Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas FIAT TORO LANÇADA – Autoentusiastas

 

A FCA Latin America lançou nesta 2ª feira (15/2) em Campinas (SP) a picape Fiat Toro, projeto totalmente realizado no Brasil mas derivado do suve Jeep Renegade. As atividades prosseguem hoje.

Chega em duas versões, Volcano e Freedom.

A Volcano é a topo, tem motor Diesel 2-L turbo de 170 cv, câmbio automático de 9 marchas e tração 4×4. Preço: R$ 116.500.

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Interior de automóvel

A Freedom  2,0 4×2  tem o mesmo motor acima e câmbio manual, custa R$ 93.900. Se 4×4, R$ 101.900.

A Freedom 1,8 Flex só é disponível com tração 4×2 e câmbio automático de 6 marchas, e custa R$ 76.500. Há uma versão especial chamada Opening Edition, com um pacote especial, por R$ 84.400.

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Muita atividade do dia todo no Expo D. Pedro, em Campinas

Leia amanhã no AE tudo sobre esse novo lançamento, com as impressões ao dirigir.

BS

 

Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

  • Cristiano Reis

    Se não fossem as incertezas que nos cercam…

  • Ze Brasileiro

    A tração “4×4” é igual a do renegade?

    • Zé Brasileiro,
      exatamente igual.

  • CorsarioViajante

    Moro aí do lado… Vi várias Toros passando aqui em frente de casa e pensei “certeza que é lançamento”… rs POdiam ter passado aqui em casa para tomar um café!

  • Danilo Grespan

    Por fotos é difícil entender melhor o carro, a gente as vezes não acha um bom design, e quando chega perto vê que as vezes está ótimo… mas essas fotos com pessoas próximas, deu para ter mais noção do carro. Começo a achar uma bela pick-up…
    A propósito, não sei se já conhecem essa “linha do tempo” com alguns marcos históricos no automobilismo brasileiro: http://www.lexicarbrasil.com.br/linha-do-tempo . Abraços!

    • Danilo Grespan,
      o autor do Lexicar é o engenheiro João Scharinger, que conheço, uma pessoa séria e competente. Tentou editar sua oba num livro, procurei ajudá-lo nisso, até a Anfavea tentei (o livro teria a “cara” da Anfavea, que este ano completa 60 anos) mas em vão. Então ele, inteligentemente, resolveu publicar o compêndio online.

  • Fat Jack

    A briga do segmento já está bem encaminhada, primeiro um diretor da Fiat declara que a Toro “redefine a categoria” e agora a Renault expõe uma propaganda sarcástica sobre o assunto… o pega vai ser bom…

  • Lipe

    Chegou chifrando a concorrência!

  • Lorenzo Frigerio

    Caramba, custava lançar uma com Tigershark 2.0 e MultiAir? Ou o 2.4 da Freemont? A Oroch agradece por essa vacilada.

  • VeeDub

    Acabei de fazer um test drive em uma Flex AT6. Gostei muito do comportamento do câmbio. Notei uma leve melhora no torque em baixa (comparado ao Renegade), no entanto, creio que será insuficiente para carga total (650 kg) mais 5 passageiros.
    A direção elétrica ficou extremamente leva para manobras, mas achei ela estranha em maiores velocidades. O acabamento passa a léguas do Renegade, mas por ser Fiat, está ótimo.

    • Danilo Grespan

      O acabamento dela se compara a que? L 200 Triton, por exemplo? Se sim, então é bom. Você nem se aproximou de uma Diesel, para sentir o motor? O Diesel é justamente o que me atrai nesse tipo de veículo, uma vez que não teria carga nenhuma para levar!

      • Danilo Grespan,
        dirigi a diesel, como não?

  • Danilo Grespan,
    não veja sentido nisso já que ele tem o site dele.

  • Thiagusss

    Difícil afirmar com certeza e não cheguei a procurar pesquisas sobre o assunto, mas acredito que grande parte dos compradores desses tipos de carros utilizam a caçamba exatamente como se fosse um porta-malas. Não há real necessidade para transportar carga.

    • jr

      Thiaguss, discordo de você. Todos os meus amigos e conhecidos que possuem este carro usam essa caçamba, e muito. Talvez alguns desses usos podem ser substituídos por o de uma perua, mas não sei não. O pessoal carrega motocicleta, bagagem da família durante as férias (muita bagagem), pranchas de surf, vai buscar lenha para a lareira, leva móveis para concertar, etc, fora uso de trabalho ou hobbies (que requer pranchas de madeira, elementos metálicos, aeromodelos, etc.) . E esse pessoal faz suas viagens para o interior ou para o litoral, com certa regularidade. E, nosso interior / litoral estão cheios de estradas de terra ou de péssima conservação ou de areia / terra mesmo. Até alguns conhecidos vão muito em férias para hotel fazenda em SC, geralmente o acesso é horrível. A pick ups pequenas, média, e essas intermediárias só tem um caminho: sucesso. Falo sério, das dez-doze pessoas que conheço que tem pickup só sei de dois que só usam na cidade, por que “gostam do estilo”, fazer o quê. Os demais usam a caçamba pacas. Praticidade pura. Para mim não teria utilidade, para a maioria deles é uma mão na roda.

  • Caio César,
    dependa da descida. Se for do tipo encontrada nas autoestradas, ponto-morto. Se for descida de serra, onde teria que usar o freio para não exceder o limite de velocidade, engrenado para evitar desgaste de freios ou mesmo seu superaquecimento seguido de perda de ação.

  • Ze Brasileiro

    Tem sim. Sistema parecido com o da land rover que escolhe a distribuição de torque nas rodas de acordo com a exigência do terreno.

  • Renato

    Sei que gosto e a utilidade de um automóvel é um assunto bem pessoal, mas mesmo assim não poderia me furtar em dar minha opinião e fazer uma indagação.

    Qual a utilidade prática em termos de automóvel (máquina construída para auxílio humano) essa “pick-up” possui?? Quando tem motor (diesel) para transporte de carga, não tem caçamba; quando a carga a pequena, falta-se motor em baixa (flex) – isso é cediço nos fiat.

    Seria mais um “brinquedo” para àqueles que querem autoafirmar seus “status”. Até porque, conta-se nos dedos quantas pick-ups (inclusive as médias) já foram apresentadas ao seu habitat natural: o barro e o transporte de cargas.

    Enfim, se o apelo for somente uma caçamba para sujar as malas, acho que, pelo preço (e sei bem que são propostas completamente diferentes) a golf variant vai muito bem.

    Aaahh, e não me venham com essa de asfaltos ruins. Quem não se lembra da via dutra ainda com aqueles guard-rails e cerca viva entre as pista? O asfalto era uma bela de uma bomba e as elbas de papai iam muito bem. Inclusive, meu carro “civil” vai muito bem até as serras da Bocaina e ao parque nacional de Itatiaia. A 10 km/h, mas vai. rsr 4×4 é land rover, troller, pajeros… o resto é só perfumaria.

    Abraços e parabéns ao pessoal do AE pelas sempre competentes e imparciais reportagens.

    • Guilherme Keimi Goto

      A do diesel e’ fácil de responder: Apesar de não carregar nada, o povo as vezes quer o motor a diesel por tal economia (que talvez demore o quê? Uns 10 anos para se pagar, não sei…)
      Mas já’ que tal motor esta disponível na linha Jeep, por que não ganhar umas vendas aqui e ali com alto valor agregado (já que o mercado paga) em cima do mal informado que quer comprar um carro a diesel achando que e’ um ótimo negocio?

      • Guilhemre Keimi Goto,
        acho que neste caso a escolha do diesel é por questão de potência mais do que qualquer outro aspecto.

      • Rodrigo Paiva

        De fato, se for levar em conta o consumo x preço do carro, o lucro aparece depois de 6 anos em média. Mas o principal atrativo é quando você vai vender o carro…

    • Rafael Malheiros Ribeiro

      Discordo em relação às picapes pequenas terem “matado” a Fiorino. Esta vai bem entre os frotistas, reina absoluta há décadas, sem ser incomodada nem pelas picapes, muito menos por concorrentes diretas, como a Renault Kangoo ou Peugeot Partner.

      • Rafael Malheiros Ribeiro,
        totalmente de acordo.

  • Sim, certamente não pelos valores, pois a Duster acaba saindo mais em conta, mas sim pelo tamanho e capacidade de carga. E a própria FIAT disse que a TORO viria para concorrer justamente com a Oroch, num segmento que ela reina absoluta. Resta saber se, mesmo com o preço superior, ela vai conseguir fazer frente a Oroch

  • Renato

    É isso aí, Christian. Uma pena que os consumidores de estrada, como eu, estão sendo esquecidos. Não há nada melhor do que uma reduzida antes de uma curva, sentir a traseira dar uma assentada e ter o carro completamente na mão. Mas como a moda é cíclica, quem sabe daqui há alguns anos passar marcha não passe a ser “cool”.

    Enquanto isso, nossas opções vão se esvaindo. Para o meu gosto, digno de elogios é a Peugeot com seu 2008 THP, que (ainda) não se curvou ao modismo do câmbio automático e resolveu privilegiar o prazer da relação câmbio-motor.

  • marcus lahoz

    Bob ela é mais S10 do que Montana certo?

  • WSR

    Este tipo de propaganda deveria ser proibido se não avisar que é uma montagem.

    • Rodrigo Paiva

      Vamos melhorar o senso de humor, e além do mais, o touro poderia estar apenas no pasto…

  • Mr MR8

    Excelente observação, amigo!!

  • Carlos,
    não é um resultado que possa chamar de excelente, mas anda mais do que suficiente para quem usa o carro normalmente para transporte. O motor ganhou pegada em baixa, percebe-se claramente isso mesmo o câmbio sendo automático.

    • Renato

      Bob,
      Engraçado que em um comentário abaixo havia comentado sobre a tradicional falta de força em baixa nos motores Fiat, Nestes casos, como é bom queimar a língua positivamente. rs

      O que me incomoda nos carros da Fiat (e eu tenho um) é a força do motor começar a aparecer apenas em altas rotações. Neste caso da Toro, apesar da melhora do torque em baixa, o motor está trabalhando mais suave ou continuam com a aspereza de giros altos?

      • Renato,
        nessa questão de aspereza não houve mudança, mas não o acho áspero ao ponto de incomodar.

  • Rodolfo,
    bem lembrado, eu não havia me tocado disso.

  • Renato

    Pois é Rodolfo.
    Como não moro mais em cidade grande e ando 120 km por dia para trabalhar (sendo duas estradas vicinais maravilhosamente pavimentadas – não estou sendo irônico e um trecho de Dutra), não sinto a menor necessidade de um câmbio automático. Nada como um estrada sinuosa e um câmbio manual.
    Enfim, cada um com suas necessidades.

    • Renato,
      no meus dois anos de Embraer em S. José dos Campos, ia e vinha todo dia, 228 quilômetros ida e volta a São Paulo. O mais notável era sair de casa às 7h30 e estacionar na minha vaga na Embraer às 8h45. Não falhava. À noite, no retorno, cinco minutos menos. isso no meu Escort 1.8 GLX não ultrapassando 125 km/h pelo velocímetro, quinta a 3.200 rpm fazendo sempre 14 km/l de gasolina. Com o tanque de 60 litros, autonomia de 840 quilômetros!

      • Renato

        Bons tempos que não voltam mais esses dos carros “inflex” Carro flex é como galinha, nada, anda e voa mas não faz nada direito.
        Se eu contar a minha rotina para o carroceiro, até o burro chora.
        Saio de casa por volta das 08h00, faço sempre uma média de 1h00 de viagem, faça chuva ou faça sol. O motor 1,0 do meu Paliozinho bate os 4.000 rpm aos 120 km/h e o tanque de míseros 46 L tem uma autonomia de cerca de 480 km! rsrs
        Mas não tem nada melhor do que uma boa seleção de músicas no rádio é uma boa estrada pela frente.

  • Renato,
    sim, ganhou, descrevi com coletor de admissão de dois comprimentos, que é o nome apropriado para coletor de admissão variável. Há válvulas tipo flape no interior dos dutos do coletor que permitem que o ar “corte caminho”, no caso para o trajeto curto. Mais tarde vou acrescentar mais fotos ao texto e você e os leitores poderão ver as tais válvulas.

  • Renato

    Não tenha tanta inveja assim, Rodolfo. A primeira estrada (de cerca de 25 km) virou o novo “point” dos ciclistas… Pior de tudo é sair de uma curva fechada e dar de cara com um comboio maldito desses. Se em fila indiana já é ruim, por aqui ele insistem em andar um ao lado do outro, ocupando praticamente toda a faixa de rolamento.

  • Rodrigo Paiva

    Mas quando for pescar, quero ver levar a tralha com os peixes dentro do carro.