padronização de produtos (leia-se Fox). Colocou o Polo correndo junto como um “Gol Premium” e aprovou a canibalização do carro na 4 geração. O resultado é esse dai mesmo. Soma-se ainda a ausência de um Gol mais apimentado (para mexer com o sonho e o desejo do consumidor) e depois os famosos motores EA111 que deram problemas, tudo isso acabou minando uma imagem de anos. Falo por mim: em 2006 eu estava tão feliz com minha Saveiro 2004 Supersurf que resolvi comprar uma nova, igual a que já tinha mas mais recheada (ABS e Airbag, comandos do som no volante) e com motor 1,8L. Quando me apresentaram a G4, sai fora e no ano seguinte fui para uma Ranger. E assim como eu, muita gente do meu circulo fez o mesmo, indo, principalmente, para a Fiat Strada.

    Quando eu era moleque, o sonho da meninada era o Gol. Quem podia ia de GTS ou GTi, quem tinha menos condições ia de 1.8 CL ou GL. Hoje não vejo mais aquele entusiasmo pelo Gol. Observo que com a Saveiro, os modelos Cross estão atraindo o desejo de se ter uma mas falta ainda para o Gol.

    Tomara que esse facelift interno e externo seja o começo de uma virada na vida de um grande carro.

  • Rodolfo

    A Volkswagen fez muitíssimo bem em abandonar as saídas de ar em formato de bola, em prol da nova solução, bem mais refinada e sóbria.
    Sem dúvida, o Gol amadurece a cada retoque, e não vejo a hora de experimentar o 1.0-L de três cilindros.

    • Mineirim

      Posso estar errado, mas acho que o painel do Audi A1 e A3 vai pelo mesmo caminho…

  • Rafael Ramalho

    O Gol não irá voltar a ser líder, muito menos o Voyage subira posições. Do ponto de vista mercadológico, a VW está com um posicionamento errado. Hoje ela possui o melhor projeto nacional de entrada (UP), porém com um design e praticidade que não são unânimes entre o público. Acima disso temos o Fox, um carro bem acertado, e a imensa lacuna que o Polo cobriria até o Golf (Outro projeto de referência na categoria).

    O problema de manter esse portfolio é o custo de produção e a perda de oportunidades, como ganho de escala e etc. Tudo bem que a família Gol possui mais modelos que dividem peças em comum e algum volume de exportação, mas pensando em 2018-2020, eu imaginaria a seguinte linha de produtos:

    Extinção do UP

    Nova família GOL na plataforma NSF, com motorização 1,0 EA-211, 1,0 TSI e 1,6 EA-211 (Opção I-Motion nas últimas duas)

    Nova família FOX na plataforma MQB, com motorizações 1,0 TSI, 1,4 TSI e 1,6 EA-211 (Opção I-Motion em todas versões)

    Nessa situação não faria sentido a existência do Polo, e o Jetta no lugar de uma atualização com a PQ35 igual os Chineses, faria mais sentido uma atualização para a MQB.

    A VW também deve aproveitar a MQB no Brasil e desenvolver um SUV para EcoSport, HR-V e etc. e uma pick-up para Toro e Oroch.

    • Amarelo

      Extinção do up!.
      Pára meu. Primeiro deixe eu comprar um TSI daqui dois anos e até lá não se fala mais nisso, ok?

      • CorsarioViajante

        Plataforma NSF é carta fora do baralho, já desistiram de fazer o Gol nela e vão fazê-lo na MQB simplificada.

      • Rodolfo

        @audemarconstantin:disqus, estou na mesma situação que você! 😛

    • Rodrigo Oliveira

      Também não consigo imaginar o Up sendo extinto, agora que o investimento já foi feito. O que provavelmente acontecerá, se as vendas não subirem, é a VW não trazer seu sucessor direto europeu pra cá, tendo em vista que o nosso mercado responde de forma muito mais positiva a carros pensados para cá, como HB20, Onix e novo Ka. Eu tenho um Up, gosto bastante dele, mas é fato que a maior parte das pessoas acha ele feio, demasiadamente pequeno, etc. Quando o assunto é mercado, percepção importa.

      Outro problema que tive com a sua análise é a convivência lado a lado em inúmeros modelos dos motores 1.0 TSI e 1.6 EA-211. Me parece que a vantagem estaria aí pro TSI, mesmo com potência u pouco menor, o seu amplo torque desde as mais baixas rotações deixaria o desempenho parecido (tirando nas retomadas, onde o TSI ganha de lavada), mas com vantagem de consumo pro TSI.

    • Calferr

      Pois eu não vejo sentido é na existência do Fox, cujo nicho deveria ser coberto pelo Polo, este sim um compacto (dito) premium.

  • Fabius_

    Aos mantenedores do AUTOENTUSIASTAS, parabéns! Certamente esta é a fonte mais informativa para qualquer assunto referente ao mundo dos automóveis, destilando conhecimento em várias frentes e com um grande elenco de colaboradores (os textos de Bob eu conheço há bem mais de 10 anos). Leio muito mas não tenho o hábito de postar, especialmente pela consideração ao alto nível das discussões e comentários. Parabéns a todos: mantenedores e frequentadores!

    Gostaria de fazer apenas dois comentários:
    1) Como frequentemente acontece, as modas caem e voltam. Essas saídas de ar são tão retrôs… mas entendo que seja praticamente impossível fugir da oposição quadrado/redondo e suas variantes. E a posição é sagrada: ai de quem mexer nela, como fizeram no Up.
    2) A definição de MSI “pobre” e “rico” eu achei muito válida e divertida, até porque realmente creio não haver outra melhor.

  • Ze Brasileiro

    Aluguei um voyage 1.6 há 2 anos e me surpreendi com o carro. Motor forte e econômico, câmbio preciso, bom de pista e até bem acabado com plásticos bem encaixados. Após 3 dias de uso em cidade e estrada estava disposto a adquirir um.

  • Marcelo R.

    O novo painel ficou muito bonito! Já deveria ter sido aplicado muito antes, ao carro. Agora, se eu pudesse “mandar” na VW, faria duas coisas:

    1) O 1,0 L 3 cilindros (aspirado), nas versões de entrada, o 1,0 TSi (nas intermediárias) e o 1,6 16V nas versões de topo

    2) Voltar a fabricar a Parati, com base nesta atual geração do Gol…

    Um abraço!

  • TSI

    Valores competitivos na categoria. Apesar da pouca alteração na estética (normais e louváveis em um VW), da manutenção da plataforma e da não inserção do 1.0 TSI, houve um grande ganho na motorização do 1.0 e no interior, com preços compatíveis com os concorrentes. Só faltou a informação sobre a possibilidade de mais de 2 air-bags, ESP ou direção eletrica em alguma versão.

  • João Guilherme Tuhu

    A VW continua fazendo caca no Brasil. E desce a ladeira…

  • Christian Bernert

    O 1.4 TSI não é motor para a linha Gol / Voyage. Exigiria reformulação da suspensão, freios, rigidez torcional; enfim, transformaria o Gol em um Golf.

    • Cris Dorneles

      Existiu um protótipo, logo que lançaram a ”quinta geração”

  • Lucas

    Aqui já comendo os dedos no aguardo por um No Uso com o novo Voyage 1,0 3 cilindros.

  • CorsarioViajante

    Grande evolução a adoção universal do novo 1.0. Mas se fosse para atualizar apenas um motor, eu atualizaria apenas o 1.6. Do jeito que está o Up vai sofrer muito, o preço está praticamente igual, o motor igual… Talvez o Gol nem devesse mais ter versão 1.0, deixando este nicho para o Up.

  • Mauro Eidt

    Tive dois Fox, 1.0 2006 e 1.6 Bluemotion 2013. Este último excelente, com câmbio longo e bastante econômico. Nunca entendi a lógica da VW para motorizações. O Fox é aerodinâmicamente pior e mais pesado que o Gol. Poderia ser em algo como Gol com 1.0 e 1.4 e Fox com 1.4 nas versões básicas e o 1.6 nas tops.

  • Luiz AG

    Para quem não viveu os anos 80 foi isso aí… tapas e mais tapas no visual de carros decanos…
    Só falta a volta da inflação (a caminho) e do rock nacional (quem dera…)

    • Caio César

      Luiz, assino embaixo. esse Gol ai está datado de 2008, estamos voltando há meados dos anos 80 e 90 mesmo, onde compramos aqui em casa (1992) um Voyage 86, fizemos os bancos e ajeitamos aquele reformada. kkkkkk, abraços

  • Luiz AG

    Olha pode até ter ficado legal… mas não sei se é suficiente para enfrentar a concorrência.
    E digo mais: a situação de venda do Gol só não é pior porque existem cidades no interior onde só há concessionária VW, além daqueles consumidores antigos e fieis da marca.
    Mas esses já estão indo para sua morada definitiva, e não é em um VW.

    Essas duas situações ainda seguram a venda da marca. Se isolar só a venda dos grandes centros urbanos a situação é catastrófica.

  • As decisões de um fabricante com certeza levam principalmente a necessidade de mercado. Mas quando há decisões que não atendem 100% essas necessidade, pode ter certeza que há elementos internos que não permitem isso. Pode ser desde capacidade de produção de um componente, impossibilidade de se cobrir o custo com o preço de mercado e até o conhecimento mai detalhado do mercado como um todo, que leva há uma estratégia mais abrangente que quando olhamos apenas um modelo não podemos compreender. O que poucos entendem é que na maioria das vezes os fabricantes querem genuinamente acertar e atender as necessidades. E uma pergunta que eu já ví alguns engenheiros tendo que responder é a típica “quanto vamos aumentar as vendas se fizermos isso?” ou o oposto, “quanto vamos perder de vendas se não fizermos isso?”. Tenta-se obter dados, pesquisas, para responder essas perguntas, mas a grande verdade é que não dá para saber muito bem. Tente responder isso com relação aos painéis de porta. Já no caso do motor EA 211 no 1,6 fica mais fácil. Porém possivelmente o esforço/custo/preço não compensaria um possível aumento nas vendas já que o 1,6 corresponde a uma fração do volume total. esse ponto de equilíbrio é dificílimo de achar. Nosso leitores são muito mais atentos e praticamente estudiosos de vários modelos. Mas não necessariamente são consumidores de todos os carros. Por outro lado, os fabricantes sabem para quem estão fazendo seus carros e tentam agradar o grosso desse segmento. Ninguém aqui falou da central multimídia. Eu não testei, mas pela descrição deve ser muito bacana. parear dois telefones seria muito bom quando saio com minha filha. O que é mais atraente para os consumidores normais (que não são nossos leitores)? Ter o novo motor ou ter a nova central multimídia. Especialmente nesse segmento o cobertor é curto, não dá para se ter tudo e ainda um preço atraente. De qualquer maneira cabe sim, apontar possibilidades de melhoria de forma positiva. Mas não sei exatamente como isso se formou, existe uma tendência muito grande na mídia em negativar tudo. Possivelmente porque esse comportamento dá mais audiência por incitar mais as pessoas. E cá entre nós, achar defeitos é bem mais fácil que achar qualidades. Ao meu ver, o Gol melhorou, dentro de um cenário difícil. Mas melhorou. Não piorou! Mas quando lemos alguns comentários parece que piorou.

    • Lemming®

      Uma luz sobre o assunto! Não tinha avaliado por este ponto. +1
      Acho que rende uma coluna hein!?

  • Legal!

  • VeeDub

    Acho que tentaram matar o Gol diversas vezes. O Fox era para tomar seu lugar e custar menos, com o Polo na ponta superior (Premium).

  • VeeDub

    Pelas fotos percebe-se que ainda se mantêm as “tampinhas” da manivela dos vidros e do botão de trancar a porta. Vidros traseiros ainda acionados por teclas no painel.

  • João Lock

    Pois vai continuar perdendo mercado. O brasileiro, aquele que um dia poderia ser estudado pela NASA, já percebe que pode fazer mais com o mesmo valor. Ainda é um movimento tímido. Mas já é alguma coisa.

  • Calferr

    O problema é que não há nada neste preço atualmente com ar.

  • Calferr

    Esta foi uma boa comparação. Assim como vc, também não ligo para smartfones, então o que eu uso é um modelo (por ex.) inferior ao dos meus filhos que são estudantes. A mesma comparação pode ser usada para a maioria de compradores de carros, e olha que tem as mulheres comprando cada vez mais. Esta maioria não tem ideia da diferença entre o EA111 e o EA211. Quer saber se o carro é confiável, e preço.
    Volto a dizer, embora o Gol não seja páreo para os mais modernos do segmento, eu ainda o considero uma opção válida, para a proposta.

  • Lucas dos Santos

    Bem lembrado. Isso estava na última coluna da Nora Gonzales, inclusive.

    Aliás, se analisarmos bem, a Resolução 336 chegaria a ser redundante e até mesmo desnecessária se partirmos desse princípio. Afinal, em lugar algum está escrito que se pode utilizar tachões transversalmente à via, logo essa proibição já valia antes mesmo da referida resolução ser publicada!

    Faz falta uma regulamentação para o uso dos tachões, que diga claramente o que pode e o que não pode fazer, ao menos para se ter uma base legal que não deixe dúvidas quanto ao seu uso. Essa lacuna seria preenchida com a publicação do Volume VI do Manual Brasileiro de Sinalização, que estabelecerá padrões e critérios para a aplicação de sinalização de obras e dispositivos auxiliares. Mas isso deve demorar ainda, já que não existe nem mesmo projeto dessa publicação.

    Ao menos ficaria mais fácil argumentar e debater com os responsáveis pela sinalização das vias.

  • Gustavo73

    Não foi isso. A VWAG queria que matar o Gol G2, teriamos só o Polo com uma versão simples no lugar do Gol. A VWB fez a contraproposta, fazer um carro mais simples que o Polo mas usando sua.plataforma e motores recém-lançados na Europa. Mas o desenho com teto alto deixou muita gente dentro da VWB com receio da aceitação pelo consumidor do Gol. No final acabou sendo lançado com outro nome.

  • Lemming,
    mudar o motor não é exatamente mudar a cor da calota…

    • Lemming®

      Bob,
      Não citei exatamente o caso do Gol e sim no geral de todos os fabricantes pois o que temos visto é “nova central MM” ou algum outro detalhe cosmético sendo vendido como grande mudança e/ou justificando “uma nova versão”.

    • agent008

      Com a cirse em que estamos, a simples adição de uma central multimídia já deveria ser motivo de comemoração! Alteração total de um painel, novos motores e opcionais então… a VW até se esforçou mais que algumas colegas suas. Nós às vezes ficamos iludidos que as fabricantes irão investir mais do que o necessário. São empresas, e nestas o objetivo é o lucro e o maior retorno com o menor investimento. Em tempos de crise, então… a lei maior é o mais por menos. Empurra-se o cronograma de novas gerações. Na data antes previsa para a nova geração, entra uma reestilização para dar sobrevida ao produto. Sob a óptica de um empresário, tudo isto está corretíssimo. Apertar os cintos e sobreviver com o que se tem, até passar o sufoco!

  • VeeDub

    A traseira, ou melhor, o Voyage é uma gambiarra do Gol. Creio que Todos já observaram que a VW apenas soldou um adendo na traseira do Gol para criar o Voyage. O estepe ficou lá na frente do porta malas. Outra coisa que notei só recentemente, o escampamento do Voyage é o mesmo do Gol, logo, no Voyage ele acaba embaixo do carro e não na traseira como é natural. Usa-se o mesmo escapamento e reduz-se o custo por unidade.
    Acho que nenhum sedan derivados de hatch é um adendo como o Voyage é.

    • VeeDub,
      se o estepe pode ficar mais perto do eixo traseiro, conveniente por questão de distribuição de massa, por que colocá-lo o mais longe possível deste? Quanto ao escapamento, todo fabricante procura comunizar peças, nada mais natural do que isso. O Etios, por exemplo, tem exatamente as mesmas relações de marchas e diferencial para o motor 1,3 e o 1,5 litro. O importante é que funcione (lugar do estepe e câmbio) bem para o consumidor.

    • Lucas

      Alias, tenho um Astra sedã e ele é rigorosamente igual ao hatch até às portas traseiras. Até se for observar, a coluna C de ambos é praticamente igual (muda, obviamente, a questão do vidro vigia fixo e da tampa de carga). A impressão é que só foi lhe dada uma espichadinha na região do porta-malas. Os assoalhos dos porta-malas, se não são iguais, são muito parecidos. Tem obviamente a questão do sedã ser mais comprido, mas o estepe fica mais próximo do encosto do assento traseiro do que da tampa do porta-malas. E isso não é problema algum.

  • TDA

    É sério que a VW ainda manteve as marcações das manivelas dos vidros manuais?
    Esse facelift demorou muito para sair, devia ter vindo desde o lançamento do ultimo novo Palio e do HB20. Mas a marca alemã insistiu na ignorância do consumidor e acabou perdendo mercado com o modelo que um dia já foi o mais vendido.

    • Afonso Tesch Moussaoni

      Percebi a mesma coisa. Tampinha de plástico pra tapar o furo das manivelas, tampinha de plástico onde ficariam os pinos das portas…

  • TSI

    Acredito que o mercado de forma geral ainda não está pronto para o motor. Muitos virariam a cara por desconhecimento e outros por manutencao.

  • agent008,
    com a disseminação da superalimentação por turbocompressor essa questão da cilindrada tende a virar secundária. O “Não há substituto para polegadas cúbicas” é passado.

  • agent008,
    claro que isso leva tempo, mas com o volume e velocidade de informação proporcionados pela internet esse tempo certamente será bem menor do que se imagina.

  • agent008

    Interessante ponto de vista. Mas se tivesse permanecido o AP, só imagine quanta gente reclamando de “motor Passat-tech de 20 anos atrás”, toda esta ladainha que já conhecemos e lemos o tempo todo a respeito da GM e da Fiat…

  • dncmotors

    Como sempre belo texto Bob.

  • Eduardo Edu

    Já que a VW investiu tanto na traseira e no painel (que ficaram muito bons), poderiam ter investido um pouco mais no ferramental da dianteira a exemplo do Fox.

  • Davi Reis,
    perfeito! É tão infantilmente fácil, não?

  • Gustavo73.,
    O motor do Voyage Evidence é o EA111 1,6.

  • Gustavo 73,
    vêm também com o EA211 o Fox Highline, o Fox Pepper, o CrossFox e o Space Cross.

    • Gustavo73

      Sim Bob estava me referindo a linha do Gol.

  • Cadu,
    quem informa as gerações, neste caso do Gol, é a Volkswagen e não vemos mal algum no que ela informa, esteja certo ou errado, porque isso para nós é irrelevante. Nunca iremos contestar isso, como alguns sites fazem. É perda de tempo.

  • agent008,
    reduzir ou reduzir a cilindrada envolve curso dos pistões e diâmetro dos cilindros. O curso se resolve trocando o virabrequim (dentro de certos limites), mas diâmetro dos cilindros, só usando outro bloco do motor.

    • agent008

      Bob, em caso de redução de diâmetro de cilindros, não se pode alterar as camisas para outras mais espessas e diâmetro interno menor, juntamente com novos pistões também de diâmetro reduzido?

      • agent008,
        encamisar um bloco num motor de produção em série é solução longe de ser recomendável. Serve apenas como recurso para o caso de blocos que atingiram a última medida de cilindro e se deseja recuperá-los. É assunto de reparação, não de construção.

  • Cadu,
    nada disso. Onde você viu essa informação? No material de imprensa nada consta.

    • Cadu

      Bom, não sei se oficialmente ele tem essa alcunha. Meu questionamento é: contados os facelifts são 7 modelos
      Em plataformas, apenas 3
      Pergunto porque você usou 5a geração no texto…

      • Cadu,
        plataformas não dizem respeito ao consumidor, só ao fabricante. Agora não se fala em outra coisa senão em plataforma, é o grande assunto, a grande novidade. Usei quinta geração porque ainda não sai a sexta. Simples.

        • Cadu

          BS, você está se atendo a pormenores que não são o cerne do meu questionamento.
          Se contarmos as caras do gol, esse modelo da matéria é o sétimo modelo
          Conte comigo

          • Cadu,
            chega de discussão estéril, está bem? Você está sendo inconveniente. Depois de julho de 2008 não saiu nenhum Gol novo. Será tão difícil entender isso? Agora chega. Se você voltar ao assunto não será publicado, o comentário irá para a lata de lixo.

  • agent008

    Concordo mas o AP foi substituído pelo EA111 s cilindros, de toda forma um motor mais avançado, com bloco mais leve, comando de válvulas com balancins roletados, etc.

  • agent008,
    há alguns casos. O motor do Corcel tinha camisas removíveis ditas úmidas, ficavam em contato com a câmara d’água; o up! tem camisas secas, porém não são removíveis.

    • agent008

      Perfeito. Justamente os dois casos que eu havia ouvido terem camisas. O CHT quando ouvi há muitos anos de um colega que com a troca delas, mais pistões (não lembro se também era preciso novos virabrequim e bielas) em um motor de Gol 1000, passava para AE1.6. O up! quando li a respeito do TSi onde o Ae “esmiuçou” o motor. Talvez isto me levou a crer que seria a norma, motores sempre com bloco “encamisado”… Por isso que aqui é meu site favorito, aprende-se sempre! Obrigado

  • iCardeX,
    está vendo como o marketing das estrelinhas influencia as pessoas?

    • iCardeX

      O marketing da “conectividade” é bem mais poderoso aqui no Brasil. E um “viva” aos motorista que ainda poderão ser literalmente conectados ao painel de belíssimo veículos populares. Vida longa à Débora Lyra….

  • agent008

    Comando variável traria vantagem suficiente para se justificar, no caso de 2 válvulas por cilindro?

  • WSR

    Honestidade num país onde o comércio não dá os centavos de troco? Aí fica difícil, hein…

    • WSR,
      sabe por que o comércio não da os centavos de troco? Porque ir ao banco pegar moedas dá um trabalho danado… E também porque o povo não exige. Eu exijo troco exato sempre, e quando me dizem que não tem, eu digo “tudo bem, mas se alguém aqui vai ficar devendo sou eu, não você”, e com isso o/a caixa abate o preço para um valor que não precise troco.

    • Lemming®

      Pois é. Se não ficar de olho a lingüiça come o cachorro…rs

      • WSR

        O cachorro será roubado antes disso, rs.

  • VeeDub

    Os outros derivados possuem uma chapa soldada na traseira e escape curto ? Eu tenho certeza que não !

    • WSR

      Talvez não tenham o escape curto. Mas não vejo muito sentido em ter um cano longo se o escape fica escondido. Aliás, num acidente que ocorra na traseira do voyage, acaba sendo melhor mesmo o escape curto. Eu não deixaria de comprar um carro (se for bom) por causa de um reles escape curto…

      • VeeDub

        Meu carro anterior, um Jetta 2010 (derivado do Golf), tal qual o Voyage/Gol, não tinha chapa soldada (gambiarra) para estender o porta-malas do Golf, muito menos um escapamento que termina debaixo do carro (gambiarra).

  • VeeDub,
    gostaria que você nos explicasse qual é o problema do estepe do Voyage estar onde está e onde está gambiarra.

  • WSR

    Eu não ligo para isso se o carro for dinamicamente bom para dirigir e não presentar problemas estruturais como o Apollo/Verona que rachava vidros ainda na fase experimental (li isso na época, não lembro em qual revista). Aliás, acho até melhor aproveitar partes de modelos antigos compatíveis, pois basta ir ao ferro-velho e comprar o que precisa por um valor bem inferior até ao paralelo. Mas se o voyage for rachador de parede corta-fogo como o gol bolinha e G3, tô fora, rs.

  • VeeDub,
    recusei vários comentários seus por você bater numa tecla que não tem nada a ver, a extensão do assoalho do Voyage, só por isso. Você tenta denegrir a imagem da VW e no AE isso não é aceito, com nenhum fabricante.