Calibrar com nitrogênio até que valeria a pena para pobres mortais ao volante, mas a relação custo-benefício deixa a desejar

Tem posto correto, honesto e com frentistas atenciosos e gentis. Mas tem também uma minoria com uma equipe de funcionários maltreinados, malvestidos e até instruídos pelo patrão para praticar a empurroterapia. As mais usuais:

Aditivos – Pura malandragem: oferecem “poções mágicas” para o óleo do motor que reduzem o atrito, restauram peças metálicas desgastadas e permitem que o carro rode dezenas de quilômetros sem óleo nenhum. Ou aumentam a eficiência da bateria. Ou da direção hidráulica. Tem até aditivo norte-americano (booster) para gasolina que aumenta o desempenho do motor, um sucesso nos EUA, onde pode mesmo ser eficiente pois reforça sua oxigenação. Nada disso funciona: óleos e outros líquidos são aditivados de acordo com as especificações da fabrica do automóvel. No Brasil, o booster não funciona pois nossa gasolina já tem quase 30% de etanol. Aditivos recomendados são apenas o da gasolina (para quem abastece com a comum) com agentes dispersantes e detergentes e o etilenoglicol que se mistura na água do sistema de arrefecimento do motor.

Óleo – Mesmo o motorista mais apático à manutenção do carro tem noção da importância de se verificar o nível e trocar o óleo do motor. Frentistas ansiosos para faturar são dotados do “raro” talento de perceber — com uma gotinha entre os dedos — que a viscosidade está fora do padrão. Como se fosse possível avaliar a viscosidade sem um sofisticado aparelho específico. Outros alertam: “Madame, o óleo do motor está muito escuro e já passou da hora de trocá-lo”. Madame nem imagina ser normal o óleo escurecer e só necessitar de substituição na quilometragem ou prazo recomendado no manual.

A “troca” – Se o posto não for conhecido e de confiança, é um perigo pedir a troca do óleo do motor. Entre as malandragens, pode ser cobrada a troca sem que ela tenha sido feita. Ou ter substituído o óleo recomendado no manual por outro de qualidade inferior. Ou fora das especificações do fabricante. Ou ter usado óleo recuperado. Sabem os deuses em que condições…

O dedo – Vale tudo na ânsia de faturar: até colocar o dedo para “calçar” a vareta de óleo ao aferir o nível, causando a falsa impressão de que falta óleo no cárter…

Adulteração – Combustível adulterado é uma das maiores safadezas de um posto. Que aumenta a quantidade de etanol na gasolina, ou de água no etanol e outras. Aproveita-se da deficiente fiscalização da ANP para prejudicar o cliente.

Arredondar – No passado, era mais prático, ao abastecer na bomba, chegar a um valor “redondo” enchendo o tanque até a boca. Hoje, praticamente só se paga com dinheiro eletrônico e perdeu sentido continuar a abastecer mesmo depois do desligamento automático da bomba. Que danifica o cânister (filtro projetado para receber e limpar os gases do tanque, mas não o combustível em estado líquido…). Além do risco de vazar e manchar a pintura.

Nitrogênio – Nem imaginava que vários postos ainda oferecem nitrogênio para calibrar pneus, uma antiga tentativa da White Martins de faturar algum às custas dos motoristas. Vale a pena pagar por ele em vez do ar que — em geral — é de graça? Sim, caso seu automóvel seja um Fórmula 1, onde é essencial manter a calibragem inalterada mesmo em elevadas velocidades. E evitar a umidade do ar. Ou então se você costuma rodar com frequência acima dos 200 km/h. Ou seja, ate que valeria a pena se fosse gratuito, mas a relação custo-benefício para pobres mortais ao volante não justifica a despesa.

BF

A coluna “Opinião de Boris Feldman” é de total responsabilidade do seu autor e não reflete necessariamente a opinião do AUTOentusiastas.

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  • Brenno

    Isso é muito comum. Tudo quanto é posto adora querer verificar nível do óleo, isso quando o motor já rodou e não esta mais frio! Uma coisa que me irrita é levar o carro para trocar óleo e o “dono” do car center dizer qual o melhor óleo para o MEU carro. “O moço, seu Fiesta 1999 já é antigo, não pode usar óleo sintético e tem que ser mais grosso, se não pode ‘fundir’…Recomendo 15W40 que é sucesso!”
    Então quer dizer que a Engenharia trabalha para encontrar o melhor fluido para meu motor e um pseudo-engenheiro “acha” que o 5W30 Sintético SN recomendado pelo manual não deve ser usado? Me poupe!

    Fazendo uma observação: fazem 1,5 mil km que troquei o óleo do meu carro. Curiosamente, ele era amarelo! Hoje ao verificar o nível, após essa quilometragem, continua ainda com a coloração amarelada. Então continuo com a mesma opinião: deu 5 mil km ou 6 meses? Troca!
    Abraço.

    • Brenno,
      trocar óleo com seis meses ou 5.000 km é maneira bem divertida de jogar dinheiro fora. Mas cada um faz o que quer com o próprio dinheiro.

      • Cris Dorneles

        Bob, boa tarde. Qual seria o período ideal de troca?

        • Cris Dorneles,
          com toda segurança, 10.000 ou 1 ano.

          • Welyton F. Cividini

            Bob,
            e se o carro é submetido a uso severo, reduz o tempo da troca ou não precisa?

          • Welyton,
            precisar não precisa, mas se o plano de manutenção da fabricante não for observado, o veículo pode ter sua garantia cancelada. Está nos Termos de Garantia contratual.

          • Carlos A.

            Welyton, só reforçando a resposta do Bob Sharp, enviei o óleo original de um Mille Fire Flex para análise junto a Petronas (fornecedora da Fiat) com 1 ano de uso – uso severo – e a conclusão foi que o lubrificante estava normal em perfeitas condições, assim teoricamente poderia até ser mantido em uso por mais tempo. Mesmo assim ás trocas nesse caso estão sendo feitas anualmente, ou seja, troca com 6 meses seria desperdício.

  • Carlos A.

    Caro Boris, nunca troquei o óleo do carro em postos de combustíveis, aliás, acho que lá é local somente para se abastecer o carro e no máximo calibrar os pneus, mas isso atualmente faço em casa com um compressor pequeno com reservatório de 25 litros, ótimo para esse fim e usando calibrador aferido. Afinal, não se deve calibrar os pneus quentes. Mas pior mesmo foi um conhecido que certa vez trocou o óleo do motor no posto, além de usarem produtos fora do homologado para o carro dele, o frentista disse que o manual do carro estava errado, o correto eram 4 litros e não 3,5 litros de óleo!

    • WSR

      Isso dos 4 L em vez de 3,5 L já aconteceu comigo. Um frentista teimoso, falando que o correto eram 4 L mesmo, que ele tinha quase 20 anos de experiência na profissão e que *sempre* tinha abastecido motores AP com 4 L de óleo, inclusive o Santana dele, rs.

      Daí acabei lavando o carro para trocar o óleo numa oficina mecânica e, atualmente, troco em casa mesmo.

      • Carlos A.

        WSR, incrível mesmo como alguns desses ‘profissionais’ teimam em fazer o procedimento errado. Faz mais de década que também troco em casa o óleo do meu carro mais antigo, e é só vantagem pois drena-se com toda calma e tempo, inclusive para troca do filtro de óleo que pode ser removido já frio! Já carro novo ainda em garantia, costumo monitorar o procedimento na concessionária, certa vez o mecânico da concessionária, queria colocar 3 litros de óleo num Mille Fire Flex onde o correto são 2,7litros, claro que não permiti e ainda fiz diferente. Pedi a ele para que colocasse somente 2,5 litros e em casa monitorei na vareta a necessidade ou não de colocar os 200ml restantes.

  • ochateador,
    acho um exagero você pensar em ter sido prejudicado só porque sua mãe fez a gentileza de reabastecer seu carro, mas, enfim, cada um é livre para pensar como quiser. Mas o que quero lhe dizer é outra coisa. Só a Shell (Shell Racing), a Ipiranga (Ipiranga Original Premium)e a Ale (Ale Premium) têm gasolina premium, de 98 octanas RON. A Podium é uma gasolina exclusiva da Petrobrás e tem 102 octanas RON, por isso é a mais cara de todas. A gasolina comum ou as comuns aditivadas (Petrobrás Grid, Shell V-Power Nitro+ e Ale Plus) são de 95 octanas RON. Nenhum carro no mundo hoje, mesmo aqueles superesporivos de mais de 500 cv, requer mais do que 98 octanas RON. Quando a Petrobrás lançou a gasolina Podium há alguns anos sua real vantagem era conter pouco enxofre, 30 partes por milhão, enquanto todas as outras continham 800 ppm. Mas a partir de 1º/01/2004 todas as gasolinas brasileiras passaram a 50 ppm de enxofre, no que Premium perdeu sua vantagem competitiva (a diferença entre 30 e 50 ppm é irrisória). Desse modo, você pode economizar uns trocados nas suas experiências com octanagem indo até à premium, pois nos nossos motores mais que 98 octanas RON não faz a menor diferença. Gasolina aditivada sim, esta é recomendável por manter o motor mais limpo internamente.

    • caique313131

      Li em algum lugar, mas já faz tempo, que a gasolina Podium ainda mantinha a porcentagem de 25% de etanol, diferentemente das outras que foram alteradas pela legislação, oriunda do lobby do ramo sucroalcooleiro, para 27,5%. Isso ainda se mantém?

      • caique313131,
        as gasolinas Podium e premium mantêm 25%, as demais, 27%.

    • Fernando

      Bob, uma pena que por aqui o preço da Premium da Shell(já que do Ipiranga e Ale ainda não encontrei nas redondezas) está o mesmo da Podium, assim esta até continua sendo vantajosa, em se falando das de maior octanagem.

      Mas estou usando as meramente aditivadas mesmo, meus carros não estão retribuindo em nada no consumo e o funcionamento está o mesmo, seja Premium seja só a aditivada, então vou na menos cara(mas de posto que confio). Isso que hoje as Premium tem menor percentual de álcool.

      Há poucos anos eu notava diferença quando abastecia com a Podium, creio que essa redução no enxofre melhorou muito a qualidade das comum e aditivada.

      • Fernando,
        o Brasil perdeu o rumo mesmo. Como pode, premium ter o mesmo preço da Podium? Fique atento ao fato de que maior octanagem só traz vantagem se o motor tiver mapa de avanço de ignição que preveja gasolina de maior número de octanas, senão o efeito é zero. E, claro, gasolina dita comum brasileira, tanto a normal quanto a aditivada, está com menos enxofre. 50 ppm ante 800 ppm.

  • Brenno,
    esse é um legítimo atavismo da indústria automobilística. Com o fim do carburador em favor da injeção mediante controle eletrônico e com o aperfeiçoamento do controle da temperatura do líquido de arrefecimento, em que em poucos minutos o motor atinge a temperatura normal de funcionamento, não existe mais a diluição do óleo nessa utilização “severa” como a que você descreveu. É atavismo mesmo.

  • Audemar,
    além de irresponsável esse frentista é um mentiroso, a Goodyear jamais recomendaria algo do gênero.

    • Audemar

      Claro, tudo embuste do safado.

  • cjvital,
    o AE é totalmente cético quanto a aditivos para óleo do motor por entender serem desnecessários, placebos. Acredito que o Boris tenha falado de todo e qualquer aditivo. No exemplo que você deu sobre cárter de alumínio, no momento em que o cárter ficar sem óleo por se ter rompido e o indicador de falta de pressão de óleo o acusar, para-se o carro imediatamente e não haverá danos ao motor. E não, nunca faremos avaliação do Militec.

    • Marco

      Não compreendo a suposta vantagem do Militec. Ora, se ele é misturado ao óleo, num eventual acidente que danifique o cárter, o tal do Militec não iria embora com o óleo?!?

      • Marco,
        o que os fabricantes desses fabricantes argumentam é o que o aditivo se deposita nas partes móveis com uma camada de baixo atrito e alta resistência. Mas sou cético quando a esses “milagres”.

        • Marco

          Obrigado.

  • RoadV8Runner

    Acho o cúmulo da tentativa de empurroterapia o cidadão perguntar se o nível de água e óleo estão OK, quando o carro está parado em total desnível. Tem um posto que vou de vez em quando que, quando se usa a última bomba, o carro fica inclinado para a frente, pois a calçada tem um desnível razoável. Certa vez, ao receber a fatídica pergunta “Água e óleo tá tudo OK, doutor?”, respondi com outra pergunta: “Como é que você vai saber me dizer se o nível está bom ou não com a frente apontada para baixo, nessa pirambeira?” A coisa é dita de forma tão automática que o sujeito ficou um tempo sem entender minha pergunta…

    • Miquelle Francisconi Alves

      RoadV8Runner, além do carro ter que estar no plano nivelado para medir o nível do óleo, o motor tem que ter sido desligado há algum tempo para o óleo se acumular no cárter. Ou seja, concordo, completamente inútil medir o nível de óleo nestas condições.

      • Roberto Neves

        Confesso-vos, envergonhado: já caí no golpe do óleo baixo! Voltava eu das Minas Gerais para o Rio de Janeiro, nas lonjuras de Juiz de Fora, num saudoso Palio 1,4 branquinho, quando parei num posto para abastecer. O frentista pediu para olhar o nível do óleo e eu, candidamente, anuí. Ele mostrou-me que o nível estava baixo e me ofereceu um litro de outro, que ele jurava ser da especificação correta. Imbecilmente, aceitei e paguei bem pago. Ao chegar ao Rio, verifiquei no manual do carro que o óleo tinha especificação diferente. Fui ao meu mecânico, que me aconselhou a deitar fora todo o óleo do cárter e substituí-lo, bem como ao filtro de óleo, mesmo estando fora do prazo para troca. Desde então, faço igual aos colegas daqui: quando um frentista me pede para ver o óleo, apenas rosno, mostrando meus caninos aguçados.

  • Elton Veoitão,
    Podium e as gasolinas premium das bandeira Shell, Ipiranga e Ale, 25%. Todas as demais, 27%.

  • RoadV8Runner

    Eu não acredito que exista algum aditivo capaz de evitar danos ao motor quando este rodar sem óleo. Até mesmo o ruído de funcionamento do motor altera-se drasticamente quando funciona com baixa pressão de óleo, o que dizer então de estar “seco”?. Além da lubrificação em si, o óleo ajuda na refrigeração de algumas partes do motor, sem contar os casos de motores equipados com tuchos de válvula hidráulicos. Os danos podem não ser visíveis ou mensuráveis facilmente, mas com certeza algum desgaste significativo ocorrerá ao funcionar o motor sem óleo algum, por mais “milagroso” que um aditivo prometa ser.

  • Otávio Marcondes,
    esgotar o óleo com o motor frio é melhor, desta maneira o óleo velho sai todo, foi tudo para o cárter. Como os óleos multiviscosos de hoje, e deste que não esteja muito frio, 7~6 ºC para menos, óleo escorre com facilidade pelo orifício de drenagem.

  • Diney,
    pode até ser o que a Militec diz, mas não deixa de ser um aditivo.

  • Brenno

    O que eu pensei agora é se a localidade influencia. Por exemplo: Belo Horizonte e região apresenta alta contaminação por minério. Um certo canal do YouTube sempre mostra o desgaste das correias. E, pude comprovar isso numa oficina de um amigo meu: carros com 20 mil km com correia danificada, sem dentes, quando não arrebentam. Aqui no Sul de Minas uma correia dura fácil 60 mil km, pois não temos vestígios de mineração. Então, não sei se isso se aplica ao lubrificantes do veículo.

  • RoadV8runner,
    inacreditável, a GM/ACDelco cometer um erro desses. Como pode? É, ninguém quer nada com coisa alguma mesmo.

  • Fernando,
    esse assunto de combustíveis no Brasil é tão irritante (tenho consciência deles desde os 11/12 danos e já estou com 73) que estou pensando em fazer como a revistas americanas e, soube esta semana, a Quatro Rodas, esquecer por completo nos textos e fichas técnicas do AE que o álcool combustível existe. Ficaria tudo mais simples.

  • RJGR,
    é, a coisa está feia mesmo. Responsabilidade? Ora, a responsabilidade…

  • V_T_G,
    é porque eu não estou lá num cargo gerencial para acabar com essa palhaçada….

    • V_T_G

      Boa!!!

    • Ricardo kobus

      E o óleo não é barato.

  • RJGR,
    isso mesmo, 2014 e não 2004. Vou corrigir a resposta, obrigado pelo alerta.

  • Daniel S. de Araujo

    Anos atrás fui abastecer minha Ford Ranger diesel e pedi para olhar o nivel do óleo pois fazia cerca de 1.500 km que tinha procedido a troca (minha ex. Ranger tinha o estranho hábito de abaixar cerca de 1 L nos 1.000km pós=troca e depois, andava 9 mil km sem baixar uma gota).

    O frentista usou seu “viscosímetro digital” (colocou o lubrificante tirado da vareta entre os dedos) e soltou o diagnóstico: “Falta 0,5 L mas ao invés de completar, está na hora de trocar: Está escuro e sem viscosidade”. Agradeci, paguei e fui embora.

  • Marcio

    O termo “calibragem” é incorreto. Favor utilizar o termo correto que é “calibração”.

    • Marcio,
      pneus não se calibram, se inflam a uma determinada pressão.

      • João Guilherme Tuhu

        Este post me lembrou uma discussão online que mantive a respeito dos vocábulos ‘câmara’ e ‘câmera’, que a norma culta considera sinônimos, mas que o uso da língua, como fato social e histórico que é e jamais deixará de ser, distinguiu claramente. Ninguém fala ‘Câmera de Deputados’, ou música de ‘câmera’. ‘Calibração’ é termo ‘recusado’ pelo uso social da língua. Pode não ser errado, mas soa mal…

    • Lorenzo Frigerio

      Talvez em Portugal… mas você tem formalmente razão. Calibragem é do equipamento em si. Calibração é usar o aparelho para calibrar outra coisa, como pneus. Torquímetros são outro bom exemplo. De vez em quanto, têm que passar por calibragem. Existe um master que faz a calibragem do torquímetro. O torquímetro, por sua vez, está passando por uma calibração no master. Em seguida, os parafusos passam por calibração de torque através do torquímetro aferido, ou seja, com a calibragem em ordem.

  • robson santos

    Eu já contei isso aqui, e ainda clamo pela “vitória”: um frentista queria me vender um frasco de octane booster para garantir o meu abastecimento de álcool… questionei a qualidade da cana daquele álcool que vinha dos canaviais da xxxxx ( Distribuidora, não vou falar o nome ), como o papo era sobre “agricultura” fugia da especialidade dele então formou-se um ponto de interrogação enorme em seu rosto, no que sentenciou: “ah entendi, o seu modelo não precisa disso” …

  • RoadV8Runner,
    pois é, o zika é café pequeno perto da “holeritite”…

  • Otavio Marcondes,
    o motivo não é técnico, mas financeiro: dar uma mãozinha para os concessionários. Só.

  • Otavio Marcondes,
    claro, óleo quente flui melhor, mas com motor frio o que tinha de óleo para descer, já desceu. De qualquer maneira, seu procedimento não traz nenhum tipo de problema, continue com ele.

  • TDA

    Idem. Engraçado, agora lembrei de um acontecido comigo, uma bela noite parei no posto para abastecer e desci do carro ficando ao lado da porta. Aí chega um dos frentistas e gesticula pedindo que eu abra o capô do carro. Eu meio incrédulo olhei a cena e perguntei, quer fazer o quê aí? O camarada fala para eu abrir o capô para ele verificar o nível do óleo. Sem muita delicadeza, admito, eu respondo que não vou abrir e só quem verifica o nível sou eu.
    Tem cada um, viu…

  • João Guilherme Tuhu

    Nos postos, o ‘frentista’ (nomezinho feio, sô) nem abre o ‘capô’ – por sinal outro galicismo interessante – do carro que estou a dirigir.

  • Christian Bernert

    Sinceramente, frentista de posto é uma profissão que não deveria existir. Não há razão para isso. É igual a cobrador de ônibus.
    Não vejo o menor sentido em ficar parado esperando o frentista operar a bomba de combustível. Então eu sou habilitado para dirigir um carro mas preciso de um ‘especialista’ para encher o tanque? Só aqui no Brasil mesmo. Profissão absolutamente inútil. Tanta mão de obra jogada fora, empobrecendo o país com atividade totalmente improdutiva.
    Mas qual é mesmo o país dos sindicatos?
    Já dizia a minha avó: “a mente desocupada é a oficina do diabo”. A profissão é tão inútil que dá tempo de ficar engendrando estas maracutaias.

    • Lorenzo Frigerio

      Os frentistas ainda existem porque o dep. Aldo Rebelo (PCB), atendendo ao sindicato deles, entrou com um projeto contra a liberação. Vocês devem se lembrar que, por algum tempo, tivemos um e outro posto sem frentista. Existe também outra aberração semelhante: o cobrador de ônibus. O Maluf tentou acabar com eles e disse que eles poderiam ser treinados para ser motoristas. Até hoje temos cobrador em ônibus, 20 anos depois. Este é um Pais onde todos saem atrás exclusivamente dos seus imediatos, míopes interesses.

  • TDA

    Bem parecido com o meu caso, saio de casa para o trabalho e 5 km e 15 ou 20 minutos depois já chego. Carro desligado até o fim da tarde e mais 7 km e uns 30 minutinhos depois (caminho da volta é um pouco diferente) estou em casa. Sempre transito médio a lento e velocidade média de 14 a 15 km/h.
    Totalmente caracterizado como uso severo. Desde o meu primeiro carro que faço troca do óleo de 6 em 6 meses, já que normalmente não chego na marca de 5 mil km rodados.

  • Era capaz dele abrir o porta-malas do seu Fusca achando que era na dianteira que ficava o motor.

  • Antonio Filho

    E o kit de “conversão” para hidrogênio vendidos por ai? Aquilo sim tem que ser esclarecido publicamente!

    • Rodrigo R

      Tem uma matéria aqui sobre esse assunto.

  • Daniel S. de Araujo

    Tinha um professor de finanças na faculdade chamado Oscar Malvessi (falo o nome porque o cara era bom!) que quebrava qualquer um com o seguinte argumento: você fala para o outro comprar a ação X, mas VOCÊ, poria seu dinheirinho, o do seu pai e do seu avô nisso que você manda os outros investirem???? Se o aluno hesitasse, tirava ponto.
    Vejo o ADG HighTorque como o aluno hesitante. Ele faz isso no carro dele? O que a Militec tem que a industria do petróleo não descobriu até hoje? É demagogia, pois o lubrificante tem a função de retirar calor do motor e auxiliar no arrefecimento. Alguns carros tem até trocador óleo-agua!!! Esse negócio de tirar o óleo e sair rodando com Militec pode até existir mas carece de fundamentos. O ADG como profissional da reparação não deveria mostrar esse tipo de coisa.

    • Kar Yo

      Daniel, não defendo o uso do Militec, mas gostaria de fazer algumas considerações. O ADG coloca o produto em seus carros (pode conferir nos vídeos dele). O teste que ele fez rodando sem o cárter de um Honda Civic do representante do produto realmente impressionou. Se não me engano foram 13 km e, depois de uma inspeção superficial por baixo do motor não havia sinal de risco ou queimado. Nos carros atuais, 13 km é muito mais do que suficiente para a temperatura do líquido de arrefecimento chegar na temperatura de operação de cerca de 90ºC. Como ele mesmo defende é para uma emergência. E 2 funcionários dele tiveram o cárter quebrado em 2 Fiat Marea que são reconhecidos pela sua sensibilidade. Tudo bem que não ficou claro se eles rodaram por um tempo ou pararam imediatamente (nesse caso, o não uso do produto teria o mesmo resultado).
      O que mais me preocupa é a compatibilidade química do produto com o óleo, pois nem a Militec, nem os fabricantes de óleo divulgam seus componentes. Ou seja, a longo prazo, ninguém sabe o que pode acontecer e nem se os novos óleos que viram serão compatíveis.

  • Luiz AG

    Óleos de 5000 e 10000 km. Ate hoje não entendi a lógica…
    E ainda bem que acabou a obrigatoriedade do extintor. Não suportava mais ouvir ameaças.

    • Diney

      A novela do extintor não acabou ainda, aguarde cenas dos próximos capítulos.

  • Luiz AG,
    70 reais por mês? Eu gasto 14 reais por dia!

    • Jota

      Por falar nisso. Puta chato esse negócio de não ter mais o acedendor de cigarro em carros novos. Meu Corcel II tem o dele todo manchado onde entra em contato com o cigarro, toda vez que tiro e olho fico saudosista imaginando as pessoas que andaram ali, que fumaram ali, posso ser bobo, mas gosto muito desse tipo de coisa. E um cigarro não deve fazer menos mal do que uma coca cola.

  • Audemar,
    o Fernando Haddad é um que concorda com isso, tanto que quando ministro da Educação(?) autorizou livro de Português que, entre outras barbaridades, falar “nós pega o peixe” é aceito porque é assim que o povo fala.

  • Carlos A.

    RoadV8Runner, essa coisa dos filtros de óleo é bem polêmica cada vez mais escuto comentários como o seu, não consigo entender como podem ter tantos filtros de óleo iguais para motores de tamanhos diferentes. Se na época desses carros ainda ‘zero km’ os filtros eram de tamanhos diferentes, como pode ocorrer uma redução de tamanho?

  • Carlos A.

    Sem dúvida, Robson Santos, esse é o bom “proficional”.

  • Carlos A.

    Daniel S. de Araujo, como bom Ae que sou, fico com os ‘2 pés’ a trás com esses filtros universais, curioso que a MANN é marca de renome e fornecedora de montadora como peças genuína de fábrica!

    • Newton (ArkAngel)

      Uso esse tipo de filtro há anos e nunca tive problemas, a Mann é marca de confiança. A questão da capacidade do filtro é relativa; para o motor Zetec Rocam, por exemplo, existem 2 tamanhos distintos de filtros, e os veículos vêm indiferentemente com um ou outro. A linha Honda usa o mesmo tipo de filtro para praticamente todos os seus modelos, quer sejam 4 cilindros ou 6. O melhor método para medir-se o nível do óleo após a troca é o seguinte: Se por exemplo, o manual indica 4,5 litros, coloque 4,2 litros, ligue o motor por alguns segundos até apagar o indicador de pressão do óleo, desligue, espere uns 10 minutos e então meça novamente, acrescentando o que falta.

      • Carlos A.

        Caro Newton boa dica! De fato foi isso que fiz no caso do motor Fire cuja capacidade indicada com troca do filtro é de 2,7 litros coloquei 2,5 litros e depois completei o restante. Mas, além da capacidade do filtro existe outro ponto, a válvula interna de retenção do filtro, será que não existe variação?

        • Newton (ArkAngel)

          A válvula interna do filtro é uma válvula bypass, que se abre em caso de entupimento do filtro, garantindo a lubrificação do motor.

      • Daniel S. de Araujo

        Newton, de fato Mann é uma marca confiável, contudo se o fabricante projeta o carro para 3,5 L de lubrificante, são 3,5L de lubrificante. Mais é exagero; menos, falta. Imagine motores que têm o costume de queimar 1 L entre as trocas: Se você queima 1 L sobre 3,5 L você consome 28% do total, se estiver usando desses filtros universais, (cito o exemplo da Saveiro AP – caia de 3,5 para 2,5), esse porcentual sobe para 40%! Ou seja, um motorista que seja atento ao nível, não muda nada, mas um desleixado terminará drenando apenas 1,5 L de óleo, o que é pouco.

        Com relação ao procedimento de troca, sempre faço isso que você comentou.

        • Newton (ArkAngel)

          Acho estranho essa diferença de 1 L entre os modelos de filtro, vou pesquisar para saber sobre isso.

  • Newton (ArkAngel)

    Um cliente meu da oficina certa vez trocou o óleo de sua Toyota RAV4 em um posto de gasolina. Só que o frentista esgotou o óleo e se esqueceu de abastecer com o óleo novo. O dono do carro pegou a estrada, e obviamente o motor travou após rodar cerca de 50 km sem óleo…claro que o motorista foi negligente, mas fica como exemplo para atestar que é a qualidade do motor que determina a sua resistência, e não é um aditivo que vai melhorar isso.
    Quanto ao Militec ou outros aditivos, acredito que até possam melhorar algo em termos de redução de atrito, mas não acho que o custo compensa. Além disso, confio muito mais na tecnologia de uma Mobil, Pentosin, só pra citar algumas.
    Quanto ao “desafio” de se rodar sem óleo…bem, pra mim não faz sentido nenhum, pois é uma situação irreal; apenas mostra que o dono do carro com Militec vai demorar mais alguns km para se ferrar…

  • Eduardo Mrack

    Se for só a junta o cidadão tem é que ficar contente, pois é bem provável um grande empenamento no cabeçote e na face do bloco.

  • Eduardo Mrack,
    inclusive, em caso de ruptura do cárter seguida de quebra do motor se o infeliz insiste em rodar, não há atendimento em garantia, nada mais correto. Instrumentos e avisos fazem parte da operação de qualquer máquina.

  • Daniel S. de Araújo,
    permita-me aplaudir de pé seu comentário!

  • Eduardo Mrack,
    vivendo e aprendendo!

  • Falando em aditivos, alguém já ouviu falar do Militec? Queria saber a opinião de vocês…

    • Não se deve adicionar nenhum aditivo extra no óleo, pois isso pode acabar com o equilíbrio químico do óleo e reduzir assim o seu desempenho como: poder de limpeza, redução de atrito (desgaste), etc.

      • AstraPower

        Me parece q ele não altera o óleo, ele apenas usa o óleo como transporte para posteriormente aderir às partes metálicas do motor. É diferente do Molykote, por exemplo. Não é nem chamado de aditivo de óleo, mas sim, de condicionador de metais.

  • Valdomiro Junior

    Presenciei, várias vezes, frentistas oferencendo-se para verificar o óleo do motor, sempre de clientes abastecendo seus carros e com o motor quente, sem aguardar, pelo menos 10 minutos para o óleo “descer’, pessoas que não entender do assunto acabam levando meio litro de óleo, de bobeira e depois o motor trabalha com excesso de óleo. Temos que ficar atentos, sempre tem alguém querendo morder o nosso dinheiro !

  • Lorenzo,
    dois maços por dia desde os 15 anos. Este ano faço 74.

    • Daniel S. de Araujo

      Bob,
      recentemente participei de um track-day e entendi direitinho o seu prazer de fumar depois de uma volta rápida: Quando desci do carro, imediatamente pensei como cairia bem sentar, acender um Marlboro dourado (o cigarro que eu fumava no meu tempo de fumante) junto com um cafezinho.
      Parei de fumar porque precisei mas que era bom, era…

      • Daniel S. de Araújo,
        para mim o cigarro mais fantasticamente gostoso era quando terminava o meu turno numa prova longa, coisa de duas horas, eu passava o carro para o outro piloto, via o carro ir embora saudável e tirava o capacete. Aquele cigarro era de um prazer indescritível!

      • Vabis

        Parei porque quis e nem cogito em voltar a fumar, mas que era bom… ah! como era.

    • Leo-RJ

      Boa, Bob!

      Meu tio, que me “ajudou” a gostar de carros, dizia que não confiava em homem que não fumava e não dirigia (dizia, “Que tipo de homem é esse? Não gosta de dirigir, não fuma… onde já se viu?!”). Na verdade era tio da minha mãe. Morreu aos 101 anos, fumava um pacote e meio de cigarros por dia, bebia três doses de pinga braba por dia, uísque duas vezes por semana (“para melhorar o paladar”) e viveu bem até os 101 anos. Detalhe, só parou de dirigir aos 92 anos…

      E os meninos de hoje ficam enjoadinhos com cheiro de gasolina no posto… rsrsrs…

      • Leo,
        pelo andar da carruagem eu vou ser seu tio II… (rsrsrs)

        • Leo-RJ

          Rsrsrs… tomara!! Assim esperamos!
          E ele parou de dirigir aos 92 sob o singelo argumento de que “há muitos idiotas nas ruas dirigindo hoje…” 😀

          • Leo-RJ,
            que legal o argumento do seu avô! Ele está certíssimo e esse número está crescendo assustadoramente. O que eu vi de barbaridades numa viagem ao interior (Tuiuti) ontem foi impressionante.

      • Vabis

        Essa dos meninos foi boa. O ruim, é que é verdade.

    • Vabis

      Mas não chegará aos 80, hehehe… (Brincadeirinha).
      Comecei aos 13, fumei duas carteiras/dia por 40 anos e parei, mas não sou ex-fumante chato.

  • isso, o “capu” do “Plimu”…

  • Marcio,
    show! Segundo “vivendo e aprendendo” hoje!

  • Ricardo kobus

    Eu pensei que só eu tinha carro a álcool ainda, eu gosto de carburados a álcool, pois quando você está fazendo uma manutenção em seu carburador a casa inteira não fica fedendo ao contrário da gasolina.

    • Ricardo,
      o seu Gol tem o sistema de injeção de gasolina para partida a frio estando com álcool no tanque? Está funcionando normalmente? Ah, sim, o álcool tem essa vantagem, seu odor é pouco penetrante, ao contrário da gasolina.

      • Daniel S. de Araujo

        Engraçado é que parece que é só no Brasil que a gasolina fede. Nas inúmeras vezes que fui à Argentina, o aroma suave da gasolina e não impregnar me chamou a atenção, mas achei que o inverno era que acabava reduzindo o cheiro. Contudo, 10 anos atrás estive em Montreal e isso foi algo que me chamou a atenção, pois estive no verão canadense (semelhante ao nosso outono da região sul/sudeste).

        Por ai vemos que o que queimamos em nossos automoveis é qualquer coisa inflamável assemelhado a gasolina

        • Daniel,
          na verdade, desde que o enxofre baixou para 50 ppm em janeiro de 2014, o conhecido fedor desapareceu. Pode observar hoje. A Podium não fedia desde que foi lançada.

          • Daniel S. de Araujo

            Valeu Bob pela resposta! Realmente a gasolina podium não tinha o cheiro fedido.

      • Ricardo kobus

        Bob,
        Funciona tudo certinho, hoje ele estranhou um pouco o frio, pois tava meio gelado cedinho, mas tudo certo a pena é o preço do álcool.
        Mudando de assunto, eu trabalhei de frentista num posto com a extinta bandeira Texaco (aliás era uma gasolina muito boa) e era irritante a pressão para vender esses produtos eu não vendia, só se me pedissem, até que ganhei a conta hehe.

        • Ricardo Kobus,
          perguntei se o sistema de injeção de partida a frio funcionava porque não sei se você conhece a técnica de fazer motor de carro a álcool se essa injeção., que é a seguinte: acione o motor de partida sem acelerar por 5, 7 segundos e pare. Dê umas três injetadas com o pedal do acelerador. Acione de novo sem acelerar e o motor pegará em marcha-lenta. Depois de uns 6 a 10 segundos, às vezes menos, comece a acelerar e, pronto. Esse acionamento inicial sem acelerar serve para aquecer as câmaras de combustão pelo efeito da compressão.
          Ou então, em época de muito frio, colocar 10% de gasolina no álcool.
          Quanto ao seu trabalho como frentista, parabéns pela postura.

          • Me lembro do Voyage GLS Super do meu pai! Que carrinho bacana. Melhor que ele só o Passat Pointer. Os dois a álcool!

  • Pag,
    agradeço sua preocupação em me informar, mas eu já estava sabendo desse ato (mais um) contra a economia popular sancionada pela gorda fecal, que foi vorazmente para cima também de quem aprecia cerveja e chocolate. Aqui em casa a média é 11 pacotes por mês, somos três fumantes. R$ 880 por mês!

    • Vabis

      Altos preços nos cigarros para diminuir o consumo é batota. Algumas bestas que se acham entendidas, pensam que com esse preço elevado muitas pessoas deixarão de fumar. Até tem um pouco de verdade nisso, mas deixarão de fumar cigarros produzidos aqui, porque o negócio agora é comprar do Paraguai.
      Ano passado, em determinado lugar que sei, diariamente o exército em conjunto com a polícia federal apreendiam inúmeros veículos carregados com cigarros paraguaios. E agora que pararam de fiscalizar, tem quem pense que esses descaminhos deixaram de existir?
      * Para quem não sabe, o cigarro é considerado descaminho e não contrabando.
      Se alguém souber informar o porquê, seria útil.

      • Malaman

        Vabis, descaminho é quando você importa algo é que legal, porém sem passar pelos procedimentos e pagar a parte do grande sócio.
        Contrabando é quando você importa algo cuja importação é proibida no país.

  • Lucas dos Santos

    Acho que, no seu lugar, eu não iria resistir à tentação de pedir para ele olhar a água, só para ver o que ele faria e diria.

  • Eduardo Mrack

    No link abaixo o modelo mais simples. Existem outros bem mais precisos e elaborados, mas este aí já dá conta do recado tranquilamente. O uso é super intuitivo, tira a tampa do ventil e encaixa o verificador, não tem como errar.

    http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-738558252-medidor-de-presso-pneus-calibragem-carro-moto-bicicleta-_JM

  • Eu tenho um Gol – 1.8-L – ano 1990, e tinha um frentista que todo dia tentava me empurrar a Podium, sobe a argumentação que o carro iria ficar mais econômico, então eu sempre respondia a ele:
    – Podium. .. eu não Podium.

  • Ricardo kobus

    Obrigado pelo convite com certeza acessarei.
    Também sou fã de carburadores, o meu carro possui um Weber 495 eletrônico que muitos falam mal, mas se dedicação consegue-se um funcionamento legal com ele, não é um bicho de sete cabeças.

  • Kar Yo

    Daniel, na verdade nem precisava discordar. Eu apenas relatei alguns videos que assisti. A inspeção do motor foi superficial sem dúvida. Como disse, só pelo fato de não saber do que é feito e não saber a compatibilidade com o óleo já é motivo mais do que suficiente para não utilizá-lo.

  • Daniel S. de Araújo,
    é evidente que isso só poderia acontecer. Como esse pessoal do governo é burro, assusta até.

  • Lorenzo,
    mas é claro que não se pode usar os galões estrangeiros. Afinal, não dizem que o brasileiro é um povo muito inteligente? Por que haveríamos de usar galões que usam em outros países? Não, senhor, não pode!

  • Lorenzo,
    ops, desculpe pelo erro!!!

    • Vabis

      Plimu?
      Não captei…

  • Fabio Fabio

    Também tive que aposentar meu galão padrão americano, aquele todo vermelho identificado e projetado especialmente para transporte e transferência de combustíveis, tive que pagar 15 reais no posto pelo tal galão ”regulamentado” BR, transparente, sem identificação, de má qualidade e que vaza pela tampa, na verdade não passa de um galão idêntico a aqueles que vendem produtos de limpeza de porta em porta, é mais uma daqueles semianalfabetos e desocupados que ditam as leis lá em Brasília!

  • robson santos

    Pois é Daniel, não é para refletir ? Já sabia da existência deste texto porque acompanho aquele fórum, achei de uma utilidade exemplar sobre aquele colega.

    Creio que antes o mote do Militec era longevidade do motor, agora adicionaram possibilidades de vazamentos/quebra de cárter como tática psicológica, fosse assim como é que fabricantes de óleo já não compraram esta fórmula de uma empresa de fundo de quintal, com o benefício de evitar danos ao motor quando de rápida percepção do motorista em parar o veículo, que pela ausência de tal produto isto não seria proporcionado mesmo com tempo rápido de reação do motorista ? Por que fabricantes de óleo deixariam de incorporar tal benefício em suas fórmulas ?

    Digamos: se tal “condicionador de metais” interfere na vida útil do motor, o quanto positivamente? Se tal composto clorado também interfere, o quanto negativamente ?

    Mesmo que a vantagem de um se interponha a desvantagem do outro, o benefício deve ser ridículo para se gastar com isso a vida toda, valendo muito mais a pena então você investir numa troca anual ou 15.000 km em óleos sintéticos de última geração ( cada vez mais estáveis, mais resistentes a oxidação e emulsões pela presença de água/etanol, mais duráveis em uso severo portanto, que uma ou duas vezes por década se atualizam ), do que ficar botando óleo baratinho de 6 em 6 meses com frasco de Militec que há trocentos anos continua uma incógnita..

  • robson santos

    Pois é Macro, o texto é da página 13 e continua na 14 no tópico daquele fórum, é bem interessante mesmo, e faz refletir conforme ainda comentei novamente ao Daniel.

  • Ricardo kobus

    Pois, senti uma leve diferença ao pisar no acelerador teve uma reposta mais imediata, pode ser psicológico.

  • Daniel S. de Araujo

    AG, não quis ser tão contundente mas como diz o Bob, aplaudo de pé!!!!

    -> Lubrificante de carro é diferente de lubrificante de arma. Lubrificante de arma tem que ser puro, nada de aditivos ou antiespumantes. Isso sem falar que tem que ser ultrafino, para que fique apenas um leve filme de óleo, basicamente para impedir a corrosão nas partes oxidadas, senão há contaminação da munição!

    -> Colocar um produto com cloro já falou tudo…
    -> Prevenir contra esvaziamento acidental do cárter???? Então ande com um colete a prova de balas dentro de um carro blindado. Faz mais sentido.

    Quando passei a usar lubrificante “All fleet” nos meus carros (comprava um balde de 20L de lubrificante 15W40 API CI-4/SL – para motores a diesel mas com aprovação API para ciclo otto – no meu caso atendia a Ranger / F-1000 diesel e ao Fusca, Saveiro e depois, o Peugeot) fui chamado de maluco, irresponsável, etc. etc. etc. e, pasmem! Algumas pessoas me mandaram colocar Militec!!!!

    Em tempo: O 207 da minha esposa rodou 90 mil km com produto All Fleet e nunca viu Militec ou qualquer outro aditivo ao óleo e o estado interno do motor, em termos de carbonização, crostas, borras e desgaste de camisa é o melhor possível.

  • Daniel S. de Araujo

    Excelente comentário, Alexandre! Aplaudo de pé, como diz o Bob Sharp!

  • Lorenzo Frigerio

    Em outras palavras, a calibragem é uma característica intrínseca do equipamento, que raras vez precisa, ele próprio, ser recalibrado.

  • Rodrigo R

    A água do limpador de para brisa, ‘doutor’. *rs

  • AstraPower

    Se é comigo mandava assim: “-O óleo não porque eu completei ontem, mas pode verificar a água!”.

  • Vabis

    Alguém lembra da lei seca americana?