O novo crossover da Cadillac, o XT5, será vendido por preço a partir de US$ 39.900 em abril, quando começam as vendas do novo modelo que substitui o SRX. Esse preço tem incluído até o frete para qualquer lugar dentro dos EUA. São cerca de 2 mil dólares a menos que o Audi Q5 e o Lexus RX.

Serão quatro versões, básica, Luxury, Premium Luxury e Platinum, esse começando em US$ 63.495. O básico não teve o nome da versão divulgado.

A tração nas quatro rodas será de série apenas na Platinum, opcional nas demais, e poderá transmitir até 100% da potência disponível para o eixo dianteiro ou traseiro, dependendo da necessidade, além de ter um diferencial traseiro que pode utilizar toda potência do motor na roda de maior atrito, eliminando quase totalmente a chance de encalhar em pisos ruins. O sistema poderá também ser desligado para maior economia em viagens longas sobre piso bom.

Os espelhos retrovisores usam imagens da câmera traseira, com campo de visão três vezes maior que um espelho comum.

O motor de todas versões é um V-6 de 3,6 litros e 314 cv e 37,3 m·kgf de torque máximo. Há desativação de cilindros, comando de válvulas variável e desliga-liga motor. O câmbio é automático de oito marchas com controle eletrônico.

O XT5 é o primeiro da série XT, e tem sete interiores diferentes para serem escolhidos pelos compradores.

Como o então presidente da GM América Latina, Jaime Ardila, disse há mais de um ano, a marca Cadillac é uma possibilidade para o Brasil.

JJ

 

Sobre o Autor

Juvenal Jorge
Editor Associado

Juvenal Jorge, ou JJ, como é chamado, é integrante do AE desde sua criação em 2008 e em 2016 passou a ser Editor Associado. É engenheiro automobilístico formado pela FEI, com mestrado em engenharia automobilística pela USP e pós-graduação em administração de negócios pela ESAN. Atuou como engenheiro e coordenador de projetos em várias empresas multinacionais. No AE é muito conhecido pelas matérias sobre aviões, que também são sua paixão, além de testes de veículos e edição de notícias diárias.

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  • Mineirim

    Para mim, esse negócio de sigla só deveria ser usado para nomear versões. Carro tem que ter nome.