Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas MOTORISTAS DETESTÁVEIS: MAIS 20 TIPOS – Autoentusiastas

A matéria “Os 12 tipos de motoristas mais detestáveis“, de 28/12 último, gerou até agora um número expressivo de comentários — 291, incluindo minhas respostas — e muitos contêm sugestões de outros tipos de motoristas. Em vista disso, resolvi fazer um apanhado nos comentários para publicar mais motoristas desse tipo e, surpreso, vi que chegavam a 20.

Seguem, então, as sugestões, como o nome do leitor entre parênteses. Como na matéria anterior, a ordem de publicação é aleatória.

O Muda-faixa – (Fernando) – O que muda de faixa a cada segundo, achando que vai se livrar do congestionamento. É ele mudar e a faixa em que ele estava começar a andar. Aí ele volta… e o tráfego da faixa dele para (foto acima).

O Mad Max – (Eduardo Sérgio) – É aquele tipo perigoso que, ao assumir o volante de um veículo de maior porte — picapes grande ou mesmo caminhões — se acha no direito de agir de forma intimidante ou selvagem, passando por cima das regras elementares de trânsito.

 

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Há motoristas que ignoram os colegas de estrada (youtube.com)

O Soneca-zumbi – (Bia Mondadori) – Na verdade a maioria dos Sonecas são Zumbis. Com a inútil necessidade de postar e se manter “informado” nas redes sociais, eles não percebem que o mundo real não pausou ao seu bel-prazer.

 

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Será que não dá para fazer isso depois? (postandcourier.com)

O Internetado – (Fat Jack) – Uma evolução ainda mais perigosa dos Sonecas, pois estes são somente (apesar disso não ser pouco) lerdos, já os internetados são desatentos o tempo todo, mais até com o carro em movimento. São detestáveis.

 

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Francamente, isso é algo que não dá para entender (minisites.ninemsn.com.au)

O Suicida-assassino – (Antônio Pacheco) – Dependendo da situação, ou morre ou mata alguém. É aquele cara apressado, que não se contenta em esperar nas pistas simples e insiste em ultrapassar em local proibido e, pior, sem nenhuma visibilidade.

 

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Se vier alguém rápido, mais uma devastadora colisão frontal (flatout.com.br)

O Furão – (Fred) – É aquele vai fazer a conversão à direita ou à esquerda e não muda para ou se mantém na respectiva faixa, como todos; vem pela faixa do meio, forçando a barra cortando “por fora”, no mínimo desrespeitando que segue a fila da forma correta, e ainda fazendo os veículos que vem pela faixa central e irão continuar na via ter que esperá-lo.

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O Furão é um dos mais detestáveis tipos de motoristas (arte da redação)

O Tira-fino – (Daniel) – Quando você põe a seta para entrar, ao invés do energúmeno desacelerar, ele acelera para tirar um fino da sua traseira.

O Rebaixado – (Leandro Castro) – Anda feito lesma no trânsito, se achando os mais bonitos e melhores do mundo. Em alguns exemplos a suspensão nem mexe, é como se não tivesse, o carro vai aos pulos.

 

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É inacreditável que haja quem aprecie ver e, principalmente, andar num troço desses; por que será, o que significa? (carrosrebaixados.net.br)

O Diagonal – (Duílio Ferrari) – Põe o carro em diagonal na via para poder passar, lentamente, por uma lombada, tornando-se ele mesmo o dejeto viário que atrapalha o tráfego da faixa ao lado, e pior ainda nos casos em que atrapalha inclusive a faixa em sentido contrário.

 

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Com uma altura de rodagem dessas é preciso transpor a lombada enviesado, ou o carro entala nela (youtube.com)

O Traseirista – (Evandro) – O que quer ler com detalhes o número de série das lanternas traseiras do carro à frente, não respeitando uma distância segura.

 

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Um dos hábitos mais perigosos, dirigir colado ao carro da frente, é muito comum (foro reddit.com)

O Recusa-vaga – (Lorenzo Frigério) – uma lojinha tem, tipo duas vagas no recuo; numa já há um carro estacionado. O Recusa-vaga vem e para na guia rebaixada, trancando a vaga vazia — só para não correr o risco de ter que pedir a alguém para tirar o carro que eventualmente estacione junto à guia, e para não precisar manobrar. Ou seja, ele está inutilizando duas vagas.

O Fecha-cruzamento – (Sérgio) – O Fecha-cruzamento também é dose. “Aqui onde moro tem um semáforo perto de uma farmácia, que sempre que possível (quando eu sou o 3°/4° carro) sempre deixo espaço para quem vem da outra esquina, e quiser entrar na farmácia (ou para quem sai e já acessar o semáforo) não ter que parar o trânsito para isso, ou ter que dar uma volta maior. Hoje fiquei feliz, pois deixei o espaço, e apareceu um carro que o usou. Tudo fluido, show de bola.”

 

Traffic Blocking Intersection and Crosswalk | October 31, 2014

Tem que ser muito idiota para fazer isso (sfmta.com )

O Motorista-bônus – (Anderson) – Se a lombada eletrônica é 80 km/h passa a 50 km/h, talvez ele pense que na próxima lombada esteja com um crédito de 30 km/h.

 

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Esse aí pensa que tem crédito por passar em velocidade abaixo do limite (jaimebatistadasilve.blogspot.com)

O Buzinador – (Francisco Assis Neves) – É aquele que acha que a buzina resolve tudo. Viu algum conhecido? Buzine. chegou em algum lugar? Buzine muito. Trânsito parado? Buzine insistentemente; e por aí vai.

 

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Por que será que o cara está buzinando? (potencialpetroleo.com.br)

O Anfíbio – (Pluto) – Não pode ver um meio-fio alagado em dia de chuva perto de um ponto de ônibus e acelera para lavar os pedestres.

 

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Que estupidez! (lancashiretelegraph.co.uk)

O Colinha – (Uba) – Aquele que na estrada ou na cidade, para pedir ultrapassagem, cola na traseira do seu carro quase encostando no parachoque, mesmo que você esteja a 120 km/h (olha o risco!!). Esse “motorista” tem o rei na barriga e acha que ele é a pessoa mais importante desde o primeiro homo sapiens. Esses são malas e perigosos!

 

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O Colinha tem o prazer mórbido de encostar e tirar uma fina do seu carro na hora de ultrapassar: por que será? (foto en.wikipedia.org)

O Vampiro – (Lemming®) – Não pode ver sangue que vai logo diminuindo a velocidade ou parando. É uma das grandes causas de congestionamentos quando ocorre um acidente, mesmo leve.

 

curioso

Engarrafamentos causados pela curiosidade dos motoristas são frequentes (foto portalomomento.com.br)

O Duas-vagas – (CCN1410) – Certo motorista aqui perto de casa, estacionou seu carro ocupando duas vagas. Ao xingá-lo, ele retrucou dizendo que em nossa cidade é assim mesmo e que não tinha nenhum problema em estacionar daquele jeito.

O Matemático – (Franklin Weise) – em trechos com limite de velocidade a 60 km/h, por exemplo, ele anda a 90 km/h até encontrar um radar, quando reduz para 30 km/h, para “compensar”. Na cabeça dele, a velocidade média é o que conta. Os motoristas de trás e a segurança que se danem. Este parece-se muito com o Motorista-bônus.

O Dois-em-um – (Mr. Car) – Aquele que em uma via de duas faixas de rolamento, faz questão de andar com meio carro sobre cada uma, impedindo a ultrapassagem. Quem sabe se ele é um piloto de avião e não sabemos?

 

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Tem muito motorista que acha que a linha de divisão de faixa de rolamento serve para posicionar o carro – exatamente sobre ela (foto en.wikipedia.org)

O que se pode concluir desta matéria e da anterior é que está mesmo cada vez mais complicado e desagradável dirigir, não? Uma pena.

BS

Sobre o Autor

Bob Sharp
Editor-Chefe

Um dos ícones do jornalismo especializado em veículos. Seu conhecimento sobre o mundo do automóvel é ímpar. História, técnica, fabricação, mercado, esporte; seja qual for o aspecto, sempre é proveitoso ler o que o Bob tem a dizer. Faz avaliações precisas e esclarecedoras de lançamentos, conta interessantes histórias vividas por ele, muitas delas nas pistas, já que foi um bem sucedido piloto profissional por 25 anos, e aborda questões quotidianas sobre o cidadão motorizado. É o editor-chefe e revisor das postagens de todos os editores.

  • Matheus Ulisses P.

    Excelente! Aqui em Laranjal Paulista, mesmo sendo pequena, temos exatamente todos esses tipos descritos nas duas listas!

  • Zoio Silva

    Artigo muito bom para refletir e tentar ‘vestir a carapuça’. Eu quase achei que eu era o “Colinha”. Mas só faço isso quando a velocidade do outro veículo é bem abaixo do limite da via, e o cara teima em não abrir para a terceira faixa.

  • Rod1970

    Eu incluiria mais um: o antecipador. Você se prepara para mudar de faixa, dá a seta e quando vai fazer a manobra o motorista do carro que está atrás se antecipa e pega a faixa antes de você!

    • clearboxer

      Tipinho detestável esse, sempre ferrando os outros principalmente nas faixas de aceleração.

  • Newton (ArkAngel)

    Tem o Gérson, aquele que anda pelo acostamento.

    • Cristiano Reis

      Anel viário em Fortaleza, as vezes acho que estou errado em ficar na faixa correta, na fila.

  • CCN1410

    Todas as atitudes descritas são insuportáveis. Difícil escolher a pior.

  • Carlos A.

    Infelizmente está cada vez mais difícil mesmo dirigir, e lendo sobre ” O Rebaixado” lembrei que geralmente o ‘feliz proprietário’ do carro sem suspensão, ainda pode ser classificado como ‘o da poltrona’ pois o assento do motorista parece uma ‘cadeira do papai’ com o encosto bem deitado, totalmente fora da posição correta para se guiar com o mínimo de segurança. Assim o “motorista” precisa se pendurar no volante para enxergar alguma coisa, sem falar que é impossível usar o cinto de segurança nessas condições. Lamentável e perigoso ao condutor e a segurança de todos no trânsito.

  • Fabio Marquez
    Também adoto essa solução, mas de vez em quando, estando com tempo e paciência, parto para a educação de trânsito. É bem simples: fique dois carros atrás do dono da esquerda, sem dar seta, relampejar faróis ou buzinar, dessa forma enchendo todo o retrovisor interno dele. Como incomoda, até pela visão periférica, ele acaba dando passagem. Experimente, vale tanto para de dia quanto de noite..

  • Fred,
    Tem razão, todas as situações são infrações de trânsito. Como digo sempre, os chefes dos poderes executivos dos três níveis de administração cometem crime de prevaricação ao não determinarem fiscalização de trânsito, sua obrigação. O maior exemplo é só terem iniciado fiscalização de motoristas alcoolizados depois da “lei seca”, quando tinham de tê-lo feito a partir da promulgação do Código de Trânsito Brasileiro em 23 de setembro de 1997, que estabeleceu alcoolemia máxima de 0,6 litro de álcool por litro de sangue. Havia um limite que tinha de ser fiscalizado. Foram dez anos sem fiscalizar embriagados ao volante, o que levou à morte milhares de pessoas em acidentes de trânsito. E a nossa imprensa idiota continua a falar em “blitz da lei seca”. Ontem mesmo ouvi essa idiotice na TV Globo.

  • David Diniz.
    Eu não disse?

  • Fabio Toledo

    Este tipo também costuma parar na faixa de aceleração… Difícil, viu!

  • Lucio Karasawa

    Nem me lembre do suicida-assassino, mesmo visualizando outro veiculo na faixa contraria, ainda prossegue na sua ultrapassagem como se nada existisse e obriga os outros a se virarem para não bater no infeliz.

  • Hemi Enthusiast

    Aguarde terminar a ultrapassagem. Andar colado em um local que não dá para sair só vai criar conflitos. Quando estava com moto grande geralmente usava esses locais apenas para reduzir a marcha e enfiar um binóculo no cidadão.

  • Domingos,
    Na França é 0,5 g/litro de sangue, o mesmo da maioria dos países europeus, Alemanha inclusive. No Reino Unido e EUA é 0,8 g/L,

    • Domingos

      Bob, a última vez que estive por lá estavam querendo fechar ainda mais o cerco. E fecharam: http://www.drive-france.com/blog/drink-driving-laws-changed-france/

      Agora o limite é quase zero, talvez permita no máximo ingestão de comidas com algum conteúdo alcoólico, para novas carteiras de motorista por até 3 anos.

      Pelo que li, de fato ainda não baixaram os 0,5 para o resto. Mas estão tentando. Só não baixou ainda pela parte mais interiorana e as menores cidades, felizmente muito afeitas ao bom da França e não ao metropolismo doentio de Paris ou Marselha – que estão, literalmente, matando a França.

  • Hemi Enthusiast

    Saudade de andar na Europa e colocar o pé na faixa de pedestres e ver todos os carros pararem… Acho que isso reflete a civilidade de um povo.

    • Hemi Enthusiast
      Não precisa ir tão longe. Vivenciei exatamente isso há 30 anos em Punta Del Leste.

  • Jader da Silva,
    Para esse tipo é uma desonra andar atrás ou ser ultrapassado. É um doente.

  • Lucas
    Aí é “montanha” em vez de ondulação transversal, não tem jeito mesmo.

  • Marco
    E ainda bem longe liga a maldita seta para ter “autorização” para reduzir velocidade, fora a curtição da luzinha piscando no painel….

    • João Carlos

      O não uso da faixa de aceleração ou desaceleração é falta de instrução dada ao motorista. Pois certamente isto não é passado nos CFC. Ou é um parente que ensina, ou a pessoa mais dedicada que aprende por si só.

      Bem que a polícia poderia trocar as faixas com alertas banais tipo Velocidade Mata, por Use a Faixa de Aceleração e Desaceleração. Pelo menos faria o cidadão correr a trás do que se trata. Só que aí também tem que explicar que as rotações e o acelerador podem ser usados à sua plenitude que o motor não quebra, porque o que tem de gente que nunca na vida viu batente de acelerador ou rpm de potência máxima, não está no gibi!

  • Hemi Enthusiast
    Também!

  • David Diniz,
    O valor das multas por excesso de velocidade estão congeladas há 15 anos.

  • Fred
    Em todo acidente grave causado por motorista bêbado o mais bonzinho está com 1 g/L, 67% acima do limite original;.1,5 a 2 nesses casos é comum.

    • Cristiano Reis

      Bob, aconteceu algo interessante esse final de ano, resolvi passar uns dias em Fortaleza, sempre estava tomando umas, coisa pouca tipo umas 8 cervejas numa tarde. Como sabia que haviam blitz, colocava minha cunhada para dirigir. Peeeense numa tensão, minha esposa insistia para que eu voltasse ao volante, já que minha cunhada sóbria se mostrava um perigo ao volante.

      Sei que eu dirigiria de boa com essa quantidade, mas já minha esposa teria coma alcoólico com a mesma. O correto é parar de beber, coisa que pretendo esse ano, mas é complicado essa lei.

      • Hemi Enthusiast

        Aconselho. Fiz isso e me sentindo melhor comecei a adotar outras práticas saudáveis na minha vida. Mas um golinho de vinho é irresistível.

        • Hemi Enthusiast
          E esse prazer que não traz nenhum tipo de problema acabou com a sanção de um… alcoólatra! Aliás, o acordo ortográfico foi sancionado por um semianalfabeto. Isto se chama Brasil.

  • Lucas,
    Parece até mágica, não?

  • Hemi Enthusiast

    Os GM são baixos, meu ex-Celta raspava fácil.

  • Felipe Souza

    Senti falta do Idiota do Acostamento.

  • João Carlos

    Podendo, sempre procuro arrancar na frente nos semáforos. Pois costumo andar mais rápido do que a maioria, sobretudo adotando sempre 10 km/h de velocímetro a mais para passar debaixo das caixas registradoras de velocidade; sem a presença delas, aí é de acordo com a situação e as referências visuais. E aí ter que ficar atrás de um Motorista-bônus que passa a 10, 20 km/h abaixo do limite, é de doer.

    Agora, quando se avista o vermelho não adianta correr para parar (rsrs). Mas também não vale se arrastar vagarosamente pela inércia pra economizar uma gota (rsrs)

  • Domingos

    São os balanços grandes. Vazio o carro não raspa fácil, mas se não “livrar o bico” dele, pega mesmo.

    Tem que chegar no obstáculo com a roda dianteira devagar, depois passa fácil. Não é muito diferente de qualquer outro carro, mas o balanço um pouco grande e a suspensão macia tornam isso crítico.

    Alguns carros raspam no meio ou no protetor de cárter, felizmente não era o caso dele. Mas a frente tinha que ter uma certa atenção, nada demais também. Tem carro bem pior que é mais alto e com menos balanço (Fit por exemplo, pega no meio um pouco fácil).

  • Domingos

    Para esse tipo colabora nossa péssima sincronização de semáforos, feitas para você parar em cada um deles mesmo com trânsito livre.

    Saudade de quando tinha menos radar e andava uns 20 ou 30% acima da velocidade indicada e isso se resolvia como num passe de mágica.

    A forma como está hoje é de fato para cozinhar sua cabeça.

  • Paulo Roberto de Miguel

    Não sei o nome dele (bipolar, talvez?)… Vem se arrastando até o semáforo se tornar amarelo, só aí acelera e acaba furando a luz vermelha.

    • Paulo Roberto de Miguel
      Ou então fios ligados errado na cabeça…

    • Sergio

      Esse tipinho faz de propósito muitas vezes.

  • Davi Reis

    Eu faço o mesmo. Se não tiver para onde fugir, eu prefiro reduzir e esticar bem as pernas do carro para tirar o infame da minha cola e depois troco de faixa e deixo o apressado passar. Há pouco tempo mesmo, chegando em São Paulo pela Castello Branco, dois Fiesta PowerShift com placas de teste (alô Ford, eram seus funcionários), colaram em mim enquanto ultrapassava uma série de veículos. Provavelmente acharam que meu Fox era o MSI 8V e que iriam me empurrar por mais tempo, mas reduzi, despachei eles e troquei de faixa assim que possível, voltando pra velocidade anterior. E passaram até devagarinho depois…

    • Roberto Neves

      É uma questão de sobrevivência.

  • Davi Reis

    Também existe o “inseguro”, que liga a seta e não começa a manobra (ou conclui vagarosamente) nunca. Pior ainda quando o mesmo esquece a seta ligada.

  • Bruno Passos,
    Um bastardo, para não usar termo chulo, que ultrapassa um carro parado diante de faixa de pedestres tinha de pegar 20 anos de cadeia. Talvez dê tempo para o bastardo aprender a pensar..

    • Bruno Passos

      Bob, um conhecido já perdeu um familiar nessa situação…

      • Bruno Passos
        Aposto que o bastardo está soltinho por aí. Por falar nisso, uns anos atrás num Rali Dacar um piloto de moto brasileiro se acidentou assim, havia um carro parado no trajeto e passou a pleno pela esquerda. Tinha uma vaca atravessando estrada…

  • Bruno Passos

    Uba e Clearboxer, achei interessante o comentário dos dois! Na verdade acho que existem os dois tipos de colinha: o que ficou ansioso por conviver no trânsito e não ter seu caminho liberado quando de direito e o que é arrogante e prepotente também. Não defendo nenhum dos dois tipos, mas observo que os dois existem. Pessoas que dirigem muito, seja na cidade ou na estrada, acabam sendo influenciadas por esse tipo de convivência, digamos, competitiva. É preciso ter muito controle emocional para não perder o prazer em dirigir e continuar com a devida calma.

    • clearboxer

      Concordo plenamente. Só acho que falar que a existência do “colinha” não tem nada a ver com o mar de motoristas lerdos por aí, é querer jogar um problema muito mais amplo todo no colo de um único comportamento, o que não vai resolver nada. Enquanto houver motoristas atrapalhando fluxo, haverá também aqueles ansiosos irresponsáveis, que vão quase tocar parachoques traseiros, mesmo o parachoque daqueles que não estão causando problema algum no fluxo naquele momento. O mundo não precisa de mais reclamações, o mundo precisa que cada um tome sua atitude, pra que o coletivo seja beneficiado sempre. Muitos destes que esbravejam sobre a irresponsabilidade dos “colinhas”, são aqueles que, ao se deparar com um, fazem questão de “testar o freio” na frente dele(a) para “dar uma lição”, multiplicando os riscos de acidente e causando ainda mais fúria naquele(a) prepotente ali atrás. Existe alguém certo nessa situação?

      Como você mesmo disse e eu também, o comportamento egoísta de uns reflete sempre no comportamento de outros. Pra mim cada um desses “tipos de motoristas” – que na verdade são comportamentos lamentáveis que todo e qualquer motorista já teve alguma vez na vida (e quem disser que não, estará mentindo e omitindo uma auto-crítica) – todos eles são reflexo um do outro, portanto culpabilizar uns mais que outros é contra-producente, pois você não conseguirá acabar com um comportamento se não combater todos de uma vez. Por isso o trânsito está cada vez pior. Pois o governo e as próprias pessoas culpabilizam somente quem anda acima do limite de velocidade (e este é sempre o outro), mas tratam o ato de não dar seta, de segurar a esquerda, de colar na traseira, de não dar passagem a polícia e ambulância, como comportamentos normais e plenamente aceitáveis. Governo este que, aliás, também alimenta o problema, ao colocar limites de velocidade irreais, quebra-molas em toda esquina, substituir bons agentes de trânsito por máquinas burras caça-níqueis. Está TUDO errado. Falta tratar o problema de forma ampla, não de forma bitolada, onde se foca em resolver só aquilo que te incomoda, esquecendo egoisticamente da nocividade e dos problemas do próprio comportamento em várias situações.

  • Renato Texeira

    Eu costumo viajar bastante para o interior por conta do meu trabalho e vejo muito carro rebaixado nestas cidades, principalmente como estes das fotos. É algo que não dá para entender, já que nestas cidades não é raro encontrar ruas esburacadas e com lombadas.

  • Bruno Passos

    Falaram do Vampiro também… Não só no trânsito, mas essa é umas das atitudes mais baixas que conheço. Ocorre um acidente, a pessoa está ali, ferida, exposta, frágil e indefesa. Vem um animal, registra a triste cena e joga na famosa rede social dos celulares… Em segundos o mundo inteiro está vendo algo que deveria ter sido preservado, algo íntimo da vítima.
    Já conversei com meus familiares: embora sejamos a favor da paz, caso venhamos a sofrer algum acidente e algum curioso “saque” seu celular para filmar o fotografar, o bicho vai pegar…

  • Tem também o Zé Freinho, aquele que adora pisar no freio do carro mesmo que não tenha nada a frente que justifique tal ação. Talvez, quem sabe, uma formiga atravessando a rua.

  • Comentarista

    Cito mais um. O “Motorista carona”. Aquele que vai no carona e fica dando palpite de como você deve dirigir. Vai devagar, acelera, passa por aqui. Geralmente são esposas ou maridos. Meu caso logicamente é minha esposa. Inicialmente parece brincadeira mas já apelei com ela ao ponto de deixar o carro parado e ir embora a pé deixando ela por lá mesmo.

    • Roberto Neves

      Opa! Confesso que sou um desses. Vivo dando palpites quando pego carona! Mea culpa!

  • João Lock

    Caros,
    E que tal se os colunistas, foristas, comentaristas pararem de, simplesmente rotular e colocássemos à disposição das pessoas comuns, todo o conhecimento para mitigar estes comportamentos indesejáveis?

    Aqui só estamos aumentando a cizânia e a rixa.

    Porque não aproveitar o espaço é a bagagem intelectual dos editores, para, enfim, propor melhores práticas para a educação dos atuais condutores?

    Que tal o site/portal AE com ajuda de patrocinadores, promover um programa nas escolas públicas/privadas, oficinas para educar a gurizada sobre boas práticas e comportamento no trânsito?

    É isso que falta aqui. Educação desde a tenra idade.

    A sociedade desde a década de 80 vive em mutação constante. Com pessoas que tiveram acesso ao automóvel cada vez mais jovens.

    Então por que não usarmos da nossa maior vivência para promover melhorias. Porque colocar toda essa cultura de modo simplista, simplesmente ridicularizando pessoas. Isso não agrega nada e como já citei, apenas deixa as pessoas mais endurecidas e burras.

    Não quero de forma alguma ofender os editores e comentaristas. Mas acho que existe coisa mais produtiva a ser feita. Ou continuaremos por muito tempo com essas conversas de boteco.

    • João Lock
      Sua ideia é muito boa, mas nem sempre querer é poder. O AE não tem porte nem estrutura organizacional para efetuar um programa como o que você sugere, de enorme valor indubitavelmente. De qualquer maneira, abordar assuntos como esses ’12 Mais’ e ’20 Mais’ sempre é benéfico por trazer à discussão aspectos de comportamento ao volante e isso sempre acaba se difundindo na grande rede de milhões de anônimos e, de certa forma, transmite ensinamento, contrariando o que você diz, mesmo que à primeira vista pareça ridicularizar pessoas. Como comentou um leitor, todos esses comportamentos apontados constituem infração de trânsito.
      E me desculpe, mas comparar publicação na internet, com envolvimento e participação de centenas de leitores – os que dedicam parte do seu tempo para comentar – com conversa de boteco foi uma observação bastante infeliz.

      • João Lock

        Opa… Bob, desculpa, acho que não fui muito claro. Mas para registro, o que julgo conversa de boteco, não é o que é comentado em seus posts.

    • jr

      João Lock,
      legal sua ideia.
      Porém, nem tudo na vida precisa ter um caráter utilitário, resolver os problemas concretos da humanidade.
      Se não, bar + amigos + cervejas seria classificado como algo inútil e perda de tempo. Talvez até seja, mas sem esses momentos de descontração a vida fica mais pesada.
      Aqui no caso, fica-se no lúdico, com pitadas de humor, que ajudam a “desoprilar o fígado”, aliviar um pouco a alma. O que já é bastante coisa.

      E no fundo um texto como esse em si acaba tendo um caráter educativo, pois ao classificar comportamentos nocivos acaba educando, pois se mostra o que não se deve fazer no trânsito. Super manual do que não se deve fazer. Alerta aos que o leram sobre o que deve ser evitado. Assim, acaba tendo um caráter utilitário também… ajuda a entender um pouco mais os requisitos de sociabilidade no trânsito.
      Poxa, e quem não se divertiu imaginando os casos do dia-a-dia, pensou em novas figuras, nas rotulações!
      Só pela diversão já bastava!

      • João Lock

        Desculpa meu pragmatismo inocente. Mas o assunto é muito sério para ser tratado como diversão. Veja quantas famílias são “decepadas” pela irresponsabilidade no trânsito.
        Não vou mentir, eu achei alguns “apelidos” bem engraçados. Mas… quem sabe não poderíamos fazer mais?

    • Marcelo Maita

      Pensei paralelamente no post anterior. Você, no entanto, estendeu minha indignação. Sensacional seria se algo deste porte fosse feito, especialmente se utilizasse o valor arrecadado com o meu IPVA.

  • Sergio

    Às vezes a direita está danificada por causa dos caminhoes.

  • Sergio

    Gramado é assim também.

  • Sergio

    Bem lembrado, as manobras da moto ao estacionar às vezes assustam, ainda mais quando é rua estreita perto de curva que acabou de dobrar.

  • Sempre que eu vejo um “dois-em-um” costumo dizer: “Esse cidadão deve pagar dois IPVAs”. Abraços e um Ótimo 2016!

  • Luciano S. J. Nepomuceno Jr.

    Que tal ligar para ele e avisar que chegou?

  • Luciano S. J. Nepomuceno Jr.

    Tem certeza que só pobre faz isso?

    • Lorenzo Frigerio

      Eu só vejo pobre em carro velho fazendo isso, e não são Corollas. São Gols, Monzas, Kadetts etc. E eles aindam ostentam um esgar facial que meu pai (italiano) chamava de “puzzetto sotto il naso”… um tipo de biquinho”, de gente enxerida, tipo, “tá vendo como eu também tenho meu carro? Eu sou igual a você, tá?”.

      • Luciano S. J. Nepomuceno Jr.

        Caramba! Parando para pensar um pouco melhor, me dei conta que a situação é exatamente como você descreveu!! Tentei buscar um Corolla com “sonzeira” em minha memória, e nada!

        • Domingos

          Civic tem. Mas isso é mais do perfil que do carro ou até condição social. Muita mulher por exemplo, mesmo em carro caro, parece ter medo de dirigir com a distância correta do volante. Como se o carro ou o volante fossem “fugir” delas se os braços não ficarem amarrados no volante.

  • Ilbirs

    Muda-faixa: por vezes este decorre do fato de haver gente se arrastando bonito na faixa. Por vezes, o cara está na faixa da esquerda para ultrapassar alguém que estava na da direita e se depara com outro que se arrasta na da esquerda. Neste caso dá para jogar com o Código de Trânsito debaixo do braço, pois ultrapassagem à direita não é proibida se você for ficar na faixa da direita e por acaso seu carro ultrapassou outro mais lento que se encontrava na esquerda, apenas sendo proibido retornar à tal faixa.
    Em estradas com a faixa da direita muito detonada por caminhões com peso por eixo acima das 10 toneladas máximas permitidas, acaba sendo comum acontecer de dançar, uma vez que se desvia de buracos. A Régis até o fim da década passada, de tão colcha de retalhos que era, acabava te obrigando a mudar de faixa o tempo todo.

    Mad Max: isso já aconteceu comigo quando a Marginal Tietê ainda não tinha velocidade haddadianamente baixa e irreal e sua pista local ainda tinha 70 km/h de limite. Estava indo pela dita cuja inclusive com a velocidade devidamente aferida pelo GPS e o alarme com 4 km/h de tolerância ligado, significando que por vezes chegava a 74 km/h. Eis que um monte de faróis acendem do nada e me sinto como o dono do Valiant em Encurralado. Aliás, o veículo que estava atrás de mim era de uma fábrica que já fez Peterbilts que não o 281: um cavalo-mecânico VW Constellation que me ultrapassou a bem mais que os tais 70 km/h (chuto que estivesse a uns 90 ou mais) e cujo motorista o guiava como eu não guiaria um cupê esportivo, de tão inconsequente que era seu padrão de pilotagem.

    Soneca-zumbi: esses são extremamente comuns em semáforos e, quando você vê a saída lerda no verde já sabe o que aconteceu.

    Internetado: é a evolução daquele que ficava com um ouvido no celular.

    Suicida-assassino: infelizmente esse tipo existe e se o virmos atrás de nossos carros, a sugestão que posso dar é a de que reduzamos a velocidade do nosso para que ele volte logo à faixa certa. Infelizmente não é algo que gostaríamos que existisse mas, como existe, temos de fazer nossa parte para evitar acidentes.

    Furão: recentemente vi um desses quando estava em uma alça de acesso central para uma transversal. Um taxista (sim, mais um pouco irão virar um verbete à parte nessas categorizações de tipos) a bordo de seu prisma me dá uma fechada pela direita para conseguir entrar na tal alça, que era semaforizada e com duas faixas de rolamento mais do que suficientes para um ingresso civilizado na tal transversal.

    Tira-fino: especialmente comum em São Paulo, mas não tão comum em outros lugares deste país, como já pude constatar.

    Rebaixado: o mais divertido de tudo é seu carro com altura normal e centro de gravidade obviamente mais elevado acabar fazendo mais rápido uma curva de esquina ou mesmo uma daquelas curvas dignas de campo de tortura de pista de testes de fabricante (aquelas dignas de Laguna Seca) do que os reis da fixa.

    Diagonal: como as fotos mostram, há óbvia ligação entre o Rebaixado e o Diagonal, ainda que haja casos de motoristas em carros de altura livre normal que fazem dessas coisas. Faltou aqui falar daqueles que têm medinho de valeta e, mesmo que estejam andando em um veículo com altura livre elevada e/ou balanço dianteiro bem curtinho ainda assim demoram uma eternidade para passar em vez de apelar para a ignorância controlada que tal configuração permite (aqui entendendo-se que se passa sem a frente bater no chão e, devido à configuração citada, dá para ir mais rápido do que se iria em um carro com altura livre mais baixa e/ou balanço dianteiro longo).

    Traseirista: como dito na postagem anterior, é das raras vezes em que daria plena razão a um mafioso se uma cena como a de baixo ocorresse na vida real.

    Recusa-vaga: há outra modalidade desses, que é o cara que vê que você está entrando na vaga e mesmo assim deixa o carro em uma posição que pode ocasionar uma pequena colisão da traseira do seu com a frente do dele se você continuar dando a manobra normal de entrada na vaga.

    Fecha-cruzamento: há uma variação desse tipo de gente, que é o cara que já está se encaminhando para o fim da operação do cruzamento, mas dá aquela freadinha antes de superá-lo por completo, mesmo que não haja qualquer carro à frente dele, fazendo com que quem esteja atrás porventura feche o cruzamento sem que tivesse qualquer intenção de tal, mas porque teve de frear para não bater na traseira do carro cujo motorista freou no último quarto da extensão do cruzamento para não atropelar uma alma penada.

    Motorista-bônus: velocidades haddadianamente baixas e irreais combinadas com Raddards montados por aí fizeram multiplicar esse tipo de motorista. Está bem difícil fazer o túnel Noite Ilustrada e a descida da Major Natanael no sentido do estádio do Pacaembu em uma velocidade constante como era possível em passado até recente justamente por causa desse pessoal que passa em velocidade excessivamente baixa na lombada eletrônica regulada para 50 km/h.

    Buzinador: a imagem que deixarei abaixo já fala tudo que eu gostaria de dizer a respeito.

    http://mlb-s2-p.mlstatic.com/220-adesivo-tua-buzina-no-me-helicopteriza-21store-22011-MLB20223534023_012015-F.jpg

    Anfíbio: era comum vermos isso com motoristas de ônibus, mas o critério de seleção melhorou bastante. Em todo caso, quando chove e estou a pé, ando o mais próximo possível dos muros.

    Colinha: comum de acontecer em estradas cuja pista da direita esteja esbagaçada devido ao tráfego excessivo de caminhões com peso máximo por eixo acima das 10 toneladas máximas permitidas por nossa legislação. Como a pista da direita acaba ficando bem danificada, você acaba ficando longos períodos na da esquerda até por segurança, até que alguém vem bem veloz crescendo no seu retrovisor. Em todo caso, vide Traseirista e entenda novamente o porquê que eu daria razão a um mafioso nessas situações.

    Vampiro: talvez as forças públicas pudessem usar um biombo quando de um acidente desses, até para impedir que motoristas curiosos tentassem ver o ocorrido. Seria uma forma de evitar a suscitação desse sentimento macabro.

    Duas-vagas: tento ao máximo evitar isso. Se vejo que há espaço até o limite da guia rebaixada, é nesse limite que ficará a frente do meu carro, como forma de livrar espaço para quem estiver atrás. Se eu estiver estacionando em uma vaga que já vi estar desordenada porque algum carro que a ocupava foi embora, tento deixar uma distância pequena para o carro de trás e uma grande o suficiente na frente para que alguém consiga estacionar uma moto sem maiores problemas.

    Matemático: este também é um pouco obra do poder público e suas reduções abruptas em radares ou mesmo em estradas. Eis que você está em um trecho sem placas e, sabedor do Código de Trânsito, imprime os 110 km/h regulamentares se for em estrada ou 60 km/h se for em área urbana, até que aparece do nada uma placa com aviso de radar e um limite de velocidade irrealmente baixo, que te obriga a pisar no freio para não tomar uma multa evidentemente arrecadatória. Na BR-116 entre Curitiba e Florianópolis há uma série dessas armadilhas.

    Dois-em-um: confesso fazer isso, mas apenas na situação de um cruzamento sem semáforo, no qual a preferência é do pedestre. Como os motoristas paulistanos em geral não param para os pedestres atravessarem, quando há uma situação dessas em rua de mão única com duas faixas de rolamento e duas faixas de estacionamento, o tipo mais comum em São Paulo, deixo sim o carro no meio para que os pedestres não tenham de ficar deduzindo que outros motoristas não irão parar para que eles passem. Aqui, diríamos assim, é usar a malandragem a favor da civilidade, o que significar ser mais malandro que o malandro.

    • Roberto Neves

      Essa cena de filme está fantástica!

  • Lembrei de mais um: aquele motorista que quando tem neblina na estrada e é dia, só acende as lanternas…. o que adianta a visualização? Atrás tudo bem, mas para quem vem de frente não muda nada. Por isso prefiro viajar à noite com neblina do que de dia com neblina, pois à noite o sujeito é obrigado a usar no mínimo os faróis baixos e o clarão dos faróis é visível.

  • Marcelo Maita

    Agora, após ler o post anterior e quase todos os comentários(quase todos mesmo!), acho que faltou um tipo não apresentado pelos colegas. O apontador, fiscal de pista ou ainda o Balestre. Aquele que fica cuidando da vida dos outros, apontando quão ruim o outro cara é.

    • Marcelo Maita
      Acho que você citou um tipo de motorista que nada tem de detestável. Pelo contrário, ele é altamente útil e desejável entre nós.

      • Marcelo Maita

        É que tentei manter o comentário curto. Queria dizer que o fiscal de pista pode evoluir para o buzinador, para o traseirista, para o suicida e para o tira-fino, em um gradiente de raiva com o motorista “ruim” ali na frente. Talvez ilustre melhor, o “Sr. Volante”.

      • Paulo Roberto de Miguel

        Engraçado, ninguém buzina para mim ou cola na minha traseira… devo estar fazendo alguma coisa certa…

  • Marcelo Maita
    Acho você não pegou o espírito da coisa. Não se trata de estar ou não dentro da velocidade regulamentar, quer acima, quer abaixo, mas de ganhar bônus num caso e achar que por estar numa hipotética velocidade média regulamentar, o fato de exceder o limite superior em 50% fica “neutralizado”, no outro.

  • Fabio Toledo

    Pensei nessa saída também, que sai de uma pista de 110 km/h para a marginal de 90 km/h, ou seja, não deveriam ter dificuldade alguma, mas há muito motorista habilitado sem um mínimo de habilidade.

  • João Carlos,
    Em parodia a Vinicius de Moraes, “Se/Todos fossem iguais a você/Que maravilha dirigir/…” Parabéns pela postura! Ninguém tem o direito de atrapalhar ninguém, essa é a base de tudo.

  • Roberto Alvarenga

    Sou uma pessoa que procura dirigir da melhor forma possível, atentando às leis e ao bom senso. Trabalho quase o dia todo com o carro da empresa, fazendo visitas técnicas aos clientes. Sou “zoado” por meus colegas, que me chamam de “Conduzindo Miss Daisy”… parece que o correto é ser errado. Não à toa o país está do jeito que está…

    • Paulo Roberto de Miguel

      Não ligue. Tem os que “zoam”, mas tem muitos mais que apreciam. Já dizia Ruy Barbosa, mais ou menos assim, que onde reina a desonestidade o homem honesto começa a ficar com vergonha de suas virtudes.

      • Lorenzo Frigerio

        “De tanto ver triunfar as nulidades…”.

        • Paulo Roberto de Miguel

          Isso mesmo. A frase é essa.

  • João Lock

    Então está tudo certo. Aqui vai um personagem bem idiota. O “de ladinho”. É aquele imbecíl que em uma lombada, joga o lado direito do carro no espaço entre a lombada e o meio fio. Para passar mais rápido pelo dejeto viário. Hehehe

  • Paulo Roberto de Miguel

    Deve pensar que o carro bonito já o torna automaticamente civilizado.

    • Domingos

      Boa. O apego a símbolos como forma de “civilização”, no lugar da prática das fundações que realmente fazem uma pessoa civilizada (e que pode então levar ela a ter um bom carro), é justamente o paganismo e não a civilização.

      • Lorenzo Frigerio

        O tal “bezerro de ouro”.

  • Roberto Neves

    Faço a mesma coisa, Luciano. Olho o sinal vermelho lá na frente e tiro imediatamente o pé do acelerador, para desespero dos apressados que vêm atrás, doidos para chegarem ao sinal vermelho e ficarem parados, à mercê dos salteadores que nesta terra abundam.

  • Roberto Neves

    Antes do advento da Lei Seca eu bebia um ou dois copos de cerveja e trocava para refrigerante uma hora ou mais antes de pegar o carro. Nunca tive problemas ou acidentes. Para evitar me aborrecer em blitz de Lei Seca, passei a adotar o procedimento de não beber um só copo de cerveja, por mais que eu adore cerveja. Se estou de carro não bebo, simples assim. Nesta passagem de ano fui com a minha namorada para a casa de amigos, na Barra da Tijuca, aqui no Rio de Janeiro. Na volta, tendo bebido litros de mate Leão e Sprite, quase torci para ser parado numa blitz, só para soprar o bendito bafômetro e ser aprovado, mas não adianta: nunca me pararam!

  • Domingos

    Clássico dos 206. Geralmente carro com saia aqui no Brasil acaba pegando ela mesmo.

    No caso da placa acho que é a posição baixa dela. Deve ter melhorado isso ou resolvido com o “207”, mas também deixou o carro muito mais feio.

  • Domingos

    Depende. Uma ridicularização leve, brincando, como a feita nessa lista dos 20 tipos não vejo como despertadora de uma resposta em escalada e sim justamente como a despertadora de um efetivo alerta ao motorista que faz essas coisas.

    A não ser que o cara tenha sido completamente absorvido pela escola pós-moderna, nesse caso nem adianta “falar sério” porque a própria crítica é considerada uma “micro-ofensa”. Aí o sujeito é treinado para se considerar sempre uma vítima. Não quer nunca aprender. Isso é parte da tática também com essas pessoas, pois nunca aprendendo nunca sabem o que é certo e assim o “certo” para elas é o grupo que lhe prover vantagens mesmo com seu comportamento errado.

  • Domingos

    Perfeito. E ainda mais: quem espera que a educação venha pelos terceirizados – TV, governo, escolas e professores – ainda sempre acaba tendo seu filho e a própria pessoa sendo educados conforme interesses que na maioria das vezes ultimamente nem sequer são para o bem da pessoa de fato.

    Poderia haver um artigo com sugestões de melhor direção para essas situações apontadas, mas a crítica justa também é ferramenta de ensino.

  • Frank BassSinger

    Nesse trecho tem acostamento? Dava para jogar o carro e escapar? Sempre penso nisso em pista simples….

  • Domingos

    Ultrapassagem de caminhão é uma coisa curiosa e assustadora ao mesmo tempo. Mas são legais de ver quando bem feitas, é quase uma corrida em câmera lenta.

  • Roberto Neves

    Já dei palpite até pra taxista, em Belo Horizonte! Aqui no Rio de Janeiro eu me controlo; os taxistas aqui não estão para brincadeiras!

  • João Lock

    A lembro de outro(a) . A(o) Rolha, isso mesmo, rolha. Aquela pessoas que em uma autoestrada com 3 ou mais faixas, fica “quase” parado nas faixas centrais. Arriscando tomar no orifício retal literalmente por alguém que venha mais rápido atrás. Ou na melhor das hipoteses e o mais frequente, ajudar a causar lentidão. Já que os demais terão que reduzir e mudar de faixa.

  • clearboxer

    Cara, a gente sempre tende a achar que nossa cidade tem os piores motoristas, sem esquecer que a gente nota esses defeitos todos justamente por morar lá. Morei em Belo Horizonte a minha vida quase toda, sei como funciona… Como qualquer cidade, BH tem motoristas se comportando de todas as formas citadas aqui, destaque justamente para os que usam seta raras vezes e os que param em qualquer lugar. Arrancada lenta no sinal em BH geralmente é fortemente repreendida por outros motoristas (a famosa buzinada), de forma que vinha ficando cada vez mais raro.

    Eu já passei tempos no Rio também. Carioca não dá seta em situação alguma, param em qualquer lugar, avançam sinais em plena segunda feira meio-dia, o egoísmo e desrespeito às leis básicas de trânsito é flagrante, dos piores locais que já dirigi na vida. Em BH, por pior que seja, no geral as pessoas respeitam o básico para um trânsito minimamente civilizado, ainda que haja as exceções, que não dão seta, que prejudicam a fluidez e que são folgados, a grande maioria mantém o mínimo. Se você for ver os relatos de habitantes de Recife, Natal e João Pessoa (conheço várias pessoas de lá) por exemplo, você verá que BH, com todos os problemas, não tem nem de longe os piores motoristas, muito pelo contrário. Aliás, se você observar bem, motoristas extremamente lentos, que não dão seta alguma e são particularmente letárgicos em qualquer manobra, “barbeiros de verdade”, boa parte das vezes têm placas de Contagem e Santa Luzia, não de BH. Pois o exame de CNH em BH é mais rigoroso, logo as autoescolas em geral são de melhor qualidade (No geral. Não são todas, que fique claro).

  • Domingos

    Bom, nesse caso é diferente. Aí obviamente o exemplo do “suicida” não se encaixa em alguém que teve um problema.

    A pessoa que ler vai saber quando a ridicularização é para ela ou não.

  • Frank BassSinger

    Ah sim amigo, sem falar que os “sacos de lixo” estão em todos os vidros….costuma ter também uns adesivos “de competição” nas laterais, tipo “DUB”, “FX” e demais propagandas gratuitas que o indivíduo faz.

    É uma pena, sei que os carros não tem culpa, mas esse “pessoal” geralmente escolhe como “vítimas” dessas atrocidades os seguintes veículos:

    Gol – todos os tipos, mas principalmente o “quadrado” e o ‘G3″

    Golf – geralmente do modelo “sapão”, de 99 a 06

    Chevette – aqui, vejo muito do modelo 77 pra baixo, pois os 80 para cima, sobretudo o “Junior” e alguns 92, são usados por pessoas simples que não “zoam” o carro….

    Opala – principalmente o “cupê” 2 portas em que os vidros descem tudo estilo barca americana, os manolos ficam loucos com esse modelo, acho que só perde pro “Comodoro 4.1” hehe…

    Ômega – esse se tornou carro de manolo mesmo, até tipo “ostentação”, já que é um carro pra poucos o querido Ômega…

    Jetta – aqui em MG vejo o modelo de frente antiga, 08 por aí, muito usado pela manolagem. Geralmente eles tascam logo rodas gigantes que mal cabem no carro, põe “adesivos” para as lanternas ficarem todas vermelhas “lindonas” e rebaixam o carro “no talo” hehe….

    Bom acho que são esses que vejo mais, mas a turma pode completar aí com outros que vocês tem visto na mão desses “digníssimos sujeitos”, verdadeiros autoentusiastas, só que não….

  • Luciano S. J. Nepomuceno Jr.

    Mas dentre as duas que você citou, buzinar, de longe é a melhor. Quando os cachorros começam (a latir), demora para que eles parem kk

  • Luciano S. J. Nepomuceno Jr.

    Ahh! Obrigado pelo esclarecimento.

  • Luciano S. J. Nepomuceno Jr.

    Ah!! Obrigado pelo esclarecimento 🙂