Minha curiosidade com a Strada era de longa data. Desde  antes que o primeiro lugar em vendas foi tomado da Saveiro, já se dizia ser um carro muito bem acertado. Quando a cabine dupla foi lançada, aumentou mais ainda a vontade de experimentá-la. Nunca havia andado em uma desde a última reestilização e pedimos à Fiat a versão com carroceria mais versátil, cabine dupla, com banco traseiro, porta para acesso a ele e caçamba com bom volume. É um mesclado de capacidade de levar pessoas e cargas altas que não caberiam em porta-malas tradicionais.

A característica mais marcante do carro quando se o analisa estaticamente é a porta única para acesso ao banco traseiro, do lado direito — o que não chega a ser problema, pois o banco do motorista corre bastante para frente ao mesmo tempo em se reclina o encosto, e entrar por esse lado também é fácil.

Essa terceira porta só abre com a  dianteira já aberta, esta se sobrepondo à traseira.  A maçaneta da terceira porta é única, bidirecional, usada tanto do lado de fora quanto por dentro, e não é acessível com a porta dianteira fechada, uma solução inteligente e segura. A fechadura está localizada no topo da porta, ancorando-a no teto, e há também um engate na soleira, para completa firmeza.

O cinto de segurança do passageiro dianteiro está preso à terceira porta, e o ponto inferior externo, ancorado na carroceria, corre numa barra de aço na parte inferior (me lembrou o Del Rey duas-portas), indo para trás quando a porta é aberta, e vindo para frente quando se fecha a porta menor. Ao ver o sistema, imaginei que não funcionasse direito, mas me enganei, ele funciona bem.

Não há coluna B (central) do lado direito do carro, tornando o acesso muito fácil. O banco traseiro tem cintos para dois ocupantes, o encosto é um pouco mais vertical do que seria desejado, mas não é desconfortável. Quem é mais alto um pouco deverá negociar com o passageiro se este for menor que o motorista, e acertar a distância do banco dianteiro para que se acomode melhor atrás deste. Se quem estiver na frente tiver menos de 1,70 m e regular o banco de acordo com quem vai atrás, o espaço é bom também para as pernas. Há porta-objetos na porta traseira, e porta-copos e garrafas em ambos lados do banco.

A ventilação é muito boa com o vidro vigia corrediço aberto. Uns três dedos dos dianteiros abertos e o vigia todo aberto permite um refresco decente se não for um dia muito quente. É bom saber que se pode usar o carro com vidros abertos, algo agradável em alguns lugares, e ar-condicionado nem sempre é algo realmente necessário. O vigia corrediço, se fosse elétrico, seria mais do que perfeito, e um ponto para entrar para a história. Melhor que isso, só se o teto solar fosse de série na cabine dupla.

Macaco e chave de roda dentro da cabine,  sob o banco traseiro, tudo sempre limpo e fácil de pegar, inclui a chave de segredo do estepe.  Este fica preso na vertical, no fundo da caçamba, preso ao painel divisório entre esta e a cabine. É uma boa posição, que não atrapalha a carga e descarga e ajuda na distribuição de massas do carro.

A tampa da caçamba tem fechadura que não abre com a trava elétrica, sendo preciso usar a chave. Não entendi o porquê, mesmo pensando um pouco. Provavelmente apenas uma opção por simplificar e evitar chicote elétrico na tampa, já que ela pode ser retirada facilmente se necessário.  A capota marítima tem uma trava interna transversal, e só pode ser acionada com a tampa aberta. Depois de destravar,  soltam-se os fechos de cinta, três de cada lado. Há dois furos de dreno com mangueiras de borracha acopladas aos furos, junto da divisória da cabine, levando a água para fora da caçamba.

O bedliner, ou protetor de caçamba, de plástico, também tem furos, para o que eventualmente entrar de água, e no manual está escrito que a capota marítima não tem a função de vedar totalmente, apenas de proteger o que se carrega. Avisado, carreguei o carro para uma viagem ao litoral paulista com os itens que podiam molhar na parte de baixo, e os mais sensíveis à agua em cima desses. Com bastante chuva no caminho, nada foi danificado, apesar de um pouco, mas bem pouco, molhado.

As suspensões são simples,  dianteira  McPherson, braço inferior transversal, amortecedor pressurizado (de calibração macia) e barra estabilizadora. Atrás, eixo rígido com mola parabólica semielíptica de lâmina única, porém de constante variável pela variação de seção e espessura— macias no começo do curso, endurecendo com mais curso e/ou mais carga — funcionam incrivelmente bem. O carro trabalha com maciez na cidade, andando no piso de baixa qualidade, remendado e esburacado que é mais comum. Irregularidades em alta velocidade fazem balançar um pouco  quando vazia, mas a maciez da maior parte do uso compensa. Nesse ponto, parece suspensão de carro de luxo, melhor até que de alguns, ajudada pelos pneus que não são de perfil baixo, e têm borracha ajudando no amortecimento. Rodas 5,5Jx 14  em liga leve opcional, mesma medida da de aço estampado da versão básica. São montadas com pneus 175/70 R14, e rodam com pressão pouco abaixo dos padrões da maioria dos carros hoje, 29 lbf/pol², ajudando a tornar o carro muito macio de suspensão, sendo um dos melhores no quesito conforto para carros pequenos.

Direção ótima, de assistência hidráulica,  tem 2,8 voltas entre batentes, diâmetro mínimo de giro 10,7 m. O volante tem tamanho correto, e boa pega. Quem dirige sempre com as mãos na posição mais prática e correta, 15 para as 3, vai se incomodar um pouco com os raios muito largos.


Encara e sobe uma rampa máxima de 33% com carga total de 650 kg de passageiros mais bagagem;  caçamba acomoda 680 litros. O peso total carregado é 1.801 kg, peso em ordem de marcha, 1.151 kg. A área da caçamba é de 1,4 m², a menor da linha Strada, já que a cabine simples tem 2,4 m² e a cabine estendida, 2 m². O para-choque traseiro tem estribos com piso de metal para permitir acesso à caçamba na operação de carga e descarga (cada extremidade suporta até 100 kg, portanto, os mais pesados não devem subir por aí).

No teto, a barra transversal de fixação de cargas tem peças articuladas que sobem e servem para fixar cargas altas, e tem a ótima função de manter o que é longo sem escorregar para os lados. Imagine uma escada, placas ou caibros de madeira longos, um barco etc. Essa travessa trabalha em conjunto com duas barras de proteção do vidro vigia, algo que julgo mandatório em picapes.

O entreeixos é de 2.718 mm. Curiosamente, apenas a versão Adventure tem entreeixos maior, 2.753 mm, independente do tipo de cabine, e convém lembrar que há cabines simples, estendida e dupla, tornando a Strada um carro com muitas opções de acordo com o uso que se quer fazer, explicando em boa parte porque é líder nesse segmento. Comprimento total 4.438 mm, largura de 1.906 mm nos espelhos, 1.664 mm na carroceria, altura de 1.580 mm.

O tanque comporta 58 litros, que dão para mais de 600 quilômetros em uso misto cidade e estrada, como o que fiz. Motor de quatro cilindros 1.368 cm³, diâmetro e curso do pistões de 72 x 84 mm, com taxa de compressão de 10,35:1.Desenvolve 85 cv/86 cv (gasolina/álcool) a 5.750 rpm, torque máximo de 12,4 / 12,5 m·kgf a 3.500 rpm, e permite desempenho bom sem ser esportivo, acelerando de 0 a 100 km/h em 13,2 segundos e chegando a 164 km/h (álcool). Em razão das características do motor o câmbio é bem curto, como mostra a v/1000 em 5ª de apenas 28,7 km/h, o que a 120 km/h significa quase 4,200 rpm.

No compartimento do motor, muito bom ver que a praticidade de acesso à maioria dos componentes foi bem pensada e não requer excessos de ginástica ou braços e mãos extraterrestres para fazer reparos. Bomba de direção hidráulica e compressor do ar condicionado estão bem visíveis e não têm elementos impedindo o acesso. Filtro de ar sobre o para-lamas direito, fora do caminho, com a tomada de ar dentro da caixa de roda, atrás do revestimento plástico, bem difícil  de captar água. A central eletrônica do motor  está fixada à parede de fogo, na posição mais alta possível e protegida por um anteparo de aço, onde há chicotes bem presos.

Bateria, central elétrica, reservatório de fluido de freio e de direção hidráulica, vaso de expansão do arrefecimento, tudo de fácil acesso e não espremido, muito bom mesmo. O único elemento mais escondido é o alternador, que deve ser acessado por debaixo do carro.

Há uma capa sobre o motor que encobre o sistema de injetores e galeria de combustível. Inclui parte da entrada de ar do motor, sendo funcional, ou seja, o carro não deve andar sem ela.

Os freios são compatíveis com o desempenho, não deixando o motorista preocupado em nenhum momento. Na frente são discos ventilados de 257 mm de diâmetro, e na traseira, tambores de 228 mm de diâmetro.

Num mundo em que se faz de tudo para eliminar o mostrador de temperatura do motor, a Strada tem este marcador, algo que deveria ser obrigatório pela  Constituição da República Federativa do Brasil, essa que uma minoria que não gosta da Pátria insiste em desrespeitar. Há conta-giros e velocímetro, além das luzes-espia de praxe e um simples e útil computador de bordo, onde se pode controlar as funções habituais, como autonomia, consumo médio e instantâneo, velocidade média e distância percorrida, além do tempo de viagem, funções estas selecionadas por botão na ponta da alavanca da direita, a mesma do limpador de para-brisa. Ele incorpora o marcador de combustível no mesmo mostrador digital.

A parte inferior do painel tem porta-objetos sem tampas no centro, acima do console,  e à esquerda do motorista. O porta-luvas é de bom tamanho e tem entrada USB e alojamento com espuma de alta densidade para encaixar um telefone. Ótimo. Console tem mais um alojamento e dois porta-copos, muito bom pelo tamanho reduzido dele, que acaba logo atrás da alavanca de câmbio.

No forro de teto, lado esquerdo, um útil porta-óculos, revestido de espuma. Painéis de porta com desenho prático, puxador de bom tamanho, maçaneta interna na cor prata, fácil de ver no escuro, trava e destrava nela mesma, nada de pinos ou alavanquinhas.

Há dois porta-objetos, divididos pela base do puxador. Ótimo para separar o que é de mais frequente necessidade e o que não é. Comandos de vidros bem à frente no apoio de braço, ótimo, sem necessidade de colocar o cotovelo para trás para alcançar a tecla, problema de muitos carros, nacionais e importados, caros ou baratos.

Outro detalhe no painel de portas é a presença de tecido em toda área, exceto onde há peças plásticas e o revestimento macio na linha de cintura, junto ao vidro. Nem carros de quatro vezes o preço da Strada tem tanto tecido de revestimento na porta.

 

O ar-condicionado é muito potente, sendo necessário aumentar a temperatura se não estiver sob sol forte, isso mesmo com quatro pessoas dentro do carro e com o ventilador no mínimo. Passei frio diversas vezes, com mais de 30°C externos, algo que não achei que aconteceria.

O que incomoda visualmente é o desenho do conjunto do painel de instrumentos e todos seus componentes. Está bem fixado, não vibra, a cor é boa, um cinza médio que não se parece com brinquedo chinês, mas o desenho das superfícies, comandos e teclas não é nada especial. Com um estilo mais ousado e diferente do padrão seria um interior ótimo. Assim é apenas bom o suficiente para o uso profissional e de passeios, nada que chame a atenção e mostre que houve atenção extra no estilo, nem que se quer fazer desse estilo interno um chamariz de vendas.

Os bancos tem conforto razoável, não tendo uma regulagem de altura de curso longo. Isso dificulta um pouco o ajuste para quem é muito alto ou muito baixo. O desenho e tecido deles também é bom, nada excepcional, mas cumprem a função.

Um carro bastante funcional, fazendo jus à designação de Working.  Seu preço, R$ 43,159. Serve perfeitamente para uma família pequena no dia a dia, com a tranquilidade de poder carregar aquela geladeira da sogra.

JJ



  • Mr. Car

    Se fosse comprar uma Strada, seria a Working, só que cabine estendida. Para o uso que faria dela (urbano e em viagens, mas sem pesadas cargas), creio que o motor 1.4 seria satisfatório. A Adventure acho horrível com aquela profusão maior ainda de plásticos, e além disso, se fosse o caso de realmente precisar de uma cabine dupla, já partiria para uma Oroch, pois ao contrário de você, Juvenal, ao entrar em uma Strada no banco traseiro, achei bem apertada e bem desconfortável o ângulo do encosto.

  • Franklin Weise

    Digam o que quiserem da engenharia da Fiat brasileira, mas que eles são referência em acertar bem a suspensão, isto são.

    • Diogo

      Discordo. Experimente um Ford ou um Toyota. Eles tem mais firmeza na estrada sem abrir mão do conforto e da durabilidade.

  • Carlos A.

    Gostei dos comentários, com um ponto de vista que gosto bastante de observar, principalmente os detalhes construtivos, e suas funcionalidades além existência do indicador de temperatura, fotos e comentários dos detalhes do cofre do motor. Outro ponto interessante é esse tanque de 58 litros, vantagem para uma autonomia muito maior na gasolina ou melhor para quem usa álcool, aliás desde o lançamento dos modelos Flex imaginava que tanques de 40~45 litros só prejudicavam a autonomia no uso do combustível vegetal logicamente para quem tivesse essa preferência. Do mais acho bem interessante a configuração dessa Strada.

  • CCN1410

    Não seria bom dar uma limpadinha no interior dos carros antes de tirar as fotos?
    É um veículo com muitos plásticos, tem painel exageradamente grande e o tecido utilizado é horrível. Eu também nunca entendi o porquê desses desenhos. Não seria mais bonito se fosse uma cor lisa?
    Sem os plásticos, com motor 1,6-litro e um tecido bacana nos bancos, até daria para encarar, mas também tem a questão de levar apenas duas pessoas no banco traseiro, o que me impediria de levar minhas duas netas e um adulto ao mesmo tempo.
    Ainda prefiro automóveis, mas acredito que a Strada pode ser muito legal para pequenas famílias, pequenas empresas e jovens. Quem me dera ter uma dessas em minha juventude. Seria o máximo!

  • Leonardo Mendes

    Pois justamente a versão e carroceria que eu compraria sem pestanejar da Strada.
    Visual limpo, mais harmonioso até que o da Trekking e anos-luz da presepada visual da Adventure.

    Ainda estou abismado com o espaço para telefones no porta-luvas, coisa que muito carro mais sofisticado não tem.

  • Claudio Abreu

    Perfeito, Ilbiris. Só uma observação: finados os 178, não parece ser tão difícil usar a frente do novo Uno numa futura Strada – afinal, a Fiorino já é assim, não?

  • ussantos

    Na época do lançamento, a imprensa divulgou que a coluna está na estrutura da terceira porta.

  • Juvenal Jorge

    Mr. Car,
    no couro, os desenhos são feitos pelas costuras, basta a fábrica querer e pagar ao fornecedor que ele faz.
    Maior exemplo disso na face da Terra, ponto extremo, nada a ver com nossa realidade: Bentley.

    • Mr. Car

      Sim, desta forma dá, mas é um processo bem mais complicado, e sem o efeito visual de um desenho em tecido, que pode entre outras coisas, ter variedade de tonalidade nas cores. Deu para ver que sou fã do tecido, não, he, he? Mas claro, bons tecidos.
      Abraço.

      • Daniel

        Fora a questão da praticidade na hora da limpeza, nenhum couro que seja substitui a aparência e o conforto de um bom veludo. Lembro com saudades os bancos de minha ex Grand Tour.

  • Juvenal Jorge

    Fórmula Finesse,
    não é um desempenho forte, claro, mas deu conta do recado.
    Na volta do litoral paulista, subi a rodovia dos Imigrantes, que tem 100 km/h de limite em quase todo trecho de serra. Ela sobe em 4ª marcha, tranquilo. Mesmo tendo que tirar um pouco o pé até a turma que sobe em 5ª com carro de motor 1 litro se tocar e sair da esquerda, depois volta aos 100 km/h em quarta mesmo.

  • Juvenal,
    fora que o sentido de movimento do ponteiro do conta-giros de quadrante é ao contrário daquele do velocímetro, que acho estranho e péssimo . Me dá a impressão que quem desenhou o quadro de instrumento não dirige automóvel.

    • Rafael Malheiros Ribeiro

      Bem lembrado Bob, tenho o carro há anos e até hoje estranho isso, não dá para acostumar com algo tão anti-natural.

    • Roberto Alvarenga

      O cluster antigo da linha Palio era excelente, não entendo porque mudaram uma coisa que era boa…

    • Leonardo Moraes

      “Me dá a impressão que quem desenhou o quadro de instrumento não dirige automóvel.”
      Exatamente isso que penso! Perfeito.

  • Rodrigo Rangel,
    é isso mesmo, 53.960; o preço citado na matéria é o da Working cabine simples.

  • Roberto Alvarenga

    Hoje em dia as fabricantes contornam este problema compartilhando motores e peças entre vários modelos. Ganha-se escala, reduz-se o custo.

    O motor 1,8 da Toro é o conhecido E.torQ que já equipa a própria Strada, ou seja, creio que não haverá muitos problemas com manutenção. Não sei como ficará na versão a diesel, mas é o motor da Renegade, que, ao que me consta, não tem manutenção cara.

    A Oroch tem o conjunto mecânico já consagrado da família Sandero/Logan/Duster na versão 1,6, e, na 2,0, é o motor do Duster. A Renault dá 3 anos de garantia e é bastante justa no preço fixo das revisões (temos dois Renaults na família, e nunca tivemos problema).

  • Rafael Malheiros Ribeiro

    Imagine então a minha cabine simples, gela em segundos! Dá para transportar perecíveis na cabine…

  • Gabrownx

    O painel dessa Strada (e do Siena EL também) parecem uma série de remendos, o desenho de algumas partes não conversam com outras. Isso que dá fazer um facelift “em pedaços”.

  • Leonardo Moraes

    Render bastante… mas com relação à economia ou desempenho?
    A mim me parece ser um ótimo utilitário justamente pelo motor. Não é expoente em desempenho mas tem uma curva de torque muito interessante, a 2000 rpm se tem em torno de 90% do torque disponível.
    Tive um Punto com esse motor e era muito econômico na estrada e com suficiente desempenho(cambio mais longo que a Strada).

  • Victor_maravs

    Concordo, o interior dos Fiat atuais me parecem até meio lúdicos. Nada que desabone o carro porém.

  • Prezado
    Juvenal Jorge,
    Veja bem que os possíveis usuários ou proprietários deste veiculo, necessitam de diferencial “limited slip” na dianteira, pois este é imprescindível para quem tem sítios para fins de semana. Favor lembrar ao fabricante.

  • Leônidas Salazar

    A razão do volante ter ficado mais volumoso, são os air-bags obrigatórios.

  • Car Science

    Tenho a curiosidade de saber como esse carro se comporta em crash test em colisões laterais e frontais. JJ sabe se já foi realizado o teste na versão CD?