Está de volta ao AE o Teste de 30 Dias, e com um automóvel ainda pouco visto nas ruas brasileiras, o novo Citroën C4 Picasso. Fabricado em Vigo, na Espanha, ele chegou ao nosso mercado com nada menos que dois anos de atraso em relação ao lançamento no mercado europeu. Os detalhes relacionados a versões, preços e tudo mais que foi informado pela Citroën do Brasil na apresentação realizada pela Citroën do Brasil no final de outubro passado você pode ler direto na fonte, pela caneta do Bob Sharp (Citroën C4 de segunda geração, o faz-tudo). Agora chega a vez do dia a dia seguidinho, com impressões que serão condensadas em quatro relatos semanais, este o primeiro deles.

Como fiz com o Renault Fluence Privilège e Volkswagen Jetta Highline 2.0 TSI, “vítimas” deste tipo de teste em 2015, procurarei submeter o C4 Picasso a um variadíssimo cardápio de uso feito de muita cidade, estradas de diversos tipos, com lotação plena ou não. A unidade que a Citroën cedeu ao AE para esse teste específico, a Intensive, veio com absolutamente todos os opcionais disponíveis, o que fez o preço saltar dos R$ 117.900 para R$ 140.500.

Nesses quase 23 mil reais está quase tudo o que a indústria do automóvel costuma oferecer como recheio nobre e assim fica mais fácil tentar lembrar o que este C4 Picasso, ora avaliado, não tem: tração integral, ajuste elétrico nos bancos com memória, head-up display, night vision e demais iguarias deste naipe que comparecem em carros que custam além dos R$ 200 mil. Mas não se engane, pois a Citroën não renegou sua fama de marca inovadora e assim, como aprenderei com o leitor no decorrer destas semanas, este modelo está na vanguarda da tecnologia atual, mecânica e eletrônica.

 

Apesar do nome — C 4 Picasso — ter sido mantido, as mudanças em relação ao modelo anterior vendido no Brasil desde 2008 vão bem além de retoques estéticos. Eu conhecía bem o C4 Picasso pioneiro e bastou um par de quilômetros ao volante para verificar que um dos mais marcantes aspectos deste carro não se perdeu, ou seja, o extremo conforto de rodagem.

Na melhor tradição dos mais clássicos Citroëns como os DS dos anos 1950-1960 e o mais recente XM, os bancos dianteiros são os mais confortáveis imaginável. Tanto pela conformação quanto pela escolha de densidade da espuma e forração, é impossível dedicar-lhes crítica. Em parceria com uma suspensão calibrada para o macio, promovem um rodar mais do que confortável. Além disso, os bancos dianteiros têm recursos de regulagem múltipla, inclusive um sistema de massagem da região lombar cuja existência certamente mal não fará, pelo contrário. Cerejinha sobre o sorvete é a extensão para as pernas exclusiva do passageiro, ao melhor estilo dos bancos da classe executiva dos aviões.

Atrás o cenário não é tão requintado, mas permanecem os três bancos individuais que permitem reclinar individualmente o espaldar em duas posições, assim como avançar os bancos um a um, o que favorece a ampliação do espaço do porta-malas. Um sumiço notado foi o desaparecimento das regulagens de temperatura do ar-condicionado nas saídas do ar para a turma “da classe econômica”, agora apenas com controle de direcionamento e intensidade do ar.

 

O porta-malas, por sua vez, continua de primeira: os mais de 530 litros são muito bem aproveitáveis destacando-se o fato de o plano de carga estar totalmente alinhado com o limite da ampla porta de carga, cujo comando é elétrico. Outra comparação com o C4 Picasso anterior revela o sumiço do prático carrinho de compras guardado na lateral direita. Em função da maior inclinação das colunas C (traseiras), a parte superior do porta-malas é ligeiramente menor, mas nada relevante. A capacidade do compartimento pode ser ampliada avançando os bancos, individualmente ou todos, assim como rebatendo-os por completo.

Ainda no âmbito dos aspectos práticos, o novo C4 Picasso perdeu os dois amplos porta-objetos no topo do painel, que continua com o quadro de informações ocupando a porção central e permite opção por três tipos de configuração que se diferenciam não apenas no grafismo mas também pelo destaque dado a cada tipo de informação.

Outro detalhe requintado do modelo é o amplo teto envidraçado, que garante um interior sempre iluminado e aumenta ainda mais a sensação de espaço. Uma tela translúcida permite deixar do lado de fora os raios solares incômodos. Se aberta, apreciar o céu pode ser uma experiência agradável até para os passageiros do banco de trás. Ao motorista e acompanhante o C4 Picasso reserva o sistema que permite avançar e recuar os parassóis, dessa forma explorando o parabrisa panorâmico que caracteriza os C4 Picasso e algumas versões do mais recente C3.

 

O volante multifunção não tem mais o centro fixo como nos C4 Picasso anteriores, mas ainda conta com diversos comandos. Sistema de áudio, controlador e alerta de velocidade e uma tecla que aciona o assistente de estacionamento, entre outras. As borboletas de controle do câmbio automático, solidárias à coluna de direção, não acompanham o movimento do volante.

Uma pequena alavanca, no alto da coluna de direção, responde pelo comando da caixa automática de seis marchas, com opção “M” que permite o controle pelas borboletas. Caso a alavanca esteja em “M” a passagem à relação superior só ocorre em rotação elevada. As reduções só são aceitas quando os giros não levam ao destrutivo excesso de rotação. Mesmo em “D”, subir ou descer marchas pelas borboletas é possível para, por exemplo, antecipar uma redução para encarar uma ultrapassagem. Em cerca de 10 segundos de inatividade de trocas manuais o comando volta a “D”.

A grande novidade do C4 Picasso é, sem dúvida, a adoção do motor 1,6-litro turbo, codinome THP, já bem conhecido não só dos clientes dos carros do Grupo PSA (Peugeot e Citroën) como de outros fabricantes como BMW e MINI até 2013.

 

Na configuração escolhida para o C4 Picasso ele desenvolve a potência máxima de 165 cv a 6.000 rpm e 24,5 m·kgf de torque entre 1.400 e 4.000 rpm. Em comparação à motorização anterior, o 2-litros aspirado, houve ganhos significativos: 22 cv de potência e 4,1 m·kgf, sendo que o torque máximo naquele motor ocorria a 4.000 rpm, bem mais acima do que agora. Ou seja, mais desempenho, suavidade de funcionamento e menor consumo, e acompanhado de uma nova caixa automática de seis marchas da japonesa Aisin.

Na primeira semana de uso, enfrentando unicamente o congestionado trânsito da cidade de São Paulo na véspera do Natal, a marca para 285 km rodados revelou 7 km/l cravados, razoável especialmente tendo em vista a malvadeza da utilização, plena de trajetos curtos, acidentados, muitos não permitindo ao motor atingir sua temperatura de exercício. Cutucando o acelerador no para-e-anda paulistano o C4 Picasso revelou-se um carro extremamente confortável, paciente com comandos bruscos do volante, acelerador e freios, e oferecendo uma ótima interpretação do que seria necessário que a caixa de câmbio automática fizesse, ganho mais do que evidente face a por vezes titubeante caixa de quatro marchas do C4 Picasso anterior.

Neste uso 100% urbano os sensores de distância e o sistema de alerta da proximidade de outros veículos nos chamados pontos cegos mostraram seu valor: toma algum tempo conseguir treinar os sentidos para atender ao que avisam os alertas sonoros e visuais (luzes e cores), mas com o tempo entende-se que a gestão deste carro, não muito volumoso mas tampouco compacto, é muito ajudada por tais sistemas eletrônicos. Dotado de auxílio ao estacionamento, confesso que nesta semana de estreia resolvi não operar tal facilidade parte por simples falta de tempo para um uso conveniente, parte pela suavidade da direção de assistência elétrica indexada à velocidade e dos sensores e alertas aos montes além das câmeras nos quatro quadrantes. Manobrar o C4 Picasso é literalmente coisa que se faz com um olho e um dedinho…

Outra coisa que se faz com um dedinho é o abrir e fechar o porta-malas, e tanto faz se através do controle remoto da chave (do tipo presencial, basta tê-la no bolso para o C4 permitir acesso) ou no botão da própria tampa.

Silêncio a bordo foi outra característica notada, superior à de carros mais requintados inclusive. Outra boa característica no calor africano da São Paulo da última semana de dezembro foi verificar que o amplo parabrisa e o teto panorâmico são eficazes em deixar o calor do lado de fora e colocar a luz para dentro, proporcionando um agradável ambiente.

 

Acabamento interno? Nada a reclamar. Materiais de agradável tato e visual, mas já imaginamos que haverá quem reclame do fato dos bancos misturarem couro com tecido mesmo na versão mais requintada, e da quantidade de texturas e materiais de tonalidades diversas. Um bom detalhe é o amplo porta-objetos entre os bancos dianteiros que, inclusive, pode ser facilmente retirado se houver necessidade. A perda dos porta-luvas do alto do painel foi compensada por um vão logo abaixo da tela multifunção, e é ali que estão as duas portas USB e onde nossos inseparáveis telefones podem encontrar abrigo e energia sem que seus fios fiquem à mostra.

Na sequência destes quase 300 km de trato inicial 100% urbano virão outros bons quilômetros, desta vez de estradas variadas, com bastante carga. Rodovias excelentes, outras nem tanto, e até estradinhas de terra estarão no cardápio. Na semana que vem, o relato!

RA

CITROËN C4 PICASSO

Quilometragem total: 285,8 km (7 dias)
Consumo médio: 7 km/lCidade: 285,8 km (100%)
Estrada: 0 km (0%)
Velocidade média: 18 km/h
Tempo ao volante: 15h53min

Sobre o Autor

Roberto Agresti

Experiente jornalista especializado em veículos de duas rodas e editor e publisher da revista Moto! desde 1994. Além de editor do AE também tem a coluna semanal Dicas de Motos no G1 e é comentarista da rádio CBN no programa CBN Moto, aos domingos às 11h50.

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  • Gustavo73

    Já estava ansioso pela volta do Teste de 30 dias. E e já começa com um carro que tenho curiosidade. No aguardo dos próximos capítulos.

  • Matheus Ulisses P.

    Está aí um carro que me agrada demais! Pode não ser o carro ideal pra mim (solteiro e universitário), mas se fosse pai de família teria fácil, fácil!
    É muito bom ver que, mesmo com todas a dificuldades que o Grupo PSA andou enfrentando, a Citroën ainda conserva sua filosofia vanguardista!

  • MyLife

    Belo carro. Só não gostei da falta de iluminação no para-sol. Em deslize muito pequeno para um carro tão belo e versátil.

    • Jose Antonio S Almeida

      Falta a iluminação no parassol e retrovisor interno fotocrômico, de resto só elogios.

  • Lemming®

    Que média medonha essa de velocidade hein (18km/h)…
    Parece que acertaram a mão nesta minivan!

  • CorsarioViajante

    Muito legal termos de novo os testes longos, ainda mais feitos pelo Agresti!
    Quanto ao C4 Picasso, o preço é salgado mas me parece mais interessante, como veículo familiar, que muito SUV por aí que custa o mesmo ou mais.

    • Gustavo73

      Bem por aí, Corsário, custam na faixa. Ou mais e oferecem menos.

    • Fórmula Finesse

      É um carro inteligentíssimo e agora gostoso de guiar, coisa que o antigo C4 Picasso devia, e muito…pena que a etiqueta subiu exponencialmente também.

    • Rafa2810

      Eu sou desses que dariam vez à C4 em lugar de algum desses SUV abrutalhados.

      O trancês é um carro muito prático, espaçoso e mais econômico que a maioria dos “jipinhos” do mercado, além de oferecer muito mais mesmo em seu pacote de entrada!

  • PhilipePacheco

    Esse é um carro que tenho muita curiosidade em acompanhar o teste.
    Meu sogro tem um da geração anterior e só elogia o carro. Dirigi algumas vezes tanto na cidade quanto na estrada e realmente, além de um rodar confortável para todos, o carro é uma delícia de guiar.
    A única “involução” parece ter sido a perda do ajuste de temperatura do ar-condicionado nas saídas voltadas ao banco de trás. Isso faz uma bela diferença em conforto para quem está sentado ali.

  • Matheus Ulisses P.

    Tomara que você consiga e de preferência sem precisar da desvalorização!

  • Fórmula Finesse

    A antiga C4 Picasso era uma verdadeira ilha de tecnologia e conforto na época do seu lançamento; um monte de apetrechos bacanas e bem pensados, mas se era um Titanic em termos de espaço, conveniência e mimos, ao mesmo tempo era um enorme barco propelido por motor de popa – o câmbio de apenas quatro marchas era irritante, o carro chorava para retomar velocidade e nem usando as malogradas borboletas atrás do volante dava para contornar a relativa lerdeza à contento, seu consumo também era bem prejudicado. Por isso nessa nova geração, o principal ponto que ficava a dever (desempenho seguro com lotação & prazer na condução) foi devidamente sanado pelo carregador de piano Prince 1.600cm3 – ótimo, perfeito – mas como nem tudo o é na verdade, o carro ficou um tanto mais caro relativamente à geração anterior. O pulo na etiqueta ficou parecido com o avanço no desempenho…

  • Carls

    É bom ter no mercado opções diferentes pra quem não quer um SUV (a maioria quer um). Eu pessoalmente para um veículo familiar prefiro a Golf Variant, mas esse carro parece bem legal, embora meio carinho.

  • Rafa2810
    Todo carro consome ao redor disso no trânsito congestionado. A história da dona está mal contada.

    • Rafa2810

      Caro Bob, exato.

      Imagino que na conta do relato do consumo tenha grande influência, além das condições de percurso, o modo de condução do veículo.

      No mais, um belíssimo carro. Gostaria de tê-lo conduzido na oportunidade, mas não pude!

  • Renan

    [OFF] A solução para problemas frequentes no trânsito já existe. Em vez de só pensar em aumento de IPVA e instalação de radares, deveriam tornar isso obrigatório.

    Jovens elaboram equipamentos que podem diminuir o risco de acidentes: http://g1.globo.com/carros/autoesporte/videos/t/edicoes/v/brasileiros-inventam-sistema-que-automatiza-o-uso-da-seta/4728983/

    • Renan,
      Me desculpe, mas que duas invenções burras! Me aponte um motorista que não use freio para parar no pedágio! Só um! E a moçoila ainda solta a pérola de dizer que a luz traseira nos carros de F-1 serve para avisar que está freando…Agora, essa da seta é brincadeira. É tudo aquilo que venho martelando há anos aqui no AE, seta é para sinalizar intenção, e não autorização de manobra. Com a “maravilha” da seta automática o imbecil vai iniciar a a ultrapassagem sem dar seta antes!

      • Lucas dos Santos

        Perfeito, Bob!

        Esse sistema de acionamento da seta apenas automatiza o péssimo hábito que alguns motoristas têm, de acionar a seta apenas esticando os dedos da mão esquerda enquanto vira o volante. A seta é ligada tarde demais, justamente no momento em que ela não faz mais diferença. Totalmente inútil!

        Quanto à luz que acende na traseira dos carros de Fórmula 1, de fato, desde 2014, quando foram introduzidos os motores híbridos na categoria, a luz de chuva realmente pisca quando o carro está reduzindo a velocidade antes de uma curva. Diz-se que é para indicar que ele está regenerando energia, mas nunca entendi o propósito de se indicar visualmente isso. Mas, de qualquer forma, não faz sentido utilizarem isso para justificar uma invenção que altera o funcionamento da terceira luz de freio do automóvel.

        • Lucas dos Santos
          A luz é sempre piscante, não serve como luz de freio nem para indicar regeneração de energia, mesmo porque o tempo que um carro de F1 gasta numa freada antes de curva é praticamente um piscar de olhos. É apenas uma luz para deixar o carro visível quando escondido pelo borrifo d’água.

      • Lucas

        Reforçando que o [i]antes[/i] significa uns 4 segundos antes de mexer no volante. Ou seja, o pisca dá umas três piscadas antes do indivíduo efetivamente mudar de faixa.

      • João Lock

        “MOÇOILA” kkkk impagavel

      • Lucas

        E um outro detalhe: como essa inutilidade funciona a partir de sensores de movimento, que acionam o pisca ao detectar que o carro está se movimentando lateralmente, ocorrerá que em toda e qualquer curva, em rodovia por exemplo, onde não se liga o pisca, o carro estará ligando o pisca. É mesmo “genial”.

      • Fernando

        E todo movimento que precisa ser previsível será substituído por algo assim, que sinceramente deve ser proibido por claramente deixar de lado a situação da intenção das manobras, que deve vir bem antes delas em si.

  • Fórmula Finesse

    Era um carro bem gastador na cidade; mas a comodidade é algo que sempre foi muito bem trabalhada nessa linha.

    • Rafa2810

      O conforto era de fato elogiável.

  • VeeDub

    Não tenho certeza, mas acho que o motor THP flex é montado no Brasil com peças oriundas da França. Este, que vem direto da Europa, não é flex.

  • João Lock

    Meu carro é o C4 Picasso “antigo”. Sim, é gastador mesmo. Mas é o preço pelo conforto que esse carro proporciona. Tem gente que acha ele meio pesadão e lento. Para mim, quando o sinal fica verde, eu vejo os carros ficarem sempre pequenos pelos retrovisores. Na estrada parece um TGV (trem bala Frances). Esse mês ainda vou fazer um test drive nesta nova versão.

  • marcus lahoz

    Tive um Xsara Picasso 2.0 de primeira geração. Gostei tanto que hoje sou fã da PSA, excelentes carros. Este C4 Picasso novo me chama realmente a atenção.

  • Sim, a diferença é apenas o nome, na PSA chamam de AL4/AT8, na Renault é DP0.

  • Lucas dos Santos
    O regulamento técnico da F1 nada diz sobre essas funções da luz vermelha que você diz ter. As especificações são para altura do solo, área e potência luminosa, e poder ser acionada pelo piloto. Vi no site da FIA. Onde você obteve essa informação?

    • Lucas dos Santos

      Isso foi falado por diversas vezes durante as transmissões da Fórmula 1 na TV. Fonte nada confiável, eu sei. A jovem da reportagem, provavelmente, só passou para frente o que ouvira na TV.

      Mas o fato é que a luz realmente pisca durante algumas frenagens, como pôde ser visto nos vídeos. Mas ainda não encontrei nenhuma explicação oficial para esse comportamento – porque, como disse, não chegar a pesquisar a fundo. Aliás, vou fazer isso agora e, se eu encontrar alguma coisa, posto aqui.

  • Hemi Enthusiast

    Podia desvalorizar pelo menos…

  • Renato Mendes Afonso

    Sobre o ponto 2: Na verdade é justamente o formato que torna o carro mais versátil se comparado a qualquer perua e, apesar da aparente área frontal, o coeficiente de arrasto fica abaixo dos 0,3 (0,295), com uma área corrigida estimada de 0,737 m², de acordo com a matéria do Bob. Acima de bons sedãs médios, mas longe de ser algo exaustivo para o motor THP.

  • timteobatalha

    Se meu Xsara Picasso 2.0i 16v antigão impressiona quem entra pela primeira vez, quanto ao conforto, design, potência e economia, imagina dentro do 2016 !!!