Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas Autoentusiastas HONDA E GM DEVEM FABRICAR PILHAS A COMBUSTÍVEL EM CONJUNTO – Autoentusiastas

Depois de um certo tempo sem aparecer ativamente em noticiários da indústria, as células (ou pilhas) a combustível (hidrogênio) voltam a ser assunto, quando a Honda e a General Motors estão no foco. O jornal japonês Asahi Shimbum noticiou que ambas empresas devem montar uma fábrica em conjunto, exclusiva para esse tipo de propulsão, segundo eles, a melhor para veículos de baixo peso.

A união teria como objetivo a redução de custos justamente onde eles são mais vultosos, porém, fabricando carros diferentes para cada uma das marcas. A foto mostra um sistema de pilha a combustível da Honda que já é totalmente contido dentro de um cofre normal de motor, eliminando a necessidade de espaço adicional sob o assoalho ou dentro do porta-malas.

O objetivo de prazo é no máximo em 2025 ter sistemas em produção normal, sendo que o trabalho de colaboração técnica entre ambas gigantes existe desde 2013.

Essa não é a única associação técnica para pilhas a combustível, existindo também um acordo entre Ford, Daimler e Nissan, além de outro que inclui Toyota e BMW.

São muitas boas cabeças pensando, e algo muito bom deverá ser realidade em breve.

JJ

 

 

 

Sobre o Autor

Juvenal Jorge
Editor Associado

Juvenal Jorge, ou JJ, como é chamado, é integrante do AE desde sua criação em 2008 e em 2016 passou a ser Editor Associado. É engenheiro automobilístico formado pela FEI, com mestrado em engenharia automobilística pela USP e pós-graduação em administração de negócios pela ESAN. Atuou como engenheiro e coordenador de projetos em várias empresas multinacionais. No AE é muito conhecido pelas matérias sobre aviões, que também são sua paixão, além de testes de veículos e edição de notícias diárias.

  • Rubem Luiz

    E eu acho até pouco só “3 grandes consórcios”, porque com células de rendimento alto e baixo custo isso seria uma revolução pro mercado, já que o rendimento dos motores a explosão tá demorando pra chegar sequer a 50%!

    O ônus da pesquisa é grande, mas hora que sair algo excelente o bônus deve ser enorme. Produção local de hidrogênio usando fontes periódicas tipo energia solar, eólicas, ou maré, casa bem com a necessidade de descentralizar a distribuição, linhas gigantes pra eletricidade, ou esse sistema de postos e distribuidoras de combustível, não é tão eficiente, tem custo grande que só megaempresas conseguem pagar (Por isso não tem concorrentes) e tem demora no reestabelecimento, depois de problemas, em países continentais como o brasil.