Chegando agora em janeiro ao mercado de motocicletas, a Honda Biz 110i com injeção eletrônica de combustível vem com garantia de três anos.

Há também um desenho de painel de instrumentos novo, de melhor visualização, para acompanhar a grande novidade no motor. Há marcador de nível do tanque, muito conveniente mesmo em um veículo de baixo consumo como sempre foi a Biz.

Fabricada em Manaus, possui vários itens de praticidade, como espaço abaixo do banco onde cabe um capacete e mais uma bolsa ou mochila, além de pequenos objetos. O câmbio semi-automático, com comando rotativo na manopla, não tem embreagem, eliminando uma preocupação de motociclistas iniciantes. Há partida elétrica do motor para facilitar ainda mais o uso.

O motor é já conhecido, com um cilindro de 109,1 cm³, comando de válvulas no cabeçote, arrefecido a ar e agora com o sistema de injeção eletrônica de fabricação da própria Honda, o PGM-FI. Um novo catalisador faz o trabalho em conjunto com o sistema, para níveis de emissões de poluentes de acordo com os limites legais em vigor. Movido a gasolina, gera 8,3 cv a 7.250 rpm e tem torque máximo de 0,89 m·kgf a 5.500 rpm.

Na ciclística, permanece o garfo telescópico dianteiro com curso de 100 mm e dois amortecedores e molas na traseira com 86 mm de curso. O sistema de freios é a tambor, com 130 mm de diâmetro na frente e 110 mm, atrás.

A nova Honda Biz 110i tem preço público sugerido de R$ 7.090,00, vem em apenas uma versão e pode ter cor preta ou vermelha. O valor tem como referência  o estado de São Paulo, sem despesas com frete ou seguro. A garantia é de três anos sem limite de quilometragem, que proporciona confiabilidade no produto e tranquilidade para o cliente.

Biz 110i cluster

JJ



Sobre o Autor

Juvenal Jorge
Editor Associado

Juvenal Jorge, ou JJ, como é chamado, é integrante do AE desde sua criação em 2008 e em 2016 passou a ser Editor Associado. É engenheiro automobilístico formado pela FEI, com mestrado em engenharia automobilística pela USP e pós-graduação em administração de negócios pela ESAN. Atuou como engenheiro e coordenador de projetos em várias empresas multinacionais. No AE é muito conhecido pelas matérias sobre aviões, que também são sua paixão, além de testes de veículos e edição de notícias diárias.

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  • Luís Felipe Carreira,
    Embreagens centrífugas só desacoplam quando motor está em marcha-lenta. Câmbios de motos não têm luva sincrônica (não têm sincronizadores), apenas luva de engate, e essas engatam mesmo sem desacoplar embreagem. Portanto, nada de aceleração interina neste caso. Mas eu precisaria dirigir uma para avaliar as reduções de marcha.

    • Ricardo Kobus

      Bob,
      Nas reduções de marchas nas biz é bom dar uma aceleradinha simultaneamente à redução, como se fosse um punta-tacco, reduz sem tranco nenhum, minha tem uma biz dessa só que carburada, quando ando com ela diz como você reduz sem trancos, eu não consigo!

      • Ricardo Kobus
        Certamente que é bom dar essa aceleradinha nas reduções, apenas não vejo como isso é possível estando a embreagem acoplada. Nas motos com embreagem manual sempre fiz isso.

        • Ricardo Kobus

          Pois então nesse sistema parece que no intervalo de cada marcha tem um ponto morto, quando você pressiona o pedal da marcha para a redução ela meio que entra em ponto morto facilitando a aceleração, é mais menos assim, eu sou péssimo pra explicar as coisas hehe, mas é por aí, pegue uma biz que você já entende o que eu digo.

        • Vinícius

          É isso aí que pessoal já disse. Na prática, ao mesmo tempo que o piloto reduz a marcha, dá uma aceleradinha. Diria até que é quase obrigatório fazer isso para não dar trancos.
          Também é possível “saltar” na arrancada, para isso, engate a primeira e mantenha o pé no pedal pressionado soltando após aumentar um pouco a rotação da marcha lenta pelo punho.

    • Jesiel

      Bob, pelo que eu me lembro de leituras quando do lançamento da Biz, o curso inicial do pedal de câmbio desacopla a embreagem, podendo portanto ser feita a aceleração interina.

  • Leonardo Mendes

    Posso estar falando bobagem mas essa moto pode acabar canibalizando as vendas da Pop 110i.